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Morre Andreas Brehme, autor do gol do título da Alemanha na Copa de 1990

Com informações do ge.globo
Foto: arquivo

Andreas Brehme e seu gol mais importante na carreira

Morreu nesta terça-feira o ex-jogador Andreas Brehme, campeão do mundo com a Alemanha em 1990. Aos 63 anos, o ex-lateral não resistiu a uma parada cardíaca, após ser internado às pressas em um hospital em Munique.

Brehme fez o gol do título da Alemanha na Copa do Mundo de 1990. Em cobrança de pênalti, foi o responsável pelo 1 a 0 sobre a Argentina na final. Canhoto, ele chutou com a perna direita, de forma a desconcentrar o goleiro Goycoechea, famoso na época pela capacidade de pegar pênaltis.

Ao todo, Brehme defendeu a seleção alemã em 86 jogos. Em 2020, ele leiloou a bola da Copa de 1990 para ajudar a Itália no combate à pandemia de coronavírus.

Lateral capaz de jogar pelos dois lados e também como zagueiro, Brehme começou a carreira no Kaiserslautern nos anos 1980, até chamar a atenção do Bayern de Munique, que o contratou em 1986.


Dois anos depois, Brehme foi para a Inter de Milão, num momento em que os clubes italianos começaram a investir em peso na contratação de estrangeiro. Ele formou um trio alemão na Inter ao lado do meia Matthaus e do atacante Klinsmann.

No fim da carreira, Brehme passou ainda por Zaragoza, da Espanha, e Kaiserslautern, onde se aposentou.

As passagens de Asprilla pelo Parma

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Asprilla fez sucesso no Parma FC na década de 90

O ex-atacante colombiano Faustino Hernán Asprilla Hinestroza, popularmente conhecido apenas como Faustino Asprilla, celebra o seu 54º aniversário nesta sexta-feira, dia 10 de outubro de 2023. Ao longo de sua carreira, o avançado colecionou duas passagens pelo Parma FC durante a década de 90.

A primeira, começou em 1992 e terminou três anos depois. Em meio a este período, ajudou os Ducali a conquistarem a Recopa Europeia na sua primeira temporada. Posteriormente, ainda participou das conquistas da Supercopa Europeia em 1993/94 e da Copa da UEFA em 1994/95. 

Em 1996, se transferiu para o Newcastle United, mas não conseguiu se adaptar ao futebol inglês. Com isso, Faustino voltou para o Parma em 1998, para a sua segunda trajetória, que durou apenas uma temporada, pelo clube italiano. Nesta sua última passagem por Parma, venceu a Supercopa da Itália, a Copa da UEFA e a Copa da Itália.


De acordo com o site ogol.com, Asprilla disputou 151 partidas com a camisa dos Crociati e marcou 43 gols pela equipe de Emília-Romanha.

Na sequência de sua carreira, o atacante colombiano ainda voltou para América do Sul, onde jogou em times como,Palmeiras, Fluminense, Atlante, Atlético Nacional, Universidad de Chile e pendurar as chuteiras após atuar pelo Estudiantes de La Plata.

Andreas Brehme e sua passagem pela Internazionale

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Brehme jogou na Inter por quatro temporadas

Andreas Brehme, ex-jogador alemão renomado no futebol , está comemorando o seu 63º ano de vida nesta quinta-feira, dia 9 de outubro de 2023. Ao longo de sua carreira, além de ser campeão mundial com a Seleção da Alemanha em 90 no mesmo período em que jogava na Itália, o jogador germânico teve uma boa trajetória com as cores da Internazionale entre 1988 e 1992.

Vindo de boa passagem pelo Bayern de Munique, Brehme não demorou muito para se adaptar ao estilo de jogo implantado Giovanni Trapattoni, atuando na função de falso lateral esquerdo. Já que os nerazzurri conquistaram o título da Serie A logo no seu primeiro ano de clube, tirando a Inter de uma fila de nove anos e ainda recebeu o Prêmio Guerin d’Oro, sendo considerado o melhor jogador da temporada da liga, através do jornal italiano Guerin Sportivo. Até os dias de hoje, nenhum outro atleta alemão conseguiu tal feito.

