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Real Madrid bate o Borussia Dortmund e está na semi da Copa do Mundo de Clubes

Foto: Fifa.com

Real Madrid abriu 2 a 0 no primeiro tempo

Com um início forte, o Real Madrid venceu o Borussia Dortmund, por 3 a 2, neste sábado, dia 5, no MetLife Stadium, em Nova Jérsei, nos Estados Unidos, e está na semifinal da Copa do Mundo de Clubes de 2025.

O Real Madrid passou pelo primeiro tempo praticamente em ritmo de treinamento. Com ritmo baixo por conta do calor, os espanhóis tiveram facilidade para chegar ao gol e marcar duas vezes, primeiro com Gonzalo García, aos 9', depois de cruzamento com Arda Güler.

Aos 19' foi a vez de Fran García marcar, após cruzamento de Alexander-Arnold. O Borussia Dortmund até tentou chegar à frente com a troca de passes, mas teve muita dificuldade de assustar Courtois. Precisando correr atrás dos madrilenhos, os alemães foram mal e deram pouco trabalho.

No segundo tempo, o Real Madrid claramente dimimuiu o ritmo, até evitando o calor. O Borussia Dortmund, por sua vez, não conseguia esboçar reação. As jogadas de ataque foram diminuindo. Só nos últimos minutos é que as duas equipes tiveram chances.

Aos 47', o Borussia Dortmund diminuiu. Após bate-rebate na área do Real Madrid, Beier dominou, ajeitou para a perna direita, da entrada da área, e mandou chute cruzado, rasteiro, com a bola indo parar no fundo das redes.


No minuto seguinte, Mbappé fez um golaço de voleio fazendo 3 a 1 para o Real Madrid. Depois, pênalti para o Borussia Dortmund, quando Huijsen derrubou Guirassy na área. O jogador Merengue foi expulso e na cobrança Guirassy fez. No último lance, Courtois salvou, defendendo o que seria o empate e o Real Madrid venceu por 3 a 2.

Com o resultado, o Real Madrid vai encarar o Paris Saint-Germain, que eliminou o Bayern de Munique também neste sábado, na semifinal, que será na quarta-feira, dia 9, às 16 horas, no MetLife Stadium, em Nova Jérsei. Já o Borussia Dortmund vai para a pré-temporada europeia.

Borussia Dortmund bate o Monterrey e avança na Copa do Mundo de Clubes

Foto: Fifa.com

Guirassy foi o destaque da partida

Na noite desta terça-feira, dia 1º, no Mercedes-Benz Stadium, am Atlanta, nos Estados Unidos, Borussia Dortmund e Monterrey fizeram o último confronto das oitavas de final da Copa do Mundo de Clubes. O time alemão levou a melhor, venceu por 2 a 1, avançou no torneio e eliminou a equipe mexicana.

O Borussia Dortmund começou melhor no jogo e abriu o marcador aos 12'. O time alemão trocou passes com paciência até acionar Guirassy no pivô. O centroavante tabelou com Adeyemi e recebeu livre dentro da área para bater rasteiro na saída de Andrada.

O Monterrey até ameaçou uma reação, chegando a meter uma bola na trave com Corona, numa tentativa de cruzamento, mas o Borussia Dortmund fez o segundo aos 22', de novo com Guirassy. Ryerson desarmou Arteaga no campo de defesa e acionou Adeyemi em profundidade. O ponta ganhou na velocidade de Jorge Rodríguez, entrou na área e ajeitou na medida para o camisa 9 bater de chapa: 2 a 0.

Depois, as duas equipes criaram e tiveram chances para marcar. O Borussia chegou com perigo com Guirassy, que quase fez seu hat-trick em duas oportunidades. Já o Monterrey quase balançou as redes com Corona e Canales. Mas, o jogo foi para o intervalo com o placar de 2 a 0 para a equipe germânica.

No segundo tempo, o Monterrey veio querendo mudar o quadro e diminuiu aos 2'. Em chegada pela esquerda, cruzamento na segunda trave com Corona, a bola rebateu dentro da área e sobrou para Berterame, livre, cabecear para o gol.

O gol deu ânimo aos Rayados que quase empatou aos 14', com Corona, que reclamou que foi empurrado na hora da finalização, mas a arbitragem mandou seguir. Aos 19', Berterame marcou, mas estava impedido.


O Monterrey tentava de todas as formas. Aos 33', Torres tentou de primeira, mas o goleiro Kobel fez a defesa. O time mexicano tentou marcar de todas as formas, com Sérgio Ramos, já nos acréscimos, cabeceando a bola com perigo. Mas, como o gol não saiu, o Borussia Dortmund venceu por 2 a 1.

Com o resultado, o Borussia Dortmund encara o Real Madrid, que venceu a Juventus nesta terça, nas quartas de final do certame. O jogo será às 17 horas do sábado, dia 5, no MetLife Stadium, em Nova Jérsei. Já o Monterrey volta as suas atenções para o certame mexicano.

Borussia Dortmund vence o Ulsan HD e avança na Copa do Mundo de Clubes

Foto: divulgação

Vitória do Borussia Dortmund em Cincinnati

O Borussia Dortmund jogou o suficiente para vencer o Ulsan HD por 1 a 0 e garantir a vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de Clubes, nesta quarta-feira, dia 25, no TQL Stadium, em Cincinnati. Svensson marcou o gol ainda no primeiro tempo para o time alemão, que criou diversas oportunidades, mas ficou com o placar magro para avançar em primeiro lugar. O físico pesou na segunda etapa, mas nada que gerasse sofrimento. Destaque para o goleiro Jo, que brilhou para evitar um placar elástico.

Foi um monólogo do Borussia Dortmund no primeiro tempo, mas faltou mais capricho para traduzir isso em gols. A equipe alemã empilhou oportunidades até Svensson conseguir, enfim, balançar a rede aos 35 minutos.

O placar só não foi elástico graças às finalizações para fora e uma atuação brilhante do goleiro Jo, que travou duelo de peso com Guirassy e operou milagres. O Ulsan tentava forçar erros para recuperar, mas não fez Kobel trabalhar.


A parte física pesou para o Borussia Dortmund no segundo tempo e o ritmo caiu. Com isso, apesar de continuar melhor em campo, as alterações não melhoraram a dinâmica e o Ulsan passou a se arriscar mais, mas faltou qualidade para chegar bem. A reta final foi um marasmo e os times já estavam em rotação mais lenta até o término do confronto.

