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Lanús faz 1 a 0 na Universidad de Chile e está na final da Sul-Americana

Foto: Conmebol

Vitória do Lanús em casa

No Estádio Ciudad de Lanús, na Argentina, o time da casa, nesta quinta-feira, dia 30 o Lanús, cravou seu lugar na decisão da Copa Sul-Americana de 2025 ao vencer a Universidad de Chile, por 1 a 0, no jogo de volta da semifinal do certame. O adversário do time argentino na final será o Atlético Mineiro.

O jogo de ida, realizado na semana passada, em Santiago, Universidad de Chile e Lanús ficaram no empate em 2 a 2. Assim, quem vencesse nesta quinta-feira conseguiria a vaga na decisão. Em caso de novo emapate, o finalista iria ser conhecido através de decisão por pênaltis.

Nos minutos iniciais as duas equipes pouco conseguiram criar. Aos 11 minutos, Salvio tocou para Marcelino Moreno, que carregou e na saída do goleiro mandou para o gol. O VAR anulou o gol por impedimento de Marcelino.

Depois, Salomini arriscou um o chute da altura do meio de campo e quase pegou o goleiro Losada fora do gol. A bola foi direto para fora. Aos 43', o Lanús teve uma boa chance Após cobrança de falta, Marcelino Moreno cabeceou, e a bola foi direto para fora. 0 a 0 no primeiro tempo.

O Lanús voltou melhor no segundo tempo e abriu o marcador aos 16 minutos. Em contra-ataque rápido, a bola chegou até Marcelino Moreno, que tocou para Rodrigo Castillo. Ele avançou, driblou o goleiro Castellón e balançou as redes: 1 a 0 para o time argentino.


Depois do gol sofrido, a Universidad de Chile tentou ir ao ataque, buscando o empate, mas enfrentou uma boa defesa do Lanús. Nos últimos minutos, o time chileno foi de vez para cima. Já nos acréscimos, VAR verificou se teve um pênalti para os visitantes, mas o jogo seguiu. O 1 a 0 classificou os argentinos para a final, mas teve confusão no fim da partida.

Com o resultado, o Lanús está na decisão da Copa Sul-Americana de 2025, onde vai encarar o Atlético Mineiro que eliminou o Independiente Del Valle na outra semifinal. O jogo será em Assunção, no Paraguai, no dia 22 de novembro. Já a Universidad de Chile foi eliminado do certame.

Nos pênaltis, América de Cali vence Universidad de Chile e está na semi da Libertadores Feminina

Foto: Staff Images/Conmebol

América de Cali levou a melhor nas penalidades

O América de Cali está na semifinal da Libertadores Feminina. As meninas do Diablo Rojo conquistaram a vaga ao bater a Universidad de Chile por 4 a 3 nos pênaltis, depois de um empate por 1 a 1 no tempo normal, em jogo disputado na tarde deste domingo, dia 23, no Estádio Casablanca, em Quito, capital equatoriana.

O América de Cali terminou a fase de grupos com a liderança do Grupo D da competição, ganhando os três jogos, sendo o último uma vitória por 2 a 1 diante do Alianza Lima. Já a Universidad de Chile teve vida complicada em sua chave, estando no grupo do Palmeiras e por isso acabou passando na segunda colocação, vencendo seus dois outros jogos e tendo perdido a última justamente para o Verdão por 2 a 1.

O jogo começou mais disputado e estudado, com muito equilíbrio e poucos lances de perigo de ambos os lados nos primeiros 15 minutos, até Zamorano exigir que Correa trabalhasse numa primeira finalização boa do time colombiano. Aos poucos, o América veio em cima e pouco depois Yantén obrigou Correa a fazer outra defesaça. Sem conseguir chegar no chão, a La U oferecia perigo na maioria das vezes em situações de bola parada, em cobranças de falta de Huertas. Aos 44', Rebeca fez linda jogada individual, mas parou na defesa colombiana. Quando parecia certo que o primeiro tempo terminaria em zero, Yecenia López fez o primeiro do time chileno, já aos 47'. 

