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Maurício fala sobre sonho de jogar Olimpíadas e desejo de ser campeão

Com informações da CBF
Foto: Joilson Marconne / CBF

Maurício trenando com a Seleção Pré-Olímpica

Convocado para o Torneio Pré-Olímpico na Venezuela, Mauricio está sob a orientação do técnico Ramon Menezes na Granja Comary, em Teresópolis(RJ), se preparando para a competição. O atleta de 22 anos abordou o desejo de participar das Olimpíadas e sua aspiração de conquistar o título no Pré-Olímpico na Venezuela.

"Sabemos o significado do Pré-Olímpico para a gente, que é um classificatório para as Olimpíadas. Então a gente tem esse sonho de jogar as Olimpíadas. Qualquer convocação, o jogador quer estar sempre nela. É um momento de muita felicidade e a gente espera se classificar e ser campeão”, destacou.

Mauricio atua no time profissional do Internacional e encerrou 2023 com 200 jogos oficiais. Apesar da experiência, o meia não se percebe em uma posição diferenciada em termos de responsabilidade em comparação com os outros membros da seleção.


“Não me vejo como esse cara. Claro que a gente conversa sobre posicionamento de jogo. Muitas vezes, querendo ou não, a gente acaba tendo pouco tempo de preparação, porque tem jogadores diferentes, que não foram convocados ou não vinham sendo. A gente tem que treinar e conseguir muito rápido ter um bom entrosamento. Ano passado consegui ter bastante jogos, mas todo o elenco é bastante experiente e qualificado”, disse, Maurício que também destacou o desafio que a Seleção Brasileira vai encarar no Pré-Olímpico.

“A gente sabe que veste uma camisa muito pesada, do nosso país, da nossa Seleção. Então a gente sabe a responsabilidade que é, e sabe que precisa se classificar no Pré-Olímpico, para disputar os Jogos Olímpicos." completou o meia.

Maurício e o gol que quebrou o jejum de títulos do Botafogo

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Maurício marcou o gol que tirou o Fogão da fila em 1989

O ex-ponta-direita do Botafogo, Maurício de Oliveira Anastácio, comemora o seu 61º aniversário nesta sexta-feira, dia 29 de setembro de 2023. Em uma de suas passagens pelo Fogão, o atacante de beirada protagonizou um momento muito especial para o torcedor do clube Alvinegro, na final do Campeonato Carioca de 1989.

Começou a carreira profissional no América, mas foi no Botafogo, que ficou ainda mais famoso no cenário futebolístico brasileiro. Afinal, foi com a camisa do time de General Severiano, que o avançado marcou o gol que acabou com o jejum de 21 anos do Glorioso sem títulos.

A última metade do confronto de 180 minutos da grande decisão do Estadual de 89 aconteceu no dia 21 de junho daquele ano. Na ocasião, o Alvinegro do Rio, que venceu a Taça Rio, enfrentou o Flamengo, campeão da Taça Guanabara, pelo jogo de volta. Na ida, o Fogão e o Mengão haviam empatado em 0 a 0, no Maracanã, mesmo palco onde aconteceu o último jogo da final.


O fatídico gol que tirou o grito de campeão entalado na garganta da torcida do torcedor botafoguense aconteceu aos 12' de bola rolando na etapa complementar. Na jogada, Maurício recebeu um levantamento primoroso de Marquinhos na pequena área, e com a bola no ainda no ar, conferiu para o fundo das redes.

Ao longo de suas duas passagens pelo Botafogo, que aconteceram de 1986 a 1988 e 1989 a 1990, Maurício disputou um total de 67 partidas e balançou as redes adversárias em 15 ocasiões.

Goleiro Maurício acredita na classificação do Nacional na Segundona Paulista

Foto: Thiago Souza

Maurício é goleiro do Nacional

Depois de um início ruim, o Nacional cresceu na reta final da terceira fase e após a vitória contra o XV de Jaú, assumiu o segundo posto e agora depende apenas de si para se classificar. Neste sábado, 19, a equipe encara o líder União São João, em Araras, às 15 horas, e o goleiro Maurício falou sobre o confronto e sobre a recuperação do Naça.