O Borussia Dortmund avança em primeiro lugar no Grupo F, com sete pontos. O Fluminense foi o segundo, com cinco. O Mamelodi Sundowns termina com quatro, enquanto o Ulsan se despede zerado da competição. O Dortmund enfrenta o segundo colocado do Grupo E nas oitavas de final, na terça-feira, dia 1º de julho, às 22 horas.

De virada, Borussia Dortmund vence o Mamelodi Sundows por 4 a 3 pela Copa do Mundo de Clubes

Foto: divulgação / Borussia Dortmund

Borussia venceu por 4 a 3

Grande jogo entre Borussia Dortmund e Mamelodi Sundows, neste sábado, dia 21, no TQL Stadiu, em Cincinatti, pela segunda rodada do Grupo F da Copa do Mundo de Clubes de 2025. O time alemão venceu por 4 a 3, mas a equipe sul-africana deu canseira, principalmente no fim do jogo.

O Mamelodi Sundows surpreendeu o Borussia no início do jogo, foi para cima e abriu o marcador aos 1o minutos. Lucas Ribeiro recebeu no meio-campo, arrancou com muita velocidade, passou por dois defensores e entrou cara a cara com Kobel. Mesmo com dois companheiros para dar o passe, o meia finalizou e abriu o placar para os sul-africanos com um belo gol.

O time sul-africano seguia melhor, mas um vacilo do goleiro Williams fez com que o Borussia Dortmund empatasse. O arqueiro saiu jogando errado e entregou bola de graça para Nmecha, que só teve o trabalho de finalizar: 1 a 1 no marcador do TQL Stadium.

O gol deu ânimo ao time alemão, que aproveitou outra falha do Mamelodi Sundows para virar o marcador aos 33'. Mokoena cochilou e fou desarmado por Gross no campo de defesa. A bola ficou com Guirassy, que tabelou com Brandt e recebeu cruzamento na cabeça dentro da área para marcar: 2 a 1 para o Borussia Dortmund.

E aos 44' teve o terceiro do Borussia Dortmund. Brandt apareceu bem pela direita e buscou o cruzamento para área. Williams rebateu para a frente da área e Bellingham ficou com a sobra para finalizar com desvio e ampliar: 3 a 1 e assim terminou o primeiro tempo.

O Mamelodi Sundows voltou para o segundo tempo querendo mudar o cenário e mandou duas bolas no travessão nos primeiros 10 minutos, com Rayners, após boa troca de passes dentro da área do Borussia Dortmund, e em cobrança de falta de Mokoena.

Mas, aos 14', o Borussia Dortmund fez o quarto. Na primeira chegada do time alemão na segunda etapa,, Bellingham tocou dentro da área na esquerda para Svensson, que buscou cruzamento. A bola desviou em Mudau, matando o goleiro Williams e terminando nos fundos das redes.

Porém, o Mamelodi seguiu tentando e diminuiu dois minutos depois. Mokoena cobrou falta levantado na cabeça de Rayners, que finalizou na trave. No rebote, a bola voltou novamente no camisa 13, que cabeceou cara a cara com Kobel e não desperdiçou: 4 a 2.


Depois, as duas equipes perderam chances, e o Mamelodi Sundows fez o terceiro aos 44'. Lethlaku aproveitou bobeada da zaga do Borussia, roubou bola e tocou para Mothiba, que entrou cara a cara e finalizou na saída de Kobel: 4 a 3.

A última rodada do Grupo F da Copa do Mundo de Clubes será toda ela na quarta-feira, dia 25, com os jogos começando às 16 horas. No Hard Rock Stadium, em Miami, o Mamelodi Sundows tem pela frente o Fluminense. Já o Borussia Dortmund encara o Ulsan HD no TQL Stadium, em Cincinatti.

Fluminense fica no 0 a 0 com o Borussia Dortmund em estreia na Copa do Mundo de Clubes

Foto: divulgação / Borussia Dortmund

Cannobio cerca jogador do time alemão

Na tarde desta terça-feira, dia 17, o Fluminense estreou na Copa do Mundo de Clubes encarando o alemão Borussia Dortmund. No MetLife Stadium, em Nova Jérsei, nos Estados Unidos, o Tricolor foi superior, mas não balançou as redes e o jogo terminou empatado em 0 a 0.

Em um primeiro tempo bastante disputado e com o Fluminense fazendo uma ótima partida, foi da equipe brasileira as principais chances até então. Liderado pelo inspirado Jhon Arias, o Fluzão não se intimidou com o Borussia Dortmund, equilibrou a posse de bola e finalizou o dobro em relação aos alemãoes (8 a 4). 

A principal chance foi criada por Martinelli, que finalizou bonito e colocado de fora da área, mas a bola passa tirando tinta da trave esquerda de Kobel. Antes, Arias, em contra-ataque, quase marcou. Mas, o jogo foi para o intervalo com o placar de 0 a 0.

No segundo tempo, aos 12', o Fluminense teve a chance de marcar. Arias lançou Everaldo, que partiu sozinho, mas chegando na área ele preferiu servir Cannobio. O uruguaio já chegou marcado, mas ainda conseguiu finalizar para a defesa de Kobel.


Aos 23', outra chance perdida. Everaldo bateu da entrada da área, Kobel espalmou e depois salvou no rebote de Nonato. O Fluminense continuou melhor na partida, mas não conseguiu transformar a superioridade em gol e o placar final foi de 0 a 0.

As duas equipes voltam a campo no sábado, dia 21. Às 13 horas, no TQL Stadium em Cincinatti, o Borussia Dortmund encara o Mamelodi Sundowns. Já às 19 horas, no MetLife Stadium em Nova Jérsei, o Fluminense tem pela frente o Ulsan.

Ewerthon e sua trajetória pelo Borussia Dortmund

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Ewerthon brilhou por quatro anos com a camisa auri-negra

Ewerthon Henrique de Souza, ex-atacante popularmente conhecido apenas como Ewerthon, está completando o seu 43º ano de vida nesta segunda-feira, dia 10 de junho de 2024. No decorrer de sua vitoriosa carreira como atleta, o avançado teve uma passagem muito boa pelo Borussia Dortmund na virada do século XX para o XI.

Revelado pelo Corinthians, o artilheiro paulistano chamou a atenção da equipe auri-negra alemã ao se destacar nos vários títulos que o Timão conquistou entre o fim da década de 90 e início dos Anos 2000. Porém, foi somente em 2001, um ano após vencer o Mundial de Clubes pelo clube Alvinegro do Parque São Jorge, que a sua contratação foi realmente concretizada.

Logo na sua primeira temporada com a camisa do time da Renânia do Norte-Vestfália, conquistou o coração da apaixonada torcida do Borussia. Afinal, foi ele quem acabou sendo o grande responsável para que o Dortmund ficasse a Salva de Pata da Bundesliga de 2001/02.


