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Nenê é recebido com festa pelos torcedores do Botafogo da Paraíba

Foto: divulgação / Botafogo-PB

Torcedores fizeram festa na chegada de Nenê

Um dos principais reforços do Botafogo da Paraíba para a temporada 2026, o meia Nenê desembarcou nesta segunda-feira no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, em João Pessoa, e foi recebido com festa por torcedores do Belo. Aos 44 anos, o experiente jogador chega cercado de expectativa e como símbolo do projeto ambicioso do clube para o ano.

Após a chegada à capital paraibana, Nenê seguiu para o Centro de Treinamento da Maravilha do Contorno, onde conheceu a estrutura do Botafogo-PB e teve o primeiro contato com integrantes da comissão técnica e novos companheiros de elenco. O meia inicia agora o processo de integração ao grupo que se prepara para os desafios da temporada.

Natural de Jundiaí, no interior de São Paulo, Nenê foi revelado nas categorias de base do Bahia, com passagens também pelo Corinthians ainda na formação. Ao longo da carreira, construiu uma trajetória marcante no futebol brasileiro e internacional, defendendo clubes como Palmeiras, Santos, São Paulo, Vasco e Fluminense. No exterior, acumulou experiências relevantes e, mais recentemente, atuou pelo Juventude no Campeonato Brasileiro de 2025.


A contratação do meia reforça a aposta do Botafogo-PB em um elenco experiente para brigar por objetivos importantes em 2026. O clube terá um calendário cheio, com disputas do Campeonato Paraibano, Copa do Nordeste, Copa do Brasil e Série C do Campeonato Brasileiro.

A estreia do Belo na temporada está marcada para o dia 17 de janeiro, quando enfrenta o Esporte de Patos, às 17h, no Estádio Almeidão, pela primeira rodada do Estadual. A expectativa é de que Nenê, referência técnica e liderança dentro de campo, seja peça-chave na caminhada do Botafogo-PB ao longo do ano.

Aos 44 anos, Nenê vai defender o Botafogo da Paraíba

Foto: divulgação / Botafogo-PB

Nenê foi anunciado nesta sexta-feira

O Botafogo-PB acertou a contratação do meia Nenê para a temporada 2026. Aos 44 anos, o experiente jogador, que estava no Juventude, chega ao Alvinegro da Estrela Vermelha como o “jogador de parar aeroporto”, promessa feita pela diretoria para reforçar o elenco no novo ano.

O acordo prevê contrato de um ano, conforme confirmou o investidor da SAF do clube, Fillipe Félix. Antes do anúncio oficial, o Botafogo-PB já havia movimentado as redes sociais com pistas sobre o reforço, publicando um vídeo que indicava a chegada do “maestro”, o que gerou grande repercussão entre os torcedores.

Com uma carreira marcada por passagens relevantes no futebol brasileiro, Nenê defendeu clubes como Santos, Vasco, Fluminense e São Paulo, sendo referência técnica por onde passou. No exterior, o meia construiu trajetória sólida atuando por equipes tradicionais como Mallorca, Alavés, Monaco, Paris Saint-Germain, West Ham e Al-Gharafa, do Catar.


A chegada de Nenê eleva o patamar do elenco botafoguense para a temporada, que será bastante movimentada. Em 2026, o Belo disputará o Campeonato Paraibano, a Copa do Nordeste, a Copa do Brasil e a Série C do Campeonato Brasileiro, com a expectativa de brigar por protagonismo nas competições.

A estreia do Botafogo-PB no Campeonato Paraibano está marcada para o dia 17 de janeiro, diante do Esporte de Patos, no Estádio Almeidão, em João Pessoa. A expectativa é que o experiente meia seja uma das referências técnicas e de liderança do time ao longo da temporada.

Parar? Aos 44 anos, Roque Santa Cruz é anunciado pelo Nacional do Paraguai

Foto: Club Nacional-PY

Roque Santa Cruz junto com dirigente do Nacional

O Nacional, do Paraguai, confirmou a contratação do atacante Roque Santa Cruz para a temporada de 2026. Aos 44 anos, o veterano deixa o Libertad e passa a defender um rival direto no cenário nacional, em uma movimentação que chamou atenção pela longevidade do jogador e pela importância de sua trajetória no futebol sul-americano.

O anúncio foi feito nas redes sociais do clube, que tratou a chegada do centroavante como um “presente de Ano-Novo” para a torcida. Na publicação, o Nacional ressaltou a experiência, a liderança e o perfil vencedor do atleta, que chega para integrar o elenco de “La Academia” com a missão de agregar qualidade dentro e fora de campo.

Conhecido como um jogador “interminável”, Roque Santa Cruz defenderá seu terceiro clube no futebol paraguaio. Antes do acerto com o Nacional, o atacante construiu uma longa e vitoriosa passagem pelo Libertad e também atuou pelo Olimpia, onde conquistou títulos e consolidou seu nome como um dos grandes jogadores do país nas últimas décadas.

No futebol internacional, Santa Cruz teve carreira de destaque, especialmente na Europa. Revelado pelo Olimpia, ganhou projeção mundial no Bayern de Munique, clube pelo qual atuou durante oito temporadas. Pela equipe alemã, disputou 238 partidas, marcou 51 gols e deu 22 assistências, além de conquistar a Liga dos Campeões da temporada 2000/2001 e cinco títulos da Bundesliga.

Após a passagem pelo Bayern, o centroavante defendeu clubes importantes do futebol inglês, como Blackburn e Manchester City, além de experiências na Espanha, com Betis e Málaga, e no México, vestindo a camisa do Cruz Azul.


