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A passagem de Henry pela Juventus

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo 

Henry na Juve

O francês Thienry Henry foi um dos maiores nomes do futebol mundial durante os anos 1990 e principalmente 2000. Dono de excelentes números e habilidades, o francês, que completa 46 anos neste dia 17, é um dos maiores ídolos da história do Arsenal e fez também história atuando coma camisa do Barcelona na época de Guardiola e Messi. No início de carreira, passou discretamente pela Juventus de Turim,no na época badalado Campeonato Italiano.

Henry começou sua trajetória no futebol no Mônaco,onde teve um excelente início de carreira e chamou a atenção de vários clubes. Seu desempenho espetacular na temporada 1997/1998, onde levou os monegascos as semifinais da Liga dos Campeões, fez com que a Juve o comprasse em janeiro de 1999. 

Na Itália porém, desde o início, Henry sofreu com o forte jogo defensivo da liga local. Jogou pouco em seu início, vindo muitas veze do banco e pouco conseguindo fazer nos jogos em que entrava. Estreou contra o Perugia em fevereiro e pouco conseguiu jogar. Acabou marcando pela primeira vez apenas no finalzinho do campeonato, em um jogo contra a Lazio no Olimpo de Roma, quando inclusive fez dois gols no jogo, que terminou com vitória bianconera. 


Sem espaço, tendo marcado apenas três gols em 20 jogos com a camisa bianconera, Henry acabou optando por deixar a equipe italiana, fechando seu ciclo na Itália e sendo negociado com o Arsenal, do na época ainda pouco badalado Campeonato Inglês, que havia se transformado na Premier League a partir de 1992. Acabou se tornando um "flop" na Juve, sendo um dos grandes fracassos da história da Juventus.

Henry esteve em atividade no futebol até 2014, quando pendurou as chuteiras atuando no New York Red Bulls, dos Estados Unidos. Hoje, Henry é comentarista numa emissora de TV inglesa. 

Lukaku, Cuadrado e a maior rivalidade interregional da Itália explicada em transferências

Por Lucas Paes
Foto: Getty Images

Lukaku não jogará na Inter

Esse texto vai começar com uma afirmação que muita gente talvez estranhe caso não conheça o futebol italiano: a maior rivalidade interregional do futebol italiano é a que existe entre Internazionale e Juventus. Chamado de Derby D'Italia (porque antes de Berlusconi os dois clubes sempre foram os dois de mais sucesso do país), o confronto entre bianconeris e nerazzurris possui uma rivalidade assustadora e um ódio mútuo insuperável. Duas transferências (ou quase) recentes explicitam o tamanho desse ódio, com Cuadrado trocando a Juve pela Inter e Lukaku saindo dos planos da beneamata por negociar com a Velha Senhora.

Lukaku segue pautando sua carreira em tristes decisões trágicas. Amado pela torcida interista, perdeu um pouco desse sentimento ao ser vilão na final da Liga dos Campeões desse ano, mas parecia querer ficar no clube. Porém, deixou de responder até os companheiros e recebeu sondagens da Juve. O movimento estranho do belga causou a desistência da Inter. Agora, ele está numa encruzilhada, pois a torcida bianconeri não o quer lá e já inclusive protagonizou episódio de racismo contra o camisa 90 interista. Esse movimento é esquisito (para não usar outro termo) por parte do atacante.

Cuadrado jogou por muitos anos na Juventus e era querido pelos torcedores. Era, pois a traição de sair para a Inter será imperdoável. O colombiano estava sem contrato e poderia ir aonde quisesse, mas se transferir a Beneamata é uma traição imperdoável. Curiosamente, será difícil também conquistar o coração de sua nova torcida, já que a "nação" interista também não é exatamente muito tolerante com quem vem do lado preto e branco de Turim. 

Para entender o tamanho da rivalidade entre Inter e Juve é preciso explicar um pouco da história do futebol italiano, separando em dois aspectos que explicam o tamanho do ódio e do desprezo mútuo entre os dois clubes: primeiro, a trajetória do Calcio dentro de campo e depois, é claro, o tamanho das duas torcidas, que se não são mais (provavelmente são) foram por muito tempo as duas maiores da Bota. 

