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Jorginho, o 'Cantinflas', e seu início de carreira na Portuguesa

Foto: arquivo

Jorginho, ao lado de Roberto Dinamite, defendendo a Lusa em 1989

No dia 22 de março de 1965, nascia na cidade de São Paulo uma das principais revelações da Lusa nos anos 1980 e que também fez sucesso como treinador: o meia Jorginho.

O craque deu os primeiros passos no futebol nas categorias de base da Portuguesa, ganhando projeção ao lado de Edu Marangon na Copa São Paulo de Futebol Jr. em 1983.

Chegou ao time profissional no ano seguinte, promovido pelo técnico José Poy. Fez parte do elenco vice-campeão paulista em 1985, substituindo Toquinho em vários jogos.

Jorginho assumiu a titularidade absoluta em 1987, quando formou um dos melhores ataques da história da Portuguesa ao lado de Lê e Catatau. Tornou-se um dos xodós da torcida.

O meia ficou famoso pelo apelido de “Cantinflas” pela semelhança com um comediante mexicano de mesmo nome. “Sobrancelha” também acompanhou o jogador.

Em 1990, transferiu-se para o Palmeiras e depois passou por Santo André, Paysandu, Coritiba, Juventude, Paulista, Atlético-MG, Santos, Paraná, Fluminense, Rio Branco e Avaí.


Vestindo a camisa rubro-verde, Jorginho disputou 265 partidas oficiais e conquistou nada menos que 106 vitórias. Foram 29 gols marcados durante a passagem, entre 1984 e 1990.

Jorginho retornou ao Canindé em 2011 como treinador e comandou a “BarceLusa”, que conquistou o título da Série B do Brasileirão com uma das melhores campanhas da história.

Jorginho deixa comando de clube da Tailândia mesmo sem perder um único jogo

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação / Buriram United

Jorginho dirigindo o Buriram United

O experiente técnico Jorginho terá que buscar um novo clube para trabalhar, mesmo depois de uma passagem sem uma única derrota pelo futebol tailandês. O brasileiro deixou o comando do Buriram United após rescindir seu contrato em comum acordo com o clube.

Ao todo foram nove jogos, com uma série invicta de sete vitórias e dois empates que culminou no título tailandês e na classificação da equipe para a semifinal da Copa da Liga da Tailândia, da qual acabou não participando. Apesar da curta experiência no Buriram, Jorginho diz ter aprovado o tempo que passou no clube.

“Foi maravilhoso ser treinador do Buriram nesse tempo que estive aqui. Fico muito feliz pelo título que conquistamos, saio de forma invicta, com 17 gols marcados e apenas cinco gols sofridos nesses nove jogos, sendo um deles pela Copa da Liga. Entramos num acordo para rescindir o contrato simplesmente por termos formas completamente diferentes de pensar e de lidar com o futebol. Agradeço a todo grupo de trabalho, comissão técnica e demais profissionais do staff, aos jogadores, que foram fantásticos, à cidade e à torcida, que só me apoiou nesse período”, comentou Jorginho.


Jorginho começou no futebol como lateral-direito no America e vestiu a camisa de gigantes como Flamengo, Bayern de Munique, São Paulo, Vasco, Fluminense e Boca Juniors, onde encerrou a carreira como atleta.

Como técnico, registra uma longa lista de clubes que comandou, incluindo Goiás, Figueirense, Flamengo, Ponte Preta, Bahia, Atlético Goianiense e três passagens pelo Vasco, último time que treinou antes de se aventurar no futebol tailandês.

Juventus anuncia a saída do treinador Jorginho

Com informações do Juventus
Foto: Ale Vianna / CA Juventus

Jorginho deixou o Juventus nesta quinta-feira

O Departamento de Futebol Profissional do Juventus anunciou a saída do técnico Jorginho, de seu auxiliar Wellington Santos de Oliveira (Biro) e do preparador Alexandro Jackson Santana, nesta quinta-feira (01/02). A decisão foi tomada após reunião entre o treinador e a diretoria, que optaram por encerrar o trabalho em comum acordo.

Ao longo de quase um ano, nos 21 jogos no comando da equipe juventina, Jorginho obteve 07 vitórias, 07 derrotas e 07 empates. "O Juventus agradece aos profissionais pelo trabalho e pela dedicação demonstrada durante todo o período em que defenderam as cores grená e branco", disse a nota publicada pelo clube.

"Conversei com o presidente do clube e achamos que era a hora de eu sair. O time é bom, acredito nisso. Acredito que os jogadores vão dar a volta por cima na competição. Agradeço ao Juventus e aos torcedores pela oportunidade", disse Jorginho.


Para a próxima partida pelo Paulistão A2, contra o Capivariano, Marcel Barbosa assume o Moleque Travesso como técnico interino. O jogo está marcado para o próximo sábado, dia 3 de fevereiro, às 15 horas, na Arena Capivari.

Sport anuncia saída do meia Jorginho para o CRB

Com informações do Terra
Foto: Raphael Vieira / FPF

Meia foi para o CRB

O Sport emitiu uma nota nesta segunda-feira divulgando a saída do meia Jorginho do time. O jogador acertou com o CRB, de Alagoas, após manifestar desejo de deixar o clube pernambucano.

