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Gol anulado na final Flamengo x PSG evidencia como a tecnologia já redefine o futebol rumo à Copa de 2026

Foto: reprodução / GE TV

Segundo engenheiro de televisão com experiência em grandes eventos globais, decisões como essa revelam o peso crescente da engenharia por trás do jogo

O gol anulado do Paris Saint-Germain na final do Mundial de Clubes contra o Flamengo, após revisão do VAR, foi mais do que um lance decisivo da partida. O episódio evidenciou como a tecnologia deixou de ser coadjuvante e passou a ocupar um papel central na definição de resultados, na condução do jogo e na narrativa do futebol contemporâneo, um cenário que tende a se intensificar na Copa do Mundo de 2026.

Em partidas de alcance global, cada frame analisado, cada segundo de revisão e cada ângulo de câmera fazem diferença. “Hoje, uma decisão de VAR não depende apenas da arbitragem, mas de toda uma estrutura de engenharia por trás da transmissão. Qualidade de imagem, sincronização de sinais e velocidade de processamento são determinantes”, explica o engenheiro de televisão Jeferson Elias, especialista em grandes eventos esportivos.

A final entre Flamengo e PSG expôs essa engrenagem operando sob pressão máxima. Sensores, múltiplas câmeras em ultra-alta definição, operadores de replay e equipes técnicas trabalham de forma integrada para garantir precisão nas decisões. “Não se trata apenas de corrigir um lance, mas de assegurar que o espetáculo seja justo, transparente e confiável para bilhões de pessoas assistindo ao mesmo tempo”, destaca.

Esse mesmo nível de complexidade estará elevado ao extremo na Copa do Mundo de 2026, que será a maior da história. Disputado em três países, Estados Unidos, Canadá e México, o torneio contará com 48 seleções, novo formato de grupos e logística ampliada, exigindo operações técnicas simultâneas em diferentes fusos, estádios e centros de transmissão.

Entre as inovações previstas estão evoluções no VAR, com decisões mais rápidas e maior integração a imagens em altíssima resolução, uso ampliado do impedimento semiautomatizado, inteligência artificial para análise de dados em tempo real e sensores ainda mais precisos na bola. “A tecnologia passou a interferir diretamente na dinâmica do jogo. Um atraso de sinal, uma câmera mal posicionada ou uma leitura imprecisa podem alterar completamente a interpretação de um lance”, afirma Jeferson.

Segundo o especialista, fatores técnicos fora do campo também impactam o desempenho esportivo. “Iluminação, climatização, posicionamento das câmeras e até a forma como o estádio foi projetado influenciam a leitura da arbitragem e o ritmo do jogo. Tudo precisa estar calibrado”, explica.


Com experiência em Olimpíadas e Paralimpíadas, eventos que demandam produções altamente complexas e operações sob pressão constante, Jeferson ressalta que o futebol caminha para um modelo cada vez mais dependente da engenharia. “A Copa do Mundo é o auge da transmissão esportiva. O que vimos na final Flamengo x PSG é apenas uma amostra do que será o padrão em 2026: decisões técnicas precisas, rápidas e com impacto direto no resultado e na história do jogo.”

Sobre Jeferson Elias - Jeferson Elias é engenheiro de televisão com mais de 15 anos de experiência em emissoras e eventos de grande porte. Atuou como Supervisor de Engenharia da TV Globo, gerenciando equipes e demandas técnicas de programas como Vídeo Show, Mais Você e Estrelas. Entre 2008 e 2013, foi Operador de Câmera no Projac e em coberturas externas da Globo Rio, além de trabalhos para SBT e Multishow. Especializou-se como operador de robôs de câmera e integrou transmissões do SporTV nas Olimpíadas e Paralimpíadas de 2021, Copa América, Campeonatos Brasileiros (2021–2024) e Rock in Rio 2022.

PSG conquista a Copa Intercontinental batendo o Flamengo nas penalidades

Por Lucas Paes
Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

Carrascal disputa com jogadores do PSG

O Paris Saint Germain colocou mais uma taça em sua história. Os franceses bateram o Flamengo nos pênaltis por 3 a 1, com atuação heróica de Safanov, que pegou quatro pênaltis, depois de um empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, em duelo disputado na tarde desta quarta, dia 17 de dezembro, no Estádio Ahmed Bin Ali, em Doha, no Catar. É a primeira conquista mundial do PSG, que havia perdido a Copa de Mundo de Clubes para o Chelsea no meio do ano. Foi a vez onde um brasileiro ficou mais perto do título desde o Corinthians, em 2012. 

O Flamengo conquistou a vaga na decisão ao bater o Pyramids, do Egito, por 2 a 0, com alguma facilidade, nas semifinais do Intercontinental. Entrando direto na final, o PSG havia atuado pela última vez na Ligue 1, quando venceu o Metz por 3 a 2 fora de casa. O atual campeão europeu é vice-líder da competição, que tem o Lens na ponta. 

