Mostrando postagens com marcador Anos 1990. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Anos 1990. Mostrar todas as postagens

A história de Leomar no Athletico Paranaense

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Leomar atuando pelo Furacão

O ex-volante Leomar foi um dos conhecidos nomes do futebol brasileiro durante os anos 1990 e 2000. Tendo integrado a Seleção Brasileira durante o período de Emerson Leão, o paranaense começou sua carreira e viveu alguns dos grandes momentos dela vestindo a camisa de um time do seu estado: o Athletico Paranaense, onde atuou em três oportunidades ao longo de sua trajetória no futebol profissional, entre os anos 1990 e 2000.

Nascido em 26 de junho de 1971, Leomar começou sua trajetória no esporte bretão justamente na base do Furacão, de onde se profissionalizou no final da década de 1980. Entre os anos de 1989 e 1990, atuou em algumas partidas, mas acabou sendo negociado por empréstimo em 1991 para o Iguaçu, por onde atuou no primeiro semestre, para depois voltar e agora sim se firmar no Athletico, de onde se tornaria um grande nome a partir de 1991.

Esteve no clube entre 1991 e 1996 sendo um dos grandes destaques do período no rubro-negro. Na época, o time viveu um período de fila no estadual, que tinha um domínio do Paraná Clube, recém criado e campeão várias vezes nos anos seguintes. Leomar foi um dos destaques da conquista do título da Série B de 1995, que era até então um dos maiores da história do Furacão antes do clube assumir um lugar entre as grandes forças do futebol brasileiro, posto que ocupa há muitos anos desde meados dos anos 2000.


Deixou o clube para atuar pelo Sport. Por lá, fez história e atuou por vários anos, inclusive chegando a Seleção Brasileira. Por lá, acabou virando bode expiatório de um péssimo momento vivido pela Canarinho no rumo a Copa do Mundo de 2002. Retornaria ao Furacão em 2003, quando teria sua última passagem pelo clube em um momento conturbado dos rubro-negros. Acabou recebendo muitas críticas da torcida em atuações ruins pelo rubro-negro. 

Encerrou sua passagem pelo Furacão em agosto daquele ano, sendo dispensado pelo clube em meio aos problemas. Foram 214 jogos pela equipe ao longo de sua trajetória. Ele esteve em atividade no futebol até 2006, quando pendurou as chuteiras atuando pelo Operário, também no futebol paranaense. 

A história do goleiro André com o Cruzeiro

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

André em treino pelo Cruzeiro

O Cruzeiro já foi casa de vários goleiros históricos ao longo de sua trajetória centenária no futebol. Fábio é o exemplo mais recente, tendo passado vários anos no clube, que já teve nomes como Raul Plasmann, Dida, entre outros vários que fizeram história atuando no clube. Um dos arqueiros que fez muito na história cruzeirense no início dos anos 2000 e final dos 1990 foi o bom André Doring, que atuou no clube durante alguns anos.

André nasceu em 25 de junho de 1972 e começou sua trajetória no futebol no Internacional, por onde atuou por muito tempo entre 1992 e 1999. Chegou a Raposa em 1999 após uma negociação que envolveu o pagamento de 1 milhão e 800 mil reais e a cessão de metade do passe do atacante Elivélton ao clube gaúcho. Chegava para preencher a lacuna deixada pela saída do histórico Dida, campeão da Libertadores em 1997 e que dispensa maiores apresentações.

Titular desde o começo de sua passagem no Cruzeiro, foi um dos grandes nomes do time na temporada 1999, que acabou terminando sem maiores conquistas além da Recopa Sul-Americana do ano anterior, que acabou sendo disputada em 1999, mais precisamente em agosto, sendo inclusive um dos primeiros jogos de André no clube, já que ele havia estreado em julho, numa partida diante do Botafogo, válida pelo Brasileirão. 

No ano de 2000, foi importante na conquista da Copa do Brasil, sendo titular da equipe e fazendo defesas importantes ao longo da competição, inclusive na final diante do São Paulo. Porém, viveu um dos momentos críticos naquele ano, quando acabou lesionando o joelho e ficando seis meses fora da temporada, perdendo praticamente todo o Campeonato Brasileiro. Voltaria apenas a jogar em 2001. 


Voltou em 2001, sendo titular durante quase todo o ano, mas novamente sofrendo uma lesão muito feia em um jogo diante do Santos, na Vila Belmiro, onde machucou o joelho da perna esquerda, novamente tirando André praticamente de todo o ano de 2002. A partir de 2003, mesmo retornando, ele perde espaço para o excelente Gomes, que toma para si a titularidade do gol cruzeirense. Foi campeão do Brasileirão de 2003 e da Copa do Brasil do mesmo ano no banco. 