Na etapa final, o roteiro do jogo seguiu o mesmo, com as duas equipes tendo problemas na criação de jogadas em uma partida muito marcada pelo equilíbrio e pela disposição dos dois times dentro de campo. Na base da bola aérea, o time colombiano empatou, quando aos 27 minutos, Uzme bateu falta para a área e Fuentes mandou contra o próprio patrimônio. Aos 32', Natís aproveitou uma bobeira da defesa chilena e só não virou o jogo pois a defensora chilena chegou na cobertura. O América veio para cima depois do gol. Aos 43', foi a vez da La U perder a chance da vitória, com Zamora chutando para fora na frente da gol. O empate levou a decisão aos pênaltis


Uzme abriu as cobranças marcando para o América, Gutierrez empatou. Correa pegou a segunda cobrança colombiana de maneira espetacular, mas a equipe chilena isolou a segunda cobrança com Sanchéz. Castellanos marcou na terceira batida, seguida por Kefe marcando. Vidal confirmou o quarto pênalti do América, seguido por Pinilla parando em Giraldo e Piñeda classificou o América.

Agora, o América pegará o vencedor do confronto entre Palmeiras e Santiago Morning, que jogam daqui a pouco, nas semifinais da competição, em jogo que acontecerá em data ainda a ser definida pela Conmebol depois da definição das semifinais.

Marcelo Salas e seu grande início na Universidad de Chile

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Marcelo Salas em uma de suas primeiras apresentações pela La U

Hoje um dos grandes atacantes do futebol chileno e da América do Sul completa 46 anos. José Marcelo Salas Melinao, mais conhecido como Marcelo Salas, nasceu no dia 24 de dezembro de 1974 em Temuco, no Chile. Um ótimo atacante, que ficou marcado como "El Matador", por seu grande faro de gols, teve passagens por times gigantes, mas tudo começou na Universidad de Chile.

O jogador que nasceu em Temuco, começou a jogar na base no time da cidade, mas graças ao seu pai, ele foi para Santiago para ser incorporado na La U, e a partir desse momento Salas começou a ter destaque no futebol. Seu primeiro jogo pelo clube aconteceu em 1993.

A partir de 1994, já no começo do ano, Salas se tornou titular no dia 4 de Janeiro contra o Cobreloa, onde marcou um gol. Mas ainda o atacante não era o titular absoluto do time, mas se consolidou em uma partida contra o Colo Colo no Estádio Nacional, onde marcou um Hat-Trick na vitória por 4 a 1.

Depois da sua consolidação, o jogador começou chamar cada vez mais a atenção, e estava ajudando muito o clube na campanha do Campeonato Chileno. Depois de alguns gols, a torcida o apelido de "El Matador" (que no português é O Matador), por sua grande frieza na frente do gol para finalizar.

Com um futebol impressionante, Salas começou a chamar a atenção de grandes clubes, e já na segunda temporada pelo La U, o atleta ajudou a equipe a ser Campeão Chinelo, anotando 27 gols. E no ano seguinte, as coisas não seriam diferentes, o atacante continuou marcando gols e levou novamente a Universidad de Chile a conquistar o Bi Campeonato Chileno com 17 gols.

Já nos seus meses finais pelo clube, em 1996, Salas não levantou nenhum troféu pois saiu antes do final da competição nacional, mas participou da grande campanha da La U na Copa Libertadores. O atacante deixou o clube com 76 gols marcados e uma história belíssima, e foi transferido para o River Plate no segundo semestre do ano.


Além das conquistas em grupo, com o time Chileno, Salas também teve ótimos prêmios individuais. A IFFHS (Federação Internacional de História e Estáticas do Futebol) deixou o chileno em 3 lugar entre os maiores avançados da América do Sul da década 90, onde subiu ao pódio junto com Ronaldo e Romário.