Até 2005, ano no qual trocou o time amarelo e preto pelo Real Zaragoza da Espanha, disputou um total de 15 partidas e marcou 54 gols pelo clube, de acordo com o site ogol.com. Deixou a equipe alemã como um ídolo para a Muralha Amarela.

Antes de se aposentar, o atacante ainda rodou por vários times até se aposentar em 2012, quando defendeu o América-MG. Dois anos depois, jogou o Paulistão pelo extinto Atlético Sorocaba.

Real Madrid marca duas vezes, vence o Borussia Dortmund e conquista a Champions League

Por Ricardo Pilotto
Foto: Divulgação/UEFA

Real venceu o Borussia

Na tarde deste sábado, 1, o Real Madrid conquistou a sua 15ª a Liga dos Campeões de 2024 da sua história ao bater o Borussia Dortmund por 2 a 0 no sagrado gramado de Wembley, em Londres. Os gols da vitória espanhola foram marcados por Carvajal e Vini Jr.

Embora tenha deixado a desejar no cenário nacional, a equipe alemã fez bonito na competição europeia. Passou como líder do chamado 'Grupo da Morte', e no mata-mata, despachou o PSV Eindhoven, o Atlético de Madrid e o Paris Saint-Germain, em jogos emocionantes. 

Já o time espanhol, que também terminou em primeiro da sua chave, teve um caminho um mais complicado para chegar a decisão. Afinal, os Merengues tiveram de passar por times como o RB Leipzig, o até então atual campeão Manchester City na disputa de pênaltis, e o Bayern de Munique.

O time aurinegro mostrou uma postura muito corajosa e foi superior aos Merengues em grande parte do primeiro tempo. Conseguiu pelo menos três grandes chances reais de gol e chegaram a acertar uma bola na trave do goleiro Cortouis através de Füllkrug.


Os madridistas, por sua vez, tiveram muitas dificuldades de partir para o ataque, apesar de ter ficado mais com a posse a bola.

Na etapa complementar, o Real Madrid melhorou e resolveu decidir o duelo já nos minutos finais. Em nove minutos, Carvajal, em jogada de bola parada, testou para o gol e abriu o placar. Nos 37', Vini Jr. aproveitou vacilo da defesa e fechou a vitória.

Thomas Häßler e sua trajetória pelo Borussia Dortmund

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Häßler jogou no clube auri-negro por uma temporada

Thomas Jürgen Häßler, ex-meio campista popularmente conhecido apenas como Thomas Häßler, celebra o seu 58º aniversário nesta quinta-feira, dia 30 de maio de 2024. Ao longo de sua carreira, o meia germânico defendeu as cores do Borussia Dortmund por uma temporada já no fim da década de 90.

Na época, o fato do clube auri-negro ter concretizado a contratação do meia surpreendeu o futebol alemão. Afinal, o elenco já contava com ninguém mais ninguém menos do que Andreas Möller, que era o principal jogador do elenco e um grande ídolo da torcida. 

Consequentemente, o atleta acabou ficando apenas no banco de reservas e jogou esporadicamente. Ao final da temporada, Thomas optou por deixar o Dortmund e acabou se transferindo para o Munique 1860, onde atuou por quatro anos.


De acordo com o site ogol.com, Häßler disputou apenas 18 partidas com a camisa do Borussia e marcou dois gols. Após defender o time da Bavária, o meia ainda jogaria pelo SV Salzburg, atualmente conhecido como Red Bull Salzburg, por um ano antes de se aposentar. Posteriormente, se tornou auxiliar técnico

Ídolo, Marco Reus deixará o Borussia Dortmund

Com informações da Agência Estado
Foto: divulgação

Foram 12 anos no profissional do Borussia Dortmund

O sonho de Marco Reus terminar a carreira defendendo as cores do Borussia Dortmund não se concretizará. O clube alemão anunciou nesta sexta-feira que o ídolo de 34 anos não terá seu contrato renovado. Aos 34 anos, 21 deles dedicados ao clube, sendo 12 no profissional, o meia-atacante se despedirá ao fim da temporada, mas ainda tentará conquistar a Liga dos Campeões, no qual o time tem vantagem de 1 a 0 sobre o PSG na semifinal.

“Uma história extraordinária termina no verão. O Borussia Dortmund e seu capitão de longa data, Marco Reus, concordaram mutuamente em não prorrogar o contrato, que expira no final da temporada”, anunciou o clube em suas redes sociais. As negociações não andaram como ambos queriam e a decisão acabou sendo pela saída".

Reus defende as cores do time profissional desde 2012, após três anos no Borussia Mönchengladbach. Revelado no clube, ele ficou na base de 1995 a 2005. O ídolo atuou em 424 partidas, com 168 gols (segundo maior artilheiro do clube) e distribuindo 100 assistências.

Foi vice-campeão da Liga dos Campeões de 2013, mas ergueu os troféus da Copa da Alemanha duas vezes (2017 e 2021), além de ter conquistada a Supercopa Alemã em 2013 e 2019. Ele foi capitão por cinco anos seguidos.

Eleito duas vezes o melhor jogador na Alemanha, Reus agradeceu pelos anos de história no Borussia Dortmund e agora procura um novo clube para os últimos passos da carreira. Ultimamente, vinha sendo reserva sob o comando de Edin Terzic, mas ainda deve fazer um jogo de despedida.

“Estou extremamente grato e orgulhoso por este momento especial no meu clube, o Borussia Dortmund. Passei mais de metade da minha vida neste clube e aproveitei cada dia, embora tenha havido momentos difíceis”, afirmou Reus. “Já sei que será difícil me despedir no final da temporada. E, no entanto, estou feliz que agora haja clareza e que possamos nos concentrar totalmente nos importantes jogos finais que ainda estão pendentes”, seguiu, falando da Liga dos Campeões.

“Temos um grande objetivo em mente e todos queremos alcançá-lo juntos. Para isso precisamos de cada um dos nossos incríveis fãs, a quem gostaria de agradecer expressamente pelo seu incrível apoio ao longo dos anos.”


O jogo de volta na França será na terça-feira, mas antes, neste sábado, o time joga no Signal Iduna Park diante do Augsburg, pelo Alemão. O Borussia Dortmund ainda terá compromissos na casa do Mainz 05, e fecha a competição no dia 18 de maio, em casa, contra o Darmstadt, possível data do jogo festivo de despedida.

