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América de André Jardine tem tira-teima contra o Toluca pelo bi do Campeão dos Campeões do México

Foto: Divulgação/ América

Tricampeã mexicana consecutiva e atual vice, equipe do brasileiro vai a Los Angeles no duelo dos campeões do Apertura e Clausura da última temporada

Neste domingo (20), o Dignity Health Sports Park, em Los Angeles, nos Estados Unidos, será o palco do encontro entre América e Toluca, os dois últimos campeões mexicanos, em duelo único valendo o título do Campeão dos Campeões. A ocasião, uma espécie de tira-teima sobre o melhor time da temporada 2024/25, dará ao técnico brasileiro André Jardine a chance de conquistar seu sétimo título à frente do América em apenas dois anos de trabalho.

O jogo também marca um reencontro carregado de significado: foi o Toluca, dos brasileiros Helinho (ex-São Paulo) e Luan (ex-Palmeiras), quem impediu o tetracampeonato mexicano consecutivo do América em maio, ao superar os comandados de Jardine na grande decisão do Clausura 2025 e encerrar um jejum de 15 anos. Agora, o confronto volta a acontecer, desta vez em terreno neutro e valendo mais uma taça, como um símbolo da hegemonia nacional.

“Será um jogo de alto nível e de enorme valor simbólico. São duas equipes vencedoras e com identidades bem definidas. Sabemos da capacidade do Toluca, da grande fase que vivem e do desafio que nos espera, mas estamos confiantes pelo que mostramos até aqui, após uma boa pré-temporada”, afirma Jardine, eleito na última semana o Treinador do Ano da Liga MX pela segunda temporada consecutiva.

O América, atual detentor do título do Campeão dos Campeões, chega embalado pela vitória por 3 a 1 sobre o Tijuana, em partida adiantada da 2ª rodada da Liga MX, na última quarta-feira (16). Os gols que levaram a equipe da capital à vice-liderança do Apertura 2025 foram marcados pelos uruguaios Rodrigo Aguirre e Brian Rodríguez (duas vezes), que teve seu nome ventilado recentemente por clubes brasileiros como Santos e Vasco.

Após a decisão deste domingo, Jardine seguirá nos Estados Unidos, onde comandará a seleção de estrelas da Liga MX no All-Star Game contra os craques da MLS, marcado para o dia 23, em Austin, no Texas. Em 2024, ele já liderou a equipe mexicana na goleada por 4 a 1 sobre o time americano. Neste ano, o treinador brasileiro terá no elenco nomes como Sergio Ramos, do Monterrey, e James Rodríguez, do León, e enfrentará Lionel Messi, astro do Inter Miami na MLS.


Títulos e premiações de Jardine no México:

Liga MX Apertura 2023
Liga MX Clausura 2024
Liga MX Apertura 2024
Campeão dos Campeões 2023-24
Supercopa da Liga MX 2024
Campeones Cup 2024
Melhor técnico da temporada 2023-2024
Melhor técnico da temporada 2024-2025

André Jardine é eleito o melhor treinador da temporada na Liga MX pela segunda vez consecutiva

Foto: divulgação

Tricampeão mexicano e presente nas últimas quatro finais com o América, treinador brasileiro ganha prêmio e inicia neste fim de semana a disputa por mais um título

Neste domingo, dia 6, o brasileiro André Jardine foi eleito pela segunda vez consecutiva o Melhor Treinador da Temporada da Liga MX. A premiação oficial da competição leva em consideração o desempenho entre junho de 2024 e junho de 2025, e é mais um reconhecimento ao trabalho do técnico que levou o América do México a estabelecer uma dinastia de títulos no país após um longo período de jejum.

Neste período, Jardine comandou o América em mais uma campanha vitoriosa ao conquistar, em dezembro de 2024, o título do Torneio Apertura 2024 - seu terceiro campeonato mexicano seguido, superando o Monterrey na decisão. Já no Clausura 2025, o time de Jardine chegou novamente à final - sua quarta consecutiva - mas dessa vez ficou com o vice-campeonato após ser batido pelo Toluca.