"A gente começou essa terceira fase um pouco desgastado do ritmo de jogos e não estávamos conseguindo fazer o que o professor estava pedindo, após a derrota em Jaú nós todos nos reunimos e discutimos o que precisava melhorar e como poderia ser feito, conversamos entre os atletas e com a comissão, ajustamos os detalhes, mudamos a formação e o modo de jogar e conseguimos reverter a situação a tempo para hoje nessa última rodada estarmos dependendo somente de nós pra classificar para as quartas", falou o jogador.

E ele fala sobre o jogo de sábado. "Vai ser um jogo difícil, o União também é obrigado a ganhar para classificar, mas independente disso nós temos totais condições de buscar o resultado fora de casa e garantir a classificação", disse.


O Nacional tem oito pontos contra nove do União São João de Araras. O terceiro lugar é o XV de Jaú, com sete. O Joseense já não tem mais chances de classificação e é o adversário do Galo, em jogo que será no Zezinho Magalhães.

Após classificação na Segundona Paulista, goleiro do Nacional fala sobre duelo contra o União São João

Foto: Thiago Souza Fotos

Maurício defende o Nacional

O Nacional avançou à próxima fase do Paulista sub23, em segundo do grupo 06, com 18 pontos, em dez jogos. Ficou atrás do Jabaquara que somou três pontos a mais. O goleiro Maurício foi um dos principais nomes da equipe na competição, tendo defendido dois pênaltis. O camisa 1 fez uma avaliação da primeira fase.

"Fomos muito bem nessa primeira fase. Conseguimos buscar importantes resultados fora de casa, embora em casa a gente não tenha tido o mesmo aproveitamento. Conseguimos pontuar e buscar uma classificação com três rodadas de antecedência e agora para a segunda fase é refletir sobre os jogos que a gente fez, tirar as coisas boas, e os erros que tivemos corrigir como um todo da melhor maneira possível para que a gente consiga ir mais forte para a próxima fase e ficar entre os 16 clubes que já é uma garantia na quarta divisão do ano que vem, e depois brigar no mata-mata pelo acesso à série A3", disse.

"Individualmente pude contribuir com a minha equipe garantindo alguns resultados, com algumas defesas de pênalti e algumas defesas nos minutos finais que foram importantes para a gente garantir o resultado e sair com uma vitória. Agora na segunda fase é seguir trabalhando concentrado e focado para conseguir ajudar e contribuir para o sucesso da equipe e consequentemente o meu também", completou.

O clube da capital encara o União São João de Araras, na próxima rodada. O adversário passou em terceiro na chave 03, com 16 pontos, atrás de XV Jaú e Grêmio São Carlense.


"Para esse primeiro jogo da segunda fase contra o União esperamos estrear com o pé direito, buscando manter o nosso retrospecto positivo fora de casa, algo que se concretizar já vai dar um ânimo a mais visto que estamos vindo de três jogos sem vitória, então estamos trabalhando forte para buscar o resultado lá. Sabemos da dificuldade do jogo. É um adversário qualificado pois classificou em um grupo difícil, mas nós temos qualidade também e temos tudo para fazer um grande jogo e se tudo correr bem sair de lá com os três pontos", finalizou.

As outras equipes da chave são o Flamengo, de Guarulhos, e o América, de São José do Rio Preto.

Goleiro do Nacional, Maurício comenta empate em casa com o ECUS

Foto: Demian Coleto

Maurício é goleiro do Nacional

Jogando no Estádio Nicolau Alayon, o Nacional, que antes do início da rodada era o líder do Grupo 6 do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 2023, enfrentou o ECUS, lanterna da chave, e apenas empatou sem gols. A partida foi na tarde do sábado, dia 10.

O jogo foi bem movimentado e as equipes criaram chances, mas o placar não foi alterado. "Entramos com uma equipe mista hoje. Alguns jogadores que vinham numa sequência intensa foram poupados. E, apesar de o Ecus já está rebaixado, sabíamos das dificuldades que seria enfrentá-los", disse o goleiro Maurício.

Apesar das dificuldades, o arqueiro lamentou que a vitóiria não veio. "Infelizmente não conseguimos furar a defesa deles, mas somamos um ponto. Vamos continuar trabalhando forte e brigando até a última rodada pelas posições", explica o goleiro Maurício.