“Marco Reus é um dos maiores jogadores deste clube. Ele nasceu em Dortmund, jogou quase dez anos nas categorias de base, esteve no time profissional por doze anos e foi capitão do nosso time por muito tempo. A sua ligação ao Borussia Dortmund é extraordinária”, discursou o CEO do clube, Hans-Joachim Watzke. “Desejamos ao Marco tudo de melhor para o seu futuro. Esperamos sinceramente que ele regresse ao BVB após a sua carreira profissional, porque há muitas tarefas emocionantes à sua espera aqui em Dortmund.”

Jürgen Kohler e sua marcante passagem pelo Borussia Dortmund

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Jürgen Kohler é um dos maiores ídolos do Borussia Dortmund

Jürgen Kohler, ex-zagueiro renomado do futebol alemão, está comemorando o seu 58º aniversário nesta sexta-feira, dia 6 de outubro de 2023. Já no fim da sua carreira, ele teve uma marcante passagem pelo Borussia Dortmund entre a metade dos da década de 90 e o início dos Anos 2000 e acabou se tornando um ídolo para a torcida auri-negra.

Contratado junto à Juventus em 1995, Kohler viveu o auge da sua jornada como jogador no clube da Renânia do Norte-Vestfália. Teve uma grande importância na sua primeira temporada, com a conquista do título da Bundesliga de 1995/96. No ano seguinte, veio a fazer parte elenco do Dortmund que venceu a Liga dos Campeões em cima do seu ex-time e a Copa Intercontinental sobre o Cruzeiro.

Alguns anos mais tarde, Kohler veio a anunciar a sua aposentadoria após a conquista do título alemão em 2001/02. No seu último jogo pelo time amarelo e preto, levou cartão vermelho por cometer um pênalti na grande final da Copa da UEFA, diante do Feyenoord. Na oportunidade, o zagueiro chegou a marca de 500 jogos como profissional.


Segundo o site ogol.com, Kohler disputou um total de 238 partidas pela equipe auri-negra entre 95 e 2002. Apesar não ser especialista em marcar gols, balançou as redes adversárias em 16 ocasiões em todo este tempo de clube.

A passagem de Evanilson pelo Borussia Dortmund

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Evanilson foi mais um brasileiro que fez sucesso no Borussia Dortmund

Evanílson Aparecido Ferreira, ex-lateral-direito popularmente conhecido apenas como Evanilson, está celebrando o seu 48º aniversário nesta terça-feira, dia 12 de setembro de 2023. No decorrer de sua carreira, ele teve uma grande passagem pelo Borussia Dortmund entre o fim dos Anos 90 e começo dos Anos 2000 e se tornou um ídolo para o torcedor auri-negro.

Antes de se transferir para o clube alemão, o defensor já tinha uma certa bagagem pelo futebol brasileiro, já que colecionava passagens por clubes como América Mineiro, onde jogou nas categorias de base e se profissionalizou, Cruzeiro e também pela Seleção Brasileira. Inclusive, foi atuando pela Amarelinha na Copa América de 99, que o atleta chamou a atenção time da Renânia do Norte-Vestfália.

Uma vez contratado pelo Dortmund, que contava com outros brasileiros, como o lateral esquerdo Dedê e o zagueiro Julio Cesar no seu bom elenco, não demorou muito para se adaptar ao novo país. Recebeu ajuda dos conterrâneos, conseguiu conquistar o seu espaço no time titular e também um espaço no coração da torcida.


Segundo o site ogol.com, o lateral disputou um total de 167 partidas pelo clube da Alemanha e marcou quatro gols entre 1999 e 2005, ano que deixou o time. Participou da campanha em que o Borussia Dortmund se sagrou campeão da Bundesliga na temporada 2001/02 e esteve também no vice-campeonato da Copa da Uefa no mesmo ano.

Na sequência de sua carreira, Evanilson ainda defendeu times como Atlético Mineiro, 1. FC Köln, Atlético Paranaense, Sport e Vitória. Chegou a ser repatriado pelo América Mineiro e jogou também no Independente FC. Encerrou a sua jornada futebolística em 2012, após atuar no Botafogo da Paraíba.

Para onde o Borussia Dortmund pode caminhar depois de mais um fracasso

Por Lucas Paes
Foto: Sascha Schuermann / AFP

Reus lamenta perda do título alemão

Poucas vezes o fim da hegemonia do Bayern de Munique esteve tão próximo no Campeonato Alemão. Os bávaros fizeram de tudo o possível para perder o título na temporada 2022/2023 e inclusive só não perderam mesmo a salva de prata devido a um gol salvador de Musiala quando o time já não conseguia fazer nada no jogo. Porém, para variar, o time de Munique contou com a capacidade impressionante de fracassar do rival Borussia Dortmund, que perdeu um dos títulos mais ganhos da história ao não conseguir ganhar em casa do Mainz sem pretensões. Para onde o Dortmund pode caminhar para superar isso? 

A verdade é que a perda de títulos ganhos virou especialidade do Dortmund nos últimos tempos. Não há muito tempo, na temporada 2018/2019, o time amarelo e preto passou boa parte do campeonato na liderança e acabou derrotado após perder fôlego na parte final da competição e deixar o Bayern, que não jogava um grande futebol na época, ultrapassar e ser campeão. Não parece estar no destino aurinegro conquistar outra Bundesliga. 

A campanha aurinegra este ano sequer foi na verdade grande coisa, só que o Bayern de Munique, que voava até certa parte da temporada, simplesmente se perdeu completamente em sua gestão de futebol. Os bávaros demitiram Naggelsman pensando em problemas de vestiário e desde então nunca mais jogaram um futebol digno do time. Logo após a conquista do título, Kahn e Salihamidzic, da direção de futebol, foram demitidos devido ao fim de temporada que só não terminou sem títulos devido a contribuição sagaz do Dortmund.

Chover no molhado sobre o que o Borussia fez é até desnecessário, já que o mundo do futebol já tem essa história como a grande decepção da temporada. Mas, é possível inclusive que nem seja uma última chance para o Dortmund mesmo perdendo o craque Jude Belingham, que deve ir para o Real Madrid nesta janela de transferências. Como citado anteriormente, o Bayern passa por um período onde reformulará sua direção de futebol e a verdade é que o período não é exatamente o melhor da equipe de Munique. É bem possível que as abelhas tenham mais chances de serem campeões novamente nos próximos anos.


Caberá, como consolação ao Dortmund, seguir trabalhando com suas categorias de base e com sua incrível observação de valores baratos para voltar a tentar brigar com o Bayern pela conquista de um Campeonato Alemão ou mesmo viver outro grande sonho na Liga dos Campeões (a verdade é que a própria eliminação para o Chelsea foi uma bobeira). Será preciso trabalhar para superar uma das maiores tristezas da história do clube. 