Encerrou sua passagem pelo Cruzeiro em 2003, tendo ficado mais de um ano ausente do time por causa de lesões. Acabou retornando ao Internacional, onde seria também reserva, agora de Clemer. No total, em quatro anos no Cruzeiro, André atuou em 123 partidas pelo clube, ao longo dos quatro anos em que esteve no Cruzeiro. Pendurou as luvas em 2007, no Juventude. 

A passagem de Arilson no Inter

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Arilson atuando no Inter

Uma das várias lendas do futebol gaúcho, o ex-meia Arílson foi um dentro de campo um dos grandes jogadores que passou pelo futebol brasileiro, vivendo seu auge principalmente durante os anos 1990, apesar de ter jogado profissionalmente até 2011. Identificado com o timaço do Grêmio campeão de quase tudo nos anos 1990, ele também passou pelo Internacional.

Polêmico dentro de campo, Arílson, que nasceu em 11 de junho de 1973, chegou ao Beira Rio vindo do futebol alemão, onde teve uma passagem relativamente apagada pelo Kaiserslautern. Identificado com o Grêmio, a sua vinda ao Inter foi de certa forma uma surpresa, já que o Colorado não vivia na época seu melhor momento histórico, com seu rival azul conquistando títulos grandes nacional e internacionalmente.

Estreou diante do Palmeiras, em jogo válido pelo Brasileirão e marcou seu primeiro gol num empate com o Bahia, fora de casa. O Inter na época ficou a um ponto da classificação a fase final do torneio e Arílson foi um dos destaques positivos da campanha colorada. Foi decepcionante para os torcedores, porém, ficar fora do mata-mata da competição, que para piorar a situação do Inter ainda teria o Grêmio como campeão. 


No ano seguinte, Arílson foi o destaque do título do Campeonato Gaúcho. Fez uma ótima dupla com Fabiano, ajudando o Inter na conquista do título e ainda foi parte da equipe que chegou na fase "semifinal" daquele Campeonato Brasileiro (os oito primeiros eram divididos em grupos com quatro que indicavam cada um um finalista). O Inter terminou aquele campeonato na terceira colocação. 

Se despediu do Inter em 1998, indo ao Palmeiras, por indicação de Felipão. Segundo números do portal ogol, foram 59 jogos e 18 gols pelo Inter, mas estes números podem e devem estar errados devido a ausência de números mais precisos do Gaúchão de 1997. Arílson pendurou as chuteiras em 2011, no Imbituba. 

A passagem de Juan Antonio Pizzi no mexicano Toluca

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Pizzi no Toluca

A Argentina é, sempre foi e provavelmente sempre será uma colossal produtora de bons, ótimos e absudos atacantes. Desde centro-avantes matadores, como Baptistuta, Crespo, Higuaín e mais recentemente Julian Alvarez e Lautaro Martinez a homens que infernizam defesas nas pontas e jogam até no meio-campo devido a qualidade técnica apurada, como Di Maria, Lavezzi e, é claro, num nível mais colossal, Maradona e Messi. Um dos bons filhos produzidos pelo país, que depois prestou serviços a Espanha é o hoje treinadoe e ex-atacante Juan Antonio Pizzi, que teve um "trampolim" no Toluca. 

Nascido em 7 de junho de 1968, Pizzi era um atacante que podia tanto ser o camisa 9 de referência como o cara que faria uma dupla de ataque com algum outro atleta. Iniciou sua trajetória no Rosário Central, da Argentina, tendo ótimos momentos na Acade em seus primeiros naos como atleta azul y oro. Foi de lá que fez uma passagem trampolim no Toluca.

Chegou ao México trazido como o grande nome do Toluca para a temporada, após um desempenho espetacular no Campeonato Argentino anterior, onde ajudou o Rosário Central a ficar na quarta posição. Desde o começo, mostrou suas qualidades vestindo a camisa dos Diablos Rojos, marcando gols já no começo de sua passagem. Rapidamente caiu nas graças da torcida.


Apesar de não conseguir levar a equipe a grandes sucessos na tabela, Pizzi ficou marcado pelos gols que fez em seus jogos pelo Toluca, com grandes atuações que o fizeram ganhar enorme carinho da torcida local. Foram, no total, 12 gols na liga mexicana e outros dois na Copa do México, números que o fizeram terminar como artilheiro do time na temporada, com 14 gols. Seu bom futebol chamou a atenção do Tenerife, que o comprou ao final do biênio 1990/1991.

