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Catalino Rivarola e seu início no Cerro Porteño

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Rivarola iniciou a carreira no Cerro Porteño

O ex-zagueiro paraguaio Catalino Rivarola Méndez, popularmente conhecido no Brasil pela sua vitoriosa passagem pelo Grêmio entre 95 e 98, completa 59 anos de vida nesta terça-feira, dia 30 de abril de 2024. No início de sua carreira, o defensor teve uma boa trajetória pela equipe do Cerro Porteño entre a segunda metade dos Anos 80 e o início da década de 90.

Nascido na capital do Paraguai, chegou a equipe Azulgrana quando estava prestes a completar 20 anos de idade. Com o tempo, o jovem foi ganhando experiência e conquistou o seu espaço no time.

Suas grandes atuações com a camisa do Ciclón fizeram com que o jogador iniciasse a sua passagem pela seleção Albirroja a partir de 88.

Ao longo de todos os seis anos vestindo a camisa do time de Assunção, fez parte de dois títulos de Campeonato Paraguaio em 87 e 90. Na temporada 1990/91, sua última no clube, foi vice-campeão nacional.


Após encerrar o seu vínculo com o Cerro, o zagueiro ainda passou por clubes como Talleres, Grêmio, Palmeiras e o America do Rio de Janeiro. Retornou ao seu país de origem em 2001, para enfim encerrar a sua carreira atando no Libertad.

A história de Carlos Bonet no Libertad

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Bonet atuando no Libertad

Conhecido principalmente por ter feito parte da Seleção Paraguaia em três Copas do Mundo, o defensor e meio-campista Carlos Bonet, que completa 46 anos neste dia 2, foi um dos grandes nomes do futebol local durante as décadas de 1990 e 2000. Entre os vários clubes que o bom jogador paraguaio passou, sendo atuando pela lateral direita ou no meio, onde fez mais sucesso, se destacam as duas passagens que teve pelo Libertad, uma das principais equipes do futebol paraguaio.

Bonet iniciou sua trajetória esportiva no Sol de América e depois passou pelo modesto Atlético Rafaela, da Argentina, antes de desembarcar já com alguma experiência no Libertad, em 2002. Por lá, já chegou sendo peça importante na conquista do título do Campeonato Paraguaio de 2002 e atuou na Copa do Mundo daquele ano, sendo parte do time paraguaio que perdeu de 1 a 0 para a Alemanha nas oitavas, numa partida onde atuou na defesa. 

Fez parte de um grande momento da história do Gumarelo, conseguindo mais um título nacional em 2002 e avançando até fases bastante agudas na Copa Libertadores. Segue sendo presença constante na Seleção Paraguaia durante o ciclo eliminatório para a Copa de 2006, conquistando inclusive mais um título nacional naquele ano com o Libertad. Atua em dois jogos no mundial da Alemanha e segue no Libertad até 2007, quando é negociado com o Cruz Azul.


Retorna ao alvinegro em 2010, já mais experiente, em ano onde jogou outra Copa do Mundo. Mais uma vez ajuda a equipe na conquista de um título nacional, fazendo parte do time campeão do Clausura, sendo este seu último título com a camisa do Libertad. Se manteve na equipe até 2012, antes de encerrar sua história no clube sendo negociado com o Cerro Porteño, ainda na metade daquele ano. 

No total, segundo números do portal Ogol, fez 139 jogos com a camisa do Libertad, marcando seis gols. Bonet esteve em atividade até 2018, quando pendurou as chuteiras atuando no modesto Deportivo Capiatá, que hoje joga nas divisões inferiores do país. Já tinha seus 41 anos quando acabou pendurando as chuteiras.

A passagem de Romerito pelo Olímpia

Por Lucas Paes 
Foto: Juha Tamminem

Romerito atuando no Olímpia

Completando 63 anos neste dia 28 de agosto, o ex-meia paraguaio Júlio Cesar Romero, conhecido como Romerito, é um dos maiores ídolos da história do Fluminense em todos os tempos, mas não vestiu apenas a camisa do Tricolor das Laranjeiras durante sua carreira. O paraguaio tem os dois pés no vindouro confronto das quartas de final da Libertadores, já que nos anos 1990, quando já era um pouco mais experiente, passou também pelo Olímpia.

Romerito chegou ao Decano no início dos anos 1990, já experiente, para jogar no clube durante a temporada de 1992. Na época, chegava para um Olímpia que deixava um dos momentos mais incríveis de sua história, quando inclusive acabou ganhando sua segunda Copa Libertadores em 1990. Na época, o Olímpia tentava se manter no topo tanto no país quanto no continente sul-americano.

Romerito, já com alguma idade, não conseguiu ser para o Olímpia tão importante quanto havia sido para o Fluminense anos antes. Fez parte do time que conquistou a Copa República em 1992, o que acabou ajudando o Decano a conquistar uma vaga na Libertadores do ano seguinte. No campeonato nacional, caiu nas semifinais, depois de perder para o Cerro Porteño, que seria campeão em cima do Libertad. 


