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Cinco estádios brasileiros entre os 20 coliseus sul-americanos mais fotografados no Instagram

Foto: reprodução

5 dos 20 estádios sul-americanos mais populares no Instagram são brasileiros, liderados pelo Maracanã (12,5 milhões de publicações)

O futebol corre nas veias dos sul-americanos. É uma paixão que se manifesta em cânticos fervorosos, bandeiras tremulando ao vento e, claro, nas redes sociais. O Instagram se tornou uma vitrine para os torcedores compartilharem a emoção de estar presentes nos estádios e torcerem por seus times do coração.

O topo da lista pertence ao lendário Maracanã, no Rio de Janeiro. Com 12,5 milhões de publicações, o palco da final da Copa do Mundo de 1950 e de tantos outros momentos históricos do futebol brasileiro consolida-se como um verdadeiro templo do esporte. A beleza arquitetônica, a atmosfera eletrizante e a mística que cerca o Maracanã fazem dele um destino obrigatório para todo fã de futebol que visita o Brasil.

Logo em seguida, na quarta colocação, surge o Mineirão, em Belo Horizonte. Imortalizado pela tragédia do Maracanazo em 1950 e palco da emocionante final da Copa do Mundo de 2014, o Mineirão atrai 9,4 milhões de publicações no Instagram. A fervorosa torcida do Atlético-MG e a do Cruzeiro, que dividem o estádio, ajudam a explicar a presença marcante do gigante mineiro nas redes sociais.

Não poderíamos deixar de fora a dupla Boca Juniors e River Plate, da Argentina, eternas rivais que dividem o pódio dos estádios mais populares do Instagram fora do Brasil. A Bombonera, casa do Boca, aparece na terceira posição com 10,7 milhões de publicações, famosa por sua acústica peculiar que cria uma atmosfera ensurdecedora. Já o Monumental, palco dos jogos do River Plate, figura em segundo lugar com 11,8 milhões de publicações. A grandiosidade do estádio e a paixão contagiante da torcida Millionaria são ingredientes que transformam as partidas do River Plate em verdadeiros espetáculos que rendem muitas fotos e vídeos publicados no Instagram.

Voltando para o Brasil, o Beira-Rio, casa do Internacional de Porto Alegre, aparece na nona posição com 6,8 milhões de publicações. A beleza moderna do estádio, recentemente reformado para a Copa do Mundo de 2014, e a vibrante torcida colorada atraem fãs do futebol que não perdem a chance de registrar sua presença no Gigante da Beira-Rio.

Fechando o time brasileiro na lista está o Morumbi, em São Paulo. Lar do São Paulo Futebol Clube, o Morumbi acumula 6,2 milhões de publicações no Instagram. A imponente estrutura do estádio, apelidado de “caldeirão” pela torcida tricolor, é palco de grandes jogos do futebol brasileiro e sul-americano, rendendo muitas fotos publicadas nas redes sociais.


Além da presença de peso dos estádios brasileiros, o estudo também revela a paixão pelo futebol em toda a América do Sul. O Nacional de Montevidéo, no Uruguai, o Estádio Nacional de Lima, no Peru, e o Monumental David Torrecillos, na Bolívia, são alguns exemplos de como o fervor pelo esporte ultrapassa fronteiras e se manifesta também nas redes sociais.

A forte presença dos estádios sul-americanos no Instagram demonstra o poder do futebol como movimento cultural e social. É uma forma de manter viva a tradição, de compartilhar a emoção com a comunidade e, claro, de ostentar a paixão pelo time do coração. Para os clubes e cidades, a popularidade dos estádios nas redes sociais também traz benefícios concretos. Aumenta o interesse pelo turismo esportivo, divulga a imagem da agremiação e da localidade, e pode até mesmo gerar novas fontes de receita através de patrocínios.

Então, se você é um fanático por futebol e planeja uma viagem pela América do Sul, não deixe de incluir na sua lista a visita a um desses estádios lendários. A experiência de sentir a vibração das arquibancadas e registrar esse momento único no Instagram vai, com certeza, ficar marcada para sempre na sua memória.

Seleção Masculina Sub-23 é convocada para o Torneio Pré-Olímpico

Com informações da CBF
Foto: divulgação / CBF

O treinador Ramon Menezes

O técnico da Seleção Masculina Sub-23, Ramon Menezes, convocou nesta quinta-feira (21) os 23 jogadores que vão disputar o Torneio Pré-Olímpico. A competição acontecerá na Venezuela entre os dias 20 de janeiro a 11 de fevereiro de 2024.

Do grupo convocado, Ramon chamou, pela primeira vez, o atacante Endrick, do Palmeiras, o meia Danilo, do Nottingham Forest, e o lateral Luan Cândido, do Red Bull Bragantino.

Na primeira fase, a equipe brasileira está no Grupo A e enfrentará a Venezuela, Colômbia, Bolívia e Equador. A Seleção começa a preparação no dia 8 de janeiro na Granja Comary, em Teresópolis. No dia 16, a delegação embarca para a Venezuela.

A estreia da Seleção será contra a Bolívia, no dia 23. O segundo jogo será no dia 26 contra a Colômbia. No dia 29, o time de Ramon enfrenta o Equador e encerra a fase de grupos diante da Venezuela no dia 1º de fevereiro.

O formato da disputa do torneio é o mesmo da edição passada, com as duas equipes mais bem classificadas de cada grupo avançando para o quadrangular. Os dois primeiros na fase final garantem vaga nos Jogos Olímpicos de Paris-2024. O Brasil é o atual bicampeão olímpico no futebol masculino.

Veja a lista dos convocados por Ramon Menezes:

Goleiros:
Mycael - Athletico-PR
Andrew - Gil Vicente (POR)
Matheus Donelli - Corinthians

Laterais:
Vinícius Tobias - Real Madrid (ESP)
Matheus Dias - Internacional
Luan Cândido - Red Bull Bragantino
Patryck - São Paulo


Zagueiros:
Kaiky Fernandes - Almeria (ESP)
Arthur Chaves - Acadêmico de Viseu (POR)
Robert Renan - Zenit (RUS)
Michel - Palmeiras

Meio-campistas:
Andrey Santos - Nottingham Forest (ING)
Marlon Gomes - Vasco da Gama
Aleksander - Fluminense
Ronald - Grêmio
Gabriel Pirani - DC United (EUA)
Danilo - Nottingham Forest (ING)

Atacantes:
Marquinhos - Nantes (FRA)
Giovane - Corinthians
Gabriel Pec - Vasco da Gama
Guilherme Biro - Corinthians
Endrick - Palmeiras
John Kennedy - Fluminense

Conmebol sorteia grupos do Pré-Olímpico de Futebol Masculino

Com informações da CBF
Arte: Conmebol


A CONMEBOL realizou nesta sexta-feira (20) o sorteio dos grupos do Torneio Pré-Olímpico, na Venezuela. No Grupo A da competição que garante duas vagas aos Jogos Olímpicos de Paris de 2024, a Seleção Brasileira terá como adversários Venezuela, Colômbia, Bolívia e Equador. O Grupo B conatrá com Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile e Peru.

A competição será disputada de 20 de janeiro a 11 de fevereiro, nas cidades de Caracas, Valencia e Barquisimeto.

