Mostrando postagens com marcador Europa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Europa. Mostrar todas as postagens

Mover Futebol marca presença na Thinking Football Summit, maior conferência de futebol da Europa

Foto: reprodução

Com papel fundamental na busca por maior equidade racial no futebol, a instituição contou com diversos profissionais presentes na feira

Realizada no último final de semana, a Thinking Football Summit ocorreu na cidade do Porto, em Portugal, em parceria com a Liga Portugal, e promoveu a disseminação de conteúdos e criação de networking no meio do futebol. Entre as presenças do evento, esteve a equipe da Mover Futebol, instituição brasileira com projetos de qualificação, desenvolvimento e criação de oportunidades para profissionais negros no futebol.

Dentre os representantes da empresa, esteve Adalberto Almeida, diretor da instituição, que palestrou sobre racismo, mediando o painel e definindo os convidados a subirem no palco para debaterem. Dentre os convidados estiveram os ex atletas, Mauro Silva, Marcos Senna e Helton Arruda, além do presidente da Mover Futebol, Euler Victor.

Esta foi a primeira vez no mundo, que uma palestra foi realizada por cinco homens negros com cargos diretivos e de prestígio dentro do futebol, debatendo sobre racismo, e destacando a importância de instituições como a Mover Futebol, proporcionando mudanças positivas, promovendo a inclusão e diversidade, e mudando paradigmas do mundo.

O debate terminou com a seguinte frase: “Os nossos avós foram escravos, os nossos pais arranjaram emprego e nós, hoje, palestramos no maior evento de Futebol da Europa”, representando as mudanças que o mundo vem tendo gradualmente, referente aos direitos dos negros.


“Nos só iremos combater a desigualdade e o racismo, quando dermos oportunidades para as pessoas, independentemente de sua cor, sexo e gênero. É por isso, que o painel que realizamos neste último final de semana, foi tão importante, mostrando que dia após dia, nossa luta para conquistar nosso espaço, vem surtindo efeito”, afirmou Adalberto.

De volta à Conference League, Paulo Ricardo inicia busca por feito histórico na Finlândia

Foto: divulgalção KuPS

Paulo Ricardo em ação pelo KuPS

No dia 25 de maio, a Roma se sagrava campeã da primeira edição da Conference League. Pouco mais de um mês depois, a bola volta a rolar pelo torneio europeu. Nesta quinta-feira (7), começa a disputa da primeira etapa classificatória para a fase de grupos.

Atual vice-campeão finlandês, o KuPS terá o FC Dila, da Geórgia, como primeiro desafio. A ida será disputada na Finlândia, enquanto a volta, marcada para o dia 14 de julho, acontecerá na casa do adversário.

Contratado em 2021, Paulo Ricardo defendeu o KuPS na edição inaugural da Conference, quando a equipe chegou ao último playoff de classificação para a fase de grupos, mas acabou eliminada pelo Union Berlim, da Alemanha. O jogador relembra aquela campanha e valoriza esta nova oportunidade no torneio.

“A Conference marcou a minha chegada ao KuPS, já que o meu segundo jogo pela equipe foi justamente contra o Union Berlim. Agora temos mais uma oportunidade de colocar o clube na fase de grupos de uma competição europeia, um feito histórico que vamos lutar muito para realizar”, contou o zagueiro, revelado pelo Santos.

Paulo Ricardo também aposta no bom momento do KuPS para avançar na Conference League. A equipe do brasileiro lidera a liga nacional, com apenas uma derrota em 13 jogos, e está classificada para as semifinais da Copa da Finlândia.


“O nosso time realmente vive um momento muito bom, mas sabemos que isso também aumenta a responsabilidade. Esta etapa classificatória é decidida em mata-mata e precisamos estar atentos por 180 minutos”, concluiu o defensor, que no Brasil também atuou por clubes como Fluminense, Goiás e Figueirense.

Licença de técnico na América do Sul vai valer para dirigir times na Europa

Com informações da Agência Estado
Foto: divulgação Conmebol

Carteria de licença de treinador da Conmebol

A Conmebol e a Uefa estão de mãos dadas para uma série de parcerias em 2022. Uma delas é a unificação da licença para treinadores. Isso significa que os técnicos sul-americanos poderão trabalhar normalmente na Europa. A decisão derruba as fronteiras que sempre separaram os dois continentes. Os últimos acertos já estão sendo redigidos. Para os treinadores brasileiros, a regulamentação das duas confederações abre um mercado maior de trabalho, sem a exigência e necessidade de cursos complementares.

Conversas nesses sentidos, de aproximar o futebol e as regras sul-americanas da expertise europeia, já estão sendo firmadas há pelo menos três anos, muito antes de as duas confederações se unirem para combater as novas ideias da Fifa, a principal delas diz respeito à realização de Copas do Mundo a cada dois anos. Conmebol e Uefa são contrárias à iniciativa.

Tanto para a Conmebol quanto para a Uefa, o torneio de seleções da Fifa inviabilizaria a aposta nas competições de clubes, como Liga dos Campeões e Copa Libertadores, duas das principais disputas de times dos dois continentes. A Fifa perde terreno nessa briga porque o calendário dos torneios de clubes são mais extensos e cada vez mais interessantes, enquanto que a disputa de seleções é feita a cada quatro anos e durante um mês apenas. Em 2022, a Copa do Mundo será no Catar, começando dia 21 de novembro, com final marcada para 18 de dezembro.

A licença conjunta para treinadores da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) e Uefa é o primeiro passo dessa união. Todos os técnicos sul-americanos serão beneficiados. A Conmebol pode ainda se valer da experiência de um de seus maiores problemas, inclusive no Brasil: o uso do VAR. O árbitro de vídeo já se mostrou eficaz, mas ele sofre no futebol brasileiro, com árbitros ruins e despreparados, diferentemente das partidas dos campeonatos nacionais na Europa, como Inglês, Alemão e Espanhol, por exemplo. Uma parceria para aprimorar esse uso pode ser feita em breve.


A Conmebol já tem como modelo algumas decisões adotadas pela Uefa, como a decisão da Libertadores em jogo único e em um país neutro, como foi a deste ano, entre Palmeiras e Flamengo, em Montevidéu, no Uruguai. As cotas pagas em dinheiro ao campeão também faz com que os clubes da Libertadores se interessem cada vez mais pelo torneio. Há dinheiro e prestígio em jogo, uma cópia fiel da Liga dos Campeões da Europa, cujo vencedor da edição passada foi o inglês Chelsea.

Luxemburgo dirigindo o Fluminense contra United e Bayern em 1986

Foto: arquivo

Luxemburgo em treino nas Laranjeiras em 1986, entre Renê e Romerito

Independente do momento da carreira em que vive, Vanderlei Luxemburgo, que completa 69 anos neste 10 de maio de 2021, é um dos maiores treinadores da história do futebol brasileiro. Em 1986, antes de 'estourar', ele era treinador dos juniores do Fluminense e assumiu a equipe profissional interinamente para uma excursão à Europa, onde enfrentou Manchester United e Bayern de Munique.

O Fluminense no Campeonato Carioca daquele 1986 foi dirigido por Nelsinho Rosa e buscava o tetracampeonato. Porém, a equipe ficou apenas na quarta colocação e a diretoria do clube acertou a sua saída. Como não havia contratado ninguém e tinha esta excursão para a Europa logo no início do segundo semestre, após a Copa do Mundo, a solução foi deixar o treinador do sub-20 como interino no profissional. Com isto, Vanderlei Luxemburgo assumiu a equipe e foi para o Velho Continente.

No continente europeu, dirigiu o Fluminense em alguns amistosos, como no empate sem gols diante do Manchester United, em pleno estádio Old Trafford, e nos torneios de Vigo e Zurique. Na competição da Suíça, o Tricolor perdeu por 1 a 0 na estreia para o Bayern de Munique.