Também fez parte da equipe que levou o Olímpia as finais da Copa Conmebol de 1992, ainda que não atuasse na decisão diante do Atlético Mineiro, que terminou inclusive com a conquista do Galo. Acabou não marcando tanto época no Rey de Copas, terminando então por ser negociado com o Sportivo Luqueño, que aliás foi o clube onde Romerito havia começado a carreira no ano de 1977. 

Com a camisa do Decano, Romerito atuou, segundo números da Wikipedia, em 24 jogos, marcando totais 9 gols. O ex-meia paraguaio esteve em atividade no futebol até 1998, quando pendurou as chuteiras justamente no Sportivo Luqueño, no ano de 1998, já aos 38 anos de idade. 

A carreira do meia Rolando Chilavert, irmão do consagrado goleiro paraguaio José Luís Chilavert

Por Fabio Rocha
Foto: reprodução

Rolando Chilavert já na sua fase como treinador

Rolando Marciano Chilavert González, nasceu em Luque, no Paraguai, no dia 22 de maio de 1961, foi um meio-campista e treinador. É irmão mais velho do polêmico ex-goleiro José Luis Chilavert, que defendeu a Seleção Paraguaia por 14 anos, mas os dois não atuaram juntos pelo Paraguai.

A sua carreira no futebol foi feita praticamente toda em seu país, onde atuou por grandes times. O único time que jogou fora do Paraguai foi o Chaco For Ever, da Argentina. A sua carreira começou em 1978 no Sportivo Luqueño, onde ficou durante seis anos, e demonstrou seu bom futebol, tanto que foi chamado para a Seleção Paraguai Sub-17.

Logo depois foi para o Guaraní, ficando apenas dois anos na equipe, e logo na sequência foi para a Olímpia, que é um dos maiores clubes do seu país. Atuando por lá, conseguiu ser convocado para a seleção principal, sendo levado para a Copa do Mundo de 1986.

Porém, o jogador acabou não entrando em campo na competição, ficou todas as partidas no banco de reserva, e nem foi opção para entrar durante os jogos. Após sua passagem no Olímpia, o jogador foi atuar na Argentina, quando foi para o pequeno time do Chaco For Ever.

Rolando Chilavert já estava na fase final de sua carreira, tanto que logo retornou ao seu país para atuar no Cerro Porteño, que junto com o Olímpia são as duas principais equipes do futebol nacional.


Mas seu rendimento não era mais o mesmo, e já estava com dificuldade para atuar com regularidade, pois não estava com o mesmo preparo físico. Já no seu final foi para o Presidente Hayes e, logo depois, retornou ao Guaraní, onde encerrou sua carreira como jogador em 1994.

Dois anos após o encerramento de sua carreira como atleta, ele começou como treinador pelo Deportivo Humaitá, e rodou por diversos clubes do futebol sul-americano. O seu último clube foi em 2019, quando treinou o Inter Odessa, mas depois disso não assumiu mais nenhum clube.

A história de Aldo Bobadilla no Cerro Porteño

Por Lucas Paes
Foto: Juha Tamminen

Bobadilla atuando pelo Cerro

Completando 47 anos neste dia 20 de abril, o ex-goleiro e atualmente treinador Aldo Bobadilla foi um dos grandes nomes do futebol paraguaio nos anos 1990 e 2000, naquele que foi o melhor período do esporte bretão no país. Tremendamente reconhecido por suas ótimas defesas, o goleiro viveu o começo e um bom período de sua carreira defendendo com maestria a meta do Cerro Porteño, um dos maiores clubes paraguaios. 

Bobadilla acendeu ao futebol profissional com 18 anos, no ano de 1994, mas, é claro, como um jovem goleiro mais treinou que jogou naquele período. Começa a visitar mais o time titular a partir de 1997, quando com 21 anos começa a aparecer mais na equipe do Cerro. A partir de 1998, passa a assumir a meta titular do clube, jogando muito principalmente na Libertadores. 

Dali pra frente, Bobadilla virou uma referência dentro do Ciclón. Dono das metas, passou a figurar inclusive na Seleção Paraguaia a partir de 1999, revezando o período com ótimos nomes como Justo Villar e, é claro, Chilavert. Seguiu no Cerro e em 2001 ganhou seu primeiro título pelo clube, sendo campeão paraguaio naquele ano. 



Já mais experiente, repetiu a dose em 2004, sendo nesta época o capitão do time que seria campeão nacional. Levantaria seu segundo troféu pelo Cerro, o primeiro e no fim das contas único que venceria como capitão do time. No final daquele ano, após mais de uma década defendendo a meta do time na base e no time profissional, Bobadilla acabou negociado com o Gimnasia y Esgrima, da Argentina. 

No total, segundo números da Wikipedia, atuou em 206 jogos no gol do Más Popular. Esteve no clube entre 1994 e 2004, além dos anos em que defendeu as categorias de base. Bobadilla ainda seguiria atuando profissionalmente até 2011, quando curiosamente encerrou a carreira no Olímpia, maior rival do Cerro. 