Pela seleção paraguaia, Roque Santa Cruz é um dos nomes mais emblemáticos da história recente. Ele soma 112 partidas e 32 gols com a camisa nacional, tendo participado de Copas do Mundo e de diversas competições continentais ao longo de mais de duas décadas.

A contratação reforça a aposta do Nacional em atletas experientes para a temporada de 2026 e mantém Roque Santa Cruz em atividade no futebol profissional mesmo aos 44 anos, ampliando uma carreira marcada pela regularidade, longevidade e relevância no futebol sul-americano e europeu.

Treinador do sérvio FK Radnicki 1923, Mladen Zizovic morre durante jogo

Foto: divulgação

Treinador tinha 44 anos

O futebol europeu amanheceu de luto nesta segunda-feira. O técnico Mladen Zizovic, que comandava o FK Radnicki 1923, morreu após sofrer um mal súbito durante o jogo entre sua equipe e o Mladost Lucani, pela primeira divisão da Sérvia. O treinador, de 44 anos, teve uma parada cardíaca à beira do campo ainda no primeiro tempo. A partida, que chegou a ser retomada, acabou suspensa definitivamente após a confirmação da morte.

De acordo com informações da imprensa local, Zizovic passou mal por volta dos 21 minutos e recebeu atendimento médico imediato ainda à beira do gramado do estádio Cika Daka, em Kragujevac. Apesar das tentativas de reanimação, o treinador não resistiu e morreu a caminho do hospital.

O Radnicki 1923 confirmou a notícia com uma nota de profundo pesar. “O clube de futebol Radnicki 1923 informa ao público com profunda tristeza e incredulidade que hoje, durante a partida contra o Mladost de Lucani, nosso treinador Mladen Zizovic morreu. Um homem que deixou uma marca profunda por onde passou, com seu conhecimento, serenidade e nobreza. Embora tenha permanecido pouco tempo em Kragujevac, conquistou o respeito de todos no clube, entre jogadores, colaboradores e torcedores, com sua energia, profissionalismo e qualidades humanas. O Radnicki 1923 expressa as suas mais profundas condolências à família, aos amigos e a todos que conheceram Mladen. Sua dedicação ao futebol, sua paixão pelo esporte e seu calor humano permanecerão para sempre gravados na memória de todos que tiveram a honra de conhecê-lo.”

A transmissão oficial da partida mostrou o momento em que o técnico começou a passar mal. Pouco antes, ele aparecia orientando normalmente sua equipe e conversando com o quarto árbitro. Minutos depois, a câmera voltou a mostrar uma aglomeração na área técnica, com grande preocupação entre jogadores e membros da comissão.


A notícia da morte chegou ainda durante o primeiro tempo, e a comoção tomou conta do estádio. Jogadores das duas equipes desabaram no gramado, e torcedores prestaram homenagens em silêncio.

Ex-jogador e ex-integrante da seleção da Bósnia e Herzegovina, Mladen Zizovic buscava se firmar como técnico após passagem por clubes da Bósnia e uma breve experiência no futebol saudita. Ele havia sido contratado pelo Radnicki no fim de outubro e dirigiu o time em apenas duas partidas.

Aos 44 anos, ex-goleiro do Palmeiras Jailson é anunciado pelo Bandeirante de Birigui para a A3 2026

Com informações do ge.com
Foto: divulgação

Jailson foi anunciado pelo BEC

O Bandeirante de Birigui, time do Paulista A3, anunciou um nome de peso para a próxima temporada: o goleiro Jailson, bicampeão Brasileiro e da Libertadores pelo Palmeiras que, aos 44 anos, deixa o futebol amador e volta ao profissional.

Depois de encerrar a carreira, em 2023, ele passou dois anos jogando na várzea de Sorocaba. O goleiro havia pendurado as luvas para aproveitar mais tempo com a família, mas aceitou o convite do presidente do BEC e decidiu voltar aos gramados.

"É hora de relembrar os velhos tempos. Minha esposa fez esse pedido para jogar no time da cidade dela. E aceitei por já estar atuando na várzea, com ritmo. Havia também recebido o convite do meu amigo e presidente do clube há dois anos e, agora, com um novo contato, decidi retornar. Vamos para esse desafio", disse.

Com passagem marcante pelo Palmeiras, Jailson passou oito temporadas no clube, acumulando 104 jogos e um currículo vitorioso: dois títulos da Libertadores, duas Copas do Brasil e dois Campeonatos Brasileiros, além de um Paulistão.

Ele deixou o Verdão em 2021 e, livre no mercado, chegou a acertar com o Cruzeiro para substituir Fábio. No entanto, ele não chegou a ser oficializado por decisão de Ronaldo e da então nova gestão da SAF da Raposa, que assumiu o clube à época.


No América Mineiro, seu último time antes da pausa na carreira, Jailson disputou 26 jogos na temporada 2022. Após a saída conturbada da equipe, Jailson, já sem clube, decidiu se aposentar em 2023.

O Bandeirante de Birigui disputa a Série A3 do Campeonato Paulista desde 2021. Neste ano, a equipe terminou a competição na 14ª colocação, escapando do rebaixamento por pouco e decidiu não disputar a Copa Paulista. Portanto, fora algum amistoso, a estreia de Jailson em competições oficiais só poderá ser feita em 2026.

A passagem de Hugo Leal pelo Paris Saint-Germain

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Hugo Leal comemorando gol pelo PSG

Hugo Miguel Ribeiro Leal, conhecido simplesmente como Hugo Leal, surgiu como uma das grandes promessas do futebol português, mas acabou não conseguindo suprir todas as expectativas criada sobre ele. No seu início, o meia central atuou por times gigantes do futebol europeu, e foi um dos reforços de peso do PSG no começo de século XXI.