"O Sport Club do Recife oficializa a saída do meia Jorginho para o CRB. Reforçando a transparência com a sua torcida, o Clube informa que chegou em um acordo com as partes envolvidas para sua compensação financeira em razão da não assinatura da prorrogação automática do atleta, que manifestou o desejo de deixar o Recife", escreveu o clube.

Jorginho foi contratado pelo Sport no início de 2023. Ao longo da temporada, disputou 54 partidas com a camisa do time rubro-negro, e anotou 13 gols e nove assistências.


Além da saída do meia, o time pernambucano também anunciou a contratação do jovem Samuel Pires, que pertencia ao CRB. O contrato do atleta é válido até janeiro de 2027, e o clube acertou a compra de 50% dos seus direitos econômicos e federativos.

O jogador de 16 anos, jovem promessa alagoana, integrará o elenco sub-20 do Sport após a disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior.

Após derrota na Copa Paulista, Jorginho diz que jogadores "não entenderam o que é o Juventus"

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: Alê Vianna / CA Juventus

Jorginho não gostou da atuação do Moleque Travesso

Após a derrota por 2 a 0 no jogo de ida para o XV de Piracicaba, o técnico Jorginho ressaltou pontos positivos do Juventus em campo. Mesmo com um a menos desde os 30 minutos do primeiro tempo, o treinador comemorou o fato do time voltar mais atacante na segunda etapa da partida e garantiu que o Moleque Travesso ainda está vivo na Copa Paulista.

Segundo Jorginho, o grande público de quase três mil torcedores que compareceram na Rua Javari neste fim de semana não é a média da torcida do Juventus, o que pode ter afetado o time em campo. “Foi tudo novidade, os meninos não entenderam o que é o Juventus ainda, porque é natural, ninguém esperava esse público e talvez ficou um pouco de insegurança”, disse o técnico.

O atacante Daniel Dias foi expulso aos 30 minutos do primeiro tempo após levar o segundo cartão amarelo por agarrar jogador adversário. O fato não foi tão decisivo, pois segundo o técnico o time conseguiu jogar mesmo com um a menos.

“O que me deixou feliz foi porque mesmo com um homem a menos nós conseguimos jogar no segundo tempo, coisa que não aconteceu no primeiro tempo com a igualdade de jogadores em campo. Conseguimos envolver o adversário, chegar até próximo o gol com algumas bolas, mas nenhuma no gol”, explicou Jorginho.


Acreditar - Na volta, o Juventus encara o XV de Piracicaba nesta sexta-feira, dia 15, às 20 horas, no Estádio Barão de Serra Negra, em Piracicaba. Para Jorginho, o Moleque Travesso ainda tem chance de classificação.

“Eu acredito ainda que estamos na disputa e vamos lutar para que na volta as coisas melhorem e nós possamos fazer o nosso jogo e conseguir vencer”, afirmou o treinador. Para se classificar sem complicação, o Juventus precisa vencer com a diferença de três gols. Em caso de vitória por dois gols, a decisão irá para os pênaltis.

Jorginho comemora mais uma vitória do Juventus na Copa Paulista

Foto: Ale Vianna / C.A Juventus

Equipe do treinado Jorginho encaminhou sua classificação para a sequência da Copa Paulista

Na manhã deste domingo (27 de agosto), o Juventus recebeu o Oeste na Rua Javari, pela 9ª rodada da Copa Paulista. O treinador Jorginho comandou a equipe em mais uma vitória, que encaminhou a classificação da equipe para a sequência da competição. 

Ele falou sobre o jogo e o importante resultado. "Fizemos um jogo sólido, em uma manhã fria, com o estádio cheio nos apoiando. Fomos bem e precisamos seguir assim para garantirmos nossa vaga. Estamos no caminho certo", disse o treinador.

Com o resultado, o Juventus está na segunda colocação do Grupo 2 da Copa Paulista, com 16 pontos conquistados. Classificam para a próxima fase do certame os dois primeiros colocados de cada grupo mais os dois melhores terceiros. São três chaves nesta primeira fase.


O último jogo do Juventus na primeira fase da Copa Paulista de 2023 acontece no próximo domingo, dia 3 de setembro, às 10 horas, diante da Ponte Preta, no Estádio Moisés Lucarelli em Campinas. Uma vitória garante a classificação do Moleque Travesso sem depener de outros resultados.

A passagem de Jorginho pelo Flamengo

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Jorginho ficou no Flamengo entre 1984 e 1989

Um dos maiores laterais da história do futebol brasileiro completa 59 anos hoje. Jorginho, que teve uma carreira maravilhosa como jogador, passando por diversos clubes grandes nacionais e internacionais, conquistando títulos importantes, e construindo momentos belíssimos, assim como aconteceu no Flamengo.

Jorge de Amorim Campos, mais conhecido como Jorginho, nasceu no Rio de Janeiro, no dia 17 de agosto de 1964, e construiu uma belíssima história no futebol brasileiro. A sua carreira começou cedo, com apenas 14 anos já chamava a atenção com suas atuações na base do America do Rio de Janeiro. 