Com uma presença surpreendentemente massiva de seus torcedores, o PSG assustou primeiro, numa jogada ensaiada de falta onde João Neves quase marcou aos quatro minutos. Aos 9', o PSG chegou a abrir o placar em um erro bisonho do Flamengo, com Fabian Ruiz, mas a bola havia saído em escanteio no recuo estranho de Arrascaeta. O time parisiense pressionava muito no começo. A primeira chance flamenguista veio num erro de Safanov que virou um chute perigoso de Oulgar defendido pelo russo. 

O Paris tinha muito mais a bola, mas efetivamente pouco chegava depois dos 20'. Se não conseguia jogar, o rubro-negro se fechava bem defensivamente. Quando chegou, abriu o placar: aos 37', num chute cruzado de Doue que Rossi falhou e Kvarashelia abriu o placar. Aos 41', Pulgar quase empatou de cabeça. No resto do duelo, o jogo foi mais travado até o fim da primeira etapa, um resultado justo pelo domínio do PSG na partida. 

Na etapa final, o PSG chegou primeiro num chute pouco perigoso de Nuno Mendes. O domínio dos parisienses era grande, ainda que sem finalizar muito. Aos 14', Arrascaeta sofreu pênalti de Marquinhos, marcado em revisão de vídeo. Jorginho empatou o jogo. Depois do gol, o jogo ficou mais pegado e menos técnico, inclusive com erros dos dois lados. Aos 27', Léo Ortiz salvou um chute de João Neves cruzado que tinha a direção de Barcola. 

Aos 35', Vitinha teve boa chance, mas jogou longe do gol. Pouco depois, Léo Ortiz salvou um gol certo de Dembele. Aos 39', em ótimo contra-ataque, Plata fez ótima jogada para Pedro quase marcar, depois foi a vez de Plata passar perto. Aos 44' foi a vez de Bruno Henrique assustar. Com um erro assustador de Marquinhos sem goleiro o jogo acabou empatado. 

Na prorrogação, o Flamengo voltou mais presente no campo de ataque, porém sem grandes chances. O PSG recuperou terreno aos poucos. Aos 14' João Neves teve ótima chance, mas parou em Rossi. No começo da etapa final, o jovem Ndjantou assustou pelo time francês. Luiz Araújo respondeu chutando por cima. Dembelé jogou duas ótimas chances para fora na sequência. Aos 13', Nuno Mendes parou em Rossi. A prorrogação terminou em empate.


Nos pênaltis, De La Cruz abriu marcando, Vitinha marcou também, Saúl parou em Safonov, Dembelé jogou para fora; Pedro também parou no goleiro Russo, Nuno Mendes botou o Paris na frente; Léo Pereira também parou no goleiro russo, mas Barcola manteve o Flamengo vivo; Luiz Araújo e Safonov deu o título ao PSG.

Agora, o Flamengo entra em um curto período de férias antes da estreia no Campeonato Carioca, inicialmente agendado para o dia 14 de janeiro, diante do Bangu, fora de casa, em local que ainda será definido de fato. O PSG volta a campo já no próximo fim de semana, quando enfrenta o Vendé Fontenay, da quinta divisão francesa, no Louis Fonteneau, em Nantes.

A passagem de Hugo Leal pelo Paris Saint-Germain

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Hugo Leal comemorando gol pelo PSG

Hugo Miguel Ribeiro Leal, conhecido simplesmente como Hugo Leal, surgiu como uma das grandes promessas do futebol português, mas acabou não conseguindo suprir todas as expectativas criada sobre ele. No seu início, o meia central atuou por times gigantes do futebol europeu, e foi um dos reforços de peso do PSG no começo de século XXI.

O jogador nasceu em Cascais, em Portugal, no dia 21 de maio de 1980, e começou a atuar nas categorias de base do Benfica. Hugo passou por todas categorias até chegar na equipe B, quando ganhou destaque aos 15 anos e foi chamado para integrar o time principal. 

Com 16 anos estreou na equipe profissional e era considerado uma das maiores promessas do país. Porém, por conta da idade não conseguiu ter muita sequência e na temporada seguinte foi emprestado ao Alverca.   

Passou a temporada de 1997 empresta ao clube, mas isso não agradou muito a Hugo, pois ele queria ter tido mais oportunidade no Benfica. Voltou em 1998, onde conseguiu ter mais espaço e atuar mais, ganhado destaque. 

Porém, ao final da temporada se envolveu em uma polemica com a diretoria, pois acabou forçando uma saída do clube e acabou sendo contratado pelo Atlético de Madrid. 