Porém, nesta excursão teve um recorde histórico. Em um amistoso na Castilla, na Espanha, o Fluminense enfrentou o Taracón e goleou por sonoros 12 a 1, em 15 de agosto de 1986. Esta é a maior goleada da história do Tricolor sobre uma equipe estrangeira. O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Paulo Victor; Alexandre Torres, Vica, Ricardo Gomes e Eduardo; Jandir, Edson Souza, Renê e Romerito; Washington e Paulinho. Entraram durante a partida Ricardo Cruz, Rogério, Leomir, Renato Martins, Gallo e Marcão.

Ao voltar ao Brasil, Vanderlei Luxemburgo voltou para a equipe Sub-20 e o Fluminense contratou Antonio Lopes para dirigir o time profissional no Campeonato Brasileiro de 1986. Porém, Luxa, como também é chamado, dirigiu o escrete tricolor em mais uma oportunidade.


No Campeonato Brasileiro daquele ano, o treinador também comandou a equipe principal em uma rodada, disputada apenas em janeiro de 1987. Na ocasião, o técnico Antonio Lopes não pode viajar a Salvador e Luxemburgo dirigiu o Fluminense no revés por 2 a 1 para o Vitória, na Fonte Nova.

No geral, os profissionais do Tricolor foram comandados em 13 partidas por Vanderlei Luxemburgo. O time venceu quatro vezes, perdeu outras quatro e empatou em cinco oportunidades. Foram 28 gols marcados e 12 sofridos.

Luxemburgo ainda rodaria um pouco mais e 'estouraria' para o futebol nacional com o título paulista de 1990, com o Bragantino. O resto da história todos já sabem. O treinador ainda voltaria ao Fluminense em 2013, na campanha onde o Tricolor só não foi rebaixado depois que Flamengo e Portuguesa perderam pontos por escalação irregular de jogadores. O técnico foi demitido no meio da competição depois de ficar nove jogos sem vencer.

Os 5 maiores artilheiros brasileiros da história da Liga dos Campeões

Neymar fez 35 gols na história da Champions

O Brasil produziu alguns dos jogadores de futebol mais icônicos da história e os fãs de todo o mundo teve a sorte de ver esses craques não apenas no maior palco do futebol internacional, mas também exportados para a elite da Europa e para a Liga dos Campeões. Com a competição desta temporada sendo retomada após o hiato, as dicas de apostas online favorecem o sucesso do Bayern de Munique, e aqui estão os cinco maiores artilheiros da superpotência sul-americana. 

Neymar (35 gols) 

Cinco gols em seis jogos na Liga dos Campeões na temporada passada pelo Paris Saint-Germain levaram Neymar a derrubar Kaká da liderança. Claro, a maioria de seus gols aconteceu no Barcelona, onde Neymar venceu a competição de elite da Europa em 2014-15. Ele tentará aumentar a conta após o PSG enfrentar o Atalanta nas quartas-de-final neste mês e não há dúvida de que ele terá como objetivo entrar no ranking dos 10 maiores artilheiros de todos os tempos da Champions League. 

Kaká (30 gols) 

No auge, Kaká foi o maior craque de sua geração - e os fãs vão se lembrar dele no coração do meio-campo do Milan. Não foram apenas sua habilidade e criatividade que ameaçava os adversários, mas também seu faro de gol - o brasileiro marcou 25 gols na Liga dos Campeões pelo Milan e mais cinco pelo gigante espanhol Real Madrid. Notoriamente, Kaká foi o artilheiro da Liga dos Campeões em 2006-07, quando o Milan venceu o Liverpool na final e depois ganhou o Ballon d'Or. 

Rivaldo (27 gols) 

A história de Rivaldo é inspiradora - de uma criança que foi criada nas favelas do Recife, a se tornou um dos melhores jogadores de futebol do mundo, exercendo sua profissão no auge pelo Barcelona por cinco temporadas. Ele marcou a maioria de seus gols na Liga dos Campeões em seu período no Camp Nou. Eleito vencedor dos prêmios Ballon d'Or e Jogador do Ano da FIFA em 1999, Rivaldo era um clássico número 10 e um especialista em bola parada, com muita criatividade. 

Élber (25 gols) 

Ele está empatado em gols na Liga dos Campeões com nomes como Robin Van Persie e Hernán Crespo, mas você raramente ouvirá falar das façanhas de Élber no Bayern de Munique. Um artilheiro nato, onde quer que fosse, o brasileiro foi fundamental para o sucesso do Bayern em 2000-01 - quando o clube alemão conquistou a Liga dos Campeões e Élber contribuiu com seis gols. Na grande escala, o atacante foi muito subestimado - mas nunca foi capaz de transferir sua performance no clube para o cenário internacional e, devido à competição, nunca se firmou na seleção brasileiro. 

Jardel (25 gols) 

Mais um jogador que não conseguiu sucesso na seleção, com apenas 10 convocações, Jardel foi mais bem sucedido durante a passagem pelo Porto. Duas vezes vencedor da Chuteira de Ouro Europeia e melhor marcador na época da Liga dos Campeões de 1999-2000, Jardel marcou 19 gols em 32 jogos na Liga pelo Porto e aumentou este número com seis em seis pelo Sporting Lisboa. Sua carreira logo despencou e após deixar o time de Lisboa, ele foi para o Bolton Wanderers, antes de retornar à América do Sul, onde foi apelidado de “lardel” por falta de preparação física. Um triste fim para o que poderia ter sido uma carreira avassaladora.

Nem Ghiggia e Schiaffino conseguiram levar a Itália para a Copa do Mundo de 1958

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Ghiggia e Schiaffino vestindo a camisa da Azzurra

Alcides Ghiggia e Juan Schiaffino, que completaria 95 anos neste dia 28 de julho, são dois nomes que assombram os piores pesadelos de torcedores brasileiros quando se lembram do Maracanazzo. A dupla fez os gols que construíram o maior pesadelo da história do futebol e talvez da cultura brasileira como um todo. Porém, anos depois de destruir sonhos brasucas, a dupla foi convocada pela Seleção Italiana para tentar classificar a Azzurra para a Copa do Mundo de 1958 e acabou fracassando.

Ambos na época jogavam em clubes italianos. Ghiggia caminhava para estabelecer a idolatria que tem até hoje pela torcida da Roma e Schiaffino se firmava como ídolo no Milan. Há algumas décadas a questão de jogar por seleções no futebol não era tão rigorosa. Nada impedia que alguns jogadores vestissem a camisa de duas seleções, casos que ocorreram por exemplo com nomes como Di Stéfano, Puskas, Altafini "Mazzola" e claro, com a dupla uruguaia protagonista do Maracanazzo. A Federação Italiana de Futebol (FIGC) usou de um artifício legal para naturalizar e utilizar os dois.

Schiaffino, na verdade, jogou primeiro. O Milan não queria ocupar uma vaga de estrangeiros com ele, já que contava com Liedholm e Nordahl, destaques suecos da equipe e portanto coube ao destaque da Celeste Olímpica buscar um passaporte italiano, facilitado pelo fato de ser neto de um italiano. Com isso, a Azzurra já convocou ele em 1954, para um duelo contra a Argentina, em Roma, que terminou 2 a 0. As criticas em cima do uruguaio acabaram sendo grandes e então ele só voltaria a ser convocado três anos depois.

A convocação de Ghiggia também aproveitou a dupla nacionalidade. Ambos foram chamados em um processo de renovação após os italianos serem goleados por 6 a 1 pela Iugoslávia. A disputa da vaga no mundial de 1958 era com as seleções da Irlanda do Norte e de Portugal, num triangular decisivo. Era uma missão que já testaria a dupla vestindo o azul italiano.