Em campo, a Juventus sempre foi o time dominante da Itália há muitos anos. O país nunca teve uma grande força na capital italiana, a Juve explica sua força da origem, vinda da cidade onde surgiu a gigante Fiat e de um local que é um centro industrial do país. Muito forte desde sua origem, teve como grande adversária na maior parte de sua história a Inter, já que o Milan perdeu muita força depois de um bom período nos anos 1960 e ainda viveu situação calamitosa nos anos 1980.


Nas arquibancadas, a torcida da Juventus é enorme e espalhada por toda a Itália, sempre sendo também a maior do país, mas tinha sua grande oposição na "massa" interista, que também não se limita a cidade de Milão. O ódio explícito entre as duas torcidas, que existe há muitas décadas, culminou em vários confrontos entre as Ultras ao longos dos anos, num jogo que envolvia as duas maiores torcidas italianas pela maior parte da história do país (provavelmente ainda são, apesar de hoje o Milan conseguir um equilíbrio que não conseguia há muito tempo.

A situação Lukaku Cuadrado nos faz lembrar do tamanho de uma rivalidade que muitas vezes é esquecida pela fraqueza recente da Juventus e pelo tamanho do glamour no clássico entre Internazionale e Milan e por outras rivalidades interregionais como Napoli x Roma e Juventus x Napoli. Mas, a maior rivalidade interregional italiana, por um abismo é, sempre foi e sempre será a que existe entre Internazionale e Juventus. 

A passagem de Paulo Sousa pela Juventus

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Paulo Sousa na Juventus 

Conhecido por ser recentemente treinador do Flamengo, Paulo Sousa, que completa 52 anos neste dia 30, teve também carreira dentro das 4 linhas, atuando como um volante que fazia o trabalho sujo na geração de ouro portuguesa, porém também tendo qualidade com a bola. Teve, nos anos 1990, uma passagem pela Juventus de Turim,numa época áurea dos Bianconeri.

Ele chegou a Turim em 1994, após deixar o Sporting, negociado após uma passagem curta, porém positiva. Foi trazido para reforçar um setor que Lippi considerava que precisava de reforços para melhorar a equipe buscando as conquistas dos principais títulos, principalmente da Liga dos Campeões, sonho de consumo bianconero até os dias atuais. 

Na primeira temporada, Sousa foi efetivo e ajudou a Juve a buscar objetivos maiores na temporada. Foi crucial na parte defensiva para que a equipe buscasse o título da Série A. Naquela edição da Série A, a Juve atropelou todo mundo e terminou 10 pontos da Lazio. Ainda vencendo a Copa da Itália em cima do Parma, se vingando da derrota na final da Copa da UEFA para a mesma equipe. Foram 42 jogos e um gol ao longo da temporada.

No biênio seguinte, revezou bastante na equipe, mas ainda assim atuou bastante ao longo da temporada. Foi parte importante da equipe campeã europeia, marcando na semifinal diante do Nantes nas semifinais, num jogo que ficou 3 a 2 para o time francês. Titular, foi substituído e viu do banco a Vecchia Signora ganhar do Ajax nos pênaltis. Encerrou a temporada com o título europeu, o primeiro de sua carreira. Finalizou a temporada com 36 jogos e um gol novamente.


Acabou negociado com o Borussia Dortmund ao fim da temporada, onde curiosamente conquistaria outra Liga dos Campeões, ironicamente em cima da Juventus. No total, atuou em 78 jogos e fez dois gols em Turim. 

A idolatria do volante Lauro no Juventude

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Lauro foi ídolo do Juventude

Lauro Antonio Ferreira da Silva, popularmente conhecido apenas como Lauro, está completando 49 anos de idade nesta segunda-feira, dia 20. Em sua carreira, o volante passou por clubes renomados do futebol brasileiro, mas foi ídolo Juventude, clube onde teve três passagens.