No começo de 1989-90, Brehme ajudou a Internazionale a vencer a Supercoppa diante da Sampdoria de Roberto Mancini e Gianluca Vialli. Logo após isso, ainda fez parte do time titular na campanha vexatória da Beneamata na Copa dos Campeões, quando acabou sendo eliminada logo na primeira fase pela modesta equipe do Malmö, time da Suécia. Por outro lado, este fracasso na competição continental foi recompensada com a conquista mais importante da carreira do atleta alemão. 

No Mundial de 90, sediada na Itália, a Seleção Alemã fazia uma campanha impecável, disputando a fase de grupos inteira em Milão, no Giuseppe Meazza, onde Brehme já conhecia. Na semifinal, Brehme fez o gol que decretou o empate com a Inglaterra e ainda converteu o o tiro penal na disputa, levando a seleção Alemanha a grande decisão e entrando para a história do futebol germânico.

Faltando um pouco mais de cinco minutos para o encerramento do duelo contra a Argentina, Rudi Völler sofreu pênalti do zagueiro Roberto Sensini e a responsabilidade da cobrança caiu sobre Brehme. O alemão foi para a cobrança com o pé direito, o preferido para bater penalidades, e conseguiu vencer Sergio Goycochea, que tinha a característica pegar pênaltis, dando o terceiro título à Seleção Alemã. Seu ótimo desempenho na entre 89 e 90 fez com que Andreas ficasse na terceira posição do prêmio Bola de Ouro, da revista France Football. Quem venceu a premiação foi seu compatriota: Lothar Matthäus.


Ainda depois do Mundial, Andy continuou colecionando troféus com o manto nerazzurri. Na temporada 1990-91, ajudou a Beneamata a vencer a antiga Copa Uefa, jogando junto com Klinsmann, que foi um dos principais nomes da Inter na conquista. Os jogadores alemães deixaram a Internazionale em 92, após uma temporada bem abaixo do esperado. Então, Brehme acabou se transferindo para o Zaragoza, da Espanha, onde jogou por apenas um ano, antes de acertar a sua volta ao Kaiserslautern.

De acordo com o site ogol.com, o alemão encerrou o seu vínculo com a equipe de Milão após disputar um total de 145 disputadas, 12 gols marcados e três títulos conquistados em quatro anos.

Maradona e sua passagem pelo Barcelona

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

El Díos não teve uma passagem muito boa pelo Barça

A lenda argentina Diego Armando Maradona Franco, conhecido somente como Diego Maradona estaria celebrando o seu 63º aniversário nesta segunda-feira, dia 30 de outubro de 2023. Ao longo de sua carreira profissional, o meia atacante albiceleste, que veio a se tornar o maior ídolo Napoli entre os Anos 80 e 90, teve uma passagem de duas temporadas pelo Barcelona.

Na época de sua chegada a Catalunha, já era considerado um messias, já que o Barça vivia já não comemorava títulos desde o fim da década de 50. Depois de 60, só conseguiu conquistar o Campeonato Espanhol de 74. Além disso, apenas assistia o Real Madrid se distanciar cada vez mais no ranking de campeões e ainda começava a ver o Atlético de Madrid encostar, com um título a menos. 

O clube catalão fez de tudo para que o craque ficasse à vontade, contratando assessores e funcionários para ficarem junto do camisa 10. Entretanto, tal estratégia acabou não dando bons resultados, uma vez que Dieguito se fechou em seu círculo de convivências e demorou a se adaptar ao futebol espanhol.