“É um orgulho muito grande receber novamente esse prêmio, em nome de toda a nossa comissão técnica, elenco e direção. Quem nos acompanhou sabe como foram grandes os obstáculos que enfrentamos especialmente nesses últimos dois torneios, em termos de lesões, calendário e por não podermos atuar na nossa casa, mas nós não medimos esforços para colocar o América sempre onde merece estar”, comenta o treinador de 45 anos, que está há dois anos no cargo e já é o técnico mais vencedor da história do América, com seis títulos em sua galeria.

Marcado por seu estilo de jogo ofensivo, disciplinado e de forte sentido coletivo, André Jardine rapidamente construiu grande identificação com o torcedor americanista, a ponto de, em dezembro de 2024, ter recusado uma oferta do Botafogo, atual campeão brasileiro e da Libertadores. Na temporada 2023-24, o brasileiro já havia sido premiado como o melhor treinador do ano da Liga MX, após conquistar o bicampeonato mexicano e encerrar uma seca de nove torneios do América, o que fez com que o clube da capital voltasse a disparar como o maior campeão nacional em todos os tempos.


No próximo fim de semana, André Jardine inicia a disputa pelo tetracampeonato com o América, que visita o Juárez pela primeira rodada do Apertura 2025. “Agora começamos tudo do zero, com a consciência de que o Campeonato Mexicano sempre tem pelo menos cinco ou seis fortes candidatos ao título, e o América sempre deve estar entre eles. Estamos finalizando uma pré-temporada importante e com certeza vamos lutar por mais essa conquista”, conclui Jardine, que foi campeão olímpico com a Seleção Brasileira em Tóquio, em 2021.

Técnico André Jardine fala sobre a Copa do Mundo de Clubes da FIFA

Foto: Club América / Divulgação

Equipe mexicana decide a última vaga para o Mundial neste sábado (31), em Los Angeles, contra o LAFC. Vencedor cairá no grupo do Flamengo

Atual vice-campeão nacional e com três títulos seguidos da Liga MX em quatro finais disputadas, o América do México vive uma dinastia desde a chegada do técnico brasileiro André Jardine, há pouco menos de dois anos. Contudo, a possibilidade de levar o clube, considerado o maior do México, à Copa do Mundo de Clubes da FIFA por meio de um duelo em jogo único no próximo sábado (31), diante do LAFC, em Los Angeles, tem movimentado todo o país. O treinador brasileiro fala sobre a expectativa gerada em torno do clube por este sonho.

“Cada título e cada final tem a sua história e nós vamos encarar este jogo como uma final de campeonato, sem dúvida alguma. Essa partida transcende a rivalidade local. Ela pode levar o América a um nível internacional, mundial, e isso é algo que há tempos o clube está fazendo por merecer. Vamos fazer de tudo pra colocar o América neste Mundial, este é um sonho e um objetivo muito claro de todos nós”, afirma Jardine, que tem o desafio de preparar o time para a grande decisão da temporada poucos dias após a final da Liga MX, disputada no último domingo (25), contra o Toluca.

“Viemos de uma temporada desgastante, com decisões atrás de decisões, mas vamos chegar bem para este jogo, sem dúvidas, e com o elenco muito motivado nessa disputa do Mundial. Vai ser um grande confronto”, diz. “O adversário tem muita qualidade, conta com jogadores campeões do mundo, e ainda jogam em casa, o que por si só já torna o desafio maior. Vai ser muito difícil, sabemos, mas nossa equipe sabe jogar jogos grandes”, completa o brasileiro, lembrando de nomes como Hugo Lloris e Olivier Giroud, campeões da Copa do Mundo com a França em 2018.

Com seis títulos pelo América, André Jardine já entrou para a história como o treinador mais vencedor dos 108 anos do clube, mas ainda falta um passo internacional. Eliminados da Concachampioins, como é chamada a Copa dos Campeões da Concacaf, deste ano nas quartas de final, os americanistas têm uma nova oportunidade neste play-in, uma vez que o León, campeão da competição em 2023, pertence ao mesmo grupo do Pachuca, já classificado para a disputa do Mundial, e por isso foi impedido de disputar a competição.


