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Hans-Jörg Butt e sua trajetória pelo Bayer Leverkusen

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Butt jogou no Leverkusen por seis anos

Hans-Jörg Butt, ex-goleiro alemão popularmente conhecido apenas como Butt, comemora o seu 50º aniversário nesta terça-feira, dia 28 de maio de 2024. Na primeira década dos Anos 2000, o arqueiro teve uma passagem de seis anos pela equipe do Bayer Leverkusen, onde viveu bons momentos em sua carreira.

Revelado pelo Oldenburg, clube de sua terra natal, o guarda redes germânico chegou aos Leões em 2001, quando foi contratado junto ao Hamburgo, outro tradicional time do futebol alemão. Conseguiu se adaptar bem no time da Renânia do Norte-Vestfália, e com isso, ganhou uma grande sequência como titular até 2007, ano no qual se transferiu para o Benfica.

Sua melhor temporada no Bayer foi a de 2001/02, quando o Leverkusen fez boas companhas no cenário nacional e internacional, mas acabou não conseguindo conquistar nenhum título. Naquele ano, os Löwen perderam a final da Liga dos Campeões para o Real Madrid e a Copa da Alemanha para o Schalke 04.


De acordo com o site ogol.com, o goleiro germânico disputou 263 partidas pelo clube. Mesmo não tendo a especialidade de marcar gols, Butt balançou as redes em oito oportunidades pelo Bayer Levekusen.

Na sequência de sua temporada, o arqueiro ainda retornaria ao futebol alemão para defender o Bayern de Munique em 2008. Ficou no time da Bavária até 2012, quando anunciou a sua aposentadoria.

Em dia iluminado de Lookman, Atalanta faz história, quebra invencibilidade do Leverkusen e é campeã da Liga Europa

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Atalanta BC 

Lookman foi o nome da partida

A história foi escrita em Dublin. Diante de um time que defendia a invencibilidade de 51 jogos na temporada, que parecia intransponível e era o favorito, a Atalanta não se intimidou, contou com uma jornada inspirada de Lookman e não tomou conhecimento do Bayer Leverkusen na decisão da Liga Europa. A Dea bateu os alemães por 3 a 0, na noite europeia desta quarta, dia 22 de maio, um dia que segue sendo perfeito para as equipes da bota, que nunca deixaram de ser campeões em finais nessa data. O Aviva Stadium viu uma festa azul e preta e a consagração do trabalho de Gasperini: A Dea é campeã da Liga Europa.

Um pouco diferente da jornada que fez na Bundesliga, o Leverkusen sofreu um pouco mais na Liga Europa, principalmente no mata-mata, buscando viradas improváveis contra o Qaarabag e recentemente, nas semifinais diante da Roma, quando buscou um 2 a 2 contra os Gialorrossi. A Atalanta fez ótima campanha também, com enorme destaque para a colossal classificação diante do favorito Liverpool, vencendo por 3 a 0 dentro de Anfield Road. Nas semifinais, eliminou com alguma facilidade o Olympique de Marseille. Nesse meio tempo, porém, perdeu recentemente a final da Copa Itália para a Juventus.

Sensação do futebol mundial em 2024, o Leverkusen entrou em campo irreconhecível. Pressionado desde o começo pela Dea, o time de Xabi Alonso, talvez sofrendo com o cansaço, viu Lookman abrir o placar aos 12 minutos, numa ótima jogada coletiva dos nerazzurri que terminou numa finalização perfeita dele dentro da área. Sem diminuir o ritmo, os italianos chegaram ao segundo aos 26', numa linda jogada individual de Lookman, que fez um golaço. 

Foi só a partir dos 30 minutos que a Atalanta diminuiu o ritmo e permitiu ao Bayer um pouco mais de campo. Mesmo assim, o campeão alemão parecia uma sombra de si mesmo. As melhores chances ainda eram italianas e De Kaetalare chegou perto do terceiro aos 40 minutos. 


O Leverkusen voltou mais ligado no segundo tempo. Até viu a Dea criar primeiro, mas no geral tinha mais segurança e domínio na meia cancha. Aos 14', Frimpong perdeu uma chance incrível dentro da área. A Atalanta, se não conseguia mais exercer a pressão insana que demoliu o Leverkusen na primeira etapa, conseguia pelo menos se defender com a competência digna de um time italiano quando o precisa fazer. 

Aos 30 minutos, a situação ficou praticamente irreversível: em um rápido contra-ataque, Lookman, iluminado, enorme, gigante, o homem da final, recebeu de Scamacca, fintou o defensor e acertou um canudo no ângulo. A partir daí, foi basicamente só esperar a festa, em mais um 22 de maio com festa italiana no futebol europeu.