Ex-jogador 'Cachito' Espinoza, campeão da Libertadores com o Olimpia em 2002, morre em acidente de carro

Com informações do ABC Color e Olé
Foto: arquivo

Néstor 'Cachito' Espinoza foi campeão da Libertadores com o Olimpia em 2002

O conhecido ex-jogador de futebol argentino Néstor "Cachito" Espinoza morreu na noite de sexta-feira após bater seu veículo contra um cavalo na Rota 86, na Argentina. O atleta foi reconhecido por jogar fazer carreira no futebol paraguaio, onde foi campeão da Libertdores com o Olimpia, em 2002, e equatoriano.

Segundo informações da parte argentina, Néstor “Cachito” Espinoza, que estava com 48 anos, dirigia pela Rota 86, na cidade de Naineck, no país vizinho, quando colidiu com um cavalo e perdeu o controle de seu caminhão, que capotou. Ele morreu quase instantaneamente, conforme seus amigos próximos confirmaram. Néstor Espinoza residia no país vizinho, perto de Laguna Blanca.

O ex-atacante argentino jogou pelos clubes mais importantes do Paraguai. Passou pelo Cerro Porteño entre 1995 e 1999; no Guarani em 2001 e depois entre 2002 e 2003. Nessa época também esteve no clube Olimpia, em 2002, ano em que se sagrou campeão da Copa Libertadores.


Ele também fez parte do Itaugüeño 12 de Octubre em 2003 e Sportivo Luqueño no ano seguinte. No Equador, ele é lembrado por seu tempo como ídolo em 1999, quando jogou no Barcelona de Guaiaquil. Depois de sua carreira no futebol, ele continuou ligado ao futebol, mas em outra faceta, como representante de jogadores paraguaios a serem levados para a Europa.

Executivo Ítalo Rodrigues retorna ao Paraguai para segunda fase de consultoria

Foto: arquivo pessoal

Executivo de futebol está no país vizinho para concluir trabalhos nas equipes locais

Com vasta experiências em alguns dos clubes mais tradicionais do Brasil atuando em cargos de gestão, Ítalo Rodrigues retornou ao Paraguai para executar uma segunda fase de consultoria aos clubes do Rubio Ñu, Tacuary e Olímpia de Itá.

Diante desta nova etapa do acompanhamento nas equipes do país vizinho, o antigo executivo de futebol do CSA explica os procedimentos iniciais assim como os que estão sendo feitos neste momento. "O primeiro passo é sobre o que é uma consultoria. A partir disso fizemos uma proposta e apresentamos um diagnóstico que encontramos no clube de aspectos positivos e negativos. Agora nesta segunda parte a gente passa a avaliar o diagnóstico, gerar um plano de ação para executar algumas práticas de curto, médio e longo prazo até a conclusão da consultoria", afirmou.

Assíduo conhecedor do dia a dia do futebol ao também acumular passagens em times como Náutico e Paysandu, Rodrigues ainda analisa aspectos que conduzem o domínio das equipes brasileiras no continente.

"Fica muito nítido quando observamos os times brasileiros nas competições da América do Sul sobrando. Não é só questão financeira, apesar dos clubes brasileiros movimentarem valores bem mais altos do que dos nossos vizinhos. Mas acredito que o ponto principal passa pela questão organizacional e profissionalização dos clubes. O Brasil tem muito que evoluir ainda em comparação com a Europa, mas na América do Sul está bem nítido que está bem adiantado aos clubes dos outros países", contou.


Por fim, o dirigente aponta detalhes do cenário encontrado no futebol paraguaio com os quais precisa saber lidar durante a consultoria. "No Paraguai percebemos isso (necessidade de aperfeiçoamento) desde um simples regulamento de campeonato nacional, passando pelo trabalho de categorias de base, profissionalização de clubes. De certa forma tentamos trazer um pouco da experiência e formatação do profissionalismo do Brasil, que está mais à frente do Paraguai hoje. Porém, é preciso respeitar também a cultura e realidade local", concluiu.

A apagada passagem do meia Aguilera pelo Atlético Paranaense

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Aguilera atuando no Furacão

O futebol paraguaio vive hoje um momento complicado. Já sem revelar bons jogadores a algum tempo, a seleção tricolor passa longe de viver seus melhores momentos e hoje enfrenta já um período relativamente longo sem ir a Copa do Mundo. Nos anos 1990, os paraguaios tinham times fortes e tiveram uma geração de ouro, com alguns jogadores passando bem pelo futebol brasileiro e que "trouxeram na esteira" outros, que já não tiveram o mesmo desempenho. Nessa segunda barca, um dos que veio atuar aqui foi o meia Edgar Aguilera, que atuou no Atlético Paranaense e completa 46 anos neste dia 28 de julho.

Parte do elenco paraguaio na Copa do Mundo de 1998, Aguilera era reserva e sequer atuou durante aquele mundial, passando a Copa no banco. Na época jogador do Cerro Corá, onde havia iniciado sua carreira e jogado desde os 17 anos, chegou com status de uma grande contratação gringa ao Furacão, desembarcando como estrela em Curitiba e causando muita expectativa no torcedor rubro-negro.