O jogador foi revelado pela equipe carioca em 1983, quando estreou no profissional do clube. Jorginho era um lateral muito habilidoso e ofensivo, o que não era muito comum para época, pois os atletas da posição eram mais defensivos, mas Jorginho era diferente. 

Com apenas um ano no profissional, quando fez uma ótima temporada pelo America, atuando em 38 jogos e marcando um gol, chamou a atenção de grandes clubes do país, que buscaram a contratação do atleta. 

Em 1984, Jorginho aceitou a proposta do Flamengo, mas tinha uma concorrência gigantesca, pois o titular da posição era Leandro, um dos maiores jogadores da história do clube. O lateral teria dificuldade para se tornar titular, mas com todo seu potencial ganhou a posição. 

Leandro acabou tendo uma grave artrose nos joelhos, por causa disso resolveu atuar como zagueiro central, deixando a vaga aberta para Jorginho. Ainda muito jovem, o jogador não sentiu a pressão, e entrou muito bem, se tornando o titular absoluto da posição. 

A cada momento, o jogador melhorava, ganhava mais experiências e suas atuações só evoluíam. O jogador encantava atuando, era muito habilidoso, sempre gerando perigo pelo lado direito do campo, sendo uma válvula de escape da equipe Rubro-Negra. 


O jogador ficou alguns anos no clube, conquistando alguns troféus, mas os títulos mais importantes foram o Campeonato Carioca de 1986 e a Copa União em 1987. O lateral acabou saindo do clube em 1989, quando foi atuar pelo Bayer Leverkusen, da Alemanha. 

Jorginho marcou a história do clube, fazendo 247 jogos, 141 vitórias, 58 empates e 48 derrotas, com oito gols.

Treinador Jorginho assume o Juventus para a sequência do Paulistão A2

Foto: arquivo

Jorginho assume no lugar de Ito Roque

Na tarde desta quarta-feira, dia 22, a diretoria do Juventus anunciou a contratação de Jorge Luís da Silva, mais conhecido como Jorginho Cantinflas e de seu auxiliar Wellington Santos de Oliveira (Biro) para a sequência do Paulistão A2 2023.

Jorginho, que assume no lugar de Ito Roque, comandou as equipes do Nacional-SP, Palmeiras-SP, Ponte Preta-SP, Portuguesa de Desportos-SP, Atlético Paranaense–PR, Bahia-BA, Náutico-PE, Vitória-BA, Chapecoense-SC, Atlético Goianiense-GO, Água Santa-SP, Juventus de Jaraguá-SC, Figueirense-SC e Marcilio Dias–SC.

No Palmeiras, em 2009, o treinador, assumiu como interino e deixou o comando na equipe liderando o Brasileirão. À frente da Portuguesa, Jorginho fez brilhante campanha na Série B de 2011, sagrando-se campeão Brasileiro. Em 2021, conquistou a Copa Santa Catarina, com o Figueirense.


O novo técnico juventino já comanda o treino da de quarta-feira tarde na Javari e no próximo sábado, dia 25, dirige o Moleque Travesso, na Rua Javari, em São Paulo, diante da Portuguesa Santista, às 11 horas, pela 12ª rodada do Paulista A2.

Jorginho Putinatti - Ídolo do Palmeiras mesmo sem ganhar títulos

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Jorginho foi ídolo no período de 'vacas magras' do Verdão

O Palmeiras tem uma história gigantesca, com diversos ídolos, e o aniversariante do dia é um desses ídolos. Jorge Antônio Putinatti nasceu no dia 23 de agosto de 1959, em Marília, São Paulo, e se tornou um bom jogador, principalmente em sua passagem pelo verdão.

O ex-ponta-direita, começou sua carreira jogando pela equipe da sua cidade, o MAC, e lá conseguiu ganhar as Taças da Favela de 1959, sendo o protagonista da sua equipe. Logo após a competição, Jorginho recebeu algumas propostas de times grandes da capital.

Ainda no primeiro semestre, o atacante foi contratado pelo Palmeiras, um dos maiores times do país. Porém, a equipe não estava vivendo uma boa fase, sem conseguir ganhar títulos, e isso gerava uma pressão gigantesca em todos os jogadores, até os mais jovens.

O atacante era uma grande promessa, chegou no clube com 19 anos apenas, mas se tornava aos poucos um jogador fundamental para a equipe. Jorginho era um jogador com uma raça impressionante, além de uma grande velocidade, o que chamou muito a atenção da torcida alviverde.

Aos poucos a torcida foi gostando cada vez mais do jogador e acabou se tornando ídolo do clube. Mas a má fase acabava prejudicando essa idolatria, pois a cobrança era muito grande. Além da velocidade, o jogador tinha uma batida na bola muito boa, cruzava todas as bolas paradas, pois conseguia colocar a bola na cabeça dos seus companheiros com certa tranquilidade. Quase toda bola parada que o jogador cobrava acabava gerando gol para o verdão.

Entretanto, toda a idolatria tem um nível de cobrança muito grande, pois todos sabiam que ele podia ser mais protagonista, mas não conseguia decidir nenhum título para a equipe. Jorginho acabou sendo apelidado como “Pé frio” por uma parte da torcida, após o time perder a final do Paulista de 1986 para a Inter de Limeira.