Na primeira fase, ss cinco seleções de cada grupo se enfrentam em um formato de todos contra todos. Os dois melhores colocados de cada chave avançam para o quadrangular final. Ao final, os dois primeiros se classificam para as Olimpíadas de Paris, sendo que o líder é coroado como campeão.

A Seleção Brasileira é a atual bicampeã olímpica (Rio-2016 e Tóquio-2020).


Confira os grupos:

Grupo A
Venezuela - Brasil
Colômbia - Bolívia - Equador

Grupo B
Argentina - Uruguai
Chile - Paraguai - Peru

Emily Lima assume a direção das seleções femininas do Peru

Com informações da Agência Estado
Foto: divulgação

Emily Lima quer mudança de mentalidade no futebol feminino peruano

Primeira mulher a assumir um cargo de direção na seleção brasileira feminina, a experiente técnica Emily Lima, com passagens por São Paulo e Santos além da equipe nacional brasileira, assumiu nesta sexta-feira um novo desafio na carreira. Ela será diretora de seleções no Peru para tentar fazer o futebol feminino do país se desenvolver.

Ela assume a função para trabalhar com um comando técnico 100% feminino composto por quatro profissionais com larga experiência na área. “O futebol feminino é a minha vida e de toda a comissão técnica que está caminhando comigo. Chegamos com vontade de trabalhar. Temos que conseguir mudar a mentalidade das jogadoras, mas também das pessoas que vão trabalhar de perto conosco”, disse na apresentação oficial. “Trabalhando juntos, vamos conseguir nossos objetivos e, aos poucos, mudar o futebol feminino do Peru.”

A brasileira será responsável por estabelecer um elo entre a seleção principal e as categorias de base do Peru. Os times sub-17 e sub-20 são treinados por Conrad Flores. A missão é complicada. No Sul-Americana, a seleção peruana perdeu seus quatro jogos, sofrendo sete gols e anotando somente um.

“O futebol feminino em geral está crescendo muito rápido e não podemos ficar para trás. Este ano temos a Copa do Mundo Feminina e com certeza todos os recordes mundiais de 2019 serão quebrados, graças a todo o apoio de hoje”, disse, prometendo evolução em seu trabalho. “Em relação ao futebol feminino, os dirigentes não veem mais como uma obrigação, mas como um investimento.”

Emily chega ao Peru sob bastante expectativa. “Temos o prazer de trazer uma profissional de muito prestígio no futebol feminino mundial, já treinou Brasil e Equador. Temos certeza que fará um trabalho com as jogadoras que vai deixar uma marca. A federação está fazendo uma aposta muito importante neste caso”, disse o presidente da Federação Peruana de Futebol (FPF), Agustín Lozano.

A seleção peruana fez questão de listar o importante currículo de Emily, que há 12 anos se tornou treinadora de futebol. Seus primeiros passos foram na Portuguesa, onde exerceu a função de auxiliar técnica. Depois, comandou Juventus, São Caetano, São José, São Paulo e Santos, conquistando um total de sete títulos e o vice da Libertadores com o time da Baixada.


Na seleção brasileira, Emily liderou as categorias sub-15 e sub-17 até, em 2016, ser nomeada diretora técnica absoluta, tornando-se a primeira mulher a treinar uma equipe nacional e ocupar o cargo. Ela conquistou o Torneio de Seleções Internacionais. Em 2019, foi contratada pelo Equador, onde fez papel semelhante ao que desempenhará com o Peru.

Times brasileiros venceram sete dos últimos 12 títulos continentais

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação Conmebol

Flamengo conquistou a Libertadores do ano passado

Vivendo um bom momento atualmente, os times brasileiros vem dominando o cenário Sul-Americano nos últimos anos. De 2019 até aqui, 12 títulos foram disputados entre Libertadores da América, Copa Sul-Americana e Recopa Sul-Americana, sendo que o Brasil ficou com sete deles.

Palmeiras, Flamengo e até Athletico Paranaense vem protagonizando um cenário recente que alguns clubes argentinos dominaram em certo período, mas não vem tendo o mesmo êxito nos últimos anos – Boca Juniors é um exemplo, que apesar da tradição, conquistou por último a Recopa lá em 2008.

Analisando apenas os últimos anos, é possível notar claro domínio dos clubes brasileiros em títulos da Conmebol. Em 2019, o Flamengo se sagrou campeão em cima do River Plate, enquanto nos dois anos seguintes o Palmeiras levantou a taça da Libertadores em cima de times daqui – Santos e Flamengo, respectivamente.

Por último, o torneio mais disputado da América foi novamente conquistada por um brasileiro em 2022, e novamente pelo Flamengo, que desta vez bateu o Athletico-PR.

Em 2019, Corinthians e Atlético Mineiro chegaram nas semifinais, mas o campeão foi o Independente Del Valle, do Equador, em cima do Colón, da Argentina. No ano seguinte, o argentino Defensa y Justicia bateu o compatriota Lanús, desta vez sem brasileiros entre os quatro melhores.

Já em 2021, a final foi brasileira e protagonizada por Athletico-PR e Red Bull Bragantino, com os paranaenses levantando o troféu pela segunda vez na história. Outro brasileiro que teve chance no último ano foi o São Paulo, que acabou derrotado na final para o Independente Del Valle, que conquistou o torneio mais uma vez.

Coincidentemente, a disputa em 2020 e em 2023 foi a mesma: Flamengo, campeão da Libertadores, enfrentando o Del Valle, campeão Sul-Americano. Com desfechos diferentes, o primeiro embate foi vencido pelos brasileiros, enquanto no segundo, os equatorianos tiveram sua revanche.

Nos outros dois anos, Palmeiras foi o time em comum que disputou o título duas vezes. Na primeira, foi superado pelo Defensa y Justicia, enquanto no segundo enfim se sagrou campeão, pra cima do Athletico-PR.


Com os títulos de Sul-Americana e Libertadores ainda podendo ser alcançados em 2023, 14 times brasileiros já disputaram a primeira rodada e seguem na luta por um troféu continental nesta temporada. Confira os concorrentes:

Libertadores da América: Athletico-PR, Atlético-MG, Corinthians, Flamengo, Fluminense, Internacional e Palmeiras.

Copa Sul-Americana: América-MG, Botafogo, Fortaleza, Goiás, Red Bull Bragantino, Santos e São Paulo.

Caso Byron Castillo: TAS garante Equador na Copa, mas tira três pontos nas Eliminatórias de 2026

Com informações do GE.com
Foto: Getty Images

Byron Castillo em ação no jogo conta a Argentina

A 12 dias do início da Copa do Mundo, o Tribunal Arbitral do Esporte (TAS, última instância da justiça esportiva em âmbito global) garantiu que o Equador vai disputar o torneio no Catar. O Equador era alvo de uma ação movida pelo Chile, que acusava o jogador Byron Castillo de ter usado documentos falsos durante as Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa de 2022.

O Chile havia perdido em duas instâncias na Fifa e então recorreu ao TAS, que manteve as decisões anteriores. O tribunal internacional, porém, resolveu aplicar punições à Federação Equatoriana de Futebol:
  • o time vai ter que começar as próximas Eliminatórias com saldo de menos três pontos;

  • multa de 100 mil francos suíços (cerca de R$ 525 mil) e pagamento de todas as custas do processo.
O TAS considerou que a Federação Equatoriana usou documentos falsos na hora de inscrever Byron Castillo, mas isentou o jogador de qualquer punição. Assim, o zagueiro que atua no León, do México, poderá jogar normalmente a Copa do Mundo a partir da semana que vem.