Foi o primeiro título de Liga Europa da história da Atalanta, foi o primeiro título de primeiro patamar da Dea desde 1963, o primeiro no geral desde 2011, quando a equipe ganhou a Série B e desde então esteve na Série A, nos últimos anos sendo uma das sensações do país. O troféu premia o excelente trabalho de Gasperini a frente da Dea desde 2016. Ao Leverkusen, restará agora a decisão da Pokal, diante do Kaiserslautern, que será jogada no sábado, em Berlin. Este sim, um título jamais vencido pelo atual campeão alemão. 

A passagem de Lúcio pelo Bayer Leverkusen

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Lúcio teve um grande trajetória no Bayer

O ex-zagueiro penta campeão do mundo com a Seleção Brasileira em 2002, Lucimar da Silva Ferreira, popularmente como Lúcio, completa 46 anos de idade nesta quarta-feira, dia 8 de maio de 2024. Antes de ganhar tamanha fama no futebol alemão vestindo a camisa do Bayern de Munique entre 2004 e 2009, o Xerife já tinha em seu currículo uma passagem de muito sucesso defendendo as cores do Bayer Leverkusen no começo dos anos 2000.

Sua chegada em Leverkusen foi concretizada no dia 9 de dezembro de 2000, numa transferência que custou cerca de 8,3 milhões de dólares aos Leões. No time alemão, o defensor teve um excelente desempenho e se tornou um grande ídolo para o futebol germânico na época. De acordo com Jürgen Klinsmann, que era o treinador da Seleção Alemã na época, Lúcio era considerado o brasileiro predileto para atuar pela 'Nationalmanschaft' caso decidisse se naturalizar como jogador do país.

Mesmo não tendo sido campeão no Bayer, Lúcio foi peça fundamental na campanha do vice campeonato europeu da temporada 2001/02. Na grande final, que ficou marcada pelo golaço de Zidane, foi ele quem marcou o gol do clube alemão na derrota por 2 a 1.


Segundo o site ogol.com, o zagueiro brasileiro disputou 123 partidas e marcou 21 gols com a camisa dos Leões. Deixou o Bayer Leverkusen em 2004, quando se transferiu para o Bayern de Munique.

Na sequência da sua carreira, Lúcio ainda defendeu clubes como Internazionale, Juventus, São Paulo, Palmeiras, Goa e Gama. Se aposentou em 2019, após atuar pelo Brasiliense.

Bayer Leverkusen é campeão alemão pela primeira vez e quebra hegemonia do Bayern de Munique

Com informações de O Globo
Foto: reprodução

Comemoração da equipe

O Bayer Leverkusen é campeão da Bundesliga pela primeira vez em sua história. O time treinado pelo técnico Xabi Alonso conquistou, com cinco rodadas de antecedência, o campeonato alemão após a vitória por 5 a 0 sobre o Werder Bremen, neste domingo, na BayArena, e encerrou a hegemonia de 11 títulos seguidos do Bayern de Munique.

A vitória histórica do Bayer Leverkusen foi construída com certa tranquilidade neste domingo. O atacante Victor Boniface abriu o placar, aos 25 minutos do primeiro tempo, em cobrança de pênalti. Na segunda etapa, o placar ficou mais elástico, com os gols de Granit Xhaka e Florian Wirtz (três vezes).

O título coroou o trabalho incrível do técnico Xabi Alonso nesta temporada. No Campeoanto Alemão, o Bayer ainda não sabe o que é derrota: são 25 vitórias e quatro empates em 29 rodadas. O time também é o único ainda invicto na temporada 2023/24, entre todos os clubes integrantes das cinco principais ligas da Europa. Somando todas as competições, a equipe tem 43 jogos, com 38 vitórias e cinco empates.


Fundado em 1904, o Bayer Leverkusen nunca havia conquistado o título do Campeonato Alemão — o time foi vice-campeão em 1996/97, 1998/99, 1999/2000, 2001/02 e 2010/11. Seu troféu mais relevante nacionalmente foi na Copa da Alemanha da temporada 1992/93.

Emerson e sua trajetória pelo Bayer Leverkusen

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Emerson atuou no Bayer Leverkusen por três anos

Nesta quinta-feira, dia 4 de abril de 2024, o ex-volante Emerson Ferreira da Rosa, popularmente conhecido apenas como Emerson, completa 48 anos de idade. No decorrer de sua carreira, o meia chegou a defender as cores do Bayer Leverkusen entre o fim da década de 90 e o início dos Anos 2000.

Natural de Pelotas, o Puma desembarcou na Alemanha em 1997 vindo do Grêmio, onde jogou as categorias de base e se profissionalizou em 94. Suas boas atuações pelo Imortal Tricolor chamaram a atenção do time da Renânia do Norte, que investiram na sua contratação.