O jogador nasceu em Cascais, em Portugal, no dia 21 de maio de 1980, e começou a atuar nas categorias de base do Benfica. Hugo passou por todas categorias até chegar na equipe B, quando ganhou destaque aos 15 anos e foi chamado para integrar o time principal. 

Com 16 anos estreou na equipe profissional e era considerado uma das maiores promessas do país. Porém, por conta da idade não conseguiu ter muita sequência e na temporada seguinte foi emprestado ao Alverca.   

Passou a temporada de 1997 empresta ao clube, mas isso não agradou muito a Hugo, pois ele queria ter tido mais oportunidade no Benfica. Voltou em 1998, onde conseguiu ter mais espaço e atuar mais, ganhado destaque. 

Porém, ao final da temporada se envolveu em uma polemica com a diretoria, pois acabou forçando uma saída do clube e acabou sendo contratado pelo Atlético de Madrid. 

Depois de dois anos atuando pelo clube espanhol, o jogador ainda manteve um bom desempenho, o que levou o PSG buscar sua contratação. O clube francês fez uma proposta de praticamente 10 milhões de euros, além de um bom salário para o jovem. 

Com a boa proposta, o jogador aceitou e foi negociado com o PSG. Hugo chegou com boas expectativas, já que seria um dos grandes investimentos do clube para a temporada, porém as coisas não aconteceram como o planejado e o meia acabou não atuando da mesma maneira. 

No seu início até conseguiu fazer boas apresentações, mas com o tempo foram ficando cada vez mais escassas. O meia não conseguia manter o bom desempenho com regularidade, o que fez ele perdeu a posição de titular no time. 


Ao todo foram três temporadas pelo clube, mas apenas na primeira ele teve um desempenho mais regular, pois no restante caiu muito de rendimento. Com toda a expectativa gerada sobre o meia, acabou virando uma frustação por parte da diretoria e torcedores. 

Mesmo assim conseguiu levantar um título pelo clube, que foi a Copa da França em 2003/04, atuando em boa parte da campanha do time, mas não teve muito destaque com gols e assistências. 

A equipe até tentou insistir com o atleta, mas não conseguiu devolver a ele os bons desempenhos esperados. Em 2004 voltou ao futebol português, depois de 77 jogos e 3 gols pelo PSG, saindo a custo zero para o Porto.

O início de Ricardo Oliveira na Lusa

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Oliveira jogando na Lusa

O atacante Ricardo Oliveira, conhecido principalmente pelas suas passagens de sucesso por São Paulo e Santos, foi um dos grandes nomes da função de camisa 9 no futebol brasileiro nos anos 2000. Dono de um faro de gol incrível e de uma enorme qualidade técnica, o centro-avante paulistano deu certo na maior parte dos clubes por onde passou e inclusive já ganhou elogios de Ancelotti, que lamentou a situação envolvendo sua irmã que impediu seu desenvolvimento no Milan. Ele iniciou sua trajetória na Lusa.

Nascido em 6 de maio de 1980, Ricardo fez toda a sua categoria de base no Corinthians, onde se desenvolveu em vários aspectos, porém acabou sequer conseguindo se profissionalizar no Timão, acabando negociado com a Lusa ainda nos juniores, para onde foi em 1999. Em outros tempos do futebol, acabou indo para o time principal rubro-verde apenas em 2000, aos 20 anos.

Estreou em um jogo do Brasileirão de 200, diante do Sport, onde inclusive marcou o gol da Portuguesa, mas viveu realmente seu despertar para o futebol em 2001. Naquele ano, foi o grande destaque individual do time rubro-verde, marcando 24 gols e fazendo com que a equipe rubro-verde tivesse um ano de posições medianas tanto no Brasileirão quanto no Paulista. 

Suas atuações não mudaram em 2002, muito pelo contrário. Seguiu sendo o grande destaque da equipe lusitana. Marcou muitos gols, principalmente no primeiro semestre, onde a Portuguesa teve um desempenho melhor. No Brasileirão, mesmo fazendo vários jogos bons, Ricardo não conseguiu evitar o rebaixamento da Portuguesa, marcando sete gols na competição e terminando mais uma temporada com 24 gols. 


Ao fim daquela temporada, encerrou sua passagem pela Portuguesa, sendo negociado com o Santos, de onde um primeiro semestre avassalador o levaria ao Valencia. No total, em 82 jogos com a camisa rubro-verde, marcou 49 gols. Ricardo chegou a atuar profissionalmente até 2023, quando esteve no Brasília, último clube de sua artilheira carreira.

O início de Molina no Envigado

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Molina no Envigado

Conhecido no Brasil pela sua passagem pelo Santos, onde se tornou uma espécie de herói de um período curto de anos ruins do Alvinegro Praiano, ficando cultuado pela sua dedicação ao clube, o colombiano Molina, que completa seus 44 anos neste dia 30 de abril, passou por diversos clubes ao longo de sua carreira, tendo um longo período no futebol sul-coreano. Sua trajetória começou no Envigado, modesto clube da Colômbia.

O Envigado é durante a maior parte de sua história um clube que vaga entre a primeira e a segunda divisão do futebol colombiano. Nascido em Medellín, Melina chegou as categorias de formação do clube jovem e aos 16 anos já era relacionado para jogos do time profissional. Desde a estreia, Molina se mostrava diferenciado de jogadores que geralmente passavam pelo Envigado.