Sebastien Haller voltará a atuar em jogo oficial após se curar de um tumos os testículos

Com informações do UOL Esporte
Foto: divulgação

Atacante ficou seis meses afastado tratando de um tumor nos testículos

O atacante Sebastien Haller voltará a atuar em um jogo oficial após se curar de um tumor nos testículos que o tirou de combate por seis meses. O jogador prepara seu retorno e usará uma chuteira com uma mensagem bem clara e direta para a doença que o acometeu "F.. Cancer" estará escrito em inglês nos pés do atacante.

O Borussia Dortmund enfrenta o Augsburg, neste domingo, dia 22, às 11h30 (de Brasília), na primeira partida oficial da equipe após a Copa do Mundo. Atualmente, o aurinegro ocupa a sexta colocação do Campeonato Alemão.

O atacante franco-marfinense entrou em campo no último dia 10, em amistoso do Borussia contra o Dusselford. O camisa 9 substituiu o jovem Youssoufa Moukoko e esteve em campo por 16 minutos na goleada por 5 a 1.

Relembre o caso - Haller havia acabado de chegar no Borussia Dortmund, contratado do Ajax, quando descobriu que tinha um câncer testicular, que o forçaria a se afastar dos gramados para realizar o tratamento. Destaque do clube holandês, marcou 34 gols na temporada 2021/22 e se transferiu para o clube alemão após uma oferta de 31 milhões de euros - cerca de R$170 mi à época.


O tumor maligno foi tratado com cirurgia e sessões de quimioterapia e a recuperação do jogador evoluiu mais rápido do que o esperado pelos médicos do clube. O duelo deste domingo marca o fim do período nebuloso e o recomeço após vencer o jogo mais importante de sua vida.

A trajetória de Nevio Scala como treinador

Por Lucas Paes
Foto: AIC

Nevio Scala no Parma

Completando 74 anos neste dia 22 de novembro, o italiano Nevio Scala, hoje aposentado, teve uma vida quase inteira ligada ao futebol. Como jogador, o defensor passou por altos e baixos em diversos clubes, mas foi como treinador que viveu seus maiores momentos no esporte, tendo uma trajetória em poucos clubes, porém com grandes momentos vividos, principalmente na Itália, seu país natal e, curiosamente, na Ucrânia.

Nevio foi dentro de campo por muitos anos um útil reserva na elite italiana, sendo inclusive campeão europeu pelo Milan. Aprendeu muito observado em seus tempos de jogador. Começou sua trajetória na beira do campo comandando a base do Vincenza e depois passou duas temporadas no Reggina com um excelente trabalho, levando o time a Série B e quase conquistando o acesso a Série A. Foi assim que o Parma o escolheu para tocar o projeto do clube junto a Parmalat, em 1989.

Sua primeira conquista pelos Gialloblu foi levar o time de volta a primeira divisão italiana. A partir daí, comandou o início da era de ouro dos Crociati, conquistando Copa Itália, Recopa Europeia, Copa da UEFA e Supercopa da UEFA no comando do clube. Ficou faltando apenas o título de campeão italiano, este nunca conquistando pelo clube. Foi ele por exemplo que acabou por ascender Buffon a equipe principal do Parma. Deixou o clube em 1996. 

Passou então pelo Perugia depois de seis meses parado, tentando salvar o clube do rebaixamento, mas não conseguiu evitar a queda. Apesar disso, assumiu na temporada 1997/1998 o forte time do Borussia Dortmund, atual campeão europeu na época, onde inclusive enfrentou o Parma na Liga dos Campeões. Mal na Bundesliga, parou nas semifinais da Liga dos Campeões diante do Real Madrid. Foi, porém, campeão mundial pelos aurinegros, em cima do Cruzeiro, em 1997.


Depois disso, teve uma passagem de pouco sucesso pelo Besiktas, já dois anos após deixar a Alemanha. Acabou então contratado pelo Shaktar, da Ucrânia, onde foi campeão da Copa da Ucrânia e do Campeonato Ucraniano. Seu último clube como treinador foi o Spartak Moscou, onde conquistou a Supercopa da Rússia. Depois disso, se aposentou da função e passou a trabalhar com cultivo de tabaco em sua fazenda. Ocasionalmente, comenta jogos por rádios italianas. 

Andreas Möller - Uma lenda do Borussia Dortmund

Por Ricardo Pilotto
Foto: arquivo

Andreas Möller foi um dos grandes da história do Borussia Dortmund

Nesta quinta-feira, dia 2 de setembro, Andreas Möller, uma lenda do futebol alemão, está completando 54 anos de idade. Ele teve passagens marcantes no Borussia Dortmund, sendo um dos grandes da história do clube auri-negro, e na Seleção Alemã.

Após ser revelado pelo Eintracht Frankfurt na metade da década de 80, Möller chegou ao time da Renânia do Note-Vestfália na temporada 1988-1989. Logo em seu primeiro ano no Dortmund venceu a Supercopa da Alemanha de 1989 e também a DFB Pokal jogando junto com Norbert Dickel. Nas temporadas seguintes teve seu espaço na equipe titular mas acabou não conseguindo conquistar mais troféus nessa sua primeira passagem pelo time amarelo e preto até 1990.

Assim que encerrou seu vínculo com o Borussia Dortmund, teve uma nova passagem pelo Eintracht antes de seguir para a Juventus. O meia aproveitou a ida de alguns jogadores alemães como Klinsmann, Matthäus, Bierhoff e Brehme à Itália para buscar novos desafios e foi para o Sul da Itália. Pelo clube de Turim, Möller conquistou a Taça da UEFA em cima do time auri-negro por 6 a 1 no placar agregado.

Quando encerrou seu vínculo com a Vecchia Signora em 1994, retornou para o Borussia Dortmund. Pelo time da Renânia do Norte-Vestfália, ficou por seis temporadas, e nesse período, foi treinado por Ottmar Hitzfeld durante sua segunda passagem. Foi com ele, que Möller foi ganhando cada vez mais nome dentro do clube. Ottmar explorou as características do jogador ao máximo e colocou Andreas para fazer uma função que o consagra-se como uma peça chave para o meio campo. Já que a especialidade do meia eram os passes longos, distribuição de jogo e a criatividade, o meia rendeu bons frutos para o clube, que consequentemente, passou a ganhar títulos com uma certa frequência.