Com o resultado, o Nacional, já garantido na segunda fase do certame, foi a 17 pontos, mas caiu para a segunda colocação do Grupo 6 da competição, já que o Jabaquara venceu o Mauá. O próximo desafio do time ferroviário da capital é sexta-feira, dia 16, às 15 horas, contra o Barcelona Capela, na Rua Javari, em São Paulo.

Emprestado pelo São José gaúcho, goleiro Maurício defenderá o Nacional na Segundona Paulista

Foto: divulgação / Nacional AC

Maurício assinou contrato com o Nacional

O Nacional já iniciou os trabalhos para a disputa do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 2023, que começa em abril. Um dos novos nomes da equipe é o goleiro Mauricio que chega emprestado pelo São José, do Rio Grande do Sul.

Mauricio que defendeu o Botafogo, na Copinha 2022, e estava com o grupo do Zequinha para o Gauchão falou sobre o novo desafio. "Iniciamos o trabalho no início da semana visando a estreia contra o Mauá, que é no dia 23 de abril. Passei o último ano no Botafogo, onde pude fazer uma boa Copinha e neste ano estive com o grupo principal do São José, na preparação para o Gauchão", disse.

E ele completa. "Chego para somar e ajudar o clube a chegar nas finais. Não tem muito o que falar neste início de trabalho, mas espero que possa correr tudo bem. É um torneio muito competitivo, que tem uma visibilidade muito boa, sempre formou grandes atletas e aqui é um clube muito tradicional da capital paulista", finalizou.


O Nacional está no Grupo 6, ao lado de Barcelona Capela, EC União Suzano, Mauaense, Jabaquara e Mauá. A estreia do time ferroviário da capital será no dia 22 de abril, às 15 horas, no Estádio Pedro Bendetti, fora de casa, contra o Mauá FC.

Maurício e sua passagem pelo Celta de Vigo, da Espanha, na temporada 1990/91

Por Fabio Rocha
Foto: Arquivo

Maurício ficou no Celta por uma temporada

Maurício de Oliveira Anastácio, mais conhecido como Maurício, nasceu no Rio de Janeiro, no dia 29 de setembro de 1962. O jogador foi um ponta direita rápido e alto, que passou por alguns clubes grandes no futebol brasileiro e também atuou em equipes da Europa.

Maurício começou no profissional em 1980, mas foi em 1988 que ele começou a ganhar relevância no futebol nacional. O atacante chegou no Botafogo e fez sucesso, logo depois para o Internacional e depois retornou a equipe carioca, quando decidiu o Campeonato Carioca.

O jogador fez o gol do título que tirou a equipe do Botafogo da fila. Por conta das boas atuações e gols decisivos, o atacante acabou gerando interesses de alguns clubes menores europeus. Em 1990, ele acabou sendo contratado pelo Celta de Vigo, da Espanha.

O atacante era rápido e alto, ótimas características para o futebol europeu, porém não ficou muito tempo por lá. Fez alguns jogos e até foi titular em várias partidas, mas nunca se firmou o suficiente para se tornar um grande jogador na equipe, por isso não teve muita continuidade. Maurício ainda ganhou um troféu sem tanta relevância, mas ajudou sua equipe a vencer. O time foi campeão do Troféu Cidade de Vigo, um torneio regional que não significava muito.

O atleta ficou apenas uma temporada na equipe e depois retornou ao futebol brasileiro. Maurício não conseguiu se manter e acabou preferindo pelo retorno, até porque estava recebendo convocações para a Seleção Brasileiro e criou a expectativa de ser chamado outras vezes.


Para isso teria que ter continuidade e na Espanha não tava conseguindo, por isso acabou retornando, mas não adiantou muito e o jogador não recebeu mais oportunidades na amarelinha. Maurício deixou o Celta de Vigo com 29 jogos e dois gols, e voltou para o Grêmio, mas logo depois foi para o Internacional, clube que já tinha uma curta passagem, mas já tinha uma identificação maior.