Seu bom futebol apareceu em pouco tempo como titular do time. Em pouco tempo se tornou o grande destaque dos Naranjas e virou o principal jogador do time em suas primeiras temporadas. Na época, o Envigado ficava essencialmente na metade para a parte debaixo da tabela e Molina não necessariamente conseguiu mudar esse panorama, mesmo que fosse o principal jogador do time já em seu começo no clube. 


A partir do final dos anos 1990 seu bom futebol já passa a chamar atenção de outras equipes colombianas. Marcando gols e dando assistências, vira um dos principais jogadores jovens do país. Em 2000, consegue ajudar Julián Vasquez a se tornar vice-artilheiro do Campeonato Colombiano, com 23 gols, numa temporada onde os Naranjas conseguem um ótimo oitavo lugar. 

Em 2001 acaba finalmente sendo negociado com um dos maiores times da Colômbia, se transferindo ao Independiente de Santa Fé. No total, em seus anos atuando pelo Envigado, entrou em campo, segundo números da Wikipedia, em 94 partidas pelo clube, marcando vinte e seis gols ao longo de sua passagem. Molina esteve em atividade até 2017, quando pendurou as chuteiras jogando no Independiente de Medellín. 

O início de Ronaldinho Gaúcho no Grêmio

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

O Bruxo se destacou jogando pelo Grêmio

Nesta quinta-feira, dia 21 de março de 2024, o ex-meia e atacante Ronaldo de Assis Moreira, popularmente conhecido mundialmente como Ronaldinho Gaúcho, comemora 44 anos de idade. Antes de fazer sucesso na Europa vestindo as camisas do Barcelona e do Milan, o Bruxo teve um começo muito promissor no Grêmio, onde jogou as categorias de base e apareceu como um fenômeno no fim da década de 90 e começo dos Anos 2000.

Sua chegada ao time principal do Imortal Tricolor aconteceu em 98, um ano após se destacar no time Sub-17. A estreia profissional ocorreu em um jogo válido pela Copa Libertadores, competição na qual começou demonstrando toda a sua intimidade e chamando a atenção de diversos times.

Além de ter se destacado num jogo diante da Venezuela na Copa América de 2000, Ronaldinho também foi um dos grandes nomes tricolores na grande decisão do Campeonato Gaúcho 99, fazendo o gol do título sobre o Internacional e aplicando dribles fenomenais para cima de Dunga, que havia sido o capitão do Brasil no tetracampeonato mundial em 94. Seu ótimo desempenho naquela final ocasionou em sua convocação para defender a Amarelinha, comandada na época por ninguém menos do que Vanderlei Luxemburgo.

Um fato inusitado que acabou contribuindo para a sua convocação foi o corte de Edílson Capetinha, que se envolveu em uma briga generalizada na finalíssima do Paulistão diante do Palmeiras, jogando pelo Corinthians, ao provocar os rivais fazendo embaixadinha.


No total, o Bruxo disputou 141 partidas pela equipe gaúcha e fez 68 gols, considerando jogos oficiais e não oficiais.

Em 2011, o craque foi especulado para retornar ao Imortal Tricolor, mas acabou optando pela proposta do Flamengo, onde jogaria até o ano seguinte. Posteriormente, ainda defendeu o Atlético Mineiro, o Querétaro do México e encerrou a sua carreira em 2015, atuando pelo Fluminense.

A passagem de Diego Gavilán pelo Newcastle United

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Gavilán não teve uma trajetória muito boa pelo Newscastle

O ex-volante paraguaio Diego Antonio Gavilán Zarate, popularmente conhecido como Diego Gavilán, completa 44 anos de idade nesta sexta-feira, dia 1º de março de 2024. No início de sua carreira como atleta, o meia teve uma passagem pelo Newcastle United entre o fim da década de 90 e início de 2000, mas acabou não decolando.

Sua chegada ao clube inglês aconteceu em 1999, cerca de um ano depois de ser revelado pelo Cerro Porteño. Desde jovem, já tinha como característica a forte marcação e começou a ser chamado com frequência para a seleção paraguaia.

Entretanto, nos Magpies teve muitas dificuldades de se firmar. Com isso, acabou sendo emprestado sucessivamente à times como Tecos, Internacional e Udinese entre 2002 e 2004.

De acordo com o site ogol.com, o volante paraguaio disputou oito jogos pelo Newcastle enquanto fez parte do elenco. Após ser confirmado que não ficaria na equipe, retornou ao Brasil, para defender mais uma vez o Colorado.


Na sequência de sua carreira, Diego ainda veio a jogar em equipes como Newell's Old Boys, Grêmio, Flamengo, Portuguesa, Independiente Olimpia e Juan Aurich. Pendurou as chuteiras em 2012, atuando pelo Independiente de Campo Grande.

O início de carreira de Xavi pelo Barcelona

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo / Barcelona

Xavi começou novo no Barcelona

Xavier Hernández Creus, conhecido simplesmente como Xavi, foi um dos maiores meio-campistas da história do Barcelona e da Espanha, conquistando todos os títulos possíveis. O jogador chegou ao Barça muito jovem e viveu praticamente toda a sua carreira no clube espanhol. 

O jogador nasceu em Terrassa, Catalunha, na Espanha, no dia 25 de janeiro de 1980, e Xavi chegou no Barcelona aos 11 anos de idade. Ainda muito novo, o meio-campista viveu toda sua base no clube, conseguindo se desenvolver e aos 17 anos foi para o Barcelona B.

Com as boas atuações no Barcelona B, na temporada 1997-98, o atleta conseguiu ter muito destaque, mostrando toda sua habilidade e potencial. O técnico Louis van Gaal começou a ficar de olho no atleta, e pediu para que Xavi fizesse parte do seu elenco a partida do segundo semestre de 1998.