O Equador faz o jogo de estreia do Mundial, contra os anfitriões, no dia 20 (um domingo) às 13h. O grupo A tem ainda Holanda e Senegal. Quem defendeu o Chile no caso foi o advogado brasileiro Eduardo Carlezzo, que se declarou "satisfeito com o reconhecimento [de que houve falsificação de documentos], mas decepcionado com a punição".


"Desde o momento em que assumi este caso, estávamos convencidos de que a Federação Equatoriana era culpada de um encobrimento deliberado da documentação pessoal de Byron Castillo. Hoje, o CAS reconheceu a falsificação, reconheceu que ele nasceu na Colômbia e finalmente as sanções foram impostas contra o Equador. No entanto, estamos satisfeitos por ver alguma justiça, mas decepcionados com o nível de sanções, pois elas não enviam uma mensagem forte o suficiente para a comunidade do futebol", disse.

Formato das Eliminatórias sul-americanas é mantido para a Copa de 2026

Com informações do UOL Esporte
Foto: divulgação

O último Argentina x Brasil, em 16 de novembro de 2021

Os dez países integrantes da Conmebol entraram em acordo na segunda-feira, dia 22, durante reunião do Conselho da entidade, para a manutenção do formato das Eliminatórias da Copa do Mundo para a edição de 2026.

Um documento será enviado à Fifa para solicitar que não haja ajuste na fórmula atual, que prevê que as dez seleções se enfrentem em 18 rodadas, com pontos corridos e turno e returno. Sendo assim, essa fórmula será a utilizada para o ciclo visando à Copa de 2026, nos Estados Unidos, Canadá e México.

A questão é que os países sul-americanos decidiram não mexer, apesar do aumento de participantes no Mundial (de 32 para 48) e, consequentemente, do crescimento de vagas para o continente.

Na Copa do Mundo do Qatar, a Conmebol teve direito a quatro vagas diretas e uma na repescagem. Para 2026, serão seis vagas diretas e uma na repescagem. Assim, existe a chance de que as definições dos classificados aconteçam bem antes do que atualmente ocorre. Sobretudo considerando a disparidade entre Brasil e Argentina em relação aos demais.

Inicialmente, a Argentina era contra a manutenção do formato. O Brasil chegou a sugerir novas fórmulas, mas, em reunião anterior, tinha adotado formalmente uma abstenção.


No entanto, pesou o fato de as demais oito associações nacionais quererem assegurar o maior número possível de jogos como mandante. Assim, elas podem ampliar ou manter no mesmo nível o valor arrecadado com direitos de transmissão. Uma nova fórmula poderia fazer com que jogassem menos em casa ou talvez não recebessem Brasil ou Argentina.

Fifa decide que "Clássico da Anvisa" será realizado em nova data e local

Com informações do GE.com
Foto: reprodução

Discussão no dia do jogo

A Fifa anunciou nesta segunda-feira que o jogo entre Brasil e Argentina pelas Eliminatórias da Copa do Mundo em São Paulo, aquele interrompido por causa da entrada em campo de agentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), terá de ser realizado em nova data e local. CBF e a Associação de Futebol Argentina (AFA) precisarão entrar em acordo para a remarcação do duelo.

A decisão não altera a tabelas da competição, uma vez que Brasil e Argentina já estão garantidos no Mundial do Catar. A Conmebol abalizou a decisão da Fifa, pois era ideia da entidade que o jogo fosse realizado no campo, ao contrário da CBF e AFA que queria os pontos da partida. É provável que o duelo seja remarcado para a data Fifa de junho.

A Fifa também anunciou punições aos envolvidos no “clássico da Anvisa”. A CBF foi multada em 500 mil francos suíços (R$ 2,8 milhões na cotação atual) por causa de falhas na organização do jogo e invasão de campo.

A AFA, por sua vez, recebeu uma multa de 200 mil francos (R$ 1,1 milhão) porque seus jogadores burlaram as regras sanitárias brasileiras. E esses quatro jogadores (Emiliano Martínez, Giovanni Lo Celso, Cristian Romero e Emiliano Buendía) foram suspensos por dois jogos, que terão de ser cumpridos na data Fifa de março. Ou seja, eles poderão ser eventualmente convocados para o novo Brasil x Argentina.


Tanto a CBF como a AFA podem recorrer da decisão da Fifa. Primeiro no Comitê de Apelação da própria entidade máxima do futebol mundial. E depois, caso queriam, no Tribunal Arbitral do Esporte (TAS). Fica agora a espera das definições.

Licença de técnico na América do Sul vai valer para dirigir times na Europa

Com informações da Agência Estado
Foto: divulgação Conmebol

Carteria de licença de treinador da Conmebol

A Conmebol e a Uefa estão de mãos dadas para uma série de parcerias em 2022. Uma delas é a unificação da licença para treinadores. Isso significa que os técnicos sul-americanos poderão trabalhar normalmente na Europa. A decisão derruba as fronteiras que sempre separaram os dois continentes. Os últimos acertos já estão sendo redigidos. Para os treinadores brasileiros, a regulamentação das duas confederações abre um mercado maior de trabalho, sem a exigência e necessidade de cursos complementares.

Conversas nesses sentidos, de aproximar o futebol e as regras sul-americanas da expertise europeia, já estão sendo firmadas há pelo menos três anos, muito antes de as duas confederações se unirem para combater as novas ideias da Fifa, a principal delas diz respeito à realização de Copas do Mundo a cada dois anos. Conmebol e Uefa são contrárias à iniciativa.

Tanto para a Conmebol quanto para a Uefa, o torneio de seleções da Fifa inviabilizaria a aposta nas competições de clubes, como Liga dos Campeões e Copa Libertadores, duas das principais disputas de times dos dois continentes. A Fifa perde terreno nessa briga porque o calendário dos torneios de clubes são mais extensos e cada vez mais interessantes, enquanto que a disputa de seleções é feita a cada quatro anos e durante um mês apenas. Em 2022, a Copa do Mundo será no Catar, começando dia 21 de novembro, com final marcada para 18 de dezembro.

A licença conjunta para treinadores da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) e Uefa é o primeiro passo dessa união. Todos os técnicos sul-americanos serão beneficiados. A Conmebol pode ainda se valer da experiência de um de seus maiores problemas, inclusive no Brasil: o uso do VAR. O árbitro de vídeo já se mostrou eficaz, mas ele sofre no futebol brasileiro, com árbitros ruins e despreparados, diferentemente das partidas dos campeonatos nacionais na Europa, como Inglês, Alemão e Espanhol, por exemplo. Uma parceria para aprimorar esse uso pode ser feita em breve.


A Conmebol já tem como modelo algumas decisões adotadas pela Uefa, como a decisão da Libertadores em jogo único e em um país neutro, como foi a deste ano, entre Palmeiras e Flamengo, em Montevidéu, no Uruguai. As cotas pagas em dinheiro ao campeão também faz com que os clubes da Libertadores se interessem cada vez mais pelo torneio. Há dinheiro e prestígio em jogo, uma cópia fiel da Liga dos Campeões da Europa, cujo vencedor da edição passada foi o inglês Chelsea.