Depois de dois anos atuando pelo clube espanhol, o jogador ainda manteve um bom desempenho, o que levou o PSG buscar sua contratação. O clube francês fez uma proposta de praticamente 10 milhões de euros, além de um bom salário para o jovem. 

Com a boa proposta, o jogador aceitou e foi negociado com o PSG. Hugo chegou com boas expectativas, já que seria um dos grandes investimentos do clube para a temporada, porém as coisas não aconteceram como o planejado e o meia acabou não atuando da mesma maneira. 

No seu início até conseguiu fazer boas apresentações, mas com o tempo foram ficando cada vez mais escassas. O meia não conseguia manter o bom desempenho com regularidade, o que fez ele perdeu a posição de titular no time. 


Ao todo foram três temporadas pelo clube, mas apenas na primeira ele teve um desempenho mais regular, pois no restante caiu muito de rendimento. Com toda a expectativa gerada sobre o meia, acabou virando uma frustação por parte da diretoria e torcedores. 

Mesmo assim conseguiu levantar um título pelo clube, que foi a Copa da França em 2003/04, atuando em boa parte da campanha do time, mas não teve muito destaque com gols e assistências. 

A equipe até tentou insistir com o atleta, mas não conseguiu devolver a ele os bons desempenhos esperados. Em 2004 voltou ao futebol português, depois de 77 jogos e 3 gols pelo PSG, saindo a custo zero para o Porto.

Perdão, Kylian

Por Matheus Teles
Foto: divulgação

Mbappé vem fazendo a diferença

Gênio. Fantástico. Excepcional.

Adjetivos não faltam para descrever o que Kylian Mbappé fez ontem na frente de mais de 47.000 torcedores no Parc des Princes, em Paris. O jovem atacante de 23 anos botou o jogo no bolso e fez o gol que deu a vantagem para a equipe da capital francesa no duelo contra o Real Madrid pelas oitavas de final da UEFA Champions League.

Menos de 24 horas depois do espetáculo da última terça-feira, o assunto desta quarta não poderia ser outro: Kylian Mbappé. Porém, mesmo que o francês tenha feito uma das melhores partidas de sua carreira na noite de ontem, alguns membros da comunidade do esporte mais popular do mundo ainda relutam em chamá-lo pelo adjetivo que lhe é devido: craque.

Eu já fui um deles e por isso te peço perdão, Kylian.

Existem inúmeras qualidades que fazem um jogador ser considerado um craque dentro de campo. Habilidade, inteligência, finalização, visão de jogo, inteligência tática são só alguns atributos. Certos jogadores possuem quase todas qualidades mencionandas anteriormente e por isso, indiscutivelmente, são considerados craques. Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar são alguns deles, por exemplo.

Por outro lado, pelo fato de não terem todas as qualidades atribuídas a um “craque”, alguns atletas acabam sendo deixados de lado por parte da comunidade futebolística e não são valorizados da maneira que devem, e acredito que Kylian Mbappe seja um deles.

Após uma grande temporada defendendo o Mônaco, Mbappe apareceu de vez para o mundo durante a copa de 2018, onde não só foi campeão do torneio, como também o melhor jogador da equipe francesa. No PSG, muitas vezes ofuscado pelo talento individual de Neymar, o francês nunca foi o grande protagonista do time por mais que tenha grandes performances individuais, como durante a grande vitória contra o Barcelona na última temporada, quando marcou um hat-trick em pleno Camp Nou.

Mas, mesmo com uma copa do mundo e os principais títulos do território francês em seu memorial de conquistas, na minha cabeça, e acredito que na de muitos também, parecia que ainda faltava algo para Mbappe entrar no seleto grupo de craques do futebol mundial.

Desde que me mudei para a França, já tive a oportunidade de ver Mbappe jogar ao vivo em quatro ocasiões. Em quatro partidas, eu vi o francês inúmeras vezes em posição de impedimento, executando dribles sem demonstrar nenhuma suavidade em seus movimentos corporais, perder chances claras de gols, reclamar como um garoto mimado que o seu companheiro de equipe, Neymar, não lhe passava a bola e fazer apenas um gol.

Mbappe não me encantou e só reforçou minha tese de que ele não era alguém que possuía os atributos de um craque. Acreditem, pensei até em cometer o erro de mandar a seguinte mensagem para minha família e amigos: “o Mbappe é um bom jogador, mas não é tudo isso que falam”.

Mas, ontem minha opinião em relação ao jovem jogador se tornou diferente e não foi necessário eu estar no Parc des Princes para mudar o meu pensamento.

A partida entre Paris Saint Germain e Real Madrid era o jogo que todos esperavam e ele sabia disso. Por mais que esta fosse a partida onde Messi jogaria contra o Real Madrid pela primeira vez desde sua saída do Barcelona, por mais que Neymar estivesse de volta, por mais que a equipe de Madrid apresente um futebol melhor que o PSG atualmente, os olhos do mundo estavam voltados para o garoto francês, especulado no clube merengue desde o começo desta temporada. E ele também sabia disso.