Logo na sua primeira temporada, ele já teve um grande problema: sofreu de hepatite em dezembro de 82, e ficou afastado dos gramados por três meses. A equipe blaugrana terminaram o campeonato local na quarta colocação e viu o título de 1982/83 ficar com o Athletic Bilbao. Entretanto, teve a oportunidade de disputar a decisão da Copa do Rei contra o Real Madrid. Marcou gol nos dois jogos da final e terminou a partida sendo aplaudido de pé pela torcida Merengue após a vitória pelo placar de 2 a 1, dentro do Santiago Bernabéu. Na ida, o time da Catalunha empatou em 2 a 2, sendo que estava vencendo por 2 a 0, mas cedeu o empate.

Mal começou o seu segundo ano e, num jogo diante do Athletic, Maradona levou uma entrada desleal de Andoni Goikoetxea e acabou fraturando o tornozelo esquerdo. A recuperação do astro levou 106 dias para voltar a jogar. Em seu retorno, levou o Barcelona na briga pelo espanhol. Porém, por um ponto, o título acabou ficando com o Athletic. Ambas as equipes decidiram também a Copa do Rei, e em mais um novo dia desastroso diante do time basco, que ganhou por 1 a 0, fez o craque surtar. Nervoso, ele provocou uma briga generalizada entre os jogadores em campo.

Por conta desta confusão, o craque, que já não tinha uma relação muito boa com a diretoria do Barcelona, foi 'descartado' ao receber uma suspensão de três meses como punição. Além disso, os dirigentes culés aceitaram uma proposta do pequeno Napoli. Completamente desgostoso com a falta de esforço do clube em defendê-lo nos julgamentos dos tribunais, Maradona acertou sua ida para o clube italiano, e encerrou um vínculo de dois anos de muitos altos e baixos em Barcelona.


Em sua autobiografia, Yo Soy Diego, o camisa 10 afirmou que o presidente Josep Lluís Núñez tinha inveja de sua popularidade e foi o principal responsável por deixar o Braça. No mesmo livro, Maradona também listou uma coleção de diversos fatores que não permitiram que ele fosse ter sucesso na Catalunha, desde a hepatite e as graves lesões até preferir Madrid. Segundo ele, foi na Catalunha que o craque começou a usar drogas. Optou por aceitar a oferta do Napoli pois estava mal financeiramente, chegando até a doar a casa que tinha no território catalão para conseguir quitar suas dívidas.

Careca e sua grande passagem pelo Napoli

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Careca quando defendeu o Napoli

Antônio de Oliveira Filho, mais conhecido como Careca, foi um dos grandes atacantes do século XX, tendo passagens por times gigantescos e conquistando diversos títulos. O jogador foi importante por onde passou, e conseguiu ganhar a idolatria em alguns clubes, e um deles foi no Napoli. 

O atacante nasceu em Araraquara, interior de São Paulo, no dia 5 de outubro de 1960, e começou a sua carreira na base da equipe de sua cidade natal. O apelido de careca veio ainda quando era criança, pois costumava cantar músicas do palhaço Carequinha. 

O apelido pegou nas categorias de base e permaneceu no restante de sua carreira. Careca mostrava muito potencial, e começou a chamar a atenção de grandes clubes do estado de São Paulo, e acabou sendo contratado pelo Guarani em 1978, quando deu início a sua carreira no profissional. 

Mesmo jovem, o jogador foi aos poucos conquistando sua vaga na equipe titular, mostrando todo seu talento e faro de gol. Em seu primeiro ano conquistou o Campeonato Brasileiro, e Careca marcou o gol do título, e conseguiu se firmar como titular da equipe. 

O jogador contava com uma grande velocidade e habilidade, e isso impressionou a todos, o colocando como um dos principais jogadores jovens do país. Em 1979, alguns clubes já começaram a ficar de olho no atleta, inclusive do futebol europeu, mas ninguém conseguiu sua contratação. 

O jogador permaneceu no Guarani até 1982, pois quando se recuperou da sua lesão, que acabou o tirando da Copa do Mundo, o São Paulo contratou o atacante para substituir Serginho Chulapa. 