Com direito a imenso drama, La U se salva no apagar das luzes no Chile

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/La U

A La U se salvou nos acréscimos

Um dos mais tradicionais times do futebol chileno e também do futebol sul-americano, a Universidad de Chile viveu um verdadeiro drama no Campeonato Chileno de 2021. Precisando da vitória para se salvar de um possível segundo rebaixamento, na tarde deste domingo, diante do Unión de La Calera, em Roncágua. No finalzinho, o tradicional time azul, branco e vermelho virou o jogo e saiu com a vitória e a salvação do descenso.

A situação em que La U se encontrava na última rodada colocava ela a uma vitória da salvação. A derrota, ou o empate levariam a equipe direto ao segundo descenso de sua história, repetindo os tristes tempos de 1988, quando em crise, a tradicional equipe chilena foi rebaixada e quase decretou falência, em meio ao período mais crítico de sua história. 

A La U tentou partir pra cima no início do jogo mas sofreu para parar o La Calera. Chegou a ter um pênalti marcado a seu favor anulado pela observação do árbitro no VAR. Já no segundo tempo, Sanchez abriu o placar no segundo minuto de jogo. Saéz ampliou já aos 30 do segundo tempo, tornando a situação desesperadora. Abalado, o time da Universidad de Chile parecia não ter forças para reagir e caminhava a passos largos para seu segundo rebaixamento para a segunda divisão. 

Porém, no finalzinho, em um lance meio polêmico onde pareceu haver falta de um dos jogadores da La U no defensor do La Calera, a bola pipocou na área e Árias diminuiu o placar. Aos 48 minutos,. o mesmo Árias deixou tudo igual e já aos 49 minutos da etapa final, dois minutos antes do tempo determinado pela arbitragem, Fernandéz fez o gol que decretou o gol que salvou a tradicional equipe chilena do rebaixamento. O milagre veio apenas no apagar das luzes, mas no fim das contas, a equipe terminou a competição na 11ª posição. 


A vitória foi muito comemorada por toda a comissão técnica da Universidad de Chile, já que o jogo não teve a presença de torcedores. Agora, a tradicional equipe chilena planeja o ano de 2022, pensando em evitar uma tragédia parecida.

Corinthians goleia a La U e fica em terceiro na Libertadores Feminina 2020

Foto: divulgação Conmebol

Corinthians não teve dificuldade para vencer a Universidad de Chile

Depois da surpreendente eliminação na semifinal da Libertadores Feminina 2020, que está sendo realizada na Argentina, o Corinthians se recuperou neste domingo, dia 21, e conquistou o terceiro lugar na competição. O Timão enfrentou a Universidad de Chile, no Estádio José Amalfitani, em Buenos Aires, e goleou pelo placar de 4 a 0. Adriana, Victoria Albuquerque, duas vezes, e Juliete marcaram os gols do Alvinegro.

Grande favorito da competição, o Corinthians foi surpreendido na última quarta-feira, dia 17, quando tomou o gol de empate do América de Cali já nos acréscimos do tempo normal e perdendo nas penalidades. Já a Universidad de Chile ficou no 0 a 0 com a Ferroviária, na quinta, dia 18, e também perdeu nos pênaltis. Ambos os jogos foram no Estádio Nuevo Francisco Urbano, em Morón.

O Corinthians teve dificuldades no início da partida. A Universidad de Chile conseguia travar as jogadas do Timão e ainda se arriscava nos contra-ataques. Porém, tudo mudou aos 34 minutos, quando Adriana abriu o marcador para o Alvinegro. A partir de então, o time brasileiro tomou as rédeas e quase ampliou ainda antes do fim da primeira etapa.

No segundo tempo, a La U até tentou esboçar uma reação, indo para cima, tentando buscar o empate. Porém, mesmo assim, o Corinthians mostrava-se superior, passou a dominar as ações novamente e fez o segundo gol aos 20 minutos, com Victoria Albuquerque.