O jogador teve uma grande trajetória pelo clube, com números impressionantes, mas não conseguiu levantar nenhum título, o que acabou o prejudicando para entrar mais ainda na história do clube. Um dos principais lances que Jorginho participou no Palmeiras, foi a cobrança de escanteio que acabou batendo no Árbitro José de Assis de Aragão e entrou para o fundo das redes. Esse lance viraliza até os dias atuais, pois o verdão contou com a sorte e a ajuda do juizão, mas tudo graças a uma boa batida de escanteio do atacante.


O Palmeiras é apelidado como Porco e, Juninho, teve muito a ver com essa situação. O atacante foi capa da Revista Placar, posando com um Porco, e após isso a torcida começou a aceitar o apelido que dura até os dias atuais.

O atacante ficou no Palmeiras até 1987, pois naquele ano Roberto Pasqua, estava tentando se reeleger a presidente do Corinthians, e por conta disso acabou trazendo um jogadores como uma jogada de bastidores. Jorginho deixou o verdão com 369 jogos, 158 vitórias e 95 gols.

A passagem de Jorginho pelo Bayern de Munique

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Jorginho atuando pelo Bayern

Conhecido neste momento pelas polêmicas que como treinador do Atlético Goianiense está envolvido em relação a Abel Ferreira, Jorginho foi, antes de assumir cargos na área técnica, um excelente lateral que também atuava mais a frente como volante ou meio campista durante os anos de 1980 e 1990. O ex-jogador e hoje treinador, que está completando 58 anos neste dia 17, teve uma passagem relativamente boa pelo Bayern de Munique.

Jorginho chegou a Baviera depois de viver anos excelentes atuando pelo Bayer Leverkusen, em passagem que já foi tema de texto no site. Chegou aos bávaros como um grande reforço, devido as temporadas espetaculares que fez vestindo a camisa do time de Leverkusen. Na época o maior time da Alemanha não vivia exatamente seu melhor momento.

Já em sua primeira temporada, ele assumiu a lateral direita para não largar. Titular absoluto, foi dono da posição durante toda a campanha da Bundesliga de 1992/1993. Marcou três gols ao longo daquele ano e ajudou o time a seguir de perto o Werder, mas a equipe alviverde acabou campeã por um ponto a mais que o time de Munique. Na Pokal, o time também não foi longe.

Na temporada seguinte, acabou jogando um pouco menos devido a lesões, mas era o principal titular da posição. Titular em 24 jogos na campanha da Bundesliga, ainda esteve presente em jogos pela Copa da UEFA e pela Copa da Alemanha, sendo campeão alemão com a equipe, que desta vez acabou levando a Salva de Prata com uma vantagem de um pontinho sobre o Kaiserslautern. 


No biênio 1994/1995. com o retorno de Markus Babbel ao Bayern, acabou perdendo a posição e atuando em apenas 10 jogos do Campeonato Alemão e outros sete por outras competições. No final do ano, sem espaço, acabou decidindo por ir ao futebol japonês, fechando sua passagem pelo time bávaro. No total, em duas temporadas e meia atuando em Munique, esteve em 80 jogos e marcou seis gols pelo Bayern. 

Jorginho - Um ídolo do Verdão no Corinthians

Por Ricardo Pilotto
Foto: arquivo Placar

Jorginho em ação pelo Corinthians enfrentando o Santos

Nesta segunda-feira, Jorge Antônio Putinatti, popularmente conhecido como Jorginho, está completando 62 anos de vida neste dia 23 de agosto de 2021. Hoje, no O Curioso do Futebol, vamos relembrar a passagem de um ano desse ex-ponta direita pelo time do Parque São Jorge, que aconteceu em 1987. Em toda a sua passagem, o jogador somou 48 partidas com a camisa corintiana e anotou 7 tentos.

Revelado nas categorias de base do Marília, clube onde ganhou a Taça São Paulo de Futebol Juniores, chegou ao Palmeiras com apenas 20 anos de idade no ano de 1979. No time alviverde, foi um dos grandes jogadores quando o Palmeiras estava na fila. Enquanto estava no Verdão, foi convocado para a Seleção Brasileira. Pela Amarelinha, atuou em 16 partidas e chegou a disputar a Copa América de 1983.

Foi então, que em 1987, Roberto Pasqua, que estava tentando sua reeleição como Presidente do Timão, aproveitou que o atleta estava na lista de transferências do rival e contratou Jorginho, como uma jogada política. Com isso, o ponta direita chegou ao Coringão e junto a equipe que já contava com nomes como Waldir Perez e Biro-Biro.

Pelo Corinthians, não conquistou títulos. Após perder para o São Paulo na final do estadual ser vice-campeão paulista, o clube alvinegro de São Paulo não fez uma boa campanha no Campeonato Brasileiro. Em 15 jogos disputados, o Timão somou apenas duas vitórias, seis empates e sete derrotas.