O meia alemão fez parte do elenco que foi bi-campeão da Bundesliga das temporadas 1994-1995 e 1995-1996 e também da Supercopa da Alemanha de 1995 e 1996. No ano seguinte, Andreas foi crucial para a conquista de um time inédito na história do Borussia Dortmund.

Möller acabou se envolvendo em um lance polêmico em um jogo diante do Karlsruher em 1995. Andreas deu um mergulho dentro da área e o árbitro foi na onda do meia e marcou o pênalti. Assim que a cobrança foi batida e convertida, o Borussia Dortmund se sagrou campeão nacional. Porém, o meia alemão chegou a ser multado e até suspenso por causa deste episódio. Algo que nunca havia acontecido com um jogador alemão na história.

Na final da Champions League da temporada 1996-1997 diante da sua ex-equipe Juventus, Möller contribuiu para a equipe alemã com duas belíssimas assistências. A primeira foi em uma cobrança de escanteio na medida para Karl Heinz Riedle desviar de cabeça para o fundo do gol e a segunda deixou Ricken cara a cara com o goleiro Peruzzi da Juve para ampliar o placar para 3 a 1 e garantir o único título europeu do clube auri-negro até hoje. Naquela oportunidade, Andreas foi eleito melhor jogador da partida.


No mês de dezembro deste mesmo ano, o Dortmund foi ao Japão para representar o continente europeu na disputa do título Intercontinental (atualmente conhecido como Mundial de Clube) diante do Cruzeiro, que havia vencido a Taça Libertadores daquela temporada. Com grande atuação de Möller, o Borussia venceu o time mineiro por 2 a 0 e se tornou campeão do mundo pela primeira e única vez em sua história.

Ao total de suas duas passagens por Dortmund, o campeão mundial com a seleção alemã em 1990 defendeu as cores do clube auri-negro em 279 oportunidades. Anotou 82 gols pelo time da Renânia do Norte-Vestfália e seis assistências. Conquistou 8 títulos pelo clube.

Após sair do Borussia Dortmund em 2000, Möller ainda se mudou para o Schalke 04, maior rival do Borussia Dortmund. Nos Azuis Reais, Andreas passou três temporadas e depois voltou para o Eintracht Frankfurt em 2003 para encerrar a carreira como jogador de futebol profissional no clube que o projetou.

Dedê: um brasileiro ídolo no Borussia Dortmund

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Dedê fez história no Borussia Dortmund

Leonardo de Deus Santos, popularmente conhecido como Dedê, completa 42 anos de idade este domingo, dia 18 de abril. O ex-lateral-esquerdo brasileiro atuou por 13 anos no Borussia Dortmund e se tornou um dos maiores ídolos na história do clube.

Após uma passagem de dois anos defendendo as cores do Atlético Mineiro, Dedê chegou ao clube alemão no ano de 1998. O atleta tinha apenas 20 anos de idade e foi recebido de braços abertos na região da Renânia do Norte-Vestfália pela torcida auri-negra. O atleta havia sido campeão da Copa Conmebol e da Copa Centenário de 1997 com o Atlético Mineiro um ano antes de ir a Dortmund.

Apesar de todo o acolhimento, seu início foi muito difícil na Alemanha. Teve sérios problemas de comunicação e muitas dificuldades de se adaptar ao idioma nativo. Mas com o passar do tempo, o lateral esquerda brasileiro foi se identificando cada vez mais com o Borussia e com o país, até a Alemanha se tornar o seu segundo lar.

No ano de 2002, Dedê conseguiu tirar a sua cidadania alemã, e foi eleito o melhor jogador do time em suas duas primeiras temporadas pelo time. Dois anos mais tarde, por conta de uma coleção de excelentes atuações no futebol do velho continente, seria convocado para defender a Seleção Brasileira no ano de 2004.

No geral, sua passagem pelo clube auri-negro foi muito boa. Em todos os 13 anos que passou jogando pelo Borussia Dortmund, conquistou quatro títulos. Foram eles: a Bundesliga na temporada 2001-2002 e 2010-2011, uma Supercopa da Alemanha em 2008-2009 derrotando o Bayern de Munique e uma DFB Pokal, como é conhecida a copa nacional, também em 2010-2011.

Após o final da temporada em que venceu 2 títulos juntos com a equipe de Dortmund, o atleta já tinha completado 32 anos de idade e se tornaria reserva na equipe, já que Schmelzer estava começando a aparecer no futebol alemão e tinha apenas 23 anos de idade. Não querendo ficar como segundo plano, anunciou sua saída do clube alemão após 13 anos de serviços prestados. Antes de se aposentar, teria uma passagem de 3 anos pelo Eskişehirspor, jogando de 2011 a 2014 no futebol da Turquia.

No dia em que completou 33 anos de vida, no dia 18 de abril de 2011, a torcida do Borussia Dortmund fez uma homenagem muito especial ao jogador. Mais de 1500 auri-negros se juntaram no centro da cidade de Dortmund para celebrar o aniversário de Dedê.


Em 2015, o Borussia Dortmund promoveu um jogo de despedida para o ídolo brasileiro da lateral esquerda. A partida juntou nada mais mais de 81.359 torcedores no estádio Signal Iduna Park para prestigiar um dos maiores jogadores da história do clube. E, quatro anos mais tarde, Dedê voltaria a jogar futebol com a camisa amarela junto com outras lendas do time da Renânia do Norte na Legends Cup, realizada no estádio do Morumbi, no ano de 2019. Além do Borussia Dortmund, a competição contava com times como São Paulo, Barcelona e Bayern de Munique, que também juntaram seus maiores ídolos para jogar.

O atleta brasileiro é o segundo jogador que mais atuou com a camisa do Borussia Dortmund na história do clube. Ao todo, Dedê atuou em 322 jogos com a camisa amarela e preta, só ficando atrás de Michael Zorc, maior ídolo do time alemão, que jogou 463 partidas.

Karl-Heinz Riedle - O outro herói europeu do Borussia Dortmund

 Por Lucas Paes
Foto: Getty Images


Riedle foi um dos heróis na final da Liga dos Campeões de 1997

Completando 55 anos neste dia 16 de setembro, Karl-Heinz Riedle ficou conhecido ao longo de sua carreira pela sua eficiência na bola aérea. O atacante alemão passou por diversos clubes, vivendo bons momentos com mais de uma camisa, porém, foi vestindo o preto e amarelo do Dortmund que Riedle viveu o momento mais especial de sua carreira em clubes, pois o atacante virou o outro "herói" europeu dos aurinegros, junto a lenda do clube Lars Ricken

Riedle chegou ao Dortmund já bastante experiente, depois de uma passagem com números interessantes, porém sem grandes conquistas pela Lazio. Na sua segunda temporada pelo clube, ajudou os aurinegros a ganharem a Bundesliga, na temporada onde marcou mais gols vestindo a camisa do BVB. Seu time repetiu o feito na temporada seguinte, marcando um espaço para ele dentro da história do clube. 