Brasil e Argentina ficam no zero em San Juan pelas Eliminatórias

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Conmebol


O jogo foi pegado em terras albicelestes

Em um clássico bastante pegado e disputado, na noite desta terça, dia 16, no Estádio Bicentenário, em San Juan, na Argentina, o Brasil até teve as melhores oportunidades, mas ficou no zero com a Seleção da Argentina, em jogo válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. A partida foi bastante afetada pela absurda não expulsão de Otamendi no primeiro tempo. O resultado deixa os albicelestes mais perto da vaga e não muda muita coisa para os Canarinhos, já classificados. 

O Brasil vinha de uma vitória sofrida diante da Colômbia, na Arena Corinthians, por 1 a 0, em jogo marcado pela fracassada venda de ingressos devido aos altos preços na última quinta. O resultado garantiu o time de Tite na Copa do Mundo de 2022. A Argentina vem de vitória no clássico contra o Uruguai, no Campeón del Siglo, pelo placar mínimo, no último meio de semana. As duas equipes ainda tem a pendência do clássico na Arena Corinthians, interrompido pela Anvisa. 

Num primeiro tempo bem equilibrado e disputado,  Argentina teve mais a bola no início, buscando mais as ações ofensivas, mas viu o time brasileiro criar a primeira grande chance aos 16 minutos, numa bola onde cara a cara, Vinicius Júnior jogou por cima do gol de cavadinha. Dois minutos depois, Matheus Cunha viu Martinez adiantado e quase fez um gol histórico de antes do meio de campo. Aos 23', Messi teve a primeira boa tentativa albiceleste, mas parou na zaga brasileira. 

Aos 26', Raphinha, que pouco aparecia num jogo onde o Brasil utilizava muito mais o lado de Vinicius Júnior, apareceu pela primeira vez chutando com perigo para fora. Aos 30', Lautaro foi travado em uma ótima oportunidade de marcar. Quatro minutos depois, o lance mais determinante do primeiro tempo aconteceu, quando Otamendi deu uma cotovelada em Raphinha e deveria ter sido expulso, mas o VAR não recomendou a revisão do lance. Aos 40', De Paul deu o chute mais perigoso do time da casa, parando na boa defesa de Alisson. Apesar da tensão, o primeiro tempo terminou sem gols. 

Na etapa final, o jogo voltou mais tenso e sem grandes chances de gol, com poucos ataques efetivos de um lado e outro e mais cartões. Aos 15', Fred pegou uma sobra da entrada da área e acertou um torpedo no travessão. Aos 20', o Brasil  fez um belo lance, quando Vinicius Júnior, quase sem espaço, acertou uma carretilha chapelando o lateral albiceleste e tocou para Paquetá tentar o cruzamento, mas a zaga argentina dividiu bem e evitou o gol. 


Aos 26', Matheus Cunha teve outra boa chance, mas o chute foi em cima de Martinez. Logo depois, Di Maria pegou uma bola quicada na área e chutou para defesa tranquila de Alisson. A partir daí, o jogo voltou a ficar mais travado e com poucas chances de um lado e de outro. as atuações defensivas dos dois lados eram espetaculares e permitiam pouco aos ataques. Aos 44', na primeira vez em que conseguiu escapar, Messi chutou para defesa tranquila de Alisson. O jogo terminou mesmo sem gols. 

Agora, os Canarinhos só voltam a campo na data FIFA de janeiro, pelas eliminatórias, contra o Equador, teoricamente no dia 27 de janeiro. A Argentina terá na mesma data o Chile como adversário, mas o dia do jogo ainda pode ser alterado. 

O fim do sufoco nas Eliminatórias para a Copa de 2002 completa 20 anos

Foto: arquivo

Luizão, que completava 26 anos, fez dois dos três gols que garantiram o Brasil na Copa de 2002

Classificação com rodadas de antecedência e vaga na Copa do Mundo com tranquilidade. Do Mundial de 2006 para cá, a Seleção Brasileira vem deixando o torcedor mal acostumado no quesito Eliminatórias. Mas nem sempre foi assim! Para o torneio realizado conjutamente entre Japão e Coreia do Sul, o Brasil sofreu para garantir a vaga e ela só veio na última rodada, no dia 14 de novembro de 2001, há exatos 20 anos, no Castelão, em São Luiz, no Maranhão, quando o aniversariante Luizão, com dois gols, e Rivaldo fizeram os gols dos 3 a 0 na Venezuela e carimbaram o passaporte verde e amarelo para Ásia.

Foi um sofrimento até o dia 14 de novembro de 2001. Foram três técnicos (Vanderlei Luxemburgo, Emerson Leão e Luiz Felipe Scolari), além de um interino (Candinho), derrotas acachapantes, como os 3 a 0 para o Chile em Santiago, e perca de pontos em casa, como o empate com o Peru, no Morumbi. Assim, na primeira Eliminatórias por pontos corridos que a Seleção Brasileira participou, já que em 1998 estava garantido por ter sido campeão em 1994 (sim, o campeão da Copa anterior tinha vaga assegurada), o time canarinho passou por sérios apuros e chegou na última rodada com risco de ficar de fora do Mundial.

A Seleção Brasileira sofreu para montar um time. Teve denúncias em cima de Vanderlei Luxemburgo, a troca de treinadores, Ronaldo lesionado e não jogando, Romário entrando no meio das Eliminatórias, tornando-se artilheiro e deixando a Seleção depois de brigar com Felipão e o excessivo número de testes em diversas posições. Some-se isso tudo ao fato de a Seleção Brasileira ser a única na América do Sul a não ter disputado as Eliminatórias naquele formato. Era difícil.

É verdade que o Brasil, apesar das dificuldades, só dependia dele para ficar com a vaga. O Castelão estava lotado e os torcedores maranhenses confiantes. E logo aos 11 minutos, Luizão, que completava naquele dia 26 anos, fazia 1 a 0 para o Brasil. Aos 18', de novo ele, o camisa 9 foi lá e balançou as redes novamente. Aos 33 minutos, Rivaldo fazia o terceiro do time canarinho.

Era um alívio! Apesar de ter ainda muito tempo de jogo, o placar dava a certeza de que a Seleção estaria na Copa, mesmo com a Venezuela já não sendo o tradicional 'saco de pancadas' de antes, já que não ficaram em último naquele qualificatório, estando à frente do Chile. No segundo tempo, poucas emoções e os 3 a 0 continuaram no marcador, mas foi o suficiente para colocar o Brasil na Copa do Mundo.

Só para ter uma ideia de quão difícil foi aquela classificação. Nas atuais Eliminatórias, o Brasil ainda não perdeu e só teve um empate em 12 jogos. Na de 2002, o Brasil só não perdeu para Peru (uma vitória fora e um empate em casa) e para a própria Venezuela (a única seleção que foi derrotada nos dois jogos contra a Seleção Brasileira). No fim, o time Canarinho ficou em terceiro, com 30 pontos, 13 atrás da líder Argentina, e apenas três à frente de Uruguai, que foi para a repescagem, e Colômbia, que ficou de fora.