Pelo tricolor paulista, Careca construiu uma linda história, conseguindo ainda mais se firmar, saindo de uma promessa para se tornar uma grande realidade, fazendo parte já da Seleção Brasileira. Careca, conquistou mais títulos em sua carreira, e mais um título do Campeonato Brasileiro, além do Campeonato Paulista e Taça dos Campeões Estaduais Rio- São Paulo.

Careca ficou durante quatro temporadas no clube, e deixou a equipe em 1987, pois foi contratado pelo Napoli, da Itália. O clube que já havia tentando a sua contratação em 1979, conseguiu finalmente contar com o atacante em seu plantel, para fazer dupla com o argentino Maradona.

Logo em sua estreia já marcou o seu primeiro gol, e foi na partida de fase de grupos da Coppa Itália, contra o Modena. Carena ganhou a posição rapidamente, pois chegou para ser titular na equipe, com toda sua habilidade, velocidade e o faro de gol impressionante. 

Mas em sua primeira temporada, a equipe não viveu uma boa fase e acabou não conquistando nem um título. Era um período de adaptação para o atacante, que estava vivendo pela primeira vez fora do Brasil, e mesmo assim conseguiu marcar 13 gols. 

Já na temporada seguinte (1989-90), tudo mudou, e o Napoli voltou a conquistar títulos. A equipe conquistou a Copa da UEFA, e Careca marcou um gol na final, sendo muito importante para a conquista do clube, mas pelo campeonato nacional, o time acabou ficando na segunda colocação. 


Em 1990, o Napoli voltou a conquistar o scudetto com o Napoli, e foi a última temporada de Maradona pelo clube, pois acabou tomando uma suspensão de seis meses por ser pego no exame antidoping. A conquista foi muito importante para o clube, e Careca teve uma participação fundamental durante a campanha, fazendo gols extremamente importantes. 

Porém, após essa temporada, Careca não conseguiu conquistar mais títulos pelo clube italiano,e acabou deixando a equipe em 1993. Pela equipe italiano, o jogador marcou 95 gols, e na época se tornou o 9° maior artilheiro de todos os tempos do clube. 

Carena esteve presente em 221 partidas pelo clube, e foi atuar no Kashiwa Reysol, do Japão, em 1994.

Márcio Rossini e sua passagem pelo Bangu

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Márcio Rossini em seus tempos de Bangu

Márcio Antônio Rossini, conhecido somente como Márcio Rossini, teve uma boa carreira como zagueiro, passando por diversos clubes grandes do futebol brasileiro. O jogador se destacou e chegou a seleção, mas no seu auge foi para o Bangu, que surpreendeu muita gente na época. 

O zagueiro nasceu em Marília, em São Paulo, no dia 20 de setembro de 1960, e sua carreira no futebol começou a deslanchar aos 15 anos, quando chegou para as categorias de base do Marília. Não demorou muito para subir para o profissional, e conseguir se destacar na equipe. 

Aos 18 anos subiu para o profissional, em 1978, e já chegou como capitão, uma grande moral no clube. O zagueiro era muito forte fisicamente, sendo muito inteligente no seu posicionamento, ganhando a maioria das disputas contra os atacantes. 

Depois de dois anos no profissional, o jogador foi contratado pelo Santos, por 3,5 milhões de cruzeiros. Em 1980 chegou na equipe santista, mas demorou para se firmar no clube, ficando a primeira temporada no banco de reservas, mas no ano seguinte começou a ganhar seu espaço. 

Depois de tornar-se titular, o jogador conseguiu se destacar, chamando a atenção de todos, e começou a ser convocado para a seleção brasileira. Rossini estava começando a viver seu auge no Peixe, sendo titular absoluto do clube, conquistando o título do Campeonato Paulista de 1984. 

Mas após cinco anos no Santos, acabou tomando uma decisão que chocou a todos na época. Rossini decidiu deixar a equipe e foi contratado pelo Bangu, que tinha feito uma boa temporada em 1985, sendo vice-campeão estadual e nacional. 