Na minha humilde opinião, um craque não é alguém somente extremamente talentoso, mas também alguém que decide quando seu time mais precisa. Como Neymar faz, como Cristiano faz, como Messi faz e como Mbappe vem fazendo ao longo desta temporada e fez ontem.

A partida foi extremamente díficil para os parisienses devido ao forte sistema defensivo espanhol e tudo se encaminhava para o 0x0. E aí o CRAQUE apareceu. Aos 94 minutos de jogo, cercado por dois jogadores adversários, Mbappe fez o imprevisível em um pequeno espaço, marcou um golaço e levou os torcedores do PSG ao momento máximo do futebol quando tudo parecia perdido.


Acredito que a minha reação após o gol foi a de muitos. Mãos na cabeça como quem não acredita no que está vendo, olhos vidrados na TV e um sorriso de orelha a orelha. Não, não sou um torcedor do PSG, mas amo o futebol e ontem Mbappe nos garantiu que o futuro do topo do futebol mundial estará em boas mãos quando os principais astros do momento se aposentarem.

Gostando do estilo de jogo do francês ou não, uma coisa é inegável: Mbappe é o principal jogador do PSG e um forte candidato a ser eleito o melhor jogador do mundo nesta temporada. Por enquanto, são 22 gols e 16 assistências em 32 jogos, além do título da UEFA Nations League pelo seu país em Outubro de 2021.

Espero que nas próximas vezes que eu assista este gênio do futebol mundial ao vivo, eu possa vivenciar momentos assim como os que estavam no Parc des Princes na noite de ontem puderam experimentar graças ao talento de Kylian. Após a partida de ontem, tudo que posso dizer ao craque Kylian Mbappe é que eu estava completamente equivocado, você é um craque.

Falta pouco para Messi se tornar oficialmente jogador do PSG

Foto: Reuters

Messi já posa como jogador do PSG

Está basicamente definido o destino do argentino Lionel Messi. O agora oficialmente ex-jogador e lenda do Barcelona assinará com o Paris Saint-Germain, voltando a jogar junto a Neymar. O craque já chegou a Cidade Luz e está fazendo exames médicos para a assinatura do contrato, que deve ocorrer ainda neste dia 10 de agosto. A apresentação está marcada para amanhã.

Inicialmente, Léo terá um contrato de dois anos com opção de renovação. Segundo apurou o jornalista Fabrizio Romano, referência mundial no mercado de transferências, o craque receberá algo na casa 35 milhões de Euros líquidos por temporada, além de outros bônus. Tais valores o colocarão como o maior salário do Paris, junto a Neymar.

De acordo com a imprensa espanhola, Messi usará a camisa 30 no novo clube, o mesmo número que usou quando estreou profissionalmente no Barcelona em 2004. Assim, Neymar continuaria sendo o dono da 10 parisiense. O Paris já postou nas redes sociais uma foto onde uma bandeira da Argentina está no meio das camisas de Mbappé e Neymar.

Messi chega como a cereja do bolo de um incrível mercado executado pelo time de Paris. Sem precisar gastar com multas rescisórias, o clube trouxe o meia Wijnaldum, ídolo da torcida do Liverpool, o excelente goleiro Donnarumma, campeão europeu pela Itália e Sérgio Ramos, quase uma divindade madridista. O único gasto foi com o ala Hakimi, trazido a peso de ouro como um dos destaques da campeã italiana Internazionale.


A coletiva de apresentação de Messi no Paris Saint Germain deve ocorrer amanhã, já que o clube marcou um evento com a imprensa para as 6h, no horário de Brasília. Ainda nesta tarde de terça-feira, porém, o PSG deve anunciar oficialmente a chegada do seu novo atleta, concretizando a realização de um sonho da diretoria parisiense.

Imagens da Semana

Por Kauan Sousa

Mais uma semana agitada no futebol brasileiro, sul-americano e mundial. Teve o Defensa y Justicia batendo o Palmeiras na final da Recopa, PSG na semi da Champions League, Grêmio caindo na fase preliminar da Libertadores, início do Brasileirão Feminino A1 e "gol saci" na derrota do Cruzeiro para o Pouso Alegre.

Confira as imagens:

Defensa y Justiça é campeão da Recopa 2021


O time argentino venceu o Palmeiras na última quarta-feira no Mane Garrincha, em Brasília. Após perder o jogo de ida na Argentina por 2 a 1, o campeão da Sul-americana 2020 venceu pelo mesmo placar no Brasil e levou a partida para a prorrogação e depois para os pênaltis. Na disputa de pênaltis o time argentino levou a melhor, com direito a pênalti perdido pelo goleiro Weverton do Palmeiras. Com a derrota, foi o segundo título que o verdão deixou de conquistar em quatro dias, após ter perdido a Supercopa do Brasil para o Flamengo no mesmo estádio.

