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Al Ain de despede da Copa do Mundo de Clubes vencendo de virada o Wydad Casablanca

Foto: divulgação Al Ain

Vitória do Al Ain em Washington

Em jogo envolvendo eliminados, o Al Ain venceu o Wydad Casablanca, de virada, por 2 a 1, na última rodada do Grupo G da Copa do Mundo de Clubes. A partida foi neste quinta-feira, dia 26, no Audi Field, em Washington, nos Estados Unidos.

Wydad e Al-Ain fazem jogo equilibrado no primeiro tempo, com os marroquinos indo para cima e abrindo o placar logo no início da partida, com bom chute de Mailula na área, após boa jogada de Moufi, aos 3 minutos de partida.

Em seguida, o Al-Ain reagiu, criou chance se chegou ao empate no fim da primeira etapa, mais precisamente aos 45 minutos, com Laba cobrando pênalti sofrido por Jasic. Assim, o jogo foi para o intervalo com o placar de 1 a 1.


No segundo tempo, o Al Ain virou. Aos 5 minutos, Palacios tentou finalização na área, mas foi bloqueado. Na sequência, ele serviu Kaku Romero na entrada da área, para finalizar colocado no canto direito de Benabid.

As duas equipes se despediram da competição, com o Al Ain em terceiro, com três pontos, e o Wydad Casablanca, zerado, em quarto no Grupo G.

Red Bull Salzburg e Al Hilal ficam no 0 a 0 pela Copa do Mundo de Clubes

Foto: Fifa.com

Placar em branco em Washington

Red Bull Salzburg e Al Hilal ficaram no 0 a 0, na noite deste domingo, dia 22, pela segunda rodada do Grupo H da Copa do Mundo de Clubes. O jogo foi realizado no Audi Field, em Washington, nos Estados Unidos.

O começo do jogo foi agitado, com o Al-Hilal assustando com João Cancelo e colocando Zawieschitzky para trabalhar em batida fraca de Salem Al-Dawsari. O Red Bull Salzburg respondeu rapidamente e criou a melhor chance do confronto com Onisiwo, que acabou parando em defesaça de Bono.

Depois disso, a equipe saudita teve muita posse no campo de ataque, mas criou poucas oportunidades e assustou apenas em finalização de Marcos Leonardo, que foi travado na hora H por Rasmussen. Já o time austríaco até marcava bem, mas encontrava dificuldade para levar perigo nos contra-ataques.

No início do segundo tempo, o Red Bull Salzburg quase marcou. Após cobrança de escanteio, Baidoo finalizou, bola foi desviada e ficou com Mellberg cara a cara com Bono, que fez grande defesa. No rebote, Nene bateu e Koulibaly tirou em cima da linha. O Al Hilal respondeu aos 6', com João Cancelo.

Aos 11', quem ficou muito perto de marcar foi o time saudita. Malcom recebeu lançamento de Nasser Al-Dawsari, disparou em contra-ataque e buscou finalização, mas foi travado. No rebote, o camisa 77 tabelou com Salem Al-Dawsari e finalizou de canhota com muito perigo.


Depois, mesmo com o Al Hilal um pouco mais incisivo, o jogo ficou truncado, com poucas chances para ambos os lados. O time saudita até tentava mais e, no fim, foi a vez da equipe austríaca tentar algo, mas o placar final foi de 0 a 0.


A última rodada do Grupo H da Copa do Mundo de clubes será na quinta-feira, dia 26, com os dois jogos começando às 22 horas. No Lincoln Financial Field, na Filadélfia, o Red Bull Salzburg encara o Real Madrid. Já no Geodis Park, em Nashville, o Al Hilal tem pela frente o Pachuca.

Estreando na Copa do Mundo de Clubes, Juventus goleia o Al Ain

Foto: divulgação / Juventus-ITA

Juventus não teve dificuldade no jogo que fechou a primeira rodada

A italiana Juventus estreou na Copa do Mundo de Clubes com uma goleada, fazendo 5 a 0 no Al Ain, dos Emirados Árabes. O jogo foi na noite desta quarta-feira, dia 18, no Audi Field, em Washington, nos Estados Unidos.

O Al Ain começou incomodando a Juventus na saída de bola, mas o time italiano aumentou o ritmo naturalmente, com a posse passando muito por Thuram, Conceição e Yildis. Logo aos 10 minutos, abriu o placar. Alberto Costa recebeu pela direita e cruzou na medida para Kolo Muani testar no ângulo.

