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A passagem curta de Riquelme pelo Barcelona

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Riquelme durante sua passagem pelo Barcelona

Juan Román Riquelme é um dos maiores ídolos da história do Boca Juniors e foi um meio-campista espetacular, tendo grandes temporadas e títulos importantíssimos. O jogador em grandes clubes na Europa, como o Barcelona, mas pelo time catalão não conseguiu desempenhar seu máximo. 

O jogador nasceu em San Fernando, em Buenos Aires, na Argentina, no dia 24 de junho de 1978, e começou a sua carreira na base do Argentino Juniors em 1992. Depois de três anos na categoria de base do clube, o meio-campista foi levado para o Boca Juniors em 1996. 

Riquelme ficou apenas uma temporada atuando na base do Boca, pois conseguiu impressionar a todos rapidamente e mostrou ter muito potencial. Rapidamente subiu para o profissional, mas nos primeiros anos acabou tendo um pouco de dificuldade com a adaptação. 

Porém, depois tornou-se a grande peça da equipe e ajudou o clube a conquistar muitos títulos importantes. As boas atuações renderam convocações para a Seleção Argentina, o deixou os clubes europeus cada vez mais interessados. 

Depois de algumas temporadas e títulos pelo Boca Juniors, a equipe não conseguiu segurar mais o atleta, até porque estava recebendo ótimas propostas. Em 2002, Riquelme se transferiu para o Barcelona, chegando com muitas expectativas ao clube espanhol. 


Porém, a equipe acabou não vivendo um bom momento na temporada e isso prejudicou muito a adaptação do meio-campista no futebol espanhol. Mesmo sem desempenhar o máximo, Riquelme foi titular praticamente em toda a temporada, mas não conseguiu ajudar muito. 

A diretoria não teve muita paciência com o Argentina e depois da temporada ruim da equipe em geral, que afetou muito no desempenho de Riquelme, acabou decidindo negociar o atleta com o Villarreal.

Pelo Barcelona foram 42 jogos e apenas 6 gols, e foi negociado com o Villarreal, onde conseguiu ser protagonista e levou o clube ao terceiro lugar inédito no Campeonato Espanhol.

As passagens de Iván de la Peña pelo Barcelona

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Iván de la Peña em ação pelo Barcelona

Iván de la Peña, conhecido simplesmente como de la Peña, foi um bom meio-campista espanhol, com passagens por grandes times das principais ligas da Europa. O jogador teve um começo de carreira muito bom, sendo destaque do Barcelona. 

O jogador nasceu em Santander, na Espanha, no dia 6 de maio de 1976, e começou a sua carreira na base do Racing Santander, time de sua cidade natal. 

Em 1991 foi levado a base do Barcelona, e começou a se desenvolver melhor. O meio-campista tinha muito talento, com um passe vertical e muita inteligência tática. 

Aos 17 anos, foi para o Barcelona B, onde poderia atuar no profissional e com times mais fraco tecnicamente, podendo se desenvolver cada vez mais. Com as boas atuações começou a chamar a atenção de todos e mostrava uma evolução a cada jogo. 

Após duas temporadas atuando no Barcelona B, o jogador foi para a equipe principal, em 1995. Rapidamente mostrou seu talento e a cada jogo ia ganhando mais minutos dentro de campo, e sendo sempre importante. As boas atuações o fizeram ganhar moral perante a todos, e começou a ser muito utilizado durante a temporada. 

Com um ótimo desempenho, foi destaque do Barcelona, e foi eleito a revelação da La Liga (1995-96). No ano seguinte manteve as boas atuações e ajudou o clube a conquistar o título da Supercopa da Espanha, da Recopa Europeia e a Copa da Espanha. 

A equipe estava em uma boa fase, e o jogador estava conseguindo se destacar, mas pela idade, ainda oscilava muito em alguns jogos.  Na temporada seguinte acabou perdendo um pouco de espaço, mas também foi importante na conquista da Supercopa Europeia e da La Liga.


Ao final da temporada, o meio-campista acabou sendo negociado com a Lazio, da Itália. Porém, na equipe não foi muito aproveitado, e acabou sendo emprestado rapidamente. 

Logo quando retornou novamente a Itália, o jogador foi novamente emprestado, dessa vez para o Barcelona. O meia chegou a Espanha em 2000, mas acabou atuando pouquíssimas vezes, não estando nas suas melhores fases. 

Ao final da temporada deixou o clube e retornou a Lazio, e essa foi a sua última passagem pelo Barcelona. Ao todo pelo time principal do Barcelona foram 117 jogos e 14 gols, além dos 5 títulos.

Scout do Barcelona visita o Primavera de Indaiatuba

Foto: divulgação

José Manuel Barila Garcia com Igor Dante

Em visita ao Brasil, onde acompanha a Copa São Paulo de Futebol Júniores de olho em novas promessas do futebol brasileiro, José Manuel Barila Garcia, scout do FC Barcelona, da Espanha, visitou o Esporte Clube Primavera SAF nesta terça-feira (09). Ele foi recepcionado pelo responsável pela SAF Igor Dante.

Barila Garcia, além de acompanhar parte dos preparativos da equipe, que estreia na próxima quarta-feira na Série A2 do Campeonato Paulista, diante da Portuguesa Santista, aproveitou a passagem pela cidade para conhecer a gestão administrativa do Primavera SAF, a nova estrutura e os planos do Fantasma para os próximos anos.

Acompanhado de Igor Dante, o Scout (olheiro) do clube catalão também percorreu as dependências do Estádio Ítalo Mário Limongi, quando teve a oportunidade de conhecer sua estrutura e as reformas e mudanças realizadas pela atual gestão, com o propósito de oferecer mais conforto e segurança para os torcedores.


Dante diz que receber um representante de um dos maiores times do mundo “é uma grande oportunidade de aprender um pouco mais sobre a gestão do clube espanhol, tanto na parte administrativa como na gerência de futebol e revelação de talentos, além de trocar experiências que possam ser absorvidas para melhor o Primavera SAF ainda mais nos próximos anos.”

Clement Lenglet está de saída do Barcelona


O Barcelona continua trabalhando arduamente no mercado de transferências - como afirma as notícias da Europa - com a esperança de fazer contratações sólidas e se livrar de jogadores periféricos que Xavi não precisa em seu elenco.

