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Vavá lamenta eliminação da Portuguesa Santista na semi do Paulistão A2

Com infomações da Agência Futebol Interior
Foto: Douglas Teixeira / Agência Briosa

Vavá, camisa 14, disputando a jogada pelo alto

Um dos destaques da Portuguesa Santista na eliminação para o Noroeste, nos pênaltis, neste domingo, no estádio Ulrico Mursa, o zagueiro Vavá não conseguiu contar a chateação pela queda, mas declarou que a Briosa fez tudo o que podia para conquistar o acesso, que escapou entre os dedos.

“Brigamos até aqui. Fizemos uma campanha muito boa e buscamos até o final. Dar parabéns para todo mundo, jogadores, comissão técnica, torcida. Infelizmente, foi assim. Parabéns ao Noroeste que também fez uma campanha muito boa e vai nos representar muito bem na Série A1”, disse Vavá.

A Portuguesa Santista precisava apenas vencer o Noroeste para avançar à final e conquistar o acesso. A Briosa chegou a ficar atrás do placar, mas buscou o empate justamente com Vavá. Nos pênaltis, acabou superada graças ao goleiro Reynaldo, que pegou duas cobranças.


Com isso, a Briosa armagará mais um ano na Série A2. A Portuguesa Santista não joga a elite de São Paulo desde 2006 e nunca antes esteve tão perto de conquistar o acesso. Na decisão, Noroeste e Velo Clube se enfrentarão para definir o campeão da Série A2.

Vavá é o novo zagueiro da Portuguesa Santista

Foto: Weslley Douglas

Vavá disputou a Série C do Brasileirão pelo Altos

Depois do atacante Lelê, a Portuguesa Santista anunciou a contratação do zagueiro Vavá, de 30 anos, que na temporada de 2023 defendeu o Taubaté e também o Altos. A Briosa divulgou a chegada do atleta nesta sexta-feira, em suas mídias sociais.

O jogador estava no Altos, onde disputou a última Série C do Brasileirão. No primeiro semestre de 2023, disputou a A2 do Paulista pelo Taubaté. O jogador também acumula passagens por clubes de várias partes do Brasil.

A lista de times que ele defendeu, além de Taubaté e Altos: Passo Fundo, Sapucaiense, São Paulo-RS, Toledo, Monte Azul, Uberaba, Tupynambás, Glória de Vacaria, União Luziense, Caxias, São Luiz-RS, Caçador, Inter de Santa Maria, Guarany de Bagé, Pelotas e Operário Várzeagrandense.


Elenco - Com as contratações de Lelê e Vavá, além da permanência de Sérgio Guedes, a Briosa também já anunciou que os jogadores Franco, Wagner Coradin, Ítalo Henrique, Kaio Christian, Wellington, Lucas Paraíba, Jean Henrique, Léo Santos e Maranhão, todos campeões da Copa Paulista, seguem no clube. Além deles, o zagueiro Lucas Cunha, que estava emprestado ao São José gaúcho, está de volta ao clube.

Há 20 anos, Vavá ia jogar no time dos eternos

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Vavá marca gol na Copa do Mundo de 1958

Há 20 anos, no dia 19 de janeiro de 2002, no ano que seria do quinto título da Copa do Mundo, o Brasil perdia um de seus grandes jogadores, o meia-atacante Vavá. O eterno craque do primeiro título mundial verde e amarelo e destaque também no segundo nos deixou com apenas 67 anos. Além do título mundial pela Seleção, o pernambucano teve também uma enorme carreira por clubes, tendo passagens inclusive pelo futebol espanhol.

Destaque na base do Sport, onde foi campeão estadual juvenil, Vavá foi jogar profissionalmente pelo Vasco, que o contratou quando este tinha 18 anos. Pelo Cruzmaltino, explodiu e se tornou um dos grandes destaques da equipe, virando atacante e artilheiro. Marcou 191 gols ao longo de seis anos jogando com a camisa vascaína. Foi como jogador do clube carioca que foi a Copa do Mundo de 1958, depois de já ter certa experiência com a Amarelinha.

Na Suécia, apesar de inicialmente ser reserva de Mazzola, foi alçado aos titulares e passou a ser um dos destaques do time, marcando cinco gols ao longo do torneio. Foi, ao lado de Mané Garrincha e de um ainda jovem Pelé o destaque de uma Seleção Brasileira que deu show para conquistar seu primeiro título mundial. Marcou dois gols na decisão, vencida pelos Canarinhos por 5 a 2 diante da Suécia.

Depois da Copa do Mundo, desembarcou na Espanha, onde fez sucesso atuando pelo Atlético de Madrid. É um dos grandes nomes brasileiros da história Colchonera. Foi pelo time da capital espanhola bicampeão da Copa do Rei e artilheiro de uma Liga dos Campeões. Deixou o Atleti para voltar ao Brasil e ter a chance de ir a outra copa, numa época onde a seleção só convocava quem atuava no país. Fez 40 gols em 81 jogos em três ótimos anos em Vicente Calderón.

Voltou ao Brasil para atuar pelo Palmeiras. No Verdão, rapidamente se tornou destaque, sendo um dos craques dentro do timaço da Academia, que batia de frente (e era um dos poucos que conseguia isso) com o Santos de Pelé. Convocado a Copa do Mundo de 1962, foi novamente um dos destaques brasileiros. Favoritos, os Canarinhos perderam Pelé por lesão depois do primeiro jogo, mas Garrincha, Vavá e Amarildo então se tornaram os destaques, fazendo do time campeão contra a Tchecoslováquia, com o "Leão de Copa" mais uma vez marcando na decisão.