Só para se ter uma noção do quanto foi relativamente fraco o desempenho da Seleção nas Eliminatórias para a Copa de 2002, o Brasil fez 41 pontos no qualificatório para 2018, e nos 12 jogos para o próximo mundial, onde time canarinho já está garantido, a equipe verde e amarela já fez 34 pontos.

Mas, como todos sabem, quem consegue se classificar pelas Eliminatórias da Copa Mundo, sabe que ainda há mais um capítulo na história. Ao contrário de 2006, 2010, 2014 (que o Brasil não jogou o qualificatório pois era o país-sede) e 2018, onde a Seleção ficou no meio do caminho, o conto de 2002 teve um final feliz: o time canarinho voltou da Ásia com a taça de campeão! Como será em 2022, no Qatar?

Brasil bate o Chile, em Santiago, e mantém os 100% nas Eliminatórias

Foto: Lucas Figueiredo / CBF

Lucas Paquetá tenta passar pelos chilenos

Não foi o jogo dos sonhos da Seleção Brasileira. Longe disso! Mas na noite desta quinta-feira, dia 2, no Estádio Monumental de Santiago, o time canarinho enfrentou o Chile e conseguiu vencer pelo placar de 1 a 0, gol de Everton Ribeiro. O resultado faz com que o Brasil continue com os 100% de aproveitamento nas Eliminatórias e a vaga na Copa do Mundo do Qatar, em 2022, fica cada vez mais próxima.

Na confusa Eliminatórias Sul-Americanas, devido à Covid-19, o Brasil lidera com 100% de aproveitamento depois de seis rodadas e seu último jogo foi um 2 a 0 sobre o Paraguai, em Assunção, no mês de junho, antes da Copa América. Já o Chile, que tem apenas seis pontos, empatou com a Bolívia, em Santiago, em 1 a 1, na última rodada.

O Brasil atuou muito recuado no primeiro tempo, deixando o Chile ter mais posse de bola. No início, o time Canarinho teve três bons ataques, mas Neymar errou o alvo duas vezes. No outro deles, em ótima jogada de Gabigol, Casemiro parou no goleiro chileno Bravo.

A La Roja, por sua vez, explorou bastante a descida dos seus alas e teve em Vidal o seu melhor jogador. O camisa 8 comandou as ações no meio-campo e deu dois bons chutes, obrigando Weverton a trabalhar. No rebote de um deles, Eduardo Vargas cabeceou muito mal, perdendo chance clara. Assim o jogo foi para o intervalo com o placar de 0 a 0.

Logo no início do segundo tempo, Aránguiz, após grande jogada de Vidal, teve chance para abrir o marcador, mas Alex Sandro travou na hora certa. Depois, o Brasil melhorou e passou a pressionar os chilenos, mas pecava no último passe.

A melhora do Brasil foi premiada com o gol aos 18 minutos. Danilo fez jogada individual pela direita, tocou para a entrada da área, Neymar desviou, recebeu a devolução de Everton Ribeiro e perdeu o gol ao chutar em cima de Bravo. No rebote, Everton Ribeiro bateu cruzado e mandou no cantinho esquerdo: 1 a 0 para o time canarinho.

Depois do gol, o Chile foi em busca do empate, mas deixava espaços para o Brasil contra-atacar. Porém, ambas as seleções pecavam no erro de passes e, por isto, poucas finalizações eram feitas. Com isto, os Canarinhos ficaram com a vitória por 1 a 0.


As duas seleções voltam a campo no próximo domingo, dia 9. Na Neo Química Arena, em São Paulo, a Seleção Brasileira, que chegou aos 21 pontos, enfrenta a grande rival Argentina, às 16 horas. Já o Chile, que continua com seis pontos, vai até o Equador, enfrentar o selecionado local, no Casa Blanca, em Quito, com a partida começando às 18 horas.

Conmebol suspende os jogos de março das Eliminatórias da América do Sul

Com informações do GE
Foto: divulgação

Sede da Conmebol

O que já era dado como certo agora é oficial: estão suspensas as duas rodadas de março das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2022. A decisão foi tomada na manhã deste sábado numa reunião entre dirigentes da Conmebol e o presidente da Fifa, Gianni Infantino.

Falta decidir quando estes jogos serão realizados. Tudo indica, neste momento, que as partidas serão realizadas em setembro e outubro. Nas duas rodadas de março, a seleção brasileira enfrentaria a Colômbia em Barranquilla e a Argentina no Recife.

O motivo para a suspensão se deve pela pandemia do coronavírus e suas consequências. No caso, a não liberação de jogadores sul-americanos por parte dos clubes europeus.


A Inglaterra, por exemplo, exige que os jogadores passem por uma quarentena de 10 dias após voltarem da América do Sul, o que inviabilizaria a participação deles em jogos decisivos de seus clubes. Por isso, a Fifa desobrigou os clubes de cedê-los para as seleções.

As Eliminatórias Sul-Americanas são disputadas em formato de ida e volta, todos contra todos. Os quatro primeiros se classificam direto para a Copa do Catar, e o quinto fica com uma vaga na repescagem, contra representante de outro continente, a ser definido.

Após quatro (de 18) rodadas, o Brasil lidera com 12 pontos, 100% de aproveitamento. Em março, a seleção jogaria contra a Colômbia em Barranquilla e contra a Argentina no Recife.

Brasil estreia no Pré-Olímpico vencendo o Peru

Foto: divulgação Conmebol

Brasil abriu o marcador no fim da primeira etapa

Não foi fácil, mas o Brasil iniciou a luta pela vaga olímpica no futebol masculino e, assim, lutar pelo bicampeonato, com vitória. Na noite deste domingo, dia 20, adentrando a madrugada de segunda-feira no horário brasileiro, o time canarinho encarou o Peru, no Estádio Centenário, em Armênia, na Colômbia, e venceu por 1 a 0, na estreia pelo Torneio Pré-Olímpico Sul-Americano.

O Brasil, desde os primeiros instantes da partida, pressionou o Peru no primeiro tempo. O único lance de perigo dos peruanos aconteceu aos 36 minutos, quando em uma saída errada de Robson Bambu, Pacheco foi lançado, mas Caio Henrique conseguiu desarmá-lo.

O jogo parecia até um treino de ataque contra defesa, mas o time brasileiro não finalizava bem. Isto mudou aos 42'. Bruno Guimarães deu belo lançamento rasteiro e deixou Paulinho na cara do goleiro Solís. Ele deu um leve toque, sem ângulo, por baixo do peruano para colocar a bola no fundo da rede: 1 a 0 para o Brasil e assim terminou o primeiro tempo.

No segundo tempo, o Brasil continuou tendo problemas para passar pela defesa peruana, mas com uma diferença: o adversário, atrás no marcador, buscou mais o ataque e chegou a levar perigo em algumas oportunidades, principalmente com Pacheco, que foi contratado pelo Fluminense recentemente.


Nos últimos minutos, o jogo mudou de figura. O Peru passou a pressionar, de forma não muito organizada, em busca do empate, enquanto o time brasileiro passou a usar os contra-ataques. Porém, como a rede não foi balançada, o Brasil ficou com a vitória pelo placar mínimo.

Na segunda rodada, pelo Grupo B, o Brasil enfrenta o Uruguai, que estreou vencendo o Paraguai por 1 a 0, na próxima quarta-feira, dia 22, no Estádio Hernán Ramírez Villegas, em Pereira, na Colômbia, às 22h30 no horário de Brasília. Na preliminar, os paraguaios encaram a Bolívia, que faz o primeiro jogo no torneio. O Peru folga na rodada.