Como atleta do Bayer, foi convocado para disputar a Copa do Mundo de 98, para preencher a lacuna deixada por Romário, que foi dispensado da Seleção Brasileira. Mesmo não sendo atacante como o Baixinho, o meia defensivo ficou com a camisa 11 da Amarelinha, que acabaria sendo vice-campeã mundial para a anfitriã França.

De acordo com o site ogol.com, o volante gaúcho jogou 103 partidas pelos Leões e marcou 15 gols. Depois de deixar a equipe alemã, foi para a Itália, onde jogou na Roma e na Juventus entre 2000 e 2006.


Após passar pelo futebol italiano, Emerson ainda passaria por clubes tradicionalíssimos do futebol europeu e mundial como Real Madrid e Milan. Na reta final de sua carreira, decidiu retornar ao Brasil. O time de sua escolha, na ocasião, acabou sendo o Santos, onde teve de se aposentar precocemente após passar por uma cirurgia.

O Bayer Leverkusen encanta e segue líder na Bundesliga

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Bayer Leverkusen

O Leverkusen lidera o Alemão

Se esperava de várias equipes na temporada 2023/2024 o "melhor futebol", ou pelo menos o jogo mais plástico do planeta, porém a maioria das que está entregando isso é uma surpresa. Antes do início da temporada, se esperava muito de diversas equipes, porém o melhor futebol e o melhor momento esportivo do planeta bola vem de uma surpresa grata e maravilhosa da Alemanha: o Bayer Leverkusen de Xabi Alonso, líder da Bundesliga e absolutamente encantador de se assistir.

O Bayer Leverkusen atualmente lidera o Campeonato Alemão numa pontuação apertada contra Bayern, que aliás tem jogado bem nos últimos tempos também, a exceção de alguns jogos. São 4 pontos de vantagem dos Werkself diante dos bávaros, que poderiam até ser mais já que o time empatou recentemente numa rodada onde o atual decacampeão perdeu, de goleada aliás para o Frankfurt. Porém, o time de Xabi Alonso não mostra sinais de fraqueza, muito pelo contrário.

Se esperava que o biênio 2023/2024 fosse de poucas surpresas. Esperava-se um futebol maravilhoso do Manchester City, campeão da quadrupla na Inglaterra e que parece estar cansado, já que não jogava muito bem mesmo com Haaland e De Bruyne, que agora estão ausentes e fizeram o nível dos citizens cair. Talvez do Napoli, que foi campeão italiano dando show na temporada passada e caiu de produção. do Real Madrid, que se apoia nos momentos iluminados de Bellingham mais do que em um bom futebol propriamente dito, da Inter, que é um time cínico e frio, que dá show quando quer (geralmente contra o Milan os nerazzurri querem) ou até do Arsenal, que é um dos poucos da lista que entrega-se o que esperava. Porém, quem entrega são times como Aston Villa e Leverkusen, e o lado alemão entrega muito mais.

O Bayer atualmente possuí 39 pontos na liderança da Bundesliga, tendo marcado incríveis 42 gols em 15 jogos e sofrido apenas 12. São 12 vitórias, três empates e nenhuma derrota do time de Xabi Alonso. A artilharia do time na temporada é bastante distribuído. Um dos grandes destaques é Boniface, que chegou do Union St. Gilloise (que novamente lidera o Belgão) e não sentiu a mudança. Além dele, Grimaldo tem surpreendido positivamente ofensivamente, mas nomes como Frimpong, Wirtz, Hoffman e Hlozeck também tem se destacado.


O time joga de maneira ofensiva e muitas vezes sufoca seu adversário até conseguir o gol, sabendo também controlar o jogo com a posse de bola. Neste jogo diante do Frankfurt, o mesmo time que outro dia sentou 5 a 0 no Bayern, o time mal deu tempo do adversário respirar e abriu o placar com Boniface. Sem aliviar, o time seguiu pressionando, só que só marcou no segundo tempo, com Frimpong, após linda jogada de Palacios e rebote no chute de Boniface. O nigeriando ainda deu espetacular assistência para Wirtz fechar o placar com um lindo gol de cobertura.

Também voando na Europa League, o Bayer empolga seu torcedor, que sonha com o primeiro título alemão de um time que sempre ficou no quase, mas além da sua torcida, encanta também o amante do futebol com seu jogo ofensivo e rápido, consolidando talvez o nome de Xabi Alonso na nova geração de treinadores. É aguardar maio para ver onde vai terminar a saga do time rubro-negro, que até o momento é sim o melhor futebol do planeta.  