Voltou ao Verdão depois do Mundial, sendo campeão paulista em 1963 com a camisa alviverde. Deixou o clube ao final daquele ano para atuar pelo América, do México e ainda jogou pelo Toros Neza, antes de desembarcar nos Estados Unidos já em 1968. Encerrou sua carreira no ano seguinte atuando pela Portuguesa Carioca. 

Tentou a carreira de treinador após pendurar as chuteiras, mas não conseguiu grande destaque. Seu falecimento, em 2002, ocorreu devido a um infarto. Dono de enorme qualidade e faro de gol, Vavá é considerado até hoje um dos maiores nomes da Seleção Brasileira, pela qual fez 15 gols em 20 jogos. Estará marcado para sempre na história da Amarelinha. 

Vavá e sua passagem pelo América do México

Por Fábio Rocha
Foto: arquivo

Vavá ficou três anos no Club América

Hoje completaria 87 anos um dos melhores atacantes do futebol brasileiro. Edvaldo Izídio Neto, mais conhecido como Vavá. O ex-atleta, que nasceu no dia 12 de novembro de 1934, em Recife, foi bicampeão do mundo pela Seleção Brasileira e teve passagens por grandes clubes do futebol mundial, como o Club América, do México.

Chegando perto do final de carreira, já consolidado no futebol mundial, Vavá se transferiu para jogar no América do México, por onde ficou três anos (1964 a 1967). Vindo de uma ótima passagem pelo Palmeiras, o atacante chamou a atenção do clube mexicano, já que era um dos grandes nomes da Seleção Brasileira nas duas Copas do Mundo anteriores.

O atacante chegou com um status de jogador da seleção e campeão mundial pela amarelinha e tinha responsabilidade de comandar o atacaque do time do América. No mesmo ano de sua transferência, Vavá atuou pela última vez pelo Brasil, em um jogo contra a Argentina, pela Taça das Nações.

Em sua segunda temporada pelo América, Vavá foi cedido à Espanha para jogar no Elche, e no ano seguinte foi novamente emprestado, mas dessa vez para o Neza do México. No Neza, o atacante recebeu o apelido de "El Toro" após uma ótima atuação, relembrando sua bravura já exaltada quando foi apelidado de "Peito de Aço".


Após sua passagem pelo México, o atacante foi jogar nos Estados Unidos, onde ficou por dois anos, e depois voltou para a Portuguesa encerrar sua carreira em 1969. Depois da aposentadoria, Vavá começou como técnico da própria Lusa e depois passou por alguns clubes como Bangu e São Cristóvão. Mas sua melhor passagem por uma comissão técnica, ocorreu em 1982, quando foi auxiliar técnico de Telê Santana na Copa do Mundo daquele ano.

Vavá no Atlético de Madrid

Por Victor de Andrade
Foto: arquivo Atlético de Madrid

Vavá, no Atlético de Madrid, entre Garrincha e Didi, em um amistoso contra o Botafogo

Em 19 de janeiro de 2002, o mundo do futebol dava adeus a um dos maiores centroavantes da história: Edvaldo Izídio Neto, o Vavá. Bicampeão mundial com a Seleção Brasileira nas Copas de 1958 e 1962, o atacante foi ídolo das torcidas de Vasco da Gama e Palmeiras. Mas entre ter defendido estes dois grandes times Brasileiros, ele teve uma passagem marcante pelo Atlético de Madrid.

Nascido em Recife, 12 de novembro de 1934, Vavá foi descoberto com 14 anos por olheiros do América Pernambucano. Após passar, pela base, no Íbis e Sport, ele foi para o Rio de Janeiro, onde defendeu o Vasco, tornou-se um dos maiores atacantes brasileiros e virou jogador de Seleção Brasileira, titular na final da Copa do Mundo de 1958.

Por seu vigor físico, impressionante reflexo e faro de gol, chamou atenção da Europa durante a Copa do Mundo e foi negociado com o Atlético de Madrid, chegando no clube ainda em 1958. É claro que a chegada de um campeão mundial pela Seleção Brasileira chamaria a atenção de qualquer um e foi isto o que aconteceu com Vavá. E ele não decepcionou.

Logo de cara chegou marcando gols e conquistando a torcida. O "Peito de Aço" ia conquistando o seu espaço dentro da equipe. Na sua passagem pelo clube, ganhou duas Copas del Rey consecutivas (1959–1960 e 1960–1961) batendo o Real Madrid em ambas as decisões, e foi vice-artilheiro da Liga dos Campeões de 1958–59.

Podemos dizer que dos jogadores brasileiros que foram campeões do mundo em 1958 e se aventuraram na Europa, Vavá foi um dos que mais tiveram sucesso. Foram 31 gols em 71 partidas pelo Atlético de Madrid. Uma excelente marca! Porém, visando a Copa do Mundo de 1962, Vavá resolveu voltar ao Brasil ao final da temporada 1960/1961 e foi defender o Palmeiras (na época, jogadores que atuavam no exterior não eram convocados).

A mudança deu certo, já que Vavá foi novamente titular no bicampeonato. Depois do Verdão, ele ainda defendeu o América do México, o San Diego Toros dos Estados Unidos e a Portuguesa Carioca, onde encerrou a carreira em 1969. Ainda foi ser treinador na Espanha e no Qatar. Vavá faleceu em 19 de janeiro de 2002, vítima de um infarto agudo no miorcádio.

O Curioso do Futebol

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