A estreia da na época duas vezes campeã da Copa do Mundo foi diante da Irlanda do Norte, em Roma, vencida pelos locais. A segunda partida foi diante de Portugal em Lisboa. Apenas Ghiggia estava convocado e jogou aquele duelo, onde os italianos perderam por 3 a 0. O jogo seguinte, em Belfast, contra a Irlanda do Norte terminou em empate por 2 a 2 com gol de Ghiggia e com a dupla uruguaia jogando, resultado que até era bom para a Azzurra. Os dirigentes, porém, pressionaram e o jogo acabou virando apenas um amistoso devido a arbitragem ser local. O duelo acabou sendo remarcado para janeiro de 1958. Antes dele, a Azzurra devolveu os 3 a 0 sofridos em Portugal para os lusos e chegaria a aquele jogo precisando apenas do empate.


Na última partida daquele triangular, a repetição do duelo contra a Irlanda do Norte, em Belfast, o trio de ataque da Itália foi todo sul-americano: Schiaffino, Ghiggia e o brasileiro Dino da Costa. Porém, quem surpreendeu foram os norte-irlandeses, que abriram 2 a 0. Dino diminuiu o placar no finalzinho do jogo, mas pouco depois a expulsão de Ghiggia, que vinha sendo um dos destaques da Azzurra, complicou a situação e o placar acabou deixando os italianos fora da Suécia. 

Schiaffino nunca mais defendeu a Bota e Ghiggia jogaria apenas mais um jogo, num amistoso diante da Espanha. A ausência em 1958 era a única vez na história da Copa do Mundo em que a segunda maior campeã havia ficado fora por mau desempenho nas eliminatórias, mas o "feito" acabou se repetindo em 2018.

A primeira vez do Santos FC na Europa

Por Gabriel Santana, do Centro de Memória do Santos FC
Foto: arquivo

Na excursão de 1959, o Peixe conquistou o Troféu Teresa Herrera

Aproximadamente 50 mil pessoas tiveram o privilégio de desfrutar a primeira partida do Santos na Europa. Era um sábado, 23 de maio de 1959, e o estádio Levsky Sofia, em Sofia, Bulgária, foi o palco escolhido para que o time santista encantasse o povo europeu pela primeira vez.

O adversário na estreia em solo europeu foi a Seleção B da Bulgária. Os espectadores estavam ansiosos para ver a equipe que possuía três atletas campeões do mundo com a Seleção Brasileira na Copa de 1958 – Pelé, Pepe e Zito – e esgotaram os ingressos dois dias antes da partida.

Mesmo com o jogo um pouco prejudicado pelo estado do gramado, já que fortes chuvas caíram sobre a cidade de Sofia e alagaram o campo, o eufórico público não se decepcionou com a partida e presenciou seis gols, frutos de um eletrizante empate de 3 a 3.


Machucado, o capitão Zito não foi a campo, e o técnico Lula formou assim a equipe santista: Laércio, Pavão e Mourão; Getúlio, Álvaro e Fioti; Dorval, Afonsinho (Pagão), Coutinho (Alfredinho), Pelé e Pepe.

Pelé abriu o placar aos 15 minutos de jogo. Quatro minutos depois, Pavão marcou contra para a Seleção Búlgara. O Rei novamente deixou sua marca e colocou o Peixe em vantagem aos 36 minutos, mas Jordanov empatou novamente três minutos depois, terminando a primeira etapa em 2 a 2.

Aos 20 minutos da etapa final Jordanov marcou mais uma vez e colocou os donos da casa em vantagem. Os búlgaros lideraram o placar por apenas três minutos, pois aos 23 Pepe, de pênalti, empatou a partida e assim terminou a estreia do Santos em solo europeu.


Goleadas em Barcelona, Internazionale… - Depois da estreia, o Santos realizou mais 21 partidas, em nove países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Espanha, Holanda, Itália, Portugal e Suíça, e vinte cidades: Sofia, Liege, Bruxelas, Gand, Groningen, Milão, Dusseldorf, Nuremberg, Genebra, Hamburgo, Hannover, Enschede, Madrid, Lisboa, La Coruña, Valência, Barcelona, Gênova, Viena e Sevilla.

Enfrentou e goleou grandes equipes da Europa em pouco mais de um mês. Em alguns países o time santista realizou partidas um dia após o outro.

Foi até o Camp Nou e não tomou conhecimento da forte equipe do Barcelona, goleada por 5 a 1. Dorval e Pelé marcaram dois gols cada e Coutinho fez mais um. O brasileiro Evaristo de Macedo marcou o de honra do time espanhol.


Durante a excursão, o Santos conquistou dois troféus, o de Valência e o Teresa Herrera. Para vencer o Torneio de Valência empatou em 4 a 4 com a equipe da casa, o Valência, e humilhou a Internazionale de Milão por 7 a 1. Aproximadamente 60 mil pessoas viram a equipe santista passar por cima da grande Inter. O Rei Pelé marcou quatro vezes, Pepe duas e Coutinho uma.

Já pelo Troféu Teresa Herrera, o Santos também goleou uma das maiores equipes da época, o Botafogo de Garrincha. Pepe marcou duas vezes e Coutinho e Pelé completaram o marcador de 4 a 1. Zagallo fez o de honra da equipe carioca. A equipe da Vila desfilou com o lindo pelo estádio Municipal de Riazor, em La Coruña.

Em 22 partidas, o time da Vila marcou impressionantes 78 gols. Venceu 13, empatou cinco e perdeu apenas quatro jogos. Pelé foi o artilheiro da excursão com 28 gols, e Pepe o vice artilheiro, com 20 tentos. Além de ser a primeira, a excursão de 1959 foi uma das mais vitoriosas que o Santos fez à Europa.


Todas as partidas da Excursão de 1959

23/05 – Seleção “B” da Bulgária 3 x 3 Santos
24/05 – Seleção da Bulgária 0 x 2 Santos
26/05 – Royal Standard-BEL 0 x 1 Santos
27/05 – Anderlecht-BEL 2 x 4 Santos
30/05 – Gantoise-BEL 2 x 1 Santos
03/06 – Feyenoord-HOL 0 x 3 Santos
05/06 – Internazionale-ITA 3 x 2 Santos
06/06 – Fortuna Dusseldorf-ALE 4 x 6 Santos
07/06 – Nuremberg-ALE 3 x 3 Santos
09/06 – Servette-SUI 1 x 4 Santos
11/06 – Seleção de Hamburgo-ALE 0 x 6 Santos
13/06 – Seleção de Niedersachsen-ALE 1 x 7 Santos
15/06 – Enschede-HOL 0 x 5 Santos
17/06 – Real Madrid-ESP 5 x 3 Santos
19/06 – Sporting-POR 2 x 2 Santos
21/06 – Botafogo-RJ 1 x 4 Santos
24/06 – Valencia-ESP 4 x 4 Santos
26/06 – Internazionale-ITA 1 x 7 Santos
29/06 – Barcelona-ESP 1 x 5 Santos
30/06 – Genoa-ITA 2 x 4 Santos
02/07 – Wiener Sportklub-AUS 3 x 0 Santos
05/07 – Betis-ESP 2 x 2 Santos

A excursão da Briosa para Europa, Oriente Médio e África em 1975

Com a colaboração de Walter Dias
Foto: arquivo

Em pé: Joaquim Feliz, Nilson, Maurinho. Ailton Silva, Otávio, Jovenil, Lima, Bracali e Zé Ramos. Agachados: Ciaglia (diretor de Futebol), Carlos Alberto (presidente), Eduardo, Davi, Bugiu, Beibevit, Miguel, Dimas, Ezequiel e Kiko.
Portuguesa Santista em Braila, na Romênia, em 28 de setembro de 1975

Entre os anos 50 e 90, era comum os times brasileiros irem ao exterior e fazerem longas excursões. E isto não era uma primazia apenas das grandes equipes. Outros escretes também faziam vários jogos em outros continentais e muitos voltavam com muitas vitórias. A Portuguesa Santista, conhecida pela Fita Azul de 1959, em uma excursão em 1959, foi ao exterior em 1975, em uma "ronda" que passou por oito países, de três continentes, e durou dois meses.