A passagem de Claudio Reyna pelo Bayer Leverkusen

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Claudio Reyna jogou no Bayer Leverkusen no começo da carreira

O ex-jogador norte americano Claudio Reyna está completando o seu 49º aniversário nesta quarta-feira, dia 20 de julho de 2022. O meio campista começou a sua trajetória como atleta no futebol alemão, atuando pelo Bayer Leverkusen.

Nascido em Livingston, cidade localizada no estado de Nova Jérsei, nos Estados Unidos, Claudio Reyna jogava no time da Escola Preparatória St. Benedict, juntamente com o zagueiro Gregg Berhalter, que era um colega de classe. Já formado como jogador de futebol profissional, se transferiu para a Alemanha menos de um mês do encerramento da Copa de 94, sediada em sua terra natal.

Jogando no Bayer Leverkusen, não foi tão bem aproveitado. Segundo estatísticas do site Tudo pelo Futebol, o norte americano disputou um total de 29 partidas entre as temporadas 1994/95 e 1996/97. Em todo este período, não conseguiu fazer gols, até porque não tinha esta característica, e contribuiu com a equipe dando duas assistências.

Na temporada 1997/98, a equipe da Renânia do Norte-Vestfália decidiu emprestar o atleta para o Wolfsburg, outro clube alemão. Ao fim de 1998/99, chegou a retornar para Leverkusen, mas acabou tendo que ser vendido, já que não estava nos planos do treinador Christoph Daum.


Depois de jogar pelos Leões, atuou em equipes como o Rangers, da Escócia, Sunderland e Manchester City.  Encerrou a sua carreira como jogador de futebol profissional no Red Bull New York com apenas 34 anos, por conta de lesões recorrentes que acabaram o atrapalhando.

A boa passagem de Robson Ponte pelo Bayer Leverkusen

Por Lucas Paes
Foto: Getty Images

Robson Ponte jogando pelo Bayer

De bom começo no Juventus e boa passagem no Guarani, o meio-campista Robson Ponte, que completa 45 anos neste dia 6 de novembro, foi dentro das quatro linhas um bom jogador do seu setor. Seu futebol, apesar de nunca ter o garantido alguma passagem na Seleção Brasileira, foi bom o suficiente para chamar atenção do Bayer Leverkusen, por onde teve boa passagem no início dos anos 2000.

Ele foi contratado pelo Bayer no ano de 1999, sendo trazido direto do Guarani para o futebol alemão. Havia chamado atenção dos alemães ao marcar três gols e dar uma assistência numa vitória do Guarani sobre o próprio Leverkusen naquele ano em um amistoso. Foi o suficiente para que os alemães o contratassem, vencendo inclusive a concorrência do Real Madrid. 

Foi parte crucial do time de Leverkusen que bateu na trave pela conquista do título do campeonato alemão, perdendo o troféu para o Bayern de Munique nos critérios de desempate. Já em sua primeira temporada pelo clube, fez 29 jogos e acabou marcando dois gols. Um meia atacante de drible e velocidade no Guarani, acabou se adaptando a jogar mais atrás pelo time alemão, sendo muito mais utilizado no meio de campo. 

Na temporada seguinte, perdeu a parte final dela e acabou perdendo espaço na equipe. Foram 17 jogos naquele biênio e um único gol marcado. Dessa vez, o Bayer Leverkusen acabou terminando a Bundesliga na quarta colocação e Robson acabou negociado por empréstimo ao fim da temporada com o Wolfsburg, onde permaneceria por duas temporadas. 

Retornou a Leverkusen na temporada 2003/2004, onde mais uma vez foi presença mais constante na equipe. Viveu uma de suas melhores temporadas em relação a marcação de gols, quando foi quatro vezes as redes ao longo dos campeonatos. Perdeu parte dos jogos devido a uma lesão, mas terminou o biênio com 22 jogos e quatro gols, ajudando a equipe a terminar o campeonato na terceira colocação, atrás de Bayern e do surpreendente porém inquestionável campeão Werder Bremen, que tinha o brasileiro Aílton como destaque.


Sua última temporada pelo clube foi a de 2004/2005, onde atuou mais, porém não conseguiu ajudar o Leverkusen a ir longe em nenhuma competição. A geração de ouro dos anos anteriores parecia perder força e isso causou um desempenho apenas mediano, com um sexto lugar na Bundesliga. Acabou negociado ao fim da temporada com o Urawa Red Diamonds, encerrando sua trajetória no futebol alemão. 

No total, fez 101 jogos e 10 gols pelo Bayer ao longo de quatro temporadas. Deixou o clube rumo ao Japão, onde faria bons anos no Urawa Red Diamonds. Depois de se aposentar, trabalhou em cargos diretivos, destacando-se sua passagem pela vice-presidência do Portimonense.