PSG está na semifinal da Champions League


O time francês eliminou o Bayern de Munique na última terça-feira nas quartas de final da Liga dos Campeões da Europa. Após vencer por 3 a 2 na Alemanha no jogo de ida, o PSG perdeu por 1 a 0 jogando dentro de casa, mas avançou pelo quesito gol fora de casa e eliminou o atual campeão da competição nas quartas de final. No final do jogo Neymar e Paredes comemoraram a classificação na frente do Kimmich, jogador do Bayern que entrevista no dia anterior da partida disse que o clube Bávaro passaria pois era melhor do que o francês. Com a classificação o PSG enfrentará o Manchester City na semifinal.

Grêmio eliminado na fase preliminar da Libertadores


O tricolor gaúcho perdeu para o Independente Del Valle por 2 a 1, na quarta-feira na Arena do Grêmio e foi eliminado na fase preliminar da Libertadores. O placar foi o mesmo do jogo de ida no Paraguai e resultou na eliminação precoce do time brasileiro na competição. O Grêmio foi o quarto time do Brasil da história a ser eliminado nessa fase. Com a eliminação o imortal disputará a copa Sul-americana sem o técnico Renato Gaúcho que foi demitido no dia seguinte da partida.

Início do Campeonato Brasileiro Feminino A1


No sábado começou o Brasileirão feminino. A competição nacional que iria começar no dia 28 de março e foi adiada pela CBF, por conta da pandemia de Covid-19, enfim começou nesse último sábado. Na estreia já teve uma boa vitória do atual campeão Corinthians por 3 a 0 em cima do Napoli-SC.


Cruzeiro perde para o Pouso Alegre com "gol saci"


Na manhã deste domingo, o Cruzeiro foi derrotado fora de casa pelo Pouso Alegre pelo placar de 1 a 0. O gol saiu em um lance inusitado: o atacante Paulo Henrique chocou-se com o goleiro Fábio, lesionou a perna esquerda, mas continuou pulando apenas com a perna direita, balançando as redes desta forma.

A bonita história de Ricardo Gomes com o PSG

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo/Lance!

Ricardo Gomes atuando com a camisa do PSG

O Paris Saint Germain é hoje um dos clubes mais ricos do mundo. A equipe azul, vermelha e branca de Paris conta com os "petrodólares" de seu dono para conseguir contratações fortes no mercado, ainda que tal dinheiro não tenha refletido em sucesso fora da França. Se hoje os parisienses são a casa de Neymar, já houveram diversos jogadores brasileiros que marcaram época no Paris, que por mais que não seja um gigante francês, tinha lá sua tradição há alguns anos. Entre eles, um dos principais ídolos da equipe, é o ex-zagueiro brasileiro Ricardo Gomes, que completa 55 anos neste dia 13 e marcou época com a camisa do PSG, dentro e fora de campo.

Na época em que Gomes chegou como jogador aos Rouge et Bleu, o Paris era um time de certa tradição, que não tinha, porém, muitos títulos conquistados, em seu pequeno tempo de existência (o PSG foi fundado em 1970). Ricardo Gomes havia feito imenso sucesso no Benfica, onde ficou durante três anos. O brasileiro ficou marcado pela eficiência defensiva e pelo perigo que levava em lances de bola aérea, onde marcou diversos gols com a camisa encarnada. As atuações pelos benfiquistas despertaram o interesse do PSG, que levou tanto Ricardo Gomes quanto Valdo, em 1991.

A partir daí, Ricardo fez parte do time que fez com que o tamanho dos parisienses crescesse um pouco mais. Comprado pelo Canal+, o clube fez investimentos altos para alcançar o Olympique de Marseille. Ricardo Gomes seria, dois anos depois, um dos pilares da equipe que conquistaria a Ligue 1 na temporada 1993/1994. Ao lado de nomes como Valdo, Ginola, Weah e um Raí que ainda buscava espaço na equipe, Ricardo Gomes foi crucial na conquista da liga francesa. O zagueiro brasileiro marcou o gol que deu o título ao PSG, em partida contra o Tolouse. Fez outros três gols naquela temporada da liga.

O gol de Ricardo diante do Tolouse, em 1994

Curiosamente, sofreria com lesões logo após a conquista máxima que conseguiu pelo PSG como atleta. Na temporada 1994/1995, ficaria marcado por ter uma péssima noite no San Siro, na semi-final da Liga dos Campeões em que o Milan eliminaria o PSG, com grande atuação de Savicevic, que "jantou" Ricardo Gomes na partida. Naquela temporada, ainda seria campeão da Copa da Liga e da Copa da França, mesmo sem conseguir jogar muitos jogos. Nada que diminuísse o carinho do torcedor parisiense pelo brasuca.