Mas todos entendiam que seria uma regressão em sua carreira, mas o zagueiro aceitou a proposta e foi para o Bangu. Em 1986, a equipe carioca, dirigida por Castor de Andrade, investiu bastante e contratou nomes como Neto, Mauro Galvão, Paulinho Criciúma e Rissini, além de manter boa parte do elenco da temporada anterior. 


Pela equipe carioca, o jogador acabou ficando sem brigar por grandes títulos e acabou adquirindo a fama de zagueiro violento, dando entradas muito fortes e sendo expulso algumas vezes. 

Acabou pegando mal essa sua fama, e o jogador acabou levando o apelido de “Márcio, o malvado”. Antes de ser contratado, em 1985, em um jogo entre Bangu e Flamengo, Zico sofreu uma entrada desleal, que quase o tirou da Copa do Mundo de 1986, e muitos falam que foi o Rossini, mas ele ainda não estava na equipe, e o autor da jogada na verdade foi o Marcio Nunes.

Rossini não conquistou nenhum título no Bangu, ficou por três temporadas no clube, atuando em 183 jogos. Em 1989, acabou se transferindo para o Flamengo, onde ficou pouquíssimo tempo e logo retornou ao Santos.

A passagem de Romerito pelo Olímpia

Por Lucas Paes 
Foto: Juha Tamminem

Romerito atuando no Olímpia

Completando 63 anos neste dia 28 de agosto, o ex-meia paraguaio Júlio Cesar Romero, conhecido como Romerito, é um dos maiores ídolos da história do Fluminense em todos os tempos, mas não vestiu apenas a camisa do Tricolor das Laranjeiras durante sua carreira. O paraguaio tem os dois pés no vindouro confronto das quartas de final da Libertadores, já que nos anos 1990, quando já era um pouco mais experiente, passou também pelo Olímpia.

Romerito chegou ao Decano no início dos anos 1990, já experiente, para jogar no clube durante a temporada de 1992. Na época, chegava para um Olímpia que deixava um dos momentos mais incríveis de sua história, quando inclusive acabou ganhando sua segunda Copa Libertadores em 1990. Na época, o Olímpia tentava se manter no topo tanto no país quanto no continente sul-americano.

Romerito, já com alguma idade, não conseguiu ser para o Olímpia tão importante quanto havia sido para o Fluminense anos antes. Fez parte do time que conquistou a Copa República em 1992, o que acabou ajudando o Decano a conquistar uma vaga na Libertadores do ano seguinte. No campeonato nacional, caiu nas semifinais, depois de perder para o Cerro Porteño, que seria campeão em cima do Libertad. 


Também fez parte da equipe que levou o Olímpia as finais da Copa Conmebol de 1992, ainda que não atuasse na decisão diante do Atlético Mineiro, que terminou inclusive com a conquista do Galo. Acabou não marcando tanto época no Rey de Copas, terminando então por ser negociado com o Sportivo Luqueño, que aliás foi o clube onde Romerito havia começado a carreira no ano de 1977. 

Com a camisa do Decano, Romerito atuou, segundo números da Wikipedia, em 24 jogos, marcando totais 9 gols. O ex-meia paraguaio esteve em atividade no futebol até 1998, quando pendurou as chuteiras justamente no Sportivo Luqueño, no ano de 1998, já aos 38 anos de idade. 

Um "outro" Fritz Walter - A história de um ídolo do Stuttgart

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

O "outro" Fritz Walter 

O nome de Fritz Walter traz a mente um dos maiores jogadores da história do futebol alemão em todos os tempos, destaque do time campeão da Copa do Mundo de 1954. Porém, o nome não é exatamente incomum dentro do país e é também o de batismo de outro grande jogador que acabou não tendo grandes sucessos na seleção, apesar de uma medalha olímpica, mas foi ídolo de um dos times conhecidos do país, o Stuttgart. O ex-atleta está completando seus 63 anos neste dia 21 de julho.