A passagem de Zé Elias pelo Bayer Leverkusen

Por Ricardo Pilotto

Zé Elias defendeu o Bayer Leverkusen por uma temporada

José Elias Moedim Júnior, popularmente conhecido apenas como Zé Elias, está completando 44 anos de idade neste sábado, dia 25 de setembro de 2021. Desta vez, vamos relembrar a passagem de uma temporada do ex-volante do Corinthians pelo Bayer Leverkusen, entre 1996 e 1997.

Após ser revelado nas categorias de base do Corinthians e se destacar na equipe profissional do Coringão, Zé Elias rumou para a Europa com o propósito de assinar contrato com o Bayer Leverkusen, onde jogaria junto com Paulo Sérgio. O time Leões foi o seu primeiro desafio fora do Brasil, em 1996.

Zé Elias desembarcou na Alemanha após ter sido medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Atlanate 1996. Sua primeira partida como titular pelo time da Renânia do Norte-Vestfália foi diante do 1860 Münich. Naquela oportunidade, a equipe de Zé Elias venceu a equipe da Bavária por 3 a 0.

O tempo foi passando e o volante brasileiro ia se adaptando cada vez mais ao futebol alemão, colecionando boas atuações no time. Com isso, foi evoluindo e ganhando sequência dentro da equipe. Além disso, aprendeu a falar o básico da língua alemã de forma rápida, o que o ajudou na adaptação.

Seu último jogo pelo clube dos Leões foi na 34ª rodada da Bundesliga, em um confronto diante do VfL Bochum. Nesta partida o Bayer Leverkusen venceu pelo placar de 1 a 0 se sagrou vice-campeão alemão apenas dois pontos atrás do Bayern de Munique, que conquistou o título Se despediu do clube alemão ao final da temporada 1996-1997.

Ao todo, o jogador brasileiro defendeu as cores da equipe de Leverkusen em 23 oportunidades, sendo que começou entre os 11 iniciais em 21 vezes. No fim da temporada, a Bayer acabou negociando o atleta junto à Internazionale.


Depois de uma temporada pelo time de Leverkusen, Zé Elias ainda jogaria em clubes como Internazionale, Bologna, Olympiacos, Genoa, Santos, Metallurg Donetsk, Guarani, AC Omonia e Londrina. O agora ex-atleta encerrou sua carreira como jogador de futebol profissional após defender as Rheindorf Altach da Áustria na temporada 2008-2009.

A passagem de Paulo Sérgio pelo Bayer Leverkusen

Por Ricardo Pilotto
Foto: arquivo

Paulo Sérgio teve boa passagem pelo Bayer Leverkusen

Paulo Sérgio Silvestre do Nascimento, conhecido popularmente apenas como Paulo Sérgio, completa 52 anos de idade neste dia 2 de junho de 2021. O atacante brasileiro teve uma passagem de 4 anos com a camisa do Bayer Leverkusen, jogando no clube da Renânia do Norte-Vestfália de 1993 até 1997.

Logo após ser vice-campeão estadual com a camisa do Corinthians, perdendo a final do Campeonato Paulista de 1993 para o Palmeiras, Paulo Sérgio chegou a Alemanha pela primeira vez, sendo contratado pelo Bayer Leverkusen por 1 milhão de euros.

O atacante não precisou de muito tempo para se adaptar ao futebol alemão, e logo em sua primeira temporada, conseguiu ir muito bem e contribuiu bastante para a equipe. Naquela edição da Bundesliga, Paulo Sérgio foi o maior artilheiro do Bayer Leverkusen, fazendo 17 gols na competição, ajudando o clube a terminar na terceira, conquistando assim, uma vaga para a Copa da UEFA na temporada seguinte. Por conta das boas atuações, Paulo Sérgio foi convocado para a Seleção Brasileira em 1994, onde faria parte do time campeão do mundo.

Depois de fazer parte da conquista do mundial, Paulo Sérgio retornou a Alemanha. Na temporada 1994-1995, a equipe da Renânia do Norte-Vestfáfia voltou suas atenções para a competição continental e acabou deixando em segundo plano o campeonato nacional. Ao final do ano, a equipe acabou terminando na sétima colocação na Bundesliga e na Copa da UEFA, em que o brasileiro marcou 4 gols em toda a competição, foi eliminada pelo Parma nas semifinais.

A temporada 1995-1996 foi mais uma de muitos altos e baixos da equipe, e o Bayer Leverkusen brigou contra o rebaixamento para a segunda divisão do futebol alemão. A equipe terminou o campeonato na 14ª colocação com 38 pontos conquistados, dois a frente do Kaiserslautern, que foi o primeiro time rebaixado na competição. Nesta ocasião, Paulo Sérgio fez 7 gols pela equipe.