Acabou por deixar a capital francesa após a temporada 1994/1995. Fez um total de 167 jogos e 20 gols com a camisa do Paris Saint Germain, marcando época e sendo reconhecido até hoje como um dos maiores ídolos do clube. Vestiu a camisa parisiense no que foi talvez a melhor época da história da instituição até os anos recentes em que o PSG se viu endinheirado. Deixou a cidade luz pra voltar ao Benfica, onde penduraria as chuteiras ainda aos 31 anos, em 1996.

Mas, esse não foi o fim de sua história com os parisienses. Ainda marcaria época como treinador do PSG, pouco depois de se aposentar, ainda muito "novo", quando comandou o time campeão da Copa da Liga e da Copa da França, entre os anos de 1996 e 1998. Anos depois, Ricardo superaria traumas como treinador, passando por dois AVCs e ainda assim voltando ao banco de reservas, estando até pouco tempo atrás no Bordeaux. É um curioso caso de um treinador brasileiro que fez relativo sucesso em terras europeias, tendo bons trabalhos em PSG e Bordeaux. A equipe da capital francesa, porém, é onde ele viveu seus melhores dias, seja como jogador ou como treinador. Independente de qualquer coisa, a história do Paris tem um lugar especial para Ricardo Gomes, seja dentro de campo ou com a prancheta, no banco de reservas.

Neymar agiu errado! Mas isto é motivo para acabar com sua carreira?

Por Lula Terras
Foto: divulgação PSG

Atitude de Neymar foi errada, mas não é motivo de acabar com a carreira

Neymar está volta ao topo da mídia esportiva internacional, só que, infelizmente não pela qualidade de seu futebol que, não tem como contestar. Sua reação às ofensas e a tentativa de um torcedor do seu time, PSG, de pegar em seu braço fez com que o atleta o agredisse com um tapa no rosto. A reação do atleta é condenável, assim como a do torcedor que faltou com uma das condições essenciais, para a convivência entre as pessoas, o respeito. 

Lamentável também é a insistência com que setores da imprensa esportiva, e torcedores, pelas redes sociais, continuam jogar pesado com o atletas com termos pesados, alguns até injustos, comparando o atleta como um monstro, termo que foi utilizado pelo treinador Renê Simões, ainda no início da carreira de Neymar então, atleta do Santos. 

Digo isso com tranquilidade de saber de outros entreveros entre jogadores e torcedores, em várias partes do mundo. Alguns bem famosos, como o ocorrido em 2003, no treinamento do Fluminense, no Rio de Janeiro. O atacante Romário, então atleta do clube, junto com seu fisioterapeuta particular agrediu ferozmente um torcedor que estava nas arquibancadas, acompanhando os treinamentos. O Baixinho, como é mais conhecido no futebol protagonizou outro ato de violência, que também ficou conhecido na época, quando agrediu com um soco no rosto, o argentino Diego Simeone. O fato aconteceu em 1994, durante o Campeonato Espanhol, quando Romário defendia o Barcelona e Simeone, era jogador do Sevilla. 

Embora tenham sido mais ferozes do que a reação de Neymar, a repercussão foi bem menor, por se tratar de Romário, que sempre teve prestígio diante da mídia esportiva, principalmente a carioca, onde não são poucos os jornalistas que fazem questão de mostrar uma proximidade com o ex-atleta, diferente de hoje, em que as questões pessoais ganham mais espaço na mídia do que a qualidade do futebol em campo. 

Torcedor do Santos, eu tenho entre meus ídolos no futebol muitos atletas que formaram no clube, e garanto que Neymar não está entre eles, mas, é inegável que hoje, ele é o maior jogador brasileiro, em atividade. Daí que vejo a necessidade de uma mudança nas avaliações e reações das pessoas em relação ao atleta, que precisa muito mais de apoio que, críticas destrutivas, como temos visto ações que levam cada vez mais o futebol brasileiro ao fundo do poço, o que é preocupante para quem gosta do futebol.

PSG – O histórico nada passivo da torcida do “novo rico” europeu

Por Lucas Paes 

A temida Bolougne Boys era um dos principais grupos do PSG (Foto: Le Parisien)

O Paris Saint Germain ganhou destaque nos últimos tempos pela ascensão financeira e esportiva ocorrida no clube, que hoje domina a França e, no Brasil, principalmente, por ser o clube onde joga o astro Neymar. Os parisienses estão na fase final da Liga dos Campeões, onde dependem só de sí para classificar. Porém, antes dos euros, antes da fama e antes da proporção mundial tomada pelo clube, o Paris era um time no máximo mediano, com certa história, mas mediano. Que tinha, porém, uma das melhores torcidas da França. Só que na mesma proporção em que faziam festa, os torcedores do PSG ficaram conhecidos pelos episódios de violência. Vamos conhecer um pouco dessa tensa história dos “ultras” parisienses.