Porém, a expectativa foi em vão. Aguilera pouco conseguia mostrar no time paranaense e a exemplo da maioria dos paraguaios que atuou no Brasil naquela época, com exceções óbvias de nomes como Gamarra, Arce e Rivarola, decepcionou. Atuou em apenas cinco jogos no Brasileirão de 1998 e rapidamente o Furacão viu que ele não serviria para a equipe. Acabou retornando ao Paraguai, para atuar pelo Cerro ainda naquele ano. 

Atuou por duas partidas completas, contra Vasco e América de Natal e em menos tempo em outras três naquele campeonato. Os rubro-negros terminaram apenas na 16ª colocação na competição, sem conseguir grandes coisas. Marcado negativamente, Aguilera não passaria mais pelo futebol brasileiro ao longo de sua carreira.


O meia ainda passou por alguns clubes, desde grandes do seu país como Cerro e Guraní até em pequenos até pendurar as chuteiras, o que ocorreu relativamente cedo em seu caso, quando tinha apenas 31 anos, atuando pelo General Caballero, em 2006. 

Após passagem por CSA, Ítalo Rodrigues presta consultoria em clubes do Paraguai

Foto: arquivo pessoal

Profissional tem no país vizinho a primeira experiência fora do Brasil

Dono de trabalhos bem sucedidos realizados em diferentes clubes ao longo da carreira na gestão de futebol, ítalo Rodrigues vivenciou recentemente uma experiência diferente. O ex-executivo do CSA esteve no Paraguai para prestar consultoria aos clubes do Rubio Ñu, Tacuary e Olímpia de Itá.

Com o objetivo de transmitir um pouco da sua vivência no esporte, o profissional explica que tentou passar a esses clubes aquilo que está sendo feito em solo brasileiro, visando a evolução dos processos existentes nas equipes.

"O principal aspecto que a gente busca trabalhar nessa consultoria é o organizacional. Trazer um pouco da profissionalização que hoje já existe no Brasil para os clubes daqui. Respeitando a sua cultura e processos presentes no dia a dia. Algo muito novo para mim, pois é a primeira vez que trabalho fazendo uma consultoria. De fato, é algo que agrega demais e me traz muitos conhecimentos", disse antes de completar.

"Sempre que a gente trabalha em clubes diferentes, no próprio Brasil, apenas de você sair de uma região para outra, se encontra diferentes perfis, realidades. Aqui (Paraguai) a gente traz um pouco da nossa experiência dentro destes clubes. A maioria dos clubes brasileiros hoje já começa a se preparar para possivelmente se tornar SAF e receber investimentos do exterior. Então, a ideia é trazer um pouquinho dessa realidade mais profissional para esses clubes do Paraguai", explicou.

Antes de chegar ao CSA, Ítalo Rodrigues atuou na gestão de futebol de equipes como Paysandu e Náutico. No Timbu, inclusive, atuou por diferentes funções e ajudou a encerrar uma fila, enquanto esteve no cargo de executivo de futebol, de 13 anos sem conquistas do estadual, além de vencer a Série C do Brasileiro,


Por fim, o dirigente ainda ressalta a importância desta que foi a sua primeira experiência longe de terras tupiniquins. "Muito importante conhecer um futebol novo dentro de outra realidade, outra cultura, outra característica. Você ter experiências com jogadores de outros países, assim como gestores, é muito relevante", concluiu.

No Twitter, ex-goleiro Chilavert confirma candidatura à presidência do Paraguai

Com informações da Agência Estado
Foto: reprodução Twitter

Arte usada pelo ex-goleiro

José Luis Chilavert sempre chamou a atenção por ser um líder dentro de campo. Astro da seleção do Paraguai e campeão da Copa Libertadores com o Vélez Sarsfield, o ex-goleiro agora quer se destacar também na política. Ele anunciou em suas redes sociais, nesta sexta-feira, dia 17, que disputará a eleição para presidente de seu país em 2023. Ele já tinha pleiteado a candidatura em dezembro de 2020.

Aos 56 anos, o ídolo paraguaio usou suas redes sociais para fazer o anúncio noa noite desta quinta-feira. “Depois de refletir e sentir a responsabilidade de construir um Paraguai melhor, decidi formalizar minha candidatura à presidência para que nosso povo se sinta orgulhoso de ser paraguaio”, escreveu.
Curiosamente, o anúncio vem em momento que Chilavert briga com a Justiça após chamar o presidente da Conmebol, Alejandro Dominguez, de corrupto. As acusações foram realizadas também pelas redes sociais e o ex-goleiro foi condenado a um ano de prisão. Ele ainda recorre e diz pensar agora somente em comandar o Paraguai.

“Precisamos de um país com credibilidade para que nos respeitem e que os capitalistas venham investir aqui. Não há tempo para olhar para trás. Não há tempo a perder”, completou o ex-goleiro.


As eleições no Paraguai estão marcadas para 30 de abril de 2023 e as redes sociais servirão para Chilavert divulgar todo o seu planejamento para o pleito. Ele promete uma campanha aberta e esclarecedora a seu povo, debatendo os principais problemas e ouvindo soluções sobre tudo.