Um dos jogadores na lista de saída é Clement Lenglet, já que o Barça busca concluir sua saída, o que economizaria muito dinheiro para o clube - algo que agita o cenário das apostas esportivas, o que deixa torcedores ansiosos para apostar na equipe espanhola.

O objetivo era transferi-lo para o Al Nassr, com o clube da Arábia Saudita oferecendo um contrato de €12 milhões por ano.
Lenglet aguardando o Tottenham

No entanto, de acordo com o SPORT, Lenglet descartou a rota saudita, e sua recusa em se juntar ao Oriente Médio até agora obrigou o clube a procurar outras opções.

A postura inflexível de Lenglet faz o Barcelona temer que o francês priorize seu retorno ao Tottenham, após ter passado um ano emprestado lá, e esteja disposto a esperar que eles o chamem.

O problema para o Barça é que o clube inglês não considera pagar os €15 milhões pedidos por Lenglet.

De fato, o Tottenham não estaria disposto a pagar nada em taxa de transferência pelo defensor, embora quase atendendo aos seus salários atuais. Isso deixaria o Barça sem receita com a venda, embora eles se livrassem do salário dele.

Pau Barrena/AFP

É provável que a operação não seja descartada até os últimos dias do mercado, se essa abordagem for considerada e o Barça estiver pressionado pelo tempo.

Ao contrário de Sergino Dest, que o Barcelona também está tentando vender incansavelmente, o salário de Lenglet consome grande parte das finanças dos catalães.

Economizar através da redução do salário do francês permitiria ao clube registrar possíveis novas contratações, como os frequentemente mencionados João Cancelo, Ivan Fresneda e João Félix.

Lenglet recusou a opção de jogar na Arábia Saudita, uma mudança que poderia ter beneficiado muito o Barcelona, e resta saber como as coisas se desenrolarão nos próximos dias.

Gundogan é o mais novo grande nome da tentativa de reconstrução do Barcelona

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Barcelona

Gundogan apresentado pelo Barcelona 

O Barcelona viveu recentemente um dos momentos mais tensos e críticos de sua história. A administração caótica de José Bartomeu colocou o gigante catalão numa situação inacreditável financeira e organizacionalmente falando. O Barça quase fechou as portas devido a bizarra falta de cuidado financeiro de sua administração e ainda está tentando reconstruir o que já foi um dia no futebol mundial. Aos poucos, o tradicionalíssimo time espanhol tenta voltar ao padrão normal e Gungogan é mais um nome dessa tentativa de reconstrução.

O meia turco era há alguns anos o destaque de um Manchester City que ganhou tudo no futebol. Ele foi essencial na conquista da Liga dos Campeões na temporada passada e na anterior resgatou um time que ia inevitavelmente perder a Premier League na última rodada marcando os três gols da virada do City sobre o Aston Villa. Tinha ainda inclusive vaga no time de Guardiola, que certamente teria zero problema em mantê-lo na equipe, mas o jogador acabou optando por sair, buscando novos desafios. 

O Barça, este sim, tem um desafio imenso em suas mãos. Ao mesmo tempo em que vive um momento de tentar se reconstruir após quase acabar (e não, isso não é força de expressão), vê seu rival viver um de seus melhores momentos desde que simplesmente girou sua política de contratações em 360º, enchendo seu elenco de jovens peças promissoras que inevitavelmente criarão uma era de ouro na capital espanhola. O clube catalão não tem força para competir mais com o arquirrival a nível continental, apesar de ter conseguido o título da La Liga.


A reconstrução do Barça, a nível continental pelo menos, ainda demorará. Na Liga dos Campeões da última temporada, estava junto a Bayern e Pilzen no grupo que tinha a Inter, e, como inclusive foi cantado por este que vos escreve, foi eliminado. Ainda não é um time capaz de competir com a elite continental, da qual inclusive sua algoz faz parte, já que não seria nenhum absurdo caso a Inter tivesse terminado a temporada frustrando sonhos ingleses. 

Riquelme no Barcelona

Com informações do Lance!
Foto: arquivo

Riquelme teve uma passagem curta pelo Barcelona

Um dos argentinos mais icônicos da história recente do futebol, Juan Roman Riquelme, que completa 45 anos neste 24 de junho de 2023, teve uma passagem rápida e conturbada pelo Barcelona. Após ser contratado em 2002, depois de cinco boas temporadas pelo Boca Juniors, o meio-campista passou por alguns problemas desde a sua chegada. De treinadores a jogadores, o atleta não agradou o vestiário, apesar do bom futebol.

Assim que chegou com toda a pompa de ter sido o melhor jogador da América do Sul em 2001, a chegada de Riquelme não agradou Van Gaal, pois não foi um pedido do técnico holandês. Apesar de liderar a equipe na Liga dos Campeões, o argentino não era muito bem aproveitado no Campeonato Espanhol.

Após a troca no comando da equipe e a chegada de Radomir Antic, as primeiras palavras do técnico foram as de que o meio-campista seria chave na recuperação do Barcelona na temporada. Tudo ocorreu na apresentação do sérvio no vestiário diante do então presidente Joan Gaspart e de todos os jogadores.

Após a esperança em ser titular e ganhar espaço com a chegada de um novo comandante, alguns capitães blaugranas foram conversar com Antic e dizer que Riquelme, depois de uma derrota por 3 a 0 para o Sevilla em casa, se recusou a viajar para enfrentar o Mallorca, em que o Barça ganhou por 4 a 0 sem o argentino.


O técnico entendeu o recado do vestiário e pouco utilizou o meia que na temporada seguinte foi transferido para o Villarreal. Na outra equipe espanhola, o argentino recuperou o bom futebol, chegando a levar a equipe a uma semifinal de Champions League, ficando no Submarino Amarelo até 2007.

Os anos de Johan Cruijff no Barcelona

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Cruijff teve um grande vínculo com o Barça

Nesta terça-feira, dia 25, o lendário ex-jogador e treinador holandês Hendrik Johannes Cruyff, nascido em Amsterdam no ano de 1947, estaria completando 76 anos de idade se estivesse vivo. Reconhecido por ser eleito como o melhor futebolista europeu do século XX, um dos maiores jogadores da história do futebol e um grande revolucionário, o popular Johan Cruijff teve uma grande identificação com o Barcelona, já que trabalhou no clube catalão tanto dentro quanto fora das quatro linhas.