Mesmo colecionando boas atuações, o atleta acabou não agradando a nação corintiana, já que havia passado pelo Palmeiras antes mesmo de rumar para o clube do Parque São Jorge. Durante uma partida diante do Atlético-MG realizada no Pacaembu, um membro da torcida que vivia um momento de irritação, pulou o alambrado e invadiu o gramado. Segundo conta o ponta de lança, o torcedor corintiano passou pelo seu lado sem o jogador perceber, o empurrou e o jogador foi ao solo. Jorginho também diz que até pensou em correr atrás para replicar a agressão, mas o torcedor alvinegro pulou o alambrado novamente e voltou para as dependências do estádio. Percebendo toda a revolta da torcida que estava tentando invadir o campo, o ponta resolveu deixar a história de lado.


Pouco tempo após este lamentável episódio, Jorginho foi para o Fluminense, onde viveu um bom momento. Na negociação com o Tricolor do Rio de Janeiro, o ponta esquerda Paulinho Carioca foi para o Timão como moeda de troca e a equipe paulista ainda recebeu uma quantia em dinheiro pela transferência.

Após passar pelo time das Laranjeiras, Jorginho ainda passaria por times como Grêmio, Santos e XV de Piracicaba. Para encerrar a sua carreira como jogador de futebol profissional, o ponta direita escolheu ir para o Japão. Na Ásia, jogou pelo Nagoya Grampus, onde se aposentou no ano de 1990.

A passagem de Jorginho pelo Vasco da Gama

Por Ricardo Pilotto

Jorginho, pelo Vasco, enfrentando o Manchester United no Mundial de 2000

Jorge de Amorim Campos, popularmente conhecido como Jorginho, está completando 56 anos de idade nesta terça-feira, dia 17 de agosto de 2021. Por isso, hoje vamos relembrar a passagem do ex-lateral direito pelo Vasco da Gama, que aconteceu entre 1999 e 2001.

Após jogar em clubes como América-RJ, Flamengo, Bayer Leverkusen, Bayern de Munique, Kashima Antlers e São Paulo, Jorginho chegou ao time da Gigante da Colina ao final de 1999 junto de jogadores como Júnior Baiano e Romário, já que naquela ocasião, o Vasco disputaria o Mundial de Clubes da FIFA em janeiro de 2000. Depois que chegou ao Vasco ainda em 1999, ainda jogou duas partidas pelo time da Cruz de Malta.

O clube carioca conseguiu passar pelo Manchester United, que era nada mais nada menos do que o atual campeão europeu e intercontinental, mas acabou perdendo a grande decisão para o Corinthians. Porém, a temporada terminaria com um final feliz, já que o time cruzmaltino venceu a Copa João Havelange e a Mercosul daquele ano.

Já com seus 36 anos de idade, Jorginho perdeu sua posição no time titular para Clébson, que chegou a equipe de São Januário no 2º semestre. Com isso, o atleta passou a jogar como volante e pegou a vaga de Paulo Miranda, que cumpria aquela função.

O primeiro gol do jogador vascaíno com a camisa do Vasco foi em um jogo diante do Grêmio, realizado no dia 16 de novembro de 2000. A partida aconteceu no estádio Olímpico em Porto Alegre. O tento da vitória vascaína foi marcado aos 23' do segundo tempo. Nessa temporada 63 partida e marcou um gol.

No ano de 2001, seu último ano atuando com a camisa do Vasco da Gama atuou em 27 oportunidades. Conseguiu ainda marcar mais um gol pelo time carioca.

O fim de sua passagem pelo Vasco foi marcado por críticas a diretoria. O jogador alegava que os responsáveis pela administração do Gigante da Colina não estava cumprindo com os suas obrigações de pagar os atletas. Por isso, Jorginho foi para o Fluminense, clube onde encerrou a sua carreira como jogador de futebol profissional.


Entre 1999 e 2001, Jorginho defendeu as cores do Vasco em 92 oportunidades e apesar de não ter uma responsabilidade ofensiva tão grande, conseguiu marcar 2 gols. Conquistou 4 taças, sendo elas: uma João Havelange 2000 (Campeonato Brasileiro), uma Copa Mercosul (2000), uma Taça Guanabara (2000) e uma Taça-Rio (2001).

Jorginho teve passagens pelo Vasco como treinador. Como comandante aconteceram em 2015, quando o clube foi rebaixado, e em 2018.

A excelente passagem de Jorginho no Bayer Leverkusen

Por Lucas Paes
Foto: Getty Images

Jorginho é um dos grandes da história do Bayer

O Bayer Leverskusen é uma das principais "casas" para jogadores brasileiros na elite do futebol europeu. Os Werkself já contaram com diversos grandes jogadores brasucas em sua história e um deles está completando 56 anos neste dia 17 de agosto, o ex-lateral e hoje treinador Jorginho, que passou pela Bundesliga no início da década de 1990. 

Jorginho chegou a Leverkusen após seus ótimos anos jogando no Flamengo. Foi vendido para a Bundesliga, sendo um dos primeiros brasileiros a jogar no futebol tedesco. Assim que chegou a Leverkusen foi deslocado para o meio de campo e em pouco tempo começou a demonstrar uma técnica maior e caiu nas graças do torcedor do Leverkusen. Em pouco tempo começou a jogar muito bem.