Pizzi se tornaria um dos grandes nomes da história do Tenerife, numa época onde o clube se acostumava a jogar a primeira divisão espanhola com alguma frequência. Seus bons anos na Espanha o fizeram inclusive se naturalizar espanhol, o que fez com que jogasse a Eurocopa de 1996 e a Copa do Mundo de 1998 na Fúria. Ele pendurou as chuteiras em 2002, no Villareal. Hoje é treinador, comandando a seleção do Bahrain, tendo passado por vários clubes, inclusive pelo Valencia, da Espanha.

A história do zagueiro Gustavo no Athletico Paranaense

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Gustavo atuando no Furacão

O Athletico Paranaense é hoje uma das forças do futebol brasileiro, sempre incomodando equipes maiores e chegando longe em competições nacionais e internacionais. Dono da alcunha para muitos de 13º grande, o Furacão começou seu crescimento em meados da década de 1990 e deixou o rival Coritiba para trás para dominar o estado. Um dos jogadores chaves no início dessa ascensão rubro-negra foi o zagueiro Gustavo Caiche, que atuou no clube entre 1998 e 2002 e retornou mais velho em 2008.

Conhecido como "zagueiro rock'n'roll", Gustavo nasceu em 4 de junho de 1976, na cidade de Ribeirão Preto e começou sua trajetória no esporte bretão jogando pelo Botafogo de Ribeirão Preto. O começo do zagueiro na Pantera foi muito bom e seu futebol logo começou a chamar atenção de vários times. Foi assim que, em 1998, ele foi contratado pelo Atlético Paranaense, numa época onde começava o crescimento do Furacão rumo a um maior protagonismo nacional.

Gustavo estreou em 1998, durante a disputa do Campeonato Paranaense e rapidamente virou titular da equipe. Já em seu primeiro ano no clube foi chave na conquista do título do Campeonato Paraense, ao mesmo tempo em que era importante na defesa, Gustavo também aprontava no ataque, finalizando e chegando para ajudar nas jogadas ofensivas. Ao mesmo tempo, já muito cedo no clube conviveu com lesões crônicas no tornozelo.


Fez parte do time que levou a Seletiva para a Libertadores de 1999 e em 2000 fez o gol do título do Campeonato Paranense em cima do Coritiba. Já campeão de muita coisa pelo clube, fez ainda mais em 2001, quando foi um dos destaques do time campeão do Brasileirão daquele ano, inclusive tendo marcado vários gols em jogos decisivos e jogando a final contra o São Caetano lesionado. 

Permaneceu no Furacão até o final de 2002, quando acabou negociado com o Palmeiras, clube pelo qual passou a jogar a partir do ano seguinte. Retornaria ao Furacão em 2008, mas já em final de carreira, faria apenas quatro jogos naquele ano. No total, somando as duas passagens, combinando números da Wikipedia e do Ogol, somou 95 jogos pelo Furacão, marcando 23 gols. 

A história de Wilson Gottardo no Botafogo

Por Lucas Paes
Foto: Juha Tamminen 

Gottardo atuando pelo Botafogo

Um dos grandes nomes da defesa entre os times brasileiros dos anos 1980 e 1990, Wilson Gottardo fez uma longa e laureada carreira no futebol brasileiro, passando por diversos times grandes do futebol brasileiro e vencendo títulos como a Libertadores. Entre toda a trajetória que teve em sua carreira, se destacaram as passagens pelo Botaofogo, clube onde Gottardo construiu uma história que lhe rendeu uma justíssima idolatria do torcedor.

Gottardo nasceu em 23 de maio de 1963 em Santa Bárbara d'Oeste e surgiu para o futebol justamente no tradicional time de sua cidade, a União Barbarense. Por lá, durou pouco antes de ir parar no Guarani, onde teve seu primeiro grande momento na carreira e passou também pelo Náutico antes de chegar pela primeira vez ao Fogão, em 1987. 

Foram três anos nessa sua primeira passagem por General Severiano, onde foi titular absoluto da defensiva botafoguense. Viveu seu primeiro grande momento no clube em 1989, quando junto a Mauro Galvão formou a defesa espetacular do time que quebrou o jejum de títulos vivido pelo Glorioso, sendo campeão do Campeonato Carioca em 1989. Acabou inclusive conquistando o bicampeonato em 1990 Nessa primeira passagem, em quatro anos no clube, já fez mais de 170 jogos com a camisa botafoguense. Acabou indo para o Flamengo em 1991. 