Para entender a história da torcida do PSG é preciso entender a história do clube. O PSG surge da fusão do Paris FC com o Saint Germain Estade. O primeiro clube, porém, acabou voltando a existência após diligências nos primórdios do PSG relacionados a uma recusa do prefeito da cidade de Paris de apoiar um clube de outra cidade (Saint Germain está na região metropolitana e era onde ficava a primeira sede do PSG. A ideia do PSG, porém, era estabelecer um clube que durasse na cidade, já que os outros tradicionais da cidade, viviam tempos de crise. O Racing Paris chegou a se recuperar, mas hoje novamente desapareceu. O Stade de France hoje vive em divisões inferiores e o Red Star Paris também viveu crises, mas hoje até se recuperou e joga a Ligue 2. Há também o Paris FC, que joga a Ligue 2. O PSG surgiu para tentar alguma estabilidade, representando a cidade de Paris e a de Saint Germain. 

Porém, o PSG não conseguia atrair tantos torcedores justamente pela tradição dos outros clubes. Só que a decisão da mudança de preço para ingressos mais baratas no setor atrás do gol, chamado de Bolougne. Muitos jovens mais pobres começaram a se deslocar para o setor e o clube foi atraindo mais torcedores das áreas periféricas de Paris. A área também era frontal ao gol onde o PSG aquecia antes de seus jogos. Neste contexto, vários grupos foram surgindo e na época já se criou uma certa “cultura” de violência. Mas a inspiração para a criação do primeiro grande grupo do PSG veio com finais europeias onde times como o Leeds e o Liverpool jogaram. Inspirados nos barulhentos, exibicionistas e, é claro, violentos torcedores dos Reds, jovens torcedores do Paris criaram a firma KOP Bolougne, que era uma firma hooligan cujo o nome KOP se inspirava no lendário setor de Anfield Road. Mais tarde, esse grupo viraria a temida Bolougne Boys, em 1985. Já reunindo muitos Skinheads, a Bolougne surgiu como uma ultra de extrema-direita, mantendo porém, os comportamentos violentos da época da “firma” KOP Bolougne. 

Criada em 1991, a Supras Auteuil rivalizava com a Bolougne
(Foto: PSGMag)

Em 1991, o Canal + assume o clube e decide enfrentar os diversos problemas que a Bolougne Boys criava com uma solução no mínimo inusitada. Incentivando a formação de grupos na parte conhecida como Auteuil, com correntes onde haviam mais imigrantes e com posicionamentos mais à esquerda. Além disso, enquanto a Bolougne seguia um estilo mais inglês, ainda inspirada na KOP, a Auteuil usava ideias dos ultras italianos. A principal delas era a Supras Auteuil, mas também haviam grupos como a Lutece Falco e a Tigris Mystic. Obviamente, a ideia não deu muito certo e confrontos violentos surgiram nas próprias arquibancadas entre os grupos rivais, além dos episódios de violência aumentarem. As coisas só melhoraram um pouco na segunda metade da década. Mas a rivalidade continuou. Era tão difícil controlar os problemas na própria arquibancada do Parc des Princes quanto os que os torcedores causavam fora de Paris.

Nos anos 2000, houveram momentos de paz e de guerra entre os grupos alinhados a Bolougne e a Auteuil. Foi sob a batuta do presidente do presidente Robin Leproux, no começo da década de 2010 que as coisas mudaram, com um plano de segurança que entre várias medidas acabou por dinamitar a Supras, a Tigris, a Bolougne e todos os grupos ultras do Paris Saint Germain. Apesar de sua saída para a entrada do grupo QSL, que trouxe os “petrodólares” ao clube, o plano manteve-se. O ano de 2010 marcou o fim da era dos ultras no time vermelho e azul de Paris. 

Porém, ao mesmo tempo que ganhou em segurança, o estádio perdeu em ambiente. Além disso, externamente, vários grupos seguiram ativos, surgindo até em alguns jogos fora de casa. Estes grupos se uniram e formaram o Collectif Ultras Paris. O novo grupo negociou diversas vezes até poder voltar ao estádio em 2016. As liberações foram aumentando, e hoje o CUP ocupa praticamente todo o antigo setor da Supras Auteuil. A Supras aliás, tem um certo “zumbi” no grupo Virage Auteuil, que usa várias referências ao ano de 1991, ano de fundação dos Supras. Apesar das sensacionais demonstrações de apoio e festas que a torcida do Paris tem feito, a violência não retornou. 