Sua primeira passagem pelo Juve foi de 93 a 98. Neste período, Lauro fez parte de duas das grandes conquistas da história do clube alviverde. Em 94, ajudou a equipe a conquistar a Série B do Campeonato Brasileiro. Quatro anos mais tarde, o meio campista também foi uma peça fundamental para que o clube de Caxias do Sul vencesse o Gauchão, que inclusive, quebrou a hegemonia da dupla GreNal. No segundo semestre de 98, Lauro se transferiu para o Palmeiras.

No ano seguinte, o volante retornou ao Juventude. E foi justamente nesta temporada de 99, que o Papo ganhou o título da Copa do Brasil. Após superar o Fluminense nos 16 avos de final, o Corinthians nas oitavas de final, Bahia nas quartas e o Internacional nas semifinais, o time gaúcho bateu o Botafogo na grande decisão. Ainda ficou até 2001, quando encerrou a sua segunda passagem pelos Jaconeros. Passou por equipes como Paulista de Jundiaí, Grêmio, Palmeiras e Ulbra.

Depois de passar por estes clubes, voltou para o Ju em 2004. Foi nesta terceira trajetória, que Lauro fez parte uma das melhores gerações da história do clube. Porém, um dos momentos mais marcantes desta última passagem foi a goleada que o Alviverde sofreu na final do Campeonato Gaúcho contra o Inter: 8 a 1. Em 2010, chegou a marca de 571 partidas, ano em que se despediu.


O seu último jogo com a camisa do Juventude foi em um amistoso com a equipe do Grêmio, realizado no dia 10 de julho de 2010. A partida chegou a ser considerada uma despedida, já que muitos achavam que Lauro iria pendurar as chuteiras. Porém, pouco tempo depois o meio campista acertou com o Esportivo, clube da cidade de Bento Gonçalves, em 2011. Apenas no ano de 2013, se aposentou após defender o Garibaldi, que disputaria a terceira divisão do futebol gaúcho.

O início de Adaílton no Juventude

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Adaílton começou sua carreira no Juventude com 18 anos

Nascido em Santigo, cidade localizada no interior do Rio Grande do Sul, Adaílton Martins Bolzan, popularmente conhecido apenas como Adaílton, está completando 45 anos de idade nesta segunda-feira, dia 24 de janeiro de 2022. Por isso, hoje vamos relembrar o início da carreira do atacante, quando ele jogava pelo Juventude entre 1995 e 1996.

Desde muito jovem, Adaílton começou jogando futebol nas categorias de base do time de Caxias do Sul. Em 1995, assinou contrato profissional e acabou promovido para o time principal com apenas 18 anos de idade.

No seu primeiro ano jogando profissionalmente, o atacante ajudou o Verdão a chegar nas semifinais do Campeonato Gaúcho de 95. Naquela oportunidade, o Juve acabou sendo eliminado pelo Grêmio, após vencer o jogo de ida por 2 a 1 e perder a partida de volta pelo placar de 2 a 0. Na mesma temporada, o clube de Caxias do Sul se encontrava na elite do Campeonato Brasileiro. A equipe gaúcha com 8 pontos da Chave A, e com isso, não conseguiu passar da primeira fase.

Já em 1996, seu último ano jogando na equipe verde e branca, Adaílton conseguiu ajudar a levar o Juventude para a grande final do campeonato estadual, após ficar bem perto da decisão na temporada anterior. Porém, a equipe Joconera encontrou mais uma vez o Grêmio e perdeu o título após duas derrotas. Na ida, o Imortal Tricolor venceu o Juve por 3 a 0 em Caxias do Sul e depois aplicou uma goleada de 4 a 0 em Porto Alegre.

No Brasileirão, o Juventude conseguiu mais uma vez se manter na primeira divisão do futebol brasileiro. A equipe de Caxias do Sul fechou a sua participação na competição que tinha 24 times na época, com 27 pontos somados em 23 partidas disputadas, ficando assim, na 19ª colocação.