Revelado nas categorias de base do Ajax, mesmo clube onde se profissionalizou em 1964 e permaneceu até 1973, o meio campista chegou ao Barça por cinco milhões de florins, protagonizando a negociação mais cara do futebol na época. Num primeiro momento, este alto valor fez o governo espanhol desaprovar a transferência, mas ainda assim conseguiu ser levado por ter sido registrado oficialmente como uma peça de máquina de agricultura. Em campo, o atleta mostrou a veio: em sua primeira partida, balançou as redes duas vezes e reconduziu o time Culé a um título espanhol que acontecia há 14 temporadas, quando jogadores como Zoltán Czibor, László Kubala, Luis Suárez e Evaristo ainda atuavam no clube.

Durante a campanha, o Barcelona chegou a golear o Real Madrid por 5 a 0, em pleno Santiago Bernabéu, justamente oito dias após Cruijff se tornar pai de Jordi Cruijff. Naquela grande vitória, Cruijff fez um belíssimo gol, deu duas assistências para os dois últimos tentos e foi aplaudido pela torcida Merengue por sua excelente atuação.

Posteriormente, foi eleito melhor jogador do campeonato nacional e recebeu sua terceira Bola de Ouro pelo feito. Além disso, em 74, também ajudou a Seleção Holandesa a se classificar para uma Copa do Mundo, competição que os Países Baixos não disputavam o torneio desde a sua segunda participação, que havia sido em 1938. 

Na contrapartida deste primeiro ano memorável na Catalunha, os seguintes acabaram sendo bastante frustrantes para o atleta. Mesmo jogando junto com Johan Neeskens, ex-companheiro de Ajax e Seleção Holandesa, contratado depois do mundial de 1974, viu o Real Madrid se sagrar campeão espanhol em 1975, 1976 e 1978. Quando o Barça finalmente conseguiu terminar o campeonato nacional à frente dos Blancos, perdeu o título nacional para o Atlético de Madrid por apenas um ponto.

Fora a conquista do Campeonato Espanhol de 1974, a outra conquista de Cruijff pela agremiação Blaugrana aconteceu em 78, quando o Barça venceu a Copa do Rei. Neste mesmo ano, Johan não disputou o Mundial e deixou o clube Barcelonista após 183 partidas disputadas e 60 gols marcados, segundo o site ogol.com, após alegar estar cansado da violência  que havia no futebol espanhol.


Na sequência de sua carreira, Johan Cruijff ainda defendeu clubes como Los Angeles Aztecs, Washington Diplomats, Levante, voltou ao Washington Diplomats e ainda teve uma outra passagem pelo Ajax, onde começou o seu estrelato. Entretanto, encerrou a trajetória futebolística após jogar com as cores do Feyenoord, maior rival do Godenzonen, em 1984.

Depois de pendurar as chuteiras, o craque holandês se tornou treinador, comandou o Ajax entre de 86 até 88, ano em que assumiu o cargo técnico do Barça. À beira do campo, Jopie também fez história: conquistou uma Taça dos Clubes Vencedores de Taças (1988/89); uma Copa do Rei (1989/90); quatro Campeonatos Espanhóis (1990/91, 1991/92, 1992/93 e 1993/94); três Supercopas da Espanha (1991, 1992 e 1994); uma Liga dos Campeões da UEFA (1991/92) e uma Supercopa da UEFA (1992).

A passagem de Geovanni pelo Barcelona

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Geovanni teve uma passagem sem tanto brilho pelo Braça durante a carreira

Nascido em Acaiaca, o ex-atacante Geovanni Deiberson Maurício Gómez, popularmente conhecido apenas como Geovanni, está celebrando o seu 43º aniversário nesta quarta-feira, dia 11 de janeiro de 2023. Enquanto atleta, ele teve uma passagem sem muito brilho pelo Barcelona, depois de estourar atuando com a camisa do Cruzeiro, clube onde foi revelado e defendeu no fim dos Anos 90 e começo dos anos 2000.

Sua chegada ao Barça aconteceu graças a suas boas apresentações em Minas Gerais, onde começou defendendo a Raposa, foi emprestado ao América Mineiro e depois voltou ao Cabuloso, justamente para ajudar o time azul a conquistar títulos. Pouco depois da conquista do título da Copa Sul-Minas de 2001, custou um total de 21 milhões de dólares aos cofres do clube espanhol.

No velho continente, manteve o bom nível e a regularidade durante, mas por apenas uma temporada. Isso porque, na seguinte ele perdeu o seu espaço dentro da equipe e acabou sendo emprestado ao Benfica, que gostou do atleta e comprou seu passe para ficar com ele em definitivo.

Segundo o site ogol.com, Geovanni disputou um total de 43 partidas com a camisa barcelonista e balançou as redes adversárias em apenas três oportunidades de 2001 a 2003.


Depois dessa passagem sem tanto destaque pelo clube da Catalunha, Geovanni ainda defendeu o Benfica, teve um retorno frustrado para o Cruzeiro, Manchester City, Hull City, San Jose Earthquakes
Vitória e América Mineiro. Encerrou a sua carreira como jogador de futebol profissional em 2013, jogando no Bragantino.

Francesco Coco e sua passagem pelo Barcelona

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Francesco Coco defendeu o Barcelona na temporada 2001 / 2002

Francesco Coco nasceu em Paternò, na Itália , no dia 8 de janeiro de 1977, e se tornou um grande lateral-esquerdo. O jogador teve passagem por grandes times, conquistando títulos e sempre tendo grandes atuações, mas em certo período viveu altos e baixos. Uma dessas fases foi no espanhol Barcelona.

O jogador já começou sua carreira em um grande clube, que foi o Milan. Já estava no topo do futebol italiano, e todos viam no seu grande potencial, porém, no início acabou sofrendo um pouco com a falta de experiência. Aos 18 anos já estava atuando na equipe principal, mas ainda não tinha se tornado o dono da posição.

Depois de duas temporadas, entrando em várias partidas e mostrando que tinha talento, mas ainda faltava experiência, o Milan resolveu empresta-lo para uma equipe menor do país. Em 1997, foi para o Vicenza, um time de menor expressão é que brigava para não ser rebaixado.

