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Jorge Vieira e sua passagem como treinador do América do México

Por Fabio Rocha
Foto: divulgação

Jorge Vieira quando esteve no México

Jorge Silva Vieira nasceu no Rio de Janeiro, no dia 18 de julho de 1934, e acabou falecendo no Rio de Janeiro, no dia 25 de julho de 2012, e foi um grande treinador no século passado. O treinador foi conhecido por comandar o início da Democracia Corintiana, mas também teve passagens por diversos clubes, sendo vitorioso no México, principalmente no América. 

A sua carreira começou como jogador, tendo passagens por alguns clubes, mas acabou se aposentando muito cedo, aos 26 anos. Como atleta do Club América, do México, onde foi bicampeão nacional, sendo muito reconhecido pelos torcedores. 

Após se aposentar, Jorge virou treinador do America, do Rio de Janeiro, se consagrando campeão estadual no mesmo ano, sendo apontado pela imprensa na época como o técnico mais jovem do Brasil a ganhar um título expressivo. Lembrando, que na época os campeonatos estaduais tinham uma grande relevância para os clubes. 

Inclusive, esse foi o último título estadual da equipe até atualmente. O treinador fez muito sucesso no futebol brasileiro, depois com passagens pelo Corinthians, também, sendo campeão estadual em 1979 e 1983. 

O treinador era vitorioso por onde passava, tanto que depois foi contratado para treinar a Seleção do Iraque. Jorge levou a seleção para a Copa do Mundo de 1986, mas acabou deixando a equipe meses antes da competição, sob o comando de Evaristo de Macedo. 

Em 1987, foi contratado para ser treinador do América, do México, clube que já tinha uma passagem como jogador, e tinha sido campeão nacional. O treinador chegou com grandes expectativas, pois já era amado pelo torcedor, e todos estavam esperando um grande trabalho. 


E não foi diferente, o treinador fez um excelente trabalho, acertando o time e tendo um grande desempenho. A equipe ficou muito bem, sendo campeão nacional em 1988, com uma grande campanha. Mas não parou por aí, o time continuou atuando muito bem e dominando os adversários. 

No ano seguinte, em 1989, a equipe novamente fez uma grande campanha, dominando o cenário nacional, e se tornando bicampeão. Após duas grandes temporadas, o treinador acabou deixando a equipe para treinar o Puebla, também do México.  Depois de alguns anos longe do futebol mexicano, ele voltou em 1999 para treinar o Toroz Neza, o último time de sua carreira vitoriosa.

Campeão olímpico, André Jardine pode estar trocando de time no México

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: reprodução

André Jardine dirigiu o Atlético San Luis

Campeão olímpico em Tóquio com a Seleção Brasileira em 2020, o técnico André Jardine está mudando de time no México. Com oferta do América, time mais popular do país, ele pode estar deixando o Atlético San Luis.

O América procura um novo técnico depois da saída de Fernando Ortiz, que preferiu não renovar seu contrato para acertar com o Monterrey. Atualmente, o técnico brasileiro tem uma multa rescisória com o Atlético San Luis, de 2 milhões de dólares, que deve ser paga.

Em entrevista recente a imprensa mexicana, ele falou sobre o namoro que já vem tendo com o América. “Claro que eu gostaria de dirigir o América, respeitamos muito os times grandes, mas não há nada concreto. Há rumores que estamos acompanhando pela imprensa. Sigo aqui, vou ao treino e sigo com o San Luis”, despistou.


André Jardine começou a carreira de técnico na base do São Paulo e chegou a dirigir o time principal por alguns meses, entre o fim de 2018 e 2019. Depois foi para a Seleção Brasileira, antes de desembarcar no futebol do México.

A história de Edu Manga com o América do México

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Edu Manga atuando pelo América

Parte da Seleção Brasileira que disputou a Copa América de 1987, o ex-meia Edu Manga, que completa neste dia 2 de fevereiro 56 anos, foi em campo um bom meio-campista que atuou em alguns clubes durante as décadas de 1980 e 1990. Com passagem marcante pelo Palmeiras no começo de carreira e ainda uma breve estadia no Corinthians, o Brasileiro teve, além destes dois clubes uma excelente história no América, do México.

Edu chegou ao América em 1989, depois de um bom começo de carreira no Palmeiras, onde chegou inclusive a Seleção Brasileira. Foi negociado com o gigante mexicano devido a concorrência que a chegada de Neto ao Verdão criaria, porém o futuro ídolo corintiano também seria negociado naquela janela. Deixou o Palestra depois de alguns anos fazendo sucesso com a camisa alviverde.