O time árabe respondeu em cobrança de falta de Kaku Romero, mas parou nisso. Aos 20 minutos, Francisco Conceição pegou rebote de jogada produzida por Alberto Costa e contou com desvio na finalização de canhota para ampliar: 2 a 0. O terceiro chegou aos 30', na qualidade de Yildis. O camisa 10 recebeu fora da área, limpou o marcador e finalizou no pé da trave para marcar.

A Velha Senhora ainda assustou com Yildis e Lloyd Kelly, mas fechou o placar do primeiro tempo somente aos 48'. Ainda do campo de defesa, Thuram fez lançamento milimétrico para Muani, que girou com facilidade sobre Kouamé e finalizou com categoria na saída de Rui Patrício: 4 a 0 e fim da primeira etapa.

No início da segunda etapa, o Al Ain chegou a balançar as redes, com Kouamé, mas o lance foi anulado por impedimento. Aos 12', veio o quinto: Kolo Muani saiu da área e escorou para Kalulu, que deu belo lançamento para Conceição. Ele entrou na área, limpou para a perna canhota e finalizou sem chances para Rui Patrício.


O jogo depois caiu de ritmo. A Juventus passou a poupar forças, enquanto o Al Ain não conseguia esboçar qualquer tipo de ação para, no mínimo, marcar o gol de honra. Douglas Luiz ainda mandou uma bola na trave aos 44', mas o placar ficou nos 5 a 0.

As duas equipes voltam a campo no domingo, dia 22. Às 13 horas, no Lincoln Financial Field, na Filadelfia, a Juventus encara o Wydad Casablanca. Já às 22 horas, o Al Ain joga contra o Manchester City, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta.

Washington e sua passagem pelo Fenerbahçe

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Washington passou pelo time turco no começo dos Anos 2000

Washington Stecanela Cerqueira, ex-atacante popularmente conhecido pelo apelido de 'Coração valente', comemora o seu 49º aniversário nesta segunda-feira, dia 1º de abril de 2024. No começo dos Anos 2000, o centroavante brasiliense teve uma rápida passagem pelo futebol turco, onde defendeu as cores do Fenerbahçe por uma temporada.

Sua chegada à Istambul foi concretizada em 2002 e custou cerca de cinco milhões de euros ao clube. Todo este valor que a equipe desembolsou foi justificado logo nos seus primeiros jogos. O primeiro, foi um amistoso diante do Traunstein FC, da Áustria, realizado no dia 16 de julho, o avançado balançou as redes em quatro oportunidades na goleada por 16 a 1. Já em 3 de agosto, num outro amistoso contra o Kizilyldiz, fez outros três gols.

Entretanto, em 27 de novembro, Washington sentiu algumas dores no peito e deu entrada num hospital turco com um pré-infarto. Após realizar uma série de exames, foi detectada uma lesão na artéria esquerda de seu coração, e o atleta foi urgentemente submetido a uma angioplastia a um cateterismo.

Mesmo que os procedimentos não o obrigassem a abandonar a carreira, o Fenerbahçe acabou suspendendo o pagamento dos salários do jogador. Este fato fez com que Washington deixasse os Canários Amarelos e começasse a procurar um novo clube para jogar no futebol brasileiro.

Com isso, o centroavante brasileiro encerrou a sua trajetória no futebol turco após 17 partidas oficiais. Enquanto esteve em campo, o atacante 10 marcou um total de 10 gols.


Após ficar um tempo treinando no Atlético Paranaense, Washington retomou a sua carreira em 2004, no Furacão. Nos anos subsequentes, jogou em clubes como Tokyo Verdy, Urawa Red Diamonds, Fluminense e São Paulo.

Em 2010, o 'Coração Valente' retornou ao Tricolor das Laranjeiras e permaneceu até 2011, ano no qual anunciou a sua aposentadoria.

A passagem do centroavante Washington pelo Corinthians

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Washington teve uma passagem sem muito brilho no Timão em 1981

Natural de Curitiba, o ex-atacante Washington César Santos, popularmente conhecido apenas como Washington, estaria completando 62 anos de idade nesta terça-feira, 3, se estivesse vivo. Em sua carreira de atleta profissional, o centroavante teve uma passagem sem muito brilho atuando no Corinthians, depois de ter construído uma bela trajetória em outros clubes.

Ainda antes de chegar ao clube Alvinegro do Parque São Jorge, o avançado estava no Galícia, clube baiano. Lá no Nordeste, surgiu bem, marcando cinco gols em 12 jogos disputados. O treinador do time paulista, Oswaldo Brandão, viu potencial no jogador, que tinha somente 21 anos de idade, e pediu a sua contratação.