Fritz começou sua carreira no modesto Waldhof Mannheim, da cidade de Mannheim, que fica no interior da Alemanha. A equipe porém, na época, variava entre a primeira e a segunda divisão da Alemanha e nela Walter já mostrou sua veia artilheira marcando gols e sendo o vice-artilheiro da equipe no acesso para a Bundesliga em 1982/1983, que terminou inclusive com título da segunda divisão. 

Ficou no seu clube de origem até a temporada 1986/1987, quando marcou 23 gols na Bundesliga e acabou por chamar a atenção do Suttgart, que o adquiriu. Foi inclusive medalha de bronze nas Olímpiadas de 1988 na sua primeira temporada no Stuttgart. Nas temporadas seguintes, se converteria num dos grandes ídolos do clube. Fez parte do time vice-campeão da Copa da UEFA na temporada 1988/1989. Mas, seu grande ano viria na temporada 1991/1992. 

Naquele biênio, o Stuttgart fez grande campanha e conquistou seu quarto título do campeonato alemão. Walter viveu um grande ano, foi artilheiro do campeonato e principal destaque da equipe na conquista da competição. Ainda assim, acabou não convocado a seleção. Permaneceu no clube até 1993/1994, quando foi negociado com o Arminia Bielefeld, onde inclusive fez parte de um time que ascendeu em três temporadas da terceira até a primeira divisão.


O último clube da carreira de Fritz foi o SSV Ulm, por onde jogou pouco em duas temporadas antes de pendurar as chuteiras. É o terceiro maior artilheiro da história do Stuttgart com 123 gols marcados em 241 jogos pelo clube, sendo um grande ídolo do clube. Bom artilheiro, fez mais de 220 gols durante sua trajetória profissional. 

Há 63 anos o Bahia fazia o primeiro jogo de um time brasileiro na Libertadores

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Bahia foi derrotado por 3 a 0

A principal competição internacional da América do Sul é a Libertadores, certame em que todos os clubes lutam para estar e ganhar. Atualmente, os times brasileiros estão tendo uma supremacia, mas tudo começou no dia 20 de abril de 1960, o dia que a primeira equipe do Brasil a atuar.

Em 1960 a competição estava estreando, com um outro nome e até mesmo um formato diferente. O torneio se chamava Copa dos Campeões da América, que imitava os moldes das Copas dos Campeões da Europa, que era mata-mata, e sistema de chaves de quartas, semi e finais.

Lembrando que só atuando na competição os atuais campeões nacionais, e foi por isso que o Bahia foi a primeira equipe brasileira no torneio. O time baiano teve uma grande temporada de 1959 e foi campeão nacional, ganhando a vaga.

Na época era tudo uma novidade, e as equipes não sabiam o que esperar da competição, que se tornou o principal torneio no continente. Porém, o Bahia não teve tanta sorte em seu primeiro jogo no campeonato e acabou se complicando na Libertadores.

O Bahia enfrentou o San Lorenzo no grupo, que era mata-mata, onde os dois atuavam duas vezes, com o mando de cada e quem somasse mais pontos levava, mas se empatasse nos critérios, teria mais um jogo para o desempate. A primeira partida aconteceu na Argentina, o Bahia viajou para atuar fora de casa, e não conseguiu ter um grande desempenho, pelo contrário, passou um sufoco e teve um resultado péssimo.


A equipe acabou sendo derrotada por 3 a 0 e se complicou muito na competição, não foi a estreia que todos esperavam, mas ainda tinha chance para recuperação na partida de volta. Duas semanas depois, as equipes voltaram a se enfrentar pelo jogo de volta, onde o Bahia precisava fazer o mesmo placar para ter mais um jogo ou por 4 gols de diferença para passar no saldo.

