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Os 5 artilheiros com melhor custo por gol no Brasil em 2022

Foto: divulgação Goiás EC

Pedro Raul tem o melhor custo-benefício

Com o ano chegando ao fim, a temporada de 2022 do futebol brasileiro também se aproxima da reta final, com os principais campeonatos rumando às últimas partidas. Assim, o portal Odds Scanner fez um levantamento dos principais artilheiros do Brasil até o momento, avaliando o saldo de gols dos jogadores, assim como o custo por gol de cada um deles, identificando quais são os atletas mais valiosos para seus clubes e quais são aqueles que não estão entregando um bom resultado baseado em seu salário.

Na análise foram considerados os três principais campeonatos do ano: Brasileirão (série A), Copa do Brasil e Libertadores. Somando os gols marcados ao longo da temporada, Pedro Guilherme lidera como o principal artilheiro, com 22 gols. No entanto, com um salário de mais de R$ 7 milhões, o jogador cai para a 2ª posição em termos de custo por gol. O segundo maior artilheiro, Germán Cano, também uma posição (para o 3º lugar) quando o assunto é custo por gol.

Assim, Pedro Raul, centroavante do Goiás que balançou as redes 15 vezes durante o Brasileirão, lidera a lista com um custo de R$ 100 mil por gol. Confira a seguir a relação dos jogadores com melhor custo-benefício durante os três campeonatos:

Considerando os três principais campeonatos:


Brasileirão:


Quando falamos do Brasileirão isoladamente, Bissoli, centroavante do Avaí, lidera com um custo de pouco mais de R$ 83 mil por gol. Já Hulk e Gabriel Barbosa, que possuem uns dos maiores salários do futebol brasileiro, são os que apresentam pior custo-benefício: cada gol dos jogadores saiu por mais de R$ 1.6 milhão.

Libertadores (considerando apenas clubes brasileiros):


Já falando da Libertadores, Rafael Navarro é o primeiro da lista, com um custo por gol inferior a R$ 450 mil. Pedro Guilherme, centroavante do Flamengo e artilheiro do campeonato, caiu apenas uma posição, fazendo valer seu salário - o jogador balançou as redes 12 vezes, cada uma delas custando ao Mengão R$ 600 mil. Gabriel Barbosa e Hulk, por sua vez, figuram novamente no final da lista, com 5 gols cada (cada um saindo por mais de R$ 3.5 milhões).


Copa do Brasil:


Por fim, quando falamos da Copa do Brasil, Edu foi o jogador com melhor custo benefício, marcando 5 gols pelo Cruzeiro, cada um por um valor de R$ 240 mil. Giuliano, do Corinthians, fecha a lista, com seus 4 gols saindo por R$ 3 milhões cada.

Cinco brasileiros que conquistaram a Chuteira de Ouro da Liga Espanhola

Foto: divulgação

Ronaldo foi Chuteira de Ouro em La Liga na temporada 1996-1997

As melhores equipes da La Liga espanhola tiveram seu grupo de brasileiros de alto nível ao longo dos anos. Muitos deles fizeram com que seus respectivos times valessem muito mais a pena torcer para eles - especialmente aqueles que marcaram gols por diversão. Ao todo, cinco brasileiros conquistaram a Chuteira de Ouro da primeira divisão espanhola, então, sem mais demora, vamos dar uma olhada nesses grandes atacantes.

Waldo – 1966-67

Apesar de marcar incríveis 457 gols em 638 jogos, Waldo jogou apenas cinco vezes pela Seleção do Brasil, marcando duas vezes. Foi no Fluminense que se destacou, marcando 319 gols em 403 jogos. De lá, ele se mudou para o Valência, e em 216 partidas, ele marcou 115 vezes. Foi na temporada 1966-67 que o atacante conquistou a Chuteira de Ouro ao marcar 24 gols em 30 jogos do campeonato.

Baltazar – 1988-89

Passaram-se mais de 20 anos antes de outro brasileiro colocar as mãos na Chuteira de Ouro da primeira divisão espanhola, e esse homem foi Baltazar, do Atlético de Madrid. O Atléti comprou o atacante do Celta de Vigo e ele se tornou um sucesso instantâneo para a equipe, marcando 35 gols em 26 jogos da La Liga. Sem surpresa, isso foi o suficiente para lhe render o prêmio de artilheiro da temporada 1988-89. Baltazar marcou mais 18 gols na temporada seguinte antes de ser vendido ao Porto.