Debutou com a camisa corintiana no dia 29 de abril de 1981, em um jogo do Campeonato Paulista daquele ano. Na ocasião, o Time do Povo empatou em 1 a 1 com a equipe do São José, no Pacaembu, com o centroavante começando a partida entre os titulares.

Depois desta apagada passagem pelo Corinthians, onde anotou apenas quatro tentos anotados em 17 partidas disputadas, segundo o site Meu Timão, Washington se transferiu para o Internacional. Porém, ficou famoso mesmo por ter feito dupla juntos com Assis, compondo o Casal 20, no Atlético Paranaense em 1982 e 1983, e também no Fluminense, entre 1983 e 1989.


Pendurou as chuteiras no ano de 1996. Veio a falecer no dia 25 de maio de 2014, em decorrência de uma esclerose lateral amiotrófica (ELA). Segundo relatos da família do ex-jogador, o respirador dele caiu no período da noite.

Washington, o Coração Valente, e sua passagem pelo Paraná Clube

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Washington, pelo Paraná Clube, em um clássico contra o Coritiba

Além de hoje ser o dia da mentira, também é aniversário de Washington, o "Coração Valente" e este fazia gols de verdade! O centroavante nasceu no dia 1º de abril de 1975, em Brasília, e hoje completa 47 anos. O jogador tem um alto número de gols e passou por muitas equipes importantes, mas ele começou a ter destaque pelo Paraná Clube entre 1999 e 2000.

O atacante já tinha rodado por alguns clubes, Caxias, Internacional e, inclusive a Ponte Preta, onde voltaria ainda em 2000 e faria sucessso e feito alguns gols até chegar em 1999 para o Paraná. Desde que chegou na equipe, ele já se transformou em titular e marcou seu primeiro gol no dia 13 de maio, em uma goleada por 4 a 0 sobre o Batel. O centroavante começou a virar referência no ataque do time Paranaense, com torcida e diretoria gostando dos jogos do atleta.

Na competição estadual marcou 8 gols e ajudou a equipe a chegar a grande decisão, mas não foi o suficiente para levar o título, acabou sendo vice-campeão. O Paraná brigava para não cair no Brasileirão, pois não tinha uma equipe forte, apenas Washington se destacava no time.

O jogador mesmo com as dificuldades de criação da equipe, conseguia se virar da melhor maneira no campo ofensivo. Era um centroavante que brigava com os zagueiros a todo momento, aquele famoso "chato'', que incomodava o tempo todo.

Às vezes tinha que se virar sozinho no campo de ataque e até conseguia algumas vezes, por isso chamava a atenção de alguns clubes. O Paraná não fez uma boa campanha, mas o coração valente marcou dez gols na reta final do Campeonato Brasileiro.

Mesmo com os gols, o jogador não conseguiu impedir o rebaixamento da equipe para a Série B. Com a queda do Paraná e o centroavante em destaque, o clube não tinha como segurar o jogador. A Ponte Preta chegou para contratar o coração valente, que já teve passagem pela equipe em 1998 por empréstimo.


Na Ponte Preta o jogador fez história e marcou muitos gols, se tornando um dos principais centroavantes do Brasil. As ótimas atuações chamaram a atenção de times da Europa e em 2002 foi contratado pelo Fenerbahçe, da Turquia, onde teve problemas cardíacos, mas voltou ao Brasil, fez tratamento e voltou a jogar.

Depois, ainda teve grandes passagens por Athletico Paranaense, batendo o recorde de gols em uma edição de Brasileiro, e Fluminense, além de passagens por Tokyo Verdy, Urawa Red Diamonds e São Paulo, encerrando a carreira em 2011 pelo Tricolor das Laranjeiras.

Washington, do Casal 20, no Santa Cruz

Foto: arquivo

Washington, pelo Santa Cruz, enfrentando Chico Monte Alegre, em 1993

Neste 3 de janeiro de 2021, o ex-centroavante Washington César Santos, o Washington Casal 20, estaria completando 61 anos se estivesse vivo. Famoso por ter feito dupla de ataque com Assis no Atlético Paranaense e Fluminense (e por isso o apelido), ele teve uma boa passagem pelo Santa Cruz, entre 1993 e 1994, que valeu título e artilharia.

Nascido em Valença, no litoral sul da Bahia, Washington começou no futebol defendendo o Galícia, onde se profissionalizou em 1980. Depois, teve passagens por Corinthians, Operário de Campo Grande, Internacional e Varzim até chegar no Atlético Paranaense, em 1982.