Campeões na América do Sul em 2019

Clique no mapa para visualizá-lo em alta definição

Em 2019, o futebol sul-americano teve diversas competições, nas mais variadas divisões e copas, organizadas pela Conmebol e as 10 federações dos países filiadas a ela: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. 

O Curioso do Futebol, assim como fez nos últimos anos, também fez um levantamento, com gráfico acima, dos campeões da América do Sul em todas as divisões nacionais. Confira quem levantou taça no continente na lista abaixo: 

ARGENTINA 

Superliga: Racing 
Primeira B Nacional: Arsenal 
Primeira B: Barracas Central 
Torneio Federal A: Estudiantes de Rio Cuarto 
Primeira C: Argentino de Quilmes 
Primeira D: Argentino de Merlo 
Copa Argentina: River Plate 
Supercopa Argentina: Boca Juniors 

BOLÍVIA 


Apertura: Bolívar 
Clausura: Jorge Wilstermann 
Copa Simon Bolivar: Atlético Palmaflor 

BRASIL 


Série A: Flamengo 
Série B: Bragantino 
Série C: Náutico 
Série D: Brusque 
Copa do Brasil: Athletico Paranaense 

CHILE 


Primeira Divisão: Universidad Catolica 
Primeira B: Santiago Wanderers 
Segunda Divisão: San Marcos de Arica 
Terceira A: Deportes Linares 
Terceira B: Rodelindo Román 
Supercopa Chilena: Universidad Catolica 

COLÔMBIA 


Apertura: Atletico Junior 
Finalización: América de Cali 
Primeira B: Deportivo Pereira 
Copa Colômbia: Independiente Medellín 
Supercopa Colombiana: Atletico Junior 

EQUADOR 


Série A: Delfín 
Série B: Orense 
Segunda Categoria: Chacaritas 
Copa Equador: LDU Quito 

PARAGUAI 

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Apertura: Olimpia 
Clausura: Olimpia 
Intermediária: Guaireña 
Primeira B: Ameliano 
Primeira Nacional B: Guaraní de Trinidad 
Primeira C: 12 de Octubre de Santo Domingo 
Copa Paraguay: Libertad 

PERU 


Liga 1: Deportivo Binacional 
Promoción y Reserva: Sporting Cristal 
Liga 2: Cienciano 
Copa Peru: Carlos Stein 
Copa Bicentenario: Atlético Grau 

URUGUAI 


Primeira Divisão: Nacional 
Segunda Divisão: Torque 
Segunda B Nacional: Rocha 
Torneio do Interior: Lavalleja (Minas) 
Torneio do Interior B: Ferro Carril de Salto 

VENEZUELA 


Primeira Divisão: Caracas FC 
Segunda Divisão: Yaracuyanos FC 
Terceira Divisão: Fundación Lara 
Copa Venezuela: Zamora 

COMPETIÇÕES CONTINENTAIS 


Copa Libertadores: Flamengo-BRA 
Copa Sul-Americana: Independiente Del Valle-EQU 
Recopa Sul-Americana: River Plate-ARG

Os campeões do Futebol Feminino na América do Sul em 2019


O ano de 2019 no Futebol Feminino na América do Sul foi muito movimentado. Na principal competição do continente, houve uma mudança: pela primeira vez, 16 equipes disputaram a competição e o Corinthians bateu a Ferroviária na decisão para ficar com a taça do torneio, que foi realizado em Quito, no Equador.

Nos torneios nacionais, vários países já estão contando com divisões de acesso. Confira:

Continental 
Copa Libertadores: Corinthians 

Argentina 
Primera División 2018/2019: UAI Urquiza 
Segunda División 2018/2019: Gimnasya y Esgrima La Plata 

Bolívia 
Campeonato Boliviano: Mundo Futuro 

Brasil 
Brasileiro A1: Ferroviária 
Brasileiro A2: São Paulo 

Colômbia 
Liga Colombiana: América de Cali 

Chile 
Campeonato Nacional: Santiago Morning 
Primera B: Deportes Puerto Montt 

Equador 
Serie A: Deportivo Cuenca 
Serie B: Sport JC 
Ascenso: Grecia 

Paraguai 
Campeonato Paraguaio: Limpeño (parceria com o Libertad) 

Peru 
Campeonato Nacional: Universitario 

Uruguai 
Campeonato Uruguayo: Peñarol 
Segunda División: Defensor 

Venezuela 
Superliga: Estudiantes de Caracas

Os artilheiros das seleções sul-americanas

Por Tiago Cardoso
Foto: Domício Pinheiro/Estadão

Pelé ainda resiste como maior artilheiro do Brasil. Algo raro entre as seleções

O número mais acentuado de competições e de “datas FIFA” atualmente beneficiam os artilheiros contemporâneos na disputa pelo pódio de jogadores que mais balançaram as redes vestindo as camisas de suas seleções. 

No passado, havia temporadas em que as seleções ficavam um ano sem se reunir ou jogavam poucos jogos, como em 1939, ano em que a Seleção Brasileira realizou apenas dois jogos, os quais foram disputados no Brasil pela extinta Copa Roca, contra a Argentina. 

As Eliminatórias na América do Sul só passaram a ser disputadas pela primeira vez em 1954, as quais visavam apontar o representante sul-americano que se juntaria ao Uruguai, classificado como atual campeão, na Copa do Mundo da Suíça. Nas copas anteriores as seleções ingressavam na Copa do Mundo através de convite, como na primeira edição em 1930, ou as concorrentes desistiam como em 1934, 1938 e 1950. Em decorrência da Segunda Guerra Mundial, conflito que durou de 1939 a 1945, por razões óbvias, não houve eliminatórias e por conseguinte Copa do Mundo. 

Hodiernamente, são oito datas FIFA em anos pares e nove em anos ímpares, sem contar que as Eliminatórias sul-americanas obrigam as seleções a disputar 18 jogos, pois todos as 10 seleções da CONMEBOL jogam contra todos em jogos de ida e volta. Ademais, o quinto colocado na classificação final joga uma repescagem em jogos de ida e volta contra um adversário de outro continente, caso do Peru que jogou duas partidas contra a Nova Zelândia para garantir vaga na Copa do Mundo de 2018. Ou seja, o Peru jogou 20 partidas para se classificar à Copa do Mundo da Rússia. 

Até 1994 as Eliminatórias eram divididas em grupos, o que, por sua vez, diminuía o número de jogos. Nas Eliminatórias para Copa de 1994 o Brasil jogou apenas 8 jogos para garantir a vaga, por exemplo. 

Isto posto, fica claro que os artilheiros atuais levam vantagem no ranking histórico de artilheiros de suas seleções. Não por acaso, das dez seleções da CONMEBOL seis tem o seu maior artilheiro jogando esta edição de Copa América. Inclusive, as seleções do Uruguai, do Chile e da Colômbia contam com o primeiro e o segundo colocados de seus rankings históricos de artilheiros jogando a Copa América no Brasil. 