O jogador fez bons jogos e logo na sequência já foi emprestado para o Torino, que era um clube mediano e já buscava coisas maiores na competição. O seu grande talento e as ótimas atuações, chamaram a atenção de times grandes de outros países.

Em 2001, depois de dois empréstimos para clubes medianos, o jogador foi novamente emprestado, mas, dessa vez, para atuar no Barcelona. O time espanhol estava em ascensão, contratando grandes nomes e montando um ótimo time para as disputadas da competição.

O jogador, assim que chegou, tomou conta da lateral-esquerda e não saiu mais do time titular. Já com mais experiência, conseguiu mostrar todo seu futebol e ajudou muito a equipe do Barcelona nas competições. Infelizmente, não conseguiu ganhar nenhum título, mas foi muito importante durante a temporada.


Os seus ótimos jogos e sua maturidade dentro de campo, fizeram com que o jogador fosse visado cada vez mais. Clubes do futebol italiano voltaram a olhar para o jogador, que também estava sendo convocado para as equipes de base de sua seleção.

Com o fim da temporada, o seu contrato com o Milan já estava acabando e o clube não queria mais emprestá-lo, apenas aceitava vender. O Barcelona acabou não oferecendo muito e, por isso, acabou não contratado o jogador, que acabou aceitando a proposta da Inter de Milão, outro grande clube do futebol mundial.

A passagem de Vitor Baía pelo Barcelona

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Vitor Baía esteve no Barça entre 1996 e 1999

O ex-goleiro português Vítor Manuel Martins Baía, popularmente conhecido apenas como Vitor Baía, está completando 53 anos de idade neste sábado, dia 15 de outubro. Enquanto esteve em atividade, o arqueiro luso chegou a ter uma passagem de três temporadas pelo FC Barcelona, um dos maiores clubes do futebol mundial.

Nascido em Vila Nova de Gaia, cidade localizada na Área Metropolitano do Porto, o guarda redes começou a jogar futebol no Académico de Leça, mas com apenas 13 anos, se transferiu para o FC Porto, clube onde atuou nas categorias de base e depois veio a se profissionalizar em 1988. Permaneceu nos Dragões até 96, quando do Campeonato Europeu de Seleções, conhecido hoje como Eurocopa, pela Seleção de Portugal. Suas boas atuações com os Imortais na competição acabaram lhe rendendo uma transferência para o Barcelona.

No clube da Catalunha, Vitor conseguiu ir bem debaixo das três traves ao longo da sua primeira temporada. Porém no mês de agosto de 97, o goleiro acabou sofrendo uma grave lesão e teve de ficar longe dos gramados por bastante tempo. O grande período fora de combate fez Baía perder a sua vaga no time titular para Ruud Hesp, que passou a ser o homem de confiança do treinador holandês Louis Van Gaal, para defender as balizas do Barça.

Retornou as atividades em janeiro de 1999, mas não conseguiu recuperar aquele espaço que teve no time titular como outrora. Segundo o site ogol.com, o goleiro português disputou um total de 54 partidas com a camisa do time catalão.


Isso fez com que Vitor Baía regressasse a sua terra natal para defender novamente o FC Porto no começo do ano, na tentativa de dar a volta por cima na sua carreira, algo que realmente aconteceu. Ficou atuando no time português até 2007, ano em que decidiu encerrar a sua carreira profissional.

Barcelona apostou alto na janela e qualquer erro em campo pode custar a sobrevivência do clube

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Barcelona

Raphinha agora atuará pelo Barça

O Barcelona surpreendeu o mundo do futebol recentemente com os anúncios quase sequenciais do ótimo atacante Raphinha, destaque do Leeds na Premier League e de Lewandowski, melhor camisa 9 do planeta. As duas transferências de jogadores badalados surpreendem pois a situação financeira do Barça não é exatamente a melhor possível neste momento. Afundado em dívidas, os catalães tem economizado o almoço pra pagar a janta. Portanto, com estes gastos maiores os Culés não poderão cometer erros em campo, ou o futuro do clube pode ser comprometido.

Conforme Marcelo Bechler descreveu em entrevista ao Podcast Podpah, disponível no Youtube, a situação do clube catalão é bizarra. O Barça comprometeu metade da sua licença de marketing e ainda comprometeu mais de 20 anos de receitas de televisão para que pudesse pagar a inscrição de jogadores. Os azulgranas cometeram erros em renovações de contrato que custaram caro e enforcaram os cofres do clube e tiveram de negociar alguns jogadores para inscreverem os nomes mais novos do time. 

Os nomes contratados pelo Barcelona nesta janela reforçarão muito bem o elenco a ser comandado por Xavi. "La Xavineta" terá em sua linha de frente a combinação do voraz, arisco e feroz Raphinha e do matador imperdoável Lewandowski, porém, ambos terão de jogar bem para que o sonho barcelonista de ter dois craques incríveis não vire um pesadelo que torne a situação do clube insustentável, o que pode se tornar caso continue errando. 

O comprometimento de gastos do Barcelona é no momento quase total. A equipe catalã, como é comum a gigantes, tem uma arrecadação assustadora, porém, diferente de outros gigantes, como Liverpool, Mamcheser United, Real Madrid e tantos outros, o Barça compromete quase 90 por cento do que ganha com gastos de futebol. Já se complicou em 2020, quando a torneira dos ganhos do Camp Nou fechou e tornou a situação do clube insustentável, em uma avalanche de tragédias administrativas que geraria, entre tantos outros problemas, o fim da passagem de Messi pelo clube. Sem parecer aprender a lição, comprometeu de novo muitas receitas.


A aposta alta do Barcelona fará com que o gigante espanhol tenha de responder em campo. Não se trata apenas de não poder ser eliminado da Liga dos Campeões na fase de grupos devido ao nome, mas sim devido a necessidade que o dinheiro vindo dos mata-matas entre no clube. É necessário que os Culés busquem La Liga. O Barça não poderá errar dentro de campo, pois uma simples eliminação muito cedo na maior competição de clubes da Europa pode literalmente comprometer o futuro e até a existência do Barça.

Prudente ou não, a atitude do Barcelona está tomada. Os Blaugranas apostaram alto, jogaram todas as suas fichas e deram praticamente um "All in" antes do início da temporada 2022/2023 e agora terão de justificar esse gasto, pois se a mesa não mostrar cartas que combinem com as lançadas pelo gigante da Espanha, talvez a nossa geração testemunhe não necessariamente o fim como deixar de existir, mas o fim como conhecemos de uma das maiores instituições do futebol.