Bebeto – 1992-93

Não demorou muito para que outro brasileiro fosse o recebedor do prêmio novamente, quando Bebeto levou a Chuteira de Ouro em 1992-93. O atacante transferiu-se do Vasco da Gama para o Deportivo La Coruña em 1992 e, em sua primeira temporada de futebol na Espanha, conquistou a Chuteira de Ouro. Bebeto, que sempre ajudou o Brasil na lista de palpites diários da Copa América, marcou 29 vezes em 37 jogos naquela temporada. Depois de marcar 16 gols em duas temporadas consecutivas, o atacante esteve muito perto de igualar sua marca na primeira temporada, mas ficou aquém, com 25.

Romário – 1993-94

Em 1993-94, a Chuteira de Ouro Espanhola foi conquistada consecutivamente pelos brasileiros pela primeira vez em sua história e, até hoje, foi a única vez que isso aconteceu. Romário havia se destacado no PSV Eindhoven, marcando 98 gols em 110 jogos no campeonato, e quando se transferiu para o Barcelona e essa capacidade goleadora o acompanhou. Bem, para sua primeira temporada no Camp Nou de qualquer maneira. Romário marcou 30 vezes em 33 jogos da La Liga ao conquistar a Chuteira de Ouro. No entanto, seu estilo de vida festeiro causou rixas com o técnico Johan Cruyff e isso trouxe um fim abrupto para seu tempo no Barça.

Ronaldo – 1996-97

Ronaldo é mais um produto do PSV que fez sucesso com o Barcelona. Em sua única temporada no clube catalão antes de ser vendido ao Inter de Milão, Ronaldo marcou 34 gols em 37 jogos para ganhar a Chuteira de Ouro e um total de 47 gols em 49 partidas para conquistar a Chuteira de Ouro Europeia. Quando o atacante, que sempre ajudou seus torcedores a se divertir com as apostas na Copa América, voltou à Espanha, assinando com o Real Madrid depois de cinco temporadas na Itália, conquistou a Chuteira de Ouro pela segunda vez, marcando 23 gols em 31 jogos pelo Los Blancos.

Eles igualaram (e ultrapassaram) Dadá!

Por Diego Dantas
Fotos: arquivos

Mascote, do Sampaio Corrêa, e Carlos Walber, do São José-AP, quando estava no Remo

Em 2015 escrevemos um pouco sobre o famoso recorde de dez gols em uma só partida, feito pertencente ao folclórico Dadá Maravilha. Mas o que pouco se comenta é que ele além de não ostentar a marca sozinho, ele na verdade não alcançou o recorde máximo (!). Na crônica de hoje vamos falar um pouco sobre os "recordistas coadjuvantes".

Mascote


Durval Broxado - o popular Mascote - do alto de seus aproximadamente 1,5 metros de altura, é tido como um dos grandes atacantes da história do Sampaio Correia, bem qual do futebol maranhense. Além de conquistar alguns canecos junto a Bolívia Querida, Mascote também é tido como o legítimo recordista de gols marcados em partida única do futebol brasileiro.

Na partida entre Sampaio Corrêa 20 a 0 Santos Dumont pelo Campeonato Maranhense de 1934, o jogador foi as redes em 13 (!) oportunidades (algumas fontes citam "apenas" 10 gols). Ao final do estadual, Mascote foi o artilheiro geral com 26 gols, ajudando o Sampaio Correa a se sagrar campeão estadual.

Carlos Walber


Pelo Campeonato Amapaense de 2004, vinte e oito anos depois da façanha de Dadá, outro atleta igualaria sua marca. O meia Carlos Walber foi as redes também em dez oportunidades na sonora goleada do São José sobre o Santos por 17 a 2. Vale lembrar que nesta ocasião, o Santos entrou em campo com apenas oito atletas de seu elenco. O São José que nada tinha a ver com a situação do adversário, não só garantiu vaga na final do torneio como selou o rebaixamento do Peixe da Amazônia.