A Briosa foi para a excursão ao fim do Campeonato Paulista, onde o time não foi bem, sendo o penúltimo, mas a competição não teve rebaixamento. Então, nada melhor do que jogos no exterior para levantar o ânimo. E o time Rubro-Verde começou a aventura no dia 23 de setembro em Constanta, na Romênia, empatando em 2 a 2 contra o time local.


A segunda partida, dois dias depois, não foi uma jornada feliz da Portuguesa: derrota por 3 a 1 para o Galatzi. Ainda na Romênia, a Briosa encarou, em 28 de setembro, o Braila. E foi neste dia que veio a primeira vitória da excursão: 2 a 1. Depois, a equipe foi até a Ásia, mais precisamente no Oriente Médio.

A delegação Rubro Verde desembarcou no Kwait para três jogos. A Briosa não teve dificuldades e triunfou em todos eles. O primeiro, em 1º de outubro, um 2 a 1 no Kwait SC. Os outros dois foram ainda mais fáceis: 3 a 0 no Arabilem Kwait, em 3 de outubro, e 4 a 0 no Salmia, dois dias depois.


Em seguida, a Portuguesa Santista voltou para a Romênia e em 8 de outubro encarou o Olimpia, em Satu Mare, perdendo por 4 a 0. A próxima escala da Briosa foi na Espanha, onde no dia 11 perdeu para o Sevilla, por 2 a 0. Ali terminava a parte europeia da excursão, que ainda tinha muito jogo pela frente.

A 'perna' mais longa da viagem da Briosa foi na África, começando na Argélia, onde no dia 14 de outubro houve um empate com a Seleção do país, em 1 a 1. Dois dias depois, mais uma partida contra o selecionado e novamente o placar foi de 1 a 1. Em seguida, a Briosa partiu para a Tunísia, onde venceu o combinado Esperance/Afrikan, por 2 a 1, em 21 de outubro.


A parada seguinte da Portuguesa Santista foi na Nigéria, onde a equipe estreou contra o Vasco local, empatando em 1 a 1 no dia 26 de outubro. Três dias depois, veio uma vitória por 3 a 1 sobre o Stationery Stone, em seguida um empate sem gols contra a Seleção de Kano, em 2 de novembro, e a última partida no país foi contra o Mighty Jet, no dia 4, onde a Briosa venceu por 2 a 1.

Depois, a equipe Rubro Verde foi para a Costa do Marfim, onde fez mais dois jogos, sendo um empate em 1 a 1 com o Asese, em 12 de novembro, e uma vitória sobre o Sporting Club, por 2 a 1, dois dias depois. A última escala da Portuguesa foi em Senegal, onde começou com uma vitória sobre o Jarraf, por 2 a 1, em 16 de novembro. Depois, uma derrota para a Seleção do país, por 1 a 0, no dia 18, e na despedida veio uma vitória sobre a Seleção de Kaulack, por 3 a 1, em 20 de novembro.


O saldo da equipe, dirigida pelo técnico Joaquim Feliz, foi o seguinte: 20 jogos, 10 vitórias, seis empates e quatro derrotas, fazendo 33 gols e sofrendo 24. David, cunhado de Pelé, foi o artilheiro da Briosa na excursão, com 10 gols, seguido de Bernardo, com 8, Miguel (6), Dimas (4), Eduardo Alex (3) e Quico (2).

As sedes e a grandiosidade da Euro 2020



A Euro 2020, que começa em 12 de junho, já está com os seus últimos preparativos. Como será a maior edição do torneio, com 12 sedes em 12 países diferentes, esta será uma competição diferente, como nunca foi vista antes no mundo inteiro.

Com isto, o Calendário Euro 2021 vai se estender por um mês, indo até 12 julho, quando será a final no Estádio Wembley, em Londres. Além da capital do Reino Unido, mais 11 cidades receberão o evento: Munique (Alemanha), Roma (Itália), Baku (Arzebaijão), São Petersburgo (Rússia), Bucareste (Romênia), Amsterdã (Holanda), Dublin (Irlanda), Bibau (Espanha), Budapeste (Hungria), Glasgow (Escócia) e Copenhagen (Dinamarca).

Todas as cidades irão receber três partidas da fase de grupos, mais uma partida eliminatória; a excepção será Londres, que receberá também as finais.

Fase de grupos, oitavos-de-final, meias-finais e final: Londres (Inglaterra).

Fase de grupos e quartos-de-final: Munique (Alemanha), Baku (Azerbaijão), São Petersburgo (Rússia), Roma (Itália).

Fase de grupos e oitavos-de-final: Copenhaga (Dinamarca), Bucareste (Roménia), Amesterdão (Países Baixos), Dublin (Irlanda), Bilbau (Espanha), Budapeste (Hungria), Glasgow (Escócia).

As sedes foram divididas em seis pares, estabelecidas com base na força desportiva de cada uma (supondo que os anfitriões de cada sede avancem de fase), em considerações geográficas e restrições de segurança e política. Os pares foram alocados através de um sorteio em dezembro de 2017. Cada seleção de um país anfitrião jogará pelo menos duas partidas em casa. Os pares de grupos ficaram definidos:
  • Grupo A: Roma (Itália) e Baku (Azerbaijão)
  • Grupo B: São Petersburgo (Rússia) e Copenhaga (Dinamarca)
  • Grupo C: Amesterdão (Países Baixos) e Bucareste (Roménia)
  • Grupo D: Londres (Inglaterra) e Glasgow (Escócia)
  • Grupo E: Bilbau (Espanha) e Dublin (Irlanda)
  • Grupo F: Munique (Alemanha) e Budapeste (Hungria)

Esta grandiosidade toda irá receber 24 seleções do continente, sendo que 20 seleções já estão garantidas e outras quatro ainda se classificarão pela repescagem, onde terão oito times brigando pelas vagas.

Seleções já classificadas: Bélgica, Itália, Inglaterra, Alemanha, Espanha, Ucrânia, França, Polônia, Suíça, Croácia, Países Baixos, Rússia, Portugal, Turquia, Dinamarca, Áustria, Suécia, Tchéquia, País de Gales e Finlândia. Contra estas seleções, ainda poderão entrar, pela repescagem, mais quatro times.

Escolha das sedes - Enquanto alguns países já manifestavam interesse em sediar a competição, em 30 de Junho de 2012, em uma conferência de imprensa um dia antes da final do Euro de 2012, o então presidente da UEFA Michel Platini afirmou que esta edição do Euro seria disputada em cidades de diferentes países europeus, em comemoração ao aniversário de sessenta anos da competição.]

Em 6 de dezembro de 2012, a UEFA anunciou que a edição de 2020 será realizada em diversas cidades da Europa, para marcar o sexagésimo aniversário do torneio. UEFA afirmou que esta decisão foi tomada também pela crise económica que afecta diversos países europeus, inviabilizando a realização do torneio em apenas um país. Os críticos citaram o aumento do número de equipas como factor decisivo para esta decisão, já que um maior número de equipes faz com que tenha um maior número de partidas, consequentemente um maior gasto para o país sede.

Com tudo isto, agora é escolher a sua seleção e torcer para uma boa competição.

Pode o futebol brasileiro competir com os milhões da Europa e da Ásia?