Ao todo, Adaílton ficou no Juventude por dois anos. Defendeu as cores Jaconeras em 43 oportunidades. Quando deixou o Juve em 1996, partiu para o Guarani ainda com 20 anos de idade. Após passar pelo Bugre, foi para o Velho continente, onde defendeu times como Parma, Paris Saint-Germain, Hellas Verona, Genoa, Bologna e Vaslui da Romênia, entre 1997 e 2012. No ano de 2013, teve uma curta passagem pelo time verde e branco de Caxias do Sul, fazendo sete jogos antes de encerrar a sua carreira como jogador de futebol profissional.

Roberto Bettega, um ídolo sete vezes campeão italiano pela Juventus

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Roberto Bettega teve uma passagem de 13 anos pela Juventus de Turim

Nascido na cidade de Turim neste mesmo dia em 1950, Roberto Bettega, está completando 71 anos de idade nesta segunda-feira, 27. Por isso, vamos relembrar a passagem de 13 anos do atacante italiano pela Juventus, que aconteceu entre 1970 e 1983.

Herdando o amor de seu pai pela Vecchia Signora, Roberto começou a jogar futebol desde os 10 anos de idade. Naquele momento, o jovem se dividia entre a escola e o desporto, mas grande parte da sua juventude, se passou nos campos que o time treinava. Coincidentemente, ele morava muito perto do local.

Nos seus 18 anos de idade, Bettega já mostrava muita qualidade e com isso, os comandantes da Juventus decidiram que o garoto já tinha conseguido fazer o suficiente para dar início a sua carreira como jogador profissional. Para ganhar mais experiência, Roberto foi, por empréstimo, para o Varese, que se encontrava na segunda divisão do futebol italiano.

Comandado por Nils Liedholm, ele ajudou o time da Lombardia a conquistar o acesso para a elite do futebol da Itália marcando 13 gols na Serie B e sendo o artilheiro da competição. Por este motivo, voltou para a Juve, onde estreou com a camisa alvinegra ainda em 1970. Segundo o atacante, essa sua passagem pelo Varese foi muito importante e destaca o quão bom foi trabalhar com Liedholm, já que foi com este treinador, que ele conseguiu melhorar seus cabeceios.

No momento em que foi mandado de volta à Turim, o time bianconeri estava passando por um processo de renovação e com isso, chegaria para jogar junto de Claudio Gentile e Franco Causio. Na primeira temporada deste importante processo, a Juventus terminou na quarta colocação do campeonato italiano. Bettega foi uma peça importantíssima para o time ao marcar 13 gols pela equipe na competição.

Já antes da temporada 1971-1972, Giampiero Boniperti assumiu a presidência do clube e decidiu continuar apostando na juventude do elenco. Contratou o treinador tcheco Cestmir Vycpálek para comandar o time e teve resultado, uma vez que a Vecchia Signora conseguiu conquista o campeonato nacional. Apesar do excelente começo de campanha, fazendo 10 gols em14 partidas, Roberto acabou pegando uma tuberculose que o deixou afastado por oito meses dos gramados. Por este motivo, o atacante perdeu toda a segunda parte da Serie A e uma parte da temporada seguinte.

No mês de setembro de 72, ele voltou a atuar com a camisa bianconeri, mas sem aquele brilho de antes. Mesmo assim, conseguiu conquistar mais um campeonato italiano pelo clube de Turim e ajudou a levar o time para a sua primeira final de Liga dos Campeões da história, atuando junto com José Altafini, jogador ítalo-brasileiro. No dia 30 de maio de 1973, a equipe italiana acabou sendo derrotada pelo Ajax pelo placar magro de 1 a 0 em Belgrado.

Em 1976, o presidente bianconeri trouxe Giovanni Trapattoni, que vinha com a ideia de priorizar aquele futebol fisicamente forte. Comprando esta ideia, Fabio Capello foi moeda de troca para a vinda de Romeo Benetti, que jogava no Milan. Além disso, Anastasi foi outro atleta envolvido em uma negociação, dessa vez com a Internazionale. Para ocupar seu posto, Roberto Boninsegna foi o outro atleta adquirido pelo time de Turim. A partir daquele momento, começava um ciclo de muitas conquistas que quase durou uma década.