Das quatro que não possuem seus maiores artilheiros em atividade, três poderão conhecer seus novos líderes no ranking histórico nos próximos anos. A Seleção da Bolívia, aliás, pode ter um novo maior artilheiro nesta Copa América, uma vez que Marcelo Moreno anotou seu 18º gol com a camisa da La Verde no jogo em saíram derrotados pelo Peru. Caso Marcelo Moreno anote dois gols contra a Venezuela, no próximo sábado, dia 22 de junho, empata com Joaquin Botero, o maior artilheiro da seleção com 20 gols. Mas, caso passe em branco na última rodada da primeira fase da Copa América terá outros seis amistosos no segundo semestre para igualar e por conseguinte pulverizar o recorde. 

No que tange à Seleção Brasileira, caso não se lesionasse antes da Copa América, Neymar poderia ultrapassar Romário e se tornar o segundo maior goleador da seleção, posto que atualmente pertence a Romário com 62 gols. Pelé é o maior artilheiro da Seleção Canarinho com 77 gols, posto que pode perder a Neymar, pois o jogador do PSG tem 27 anos e no mínimo mais dois ciclos de Copa do Mundo na seleção. Ou seja, tem até 2026 para anotar 18 gols e assumir o topo da artilharia histórica do Brasil. São mais 7 temporadas para anotar 18 gols, ou seja, menos de 3 por ano. 

No caso equatoriano, Enner Valencia, artilheiro da Liga dos Campeões da CONCACAF 2019 pelo Tigre do México, tem 28 gols e também deve se tornar o maior goleador da história de La Tri em breve, pois está a três gols apenas de Augustín Delgado, o maior artilheiro da seleção. 

O caso mais difícil é o de Óscar Cardozo do Paraguai, o jogador com mais gols em atividade pela seleção. Com 12 gols pelo Paraguai, é apenas o 7º na lista de artilheiros históricos da seleção de seu país. Muito distante de Roque Santa Cruz, o maior artilheiro da história da seleção guarani com 32 gols. Aos 36 e encerrando sua carreira, certamente não alcançará a marca de goleador histórico de sua seleção. 

O número de jogos, que destoam entre passado e presente, favorece tanto os jogadores atuais que o volante Vidal, do Chile, já é o sexto maior artilheiro de sua seleção com 26 gols, mesmo não jogando no sistema ofensivo. Com esta discrepância de jogos entre o passado e o presente os pesquisadores recorrem à média de gols.

Suárez lidera a artilharia uruguaia

Para ilustrar as distorções históricas, analisamos os rankings das três principais seleções do continente e verificamos que em nenhuma delas, entres os dez maiores artilheiros em números absolutos, o maior goleador é o jogador que possui a melhor média de gols. No Brasil, a melhor média entre os dez maiores artilheiros absolutos é de Leônidas da Silva, o artilheiro da Copa do Mundo de 1938, cuja alcunha deu origem ao chocolate diamante negro, o qual possui 37 gols em 37 jogos, ou seja, 1 gol por jogo, ao passo que Pelé e Neymar possuem 0,84 e 0,63 de média, respectivamente.

Na Argentina, ninguém supera a média de Masantoni, o qual possui 1,1 gol em média, mas é apenas o 10º no geral. Artime com 0,96, Sanfilipo com 0,72 e Batistuta também com 0,72 também superam Messi, que possui 0,52 de média. No caso uruguaio, a melhor média de gols é de Petrone, bi-campeão olímpico e campeão do mundo em 1930, o qual possui 0,83 gols de média, mas é apenas o oitavo no ranking de gols totais, atrás, inclusive, do folclórico Loco Abreu. Oscar Miguez com 0,69 e Scarone (4º no geral), também bi campeão olímpico e campeão mundial em 1930, com 0,60 superam Luiz Suarez (1º no geral), que possui 0,53 de média. 

Nas outras seleções não é diferente, pois Aravena, 7º no geral, possui média de 0,59 gol por jogo contra 0,34 de Sanches, o maior artilheiro absoluto do Chile. No Peru, Teodoro Fernandez, craque do título sul-americano de 1939 e 4º maior artilheiro no geral, possui quase o dobro da média de gols do maior artilheiro da seleção peruana, Guerreiro: 0,75 x 0,39. Na Colômbia, Falcão Garcia, o maior artilheiro da seleção, possui 0,4 gols em média, mas fica atrás de Valenciano (10º no geral) com 0,45. O caso equatoriano é curioso, pois Enner Valencia, que está a três gols de empatar no topo da artilharia com Delgado, já possui melhor média de gol que o atual líder: 0,58 x 0,43. 

Confira a lista dos maiores artilheiros de cada seleção sul-americana e os maiores em atividade (em negrito): 

Brasil: 1º Pelé 77 gols; 2º Romário 62 gols; 3º Neymar 60 gols
Argentina: 1º Messi 67 gols; Batistuta 56 gols; Aguero 39 gols
Uruguai: 1º Suarez 58 gols; 2º Cavani 47 gols. 
Chile: 1º Sanchez 42 gols; 2º Vargas 38 gols. 
Peru: 1º Guerreiro 38 gols; 2º Farfán 28 gols. 
Colômbia: 1º Falcão Garcia 34 gols; 2º Iguarán 25 gols; 3º James Rodrigues 22 gols. 
Paraguai: 1º Roque Santa Cruz 32 gols; 7º Oscar Cardozo 12 gols. 
Equador: 1º Augustín Delgado 31 gols; 2º Enner Valencia 28 gols. 
Venezuela: 1º Rondón 24 gols. 
Bolívia: 1º Botero 20 gols; 2º Marcelo Moreno 18 gols.

Vai começar a Copa América 2019!

Por Lucas Paes

Nesta sexta-feira, começará mais uma edição da Copa América

Nesta sexta-feira, dia 14 de Junho, terá inicio mais uma edição da Copa América. Depois de 30 anos, a competição sul-americana de seleções volta a ser disputada no Brasil. Este ano, serão 12 equipes, sendo as 10 da Conmebol e Catar e Japão como convidadas. Teremos jogos em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador Belo Horizonte e Porto Alegre.

Na primeira fase, os 12 times são divididos em 3 grupos de 4 equipes. Classificam-se os dois primeiros colocados e os dois melhores terceiros colocados para as quartas de final. A partir daí, mata-mata até a final. 

Grupo A

Brasil

David Neres é uma das novidades do Brasil
(Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

A Seleção Canarinho é uma das principais favoritas ao título e jamais perdeu o torneio jogando em seus domínios. O Brasil teve o corte de Neymar, substituído por Willian, devido a lesão, também em meio a polêmica da acusação sofrida pelo brasileiro de estupro. Porém, ainda que sem brilho, a Seleção vem de bons resultados e entra como franca favorita diante de uma América do Sul lotada de seleções bagunçadas. O título seria ótimo para aliviar a pressão que já começa a pairar sobe os ombros de Tite, ainda que o gaúcho tenha excelentes números à frente do país. O time vem com novidades, como Neres e Arthur e promete muito para a sequência da competição.

Bolívia

Marcelo Moreno é o grande destaque do time boliviano
(Foto: Juan Mabromata / AFP)

A Seleção Verdaloga chega para a Copa América de 2019 sem ser muito badalada e muito longe de ser favorita. Comandada pelo boliviano Eduardo Villegas, o time segue tendo como seu destaque o experiente e conhecido atacante Marcelo Moreno, ídolo da torcida do Cruzeiro. Além dele, Ramiro Vaca, de 19 anos, foi convocado. Ele é uma das revelações do futebol boliviano. A maioria dos nomes do time joga no país. A Bolívia vem de resultados ruins nos amistosos recentes e entra como franca atiradora.