Xavi fez a sua estreia no profissional no dia 18 de agosto de 1998, na final da Supercopa da Espanha contra o Mallorca. O jogador entrou no segundo tempo e conseguiu fazer um gol na decisão, sendo decisivo na sua primeira partida no time principal. 

Durante toda a temporada foi reserva do Pep Guardiola, que futuramente acabou tornando-se treinador do jogador. Todo viam um grande potencial no Xavi, tanto que esteve presente em grande parte dos jogos, principalmente entrando durante os jogos. 

O jogador acabou sendo muito utilizado, porque Guardiola sofreu com algumas lesões, abrindo espaço para o jovem espanhol. Em 2001, Pep acabou deixando o Barcelona, e Xavi ficou sem concorrência, ganhando a posição de titular absoluto do time. 


O jovem conseguiu se tornar peça fundamental no meio-campo da equipe, atuando em todas as partidas da La Liga naquela temporada. Depois desse início, Xavi só demonstrou toda a sua habilidade, conquistando todos os  títulos possíveis pelo clube espanhol. 

Ele ficou marcado na história do clube como um dos principais jogadores, fazendo parte do time que encantou o mundo. Xavi que chegou no clube com 11 anos, só deixou o Barcelona aos 35 anos, quando foi para o Al-Sadd. Pelo Barça foram 769 jogos e 86 gols marcados.

O início de Geovanni no Cruzeiro

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Geovanni atuando no Cruzeiro 

Tendo rodado por alguns clubes em sua carreira, incluindo um ainda "primo pobre do United" Manchester City e Benfica, o ex-meia Geovanni, que completa seus 44 anos neste dia 11, teve uma ligação muito grande com um clube em sua carreira: o Cruzeiro, que foi onde o atleta começou sua carreira e alguns anos depois teve enorme importância histórica num dos maiores momentos da história do clube. 

Geovanni chegou muito jovem na base cruzeirense e foi avançando categorias até subir ainda muito cedo para o time profissional, quando foi alçado a equipe titular cruzeirense quando tinha apenas seus 17 anos de idade. Seu primeiro jogo pelo time cruzeirense veio em 30 de março de 1997, numa vitória de 3 a 1 sobre o Mamoré onde Geovanni entrou já no segundo tempo para fazer sua primeira partida pelos cruzeirenses. 

Seu primeiro gol viria ainda naquele ano, diante do Benfica, na Copa Centenário de BH. O gol veio num belíssimo torpedo da intermediária que morreu no ângulo do goleiro português, jogo onde também marcou seu segundo gol pela equipe estrelada. Ainda faria mais um naquela competição, diante do Olimpia, ainda fazendo mais um na Supercopa Libertadores. 

Fez 19 jogos naquele ano de 1997, marcando quatro gols ao longo da temporada. Ainda atuou em algumas partidas no início do ano de 1998 antes de acabar sendo negociado pelo time cruzeirense, que acertou um empréstimo para o América. Até então, Geovanni tinha 29 jogos na equipe profissional celeste, marcando um total de quatro gols ao longo dessas partidas. 


Estouraria no Cruzeiro após a ótima passagem por empréstimo que teve no Cruzeiro, atuando mais durante o ano de 1999 e sendo um dos principais, se não o principal jogador do time no incrível ano de 2000, quando foi protagonista pela equipe cruzeirense de um título da Copa do Brasil, inclusive marcando de falta o gol do título da competição. 

Ainda permaneceu na equipe até 2001, quando acabou negociado com o Barcelona após um início de ano avassalador em Minas Gerais. Retornaria a Raposa de maneira apagada entre 2006 e 2007, se dando melhor em terras estrangeiras. No total, somando todas as passagens, Geovanni atuou em 188 jogos com o time mineiro, marcando 47 gols, incluindo entre estes sete gols em cobranças de falta. 

O goleiro uruguaio Fabián Carini e sua passagem pela Juventus

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Carini passou pela Juve no começo dos Anos 2000

Héctor Fabián Carini Hernández, ex-goleiro uruguaio popularmente conhecido como Fabián Carini, completa o seu 44º aniversário nesta terça-feira, dia 27 de dezembro de 2023. No início de sua trajetória como profissional, o arqueiro teve uma passagem pela Juventus de Turim no começo do atual século.

Sua chegada em solo italiano aconteceu em 2000, pouco tempo depois de ser revelado pelo Danubio do Uruguai. Após boas atuações pelo clube de Montevideo, acabou sendo vendido para a Veccia Signora, mas acabou não conseguindo fazer o mesmo sucesso.

Dois anos após desembarcar em Turim, esteve com quase tudo certo para ser emprestado ao Arsenal, mas a transferência falhou por detalhes. No final das contas, Carini acabou rumando para o Standard de Liège, da Bélgica.


Segundo o site ogol.com, o guarda-redes disputou um total de oito partidas com a camisa da Juve. Apesar de não ter conseguido tido uma trajetória muito brilhante no clube italiano, fez parte do elenco campeão da Serie A na temporada 2001/02.

Na sequência de sua carreira profissional, ainda veio a defender clubes como Internazionale, Cagliari, Real Murcia, Atlético Mineiro, Peñarol, Deportivo Quito e pendurou as luvas em 2014, jogando no Juventud do Uruguai.

O início de Michael Owen na Seleção Inglesa

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Michael Owen em seu início no English Team

Hoje comentarista de futebol na televisão inglesa, o ex-atacante Michael Owen, que completa 44 anos neste dia 14, foi um dos maiores talentos já surgidos no futebol inglês, antes de ser muito atrapalhado em sua carreira por várias lesões que minaram um pouco do seu potencial. Talvez a maior revelação da base do Liverpool nos últimos 30 anos, o atacante surgiu com ascensão meteórica nos Reds e rapidamente passou a titularidade da Seleção Inglesa, onde também teve ótimo início. 