A partir da temporada 1990/1991, sua segunda pelo clube, passou a ser titular absoluto e seu futebol começou a chamar a atenção de outros clubes. marcou naquele ano três gols e também deu três assistências, sendo um dos melhores jogadores do campeonato naquela ocasião. Na sua terceira temporada pelo clube, mostraria de vez sua veia mais ofensiva, marcando cinco gols e dando quatro assistências.


Seu bom futebol acabou o colocando na rota de um acerto com o Bayern, o que acabou acontecendo no final da temporada 1991/1992. Fechou sua participação vestindo a camisa do Leverkusen com 102 jogos e 10 gols marcados. Tem um lugar especial entre os ídolos da história do Bayer.

Jorginho ainda passaria outros dois ótimos anos jogando pelo Bayern e ainda atuaria pelo futebol japonês antes de retornar ao Brasil. Manteve-se em atividade profissional até o ano de 2002, quando encerrou a carreira jogando pelo Fluminense. Hoje Jorginho está sem clube.

Johnny Monteiro completa 34 anos de capelania esportiva

Foto: divulgação

Johnny Monteiro com César Sampaio

Há 34 anos, o missionário evangélico Johnny Monteiro tem levado a Palavra de Deus pelo mundo esportivo, não só em nível nacional, mas internacionalmente também, independente da modalidade, já que esteve presente no futebol, basquete, surf e vôlei, entre outras, comparecendo e fazendo o seu trabalho em grandes eventos mundiais, como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, Mundiais de diversas modalidades, além de várias competições nacionais.

“Nesse mundo individualizado do esporte, é comum o atleta sentir-se sozinho, vivendo momentos de muita pressão. Ele se vê pressionado pela mídia, pela torcida e até mesmo pelos próprios companheiros de equipe, na busca de bons resultados”, comentou Monteiro, que um dos percursores do Ministério Atletas de Cristo no Brasil, Argentina e Paraguai.

“O atleta se vê pressionado pela própria ansiedade de progressos rápidos, diante de uma carreira curta. Toda essa situação propicia questionamentos e conflitos emocionais. As portas para o mundo das drogas também estão sempre abertas e muito próximas e se não chegam a alcançar o atleta, são fortes candidatas a preencher o vazio e a insegurança em seu coração”, explicou o missionário, que que trabalhou no São Paulo FC, Santos FC, Avaí FC, San Lorenzo, Velez Sarsfield e Boca Juniors (basquete), entre outras agremiações brasileiras, argentinas e paraguaias. 

Realizando com maestria o trabalho de Capelania Esportiva desde 1985, o começo de vida para Johnny, que é graduado em Teologia, não foi fácil. Criado em um orfanato desde os quatro anos de idade, sem qualquer apoio familiar, teve que se destacar entre os colegas para poder alcançar alguns privilégios e obter qualificações que lhe permitissem sair do orfanato, mas dedicou-se e destacou-se no esporte, que passou a ser então seu referencial no mundo.

“O trabalho que realizei com o técnico Renê Simões, em Teresópolis (RJ), como capelão de um selecionado nacional sub-20 foi marcante, pois fiquei cerca de 20 dias com o grupo. Na Argentina vivi outros momentos especiais, um com o Velez Sarsfield e outro com o San Lorenzo; sendo campeão argentino ao lado do Silas, que venho acompanhando desde os tempos do São Paulo FC, quando iniciei meu trabalho”, relembrou Monteiro.

“O César Sampaio também é fruto desse trabalho, que teve uma conversão bonita, quando estava iniciando carreira no Santos FC. É um jogador de grande carreira, que o mundo todo reverencia, de repercussão nacional e internacional, que fez o primeiro gol da Copa do Mundo da França; realmente, é um ícone do futebol brasileiro e internacional”, acrescentou.

“No Surf, dentro do trabalho realizado no Guarujá (SP), atuamos com o Amaro Mattos, hoje aposentado, e alguns outros bons surfistas da época”, complementou Johnny.

Sem afeto e sem apoio familiar é muito fácil o coração encher-se de questionamentos. Isso o levou a um vazio existencial à procura de respostas, chegando à boemia e às drogas. Felizmente, João Monteiro da Silva, hoje com 69 anos, encontrou nessa época, um líder cristão que o levou a um acampamento chamado ‘Palavra da Vida’. Lá teve chance de conhecer outra verdade, a única que poderia responder às suas questões e mudar a sua história.

“Minha conversão se deu no dia 03 de julho de 1970, no Palavra da Vida, quando fui convidado para participar de uma equipe neste Acampamento de Jovens. Através do Pastor Valdemar Fomin, que me tirou literalmente da rua, em frente a Associação Cristã de Moços (ACM da Nestor Pestana, na região central de São Paulo) e me levou para esse acampamento. Na época eu era drogado e percebi neste encontro que existiam por lá jovens com atitudes diferentes, pois eu vivia na noite pelas boates, com um vazio existencial profundo, tédio e solidão, além do constante questionamento de vida”, relembrou.