No Furacão, faz fama junto com o seu parceiro de ataque Assis e conquistaram o paranaense de 1982. Isto fez com que o Fluminense contratasse os dois jogadores. No Flu, foram mais títulos. Depois, Washington rodou o Brasil, defendendo Guarani, Botafogo, União São João, uma segunda passagem pelo Atlético Paranaense e Desportiva Ferroviária até chegar ao Santa Cruz, em 1993.

E Washington foi importantíssimo na Cobra Coral. Com 22 gols, ele foi artilheiro do Campeonato Pernambucano de 1993 e ajudou o Santa Cruz a conquistar o título estadual, que nos dois anos anteriores haviam ficado com o rival Sport. A final foi contra o Náutico.


Washington ainda jogaria novamente no Santa Cruz em 1994, mas sem o brilho da passagem anterior. O centroavante ainda defenderia Felgueiras, Galícia, Fortaleza e Foz do Iguaçu, onde encerrou a carreira em 1996, com 36 anos.

O ex-jogador passou a sofrer de uma grave doença degenerativa, a esclerose lateral amiotrófica (ELA), mesma doença que afetava o mais conhecido e famoso físico e cosmólogo da atualidade, Stephen Hawking. Em 25 de maio de 2014, em sua casa, em Curitiba, foi encontrado morto. Segundo a família do jogador, ele estava sem o respirador, que caiu durante a noite.

Os ídolos em comum de Fluminense e Athletico Paranaense

Com informações do Fluminense
Foto: arquivo Fluminense

Washington e Assis, o Casal 20, foram ídolos nos dois clubes

Segundo o Goole Maps, Fluminense e Athetico Paranaense estão a cerca de 850 quilômetros de distância um do outro, mas quando o assunto são ídolos, os dois clubes mostram grande aproximação. O casal 20, formado por Assis e Washington, e Washington, o Coração Valente, são adorados pelas duas torcidas e marcaram época nos dois times.

O Casal 20, uma das maiores duplas da história do Flu, chegou ao Tricolor em 1983. Os dois craques, que haviam passado pelo Athletico, permaneceram no Tricolor até 1987, conquistando três Campeonatos Cariocas (1983-1984-1985) e um Brasileiro (1984). Em 2015, tanto Washington quanto Assis, foram eternizados nas Laranjeiras e ganharam um busto na sede da Rua Álvaro Chaves.

Já Washington, o Coração Valente, teve duas passagens pelo Flu, em 2008 e 2010, e nas duas deixou a sua marca artilheira, como já havia deixado no clube paranaense entre 2004 e 2005, sendo que no primeiro ano foi o artilheiro do Campeonato Brasileiro.

Confrontos importantes - A primeira partida entre as duas equipes aconteceu no dia 30 de janeiro de 1935, onde o Fluminense saiu vencedor pelo placar de 4 a 0, em um amistoso realizado em Curitiba. Novamente, em uma partida amistosa realizada no dia 26 de janeiro de 1947, o Fluminense foi o campeão da Taça V.C Borba ao vencer o Furacão com uma goleada de 4 a 0. Os gols tricolores foram marcados por Careca (2 vezes), Juvenal e Orlando Pingo de Ouro. Em 1970, ao empatar com o Athletico por 1 a 1, fora de casa, com gol de Mickey, o Fluminense habilitou-se para o quadrangular decisivo do Campeonato Brasileiro, conquistado naquele ano.

Em 2007, os clubes enfrentaram-se em jogo válido pela Copa do Brasil, o Fluminense saiu com uma vitória de 1 a 0 sobre o Athletico-PR, em plena Arena da Baixada. O único gol da partida foi marcado por Adriano Magrão. Com o resultado, o Flu foi às semifinais, desclassificando o Brasiliense. O Tricolor foi campeão do torneio depois de bater o Figueirense por 1 a 0, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis.

Em 2008, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro, o Fluminense venceu o Athletico-PR pelo placar de 3 a 0, os gols foram marcados por Dodô, Conca e Somália. No returno, o Flu venceu por 3 a 1, de virada, na Arena da Baixada. O responsável pelo placar foi Washington, o coração valente, duas vezes em cobrança de penalidade, e uma de cabeça.

No dia 30 de junho de 2011, o Tricolor venceu o Athletico pelo placar de 3 a 1, com gols de Mariano e Ciro (duas vezes). A partida, que aconteceu no Estádio do Engenhão, era válida pelo primeiro turno do Campeonato Brasileiro, marcou a despedida de Darío Conca, vendido para o Guangzhou Evergrande, da China.