Riedle, porém, ainda estava por viver seu momento mais especial vestindo amarelo e preto. Em 1997, a equipe do Borussia se classificou para a decisão da Liga dos Campeões e enfrentou na final, em Munique, a favoritíssima e atual campeã Juventus de Turim. O duelo, disputado no Olímpico de Munique no dia 28 de maio de 1997 indicava uma vitória bianconera, com a pressão total dos juventinos, jogando de azul. Até que, aos 29 minutos, num lance que pareceu cair do céu, Riedle dominou um cruzamento no peito e marcou um belíssimo gol para abrir o marcador.

Pouco depois, o atacante mostrou que não era chamado de Air Riedle a toa e marcou o segundo tento dos aurinegros numa cabeçada fulminante após cobrança de escanteio. Depois, apesar do gol de Del Piero dar alguma esperança aos italianos, Ricken entrou e marcou o gol do título no seu primeiro toque na bola no jogo praticamente, como já contado no texto sobre ele. Acabou assim, que Karl e Lars se tornaram os grandes heróis europeus do Borussia Dortmund.

Riedle deixou o Westfalenstadion ao fim daquela temporada, se transferindo para o Liverpool, onde acabou se tornando uma sombra para um tal garoto chamado Michael Owen. Encerrou sua passagem pelo clube com 35 gols em 111 jogos. Ainda atuou pelo Fulham antes de encerrar sua carreira no futebol. Em 2014, se tornou embaixador dos aurinegros, mostrando todo o tamanho de sua idolatria para o clube de Dortmund.

Lars Ricken - A pouco conhecida lenda do Dortmund

Por Lucas Paes
Foto: UEFA.com

Lars Ricken fez o gol do título europeu do Borussia Dortmund

O Borussia Dortmund é um dos mais tradicionais clubes da Alemanha. Concorrente direto do Bayern pelas conquistas da Bundesliga em tempos recentes, os aurinegros se tornaram, principalmente a partir do período Jurgen Klopp, um fenômeno midiático e popular mundial, com o time que tinha Lewandowski, Gotze, Reus e outras figuras se tornando um marco de popularidade no futebol. Desde então, no Brasil particularmente, as abelhas ganharam diversos fãs entre crianças e jovens, pautados principalmente na figura de Marco Reus. Muito antes, porém, de muitos dos simpatizantes atuais sequer nascerem, o BVB foi campeão europeu com um de seus maiores ídolos marcando o gol do título: Lars Ricken, o homem de uma só camisa, que completa 44 anos neste dia 10.

Ricken foi, como dito anteriormente, aqueles casos de jogadores identificados e enraizados dentro de um único clube. O alemão viveu em sua carreira de atleta uma trajetória análoga a nomes como Maldini, Totti, Rogério Ceni, Gerrard, entre outros jogadores que tornaram seu clube quase uma identidade. Ricken foi Borussia Dortmund do começo até o final, desde seu primeiro chute dentro do Westfalenstadion até o calvário vivido por causa das lesões que sempre o perseguiram. Quase como um Marco Reus de outras eras, numa quase maldição que seu clube sofre com as lesões.

Ricken sempre teve as cores aurinegras dentro de si. Ele chegou a divisão de base do Borussia com apenas 14 anos e rapidamente mostrou qualidades que o alçaram ao profissional. Ainda antes de completar 18 anos estreou na Bundesliga numa derrota em casa para o Stuttgart. Seu primeiro gol vem numa partida diante do Duisburg, vencida por 2 a 1 pelos aurinegros. Jogou pouco na temporada 1993/1994, mas ainda marcou um gol na Copa da UEFA, na desclassificação para a Internazionale. Nas duas temporadas seguintes, ajudaria na conquista do bicampeonato alemão.

Ele passa a atuar mais regularmente na temporada 1994/1995, mas quase sempre vinha do banco para fazer boas atuações, marcando seis gols na Bundesliga. Aos poucos foi se firmando no time titular, mas viveria seu grande momento vindo do banco de reservas. No dia 28 de maio de 1997, ele começa na reserva a decisão da Liga dos Campeões, entre Juventus e Dortmund, no Olímpico de Munique. Os alemães abrem 2 a 0 antes de Del Piero diminuir e o jogo ficar perigoso. Ricken entra aos 25 minutos do segundo tempo e segundos depois, acerta um chutaço de cobertura em cima de Peruzzi, num lindo contra-ataque de seu time, que decide o título europeu.


Com isso, começou a ganhar espaço e ser titular, porém era atrapalhado por lesões constantemente, que impediam seu progresso. Ainda em 1997 foi convocado pela primeira vez pela Seleção Alemã, mas acabou perdendo a Copa do Mundo por problemas musculares, situação que se repetiria na Eurocopa de 2000. Na temporada 2001/2002, quando os aurinegros conquistam a Bundesliga, ele tem o que é o melhor momento de sua carreira, quando sem sofrer tanto com as lesões, marca 10 gols em 44 jogos e acaba convocado para a Copa do Mundo, onde não chega a entrar em campo.

A situação começa a piorar a partir do biênio 2004/2005, quando sofre com problemas mais sérios. Na temporada 2006/2007, consegue jogar apenas 11 partidas, sem saber ainda, atuando pela última vez com a camisa amarela e preta, numa derrota para o Bayer Leverkusen. Apesar de todos os tratamentos e de chegar a treinar no Columbus Crew, da MLS, seu corpo não o permite mais o retorno aos gramados e Ricken anuncia aposentadoria em 2009, depois de mais de um ano de inatividade. Termina sua sofrida, porém bonita trajetória no Westfalenstadion com 64 gols em 390 partidas. Hoje, já fora dos gramados, ele trabalha como coordenador das divisões de base do clube.

Títulos e artilharia: Amoroso marcava seu último gol há 12 temporadas

Mateus Bezerra / FPF
Foto: divulgação Aris

Amoroso com a camisa do Aris, clube no qual marcou o seu último gol

Márcio Amoroso dos Santos, ou simplesmente Amoroso, nasceu em Brasília, no ano de 1974, e iniciou nas categorias de base no Guarani. Já no profissional, além do bugre campineiro, passou por outros grandes clubes do Brasil e do mundo como São Paulo, Corinthians, Flamengo, Grêmio, Udinese e Parma, na Itália, e Borussia Dortmund, da Alemanha. Em sua carreira marcou 198 gols. O último deles foi há 12 anos, com a camisa do Aris, da Grécia.