Foto: divulgação Flamengo

O Flamengo é o melhor time brasileiro da atualidade

Há menos de 50 anos atrás, o campeonato brasileiro de futebol era unanimemente considerado um dos melhores do mundo. Hoje em dia, no entanto, o talento dos jogadores brasileiros tem se vindo a reflectir cada vez menos na qualidade dos clubes e competições do Brasil. Existem várias excepções, como a notável equipa do Flamengo que foi montada pelo técnico Jorge Jesus durante a temporada passada. Mas na sua generalidade, o futebol brasileiro tem sido afectado pelo volume financeiro das transferências de jogadores para a Europa e para a Ásia. Os grandes craques brasileiros deixaram de praticar o seu melhor futebol no Brasileirão, procurando melhores condições económicas nos grandes campeonatos europeus e, mais recentemente, junto dos clubes milionários que vão surgindo em países como a China, o Japão, ou a Arábia Saudita. 

Craques brasileiros deixam o Brasil cada vez mais cedo

Se houve um tempo em que um jogador como Pelé podia passar a maior parte de sua carreira jogando no Brasil, hoje em dia não tem nenhum grande craque da canarinha que não experimente um campeonato no estrangeiro. O mais preocupante é que, no contexto de um mercado de transferências absurdamente inflacionado, cada vez mais jovens deixam o Brasileirão de forma precoce. Robinho e Marcelo são dois óptimos exemplos, tendo saído muito cedo de seus clubes para jogar pelo Real Madrid. Mas a situação se tem adensado nos últimos anos.

O jovem atacante Reinier, que vinha brilhando no Flamengo, saiu para os gigantes de Madrid ainda antes de se ter afirmado como titular no seu clube. Algo semelhante aconteceu com outros dois jogadores do Real Madrid. Vinicius Júnior passou apenas duas temporadas na equipa principal do Flamengo, enquanto que Rodrygo precisou de pouco mais de 60 jogos para se destacar no Santos e seguir o mesmo caminho. Outros craques, como o atacante do Everton Richarlyson ou o defesa Renan Lodi também saíram muito cedo de seus clubes.

Novos mercados ameaçam o futebol sul-americano

A relação entre os clubes brasileiros e os principais campeonatos europeus já não é nova. Os melhores jogadores do Brasil estão habituados a trocar o Brasileirão pelas ligas europeias pelo menos desde a década de 90. Em Portugal, por exemplo, é comum que muitos dos plantéis dos clubes da primeira liga contem com mais jogadores brasileiros do que jogadores portugueses! Mas os últimos anos têm apresentado uma tendência que pode ser preocupante não só para o futebol no Brasil, como para todos os campeonatos da América do Sul.

Novos investimentos no futebol asiático têm "roubado" alguns dos maiores craques do Brasil, como foram os casos de Elkeson ou Renato Augusto, ambos transferidos para clubes da liga chinesa. Mas outros continentes têm vindo a se assumir como compradores competentes. No México e nos Estados Unidos os jogadores sul-americanos recebem mais do que em seus campeonatos locais, e mesmo em África está surgindo uma nova potência: o Pyramids FC, um clube egípcio fundado em 2017 que já contratou craques como o ex-Palmeiras Keno e o ex-Goiás Carlos Eduardo.

Hoje, mais do que nunca, se impõe a pergunta: se o futebol sul-americano produz alguns dos melhores jogadores do mundo, por que suas competições internas não conseguem se manter ao mesmo nível? Uma questão cada vez mais urgente e que exige reflexão.

Livro sobre ida do Grêmio Sãocarlense à Europa está em sua 3ª impressão


O livro ‘1997: o ano em que a Europa conheceu o Grêmio Sãocarlense’ chega a sua 3ª impressão. Todos os exemplares das duas primeiras edições foram vendidos. O livro-reportagem (lançado em janeiro de 2019) aborda a viagem que o clube do interior de São Paulo fez entre os meses de julho e agosto em 1997 na Inglaterra e na Itália e enfrentou equipes como Lazio, Fiorentina, Burnley, dentre outras. 

Naquele período os clubes europeus voltavam de férias e iniciavam a pré-temporada. A equipe paulista acabou realizando 7 jogos no Velho Continente. Enfrentou equipes poderosas como Lazio e Fiorentina. 

Essa história acabou ficando no passado e aos poucos estava sendo esquecida por todos. Visando não deixar que o tempo apagasse essa inusitada excursão, o jornalista Leonardo Cantarelli foi atrás de documentos, fotos, conversou com ex-jogadores e ex-dirigentes que estiveram nessa viagem e ainda conseguiu informações com clubes europeus (Burnley e Perugia foram solícitos). O motivo também era tentar esclarecer alguns boatos que rondavam essa história como o fato do Grêmio Sãocarlense ter ido no lugar do tradicional Grêmio de Porto Alegre/RS. O que teria de verdade nessa informação? Quem havia sido enganado? Qual Grêmio estavam esperando?


O livro da Pedro & João editores custa R$ 30,00 (+ frete) e pode ser adquirido com o autor através do telefone (51- 9 9401 82 09) ou pelo e-mail (lpcantarelli@hotmail.com).

O autor - Leonardo Cantarelli é jornalista formado pela PUC-Campinas e durante 6 anos trabalhou no portal FutNet, sendo 5 como editor. Para conhecer melhor o trabalho do repórter acesse o link: http://lpcantarelli.blogspot.com/.

Juan Felipe estreia pelo Shkëndija contra o Dudelange na Liga Europa

Foto: divulgação FK Shkëndija

Juan Felipe deve finalmente estrear pelo Shkëndija

A estreia do brasileiro Juan Felipe é a principal novidade do Shkëndija para o confronto com o Dudelange, pela segunda fase preliminar da Liga Europa. O jogo de ida com o clube de Luxemburgo acontece às 12h55 (pelo horário de Brasília) desta terça-feira na Arena Todor Proeski de Skopje, na Macedônia.

Uma das principais contratações do bicampeão macedônio para a temporada, o atleta revelado nas categorias de base do Santos não esconde a motivação em entrar em campo pela primeira vez por seu novo clube. E destaca a importância da partida.

“Fui contratado pelo Shkëndija no início do mês e não vejo a hora de estrear. Estou bem preparado e motivado para iniciar minha história com um resultado positivo. Afinal, uma vitória amanhã (terça-feira), se possível por uma diferença maior que um gol, será excelente para encaminharmos nossa classificação para a etapa seguinte da competição europeia”, declarou o meio-campista, que no Brasil atuou também pelo Santo André, Red Bull Brasil, Mirassol e Mogi Mirim. Além do meia, o clube da Macedônia conta com outro brasileiro no elenco. Trata-se do atacante Stenio Júnior.

Volta dia 30 fora de casa - A partida de volta entre Shkëndija e Dudelange está programada para o próximo dia 30 em Luxemburgo. Quem levar a melhor ainda terá que disputar outras duas etapas qualificatórias antes de assegurar a vaga na fase de grupos da Liga Europa.

O Shkendija está na Liga Europa depois de ter sido eliminado na primeira pré-eliminatória da Champions League. Mesmo tendo vencido o Nõmme Kalju, da Estônia, fora de casa, por 1 a 0, a derrota em seus domínios por 2 a 1 tirou a equipe da competição pelo gol fora de casa.

Treinador elogia intertemporada invicta do Bragantino na Europa

Com informações da FPF
Foto: Ari Ferreira/Bragantino

Elenco do Bragantino durante a intertemporada em Salzburg

Cinco jogos e cinco vitórias. Este foi o desempenho do Bragantino em terras europeias em excursão realizada durante a disputa da Copa América no Brasil. Líder do Campeonato Brasileiro da Série B, a equipe de Bragança Paulista manteve a sequência invicta e colocou todo o elenco para jogar, fatores exaltados pelo técnico Antônio Carlos Zago.

Com os cinco jogos-treino realizados em cidades próximas à Salzburg, na Áustria, o Bragantino venceu o Levski Sofia da Bulgária, por 1 a 0; o Ferencvaros da Hungria por 2 a 1; o Legia Varsóvia da Polônia por 3 a 1; o austríaco SAK 1914 por 1 a 0; e o histórico Honved, da Hungria, por 2 a 1.