A Collectif Ultras Paris é a torcida atual do PSG
(Foto: Divulgação)

Hoje os Ultras Paris são responsáveis por trazer uma mudança bem vinda ao até pouco tempo gelado Parc des Princes. Quem tem visto jogos da Liga dos Campeões do PSG nos últimos tempos, nota que há mosaicos bonitos, além de uma cantoria imparável durante os noventa minutos e uma quantidade enorme de bandeiras. Aos poucos, o time parisiense, que tinha sim uma das melhores torcidas europeias no quesito de apoio e festa, recupera esse status, porém, sem lidar com a violência absurda que acontecia antigamente.

Acompanhei um belo espetáculo do PSG no Parc des Princes

Por Marcos Coimbra*

Partida foi no Parc des Princes

Fala pessoal! Bom, continuo com minhas andanças pela Europa, ao lado de minha esposa. Depois de sair de Portugal, onde assisti a quatro jogos (todos com relatos aqui em O Curioso do Futebol), passei pela Espanha, onde não consegui assistir alguma partida, apenas visitei estádios, e agora estou na França. E na última quarta-feira, dia 3 de fevereiro, fui até o Parc des Princes, em Paris, para ver o embate entre o time da casa, o Paris Saint Germain, e o Lorient.

Este jogo eu já havia planejado para vê-lo quando planejava a viagem, ainda no Brasil. Tanto que comprei os ingressos pela internet, antes de ter partido para a Europa. Paguei € 32,00 em casa, mas vale ressaltar que os valores variavam de € 22,00 a € 90,00.

É fácil de se chegar ao estádio, mesmo de transporte público

Chegado o dia da peleja, fiquei até ansioso. Era mais um jogo em terras europeias, mas em um país diferente. Queria observar as características que o evento tinha, postura da torcida, o que tem no estádio fora do jogo e outras peculiaridades. Quando foi se aproximando da noite, a partida estava marcada para as 21 horas, me aprontei para me dirigir ao Parc des Princes, encarando um frio de 4ºC na rua.

Para se chegar ao estádio é muito fácil. De transporte público, há uma estação do metrô parisiense na porta do Parc des Princes. Se preferir ir de carro, o local tem um grande estacionamento. Apesar de a primeira versão do estádio ter sido inaugura em 1897, a estrutura dele é impecável! Tudo bem cuidado, com muitas lanchonetes e banheiros. Tudo funcionando perfeitamente! Se em Portugal o evento é bem organizado, na França consegue ser ainda melhor.

E ainda vai um adendo. O Parc des Princes atualmente tem a capacidade para 48,5 mil pessoas. Mas há um projeto para a ampliação do estádio, que deverá ter 54 mil lugares. É claro que a ampliação passa pela atual fase do clube, que bancado por um mecenas, contrata quem quer e, com isso, vem atraindo cada vez mais torcedores.

PSG não teve dificuldades para derrotar o Loriente

Ao entrar no estádio, percebi que os lugares marcados no ingresso estavam vazios. Todos respeitam seus locais. As cadeiras são confortáveis e o único lugar que elas não existem é atrás de um dos gols, onde ficam os ultras (torcedores organizados europeus). Se tem um ponto negativo foi a falta de presença da torcida do Lorient.

Vamos ao jogo. Foi uma grande alegria ver verdadeiros craques em campo. Só de assistir Ibrahimovic e Di Maria já teria sido válido. Mas o PSG tem outros grandes jogadores, como Lucas (que eu já tinha visto no São Paulo), Matuidi e Cavani. Um espetáculo! A torcida, que estava animada, cantando músicas muito legais e sem se meter em confusão.

O PSG não teve muita dificuldade para derrotar o Loriente. A partida foi movimentada e os donos da casa venceram pelo placar de 3 a 1. Os gols foram marcados por Edinson Cavani, Zlatan Ibrahimovic e Layvin Kurzawa. Para os visitantes o gol foi marcado por Raphael Guerreiro. Gostei muito de ver este grande time dentro de campo.

Torcida fez uma bela festa

Mas a partida foi histórica: o PSG quebrou o recorde de jogos invicto no Campeonato Francês. Chegou a 33 partidas sem derrota, sendo 30 vitórias e três empates. A marca anterior era do Nantes, que ficou 32 jogos sem perder. 

Bom, a minha turnê pelo futebol europeu chegou ao fim. Foi muito legal poder ver como é a estrutura das competições por aqui e como tudo funciona quase que perfeitamente. Volto ao Brasil com uma visão diferente do espetáculo. Além disso, a Europa é um lugar muito interessante para se visitar. Valeu a experiência!


* Marcos Coimbra (na foto ao lado de sua esposa) é professor de Educação Física, técnico de Handebol, mora em Santos-SP, torce para o São Paulo e também acompanha a Portuguesa Santista.

O Curioso do Futebol

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