No centro, com Silas e Jorginho

“Busquei na psicanalise e na psicologia e não encontrava respostas, mas nesse acampamento, vendo a vida de atletas, sentindo aquele ambiente cristão, com jovens alegres, falando com Deus, cantando e orando; era tudo o que queria e necessitava. Eu os achava muito caretas e bitolados, mas resolvi encará-los, provocando no esporte e eles respondiam com amor e sorriso, por isso, achava que eram loucos, até que pedi para um dos líderes deste acampamento, o Volnei Faustini, mostrar o que estava acontecendo, porque aquele pessoal era daquela forma; ele, então, conversou comigo e explicou o plano da salvação”, acrescentou.

“Naquela tarde surgiu um novo Johnny, que perdura até os dias de hoje. Eu tenho um passaporte para a eternidade, através de Jesus Cristo, que comprou o meu passe e tenho a felicidade de ter uma cidadania celestial e vou estar com Ele por todo o sempre; sou feliz por pode transmitir nestes 34 anos, essa mensagem para milhões de pessoas pelo Brasil e fora também, que tem sido uma grande benção na minha vida”, complementou Monteiro.

Neste longo período na estrada, Johnny é reconhecido nacional e internacionalmente, inclusive por autoridades do esporte e imprensa esportiva, pelo pioneirismo e por seu desprendimento. A sua atuação como Capelão rendeu frutos importantes, auxiliando na carreira e na vida de grandes nomes do esporte, como: César Sampaio, Silas, Taffarel, Baltazar, Fernando Doze e Amaro Matos, entre outros.

Com esse panorama altamente positivo, Johnny Monteiro, que reside em Goiânia (GO) e lidera o ministério de Atletas de Cristo local, já realizou vários encontros e tem ‘trânsito livre’ entre atletas de clubes e das seleções nacionais de diversas modalidades para desenvolver seu sério e comprometido projeto de salvação de vidas.

Jorginho 'Cantinflas' na Portuguesa Santista em 2000

Foto: Arquivo Briosa

Jorginho, na foto, entre Tico Mineiro e Arnaldo: defendeu a Briosa em 2000

Um jogador que começou como atacante, na ponta, fez sucesso na Portuguesa de Desportos e Palmeiras. Porém, teve uma queda na carreira, foi jogar em times menores, virou meia e já com 32 anos teve uma reviravolta, com belas passagens por Atlético Mineiro e Santos. Estamos falando de Jorge Luís da Silva, ou simplesmente Jorginho, ou Jorginho 'Cantinflas', por se parecer com o ator mexicano, que está completando 55 anos neste 22 de março de 2020. Em 2000, Ele jogou na Portuguesa Santista.

Jorginho começou na Lusa, onde foi alçado ao time principal em 1983, com 18 anos. Começou a chamar a atenção de todos, por ser um ponta que não tinha medo de partir pra cima. Em 1990, o Palmeiras o contratou. No mesmo ano, foi convocado para a Seleção Brasileira, por Falcão, onde fez um jogo. Em 1992, caiu de rendimento e foi para o Santo André. Depois passou por Paysandu, Coritiba, Juventude e Paulista. Nestas andanças virou meia! Em 1997, no Santo André, acabou chamando a atenção novamente e foi contratado pelo Atlético Mineiro.


Jorginho foi um alicerce do técnico Leão no bom time do Galo daquele ano, que chegou às fases finais do Brasileirão e conquistou a Copa Conmebol. Em 1998, Leão foi para o Santos e levou o meia. No Peixe, também conquistou a Copa Conmebol, ainda em 1998 e fez parte do time semifinalista do Brasileirão. Em 1999, no meio do ano, foi para o Paraná Clube.

Em 2000 começa a sua história com a Portuguesa Santista. O futebol da Briosa foi assumido pela Multicargo, empresa com atividades no Porto de Santos. O grupo começou a montar uma equipe forte para um time considerado pequeno e foi buscar o volante Capitão, ex-Portuguesa, o zagueiro Lima, ex-Fluminense, o goleiro Pitarelli, ex-Guarani, além de jovens jogadores pouco aproveitados em times grandes. Além deles, Jorginho foi contratado.


Vestindo a camisa 8, Jorginho era o capitão da experiente equipe, treinada na primeira fase do Paulistão Série A1 por Marinho Peres, ex-zagueiro que esteve na Copa do Mundo de 1974 e depois técnico de sucesso no futebol português. O meia era o esteio da equipe, que naquela fase inicial, que não tinha os grandes, que disputavam o Torneio Rio-São Paulo, ficou em quarto no grupo Grupo 1, passando a outra etapa, onde teria Santos, São Paulo, Corinthians e Palmeiras.

Na segunda fase, a Briosa, que passou a ser dirigida por Muricy Ramalho, ficou no Grupo 3, ao lado de São Paulo, Guarani e União Barbarense. O grupo foi embolado, com o Tricolor e o Bugre avançando. A Briosa acabou em quarto, com 10 pontos, mas conquistou boas vitórias, como 2 a 1 sobre a Barbarense, fora de casa, e um 3 a 1 sobre o São Paulo, em pleno Ulrico Mursa.