Porém, o time até fez um bom jogo, mas não foi o suficiente para conseguir a classificação. O Bahia venceu por 3 a 2, e não conseguiu passar para a próxima fase, sendo eliminado no primeiro confronto, não foi uma estreia que todos queriam.

Jorginho Putinatti - Ídolo do Palmeiras mesmo sem ganhar títulos

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Jorginho foi ídolo no período de 'vacas magras' do Verdão

O Palmeiras tem uma história gigantesca, com diversos ídolos, e o aniversariante do dia é um desses ídolos. Jorge Antônio Putinatti nasceu no dia 23 de agosto de 1959, em Marília, São Paulo, e se tornou um bom jogador, principalmente em sua passagem pelo verdão.

O ex-ponta-direita, começou sua carreira jogando pela equipe da sua cidade, o MAC, e lá conseguiu ganhar as Taças da Favela de 1959, sendo o protagonista da sua equipe. Logo após a competição, Jorginho recebeu algumas propostas de times grandes da capital.

Ainda no primeiro semestre, o atacante foi contratado pelo Palmeiras, um dos maiores times do país. Porém, a equipe não estava vivendo uma boa fase, sem conseguir ganhar títulos, e isso gerava uma pressão gigantesca em todos os jogadores, até os mais jovens.

O atacante era uma grande promessa, chegou no clube com 19 anos apenas, mas se tornava aos poucos um jogador fundamental para a equipe. Jorginho era um jogador com uma raça impressionante, além de uma grande velocidade, o que chamou muito a atenção da torcida alviverde.

Aos poucos a torcida foi gostando cada vez mais do jogador e acabou se tornando ídolo do clube. Mas a má fase acabava prejudicando essa idolatria, pois a cobrança era muito grande. Além da velocidade, o jogador tinha uma batida na bola muito boa, cruzava todas as bolas paradas, pois conseguia colocar a bola na cabeça dos seus companheiros com certa tranquilidade. Quase toda bola parada que o jogador cobrava acabava gerando gol para o verdão.

Entretanto, toda a idolatria tem um nível de cobrança muito grande, pois todos sabiam que ele podia ser mais protagonista, mas não conseguia decidir nenhum título para a equipe. Jorginho acabou sendo apelidado como “Pé frio” por uma parte da torcida, após o time perder a final do Paulista de 1986 para a Inter de Limeira.

O jogador teve uma grande trajetória pelo clube, com números impressionantes, mas não conseguiu levantar nenhum título, o que acabou o prejudicando para entrar mais ainda na história do clube. Um dos principais lances que Jorginho participou no Palmeiras, foi a cobrança de escanteio que acabou batendo no Árbitro José de Assis de Aragão e entrou para o fundo das redes. Esse lance viraliza até os dias atuais, pois o verdão contou com a sorte e a ajuda do juizão, mas tudo graças a uma boa batida de escanteio do atacante.


O Palmeiras é apelidado como Porco e, Juninho, teve muito a ver com essa situação. O atacante foi capa da Revista Placar, posando com um Porco, e após isso a torcida começou a aceitar o apelido que dura até os dias atuais.

O atacante ficou no Palmeiras até 1987, pois naquele ano Roberto Pasqua, estava tentando se reeleger a presidente do Corinthians, e por conta disso acabou trazendo um jogadores como uma jogada de bastidores. Jorginho deixou o verdão com 369 jogos, 158 vitórias e 95 gols.

Morre no Rio de Janeiro repórter Luiz Ribeiro, marcante na Rádio Tupi

Com informações da Super Rádio Tupi e Agência Futebol Interior
Foto: divulgação Super Rádio Tupi

Luiz Ribeiro estava com 63 anos

Morreu neste sábado (12), aos 63 anos, o jornalista Luiz Ribeiro. Nascido e criado no Alto da Boa Vista, na Zona Norte da Capital Fluminense, Luiz Antônio Ribeiro da Silva começou a carreira no rádio, cobrindo grandes partidas de futebol, passou pela televisão e retornou ao dial carioca. Ele lutava contra um câncer e estava internado no Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio.