O América conquistou esta oportunidade por ser o time com melhor posição no ranking de confederações da FIFA para o Mundial de Clubes ao fim da edição de 2024 da Concachampions, e encara o LAFC, que se classificou como vice-campeão da edição de 2023 do torneio continental norte-americano. A partida que decide a última vaga para a Copa do Mundo de Clubes da FIFA será transmitida ao vivo pelo Sportv e pela CazeTV a partir das 23h30 deste sábado (31). A equipe classificada se juntará a Chelsea, Flamengo e Espérance, da Tunísia, no Grupo D da competição, com estreia marcada para o dia 16 de junho, em Atlanta, diante do Chelsea.

André Jardine se classifica para sua quarta final seguida com o América

Foto: Divulgação / Club América

América eliminou o Cruz Azul e brasileiro pode ser o primeiro treinador a conquistar o tetracampeonato no México

O brasileiro André Jardine segue escrevendo história no futebol mexicano. Em sua quarta Liga MX no comando do América, o treinador vai para sua quarta final consecutiva, após eliminar o arquirrival Cruz Azul em um duelo dramático pelas semifinais na noite de ontem (18), com direito a uma heroica virada americanista, já que até os 21 minutos do segundo tempo, sua equipe perdia por 2 a 0 no placar agregado. Agora, caso derrote o Toluca na decisão, Jardine pode não apenas levar o América a seu primeiro tetracampeonato na história, como também se tornará o primeiro treinador a levantar quatro troféus seguidos na Liga MX.

A derrota por 1 a 0 para o Cruz Azul na partida de ida, fora de casa, obrigava o América a vencer por um placar mínimo no Estádio Ciudad de los Deportes para avançar, já que teve a melhor campanha na primeira fase da competição. Contudo, foi o Cruz Azul, que vinha de 19 jogos de invencibilidade, que abriu o placar já no segundo tempo, com um gol do argentino Faravelli. Cumprindo suspensão, Jardine assistiu das tribunas quando seu capitão Henry Martín empatou, de pênalti, na metade da segunda etapa, e, após bolas na trave e uma massacrante pressão, o lateral colombiano Cristian Borja virou o jogo e definiu a classificação do América aos 36 minutos.

“Esse time tem o DNA de vencedor, é impressionante. Ninguém desiste jamais. Estou muito orgulhoso dos meus jogadores e de trabalhar numa instituição potente como é o América. O sonho do tetra está vivo e vamos em busca dele”, celebrou o treinador de 45 anos, que foi campeão olímpico com a Seleção Brasileira em Tóquio 2020 e passou por São Paulo e Atlético de San Luis, do México, antes de chegar ao América, em junho de 2023.

Em menos de dois anos de trabalho, Jardine já ostenta o status de ser o treinador mais vencedor da história do clube da capital, com seis títulos conquistados no período - e dentre eles, o cobiçado tricampeonato mexicano consecutivo. Em 108 anos de história, América, considerado o maior clube do país, pode ser tetracampeão pela primeira vez, um feito que apenas o arquirrival Chivas conseguiu até hoje, entre 1958 e 1962, mas comandado por dois treinadores diferentes. “Seria inimaginável antes, mas chegamos”, completa Jardine.


O América terá seu quarto adversário diferente no caminho pelo tetracampeonato. Depois das conquistas sobre Tigres, Cruz Azul e Monterrey nos primeiros três títulos, o adversário da vez é o Toluca, que vem de uma fila de 15 anos sem conquistas, e conta com os brasileiros Helinho, ex-São Paulo e Luan, ex-Palmeiras, além do experiente treinador argentino Antonio Mohamed, conhecido como "El Turco", que treinou o Atlético Mineiro em 2022, e tem longa história no país. O duelo terá nos bancos de reservas dois tricampeões mexicanos.

A equipe de Jardine se prepara para uma agenda apertada, já que as decisões da Liga MX estão marcadas para os dias 22 e 25 de maio. No dia 31, o América enfrenta o Los Angeles FC em jogo único nos Estados Unidos, em confronto que define a última vaga classificatória para o Mundial de Clubes da FIFA, em junho. Caso avance, o time mexicano jogará o torneio no Grupo D, ao lado do Flamengo, do Chelsea e do Espérance, da Tunísia.