O Barcelona está mais brasileiro no futebol feminino

Por Edson de Lima
Fotos: Acervos pessoais

As brasileiras do Barça

O Barcelona, atual tricampeão espanhol, movimentou o mercado de transferências no futebol feminino europeu. Trouxe a zagueira Laia Codina (ex- Milan da Itália), a lateral esquerda Nuria Rábano (ex- Real Sociedad), ambas espanholas e a lateral direita inglesa Lucy Bronze (ex- Manchester City).

Mas as atenções estão todas voltadas para o reforço trazido para comando do ataque blaugrana. Trata-se da brasileira Geyse Ferreira, proveniente do Madrid CFF e presença constante nas convocações da Seleção Brasileira sob o comando da técnica sueca Pia Sundhage.

A carreira de Geyse - Nascida em Maragogi no estado de Alagoas, sempre com um futebol que alia força, técnica e velocidade, Geyse destacou-se na UDA no ano de 2015. Já em 2016 chega ao Centro Olímpico de São Paulo, onde entremeou partidas das categorias adulto e de base.

Já em 2017, passa a defender o Audax Corinthians (vice-campeão brasileiro) daí parte para carreira internacional. No inicio da temporada 2017/2018, passa a defender o Madrid CFF da Espanha, passando posteriormente para o Benfica de Portugal na temporada 2018/2019, voltando ao Madrid CFF (2020) de onde chega agora para o Barça. No Madrid CFF foram 75 jogos e marcou 37 gols

Pelo Benfica de Portugal foram 39 jogos e inacreditáveis 59 gols marcados, 1 campeonato nacional da II divisão, 1 campeonato nacional da I divisão, 1 Taça de Portugal, 1 Taça da Liga e 1 Super Taça de Portugal. Números e conquistas marcantes nas duas temporada s que defendeu o clube português.

Elas triunfaram na Catalunha - Com a chegada de Geyse, a história de jogadoras brasileiras no século XXI tem prosseguimento. Desde Andressa Alves (meia atacante, que joga atualmente na Roma da Itália) que chegou na temporada 2016/2017 vinda do Montpellier da França e é a brasileira com mais partidas com a camisa azul e grená, foram 81 jogos e 29 gols.

Passando por Fabiana Simões (ala direita), atualmente jogando pelo S.C.Internacional de Porto Alegre, que esteve no Barcelona na temporada 2017/2018 (proveniente do Audax Corinthians) e atuou em 11 partidas marcando 1 gol.


Até a jovem atacante Giovana Queiroz, atualmente no Levante da Espanha e que pelo Barça fez parte do elenco principal nas temporadas 2019/2020 e 2020/2021 (vinda do Madrid CFF) atuando apenas em jogos amistosos, pré temporada e na base.

A alagoana Geyse tem pela frente não só um histórico favorável de suas colegas brasileiras que a antecederam no Barcelona, todas assim como ela, com participação na Seleção Brasileira em competições internacionais como os Jogos Olimpicos, entre outros.

Agora é Visca Barça!

Goleada sobre o Real Madrid expõe o renascimento do Barcelona com Xavi

Por Lucas Paes
Foto: Reuters

O Barça goleou no Bernabéu

Glorioso e forte nos últimos anos, o Barcelona viveu um assustador e lento processo de "morte". O time que dava show, que encantava o mundo com Guardiola, que assustava defesas com o trio MSN, se viu incapaz de bater de frente com equipes fortes e chegou nesta temporada sem perspectiva. Caiu na fase de grupos da Liga dos Campeões, estava fora do G4 da La Liga, parecia destinado a nada. Trocou de treinador, Koeman deu lugar a Xavi e o time foi se acertando, vencendo e renascendo. Neste domingo, dia 20 de março, deu a prova definitiva de seu renascimento, ao golear o Real Madrid por 4 a 0 dentro da casa Merengue.

O processo do fim das glórias do Barcelona foi assustador. Começou ainda na época do trio MSN, quando o time se mostrou incapaz de avançar na Liga dos Campeões após o título de 2014/2015. Teve seus capítulos mais tristes, porém, a partir de 2018. Primeiro, uma eliminação inacreditável para a Roma, depois a virada sofrida contra o Liverpool, culminando no desastroso 8 a 2 do Bayern. Messi, maior jogador da história do clube, saiu e a perspectiva era terrível para os azulgranas.

Depois de um início tão ruim com Koeman, a volta de Xavi ao clube, desta vez como técnico, pareceu uma solução desesperada. Poucos, porém, conseguem entender tão bem o que é o Barça como o histórico meia espanhol. Em pouco tempo, o antes visionário centrocampista mudou completamente o ambiente, potencializou os ótimos jovens do elenco, reforçou com jogadores pontuais os setores e fez com que os Culés jogassem um futebol que voltou a encantar o continente. Na Europa League, esse ponto se mostrou na trauletada sobre o Napoli em pleno San Paolo. Porém, nacionalmente, ainda faltava uma consagração.

É claro que alguém pode contextualizar que no clássico deste domingo, onde estranhamente o Real Madrid jogava de preto em casa e mais bizarramente ainda o Barça veio de amarelo e vermelho, os Merengues vinham sem Benzema, mas isso não tira o mérito da partidaça que fez o Barcelona no território inimigo. Os azulgranas, que não venciam um clássico desde 2019, quebraram a marca em grande estilo. 

Ancelotti errou, escalou muito mal o Real Madrid. O líder do campeonato deu espaços que os ótimos jovens do Barcelona aproveitaram e jogaram como gente grande. O experiente Aubameyang desfilou seu futebol sob o solo do Bernabéu como se fora Messi há alguns anos. Pedri, tão novo, parecia um craque experiente e jantava toda a meia cancha madridista, inoperante. Militão, Alaba e todo o setor defensivo do time da capital espanhola não conseguiam entender o passeio que sofriam dentro de casa. 

Faltava ao Barcelona uma atuação de gala desse estilo contra o maior rival. Quase todos os times históricos recentes azulgranas tiveram em algum momento um desfile humilhante diante do maior rival, muitos deles no Bernabéu. Quase todos eles tiveram em comum atuações magistrais de Messi. Neste domingo, o conjunto de Xavi provou que não só há vida sem o argentino como essa vida pode ser muito feliz para sua torcida. O resultado deixa, ainda que esta seja uma disputa mais difícil, o campeonato espanhol aberto. Dá para sonhar, ainda que a vantagem madridista seja imensa.