Edu se converteria num dos maiores jogadores da história do principal clube mexicano. Chegou logo depois da conquista do último título nacional em muito tempo do clube. Mesmo assim, o meia se tornaria um dos principais nomes da conquista da Copa dos Campeões da CONCACAF de 1990 e ainda ajudaria a equipe a conquistar a Copa Interamericana daquele ano. Desde cedo, acabou então caindo nas graças da fanática torcida azulcrema.

Apesar do América não ter vivido um grande período nos anos 1990, Edu seguiu sendo um dos grandes nomes do clube naquela década. Permaneceria por mais dois anos na equipe, sendo destaque de um time que não conseguiu mais conquistar títulos. Ao final da temporada 1991/1992 acabou negociado com o Corinthians e voltou ao futebol brasileiro, deixando saudades na torcida do América. 


Identificadíssimo com o clube, retornou ao América novamente no ano de 1995, mas não conseguiu repetir o mesmo futebol que o consagrou pelo clube em outras eras. Fechou sua última passagem pelo clube encerrando sua trajetória com segundo o portal National Football Teams 95 jogos com a camisa das Águilas, marcando um total de 41 gols, excelente média para um meio-campista. O site Realidad Americanista o considera o 33º maior jogador da história do clube.

Edu Manda ainda atuaria profissionalmente até o ano de 1992, quando pendurou as chuteiras jogando pelo Figueirense. O América é provavelmente o clube onde teve maior sucesso dentro de sua carreira profissional, não a toa sendo um dos ídolos do clube. 

Há 10 anos, Rafael Cabral classificava o Santos contra o América na Libertadores

Por Lucas Paes
Foto: Agência AP

Rafael foi o destaque do jogo no México

Algumas partidas marcam a carreira de um goleiro para sempre e o jogo do dia 3 de maio de 2011, entre América do México e Santos, pelas oitavas daquela Libertadores foi um desses dias. Naquela noite de terça-feira, num lotado Estádio La Corrigidora, em Querétaro, já que o Estádio Azteca não estava disponível devido à um show do U2, o goleiro Rafael Cabral pegou tudo, segurou o zero no placar e classificou o Santos.

A partida na Vila Belmiro havia terminado com um placar de 1 a 0, baixo porém suficiente para garantir uma vantagem mínima ao Alvinegro Praiano para jogar o segundo jogo. Era muito claro, porém, que o time mexicano viria para cima e que seria um teste de fogo para o Santos, que já havia eliminado o América em 2007 e sido eliminado pelo mesmo time no ano seguinte.


Desde o começo, o time "da casa" veio para cima. Logo com quatro minutos, uma bola aérea quase virou gol de Montenegro, mas a redonda passou na frente do gol. O Peixe pouco conseguia atacar, oferecendo perigo numa falta de Ganso que parou nas mãos de Ochoa. Aos 23', Mosquera acertou a trave numa cabeçada matadora. Sufocando os santistas, o mexicanos seguiam atacando e aos 34', um carrinho de Esqueda após passe para área não chegou numa bola que seria gol certo. Com a pressão enorme do time da casa, foi apenas sorte o 0 à 0 até então.

No segundo tempo, logo no início, Ganso, novamente de falta, teve a melhor chance santista, numa cobrança na trave. Aos 18', começou o show particular de Rafael, que pegou um chute sensacional de Reyna. Aos 23', Edu Dracena perdeu uma chance incrível debaixo do gol. Na sequência, Esqueda obrigou outra defesaça de Rafael numa cabeçada, logo depois, Rodrigo Possebom tirou um gol certo de Esqueda, mais uma vez numa cabeçada.


Aos 30', Rafael outra vez impediu um chute de longe de Reyna de entrar. Menos de dois minutos depois, o duelo particular continuava e o arqueiro alvinegro outra vez evitou um gol de Reyna. Sem conseguir passar pela muralha no gol do time de Muricy, o América seguiu pressionando, mas o zero ficou no placar e a classificação foi santista.

O resultado colocou o Santos nas quartas de final, onde toda a torcida esperava um duríssimo jogo contra o Cruzeiro, time que encantava a América com seu futebol até então. Porém, o jogo do Peixe na terça evitou uma quarta amaldiçoada, onde todos os brasileiros foram eliminados, o que deixou o caminho pavimentado e livre para Neymar e sua turma, que se tornaram os grandes favoritos ao título.

O Curioso do Futebol

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