Logo no início de sua carreira, foi emprestado pelo Guarani ao Tokyo Verdy, do Japão. Em 1994 retornou ao clube de formação, onde disputou o Brasileirão. Na competição nacional, marcou 19 vezes em 26 aparições, o que lhe rendeu a artilharia do campeonato ao lado de Túlio, além do prêmio Bola de Prata de melhor jogador. Na época, formava dupla de ataque com Luisão e juntos levaram o Guarani até à semifinal, sendo eliminado pelo futuro campeão Palmeiras.
No ano seguinte continuou fazendo gols pelo time de Campinas, despertando o interesse do Flamengo, que o contratou para a temporada de 1996. No entanto, o jovem talento ficou apenas três meses no clube carioca, pois acabou assinando contrato com a Udinese-ITA. Na temporada 98/99, foi artilheiro do Campeonato Italiano, com 22 gols. Em seguida, se transferiu para o Parma e fez parte do único título da Supercopa da Itália que o clube possui.

Ao sair do Parma, rumou para a Alemanha para defender o Borussia Dortmund, onde ficou por três temporadas. Logo em seu primeiro ano fez barba, cabelo e bigode, com o título, a artilharia com 18 gols e o prêmio de melhor jogador da competição. Ainda na Europa, teve passagem discreta pelo Málaga, da Espanha.

De volta ao Brasil - Em 2005 o artilheiro retornou à sua pátria para jogar pelo São Paulo. Comandando por Paulo Autuori, participou da conquista do tricampeonato da Libertadores, fazendo o primeiro gol na goleada por 4 a 0 contra o Athletico na final. Devido à conquista da América, o clube do Morumbi viajou para o Japão, no final daquele ano, para a disputa do Mundial de Clubes.

Logo no primeiro desafio o matador foi decisivo na apertada vitória são- paulina por 3 a 2 diante do Al- Ittihad. Aos 16 minutos da etapa inicial, Danilo fez jogada pela esquerda, cruzou e a bola sobrou para o camisa 11, que matou no peito e bateu cruzado para abrir o marcador. O time árabe buscou o empate ainda no primeiro tempo. Porém, logo no início da etapa complementar mais uma vez o faro do artilheiro prevaleceu.

Danilo fez jogada pelo meio com Aloísio, que tocou para Cicinho, aberto na ala direita. O lateral acertou cruzamento para Amoroso apenas empurrar para o gol. Depois, Rogério Ceni ainda ampliou o placar, de pênalti, e os árabes ainda descontaram. Com esses dois gols feitos na semifinal, o atacante foi um dos artilheiros da competição.

Após o belo desempenho e o título diante do Liverpool, o Milan fez com que Amoroso voltasse à Itália. Entretanto, o atleta pouco atuou, em duas temporadas. Desta forma, retornou ao Brasil para jogar pelo Corinthians, em 2006. No ano seguinte defendeu as cores do Grêmio, antes de ir para a Grécia, para atuar pelo Aris, clube onde marcou seu último gol como profissional.

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Seleção Brasileira - Os bons desempenhos na temporada em que defendeu o Parma, 98/99, garantiram sua convocação para disputar a Copa América, no Paraguai, com a Seleção Brasileira, em 1999. Na ocasião, o Brasil foi campeão e Amoroso estufou as redes adversárias em quatro ocasiões.

Logo na estreia, o Brasil goleou a Venezuela por 7 a 0. Amoroso só não marcou mais do que Ronaldo Fenômeno, que deixou três tentos, contra dois dele. Já na segunda partida, diante do México, o camisa 7 marcou um dos dois gols, na vitória de 2 a 1. O último gol do craque na competição continental, foi novamente contra o México, mas dessa vez a vitória foi por 2 a 0.

O último de seus gols - Já no final de sua carreira, Amoroso deixou o Brasil para jogar no futebol grego, na temporada 2007/2008. Aos 33 anos, o experiente jogador foi recebido por seis mil torcedores no aeroporto. Em sua apresentação ao clube, o goleador se disse emocionado pela recepção. “Estou contente por abrir uma nova página em minha carreira. Devo dizer que nunca fui tão bem recebido em toda a minha vida. A recepção dos torcedores foi incrível e estou emocionado”, disse em coletiva à época.

Pela equipe grega, o jogador disputou 12 paridas, marcando dois gols. O primeiro foi contra o Atromitos Athen, de Atenas, com um belo chute de esquerda. O seu último gol como profissional foi no dia 14 de maio de 2008, quando marcou de pênalti, contra o Panionios, no empate em 3 a 3.

O zagueiro Júlio César no Borussia Dortmund

Por Lucas Paes

Júlio César chegou no Borussia Dortmund em 1994

O Borussia Dortmund tem hoje uma das maiores "torcidas" entre os clubes europeus no Brasil. Muito disso deve-se a jogadores como Reus e Gotze, ídolos de crianças e jovens pelo mundo. Antes, porém, de Klopp, Reus e cia, o BVB teve um ídolo brasuca: o zagueiro Júlio César, que está completando 56 anos neste 8 de março, primeiro brasileiro da história do clube.

Pioneiro, Júlio chegou ao Dortmund em 1994, já bem experiente, colecionando uma Copa do Mundo, a de 1986, e boa passagem pela Juventus de Turim. Logo em seus primeiros anos, fez parte do maior time da história do Borussia, que conquistou títulos alemães, da Copa da Alemanha, a histórica Liga dos Campeões e o Mundial, no ano de 1997. Parte deles como titular, inclusive. Abriria caminho para Dedé, Amoroso, Tinga e outros. 

Na temporada dos títulos internacionais, por sinal, foi a que começou a perder espaço. A partir de 1998, seria emprestado para Botafogo e Panathinaikos antes de encerrar uma vitoriosa e marcante passagem pelos aurinegros, deixando o clube em 2000.

O estilo explosivo e "indisciplinado" evitou que Júlio Cesar fosse mais longe na carreira, apesar de ter jogado bem tanto em Turim quanto em Dortmund, além de ter disputado a Copa do Mundo de 1986 pelo Brasil. Pelo Dortmund, um total de 110 jogos e 9 gols.

Após a breve passagem pelo Werder Bremen, que ocorreu logo depois de deixar o BVB, Júlio César encerrou a carreira no Rio Branco de Americana. Independente de qualquer coisa, ficou marcado para sempre como primeiro brasileiro do Borussia Dortmund, hoje clube tão carismático no país.
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