Owen surgiu nos Reds no final da temporada 1996/1997 e já no biênio seguinte era titular absoluto do maior time da Inglaterra. Desde muito jovem era peça chave nas seleções dos Three Lions de base, o que pavimentou o caminho para a seleção principal. Com um desempenho já absurdo na sua temporada que de fato foi de estreia no Liverpool, não demorou muito para que Owen fosse convocado pela primeira vez pelo English Team.

O ano era 1998 e o time se preparava para a Copa do Mundo daquele ano, em território francês, quando Owen recebeu suas primeiras oportunidades no English Team. Estreia como titular já em fevereiro, em um amistoso diante do Chile, onde o time da terra que na época era da Rainha acaba derrotado pelo bom time chileno por 2 a 0, em partida onde Owen joga os 90 minutos. Em março, entra novamente como titular diante da Suíça, em um empate por 1 a 1.

Em maio, ainda num amistoso, entra aos 13 minutos diante de Portugal, onde faz boa partida na vitória por 3 a 0 do Enlglish Team e no amistoso seguinte, já em maio, diante do Marrocos, marca seu primeiro gol com a camisa da Seleção Inglesa, garantindo a vitória pelo placar mínimo diante dos marroquinos, que também estariam na Copa, num lance onde sai em velocidade e na cara do goleiro apenas toca no cantinho para marcar.

Precisou de apenas cinco amistosos para confirmar sua presença na Copa do Mundo de 1998, onde acaba fazendo um ótimo mundial. Na segunda partida da fase de grupos, entra diante da Romênia e marca seu primeiro em Copas do Mundo, um gol decisivo que empata o jogo diante da Romênia, que acabaria vencendo já nos acréscimos. Ainda faria mais naquele mundial da França, justamente no mata-mata.


Titular no jogo das oitavas de final, marca um belíssimo gol diante da Argentina, num jogo cercado de rivalidade, onde ele sai em velocidade, finta Zanetti e acerta um torpedo no ângulo. Aquele foi considerado um dos gols mais bonitos daquela edição da Copa do Mundo. Nos pênaltis, porém, acaba vendo o sonho sucumbir com seu colega de time Paul Ince e Batty perdendo seus pênaltis, apesar dele acertar o seu. A Albiceleste passou vencendo por 4 a 3.

Owen seguiria sua caminhada na Seleção Inglesa nos 10 anos seguintes, marcando 40 gols em 89 jogos pelo English Team, marca que o deixa como, pelo menos até os dias atuais, o sétimo maior artilheiro do English Team. Sua última partida pela Seleção Nacional veio em 26 de março de 2008, numa vitória por 1 a 0 sobre a França. 

Édson Bastos e sua passagem pelo Figueirense

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Édson Bastos teve uma boa fase defendendo o Figueirense

Édson Bastos Barreto, conhecido simplesmente como Édson Bastos, foi um goleiro que rodou por alguns clubes no futebol brasileiro. O jogador construiu uma boa história em dois clubes, que foi o Figueirense, clube que iniciou sua carreira, e o Coritiba. 

O jogador nasceu em Foz do Iguaçu, no Paraná, no dia 3 de novembro de 1979, e chegou ao Figueirense ainda na base. Aos 19 anos subiu para o profissional da equipe, mas acabou não tendo oportunidades, ficando a temporada inteira no banco de reservas. 

No ano seguinte foi emprestado para o Biguaçú, onde ficou durante uma temporada para ganhar mais experiência. Em 2000 retornou ao Figueirense, mas continuou sem ter oportunidades, o que deixava o goleiro desanimado. 

Em 2001 voltou a ser emprestado, desta vez para o Tiradentes, novamente ficou uma temporada. Em 2002 retornou ao Figueirense, ganhando oportunidades e conseguindo se destacar, tornando-se titular da equipe, sendo muito importante para o time. 


Édson Bastos foi muito importante na competição nacional, onde a equipe havia acabado de voltar. Além disso ajudou o clube nas conquistas do Campeonato Catarinense daquele ano. O jogador ficou no clube durante três temporadas, sendo titular e importante para o clube. Neste período conquistou mais dois campeonatos estaduais, o que deu o tricampeonato ao clube. 

Édson Bastos foi muito importante para o clube e começou a ser procurado por outros clubes, e acabou deixando o clube no final de 2004, sendo contratado pela Portuguesa. Pelo Figueirense, o goleiro fez 167 partidas.

Gonzalo Sorondo e suas passagens pelo Defensor Sporting

Por Fabio Rocha
Foto: Juha Tamminen

Sorondo no início de carreira defendendo o Defensor

Gonzalo Sorondo Amaro foi um bom zagueiro uruguaio e teve passagens por grandes clubes do futebol sul-americano e da europa. O jogador começou a sua carreira no Defensor Sporting, onde conseguiu se destacar e foi para outros clubes, mas retornou ao clube para encerrar a sua carreira.

O zagueiro nasceu em Montevidéu, no Uruguai, no dia 9 de outubro de 1979, e subiu para o profissional em 1998, ainda aos 18 anos. O jogador rapidamente tornou-se titular da equipe, e já fazia parte da seleção de base do Uruguai, o que fez ter um maior destaque.

Com 1,90 metros de altura, o jogador era muito forte na bola aérea, tanto defensiva quanto ofensivamente. Em 1998 foi para a Copa do Mundo Sub-20, e conseguiu ter um bom desempenho, o que chamou a atenção de alguns olheiros que estavam acompanhando a competição.