No dia 20 de abril de 2016, no Estádio Municipal de Juiz de Fora, os dois clubes decidiram a Copa da Primeira Liga. O Fluminense sagrou-se campeão da competição, ao vencer a final por 1 a 0, com o gol do título assinalado por Marcos Júnior. O time era formado por: Diego Cavalieri, Giovanni (Douglas), Gum, Henrique e Wellington Silva; Pierre, Cícero, Gerson (Edson) e Gustavo Scarpa; Osvaldo (Marcos Junior) e Magno Alves, tendo Levir Culpi como técnico.

Washington recorda as artilharias pela Ponte Preta em 2001

Com informações da FPF
Foto: Ernesto Rodrigues/Folhapress Digital

Washington fez 83 gols com a camisa da Ponte Preta

Referência no ataque pontepretano no início dos anos 2000, o atacante Washington foi um dos convidados da live Paulistão Em Casa, que repercutiu as boas campanhas do clube no período. Destaque em 2001, quando foi artilheiro do Paulistão e da Copa do Brasil, ele relembrou a temporada especial da equipe campineira.

"Em 2001, fui artilheiro da Copa do Brasil, chegando a Seleção Brasileira. Não tinha o que falar, o time era muito bom. O Ronaldão com a experiência que tinha, com tantos outros grandes jogadores. Era um time de muita qualidade, foi memorável", disse Washington, que defendeu o Brasil na Copa das Confederações.

Sétimo maior artilheiro da história da Ponte Preta, com 83 gols, Washington teve duas passagens pelo clube. A primeira, durante o Campeonato Paulista da Série A2 de 1998, e a segunda, entre 2000 e 2002, após passagem pelo Paraná.


Para ele, um dos diferenciais do time alvinegro era a força da equipe no estádio Moisés Lucarelli. "A mística, aquilo que envolve o Moisés Lucarelli com a torcida da Ponte Preta é uma coisa absurda. A torcida, quando abraça o time, acaba fortalecendo demais o grupo, então a Ponte se torna muito forte no Moisés Lucarelli", avaliou.

Além de Washington, a live que relembrou grandes campanhas da equipe de Campinas entre 1998 e 2002, foram chamados o meia Adrianinho e o zagueiro Ronaldão. Nesta época, a Ponte Preta foi vice da Série A2 do Paulista em 1999, semifinalista no Paulistão de 2001 e Copa do Brasil no mesmo ano, além de ter chegado ao mata-mata do Brasileirão em três anos consecutivos:1999, 2000 (Copa João Havelange) e 2001.

O primeiro gol de Washington pela Ponte Preta

Foto: divulgação Ponte Preta

Washington atuando pela Ponte Preta

O atacante Washington, sétimo maior artilheiro da história da Ponte Preta com 82 gols, balançava as redes vestindo a camisa do clube campineiro pela primeira vez na vitória, por 2 a 1, diante do Paulista pelo Campeonato Paulista da Série A2 de 1998, em um 15 de abril, mo Moisés Lucarelli, em Campinas.

Nascido em Brasília, capital federal, Washington começou a sua carreira nas categorias de base do Brasília. Ainda na base, mudou-se para Caxias, para defender o time local e após chamar a atenção, foi emprestado ao Internacional, em 1997. No ano seguinte, desembarcou pela primeira vez em solo paulista para a disputa do Campeonato Paulista da Série A2 de 1998.

Foi quando a sua trajetória de gols pela Ponte Preta teve início. No dia 15 de abril de 1998, o ex-centroavante marcou os dois gols da vitória pontepretana diante do Paulista, pela 19ª rodada do Campeonato Paulista da Série A2.


Naquela oportunidade, a Ponte Preta chegou até a fase decisiva do torneio estadual, mas apenas o União Barbarense, que somou 11 pontos, ficou com o acesso. América e Ponte Preta ficaram com nove pontos, enquanto o Noroeste somou quatro.

Na história - Após retornar ao Caxias e posteriormente Paraná, Washington voltou ao Moisés Lucarelli para marcar história com a camisa alvinegra. O jogador permaneceu por três temporadas -2000, 2001 e 2002- e alcançou a marca de 82 gols no total em 102 jogos, tornando-se o sétimo maior artilheiro da história do clube.