Derliz González destaca Superclássico Paraguaio na estreia da fase de grupos da Libertadores

Foto: divulgação Club Olimpia

Atacante teve importante participação para Olimpia superar as três etapas eliminatórias do torneio

Em Assunção não se fala em outra coisa. Olímpia e Cerro Porteño se enfrentam nesta terça-feira na rodada de abertura da fase de grupos da edição 2022 da Copa Libertadores da América. O superclássico paraguaio será realizado às 19h15 no Estádio Defensores del Chaco.

Camisa 10 do decano, Derlis González destaca a importância do confronto e a expectativa do elenco para a estreia na etapa principal da competição sul-americana de clubes.

“Todo clássico é importante, mas o de amanhã (terça-feira) acaba ganhando um peso ainda maior pelo fato de valer pela Libertadores. É o tipo de jogo em que estão em disputa mais do que os três pontos. Todos os jogadores do Olímpia estão focados e bem preparados. Queremos muito conquistar um resultado positivo logo na primeira rodada”, declarou o atacante que atuou pelo Santos entre 2018 e 2020.

Embalado - O clube de Assunção garantiu a vaga na fase de grupos após disputar três confrontos eliminatórios. O Olímpia superou a Universidad César Vallejo, do Peru, o colombiano Nacional de Medellín e o campeão carioca Fluminense. Foram quatro vitórias, um empate e somente uma derrota, com dez gols marcados e cinco sofridos.


“Tivemos que enfrentar uma maratona de jogos, passando por adversários difíceis. Mas isso acabou sendo importante, pois chegamos ainda mais embalados e confiantes para lutar pela classificação para as oitavas de final”, concluiu González.

Técnico paraguaio Cristóbal Cubilla planeja trabalhar no futebol brasileiro

Foto: Divulgação/Guaraní de Trinidad

Cristóbal Cubilla com a taça de campeão da Nacional B pelo Guaraní de Trinidad

Cristóbal Cubilla quer trabalhar no Brasil. Campeão da Libertadores de 1990 pelo Olimpia, o ex-meia e hoje treinador tem o desejo de atuar em terras verde-amarelas. Segundo o profissional paraguaio, a identificação com o estilo de jogo brasileiro é um dos principais motivos.

“Acompanho o futebol brasileiro há muito tempo, quando jogador, tive a oportunidade de atuar pelo Foz do Iguaçu. Me identifico com o estilo de jogo praticado no Brasil, com equipes muito técnicas e que executam um futebol ofensivo em todos os níveis. Profissionalmente, esse é um plano traçado para a sequência da minha carreira, e vou avaliar o melhor projeto com os meus representantes”, contou o técnico.

Aos 60 anos, Cristóbal Cubilla acumula experiências em países como Argentina, Peru, México e China. Como treinador, seu trabalho mais recente foi no Guaraní de Trinidad, em 2021. Pela equipe, se sagrou campeão da Nacional B e conquistou o acesso para a segunda divisão do Paraguai.

“Foram três temporadas e uma passagem muito vitoriosa no Guaraní. Consegui implementar bem a minha ideia de jogo, e a nossa equipe alcançou feitos importantes, como acessos e títulos, que elevaram o patamar do clube. Foi uma experiência que me agregou muito profissionalmente”, finalizou.


Como jogador, Cristóbal Cubilla viveu o auge da sua carreira durante a década de 1990, e pôde atuar contra grandes nomes do futebol mundial. Romário, Bebeto, Cafu, além do italiano Paolo Maldini e do holandês Marco van Basten, foram alguns de seus adversários.

Artilheiro, ex-santista Derlis González é arma do Olímpia na decisão da Copa do Paraguai

Foto: divulgação Club Olimpia

Derlis comemora gol marcado com a camisa do Olímpia

Esta quarta-feira é dia de gritar é campeão em Assunção. Olímpia e Sol de América disputam, às 19 horas, no Estádio Defensores del Chaco, o mais importante do país, o confronto único da final da edição 2021 da Copa do Paraguai.

Artilheiro da competição com quatro gols e uma das principais armas do gigante da capital guarani, o atacante Derlis González acredita em um duelo marcado pelo equilíbrio, mas mostra-se confiante na conquista do título, apostando também no apoio do torcedor.

“Chegaram à final as duas melhores equipes da competição. O jogo de amanhã (quarta-feira) promete ser disputado lance a lance e quem errar menos será o vencedor. O apoio da nossa torcida, a maior do país, deve também fazer a diferença a nosso favor e acredito que iremos levantar a taça”, declarou o camisa 10, que vestiu a camisa do Santos entre 2018 e 2020.


Campanha - O Olímpia chega à decisão da Copa do Paraguai após vencer três e empatar um jogo nas etapas anteriores: 3 x 2 Cristóbal Colón (primeira fase), 2 x 1 Resistência (oitavas de final), 2 x 0 Guaireña (quartas) e 1 x 1 Libertad (5 x 4 nos pênaltis, na semifinal).