Já em seu último ano jogando pelo Bayer Leverkusen, Paulo Sérgio voltou a brilhar como em sua primeira temporada na Alemanha. A partida mais especial do brasileiro na temporada 1996-1997, aconteceu no dia 30 de novembro de 96. Em um clássico do Reno diante do maior rival 1. FC Köln, em Leverkusen, o atacante brasileiro conseguiu marcar um dos gols que deram a vitória aos Leões por 4 a 2 sobre o time do Bode. Paulo Sérgio terminou a Bundesliga daquela temporada com 17 tentos, repetindo o mesmo número atingido em seu primeiro ano no futebol alemão.

Depois de uma coleção de boas atuações em sua última temporada pelo time da Renânia do Norte, o atacante campeão mundial em 1994 pela Seleção Brasileira iria à Itália para defender as cores da Roma. Voltaria para a Alemanha mas para jogar pelo Bayern de Munique por 3 temporadas, iria para o Al Whada do Emirados árabes e encerraria sua carreira como jogador de futebol profissional no Bahia no ano de 2003.

A ótima passagem de Emerson pelo Bayer Leverkusen

Por Lucas Paes
Foto: Getty Images

Emerson passou três anos no Leverkusen

Um dos mais brilhantes jogadores brasileiros da década de 1990 e 2000, o volante Emerson, que completa 45 anos neste dia 4 de abril, teve diversas passagens de destaque ao longo de sua carreira, que se encerrou há 12 anos, no Santos. Entre 1997 e 2000, ele passou ótimos anos representando as cores do Bayer Leverkusen, no auge da história dos "Farmacêuticos".

Emerson chegou ao Bayer na metade de 1997, contratado diretamente do Grêmio, onde havia sido um destaque positivo num dos melhores times da história do Imortal. Estreou na equipe de Leverkusen num duelo contra o Schalke 04 e foi um destaque positivo da boa campanha dos Lowen, que terminaram na terceira posição naquela edição da Bundesliga. Rapidamente adaptado, atuou em 35 partidas e marcou cinco gols. Ajudou a equipe à chegar também as quartas de final da Liga dos Campeões.

Seguiu como titular no biênio seguinte, onde o Bayer finalizou o Campeonato Alemão com o vice-campeonato. Naquela temporada, atuou em 33 jogos e marcou outra vez cinco gols. Seguia como titular do time e seu desempenho positivo já começava a chamar atenção de times maiores e também de ligas maiores, mas seguiu no Leverkusen para a temporada 1999/2000.

O biênio 1999/2000 foi um dos mais positivos da história do time de Leverkusen. Com grande desempenho, os Farmacêuticos disputaram o campeonato ponto à ponto com o Bayern, mas perderam o título no saldo de gols, depois de fazer a mesma pontuação dos bávaros. Emerson, naquele ano, atuou em 37 partidas, marcando outra vez cinco gols ao longo das competições, números insuficientes para garantir um título.


Ao fim da temporada 1999/2000, foi impossível para os alemães segurarem seu futebol. A Roma pagou 18 milhões de euros por seu futebol, levando o brasileiro para o Campeonato Italiano, onde faria história à serviço dos Giallorossi. Foram, pelo Leverkusen, excelentes 108 jogos e 15 gols, numa marcante passagem que acabou não resultando em títulos.

A excelente passagem de Jorginho no Bayer Leverkusen

Por Lucas Paes
Foto: Getty Images

Jorginho é um dos grandes da história do Bayer

O Bayer Leverskusen é uma das principais "casas" para jogadores brasileiros na elite do futebol europeu. Os Werkself já contaram com diversos grandes jogadores brasucas em sua história e um deles está completando 56 anos neste dia 17 de agosto, o ex-lateral e hoje treinador Jorginho, que passou pela Bundesliga no início da década de 1990. 

Jorginho chegou a Leverkusen após seus ótimos anos jogando no Flamengo. Foi vendido para a Bundesliga, sendo um dos primeiros brasileiros a jogar no futebol tedesco. Assim que chegou a Leverkusen foi deslocado para o meio de campo e em pouco tempo começou a demonstrar uma técnica maior e caiu nas graças do torcedor do Leverkusen. Em pouco tempo começou a jogar muito bem.

A partir da temporada 1990/1991, sua segunda pelo clube, passou a ser titular absoluto e seu futebol começou a chamar a atenção de outros clubes. marcou naquele ano três gols e também deu três assistências, sendo um dos melhores jogadores do campeonato naquela ocasião. Na sua terceira temporada pelo clube, mostraria de vez sua veia mais ofensiva, marcando cinco gols e dando quatro assistências.