O mais importante do El Clássico desde domingo, porém, foi mostrar ao mundo que, ainda que talvez não ao nível do clube da elite que inclui Manchester City, Liverpool, Chelsea e Bayern, o Barcelona está renascendo. Toda a volta tem de ter seu primeiro passo e uma goleada sobre o maior rival dentro da casa dele é um passo enorme rumo a volta do Barça ao lugar que ocupou durante a maior parte deste milênio: o topo.

A passagem de Triguinho pelo Barcelona

 Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Triguinho junto a Emmanuel Petit no Barça

Lateral reconhecido pela brilhante careca e pelo apelido inusitado, Luciano da Silva, mais conhecido como Triguinho, foi um andarilho ao longo de sua carreira, atuando em diversos clubes e se destacando principalmente na passagem pelo São Caetano. Completando 43 anos neste dia 25 de fevereiro, o lateral paulista chegou a atuar pelo Barcelona, onde esteve mais tempo no time B.

Triguinho surgiu bem no Guaratinguetá no ano de 1999, demonstrando qualidade e bom futebol mesmo jogando em divisões inferiores do estado de São Paulo. Na época, o meia Rivaldo, craque do Barcelona, era um dos donos do Guaratinguetá, viu talento no lateral e acabou levando ele para atuar pela equipe B do Barça, no ano de 20001.

O lateral, porém, pouco conseguiu se firmar jogando pelo clube espanhol. A Catalunha se mostrou uma dificuldade muito grande, seja por aspectos técnicos ou adaptativos. Ele atuou em apenas uma partida pelos azulgranas, em um amistoso. Segundo contou em entrevista em 2007, porém, ele "aprendeu bastante" naquele período onde esteve na Espanha. 

Deixou o Barça para voltar ao Brasil e atuar pelo Figueirense, primeiro clube onde efetivamente atuou constantemente. Voltaria a atuar na Europa apenas em 2007, quando atuou pelo Anderlecht, da Bélgica. Fora esta passagem, fez sua carreira no Brasil e ficou marcado em 2009 pelo envolvimento no gol histórico de Ronaldo na Vila Belmiro na final do Paulistão, quando tomou um drible incrível do camisa 9 do Timão na época.

Triguinho pendurou as chuteiras em 2014, jogando o Paulistão da Segunda Divisão pelo Manthiqueira, da cidade de Guaratinguetá. Sua maior conquista na carreira foi a Série B de 2010 atuando pelo Coritiba. 

Há 10 anos, Barcelona goleava o Santos e provava que era mais que "isso tudo"

Com informações de ESPN e Lance!
Foto: arquivo

Jogadores do Barcelona comemoram enquanto os santistas ficam desolados

Um dos melhores Santos do atual século contra, talvez, o melhor Barcelona da história, ao menos o melhor da Era de Ouro comandada pelo técnico Pep Guardiola. No dia 18 de dezembro de 2011, o Peixe de Neymar perdia para o Barcelona de Messi por 4 a 0 e ficava com o vice-campeonato Mundial de Clubes.

Antes vai uma história. Após conquistar a Libertadores daquele ano, no Pacaembu, ao bater o Peñarol, a delegação do Santos desceu a serra e já na Vila Belmiro, na comemoração com os torcedores, o lateral-esquerdo Léo, um dos maiores ídolos da história do clube e o jogador com mais títulos com a camisa do Peixe, soltou a seguinte frase: "vamos ver se o Barcelona é isso tudo mesmo". No momento, a declaração já foi polêmica e, depois da final do mundial, acabou virando meme.

O Santos não conseguiu jogar e foi goleado pelo time espanhol. Anos mais tarde, em entrevista ao programa No Ar com Andre Henning, do Esporte Interativo, Léo lembrou da frase e disse não se arrepender do que disse. "O Barcelona era tudo isso mesmo, muito mais do que aquilo que eu falei. Eu tenho orgulho de falar que eu perdi para o maior Barcelona da história. O Santos fez tudo o que podia ser feito, mas pegou o melhor Barcelona de todos os tempos. Não tinha como ganhar", afirmou Léo.


Mudou o esquema - Depois de vencer o Kashiwa Reysol, na semifinal, Muricy decidiu mudar esquema. O treinador tirou Elano da equipe titular para a entrada do lateral-esquerdo Léo. O Santos jogou no esquema 3-5-2 para a decisão. A tática não funcionou.

"Que azar que eu dei, justo naquele dia! A gente tem que ver a realidade. Nós sabíamos que era muito difícil. Não estávamos enfrentando um time. Estava enfrentando uma seleção mundial. O Barcelona era brincadeira, tinha um baita treinador. Nosso time era jovem, o Neymar tinha 19 anos. Até para entrar em campo só faltou os nosso jogadores tirarem foto do Barcelona, só ficavam olhando os caras", lembrou Muricy, em entrevista ao blog do comentarista Caio Ribeiro.

Neymar jogou o Mundial acertado com o Barcelona - Neymar foi negociado pelo Santos com o Barcelona em 2013 em uma negociação bastante polêmica, que foi investigada pela Justiça Espanhola. Durante o processo, a Justiça descobriu que Neymar já tinha assinado um acordo com o Barcelona em 15 de novembro de 2011, pouco mais de um mês antes do confronto na decisão do Mundial de Clubes.


De acordo com a Justiça Espanhola, no dia 6 de dezembro de 2011, a empresa N&N (dos pais do jogador) recebeu um adiantamento de 10 milhões de Euros do Barcelona. Pelo acordo firmado, Neymar teria de devolver o valor caso optasse por defender outro clube.

O jogo - Os espanhóis iniciaram a partida em Yokohama, no Japão, pressionando muito. Com isso, não demorou para o placar ser inaugurado. Aos 16 minutos da primeira etapa, Messi saiu livre dentro da área após furada de Durval e tocou de cavadinha para marcar um golaço. Aos 23, Xavi recebeu na meia-lua e bateu colocado para ampliar.