Os 104 anos do Estádio Defensores del Chaco

Foto: divulgação Conmebol

A casa do futebol paraguaio

O Estádio Defensores del Chaco, o grande palco do futebol do Paraguai, está completando 104 anos de fundação neste 4 de novembro. Localizado no bairro Sajonia, na cidade de Assunção, o local, é normalmente palco de inúmeros jogos de vários tipos, nacionais e internacionais, e tem sido historicamente a casa da seleção do país.

Em 1915, o presidente Eduardo Schaerer doou um terreno de sua propriedade no bairro Sajonia para a recém-criada Liga Paraguaia de Futebol para a construção do atual Estadio Defensores del Chaco. A construção começou em 1916 sob a presidência da Associação Paraguaia de Futebol de Enrique Pinho , sob o nome de Estadio de la Liga.

Em 4 de novembro de 1917, em meio às obras, o estádio foi inaugurado. Mesmo ainda em construção, foi utilizado algumas vezes antes mesmo de estar concluído. Em 1924, por um curto período, recebeu o nome de Estádio do Uruguai, em homenagem ao título olímpico da Celeste.

Em 1956 sofreu uma reforma e mudou de nome para Estadio de Puerto Sajonia, em referência ao bairro Sajonia, que é onde está localizado em Assunção. Em 1968 recebeu seu sistema de iluminação, e em 1974 mudou seu nome para "Defensores del Chaco" em homenagem aos soldados que lutaram na Guerra do Chaco entre o Paraguai e Bolívia.

Em 1998 passou por novas reformas, para receber os jogos da Copa América de 1999 e das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2002. Desde as Eliminatórias da Copa do Mundo de 2002 estão sendo realizadas obras para satisfazer as determinações da FIFA, e por esse motivo, sua capacidade passou de 50 000 para 42 354 pessoas.


O estádio não possui nenhum clube como dono, pois pertence a Asociación Paraguaya de Fútbol, e é usado primeiramente para abrigar os jogos da Seleção Paraguaia de Futebol e também para jogos internacionais, como jogos da Copa Libertadores da América e Copa Sul-Americana.

A passagem de Celso Ayala pelo Tricolor Paulista

Por Ricardo Pilotto
Foto: arquivo

Celso Ayala em sua apresentação pelo São Paulo

Nesta sexta-feira, Celso Rafael Ayala Gavilán, popularmente conhecido apenas como Ayala, está completando 51 anos de idade. Por isso, vamos relembrar a apagada passagem do ex-zagueiro paraguaio pelo São Paulo Futebol Clube no ano de 2000.

Revelado no Olímpia em 1990, o defensor ainda passou pelo Rosário Central em 1994 antes de ir para o River Plate em 1995, onde nos Millionarios, Ayala foi um dos destaques da equipe na conquista da Copa Libertadores de 1996. Após fazer uma grande Copa do Mundo de 1998 pela sua seleção nacional, o zagueiro paraguaio foi para a Espanha e defendeu dois times: Real Betis e Atlético de Madrid. Nos colchoneros, fez dupla de zaga com Gamarra. Mas isso acabou não sendo o suficiente para a equipe, e o clube de Madrid acabou sendo rebaixado para a segunda divisão do futebol espanhol na edição 1999-2000.

Um dos jogadores paraguaios que mais se destacaram no futebol mundial na década de 90 no início dos anos 2000, o defensor veio para o Brasil junto com Gamarra. Enquanto o seu compatriota foi ao Rio de Janeiro para defender as cores do Flamengo, Ayala optou por tomar ruma a capital paulista para jogar pelo São Paulo.

Naquela época, Gamarra do Flamengo, Arce do Palmeiras e Rivarola do América-RJ, eram grandes exemplos de defensores paraguaios que conseguiram um lugar de destaque no futebol brasileiro. Mas por outro lado, alguns que acabaram passando por clubes dos outros cantos do Brasil não tiveram a mesma sorte que esses três citados anteriormente. Até muitos se questionavam sobre a real qualidade desses que não estavam sendo considerados ao mesmo patamar dos melhores.

Por causa disso, muitos acabaram não dando certo, e não tiveram continuidade dentro do futebol brasileiro. Com Celso Ayala, não foi nada diferente. O zagueiro chegou para a disputa da Copa João Havelange do ano de 2000. Na competição nacional, Ayala jogou apenas 8 jogos, somando todas as partidas que a equipes disputou no Módulo Azul e na fase de mata-mata do Torneio.

Na primeira fase, o Tricolor Paulista terminou na sexta colocação e conseguiu sua classificação para as oitavas de final. Enfrentando o Palmeiras, o São Paulo acabou eliminado após empatar em 1 a 1 no Palestra Itália e perder por 2 a 1 no estádio do Morumbi. O zagueiro não conseguiu brilhar com a camisa do São Paulo e foi considerado como uma grande decepção para os torcedores do clube, por conta da grande expectativa criada quando o clube anunciou a sua contratação.


Após a eliminação do time da capital paulista, Ayala voltou para o River Plate em 2001, clube onde o zagueiro já havia feito uma boa passagem e escrito uma história bonita pelo clube de Buenos Aires. O defensor atuou por mais quatro anos antes de ir para o Chile em 2006. Depois de passar uma temporada defendendo o Colo-Colo, Ayala encerrou sua carreira como jogador de futebol profissional.