Seu bom futebol acabou o colocando na rota de um acerto com o Bayern, o que acabou acontecendo no final da temporada 1991/1992. Fechou sua participação vestindo a camisa do Leverkusen com 102 jogos e 10 gols marcados. Tem um lugar especial entre os ídolos da história do Bayer.

Jorginho ainda passaria outros dois ótimos anos jogando pelo Bayern e ainda atuaria pelo futebol japonês antes de retornar ao Brasil. Manteve-se em atividade profissional até o ano de 2002, quando encerrou a carreira jogando pelo Fluminense. Hoje Jorginho está sem clube.

A passagem de Ramon pelo Bayer Leverkusen

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Ramon passou uma temporada no Bayer Leverkusen

Completando 48 anos neste dia 30, Ramon foi durante sua carreira um meia que ganhou destaque pela qualidade nos passes e pelas cobranças de falta perigosas. Com passagens por diversos clubes brasileiros, o meia é lembrado principalmente pelos seus dias vestindo as camisas de Vasco da Gama e Vitória. Seu bom futebol no rubro-negro, no começo de sua carreira rendeu uma transferência para o Bayer Leverkusen, por onde passou uma temporada em 1995.

Ramon teve um inicio discreto em Cruzeiro e Bahia antes de chegar ao Vitória. Pelo Leão rapidamente se destacou e foi um dos destaques da equipe, conseguindo inclusive ser artilheiro do Campeonato Baiano de 1995, quando marcou incríveis 25 gols na competição. Seu bom futebol chamou a atenção da Europa e o Bayer Leverkusen, que começava a construir seu imenso histórico com jogadores brasileiros o contratou.

Porém, jogando na Bundesliga, não conseguiu mostrar a mesma qualidade que havia o consagrado com a camisa do Vitória. Apesar de ter alguns bons momentos com a camisa dos "Farmacêuticos", ficou a maior parte do tempo no banco e acabou voltando ao futebol brasileiro depois de uma temporada sem muito sucesso no futebol alemão. Jogou 15 jogos e marcou um gol pelo Leverkusen.


Acabou por retornar ao Vasco, que pagou 1,5 milhão de dólares por seu passe. No Cruzmaltino viveria talvez o melhor período de sua carreira, quando fez parte do timaço que os vascaínos tiveram entre 1997 e 2000. Depois, passou por diversos times brasileiros e por equipes do Catar e do Japão antes de se aposentar em 2013. 

Após o fim da carreira, virou treinador e hoje comanda o Vasco da Gama, cargo que acabou assumindo após a saída de Abel Braga de São Januário.

A boa passagem de Tita pelo Bayer Leverkusen

Por Lucas Paes

Tita jogou uma temporada pelo Leverkusen

O Bayer Leverkusen é um time que tem em sua história vários protagonistas brasileiros. Podemos citar Lúcio e Zé Roberto, partes do time que foi vice-campeão europeu em 2002. Atualmente, jogam lá o lateral Wendell e o meia Paulinho, ex-Vasco. Jorginho já jogou por lá e diversos outros também já passaram e marcaram seu nome na história do time da Bayer, como Emerson e Roque Júnior. Em 1988, ainda em meio a seu auge, o meia Tita, que completa 62 anos neste primeiro dia de Abril, ídolo do Flamengo, foi o primeiro brasileiro a jogar em Leverkusen.

Despertou a atenção dos alemães já "velho", por assim dizer. Apesar de ainda viver ótima fase, Tita já tinha quase 30 anos quando chegou ao Bayer. Chegaria para completar um bom time, que contava com nomes como o matador Schreier, Waas, Tauber e o coreano Cha Bum-Kum, que já foi citado em artigo aqui no site. Foi com essa equipe que o Leverkusen se preparou para a temporada 1987/1988.

Se na Bundelisga a equipe não conseguiu manter um ritmo bom e na DFB Pokal a "aventura" durou apenas um jogo contra o Dortmund, na Copa da UEFA o Bayer foi abrindo terreno com boas atuações de Tita e Cha. O Leverkusen passou por Austria Wien, Tolouse, Feyenoord, pelo Barcelona, em jogo que Tita decidiu dentro do Camp Nou e pelo Werder Bremen, antes da final diante do Espanhol. Na final, o Leverkusen reverteu uma derrota por 3 a 0 no Sarriá jogando em casa e Tita marcou o primeiro gol do jogo.