Aos 44, ainda deu tempo de Fàbregas deixar a sua marca. Depois de boa defesa de Rafael em cabeçada à queima roupa de Thiago, a bola sobrou na medida para o meia, que só teve o trabalho de completar para a rede e sair para o abraço. Já aos 36 do segundo tempo, Messi foi acionado por Daniel Alves, driblou o goleiro e fechou a goleada. Assim, o Barcelona provou que era muito mais que aquilo tudo.

Fábio Rochemback e sua chegada ao Barcelona

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Fábio Rochemback chegou como grande promessa, mas não foi bem no Barça

Uma das grandes promessas da virada da década de 90 para os anos 2000 completa hoje 40 anos. O volante Fábio Rochemback, nascido em Soledade, Rio Grande do Sul, teve passagens por grandes clubes nacionais e internacionais. Logo no começo da carreira já chamou a atenção, e aos 20 anos foi contratado pelo Barcelona.

O atleta estreou no profissional em 1999 pelo Internacional, e chamou muita atenção com sua habilidade e a forma que batia falta, que lembra o estilo do lateral Roberto Carlos. No começo da temporada 2001-02, Fábio foi apresentado como jogador do Barcelona, onde iria atuar com grandes estrelas do futebol Mundial como o zagueiro Puyol, o atacante brasileiro Rivaldo, eleito melhor do mundo anos antes e que se consagrou campeão Mundial no ano seguinte.

O volante brasileiro chegou com destaque no clube catalão com passagem pela seleção brasileira, e foi contratado por 12 milhões de euros, um valor grande para época. Fabio vestiu a camisa 15 na temporada, e logo no primeiro ano de clube já atuou em partidas importantes pelo Barcelona.

Na primeira temporada o volante não ganhou nenhum título, mas ajudou a equipe a ficar em quarto colocado no Campeonato Espanhol, levou o Barcelona às semifinais da Champions League, mas também foi culpado pelo ruim desempenho do clube na Copa do Rey, onde foi eliminado na primeira fase.

Fabio teve uma temporada razoável, mas as coisas pioraram para o atleta brasileiro no próximo ano. O Barcelona foi ao mercado contratar jogadores e trouxe Saviola, Riquelme e Sorín, e com isso o volante começou a perder espaço. Ao longo dos meses foi deixado de lado pelo treinador e foi até treinar separado do grupo, e o desempenho do clube só piorou em comparação com o anterior.


O Barcelona já começou a pensar em usar o volante como moeda de troca e isso ocorreu na temporada 2003-04, onde foi por empréstimo jogar no Sporting de Portugal, e o Quaresma foi para a Espanha. Fábio saiu do clube catalão com 68 jogos disputados e 4 gols marcados.

Barcelona e seu primeiro título Espanhol

Fabio Rocha
Foto: arquivo

O time do Barcelona que conquistou o primeiro título espanhol do clube

Um dos maiores clubes do mundo completa hoje mais um ano de existência, o time catalão Futbol Club Barcelona. No dia 29 de novembro de 1899 se iniciava uma das mais lindas histórias de equipes, e que hoje está fazendo 122 anos de vida. Com uma grandeza enorme, o Barça conquistou muitos títulos de alta relevância, com espetaculares jogadores. O um dos títulos importantes, foi o seu primeiro título do Campeonato Espanhol

Na temporada 1928/1929, o time catalão que vivia uma fase ótima na década conquistou seu primeiro título Espanhol, que era disputado por dez clubes, os maiores da época. O Barcelona vivia uma década fantástica, com vários títulos e uma equipe vitoriosa, e finalmente conquistou um dos títulos mais importante do clube.

Disputando o título com seus principais rivais, como Real Madrid, Espanyol e Atlético de Madrid, o Barcelona teve um excelente campeonato e com pontos importantíssimos para a campanha vitoriosa. O time catalão não esteve na ponta da competição o tempo todo, pelo contrário, só assumiu a liderança no final.

O campeonato que era disputado por dez equipes, e com 18 rodadas, o Barcelona esteve apenas cinco rodadas na liderança, que foram as últimas. Seu grande rival Real Madrid, ficou na liderança por 11 rodadas, desde o início o clube ficou na ponta até a 11 rodada, quando perdeu a vantagem para o Espanyol.

O Barcelona assumiu a liderança só na 13a rodada, e permaneceu até o final, se tornando pela primeira vez campeão do Campeonato Espanhol. O clube que já estava vivendo uma década vitoriosa, mas isso era no futebol local, dos dez campeonatos catalão, o Barça venceu oito vezes, com um domínio enorme. E que conseguiu transformar esse domínio em um título Espanhol.


Além desse grande títulos, até o momento o o Barcelona já conquistou 26 a La Liga, 30 a Copa do Rey, 13 a Supercopa da Espanha, três a Copa Eva Duarte e duas Copas da Liga Espanhola. Com vários títulos nacionais e uma bagagem enorme, o clube tem vários títulos internacionais também, como cinco Champions League, também cinco títulos na Supercopa da UEFA e três Mundiais de Clube.

A passagem de César Menotti como treinador do Barcelona

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Menotti em sua passagem pelo Barça

Nesta sexta-feira, dia 5 de novembro de 2021, César Luis Menotti, mais conhecido apenas como César Menotti, está completando 82 anos de idade. Por isso hoje, iremos relembrar a passagem do ex-jogador e treinador pela equipe do Barcelona que foi vitoriosa.

Após defender clubes como Rosário Central, Racing Club, Boca Juniors, New York Generals, Santos e Juventus como jogador, o ex-atacante decidiu continuar trabalhando como futebol e se tornou treinador. Já em sua carreira de técnico, comandou equipes como Newell's Old Boys, Huracán e até a seleção da Argentina por oito anos. Logo que deixou o cargo da Albiceleste depois da Copa do Mundo de 1982, César foi a Catalunha em março do ano de 1983 e assumiu o comando do Barcelona, clube que tinha nada mais nada menos do que Maradona.

Mesmo tendo cortado Dieguito do Mundial de 1978, conquistado pela própria Argentina, El Flaco, comandou o craque da camisa 10 quatro anos depois e curiosamente chegaria à Espanha para agradar Maradona, que não estava satisfeito com Udo Lattek. Para muitos, o antecessor de Menotti no posto de treinador do Barça, não aproveitou ao máximo a boa equipe que tinha em mãos.

