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Arílson fala em “virada de chave” do Vila Nova para Copa do Brasil

Foto: Divulgação/Beto Corrêa

Arílson acredita na classificação na Copa do Brasil

O Vila Nova venceu a Jataiense no último final de semana pelo placar de 2×1 e garantiu a vice-liderança da primeira fase do Campeonato Goiano. Com o resultado, o Tigre voltará a enfrentar a Jataiense, agora em confrontos de ida e volta, pelas quartas de finais da competição.

“Fizemos um grande jogo e conquistamos uma vitória importante fora de casa. Agora teremos mais dois jogos decisivos pela frente para continuarmos brigando pelo nosso objetivo que é chegar a final do estadual”, revelou o meio-campo Arílson.

Titular contra a Jataiense, Arílson quer usar sua experiência para ajudar seus companheiros no duelo da primeira fase da Copa do Brasil contra a Inter de Limeira, em São Paulo.


“Temos que virar a chave nesse momento, Lógico que o estadual é uma competição muito importante para nós, mas essa semana o foco deve ser a Copa do Brasil. Estamos pensando no confronto contra a Inter de Limeira. Sabemos a dificuldade que é enfrentar times paulistas com altos investimentos. Em jogo único, não podemos vacilar. Vamos preparados para buscar essa vaga na próxima fase”, finalizou o jogador.

Vila Nova e Inter de Limeira se enfrentam na próxima quinta-feira (27), ás 21h30, em Limeira.

A passagem de Arilson no Inter

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Arilson atuando no Inter

Uma das várias lendas do futebol gaúcho, o ex-meia Arílson foi um dentro de campo um dos grandes jogadores que passou pelo futebol brasileiro, vivendo seu auge principalmente durante os anos 1990, apesar de ter jogado profissionalmente até 2011. Identificado com o timaço do Grêmio campeão de quase tudo nos anos 1990, ele também passou pelo Internacional.

Polêmico dentro de campo, Arílson, que nasceu em 11 de junho de 1973, chegou ao Beira Rio vindo do futebol alemão, onde teve uma passagem relativamente apagada pelo Kaiserslautern. Identificado com o Grêmio, a sua vinda ao Inter foi de certa forma uma surpresa, já que o Colorado não vivia na época seu melhor momento histórico, com seu rival azul conquistando títulos grandes nacional e internacionalmente.

Estreou diante do Palmeiras, em jogo válido pelo Brasileirão e marcou seu primeiro gol num empate com o Bahia, fora de casa. O Inter na época ficou a um ponto da classificação a fase final do torneio e Arílson foi um dos destaques positivos da campanha colorada. Foi decepcionante para os torcedores, porém, ficar fora do mata-mata da competição, que para piorar a situação do Inter ainda teria o Grêmio como campeão. 


No ano seguinte, Arílson foi o destaque do título do Campeonato Gaúcho. Fez uma ótima dupla com Fabiano, ajudando o Inter na conquista do título e ainda foi parte da equipe que chegou na fase "semifinal" daquele Campeonato Brasileiro (os oito primeiros eram divididos em grupos com quatro que indicavam cada um um finalista). O Inter terminou aquele campeonato na terceira colocação. 

Se despediu do Inter em 1998, indo ao Palmeiras, por indicação de Felipão. Segundo números do portal ogol, foram 59 jogos e 18 gols pelo Inter, mas estes números podem e devem estar errados devido a ausência de números mais precisos do Gaúchão de 1997. Arílson pendurou as chuteiras em 2011, no Imbituba. 

A fuga de Arilson da concentração da Seleção Brasileira pré-olímpica

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Arilson jogando pela Seleção Brasileira

Arílson Gilberto da Costa, popularmente conhecido apenas como Arílson, completa 47 anos de idade neste dia 11 de junho de 2021. Apesar do ex-atleta fazer conquistar títulos importantes em sua carreira, ele ficou marcado por fugir da concentração da Seleção Brasileira que disputaria as Olimpíadas de 1996, na cidade de Tandil.

Depois de fazer parte do elenco do Grêmio campeão da Copa Libertadores de 1995 e recém contratado pelo Kaiserslautern para jogar no futebol alemão, Mario Jorge Zagallo, treinador da Seleção Brasileira que disputava os jogos pré-olímpicos, convocou o meia para vestir a camisa da Amarelinha. Naquela oportunidade, o plantel da Seleção se encontrava na Argentina no mês de fevereiro de 1996.

Antes de todo o episódio que acabou se tornando uma marca negativa na carreira do jogador, Arílson foi titular e camisa 10 da Seleção Brasileira na Copa Ouro. Mas foram nas partidas pré-olímpicas, que Souza pegou a vaga de titular de Arílson. Reclamando abertamente de não ter mais oportunidades, o meia afirmou que não estava gostando de apenas assistir partidas no forte frio e não entrar em campo.