Para Antônio Carlos Zago, pesou a possibilidade de colocar todo o elenco para atuar. “Foi muito proveitoso, principalmente para os jogadores que não vinham atuando, pois acredito que agora eles estão no ritmo dos demais ou pelo menos mais perto e isso é importante”, disse o treinador.

Líder da Série B do Brasileiro e vindo de quatro vitórias seguidas na competição, Zago quis manter o embalo e o moral da equipe nessa parada no calendário. “Era importante a gente dar essa sequência até para mantermos a motivação alta também e a confiança grande como sempre tivemos”, disse.

Em busca do acesso - Destaque em terras austríacas, o Bragantino -agora em parceria com a Red Bull Brasil-, vive neste segundo semestre a expectativa de conquistar o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro de 2020. Após oito rodadas, a equipe lidera com 19 pontos, quatro a mais que o quinto colocado e 79% de aproveitamento.

Zago pondera a longevidade da competição e o parâmetro que a viagem deu sobre o time que tem nas mãos. “Temos um campeonato longo pela frente ainda, com jogos difíceis, em alguns meses vamos jogar praticamente sete ou oito jogos e serviu também para a gente ver o nível que nós estamos”, disse. “Foram jogos com equipes que vão disputar preliminares de Champions League ou Europa League e nós conseguimos cinco vitórias”, elogiou o treinador.

O Bragantino volta a atuar pela competição nacional no sábado, 13 de julho, quando enfrenta o Paraná, às 19h, no estádio Durival de Brito, pela 9ª rodada da Série B. Enquanto os paulistas jogam para manter a ponta da tabela, os paranistas tentam entrar no G4 pela primeira vez.

Luan Peres faz balanço da fase de grupos da Champions pelo Brugge

Foto: Club Brugge

Luan Peres atuando contra o Atletico de Madrid, pela Champions League

Seis pontos conquistados em seis jogos e a terceira posição do grupo A. Esta foi a campanha do Club Brugge na primeira fase da Liga dos Campeões. Além da equipe belga, a chave ainda contou com as presenças de Borussia Dortmund, Atlético de Madrid e Mônaco.

Entre os atletas que defenderam o Brugge nesta Liga dos Campeões está o zagueiro Luan Peres, que, pela primeira vez na carreira, pôde disputar o maior torneio de clubes da Europa. Ele fez a sua estreia na competição no empate em 0 a 0 com o Atlético de Madrid, pela última rodada da fase de grupos.

Feliz pela estreia na Liga dos Campeões, Luan Peres destaca a sua alegria com a oportunidade. ”Acredito que todo jogador sonha em disputar uma Liga dos Campeões e comigo não era diferente. Foi uma oportunidade única e fiquei muito feliz em poder ter atuado na maior competição de clubes da Europa. Com certeza foi a realização de um sonho”, disse o defensor, de 24 anos, que chegou ao Brugge em julho, após defender as cores do Fluminense.

Além da estreia na Liga dos Campeões, Luan Peres também pôde comemorar a classificação para os mata-matas da Liga Europa. A vaga foi conquistada graças ao terceiro lugar na fase de grupos da Champions. ”Nosso grupo foi merecedor desta vaga para a Liga Europa. Infelizmente não conseguimos avançar na Champions, mas vejo que fomos premiados de certa forma. Agora devemos manter o foco para que possamos avançar na competição”, concluiu o brasileiro.

O Brugge já sabe quem será o seu adversário na primeira fase dos mata-matas da Liga Europa. A equipe belga irá enfrentar o Red Bull Salzburg, da Áustria. O primeiro confronto acontece apenas no dia 14 de fevereiro, na Bélgica.

Os jogos pós-Copa do Mundo da Seleção Brasileira em 1930 e 1934

Por Victor de Andrade

O time do Brasil que encarou a Iugoslávia logo após a Copa de 1934

Nos dias de hoje, é comum as seleções mundo afora se prepararem para a Copa do Mundo realizando amistosos. Neste domingo, dia 3, o Brasil encara a Croácia, no primeiro jogo pré-Rússia 2018. Porém, houve uma época em que isto era totalmente diferente. A Seleção Brasileira foi para os mundiais de 1930, no Uruguai, e 1934, na Itália, sem ter feito uma partida no ano antes de estrear na competição e logo em seguida realizou alguns embates.

Antes de começar a falar das partidas, vale lembrar que o mundo pré-segunda guerra mundial era muito diferente do atual. Como não havia a facilidade de viagens de avião (não existia, por exemplo, uma ligação aérea comercial entre Europa e América do Sul), tudo era feito de navio, levando um tempo muito maior, além de se fazer diversas escalas. E assim, foi que a Seleção Brasileira acabou fazendo jogos depois destas duas Copas.

Em 1930, a delegação brasileira foi para Montevidéu de navio, fez dois jogos na Copa (derrota para a Iugoslávia, por 2 a 1, e vitória sobre a Bolívia, 4 a 0) e voltou para o Brasil. Só que outras seleções, ao fim do Mundial no Uruguai, faziam escalas de navio no porto do Rio de Janeiro, e por causa disto, houveram três jogos amistosos nas Laranjeiras, principal estádio da cidade na época.

Iugoslávia x Brasil na Copa de 30: revanche menos de um mês depois

Em 1º de agosto de 1930, a França enfrentou o Brasil, que se reforçou com os paulistas que não foram ao Mundial, como Friedenreich, e realizaram um grande jogo. Os franceses abriram 2 a 0, mas os brasileiros venceram por 3 a 2. Nove dias depois, a revanche contra a Iugoslávia e o desempenho foi totalmente diferente do jogo em Montevidéu: 4 a 1 para o time da casa. No último jogo da série, no dia 17, foi a vez dos brasileiros enfrentarem os Estados Unidos e mais uma vitória do time tupiniquim: 4 a 3.

Quatro anos depois, a Seleção Brasileira, novamente desfalcada por brigas entre cartolas de times profissionais e amadores, foi para a Itália de navio e fez apenas um jogo no Mundial, derrota por 3 a 1 para a Espanha, com destaque para o primeiro gol de Leônidas em Copas. Após o jogo, ao invés de retornarem direto, foi feita uma excursão à Europa, mas com resultados diferentes dos de quatro anos antes.

O primeiro jogo foi em Belgrado, contra a Iugoslávia, no dia 3 de junho de 1934. Apesar dos quatro gols de Leônidas, o placar final foi de 8 a 4 para o time da casa e este é o jogo onde a Seleção tomou mais gols até hoje. Quatro dias depois, o Brasil encarou o Gradanski, em Zagreb (na atual Croácia), e ficou no empate em 0 a 0.

Depois de perder para a Espanha na Copa de 34, Brasil fez excursão pela Europa

Nove dias depois, o Brasil desembarcava na Espanha e fazia dois amistosos contra a Seleção da Catalunha, perdendo o primeiro, por 2 a 1, em Barcelona, e empatando o segundo, em 2 a 2, em Girona, no dia 24. Em 1º de julho, o adversário foi o Barcelona e novo empate: 4 a 4. Apesar de ter um Leônidas que quase sempre marcava, a excursão era um fracasso.

A última perna da excursão pós-Copa de 1934 foi em Portugal. A Seleção encarou um combinado formado por jogadores do Benfica e Belenenses, no dia 12 de julho, e finalmente venceu: 4 a 1. Três dias depois, nova vitória, desta vez contra o Sporting: 6 a 1. A campanha foi encerrada com um empate em 0 a 0 contra o Porto, em 22 de julho.