André Jardine iguala recorde histórico da Liguilla e se aproxima do tetracampeonato inédito no México

Foto: divulgação / Club América

Treinado pelo brasileiro, América elimina o Pachuca e chega a 17 vitórias seguidas em mata-matas na Liga MX. Adversário na semifinal será o Cruz Azul

O técnico André Jardine segue escrevendo capítulos sem precedentes na história do futebol mexicano no comando do América. Ao vencer e eliminar o Pachuca nas quartas de final do Torneio Clausura 2025, na madrugada do último domingo (11), Jardine alcançou a marca de 17 confrontos de mata-mata invictos no Campeonato Mexicano, e igualou assim o recorde histórico da competição, que pertencia ao próprio América, que entre 1984 e 85 chegou à mesma sequência, mas com dois treinadores diferentes.

Mais do que uma marca expressiva, o feito reforça o impacto do treinador brasileiro desde que chegou ao comando do clube mais popular do México, em junho de 2023. Com seis títulos em menos de dois anos de trabalho, Jardine já é o técnico mais vencedor da história do América e agora busca o tetracampeonato nacional consecutivo, algo jamais alcançado por um técnico no futebol mexicano e também inédito na história do América.

O adversário nas semifinais do Clausura 2025 será o arquirrival Cruz Azul, um confronto que carrega carga emocional e narrativa de revanche para os dois lados. Nas últimas duas edições da Liga MX, o América eliminou o Cruz Azul em momentos decisivos: na final do Clausura 2024 e na semifinal do Apertura 2024, ambos sob o comando de Jardine. Em contrapartida, foi o Cruz Azul quem impôs a derrota mais dolorosa da temporada: a eliminação nas quartas de final da Concachampions 2025 em abril, interrompendo o sonho continental do América.

“Chegar a esse patamar mais uma vez é motivo de orgulho, mas ainda temos muito a conquistar antes de celebrar. Cada mata-mata tem a sua própria história, e estamos concentrados em fazer mais uma campanha digna da grandeza do América. Temos de ter muito respeito pelo Cruz Azul, uma equipe que já há alguns anos se mostra do mais alto nível, e saber que os detalhes definirão o confronto”, diz André Jardine, que antes de migrar para o futebol mexicano foi campeão olímpico com a Seleção Brasileira em Tóquio 2020.

Com promessa de estádio lotado, o jogo de ida da semifinal acontece na noite desta quinta-feira (15), às 23h (horário de Brasília), no Estadio Olímpico Universitario, com mando do Cruz Azul. O duelo, batizado no México de ‘Clásico Joven’, reúne os dois times apontados como maiores favoritos ao título e, para Jardine, será a oportunidade de seguir construindo uma das eras mais dominantes da história recente do futebol mexicano.


Os 17 jogos de mata-mata invictos do América de André Jardine na Liga MX:

1. Final do Apertura 2023 |Ida | Tigres 1x1 América

2. Final do Apertura 2023 | Volta | América 3x0 Tigres

3. Quartas de final do Clausura 2024 |Ida | Pachuca 1x1 América

4. Quartas de final do Clausura 2024 | Volta | América 1x1 Pachuca

5. Semifinal do Clausura 2024 | Ida | Guadalajara 0x0 América

6. Semifinal do Clausura 2024 | Volta | América 1x0 Guadalajara

7. Final do Clausura 2024 | Ida | Cruz Azul 1x1 América

8. Final do Clausura 2024 | Volta | América 1x0 Cruz Azul

9. Play-in do Apertura 2024 | Tijuana 2x2 América (2x3 nos pênaltis)

10. Quartas de final do Apertura 2024| Ida | América 2x0 Toluca

11. Quartas de final do Apertura 2024 | Volta | Toluca 0x2 América

12. Semifinal do Apertura 2024 |Ida | América 0x0 Cruz Azul

13. Semifinal do Apertura 2024| Volta | Cruz Azul 3x4 América

14. Final do Apertura 2024 | Ida | América 2x1 Monterrey

15. Final do Apertura 2024 | Volta | Monterrey 1x1 América

16. Quartas de final do Clausura 2025 | Ida | Pachuca 0x0 América

17. Quartas de final do Clausura 2025 | Volta | América 2x0 Pachuca

Jorge Vieira e sua passagem como treinador do América do México

Por Fabio Rocha
Foto: divulgação

Jorge Vieira quando esteve no México

Jorge Silva Vieira nasceu no Rio de Janeiro, no dia 18 de julho de 1934, e acabou falecendo no Rio de Janeiro, no dia 25 de julho de 2012, e foi um grande treinador no século passado. O treinador foi conhecido por comandar o início da Democracia Corintiana, mas também teve passagens por diversos clubes, sendo vitorioso no México, principalmente no América. 

A sua carreira começou como jogador, tendo passagens por alguns clubes, mas acabou se aposentando muito cedo, aos 26 anos. Como atleta do Club América, do México, onde foi bicampeão nacional, sendo muito reconhecido pelos torcedores. 

Após se aposentar, Jorge virou treinador do America, do Rio de Janeiro, se consagrando campeão estadual no mesmo ano, sendo apontado pela imprensa na época como o técnico mais jovem do Brasil a ganhar um título expressivo. Lembrando, que na época os campeonatos estaduais tinham uma grande relevância para os clubes. 

Inclusive, esse foi o último título estadual da equipe até atualmente. O treinador fez muito sucesso no futebol brasileiro, depois com passagens pelo Corinthians, também, sendo campeão estadual em 1979 e 1983. 

O treinador era vitorioso por onde passava, tanto que depois foi contratado para treinar a Seleção do Iraque. Jorge levou a seleção para a Copa do Mundo de 1986, mas acabou deixando a equipe meses antes da competição, sob o comando de Evaristo de Macedo. 

Em 1987, foi contratado para ser treinador do América, do México, clube que já tinha uma passagem como jogador, e tinha sido campeão nacional. O treinador chegou com grandes expectativas, pois já era amado pelo torcedor, e todos estavam esperando um grande trabalho. 


E não foi diferente, o treinador fez um excelente trabalho, acertando o time e tendo um grande desempenho. A equipe ficou muito bem, sendo campeão nacional em 1988, com uma grande campanha. Mas não parou por aí, o time continuou atuando muito bem e dominando os adversários. 

No ano seguinte, em 1989, a equipe novamente fez uma grande campanha, dominando o cenário nacional, e se tornando bicampeão. Após duas grandes temporadas, o treinador acabou deixando a equipe para treinar o Puebla, também do México.  Depois de alguns anos longe do futebol mexicano, ele voltou em 1999 para treinar o Toroz Neza, o último time de sua carreira vitoriosa.

Campeão olímpico, André Jardine pode estar trocando de time no México

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: reprodução

André Jardine dirigiu o Atlético San Luis

Campeão olímpico em Tóquio com a Seleção Brasileira em 2020, o técnico André Jardine está mudando de time no México. Com oferta do América, time mais popular do país, ele pode estar deixando o Atlético San Luis.

O América procura um novo técnico depois da saída de Fernando Ortiz, que preferiu não renovar seu contrato para acertar com o Monterrey. Atualmente, o técnico brasileiro tem uma multa rescisória com o Atlético San Luis, de 2 milhões de dólares, que deve ser paga.

Em entrevista recente a imprensa mexicana, ele falou sobre o namoro que já vem tendo com o América. “Claro que eu gostaria de dirigir o América, respeitamos muito os times grandes, mas não há nada concreto. Há rumores que estamos acompanhando pela imprensa. Sigo aqui, vou ao treino e sigo com o San Luis”, despistou.


André Jardine começou a carreira de técnico na base do São Paulo e chegou a dirigir o time principal por alguns meses, entre o fim de 2018 e 2019. Depois foi para a Seleção Brasileira, antes de desembarcar no futebol do México.

A história de Edu Manga com o América do México

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Edu Manga atuando pelo América

Parte da Seleção Brasileira que disputou a Copa América de 1987, o ex-meia Edu Manga, que completa neste dia 2 de fevereiro 56 anos, foi em campo um bom meio-campista que atuou em alguns clubes durante as décadas de 1980 e 1990. Com passagem marcante pelo Palmeiras no começo de carreira e ainda uma breve estadia no Corinthians, o Brasileiro teve, além destes dois clubes uma excelente história no América, do México.