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A passagem de Tita, porém, foi curta e acabou durando apenas até o final daquela temporada, quando acabou transferido ao Pescara, da Itália. Lá, Tita também viveria bons momentos, apesar do rebaixamento do clube para a Série B. No total, Tita realizou 37 jogos com a camisa do Leverkusen e marcou 22 gols. É até hoje lembrado com carinho pelo torcedor alemão, mesmo ficando apenas uma temporada no clube.

Historicamente, Tita acabou abrindo espaço para os vários brasileiros que viriam depois a ingressar em Leverkusen. Jorginho, campeão em 1994, chegaria lá um ano depois da saída de Tita e faria história também. A partir da década de 1990, brasileiros viraram quase rotina no clube. Hoje, vários figuram no hall de ídolos dos Lowens, numa história que continua e continuará sendo escrita com um toque de brasilidade na frieza alemã.

Cha Bum-kun – Uma lenda sul-coreana na Alemanha

Por Lucas Paes 

Muito antes de Park Ji Sung e de Son, existiu Cha Bum-Kum 

Neste dia primeiro de junho, Liverpool e Tottenham decidirão a Liga dos Campeões e pelo lado londrino joga o habilidoso Son. Entre os anos 1990 e 2000, passou pelo Manchester United Park Ji Sung, peça chave na histórica campanha da Coréia do Sul na Copa do Mundo de 2002. Mas, muito antes destes, muito antes do glamour da Premier League, existiu Cha Bum Kun, que virou uma lenda jogando na Bundesliga, impressionando a Alemanha. A lenda que completa 64 anos neste 22 de maio. 

A Coréia do Sul tem um serviço militar obrigatório de um ano e meio até os 25 anos, por isso, Cha Bum Kun já era um jogador consagrado de certa forma em seu país quando chegou a Alemanha. Devido a já ser tarimbado, acabou rapidamente se adaptando ao estilo de jogo da Bundesliga, que era muito menos “jogado” do que é hoje. Ainda assim, era um aprendizado para o sul-coreano, que queria evoluir e levar o que aprendesse para seu país. Se existiu Park Ji Sung e existe um Son, Kum é diretamente responsável. 

O atacante, rápido como uma flecha, não foi bem no Darmstad. Pouco conseguiu jogar devido a problemas com o serviço militar. Quis o destino que fosse parar no Eintracht Frankfurt, onde aí sim, viraria uma verdadeira lenda. Na sua primeira temporada em Frankfurt, ganhou a Copa da UEFA. Em pouco virou um dos jogadores mais bem pagos do país, caiu nas graças a torcida e começou a trilhar o caminho para se tornar uma lenda. Em um momento sério, sofreu uma gravíssima lesão no joelho, se recuperando a tempo de jogar a final da DFB Pokal de 1980/1981 e marcar um dos gols da vitória do Frankfurt por 3 a 1 diante do Kaiserslautern. Passaria mais uma temporada nas águias, antes de se transferir ao Bayer Leverkusen, em 1983. Foram 156 jogos e 58 gols pelo Eintracht.

 Final da Copa da Uefa de 1988, vencida pelo Bayer, onde Cha marcou um gol essencial

Em Leverkusen, continuou sendo o jogador rápido e encantador que era em Frankfurt. Lá fez uma a sua temporada mais sensacional em números, marcando 19 gols no biênio de 1985/1986, prévio a Copa do Mundo do México, que a Coreia do Sul se classificou muito graças a Cha. Talvez o espetacular desempenho foi o motivo para que o sul-coreano tivesse marcação dobrada em todos os jogos da campanha no México. Não marcou nenhum gol na Copa. 

No Leverkusen, curiosamente, mesmo decaindo em números nos seus últimos anos no clube, marcou um gol importantíssimo na final da Copa da Uefa de 1987/1988, quando deu o 3 a 0 ao Leverkusen no segundo jogo, zerando a vantagem conquistada pelo Espanyol na Catalunha. Nos pênaltis, o Bayer venceria seu primeiro grande título em sua história, explodindo o antigo Ulrich Haberland Stadion. 

Ao final da temporada 1988/1989 decidiu encerrar a carreira. Pelo Bayer, foram 63 gols em 215 jogos. Cha cumpriu a promessa que havia feito, de que ajudaria a evoluir o futebol sul-coreano. Abriu diversas escolinhas no seu país natal que acabaram sendo cruciais para que os sul-coreanos evoluíssem no esporte. Uma evolução que aliás, a própria Alemanha acabou sentindo na pele recentemente, já que a eliminação precoce (e justa) na primeira fase da Copa de 2018 veio justamente pelos pés sul-coreanos. Além disso, Cha foi durante algum tempo o maior artilheiro estrangeiro da Bundesliga, ainda que ultrapassado por diversos nomes hoje, é considerado um dos maiores jogadores da história da liga.
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