O início de Roque Santa Cruz no Olimpia

Por Ricardo Pilotto
Foto: arquivo

Roque Santa Cruz foi lançado no time principal do Olimpia em 1997

Roque Luis Santa Cruz Cantero, popularmente conhecido apenas como Roque Santa Cruz, está completando nesta segunda-feira, dia 16 de agosto de 2021, 40 anos de idade. Hoje, no O Curioso do Futebol, vamos relembrar o início do atacante paraguaio no Olimpia.

Em 1997, Roque já começava a aparecer para o futebol na equipe juvenil do Olimpia. Já naquele momento, o atacante já estava se destacando por marcar vários gols. Com isso, Luis Cubilla, que era o treinador do time da La O na época, o chamou para o time profissional. Vale lembrar que o jogador ainda estava com 15 anos.

Aos 16, o Roque Santa Cruz fez sua estreia pela equipe profissional em, nada mais nada menos, do que em um "Super Clásico" contra o Cerro Porteño. Neste mesmo ano, o centroavante ajudou o Olímpia a conquistar o Campeonato Paraguaio de 1998. Contribuiu bem para a equipe ao marcar 7 tentos em 16 partidas.

Em sua última temporada no Olímpia antes de embarcar para a Europa, Roque conseguiu não só ser bi campeão nacional pela La O. Além disso, o jogador foi o grande destaque da equipe. Em 19 jogos disputados, marcou 12 gols. Com isso, se consagrou artilheiro e o craque da competição nacional de 1999.

Após sua primeira passagem pelo time paraguaio, Roque Santa Cruz foi para a Alemanha pra defender as cores do Bayern de Munique. Depois de sua passagem pela equipe da Bavária, também passou por clubes como Blackburn Rovers (por duas vezes, sendo uma por empréstimo), Manchester City, Real Betis, Málaga (também por duas vezes) e Cruz Azul.


Mesmo com 40 anos de idade, Roque continua em atividade. Retornou ao Olimpia em 2016 e atua até os dias de hoje. Na atual temporada, o atacante já atuou em 21 oportunidades e marcou 4 gols pela equipe paraguaia. Seu melhor aproveitamento nessa sua segunda passagem foi em 2019, quando anotou 28 tentos em 41 jogos disputados com a camisa da La O.

A passagem de Chilavert pelo Peñarol

 Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Peñarol

Chilavert teve uma passagem pelo Peñarol

O goleiro paraguaio José Luiz Chilavert foi talvez o primeiro grande jogador da posição conhecido por marcar gols além de evita-los. O ex-jogador, que completa 56 anos neste dia 27, atuou e fez história em diversos clubes, sendo campeão da Libertadores pelo Vélez e tendo outras passagens marcantes. Em 2003, ele teve uma passagem pelo Peñarol, do Uruguai.

Chilavert chegou no gigante aurinegro depois de ter uma passagem interessante pelo Strasbourg, no futebol francês. Chegou para ajudar a equipe uruguaia a tentar conquistar o título nacional naquela temporada, algo que não acontecia há quatro anos. Na época, apesar de estar já em final de carreira, o paraguaio ainda era um ótimo goleiro.

Ele foi peça crucial na campanha carbonera durante o torneio clausura daquele ano. Marcou quatro gols ao longo da campanha, além de evitar diversos sofridos em boas defesas, ajudando a equipe a se manter na liderança e buscar o título daquela temporada. Se tornou um ídolo da torcida, mesmo ficando pouco tempo em Montevidéu.

Durou apenas aquele campeonato no clube. Foram no total 15 jogos e quatro gols, ainda assim conseguindo ficar num lugar especial dentro do coração do torcedor carbonero por ter sido protagonista na campanha do título uruguaio daquele ano. Retornou ao Vélez, onde se aposentou em 2004, fechando seu ciclo no Fortín.


Curiosamente, após aposentar-se, Chilavert declarou que desejava ser treinador do Carbonero, quando foi fazer uma doação em uma escola da capital uruguaia. Porém, o ex-goleiro acabou não perseguindo a carreira de treinador, como planejava após aposentar-se.

Derlis González vibra com classificação do Olímpia para as quartas da Libertadores

Foto: divulgação Club Olimpia

Paraguaio já projeta o duelo com o Flamengo na etapa seguinte da competição

Derlis González era um dos atletas do Olímpia mais felizes após a classificação da equipe paraguaia para as quartas de final da Libertadores. A vaga foi assegurada com a vitória por 5 a 4 na disputa de pênaltis com o Internacional, após o empate no tempo normal pelo placar de 0 a 0 no jogo de volta das oitavas, disputado na noite desta quinta-feira no Estádio Beira-Rio.

Responsável pela última cobrança, o atacante comemorou o feito e destacou a competência e a garra da equipe durante os 90 minutos do confronto em Porto Alegre.

“Jogamos melhor em Assunção, mas ficamos no 0 a 0. No Beira-Rio, a gente sabia que o Inter tomaria a iniciativa de partir para o ataque, mas jogamos com inteligência e empenho e ainda contamos com uma excelente atuação do nosso goleiro Aguillar, que até defendeu um pênalti no segundo tempo. Fiquei muito feliz por ter convertido a última cobrança, a que garantiu a nossa classificação”, vibrou o camisa 10.