Mesmo caindo na segunda fase, Jorginho se destacou defendendo a Portuguesa Santista. A prova disso é que ele, em seguida, voltou para um time grande: foi defender o Fluminense na Copa João Havelange. Depois, ainda jogaria por Rio Branco e Avaí, onde encerrou a carreira em 2002. Ainda emendaria uma carreira de treinador, onde teve boas passagens por Palmeiras e, principalmente, Portuguesa, sendo campeão brasileiro da Série B. Hoje, está sem clube.

A curta passagem de Jorginho pelo São Paulo

Por Lucas Paes
Foto: GazetaPress

Jorginho passou pelo Tricolor do Morumbi em 1999

Campeão do Mundo pelo Brasil em 1994, o ex-jogador e hoje treinador Jorginho completa 55 anos em 17 de agosto de 2019. Lateral de qualidade, passou na carreira por diversos clubes e fez sucesso na maioria deles, além de uma bela história com a Seleção Brasileira. Mas ele teve uma breve passagem pelo São Paulo em 1999.

Jorginho começou a carreira no America do Rio,  tornou-se depois ídolo do Flamengo, fazendo sucesso na Alemanha, onde defendeu Bayer Leverkusen e Bayern de Munique, e foi referência também no Japão, onde fez mais de 100 jogos pelo Kashima Antlers. Com o Time Canarinho, jogou duas Copas do Mundo, 1990 e 1994, onde foi titular em ambas, sendo campeão na segunda. Já experiente, fez parte dos reforços do Tricolor para a temporada de 1999.

Foi contratado pelos são-paulinos ainda em 1998. O Tricolor havia feito um Brasileirão terrível, ficando próximo até de cair de divisão, terminando apenas quatro pontos a frente do primeiro rebaixado da competição. Jorginho chegou no finalzinho de dezembro de 1998, depois de nove anos fora do Brasil, jogando em diversos países. Acabou sendo parte de um time que fez um bom Campeonato Brasileiro, caindo nas semifinais para o Corinthians, no famoso jogo onde Dida pegou pênaltis de Raí.

Acabou pouco conseguindo fazer no Tricolor Paulista. Jogou apenas 13 jogos com a camisa são-paulina e marcou um gol. Na época, números baixos, pois por vezes atuava como meio-campista e não mais como o lateral que era anteriormente. Deixou o São Paulo ao final do ano de 1999, rumando ao Vasco da Gama, onde seria um dos vários reforços para o Mundial Interclube, também ganho pelo Corinthians. No segundo semestre de 2000, foi campeão da Copa João Havelange, na polêmica final com o São Caetano.

Voltou a cruzar o caminho tricolor de maneira curiosa, quando em 2013, trabalhando na Ponte Preta, eliminou o São Paulo da Copa Sul-Americana. Quando jogador, havia ajudado a eliminar justamente a Macaca do Brasileirão de 1999, nas quartas, quando o duelo precisou ir para o terceiro jogo para definir o classificado.

Alan Aal sai do Nacional e diretoria contrata Jorginho

Foto: Ale Vianna / Nacional AC

Jorginho está de volta ao clube onde começou a carreira de treinador, em 2005

Após empate com o Rio Claro, em 0 a 0, em jogo que começou na quarta-feira, dia 30, e terminou só no dia seguinte, por causa de um temporal, a diretoria do Nacional decidiu trocar o comando técnico da equipe nacionalina. Alan Aal saiu e o clube anunciou a chegada de Jorge Luís da Silva, conhecido como Jorginho. O treinador já dirigiu o treino nesta sexta-feira, dia 1º, no Estádio Nicolau Alayon e viajará com o elenco para a cidade de Lins, onde o Nacional enfrentará o Linense no sábado, dia 2, às 19 horas. 

Jorginho iniciou a carreira de treinador dirigindo o Nacional Atlético Clube na Copa São Paulo de Júnior, em 2005, e depois, no profissional ao lado de Túlio Tangione. O técnico já teve passagens pelo Palmeiras, Goiás, Ponte Preta, Portuguesa de Desportos, Atlético Paranaense, Bahia, Naútico, Vitória, Chapecoense, Atlético Goianiense e Água Santa.

“Estou feliz em estar de volta ao Clube onde comecei, espero fazer o melhor que puder e ajudar o Nacional no que for possível. Peço a colaboração de todos, pois estamos num momento difícil e precisamos da ajuda dos que gostam e frequentam o Nacional”, disse Jorginho.

Para o diretor executivo de futebol profissional, Paulo Tognasini, o momento é delicado e um novo comando pode dar um ânimo a mais à equipe. “Jorginho é um treinador muito experiente, com história no futebol, e tem condições e total liberdade de fazer as mudanças necessárias em busca de resultados”, comentou Tognasini. O diretor ainda agradeceu o empenho e o profissionalismo do treinador Allan Aal. "Ele é uma excelente pessoa e um ótimo profissional, desejamos sorte em sua trajetória", finalizou.

Retrospecto - No Paulista da Série A2 de 2019 o Nacional fez, até o momento, quatro jogos, sendo que perdeu os dois primeiros e empatou as partidas seguintes. A equipe, que soma dois pontos, sofreu três gols e ainda não balançou as redes.
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