A partir dos anos 1970, Luiz Ribeiro fazia a cobertura diária dos principais times do Rio de Janeiro e era um dos destaques entre os repórteres de campo, tendo trabalhado nas Rádios Nacional, Tribuna da Imprensa e TV Record, até chegar a Rádio Tupi (FM 96,5).

Na Super Rádio Tupi, Luiz Ribeiro foi apresentador do ‘Giro Esportivo’, programa ‘Bola em Jogo’ e depois passou a comandar o ‘Programa Luiz Ribeiro’. Na cobertura política, comandou o programa ‘Radar Tupi’, com notícias do Rio de Janeiro e do Brasil.

No departamento de esportes, atuou como repórter de campo e participou de transmissões de grandes competições. Atualmente, na Rádio Tupi do Rio de Janeiro, Luiz Ribeiro apresentava programas jornalísticos e chegou a apresentar desfiles de escolas de samba.


A notícia do falecimento do comunicador foi passada pela família. O velório do jornalista será nesta segunda-feira (14), à partir das 11h, no Crematório e Cemitério da Penitência, no Caju, Zona Portuária do Rio. Luiz Ribeiro deixa dois filhos, netos e esposa.

Os 63 anos do Estádio Jayme Cintra, a 'casa' do Paulista de Jundiaí

Por Natanael Oliveira / FPF
Foto: divulgação

O Estádio Jayme Cintra foi inaugurado em 30 de maio de 1957

Há 63 anos, era inaugurado um dos estádios mais tradicionais do futebol paulista, além de ser ponto marcante de Jundiaí: o estádio Jayme Cintra. Das suas arquibancadas, os torcedores viram diversas conquistas e boas campanhas da equipe, desde o título da Copa do Brasil de 2005 até históricas partidas na única participação do clube do interior na Copa Libertadores, em 2006.

Inaugurado no dia 30 de maio de 1957, a primeira partida no estádio foi marcante. Enfrentando o Palmeiras em uma partida amistosa, os mandantes saíram vitoriosos por um placar de 3 a 1 – além disso, Belmiro, jogador do Paulista, foi responsável pelo primeiro gol no novo campo.

Origem - Fundado em 1909, o Paulista anteriormente tinha sua casa no coração da cidade de Jundiaí: o estádio da Vila Leme, localizado no centro. Ainda vivendo a fase do futebol amador, o clube tricolor se tornou o principal time de futebol da cidade, batendo de frente diversas vezes com as principais equipes do futebol paulista.

No final da década de 40, o antigo estádio ficou pequeno para o tamanho que o Paulista estava adquirindo no cenário estadual. Até que em 1952, os dirigentes da equipe resolveram construir um novo campo para abrigar o clube de Jundiaí.

Ainda nos anos 40, o nome do estádio já estava certo. O campo foi batizado em homenagem à Jayme Pinheiro de Ulhôa Cintra, um dos principais torcedores do Paulista. Ex-presidente da antiga e extinta Companhia Paulista de Estradas de Ferro (cujo funcionários fundaram o clube), o engenheiro foi peça-chave no crescimento da equipe, auxiliando na construção do estádio.


Grandes jogos e campanhas - Assim como o clube, consequentemente o estádio Jayme Cintra presenciou momentos históricos e marcantes na história do Paulista. Foi em suas arquibancadas que a torcida tricolor presenciou a vitória do time em cima do Fluminense por 2 a 0, abrindo caminho para a conquista da Copa do Brasil de 2005.

O estádio também abrigou um dos maiores jogos da história do clube: a vitória por 2 a 1 em cima do gigante argentino River Plate, em partida válida pela quarta rodada da fase de grupos da Copa Libertadores de 2006. Também no Jayme Cintra que a torcida testemunhou as campanhas vencedoras do Campeonato Brasileiro da Série C de 2001, além do bicampeão das Copas Paulistas de 2010 e 2011.
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