Após o segundo gol sofrido, o time da Universidad de Chile ficou abatido e o Corinthians se aproveitou. Aos 29 minutos, Juliete balançou as redes e fez o terceiro do Timão. O domínio corintiano continuou e aos 43' Victoria Albuquerque deu números finais à partida: 4 a 0 para o Alvinegro, que ficou com o terceiro lugar da Libertadores Feminina 2020 e faturou US$ 30 mil de premiação.

Luciana pega três pênaltis e coloca a Ferroviária na final da Libertadores Feminina 2020

Foto: divulgação Conmebol

No tempo normal, partida ficou no 0 a 0

A Ferroviária está na final da Copa Libertadores Feminina 2020, que está sendo realizada na Argentina. Nesta quinta-feira, dia 18, no Estádio Nuevo Francisco Urbano, em Morón, as Guerreiras Grenás empataram em 1 a 1 com a Universidad de Chile, no tempo normal, e contaram mais uma vez com o brilho da goleira Luciana, que defendeu três cobranças e garantiu a vitória por 7 a 6. O time de Araraquara encara o América de Cali na decisão.

Depois de ter sido o primeiro colocado do Grupo D da primeira fase, com seis pontos, a Universidad de Chile passou pelo colombiano Independiente Santa Fé, da Colômbia, vencendo por 3 a 1 nas quartas. Já a Ferroviária foi a segunda no mesmo Grupo D, com quatro pontos, e, em seguida, bateu o River Plate, por  1 a 0, nas quartas.

Primeiro tempo bastante equilibrado entre as duas equipes. Aos poucos a Universidad de Chile foi se soltando, buscando o ataque, mas a Ferroviária respondia. Aos 42 minutos, o time chileno teve chance de abrir o marcador, mas a camisa 10, López, acabou desperdiçando a cobrança de pênalti. Assim, o primeiro tempo terminou com o placar em branco.

No segundo tempo, a Ferroviária voltou melhor e passou a dominar as ações. Teve a bola por mais tempo durante o jogo e até chegou a criar algumas chances. A Universidad de Chile raramente passava do meio de campo, mas conseguia segurar as adversárias. O 0 a 0 persistiu e a vaga na final foi para as penalidades.

Nas penalidades, que após três cobranças teve que mudar de lado, já que arrebentou o suporte da rede no chute de Daniane, e ainda longas, já que foram nove cobranças de cada lado, brilhou mais uma vez a goleira Luciana. Ela defendeu as batidas de Zamora, Fernandez e Ramírez, garantindo a vitória da Ferroviária por 7 a 6, além na vaga na grande final.


Na decisão, a Ferroviária vai encarar o América de Cali, que eliminou o Corinthians na outra semifinal. Já a Universidad de Chile enfrentará o Timão, na luta pela "medalha de bronze". A final e decisão de terceiro lugar serão no Estádio José Amalfitani, em Buenos Aires, no domingo, dia 21, em horários a serem confirmados pela Conmebol.

A passagem de Arilson pela Universidad de Chile

Por Lucas Paes
Foto: Diário Ás 

Arilson jogou pela La U em 2001

Arilson é um ex-volante que foi um dos jogadores que fez parte do elenco gremista campeão da Libertadores de 1995. Revelado no Tricolor, parecia ser um atleta que iria longe na carreira, mas diversos problemas dentro e fora dos campos acabaram fazendo com que a carreira dele não decolasse da forma como se esperava.  Em um episóidio famoso, fugiu da concentração da Seleção Brasileira no Pré-Olimpico de 1996. Em 2001, uma das tentativas de retomar os bons tempos foi na Universidad do Chile.

Ele chego ao Chile depois de não ir tão bem em passagens por Grêmio, Valladolid e América Mineiro. Em Minas Gerais, até chegou a ajudar o Coelho a se manter na primeira divisão do Brasileirão, mas o clube optou por não renovar o seu contrato. Foi assim que chegou a Universidad de Chile, em janeiro de 2001. 