Edu chegou ao América em 1989, depois de um bom começo de carreira no Palmeiras, onde chegou inclusive a Seleção Brasileira. Foi negociado com o gigante mexicano devido a concorrência que a chegada de Neto ao Verdão criaria, porém o futuro ídolo corintiano também seria negociado naquela janela. Deixou o Palestra depois de alguns anos fazendo sucesso com a camisa alviverde.

Edu se converteria num dos maiores jogadores da história do principal clube mexicano. Chegou logo depois da conquista do último título nacional em muito tempo do clube. Mesmo assim, o meia se tornaria um dos principais nomes da conquista da Copa dos Campeões da CONCACAF de 1990 e ainda ajudaria a equipe a conquistar a Copa Interamericana daquele ano. Desde cedo, acabou então caindo nas graças da fanática torcida azulcrema.

Apesar do América não ter vivido um grande período nos anos 1990, Edu seguiu sendo um dos grandes nomes do clube naquela década. Permaneceria por mais dois anos na equipe, sendo destaque de um time que não conseguiu mais conquistar títulos. Ao final da temporada 1991/1992 acabou negociado com o Corinthians e voltou ao futebol brasileiro, deixando saudades na torcida do América. 


Identificadíssimo com o clube, retornou ao América novamente no ano de 1995, mas não conseguiu repetir o mesmo futebol que o consagrou pelo clube em outras eras. Fechou sua última passagem pelo clube encerrando sua trajetória com segundo o portal National Football Teams 95 jogos com a camisa das Águilas, marcando um total de 41 gols, excelente média para um meio-campista. O site Realidad Americanista o considera o 33º maior jogador da história do clube.

Edu Manda ainda atuaria profissionalmente até o ano de 1992, quando pendurou as chuteiras jogando pelo Figueirense. O América é provavelmente o clube onde teve maior sucesso dentro de sua carreira profissional, não a toa sendo um dos ídolos do clube. 

Vavá e sua passagem pelo América do México

Por Fábio Rocha
Foto: arquivo

Vavá ficou três anos no Club América

Hoje completaria 87 anos um dos melhores atacantes do futebol brasileiro. Edvaldo Izídio Neto, mais conhecido como Vavá. O ex-atleta, que nasceu no dia 12 de novembro de 1934, em Recife, foi bicampeão do mundo pela Seleção Brasileira e teve passagens por grandes clubes do futebol mundial, como o Club América, do México.

Chegando perto do final de carreira, já consolidado no futebol mundial, Vavá se transferiu para jogar no América do México, por onde ficou três anos (1964 a 1967). Vindo de uma ótima passagem pelo Palmeiras, o atacante chamou a atenção do clube mexicano, já que era um dos grandes nomes da Seleção Brasileira nas duas Copas do Mundo anteriores.

O atacante chegou com um status de jogador da seleção e campeão mundial pela amarelinha e tinha responsabilidade de comandar o atacaque do time do América. No mesmo ano de sua transferência, Vavá atuou pela última vez pelo Brasil, em um jogo contra a Argentina, pela Taça das Nações.

Em sua segunda temporada pelo América, Vavá foi cedido à Espanha para jogar no Elche, e no ano seguinte foi novamente emprestado, mas dessa vez para o Neza do México. No Neza, o atacante recebeu o apelido de "El Toro" após uma ótima atuação, relembrando sua bravura já exaltada quando foi apelidado de "Peito de Aço".


Após sua passagem pelo México, o atacante foi jogar nos Estados Unidos, onde ficou por dois anos, e depois voltou para a Portuguesa encerrar sua carreira em 1969. Depois da aposentadoria, Vavá começou como técnico da própria Lusa e depois passou por alguns clubes como Bangu e São Cristóvão. Mas sua melhor passagem por uma comissão técnica, ocorreu em 1982, quando foi auxiliar técnico de Telê Santana na Copa do Mundo daquele ano.

O Curioso do Futebol

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