Retornou para uma breve passagem em 1994, quando jogou o Brasileirão daquele ano pelo Botafogo, que chegou até as quartas de final da competição, sendo eliminado pelo Galo nessa fase. Passou por um curto período no São Paulo em 1995 antes de retornar ao clube para fazer parte da equipe que conquistaria (de maneira polêmica) o maior título da história do Glorioso, no Campeonato Brasileiro de 1995. Foi um dos pilares daquele time, marcando um gol na final diante do Santos no jogo de ida. 

Encerrou sua última passagem pelo Glorioso justamente no ano seguinte, seguindo como titular em 1996, ano onde o Botafogo não repetiu o mesmo sucesso do ano anterior, vencendo alguns títulos menores amistosos. Ao final daquele ano, acabou negociado com o Fluminense, encerrando sua história de jogador com o Botafogo. No total, fez 272 jogos pelo Glorioso, marcando 10 gols. 

A boa passagem de Oséas pelo Palmeiras

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Oséas jogando no Verdão

Dono de um grande carisma, que fez dele um dos jogadores mais queridos do futebol brasileiro e injustamente reconhecido por muita gente por ter marcado o que de fato foi um dos mais bizarros gols contras da história, o ex-atacante Oséas teve uma carreira de grandes passagens no futebol brasileiro, por onde esteve em vários clubes nos anos 1990. Uma das grandes trajetórias construídas pelo baiano foi atuando com a camisa do Palmeiras.

Nascido em 14 de maio de 1971, "Oseinha" começou sua carreira no futebol no Galícia, da Bahia e foi realmente viver seu primeiro grande momento atuando pelo Athletico Paranaense. Por lá, sendo protagonista de uma ótima campanha rubro-negra no Brasileirão, acabou negociado com o Palmeiras, recebendo o que foi a primeira grande oportunidade da vida.

Chegando ao Parque Antártica em julho de 1997, viveu no Alviverde Imponente desde o começo uma passagem histórica. Estreou já marcando gol diante do América de Natal, no Brasileirão e foi durante aquela campanha um dos grandes destaques do time que foi vice-campeão, perdendo a decisão para o Vasco, que tinha a vantagem de resultados iguais e segurou dois empates. Foi um belo cartão de vista.

Em 1998 se tornou um dos grandes destaques de um alviverde que fez uma grandiosa temporada. Foi um dos grandes responsáveis pelo título da Copa do Brasil daquele ano, mas também foi nele que marcou o seu gol contra bizarro diante do Corinthians. Muito além disso, porém, fez com Paulo Nunes uma dupla de ataque implacável, que assombrou defesas pelo país e foi crucial para levar o Verdão ao título também da Mercosul.


No ano seguinte, viveria seu grande momento com a camisa alviverde, sendo um dos grandes nomes da conquista da Libertadores de 1999. Seguiu formando um ataque mortal com Paulo Nunes, agora também acompanhado do excelente Evair e de um infernal Alex no meio-campo. Marcou o gol que ajudou a levar a decisão da Libertadores diante do Deportivo Cali aos pênaltis. No total, durante o ano, foram 21 gols, que o fizeram um dos artilheiros da equipe.

Ao final daquele ano encerrou sua passagem pelo Palmeiras, sendo negociado com o Cruzeiro. No total, em dois anos e meio no clube, atuou em 172 jogos pelo Verdão, marcando 65 gols ao longo de sua passagem. Oséas esteve em atividade até 2005, quando pendurou as chuteiras no Brasiliense. 

A boa passagem de Taffarel pelo Galo

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Taffarel atuando no Galo

Hoje atuando como preparador de goleiros do Liverpool, onde trabalha diretamente com seu pupilo Alisson, Claudio Taffarel foi, muito antes de escolher a carreira de treinar goleiros, um bom defensor das traves que se destacou pelo crescimento que tinha em jogos decisivos e, principalmente em decisões por pênaltis. Conhecido como um dos maiores responsáveis pelo quarto título mundial da Seleção Brasileira, o goleiro gaúcho teve entre suas passagens na carreira uma ótima estadia no Galo.

Nascido de 8 de maio de 1966, Taffarel chegou ao Atlético Mineiro em 1995, depois de passar pelo Parma e por empréstimo pela Reggiana antes de chegar ao time alvinegro de Belo Horizonte, Havia jogado bem nas duas primeiras temporadas em Parma, mas seu desempenho caiu em 1992/1993. Acabou se recuperando na Reggiana e depois de mais algum tempo no banco do Parma chegou ao Galo.