Washington também ostentava a marca de ser o maior goleador pontepretano no século -59 gols- mas na última temporada, o centroavante Roger ultrapassou tal marca. O “Coração Valente”, como também é conhecido, possui a impressionante média de 0,85 gol por jogo atuando no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, já que coleciona 55 tentos em 65 partidas.

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Regulamento da Série A2 de 1998 - Na primeira fase do Campeonato Paulista da Série A2 de 1998, os 16 times foram divididos em dois grupos com oito equipes. Os clubes do mesmo grupo jogavam entre si em turno e returno e contra os times da outra chave somente uma vez. 

As quatro melhores campanhas, independentemente da chave, se classificavam para a segunda fase e jogavam em turno e returno para definir o campeão e o clube que ascenderia à elite. Os quatro piores definiam o rebaixamento da mesma maneira.

Destaque da Copinha pelo Naça, Washington assina com equipe Austríaca

Por Deivid Silva / Nacional AC
Foto: divulgação Admira Wacker

Washington, de 18 anos, foi apresentado nesta semana

O Nacional continua sendo referência no que se diz em revelar talentos, após a Copinha deste ano mais um atleta despertou interesse de observadores no exterior e conseguiu um novo clube ao final da competição, trata-se do jovem Washington (18) que foi anunciado oficialmente pelo Admira Wacker-AUT time da primeira divisão austríaca.

O Atleta que além de disputar a copinha 2020 teve a chance de atuar na categoria SUB-20 em 2019 tendo atuado em 14 jogos e anotando 5 gols, já na equipe principal atuou em seis partidas todas em 2019. Primeiramente irá integrar a categoria SUB-20 do time Austríaco e deverá ter tempo de aclimatação ao país e ao futebol local.

O Nacional divulgou nota sobre a transferência do jogador e desejou todo o sucesso ao atleta e agradeceu pelo tempo que esteve no clube pelo seu empenho, caráter e competitividade como profissional.

Ficha do jogador

Nome: Washington de Oliveira Bispo
Nascimento: 07/ago/2001 - 18 anos
Posição: Lateral-Direito / Ponta Direita
Naturalidade: São Paulo/SP
Jogos pelo Nacional: 6 jogos oficiais
Jogos pela Base: 17 jogos e 6 gols

Admira Wacker - Fußballclub Admira Wacker Mödling é um clube de futebol localizado na cidade de Mödling, na Áustria. Tendo surgido em 17 de junho de 1905, na cidade de Viena (com o nome de Admira Vienna), acabou se estabelecendo em Mödling, após fusões com outros clubes.

O clube já conquistou o Campeonato Austríaco em nove oportunidades, sendo a última delas em 1966. Também conquistou seis vezes a Copa da Áustria, sendo a última também Sua casa é o Bundesstadion Südstadt, com capacidade para 10 mil espectadores.

As artilharias de Washington, o Coração Valente

Por Victor de Andrade


Um jogador conhecido por seus gols e superação. Washington Stecanela Cerqueira, ou simplesmente Washington, o Coração Valente, foi artilheiro por praticamente todos os times pelo qual passou e por passar por doenças sérias e ainda continuar atuando, como a diabetes, que descobriu em 1997, e problemas cardíacos, quando estava na Turquia, em 2002.

Nascido em 1º de abril de 1975, Washington começou no futebol nas categorias de base do Brasília, onde ficou até 1990. Com 15 anos, ele teve uma mudança brusca e foi parar no Rio Grande do Sul. A princípio, ele ia para o Juventude, mas foi parar no Caxias. No Bepe, o centroavante estreou profissionalmente em 1993 e começou a colecionar gols.

Na sua passagem pelo Caxias, que foi entre 1993 e 1999, marcando 66 gols em 130 jogos, ele chamou a atenção de alguns clubes, mesmo não conseguindo ser artilheiro máximo de alguma competição. Com isto, chegou a ser emprestado para Internacional, em 1997, Grêmio, em 1998, e  em sua primeira passagem pela Ponte Preta, também em 1998. Porém, em nenhuma delas houve grande destaque.

Artilheiro do Paulista e Copa do Brasil de 2001 pela Ponte Preta

Entre estas indas e vindas do Caxias, o jogador descobriu ser diabético em 1997, onde iniciou tratamento mas continuou atuando normalmente. Em 1999, ele foi para o Paraná Clube, teve boas atuações, marcando 20 gol em 30 jogos, e sendo negociado com a Ponte Preta no meio de 2000. Ali, Washington teria uma grande guinada na carreira.