Foi então, que às 19h15 de um sábado, dia 22, Arilson fugiu da concentração. O jogador demonstrou muito descontentamento por, nas três partidas que o Brasil fez, não compor sequer o banco de reservas. Por isso, foi ao quarto de hotel, juntou suas roupas e se arrumou para ir embora. Chamou um táxi que o levaria para o aeroporto de Buenos Aires, onde tomaria um avião para voltar para casa.

A fuga do jogador acabou não caindo nada bem para o presidente da CBF na época, e muito menos para o treinador. Ricardo Teixeira anunciou o banimento do atleta na Seleção. Zagallo, não poupou palavras e considerou a ação tomada pelo atleta uma traição aos companheiros de equipe, à comissão técnica e ao país. E completou seu desabafo dizendo que não queria mais contar com Arílson.


Arílson chegou a solicitar liberação da Seleção, já que o jogador gostaria de voltar para a Alemanha e jogar pelo Kaiserslautern no dia 27. O atleta ainda retornou para a Argentina, onde recebeu a visita Reiner Geyer, que era dirigente de futebol do clube alemão na época. Na conversa, o representante do time da Renânia-Palatinado pediu para que o jogador pressionasse a comissão técnica da Amarelinha pela liberação. Na cidade de Mar del Plata. Geyer se reuniu com Ricardo Teixeira para também tentar a dispensa. No dia seguinte, o atleta recebeu a resposta de que não seria liberado definitivamente. Na folga do time, Arílson deixou o spa Posada de los Pájaros logo após o almoço e deixou local onde só voltaria no final da tarde. Assim que retornou, pegou o restante de suas coisas e foi embora afirmando que "para estar na seleção e ficar sem jogar, era melhor sair".

Naquela mesma temporada, o meia ainda teria problemas de adaptação com o clima gelado da Alemanha e com Brehme, que era capitão do Kaiserslautern há três anos. Com isso, acabou sendo transferido para o Brasil com apenas 10 partidas registradas com a camisa da equipe alemã ao final da temporada 1995-1996.

Até o final de sua carreira, jogou em clubes renomados do futebol brasileiro como Internacional, Palmeiras e Portuguesa, além de retornar aos Grêmio por duas vezes e também atuar no exterior. Foi então, que no ano de 2012, Arílson anunciaria sua aposentadoria como jogador de futebol profissional.

A passagem de Arilson pela Universidad de Chile

Por Lucas Paes
Foto: Diário Ás 

Arilson jogou pela La U em 2001

Arilson é um ex-volante que foi um dos jogadores que fez parte do elenco gremista campeão da Libertadores de 1995. Revelado no Tricolor, parecia ser um atleta que iria longe na carreira, mas diversos problemas dentro e fora dos campos acabaram fazendo com que a carreira dele não decolasse da forma como se esperava.  Em um episóidio famoso, fugiu da concentração da Seleção Brasileira no Pré-Olimpico de 1996. Em 2001, uma das tentativas de retomar os bons tempos foi na Universidad do Chile.

Ele chego ao Chile depois de não ir tão bem em passagens por Grêmio, Valladolid e América Mineiro. Em Minas Gerais, até chegou a ajudar o Coelho a se manter na primeira divisão do Brasileirão, mas o clube optou por não renovar o seu contrato. Foi assim que chegou a Universidad de Chile, em janeiro de 2001. 

Jogo do golaço diante do Colo-Colo

Na La U, misturou momentos bons e ruins. Aos 27 anos, mostrava como em toda a sua carreira uma técica muito grande, mas sofria com problemas extra-campo e com disciplina. Viveu um momento marcante, porém, vestindo a camisa azul da Universidad, quando fez o gol que deu a vitória para seu time em um clássico diante do Colo-Colo, um gol que por sinal foi um golaço e que o próprio Arilson diz ser seu melhor momento jogando no Chile.

Ficou na La U até o final de 2001. Deixou o clube depois de brigar com o presidente René Orozco e principalmente devido ao fator de ser preso por dirigir embriagado. Pela La U, fez um total de 32 jogos e marcou 9 gols. Se não foi brilhante, foi pelo menos uma passagem de números razoáveis se comparados aos tempos em que vinha vivendo na carreira naquele momento.


Depois de deixar a La U, rodou por diversos clubes até chegar ao Imbituba, onde se aposentou em 2011, depois de voltar da primeira aposentadoria em 2007, pelo 14 de Julho, de Livramento, do Rio Grande do Sul. Depois de encerrar a carreira, chegou a jogar pelo time de Showbol do Grêmio. Atualmente, trabalha como treinador do Bagé, do Rio Grande do Sul, ou melhor, trabalhava, até a paralisação do futebol pelo coronavírus.

O Curioso do Futebol

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