Sua proposta inicial era implantar um estilo de jogo que não deixasse espaços para a equipe adversária. Sua intenção também era pressionar o oponente contra as cordas, sufocando o tempo inteiro. Na temporada 1982-1983, César conseguiu conquistar seu primeiro título como treinador do time azul e grená após bater o Real Madrid na grande decisão da Copa del Rey graças a um gol de cabeça marcado por Marcos Alonso no apagar das luzes. Mais tarde, o Barça também conquistou a Copa da Liga em cima do mesmo clube Merengue no dia 4 de junho.

Já no seu último ano como treinador do Barcelona, Menotti tinha de tudo para ter sucesso e ganhar mais títulos, uma vez que ainda tinha em seu time, jogadores como El Diós e Schuster. A temporada começou com a conquista da Supercopa da Espanha diante do Athletic Bilbao, mas no decorrer do campeonato, Maradona se lesionou gravemente após sofrer um desarme bastante violento de Andoni Goikoetxea, que por alguma coincidência, havia machucado Don Bernardo lá em 1981-1982. Ao final do ano, César só conseguiu vencer aquela Supercopa espanhola e deixou o comando técnico do clube catalão.


Assim que saiu do Barça, ainda teve duas passagens como treinador do Boca Juniors e três pelo Independiente. Também esteve a frente de equipes como Atlético de Madrid, River Plate, Peñarol, a seleção mexicana, Independiente, Sampdoria, Rosário Central, Puebla e abandonou sua carreira de técnico de futebol após treinar o Estudiantes Tecos do México em 2007.

Barcelona oficializa que Messi não renovará com o clube

Com informações do FC Barcelona
Foto: Getty Images

Messi não renovará com o Barcelona

Uma das maiores relações da história do futebol aparentemente chegou de fato ao seu fim. Na tarde desta quinta, dia 5, o Barcelona anunciou que apesar de clube e Messi chegarem a um acordo, a renovação não ocorrerá por questões financeiras, a notícia foi dala pelo próprio clube em uma nota oficial publicada no site do Barça.

"Apesar de FC Barcelona e Lionel Messi terem chegado a um acordo e da clara intenção de ambas as partes de assinarem hoje um novo contrato, tal não pode acontecer devido a obstáculos financeiros e estruturais (regulamento da Liga Espanhola).

Por conta desta situação, Messi não se alojará no FC Barcelona. Ambas as partes lamentam profundamente que os desejos do jogador e do clube não sejam atendidos.

O FC Barcelona expressa de todo o coração a sua gratidão ao jogador pela sua contribuição para o engrandecimento do clube e deseja-lhe as maiores felicidades para o futuro na sua vida pessoal e profissional."


Sem contrato, Messi poderá assinar com qualquer clube do futebol mundial, bastando um acerto de salários e luvas. Por enquanto, Manchester City e PSG são citados como os principais destinos, mas mais notícias devem chegar nos próximos dias.

Polícia de Barcelona faz buscas no Camp Nou e Josep Bartomeu é preso

Foto: AFP

Policiais foram ao Camp Nou nesta segunda-feira

O mês de março começou agitado em Barcelona. A polícia local foi ao Camp Nou fazer buscas relacionadas ao caso "Barçagate.". Além de recolher documentos e provas, os oficiais da lei da cidade catalã também prenderam o ex-presidente do clube Josep Maria Bartomeu. O fato repercutiu inicialmente na imprensa europeia e depois pelo mundo

Segundo informou o Globo Esporte, uma equipe de agentes da "Mossos d'Esquadra" foi até a residência de Bartomeu - que renunciou ao cargo em outubro - e o levou detido, acusado de corrupção, lavagem de dinheiro e administração injusta. Também foram presos o atual CEO do Barça, Òscar Grau; o diretor jurídico, Román Gómez Pontí; e o ex-assessor presidencial Jaumes Masferrer. Outros diretores estariam isolados e incomunicáveis.

O Tribunal de Justiça catalão já havia emitido a ordem das buscas e apreensões na sede do clube, que ficou fechada pelos policiais na manhã desta segunda. Os funcionários do Barcelona tiveram de aguardar do lado de fora enquanto a polícia catalã fazia seu trabalho. Em comunicado oficial, o Barça ressaltou que colabora com as autoridades na investigação e garantiu que os documentos apreendidos fazem parte apenas dos serviços de monitoramento e atualização das redes sociais.

Entenda o caso Barçagate: O caso Barçagate surgiu de investigações da Rádio Cadena SER que levaram o escândalo ao público em fevereiro do ano passado. Segundo o jornalista Marcelo Bechler, correspondente do Esporte Interativo, explicou no Twitter: "o Barça contratou uma empresa pequena em termos de grandes contratos, a I3 Ventures, pagando um milhão de Euros para monitorar redes sociais. Os pagamentos foram fracionados em prestações de menos de 200 mil, para que não precisassem prestar contas para a diretoria. Essa empresa teria criado perfis falsos em redes sociais para atacar adversários políticos da diretoria - o que Bartomeu disse que foi feito por conta própria, além de jogadores como Messi e Pique". Ele completou ainda que o contrato foi rescindido assim que a denúncia saiu na rádio.

Segundo Marcelo ainda completou na postagem, as penas caso a condenação se confirme podem ser de 6 meses a quatro anos de prisão para cada um dos envolvidos. Espera-se que a pena seja maior no caso dos diretores culés, pois a soma de dinheiro é grande. Pelo menos esta é a visão de especialistas locais sobre a questão.


Não é a primeira vez que diretores do Barça se envolvem com problemas legais ou mesmo são presos. Anteriormente a Josep Maria Bartomeu. Sandro Rosell foi denunciado, investigado e preso por problemas na transferência de Neymar ao Barcelona envolvendo apropriação de fundos. Bartomeu foi eleito logo depois de sua saída. Na verdade, todos os presidentes barcelonistas pós-redemocratização da Espanha (1978) foram ou presos ou então acusados de algum crime, nem sempre envolvendo necessariamente a administração do clube.

Em meio a uma crise institucional que possivelmente é a maior de sua história, o Barcelona terá suas eleições no dia 7 de março deste ano, com votos por correio e algumas outras novidades visando evitar aglomerações. Os candidatos são Joan Laporta, que já foi presidente entre 2003 e 2010, Victor Fort e Toni Freixa.

O Curioso do Futebol

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