Gonzalo teve um ótimo começo de carreira no Defensor, mas por conta da idade acabou tendo alguns momentos irregulares, com boas a más atuações, o que fizeram ele ir para o banco de reservas em alguns jogos.

Porém, com o tempo, o zagueiro foi ganhando mais experiência e foi se firmando no time principal. Gonzalo tornou-se um pilar defensivo da equipe, começando a chamar atenção de alguns clubes do futebol europeu. Em 2000 conquistou a Liga Pré-Libertadores da América.

No ano seguinte, em 2001, o jogador foi contratado pela milionária Internazionale, da Itália. A sua transferência era uma grande oportunidade para a sua carreira, pois estaria em um dos maiores clubes do futebol italiano, mas o zagueiro acabou não conseguindo se firmar no clube.

O jogador teve muitas dificuldades e atuou em apenas 11 jogos pelo clube, sendo emprestado em 2003 para o Standard de Liège, da Bélgica. Em 2004 foi novamente emprestado, desta vez para o Crystal Palace e, em 2005, foi para o Charlton Athletic.

Ao final do seu empréstimo para o Charlton Athletic, a equipe acabou o contratando, mas o jogador permaneceu até o ano seguinte. Em 2007, Gonzalo retornou ao Uruguai para atuar no Defensor Sporting, que estava montando seu elenco para a competição internacional.

O retorno do zagueiro foi muito importante para o clube, pois ele tornou-se novamente um pilar defensivo da equipe. Gonzalo fez uma grande Libertadores, e chamou a atenção de alguns clubes no continente, tanto que depois da competição foi contratado pelo Internacional.

Na equipe brasileira o jogador acabou sofrendo muito com lesões, mas quando estava disponível foi muito bem. Gonzalo foi titular do clube por muito tempo, mas as suas contusões o prejudicavam muito, pois acabou ficando muito tempo sem atuar.


O jogador ficou no clube até 2011, e foi contratado pelo Grêmio, mas acabou não atuando pelo clube, pois sofreu uma grave lesão na pré-temporada, e no seu contrato tinha uma cláusula que permitia a rescisão contratual sem custo se houvesse alguma lesão.

O jogador passou o ano inteiro se recuperando da lesão, e voltou a atuar em 2013, quando acertou novamente o seu retorno ao Defensor Sporting. Mas as suas lesões o prejudicaram, e Gonzalo não conseguia mais ser o mesmo atleta, por isso acabou encerrando a sua carreira ao final do ano.

Fábio Simplício e seu início no São Paulo

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Simplício teve um bom início no Tricolor

Fábio Henrique Simplício, ex-volante conhecido popularmente apenas como Fábio Simplício, está celebrando o seu 44º ano de vida neste sábado, dia 23 de setembro de 2023. Antes de fazer sucesso no futebol italiano, o atleta deu o pontapé inicial na sua carreira vestindo a camisa do São Paulo.

Apareceu nas categorias de base do Tricolor do Morumbi já no fim da década de 90 e foi promovido para o time profissional em 2000. Ficou muito famoso por se envolver em uma briga com Diego, que atuava no Santos e sapateou em cima do escudo do time paulistano em pleno Morumbi, no jogo de da primeira fase do Campeonato Brasileiro de 2002.

Segundo o site terceirotempo.com, o volante disputou um total de 121 jogos pelo Tricolor do Morumbi e anotou 15 tentos. Conquistou o Torneio Rio-São Paulo em 2001, e no ano seguinte, o Supercampeonato Paulista.


No decorrer de sua carreira, Simplício rumou para o Parma, e depois rodou por clubes como Palermo e a Roma. Posteriormente, se transferiu para o futebol japonês, onde defendeu Cerezo Osaka e o Vissel Kobe. Já veterano, foi para o Batatais, clube onde atuou por um ano, e encerrou a sua jornada futebolística em 2016.

A passagem de John Carew pelo Valencia

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Carew atuando no Valencia

John Alieu Carew, ex-atacante norueguês conhecido apenas como John Carew, está comemorando o seu 44º ano de vida nesta terça-feira, dia 5 de setembro de 2023. Ao longo de sua carreira, o jogador jogou pelo Valencia no princípio dos Anos 2000 e se destacou no clube espanhol.

Antes de chegar aos Murciélagos, o jogador somou passagens pelas categorias de base do Lørenskog, além de também ter passado por clubes como Vålerenga e Rosenborg, já atuando profissionalmente. Chamou atenção do time de Valência após marcar 19 gols em 17 partidas com a camisa dos Troillongan na temporada 1999/00.

Logo no seu primeiro ano, se destacou ao anotar 14 tentos, sendo um deles no triunfo diante do Arsenal, nas quartas de final da Liga dos Campeões. Perdeu seu espaço na equipe após o vice-campeonato continental. Nas duas temporadas subsequentes balançou as redes adversárias em apenas novo oportunidades cada, e em 2003, acabou sendo emprestado à Roma.


Segundo o site ogol.com, o avançado disputou um total de 128 partidas pelo clube espanhol e marcou 28 gols. Seu único título conquistado nos Morcegos foi o Campeonato Espanhol de 2001/02. Após defender a Roma, Carew ainda veio a jogar em times como Beşiktaş, Lyon, Aston Villa e Stoke City. Sua jornada futebolística foi encerrada no West Ham United, em 2012.