Foi titular no Atlético Mineiro desde o início de sua passagem, mais uma vez se convertendo rapidamente num dos principais jogadores do time mineiro. Já em seu primeiro ano conquista o primeiro título jogando pelos atleticanos, quando é campeão do Campeonato Mineiro daquele ano. Com boas partidas, seguiu sendo convocado a Seleção Brasileira e rapidamente caiu nas graças do torcedor atleticano. Viveu porém, um momento tenso quando na final da Copa Conmebol de 1995 o Galo tomou a revertida de um 4 a 0 na ida da decisão contra o Rosário Central e perdeu nos pênaltis.


Em 1996, fez boa temporada, mas não conseguiu ajudar o Atlético a conquistar nenhum título naquele momento. Acaba vivendo um grande ano pelo Galo em 1997, quando suas boas atuações ajudam o time a conseguir a conquista da Taça Centenário de Belo Horizonte e da Copa Conmebol, dessa vez numa vitória até tranquila diante do Lánus, em jogo que foi decidido já na Argentina com uma vitória por 4 a 1. 

Seguiu titular durante o ano de 1998 e mais uma vez seu bom futebol garantiu que fosse convocado para a Copa do Mundo de 1998, onde seria titular. Acabou deixando o Galo justamente após o mundial, quando acabou negociado com o Galatasaray. Deixou inclusive uma carta pública de agradecimento ao Atlético Mineiro em um jornal impresso do estado após sua saída. No total, atuou em 191 partidas pelo Galo, sendo o terceiro goleiro que mais atuou pelo clube.

O histórico de Yan pelo Fluminense

Por Lucas Paes
Foto: Juha Tamminen

Yan atuando no Flu

Hoje trabalhando como auxiliar em diversos clubes, principalmente ao lado de Fernando Diniz, o ex-meia Yan, que ficou mais conhecido quando pendurou as chuteiras como Yan Razera e completa seus 49 anos neste primeiro dia de maio, passou por diversos clubes ao longo de sua carreira futebolística durante os anos 1990 e 2000. Surgido no Vasco da Gama, o catarinense também teve um histórico relativamente longo atuando pelo Fluminense, por onde passou em duas oportunidades.

Nascido em Santa Catarina, Yan surgiu nas categorias de base do Vasco como uma grande promessa, tendo destaque na Seleção Brasileira Sub-20 no mundial de 1993. Teve um grande começo no cruzmaltino, onde foi bicampeão carioca e também passou pelo Internacional antes de desembarcar nas laranjeiras, no início do ano de 1997.

Seu primeiro ano no Flu não foi exatamente positivo. Não necessariamente por causa de suas atuações, já que individualmente fez boas partidas e inclusive era um dos destaques do time, mas pelo coletivo. Com o time inteiro indo muito mal durante o campeonato, as boas atuações de Yan não foram o suficiente para salvar o Tricolor do rebaixamento. Fez cinco gols no Brasileirão, sendo um dos artilheiros do time, mas eles de pouco adiantaram.


Entre 1998 e 1999 passou por empréstimo pelo Coritiba, ao mesmo tempo em que o Tricolor vivia o calvário infernal da Série B e acabava rebaixado para a Série C. Voltou justamente na terceira divisão nacional, em 1999, quando foi chamado por Parreira e retornou a equipe, se destacando na campanha que levou o Tricolor ao título da competição. 

Permaneceu para o ano de 2000, quando o Fluminense acabou sequer jogando a Série B devido as mudanças que a Copa João Havelange trouxe. Curiosamente, acabou atuando menos em 2000, marcando dois gols ao longo da temporada e conseguiu ainda menos atuações nos anos seguintes, sofrendo com lesões e também perdendo espaço no time. Fez parte do elenco campeão carioca em 2002.

Ficou no Tricolor até 2002, quando acabou negociado ao final do ano com o Flamengo. Pendurou as chuteiras em 2006, jogando pelo Penafiel, de Portugal, retornando em 2009 e atuando ainda por Tigres do Brasil e Votoraty antes de pendurar definitivamente as chuteiras, em 2010. 

O Curioso do Futebol

O Curioso do Futebol
Site do jornalista Victor de Andrade e colaboradores com curiosidades, histórias e outras informações do mundo do futebol. Entre em contato conosco: victorcuriosofutebol@gmail.com

Aceisp