Peru

Guerrero é o grande nome do Peru 
(Foto: Reuters)

Um time que pode vir a ser uma grata surpresa na Copa América de 2019. Gareca traz uma equipe bem armada e que deu trabalho na Copa do Mundo, onde sentiu falta de Guerrero. O atacante do Inter está convocado e é o destaque do time, mas nomes como Cueva, Farfán, Ruydiaz, Advincula chamam a atenção na Rojiblanca, que conta ainda com velhos conhecidos do torcedor brasileiro, como Trauco e Yotun, ainda que nem sempre pela qualidade técnica.

Venezuela 

Soteldo entrou por causa de um corte, mas vive grande fase
(Foto: Divulgação/FIFA)

Outra seleção que pode representar uma grata surpresa, a Viño Tinto pode ser prejudicada pela imensa crise politico-humanitária que vive o país de Nicolás Maduro. Ainda assim, Rafael Dudamel conseguiu montar uma equipe interessante, que tem em Rondon um perigo enorme para qualquer adversário. O outro destaque do time, quase não convocado, é conhecido do torcedor brasileiro: o atacante Soteldo, que vem armando diversos salseiros em defesas pelo brasileirão à fora e recentemente deu assistência para o gol de Sasha diante do Corinthians. A Venezuela pode surpreender.

Grupo B

Argentina

Messi tenta no Brasil o primeiro titulo com a Albiceleste
(Foto: Getty Images)

 A Albiceleste é um problema pois é tão imprevisível quanto gigante. M time que tem Messi pode chegar em qualquer lugar sem surpreender ninguém, inclusive fazer uma festa portenha no Maraca, mas também pode sucumbir de maneira vergonhosa com La Pulga apagada. Este ano, o time do treinador Scaloni vem com boa parte de seus grandes destaques ofensivos, como o próprio Léo Messi, Aguero, Di Maria, Dybala, Lo Celso e Lautaro Martinez, mas também tem jogadores que não seriam sequer opções em épocas mais gloriosas. Se Messi decidir levar o time nas costas é favorita por atencipação.

Colômbia

A Colômbia é um dos times mais perigosos da competição
(Foto: Divulgação)

Ainda que longe do brilhante futebol apresentado na Copa do Mundo de 2014, os Cafeteros seguem sendo um dos times mais perigosos da América do Sul. Carlos Queiroz tem em sua mão um grupo de jogadores habilidosos, liderados por nomes como James Rodriguez, Cuadrado, Falcao Garcia somados à recentes adições de qualidade como Cuellar. Além disso, a terra colombiana segue fértil para jogadores de qualidade técnica e habilidade. A Colômbia entra como uma das favoritas.

Paraguai 

Derlis Gonzalez, do Santos, é um dos destaques do Paraguai
Foto: AFP

Treinada pelo argentino Eduardo Berizzo, a Tricolor tenta se recuperar do “fracasso” de não ir a Copa do Mundo de 2018, na Rússia. Este ano, o time contará com jogadores como Iturbe, Oscar Romero, Balbuena, um velho conhecido do torcedor brasileiro, e até jogadores como Derlis Gonzalez e Gustavo Gomez (capitão do time), que jogam em Santos e Palmeiras, respectivamente. Finalista em 2011, quando eliminou o Brasil, o Paraguai vem como favorito a uma das vagas num grupo que conta com um dos times mais fracos da competição. Daí pra frente, é mata-mata e tudo pode acontecer.

Catar

O Catar tentará ser a grande surpresa da competição
(Foto: AFP)

A despeito de ser um país com uma liga de times bastante endinheirados, a seleção catari ainda engatinha no futebol e está longe de ser um time sequer perigoso. Porém, o time é campeão da Copa da Ásia. Para a Copa América, a maior parte dos jogadores é sub-23. Hassan Al-Haydos é o segundo jogador com mais participações na história da seleção, provavelmente empatando o número de jogos com o primeiro na competição e é o grande destaque do time treinado por Félix Sanchez. È difícil imaginar que o Catar tire a vaga de Paraguai, Colômbia ou Argentina na fase final, baseando no pouco que mostrou diante do Brasil em amistoso.

Grupo C

Chile

Vargas é um dos destaques do Chile
(Foto: Reuters)

A atual bicampeã está hoje distante de seus melhores dias. La Roja decepcionou muito na última edição das eliminatórias e ficou fora da Copa do Mundo. Reinaldo Rueda assumiu a equipe para tentar melhores resultados, mas o time não foi lá tão bem nos últimos amistosos. Continua, porém, contando com um time bom, liderado por Vargas, Sanchez, Vidal e Aranguiz e ainda contando com ótimos jogadores como Isla, Jara e o capitão Medel. A Copa América é uma chance de recuperação e um tricampeonato conquistado dentro do Brasil seria histórico. É um dos times mais perigosos da competição.

Uruguai 

Suarez segue sendo o grande destaque do Uruguai
(Foto: Divulgação)

A maior campeã é sempre um time perigoso em se tratando de Copa América, onde a Celeste Olímpica é sempre um problema. A Celeste junta, sob o comando do interminável Oscar Tabarez, alguns jogadores e nomes consagrados, como Suarez, Cavani, Lodeiro, Stuani, Muslera e o capitão Godin. Outro grande destaque da Celeste é o meia De Arrascaeta, agora jogador do Flamengo. A equipe desponta como principal favorita a primeira vaga do grupo, mas uma combinação dos uruguaios em segundo e os argentinos em primeiro poderia botar o quente clássico platense nas quartas de final. Como em qual quer edição, é uma das favoritas ao título.

Equador

Antonio Valencia é o grande nome equatoriano
(Foto: AFP) 

Comanda por Herman Dario Gomez, La Tri vem para essa Copa América com um time menos badalado do que outras equipes que já foram montadas pelos equatorianos. O grande nome do time segue sendo Antônio Valencia, jogador do Manchester United, mas o grande destaque técnico é outro Valência, o Enner, que joga no Tigres. Pode tanto surpreender quanto decepcionar e é uma incógnita, principalmente depois de resultados ruins em amistosos recentes. Pode até brigar pela terceira vaga, mas sai atrás de Chilenos e Uruguaios, na teoria, pelo menos.

Japão

Shibasaki é o grande nome do Japão
(Foto: Getty Images)

Os nipônicos possuem alguns jogadores interessantes, mas terão uma seleção mais “mista” nessa Copa América, contando com muitos jogadores do sub-23. Entre os destaques que virão ao Brasil, temos Shibasaki e Kawashima e Ueda, por sinal, os únicos jogadores acima de 23 anos no elenco. Basicamente, a ideia é preparar o time “olímpico” que jogará os jogos de Tóquio em 2020. Devido a organização tática da equipe, pode surpreender, mas a tendência é que a juventude faça com que os Samurais sejam engolidos por Chile e Uruguai, principalmente. O confronto com os equatorianos talvez seja mais aberto. A juventude pode ser o trunfo e o fracasso da equipe ao mesmo tempo, só o decorrer dos jogos dirá onde o Japão pode chegar.
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