Início da carreira vitoriosa de Danilo no Goiás

Por Fabio Rocha
Foto: divulgação

Danilo durante sua fase no Goiás

Danilo Gabriel de Andrade, apelidado como ‘Zidanilo’, nasceu em São Gotardo, Minas Gerais, no dia 11 de junho de 1979, e foi um jogador muito habilidoso e atuava com muita classe. O meia teve passagens por grandes clubes e com conquistas gigantescas, mas tudo começou no Goiás.

Antes de chegar no time Goiano, o jogador teve início de sua carreira quando foi atuar na base do Ibiá, clube da cidade em que foi criado, quando se mudou aos 3 anos para o local. Na escolinha da equipe foi apelidado carinhosamente de Pelézinho.

Após isso, o jogador foi para o São Paulo em 1994, onde teve uma rápida passagem pela base da equipe paulista. Em 1996 foi para a Sparta Esporte Clube de São Gotardo - MG, onde jogou no juvenil, e em um torneio acabou se destacando, quando um olheiro do Goiás o viu e decidiu levar ele para o clube.

Em 1996 chegou no Goiás e rapidamente já começou a atuar, sendo uma peça de destaque do time. A sua evolução era constante, a cada partida ele melhorava cada vez mais, mostrando ter um grande potencial.

Em pouco tempo no profissional, já conseguiu se tornar titular do time, sendo um dos principais atletas do elenco. A sua classe e habilidade chamavam a atenção de todos, e ele foi ganhando a cada partida um carinho maior da torcida.

Logo em sua primeira temporada, já ajudou o clube na conquista do Campeonato Goiano, com uma participação muito importante na fase final da competição. O título já deu uma boa consolidação para o atleta, que conseguiu se firmar na equipe titular para a próxima temporada.

Os títulos não pararam, a equipe continuou dominando o futebol goiano, tendo uma hegemonia por cinco anos. Danilo ajudou a equipe a se tornar hexacampeão goiano, um feito gigante para o clube, mas parava por aí, viriam títulos mais importantes.

A equipe conseguiu o título de 1996, 97, 98, 99 e 2000 do Campeonato Estadual. Mas além disso, em 1999 houve a conquista do Campeonato Brasileiro da Série B. Depois de muita regularidade e com uma campanha muito boa, Danilo conseguiu ser a estrela do time durante a competição, levando o clube ao acesso a primeira divisão e a conquista do título.


O meia já tinha entrado para a história do clube, era um dos grandes ídolos da torcida. Foram diversas conquistas pelo equipe, em 2000, 01 e 02, o clube foi campeão da Copa Centro-Oeste. Mas não parou por aí, em 2002 e 2003, o clube voltou a conquistar o Campeonato Goiano, e em todos as competições com Danilo sendo muito importante e decisivo.

Em 2004, depois dessa grande passagem pelo Goiás, o jogador foi contratado pelo São Paulo, clube que já tinha atuado na base em 1994. No tricolor paulista foi campeão praticamente de tudo, se tornando também um ídolo. Mas pelo Goiás foram 154 jogos e 35 gols.

Lopes “Tigrão” e sua passagem rápida pelo Fluminense

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Lopes enfrentando o Corinthians no Brasileirão de 2003

Wellington Nogueira Lopes de Avellar, mais conhecido como Lopes "Tigrão", nasceu em Volta Redonda, no Rio de Janeiro, no dia 1 de junho de 1979, e foi um bom meia-atacante, mas que também atuava mais avançado. O jogador passou por altos e baixos, com um início promissor, mas acabou não se tornando uma realidade por muito tempo.

A sua começou pela equipe de sua cidade, o Volta Redonda, onde fez grandes jogos e chamou muito a atenção em 1999. Suas ótimas atuações o fizeram grandes times ficarem interessados em sua contratação, mas quem conseguiu foi o Palmeiras.

Em 2000, foi contratado por R$ 1,2 milhões, a maior venda da história do Volta Redonda até aquele momento. Logo que chegou no Alviverde, o jogador passou por um péssima fase, sendo pego no doping, mas conseguiu dar a volta por cima ainda no clube paulista.

Todos da comissão e diretoria do Verdão confiavam no seu potencial, e ele deu a resposta dentro de campo após todos os problemas fora dos gramados. Foi campeão da Copa dos Campeões, que levou o Palmeiras à Libertadores do ano seguinte.

Pela Libertadores, em 2001, fez grandes atuações e terminou como o artilheiro com 9 gols. Seu grande momento o fizeram ser cogitado no futebol europeu, onde chegou até fazer exames médicos no Milan, mas acabou não fechando o negócio com a equipe italiana. Em 2002 acabou sofrendo uma lesão, e teve que passar por um cirurgia, o que o prejudicou um pouco, pois também estava sendo cotado para ir à Copa do Mundo.

A lesão atrapalhou muito seu futebol, tanto que quando voltou não conseguiu ter o mesmo desempenho, e em 2003 foi negociado com o Flamengo. Mas a partir dai começou a rodar por diversos clubes, não tendo muita continuidade neles.


Depois do Flamengo, onde ficou pouquíssimo tempo, o meia-atacante já foi negociado novamente, foi para o rival Fluminense. No tricolor carioca chegou a ter mais oportunidades, e ele dava indícios que poderia voltar ao seu grande momento de Palmeiras.

Porém, infelizmente, não conseguiu retomar as grandes atuações e, com isso, não garantiu seu espaço no Fluminense. Depois de praticamente uma temporada no clube, a diretoria resolveu negociá-lo. O jogador foi para o Santos, onde também não rendeu, e depois passou por algumas equipes até chegar no futebol japonês. No Japão conseguiu ter mais continuidade e ficou lá por três anos. Tigrão se aposentou em 2016 pelo Volta Redonda.

O Curioso do Futebol

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