Botafogo campeão carioca de 1989 - O fim do jejum da Estrela Solitária

Com informações do site oficial do Botafogo
Foto: divulgação

Maurício marcando o gol que tirou o Botafogo da fila

Foram anos de sofrimento. Após a conquista da Taça Brasil de 1968 – efetivamente vencida em 1969 – a fonte secou. O Botafogo até levantou alguns troféus em competições amistosas nacionais e internacionais, mas a torcida sentia falta de títulos oficiais. E apenas em 1989, mais precisamente no dia 21 de junho, os botafoguenses reencontrariam a paz de espírito.

Com uma campanha excelente, o Botafogo terminou a Taça Guanabara invicto – mas por conta de um empate a mais, acabou vice para o Flamengo. Mas a torcida não se incomodou. A campanha do segundo turno foi ainda melhor, e o clube conquistou a Taça Rio, também invicto. E por ter a melhor campanha geral, foi com vantagem para as finais contra o Rubro-negro.

O Estadual seria decidido em até três jogos. O clube que fizesse mais pontos ao final da série levaria o título, e o Botafogo entrava na decisão com um ponto já garantido, a citada vantagem. Caso um time fosse matematicamente campeão em duas partidas, a terceira seria cancelada.

Em 18 de junho, um domingo, alvinegros e flamenguistas fizeram um jogo truncado, sem gols, deixando a pontuação da fase final em 2 a 1. A segunda partida seria disputada já na quarta-feira seguinte, e se o Botafogo vencesse abriria três pontos de vantagem na tabela e seria o campeão. Um empate levaria a decisão para domingo, com vantagem de novo empate para o Alvinegro, e uma vitória flamenguista obrigava o clube a vencer a terceira partida. Um sofrimento de décadas estava em jogo.

O jogo - O Maracanã recebeu um público pequeno demais para o tamanho do jogo – nem 70 mil pessoas. A presença dos torcedores em estádios já vinha encolhendo desde 1988, quando as partidas passaram a ser transmitidas ao vivo pela TV, e também era influenciada pela crescente violência das torcidas organizadas. Para se ter uma noção do impacto da televisão na assistência, basta dizer que a final de 1987, entre Flamengo e Vasco, recebeu 115 mil pagantes, e a de 1988, entre os mesmos times, apenas 32 mil.

O jogo foi nervoso, amarrado, com duas equipes muito cautelosas e poucas chances de gol. O Fla, ligeiramente melhor, conseguiu levar algum perigo ao gol de Ricardo Cruz em chutes de Alcindo e Zico, de fora da área, ou na cabeçada venenosa de Bebeto, salva com dificuldade pelo goleiro alvinegro. O Botafogo nem isso: não deu um mísero chute na direção do gol no primeiro tempo. Parecia mesmo que os dois times deixariam a decisão do título para domingo.

A segunda etapa começou de forma parecida. O Flamengo teve outra boa chance com Zico, que cobrou falta com categoria, em bola que passou tirando tinta do travessão. Mas a saída do veterano Galinho, aos 10 minutos, foi a senha para a maré do jogo mudar a favor do Botafogo. Dois minutos depois, em contra-ataque rápido, Mazolinha cruzou para Maurício, que deu um leve chega-pra-lá em Leonardo e emendou de primeira: 1 a 0 para o Botafogo. Ainda faltava mais de meia hora para o fim da partida, mas naquele momento todo botafoguense soube que era aquele o gol do título, o gol do alívio.

As circunstâncias numerológicas, astrais, místicas ou o que mais possam ser chamadas já foram exploradas à exaustão em inúmeras crônicas sobre o jogo, mas sempre merecerão ser lembradas: após (quase) 21 anos sem títulos, num dia 21, aos 12 minutos (21 ao contrário), com 21 graus de temperatura marcados no placar eletrônico, no 21º cruzamento, feito pelo camisa 14 para o camisa 7 (14+7=21), o Glorioso fez o gol do campeonato. E vai explicar para os torcedores botafoguenses, tomados pela loucura naquela noite memorável, que era só coincidência? Perda de tempo.

O Campeonato Estadual de 1989, talvez o título mais querido da torcida, já entrara na história. O Botafogo estava de volta ao seu lugar.
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