Na Nêga Véia, o centroavante já foi importante no time que chegou ao mata-mata da Copa João Havelange, onde chegou a brigar pela artilharia da competição. Mas aí veio o ano de 2001 e Washington tornou-se um dos principais goleadores do futebol brasileiro. Ele foi artilheiro do Paulistão, com 16 gols, e da Copa do Brasil, com 12 gols.

Suas atuações o fizeram chegar à Seleção Brasileira. Estreou entrando no segundo tempo do empate em 1 a 1 contra o Peru, no Morumbi, em 25 de abril de 2001, pelas Eliminatórias da Copa de 2002, sendo convocado por Emerson Leão. Foi ainda para a Copa das Confederações, quando marcou gol na vitória contra Camarões, por 2 a 0. Antes, ele ainda chegou a marcar um tento no amistoso preparatório para a competição, contra o Verdy Tokio. Em 2002, já com Felipão no comando do escrete canarinho, fez alguns jogos nos amistosos preparatórios para o Mundial, mas ficou de fora da lista final.

Recordista de gols em uma única edição do Brasileirão pelo Furacão

Mesmo não tendo ido à Copa do Mundo, seus gols e convocações acabaram chamando a atenção do Fenerbahçe e, assim, ele foi parar na Turquia. Iniciou bem por lá, marcado 17 gols em 30 jogos, mas aconteceria algo que mudaria o destino do atleta no esporte.

Seis anos após o diagnóstico de diabetes, Washington tinha 27 anos e defendia o Fenerbahçe quando, durante treinamentos, passou a sentir ardência no peito. "Treinei dois dias sentindo uma queimação no peito. Sábado jogamos, fiz gol, mas a queimação continuava. Domingo descansamos; no treino de segunda ela voltou e na terça apareceu uma dor no braço", relatou o atacante. Washington realizou uma série de testes ergométricos que mostraram anomalias no batimento cardíaco e, imediatamente, o jogador foi submetido a uma cirurgia de angioplastia para desobstruir uma de suas artérias coronárias, que estava praticamente entupida de colesterol.

A cirurgia consistiu na implantação de um stent — uma minúscula válvula de aço cirúrgico — na artéria, para dilatá-la, fazendo o sangue voltar a circular. O fato de o atacante ter entrado em campo sentindo as dores no peito representou um risco à sua vida. Nas palavras do cardiologista argentino Constantino Costantini: "Ele correu um grande risco. Estava prestes a ter uma parada do músculo cardíaco". Em outras palavras, Washington estava à beira de sofrer um infarto.

Goleador máximo do Japonês de 2006 e do Mundial de Clubes de 2007

Desligou-se do Fenerbahçe e retornou para o Brasil, onde, em 2003, acertou com o Atlético-PR, mas exames médicos realizados antes da assinatura com o clube detectaram indícios de reobstrução da artéria. Washington foi submetido a nova intervenção cirúrgica, onde dois novos stents foram implantados, esses revestidos de rapamicina, substância que age contra a reobstrução das artérias.

Recuperado e sendo avaliado constantemente, inclusive tendo que mandar relatórios dos remédios que tomava para a Comissão Anti-dopagem, Washington estreou no Atlético Paranaense apenas em 2004, onde ganhou o apelido de Coração Valente e foi importantíssimo na campanha do Furacão no Brasileiro daquele ano, onde perdeu o título na última rodada. O centroavante foi o artilheiro da competição com 34 gols, até hoje o recordista em uma única edição.

Após o Brasileirão, o Coração Valente foi para o futebol japonês, defender o Urawa Red Diamond. Na terra do sol nascente, Washington também deixou a sua marca, sendo artilheiro do Campeonato Nipônico de 2006, com 26 gols, e do Mundial de Clubes de Fifa do ano seguinte, com três gols.

No Flu, foi artilheiro do Brasileirão de 2008

Washington voltaria ao futebol brasileiro em 2008, onde foi para o Fluminense, sendo vice-campeão da Libertadores. Mas seu faro de gol lhe daria outra artilharia: a do Campeonato Brasileiro daquele ano, dividindo a ponta com Kleber Pereira, do Santos, e Keirrison, do Palmeiras, com 21 gol.

Depois de uma passagem com altos e baixos pelo São Paulo, entre 2009 e 2010, Washington voltaria ao Flu para o Brasileirão de 2010, onde foi campeão brasileiro pelo clube. Ele chegou a se apresentar para a pré-temporada de 2011 no Tricolor, mas não houve acerto para a renovação do contrato e o Coração Valente resolveu pendurar as chuteiras.