Ao final daquele campeonato, Carlos Walber até terminou como principal artilheiro geral com 14 gols, porém, o São José foi vice-campeão estadual ao perder o título nos penaltis para o Ypiranga por 6 a 5, após empate em 2 a 2.


Vale lembrar que algumas fontes citam que Caio Mário, do CSA, também marcou 10 gols em uma única partida no triunfo sobre o Esporte Clube Maceió pelo Campeonato Alagoano de 1944, porém outros portais citam que o atleta anotou "apenas" nove gols na partida em questão.

Os 5 maiores artilheiros brasileiros da história da Liga dos Campeões

Neymar fez 35 gols na história da Champions

O Brasil produziu alguns dos jogadores de futebol mais icônicos da história e os fãs de todo o mundo teve a sorte de ver esses craques não apenas no maior palco do futebol internacional, mas também exportados para a elite da Europa e para a Liga dos Campeões. Com a competição desta temporada sendo retomada após o hiato, as dicas de apostas online favorecem o sucesso do Bayern de Munique, e aqui estão os cinco maiores artilheiros da superpotência sul-americana. 

Neymar (35 gols) 

Cinco gols em seis jogos na Liga dos Campeões na temporada passada pelo Paris Saint-Germain levaram Neymar a derrubar Kaká da liderança. Claro, a maioria de seus gols aconteceu no Barcelona, onde Neymar venceu a competição de elite da Europa em 2014-15. Ele tentará aumentar a conta após o PSG enfrentar o Atalanta nas quartas-de-final neste mês e não há dúvida de que ele terá como objetivo entrar no ranking dos 10 maiores artilheiros de todos os tempos da Champions League. 

Kaká (30 gols) 

No auge, Kaká foi o maior craque de sua geração - e os fãs vão se lembrar dele no coração do meio-campo do Milan. Não foram apenas sua habilidade e criatividade que ameaçava os adversários, mas também seu faro de gol - o brasileiro marcou 25 gols na Liga dos Campeões pelo Milan e mais cinco pelo gigante espanhol Real Madrid. Notoriamente, Kaká foi o artilheiro da Liga dos Campeões em 2006-07, quando o Milan venceu o Liverpool na final e depois ganhou o Ballon d'Or. 

Rivaldo (27 gols) 

A história de Rivaldo é inspiradora - de uma criança que foi criada nas favelas do Recife, a se tornou um dos melhores jogadores de futebol do mundo, exercendo sua profissão no auge pelo Barcelona por cinco temporadas. Ele marcou a maioria de seus gols na Liga dos Campeões em seu período no Camp Nou. Eleito vencedor dos prêmios Ballon d'Or e Jogador do Ano da FIFA em 1999, Rivaldo era um clássico número 10 e um especialista em bola parada, com muita criatividade. 

Élber (25 gols) 

Ele está empatado em gols na Liga dos Campeões com nomes como Robin Van Persie e Hernán Crespo, mas você raramente ouvirá falar das façanhas de Élber no Bayern de Munique. Um artilheiro nato, onde quer que fosse, o brasileiro foi fundamental para o sucesso do Bayern em 2000-01 - quando o clube alemão conquistou a Liga dos Campeões e Élber contribuiu com seis gols. Na grande escala, o atacante foi muito subestimado - mas nunca foi capaz de transferir sua performance no clube para o cenário internacional e, devido à competição, nunca se firmou na seleção brasileiro. 

Jardel (25 gols) 

Mais um jogador que não conseguiu sucesso na seleção, com apenas 10 convocações, Jardel foi mais bem sucedido durante a passagem pelo Porto. Duas vezes vencedor da Chuteira de Ouro Europeia e melhor marcador na época da Liga dos Campeões de 1999-2000, Jardel marcou 19 gols em 32 jogos na Liga pelo Porto e aumentou este número com seis em seis pelo Sporting Lisboa. Sua carreira logo despencou e após deixar o time de Lisboa, ele foi para o Bolton Wanderers, antes de retornar à América do Sul, onde foi apelidado de “lardel” por falta de preparação física. Um triste fim para o que poderia ter sido uma carreira avassaladora.
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