Esta foi a última vez que algo do tipo aconteceu. Em 1938, o Brasil não fez nenhum jogo preparatório pré-Copa do Mundo e nem depois da bela campanha, onde ficou em terceiro lugar. Já em 1950, a aviação comercial havia crescido muito, aproveitando-se do avanço tecnológico da guerra, e fora a Itália, que tinha perdido a base de sua seleção no acidente aéreo envolvendo a delegação do Torino, em 1949, todas as outras equipes vieram ao Brasil de avião e retornaram rapidamente aos seus países após a competição.

Um "bate e volta" na Europa!

Por Lula Terras

Gabriel Barbosa, o Gabigol: sem sucesso na Europa, voltou ao Santos FC

A chegada de Gabriel Barbosa, o Gabigol, para o Santos FC traz à tona, antigo debate, sobre atletas brasileiros que tentam fazer carreira no futebol internacional, e acabam não dando certo e voltam para o País de origem, na busca da retomada de sua carreira.

Assim como a grande maioria dos casos, Gabriel saiu com status de grande promessa, por um valor volumoso, em se tratando de negociações envolvendo brasileiros na Europa, mas não conseguiu se firmar na equipe italiana e acabou emprestado ao Benfica, de Portugal, onde também, não conseguiu se firmar.

O contrato firmado entre a Inter e Santos é de um empréstimo até dezembro de 2018, ou seja, para os italianos é a esperança que, o atleta volte a mostrar o grande futebol dos tempos, do próprio Santos, que encantou a todos, e que isso, possibilite um bom negócio depois do período de empréstimo.

Viola no Valencia não se acostumou com a comida e voltou

Já, para o Santos trata-se da volta do filho pródigo que poderá contribuir e muito, para que a equipe volta a sonhar com títulos importantes, como do Paulistão, Libertadores da América, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro, competições que o Santos terá pela frente, na atual temporada.

Além de Gabriel muitos são os casos registrados, com destaque para os ocorridos nas décadas de 80 e 90, envolvendo jogadores com passagens, por grandes clubes brasileiros e até, pela seleção brasileira. Elas saíram como ídolos, mas, quando chegaram na Europa, as coisas acabaram por não dar certo.

Um dos exemplos foi Vampeta, que saiu ainda jovem do País e teve passagens por equipes como o PSV Eindhoven, da Holanda, entre 94 e 97; VVV Venlo, também da Holanda, em 1995; a Inter de Milão, no ano 2000, e por fim o PSG, da França, em 2001. Foram passagens apagadas que resultaram em sua volta ao Brasil, para jogar no Flamengo e Corinthians. Marcelinho Carioca foi outro que saiu do Brasil e teve passagens apagadas, em 1997, no Valencia, da Espanha, e entre 2004 e 2005, no Ajaccio, na França.

Luizão no Hertha Berlin: poucos jogos na Alemanha

O centro avante Viola também teve passagem pelo Valencia, entre 1995 e 96, e entre 2002 e 03, no Gaziantepspor, da Turquia; o volante Mineiro, um dos heróis do último mundial conquistado pelo São Paulo, em 2005, também não se deu bem na Europa. Mineiro teve passagem pelos clubes: Herta Berlim, da Alemanha, entre 2007 e 08; Chelsea, da Inglaterra, entre 2008 e 09; Schalke 04, da Alemanha, entre 2009 w 10; e pelo TuS Koblenz, da Alemanha, entre 2011 e 12, todas sem o mesmo sucesso que alcançou na equipe brasileira.

Outro centro avante que se tornou ídolo no Brasil, mas, na Europa, teve passagens apagadas, foi Luizão, que jogou no La Coruña, tradicional agremiação espanhola, entre 1997 e 98; no Hertha Berlim, da Alemanha, entre 2002 e 04. E, por fim, o meia Ricardinho, com passagens pela França, entre 1997 e 98, defendendo o Bordeaux, e pela Inglaterra, no time Middlesbrough, em 2004, e no Besiktas, da Turquia, entre 2006 e 08.

Enfim, grandes atletas brasileiros, mas que acabaram por contribuir para o desencanto dos torcedores europeus, com jogadores brasileiros. Vamos torcer para que o ainda jovem Gabigol consiga seu objetivo de apresentar um grande desempenho e volte a alavancar de vez, sua carreira e se colocar entre os grandes ídolos brasileiros.

Eurocopa 2016 - Quem será o melhor do Velho Continente?

Por Lucas Paes


Nesta sexta-feira, dia 10, terá início mais uma Eurocopa, considerado por muitos o segundo melhor torneio de seleções do mundo, atrás apenas da Copa do Mundo. Neste ano, o torneio acontece na França e a seleção local é uma das maiores favoritas ao título. Essa será a 15ª edição do torneio, que acontece a cada quatro anos, e, pela primeira vez, terá 24 seleções. Uma das surpresas será a ausência da Holanda, que fez péssima campanha nas eliminatórias.

Este ano, classificam todos os primeiros e segundos colocados dos seis grupos, além dos quatro melhores terceiros colocados. Com isso, poderemos ter muitas surpresas na competição, já que 16 dos 24 participantes estarão nas oitavas de final. Confira quem são os participantes.

GRUPO A
FRANÇA - ROMÊNIA - ALBÂNIA - SUÍÇA

França

Pogba é o grande nome da França

Uma das principais favoritas ao título, a equipe da França tem uma de suas melhores gerações. se não há Zidane e Henry ou Platini e Bats, as esperanças ficam em Pogba, Payet, Kanté e, principalmente, Griezzman. Mesmo sem contar com Benzema e Valbuena, os franceses têm um ótimo time e podem levar a taça jogando em casa.


Romênia

Alibec é a esperança de gols da Romênia

Apesar de não ter nenhuma participação marcante em Eurocopas (a melhor foi o 7º lugar em 2000), a Romênia tem um time razoável e pode brigar pela vaga no mata-mata com a Suíça (se imagina que a primeira seja da França) e até mesmo classificar como um dos melhores terceiros colocados. Os destaques do time são o goleiro Pantilimon e o atacante Alibec.


Albânia

Berisha é a muralha albanesa

Segunda colocada no grupo de Portugal no classificatório, a Albânia tentará surpreender na Eurocopa; É a primeira participação da equipe na fase final da competição e a classificação para esta etapa já foi uma grande vitória. O goleiro Berisha é o grande destaque da equipe.


Suíça

Shaqiri vai tentar levar a Suíça longe na competição

Favoritos a conquistar a segunda vaga do grupo, os suíços aparecem com uma boa equipe, que conta com alguns bons nomes: desde Burki, goleiro titular do ótimo time do Borussia Dortmund, à Xhaka, recém-contratado pelo Arsenal a Suiça. O time tem como destaques Shaqiri e Xhaka, além de outros bons nomes, como Frei e Behrami.

Palpite: França e Suiça, Romênia pega a vaga como um dos terceiros.


GRUPO B
INGLATERRA - RÚSSIA - PAÍS DE GALES - ESLOVÁQUIA

Inglaterra

Rooney é o capitão do English Team

Outro bom time e um dos favoritos ao titulo, o English Team cometeu alguns erros na lista final (como a inexplicável ausência de Drinkwater, destaque do Leicester), mas continua tendo uma de suas melhores gerações. Confiando nas boas fases de Delle Ali, Lallana e, principalmente, Vardy, os ingleses têm ainda Rooney e Sturridge entre seus destaques. Um bom time para buscar a primeira conquista da Eurocopa.


Rússia

Shatov quer apagar a má impressão deixada pela Rússia na Copa de 2014

Campeã da primeira edição, como União Soviética, a Rússia não conseguiu repetir no futebol o sucesso de esportes como o vôlei depois do fim da URSS. Os russos decepcionaram na Copa de 2014 e tentam se recuperar na Euro. Neustadter e Shatov são os destaques do time.


País de Gales

Os galeses contam com Bale para uma boa campanha

Outra seleção que debuta na competição, os galeses têm em Bale seu grande destaque e principal responsável pela histórica classificação. A equipe ainda conta com Ledley, Ramsey e Allen entre seus destaques e deve brigar forte pela terceira vaga.