Washington, em toda a sua carreira, fez 411 gols em 642 jogos, uma marca considerável, dando mais de um gol a cada duas partidas. Porém, seu legado no futebol brasileiro foi a de superação e provar que se pode sim dar a volta por cima.

Washington e Assis - O Casal 20 do Futebol Brasileiro

Por Lucas Paes

Washington e Assis marcaram época no Fluminense dos anos 80

O Fluminense é um dos times com mais história no futebol brasileiro, apesar do preconceito causado pelo envolvimento do clube em casos polêmicos extra-campo. Mas, nos anos 1980, muito antes disso, em uma década dominada no Brasil pelos cariocas, o Flu teve um dos maiores e mais charmosos ataques do futebol nacional: Washington e Assis. 

Com inícios de carreira diferentes, a dupla de Assis e Washington começou a ficar famosa no Atlético Paranaense. Mesmo tendo atuado juntos no Internacional, foi apenas no futebol paranaense que veio o sucesso. Em 1982, foram os principais responsáveis por levar o Furacão ao título paranaense e até a semifinal do Brasileirão, onde a derrota para o Flamengo foi vendida de forma cara.

No ano seguinte, o Fluminense teria interesse em levar apenas Washington. O Furacão aceitava apenas negociar a dupla e isto acabou sendo um dos maiores lucros da história do Fluminense. A dupla ficaria para sempre na memória do Tricolor Carioca.

No Atlético Paranaense chamaram a atenção

Se Washignton era um matador nato, Assis era o atacante de habilidade que completava a equação de maneira perfeita. Como a asa faz o avião, como a brasa faz a fogueira, Washignton fazia Assis e vice-versa. Fossem Claudinho e Buchecha tricolores, os dois talvez virassem verso de música.

Se Washington era o artilheiro, Assis começou a virar carrasco no ano de 1983. Diante do Flamengo, na decisão do Carioca, ele fez o gol do título. Mesmo o insucesso no Brasileiro não desuniu a dupla, que caia nas graças da torcida. O apelido de "Casal 20" viria devido ao seriado Hart by Hart, que no Brasil tinha justamente o nome que virou alcunha e sinônimo de medo para os adversários.

No ano seguinte, veio o título do Brasileirão. Com uma verdadeira constelação de craques, que tinha, além do Casal 20, Romerito, Tato, Ricardo Gomes e o treinador Parreira, o Tricolor das Laranjeiras foi espetacular e com grande campanha acabou campeão, numa decisão diante do Vasco de Dinamite. No segundo semestre, veio outra conquista estadual diante do Flamengo, com o "carrasco" Assis decidindo de novo e entrando para sempre nos piores pesadelos flamenguistas.

Os dois, no Maracanã, meses antes de falecerem

A magia da Máquina Tricolor não acabou ali. Em 1985, apesar de uma campanha apenas mediana no Brasileirão, a equipe acabou campeã carioca pela terceira vez seguida. Desta vez a conquista veio diante de um triangular final entre tricolores, rubro-negros e o Bangú, vice-campeão brasileiro. A vitória diante do time de Moça Bonita é alvo de uma das maiores polêmicas da história, já que Wright ignorou pênalti claro em Cláudio Adão no finalzinho do jogo. O empate daria o título ao Bangú. A Taça, porém, foi para as Laranjeiras mais uma vez.

Pelo Tricolor Carioca, Assis e Washignton fizeram 179 gols, somando o total de ambos. O "Carrasco" deixou o clube em 1987, enquanto o "Artilheiro" ficou até 1989. Anos em que dentro e fora de campo, ambos mostraram lealdade ao torcedor tricolor e ao clube. 

O sucesso do Casal 20 fez com que ambos chegassem a vestir a camisa da Seleção Brasileira. Washignton foi inclusive medalhista de ouro no Pan de 1987. Aquele time mágico do Fluzão teve muitos de seus atletas vestindo a amarelinha, além é claro de Romerito, destaque da Seleção Paraguaia.

Gols da dupla pelo Fluminense

O entrosamento do Casal 20 era tão forte que até suas mortes foram próximas, no ano de 2014. Em 25 de maio, Washignton sucumbiu as complicações da Esclerose Lateral Aminiótica, grave doença degenerativa. Cinco anos antes, Fluminense e Atlético Paranaense fizeram do confronto entre as duas equipes o Washignton Day, buscando ajudar o ídolo. Assis faleceu no dia 6 de Julho, devido à falência renal. A lenda ficará para sempre na memória de atleticanos e tricolores, privilegiados por verem a dupla no auge em seus clubes.

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