Jogo do golaço diante do Colo-Colo

Na La U, misturou momentos bons e ruins. Aos 27 anos, mostrava como em toda a sua carreira uma técica muito grande, mas sofria com problemas extra-campo e com disciplina. Viveu um momento marcante, porém, vestindo a camisa azul da Universidad, quando fez o gol que deu a vitória para seu time em um clássico diante do Colo-Colo, um gol que por sinal foi um golaço e que o próprio Arilson diz ser seu melhor momento jogando no Chile.

Ficou na La U até o final de 2001. Deixou o clube depois de brigar com o presidente René Orozco e principalmente devido ao fator de ser preso por dirigir embriagado. Pela La U, fez um total de 32 jogos e marcou 9 gols. Se não foi brilhante, foi pelo menos uma passagem de números razoáveis se comparados aos tempos em que vinha vivendo na carreira naquele momento.


Depois de deixar a La U, rodou por diversos clubes até chegar ao Imbituba, onde se aposentou em 2011, depois de voltar da primeira aposentadoria em 2007, pelo 14 de Julho, de Livramento, do Rio Grande do Sul. Depois de encerrar a carreira, chegou a jogar pelo time de Showbol do Grêmio. Atualmente, trabalha como treinador do Bagé, do Rio Grande do Sul, ou melhor, trabalhava, até a paralisação do futebol pelo coronavírus.

Rafael Vaz e a experiência no futebol chileno

Com informações do site oficial da CBF
Foto: divulgação Universidad de Chile

Rafael Vaz, em ação pela La U, jogando contra o Vasco da Gama

De contestado no Brasil a melhor zagueiro do futebol chileno em 2018. A última temporada foi de redenção para Rafael Vaz. Antes de defender a Universidad de Chile, o zagueiro atuou no Flamengo entre 2016 e 2017. Mesmo titular em grande parte do tempo, ele sempre sofreu com criticas da torcida rubro-negra. Emprestado à "La U" no começo deste ano, o jogador cravou a titularidade na zaga chilena a caiu nas graças dos torcedores. O defensor de 30 anos foi anunciado como novo reforço do Goiás para a disputa da Serie A do Brasileirão 2019.

"Foi uma temporada de desafios e objetivos cumpridos. Cheguei em um novo país, com um novo estilo de futebol, e precisei me adaptar com rapidez. Fui muito bem recebido, o que facilitou bastante todo o processo. Fico bem contente e orgulhoso por tudo que construí nesta primeira temporada chilena", exaltou Rafael Vaz.

O defensor não hesitou em responder "sim" quando perguntado se esse é seu melhor momento na carreira. Vaz disputou 29 jogos com a camisa da Universidad de Chile, balançando três vezes as redes em 2018. "Acredito que sim. Venho trabalhando muito para manter uma evolução constante nos últimos anos e tenho conseguido, felizmente. Pude trabalhar com grandes treinadores e dividir o campo com excelentes profissionais, o que certamente me ajuda demais a evoluir e melhorar a cada temporada. Mas este ano foi especial, por todo o processo de mudança e por conseguir vencer em um novo país", contou.

A adaptação teve sim algumas dificuldades. "Sempre há. Mudar de ares nunca é um processo fácil. É outro estilo de jogo, de treino, outra língua, uma cultura diferente também. Mas como disse, além de ter me preparado para encarar essas dificuldades, fui muito bem recebido por todos, o que me ajudou bastante desde o início".

Já sobre o futebol chileno, Rafael Vaz destaca algumas características. "Aqui o jogo é um pouco mais tático e tem uma intensidade sobrenatural. Os times jogam de forma muito compacta, e é preciso saber se posicionar em campo. No Brasil, você tem mais capacidade técnica, acredito eu".

O Curioso do Futebol

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