No auge da carreira, Bettega foi mais uma vez fundamental para a Juventus, que fez uma campanha histórica no campeonato nacional. O atacante italiano anotou 17 gols e contribuiu muito para que a Vecchia Signora fosse somasse 51 dos 60 pontos disputados na competição. De quebra, fez parte do elenco que trouxe o primeiro título internacional à galeria bianconera ao bater o Athletic Bilbao na grande decisão da Copa da UEFA da temporada 1976-1977. Inclusive, Roberto fez gol na final.

Por conta de sua grande coleção de grandes atuações e um grande número de gols marcados, Bettega se tornou um jogador de confiança de Enzo Bearzot, que comandava a seleção italiana. Antes mesmo da Copa do Mundo de 1978, o atacante conseguiu balançar as redes adversárias em 16 oportunidades nos 19 jogos que participou e ajudou a Juve a conseguir fazer mais uma campanha histórica no Campeonato Italiano, mas o grande nome da equipe foi Paolo Rossi, que era uma revelação no futebol da Itália na época e mais tarde faria dupla com Roberto no mundial em que a Nazionale perdeu a disputa do terceiro lugar para o Brasil. Ainda em 78, Bobby Gol ficou na quarta colocação da Bola de Ouro da France Football.

Nos dois anos seguintes, os 'scudetti' ficaram com Milan e Internazionale. Por conta disso, Bettega acabou tendo que se sentir satisfeito com o título da Copa Itália e a artilharia do Campeonato Italiano. O clube de Turim só voltou a conquistar a principal competição do país em 1981, quando Trapattoni apostou em Liam Brady, um treinador vindo da Irlanda. Prejudicado pelo esquema utilizado pelo comandante, o artilheiro bianconeri anotou apenas cinco tentos em toda a temporada.

O ano seguinte para Bettega e para a Vecchia Signora estava sendo perfeita, já que o clube liderava a tabela de classificação do campeonato italiano e fazia uma bela campanha na Liga dos Campeões da Europa. Mas foi na fase de oitavas de final diante do Anderlecht da Bélgica, que Roberto acabou sofrendo uma grave lesão no joelho em uma forte trombada com o goleiro Jacky Munaron. Por isso, ficou afastado por um longo tempo e perdeu resto do campeonato. Além do clube de ver seu time ser eliminado, perdeu a Copa de 1982, que foi conquista pela Seleção Italiana.

Quando esteve apto novamente na temporada 1982-1983, a Juve tinha Platini centralizado, Boniek com a 11 estampada nas costas e Rossi como o camisa 9. Bettega já estava prestes a completar 33 anos e teve de ficar no banco de reservas bianconeri por algum tempo. Em certo momento, Trapattoni percebeu que Penna Bianca poderia jogar mais atrás. Mesmo atuando mais recuado, o atacante foi muito bem e foi muito importante para que a Juventus chegasse a mais uma decisão de Liga dos Campeões, mas desta vez seria diante do Hamburgo. Seu último jogo usando a camisa alvinegra em campo foi justamente nesta derrota para o clube alemão.

Após encerrar o seu vínculo com a Vecchia Signora, foi atuar na Liga Norte-Americana. Lá, o atacante defendeu o Toronto Blizzard do Canadá, clube onde ficou até 1984. Depois disso, se aposentou.


No geral, Roberto Bettega fez 481 jogos oficiais pela Juventus e marcou 178 gols ao longo desses 13 anos. É o quarto jogador que mais atuou pela Vecchia Signora e o terceiro maior artilheiro da história do clube, ficando atrás de Del Piero, com 262 e Boniperti, que fez 182. Assim que encerrou sua carreira como jogador de futebol profissional, foi convidado para ocupar o cargo de vice-presidente do time de Turim pela família Agnelli em 1994. Ele aceitou e exerceu tal função até 2006, quando se envolveu no Calciopoli. Assim que foi absolvido, voltou para a diretoria do clube no mês de dezembro de 2009.
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