Eslováquia

Hamsi é o destaque eslovaco na Euro 2016

Participando pela primeira vez da Euro, os eslovacos contam com alguns nomes de destaque, como o zagueiro Skrtel e, principalmente, o meia do bom time do Napoli, Hamsik. Os eslovacos chegaram às oitavas de final da Copa de 2010 e buscam uma boa campanha na Euro. Podem até classificar para o mata-mata.

Palpite: Inglaterra e País de Gales, com a Rússia pega uma das vagas dos terceiros.


GRUPO C
ALEMANHA - UCRÂNIA - POLÔNIA - IRLANDA DO NORTE

Alemanha

Atuais campeões do mundo, Alemanha quer a Euro

Atuais campeões do Mundo, os alemães chegam como uma das seleções favoritas à conquista, tendo o meio campo como ponte forte da equipe, que precisa melhorar a defesa. Entre seus destaques tem Ozil, Müller, Draxler, Gotze, além do que é, pra muitos, o melhor goleiro do mundo: Manuel Neuer. Entre as ausências mais sentidas da competição está a de Marco Reus.


Ucrânia

Konoplyanka é a esperança da Ucrânia

Participando pela segunda vez da Euro, os ucranianos foram eliminados na primeira fase em 2012 (quando eram sede da competição) e buscam uma melhor campanha em 2016. Tem em Konoplyanka seu grande destaque.


Polônia

Lewandowski é o grande nome dos poloneses

Com alguma tradição no futebol, os poloneses chegam com chance de surpreenderem e irem longe graças à alguns bons jogadores que o time possui. O grande destaque do time é o atacante Lewandowski (considerado por alguns o melhor centroavante do Planeta). Além dele, a Polônia conta com Piszczeck, Blaszczykowski (também conhecido por Kuba) e os bons goleiros Szczezny, Boruc e Fabiansky.


Irlanda do Norte

A Irlanda do Norte quer surpreender

Uma das surpresas da competição, os norte-irlandeses chegam pela primeira vez à Eurocopa (apesar de já terem jogado as Copas do Mundo de 1958, 1982 e 1986) e são outro caso onde a chegada ao mata-mata já é uma vitória. Steven Davis é o destaque da equipe.

Palpite: Alemanha e Polônia.


GRUPO D
ESPANHA - REPÚBLICA TCHECA - TURQUIA - CROÁCIA

Espanha

Espanha é a atual campeã da Euro

Atual bicampeã europeia, a Espanha chega à competição tentando se recuperar do fracasso que vem passando nos últimos anos: depois de ser considerada uma nova escola para o futebol mundial, a Fúria amargou um vice da Copa das Confederações e uma decepcionante eliminação na fase de grupos da Copa do Mundo de 2014. O meio campo ainda é o grande destaque do time, que quer mostrar que não perdeu o encanto.


República Tcheca

O experiente Rosicky ainda é o grande nome dos tchecos

Campeã como Tchecoslováquia em 1976 e vice em 1996, já depois da separação, a seleção da República Tcheca chega sem grandes nomes para a Euro de 2016. O grande destaque do time ainda é o experiente meia Rosicky, jogador do Arsenal que está no fim da carreira. Repetir o título será difícil para os Tchecos.


Turquia

Artilheiro por onde passa, Yilmaz é um dos destaques da Turquia

Semifinalista em 2008, onde foram protagonistas de dois dos grandes jogos da competição, os turcos tentam repetir a surpreendente campanha daquele ano. Para isso, contam com jogadores como Sahin, Çalhanoglu, Turan e o matador Yilmaz. Eles são as armas da Turquia para uma boa campanha na competição.


Croácia

Mandzukic joga mais uma competição pela Croácia

Participando de todas as edições desde 2004, os croatas têm adquirido experiência em competições internacionais e em 2008 fizeram um dos melhores jogos daquela edição, quando perderam nos pênaltis para a Turquia. A equipe tem alguns destaques, como Modric, Kovacic, Rakitic, Mandzukic e ainda alguns jogadores de alto nível como Kalinic. Podem ir longe na competição.

Palpite: Espanha e Turquia, com a Croácia pega uma das vagas de terceiro.


GRUPO E
BÉLGICA - ITÁLIA - IRLANDA - SUÉCIA

Bélgica

Os belgas entram na competição com favoritos

Os Diabos Vermelhos têm o que é considerada a melhor geração de sua história. Para tentar o inédito título da Eurocopa, nomes como Hazard, Fellaini, De Bruyne, Dembele, Courtouis e Lukaku deverão jogar o 'fino da bola'. Os belgas estão entre os favoritos e podem fazer grande campanha nesta edição do torneio.


Itália

A Itália de De Rossi tenta na Euro dar 'a volta por cima'

A Squadra Azzurra chega para a Euro de 2016 sem grande favoritismo (por mais estranho que isso soe), tanto que é a única campeã do mundo que não foi cabeça de chave. Longe dos grandes momentos do passado e eliminado na primeira fase nos últimos dois Mundiais, o time foi finalista da Euro em 2012 e levou uma sacolada da Espanha na final. Sem Balotelli, a Itália tem em De Rossi, Florenzi e El Sharawy entre seus grandes destaques.


Irlanda

O experiente Robbie Keane disputa mais um torneio pela Irlanda

Contando com o interminável Robbie Keane entre seus convocados, a Irlanda tenta fazer uma boa campanha na Euro. Além do veterano Keane, McCarty, do Everton, Long, do Southampton, e o experiente goleiro Given também são destaques do time.


Suécia

Ibrahimovic ainda deve uma atuação digna de craque na Euro

A Seleção Sueca, que já foi vice-campeã mundial em 1958, vem para 2016 com o sonho de conquistar o inédito título. O grande destaque da equipe é o atacante Zlatan Ibrahimovic, uma das grandes figuras do futebol mundial. O time pode fazer boa campanha se conseguir a classificação no “grupo da morte” da competição.

Palpite: Bélgica e Suécia, Itália pega uma das vagas de terceiro.


GRUPO F
PORTUGAL - ISLÂNDIA - ÁUSTRIA - HUNGRIA

Portugal

Portugal depende do desempenho de Cristiano Ronaldo

Favorita e provável líder do grupo, a seleção de Cristiano Ronaldo, Nani, Quaresma e outros bons nomes depende do atual vice da Bola de Ouro para buscar o título da competição. Ronaldo é o grande destaque do time e principal esperança dos portugueses para chegar longe na Euro.


Islândia

Islândia participa de sua primeira Euro

Primeira participação em competições internacionais, a Euro 2016 representa um feito histórico para a Islândia, independente do que acontecer torneio. Sigurdsson e Gudjhonsen são os grandes destaques da equipe.


Áustria

Austríacos esperam sua equipe chegando no mata-mata

Tendo em Arnautovic, Alaba e Fuchs os seus grandes destaques, os austríacos chegam à Euro em um grupo acessível para tentar fazer história e classificar ao mata-mata pela primeira vez. Apesar das sete participações em Copas do Mundo, esta será apenas a segunda vez dos austríacos na Euro.


Hungria

Os magiares voltam à uma competição internacional na Euro

Duas vezes vice-campeã da Copa do Mundo, a Seleção Húngara chega apenas pela terceira vez à competição. Passar da primeira fase já seria uma grande vitória para os húngaros. O destaque do time é o atacante Nikolic. 

Palpite: Portugal e Austria.

Confira tabela completa da competição aqui.
Proxima  → Inicio

O Curioso do Futebol

O Curioso do Futebol
Site do jornalista Victor de Andrade e colaboradores com curiosidades, histórias e outras informações do mundo do futebol. Entre em contato conosco: victorcuriosofutebol@gmail.com

Twitter

YouTube

Aceisp

Total de visualizações