Flamengo nas quartas - Conhecido no futebol brasileiro após atuar por dois anos pelo Santos, Derlis González terá outro clube do país como adversário nas quartas de final: o Flamengo. As datas dos confrontos ainda serão definidas pela Conmebol, mas já se sabe que o jogo de ida será realizado no Paraguai, com a volta com mando rubro-negro.


“O Flamengo será outro rival dificílimo, uma equipe de camisa pesada e que conta com um elenco extraordinário. Assim que acabou o jogo de ontem (quinta-feira) passamos a pensar na próxima fase e vamos fazer a melhor preparação possível para buscar a vaga nas semifinais”, afirma o atacante com diversas convocações para a seleção paraguaia.

O início de carreira de Arce no Cerro Porteño

Por Kauan Sousa
Foto: Arquivo

Arce no início de carreira

Neste dia 2 de abril, o ex-jogador paraguaio Arce completa 50 anos de idade. Hoje técnico do Cerro Porteño, o ex-lateral-direito, que teve passagens de sucesso em Grêmio e Palmeiras, iniciou sua carreira no clube em que hoje é treinador.

Francisco Javier Arce Rolón nasceu em Paraguarí, no Paraguai, em 2 de abril de 1971. Começou a trajetória como jogador nas categorias de base do Cerro Porteño. Em 1989, se destacando com 18 anos, foi alçado na equipe principal.

Ainda no início da carreira, sem ter certeza de que daria certo no futebol, conciliou seus treinos com as aulas do curso de economia na Universidade. Porém, logo se destacou e virou um dos grandes nomes do Cerro Porteño. Outro destaque daquela equipe era o zagueiro Gamarra.

No Cerro Porteño, ele ficou por cinco anos e conquistou três campeonatos paraguaios: em 1991, 1992 e 1994. No clube de Assunção, que rivaliza com o Olímpia na briga para ver quem o maior do país, foi dirigido por Antônio Lopes, que passou a indicar para times brasileiros.

Com isto, ele se transferiu para o Brasil, para jogar no Grêmio, por três anos, e logo de cara conquistou a Libertadores de 1995. Também foi campeão da Recopa Sul-Americana e do Brasileiro de 1996, a Recopa Sul-Americana de 1996, até aí todos com Luiz Felipe Scolari, e a Copa do Brasil de 1997, já sob o comando de Evaristo de Macedo.

Felipão foi para o Japão ao final de 1996, ficou seis meses, e no segundo semestre de 1997 foi para o Palmeiras. No início de 1998, pediu o lateral-direito paraguaio e a Parmalat, que geria o futebol profissional do clube, o atendeu. Chiqui foi para o Verdão e conquistou títulos como a Copa do Brasil de 1998, Copa Mercosul do mesmo ano e a Libertadores de 1999.


No final de 2002, deixou o Alviverde, que foi rebaixado no Brasileirão, e foi para o Gambá Osaka do Japão, ficando uma temporada no time. Em 2004 voltou para o seu país de origem para defender o Libertad e em 2006 se aposentou como jogador no 12 de Octubre.

Três anos depois da aposentadoria como atleta, Arce se tornou treinador, iniciando no Rubio Ñu. Em seguida comandou a Seleção Paraguaia, onde não foi bem em duas passagens. Chegou a dirigir o rival Olímpia e hoje Chiqui Arce comanda o Cerro Porteño.

César 'El Tigre' Ramírez e sua passagem no Flamengo

Por Kauan Sousa
Foto: divulgação

César Ramírez treinando pelo Flamengo

Neste dia 24 de março o ex-jogador paraguaio César Ramírez completa 44 anos de idade. Conhecido como 'El Tigre', o ex-atacante paraguaio teve uma passagem pelo futebol brasileiro, quando defendeu o Flamengo entre 2005 e 2006.

Ramírez iniciou sua carreira em 1995 no Cerro Corá, time da segunda divisão paraguaia. Em seguida passou por Sporting de Portugal, Velez Sarsfield da Argentina e Cerro Porteño seu clube do coração, antes de chegar no Flamengo.

No Rubro Negro carioca, El Tigre, jogou por dois anos. Chegou em 2005, um ano delicado para o Flamengo e foi um jogador muito importante para o time na luta contra o rebaixamento do Brasileirão daquele ano.

No campeonato marcou cinco gols em 11 jogos, inclusive um de suma importância, contra o Palmeiras jogando fora de casa, dando a vitória ao clube carioca por 1 a 0. Em 2006, Ramírez não teve o mesmo destaque e acabou deixando o time no final da temporada. Ao todo no Flamengo, o ex-atacante marcou 11 gols em 32 partidas.


Após sua passagem pelo clube brasileiro, o ex-jogador que colecionou algumas convocações para a seleção paraguaia durante a sua carreira, voltou para o Cerro Porteño, onde ficou até 2010 e encerrou sua carreira aos 33 anos.

O Curioso do Futebol

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