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Há 10 anos, Brasil dava seu maior vexame na história do futebol

Foto: arquivo

Comemoração do primeiro dos sete gols alemães naquele jogo

No sábado, dia 6, o Brasil foi eliminado da Copa América perdendo nos pênaltis para o Uruguai, nos Estados Unidos, mesmo tendo ficado alguns minutos com um jogador a mais em campo, já que a Celeste teve um atleta expulso. Esta só foi mais uma de uma série de derrotas que a Canarinho vem sofrendo em anos de queda. E a pior delas está completando exatamente 10 anos neste 8 de julho de 2024: a vexatória derrota por 7 a 1 para a Alemanha, em pleno Mineirão, na semifinal da Copa do Mundo de 2014.

Aquele jogo, mesmo antes de começar, tinha seus contornos dramáticos. Neymar havia saído machucado, e Thiago Silva tomou o terceiro amarelo nas quartas de final contra a Colômbia. A ausência do camisa 10 era uma enorme preocupação, já a do zagueiro era levada em tons mais suaves, visto que na reserva tínhamos Dante, que "conhecia os alemães", segundo os especialistas da bola na época.

O árbitro trilha o apito, a bola rola e o jogo começa. A euforia da multidão forma uma atmosfera única. Por alguns minutos, a Alemanha respeita o Brasil, que acredita que pode vencer. Aos 10 minutos de partida, esse cenário se inverte completamente. Escanteio para os alemães, Toni Kroos cobra no miolo da área, a bola passa pela linha formada na primeira trave e sobra limpa para Thomas Muller, que abre o placar.

Depois do gol, o Brasil ainda crê na qualidade dos seus jogadores e na vitória. Doce ilusão que, a partir dos 20 minutos, se transformou no maior dos pesadelos. Klose ampliou o placar aos 23, no rebote de Julio Cesar. Em dois erros de saída de bola, Kroos faz o terceiro e o quarto da Alemanha, no minuto 24 e 26. Três minutos depois, Khedira marca o quinto gol.

Faltando 60 minutos para o apito final, a Alemanha vencia o Brasil por 5 a 0. Torcedores choravam nas arquibancadas, outros xingavam. Os alemães davam risada, incrédulos. Nem mesmo eles acreditavam no que estavam vendo. Na volta do intervalo, a Alemanha jogando já em ritmo de treino ainda faz mais dois gols, com Schurrle. O gol de honra brasileiro veio pelos pés de Oscar, no finalzinho da partida.

A partida, além do duro golpe aplicado no "país do futebol", evidenciou recados que o campo já estava querendo nos dar a muito tempo. O Brasil estava ficando para trás. O futebol havia mudado, passou por transformações profundas nas formas de se jogar. O inepto Felipão, da família Scolari de 2002, já não existia mais, estava ultrapassado. O treinador paizão já não bastava mais.


Nestes 10 anos teve a volta de Dunga, que não deu certo, Tite, que teve alguns brilhos, como o título da Copa América de 2019 e não ter pedido jogo em Eliminatórias, mas a derrota na final para a Argentina no Maracanã vazio, por conta da pandemia de Covid-19, na final continental de 2021 e as eliminações nas Copas do Mundo de 2018, para a Bélgica, e 2022, para a Croácia, deixarem seu trabalho em cheque.

Depois da saída de Tite, foram três treinadores. Ramon Menezes era interino e sabia que não ficaria. A CBF dizia que tinha um acordo com Carlo Ancelotti e deixou Fernando Diniz até ele chegar. O ex-técnico do Fluminense não deu certo e o italiano resolveu ficar no Real Madrid (se é que tinha acerto). Agora, Dorival Júnior coleciona uma série de empates e não agrada. Então, fica a pergunta: quando será que a Seleção vai voltar a convencer?

Os projetos de estádios para a Copa do Mundo de 2014 que não saíram do papel

Por Diego Dantas
Foto: reprodução

Estádio Estrela dos Reis Magos foi o primeiro projeto para Natal, que ficou com a Arena das Dunas

Há uma decada, a Copa do Mundo foi realizada aqui no Brasil e é lembrada até hoje como "a Copa das Copas" pelos aficionados por futebol que moram por cá, seja devido aos grandes confrontos durante a competição e pela oportunidade que tivemos de ver os craques do futebol mundial á epoca em nosso país. 

Além das memoráveis partidas, ficaram o legado dos estádios modernos que "nasceram" para o futebol brasileiro como a Arena das Dunas em Natal e a Arena Pantanal em Cuiabá, além da modernização de palcos já famigerados do nosso futebol como o Beira-Rio e o Maracanã. Mas o que pouca gente lembra é que houve alguns projetos de novos estádios para a Copa de 2014 que foram deixados para trás e você pode ler um pouco sobre cada um a seguir:

Arena Zagallo - Maceió - A época, o município contava com duas alternativas para receber a Copa do Mundo: reformar o Rei Pelé para cerca de 40 mil espectadores mas devido a logistica para estacionamento no local, foi cogitada uma nova arena na cidade que levaria o nome de Mário Jorge Lobo Zagallo, com capacidade para 45.500 torcedores. No entanto, Maceió sequer foi escolhida como cidade-sede para o Mundial.

Arena Recife/Olinda - Como o nome já diz, o projeto tinha como objetivo construir uma Arena multiuso que ficaria no bairro de Salgadinho, na divisa entre Olinda e a capital pernambucana. O estádio que teria em torno de 41500 lugares, contaria com nstalações para receber shows e concerto musicais, além de um Centro de Conferências ligado a um hotel cinco estrelas e um Centro de Entretenimento, com cinemas, lojas, academias de ginástica e áreas de diversão. Porém em agosto de 2009 foi definido que São Lourenço da Mata - município da região metropolitana - seria palco da nova Arena Pernambuco, uma vez que Recife foi definiida como uma das cidades-sedes da Copa.

Arena da Bahia - Salvador - A Arena da Bahia teria capacidade para 44 mil torcedores e custaria em torno de aproximadamente 360 milhões de reais para ser construída, que seria bancado por uma parceria do Governo estadual com a iniciativa privada, porém o projeto deu lugar a reforma da Fonte Nova, que estava interditada desde novembro de 2007, devido ao grave acidente durante uma partida entre Bahia e Vila Nova pela Série C daquele ano.


Estádio Estrela dos Reis Magos - Natal - O projeto era baseado no Forte dos Reis Magos, um dos pontos turísticos da cidade e diferente das arenas, previa a construção de um estádio para 65 mil torcedores e apesar da inspiração arquitetônica, o estádio seria localizado em Parnamirim, na área metropolitana. Também vale destacar do projeto, o amplo espaço de estacionamento, que prometia mais de 10 mil vagas para veículos particulares, 2100 vagas para torcedores VIP e 480 para ônibus. Mesmo com toda a estrutua prometida, o projeto perdeu força para a Arena das Dunas que recebeu algunas partidas da fase de grupos da Copa.

O Internacional tendo seus estádios como sede de Copas do Mundo

Por Tiago Cardoso
Fotos: Arquivo e Alexandre Lops

Estádio dos Eucaliptos e Beira Rio

No meio de um momento triste no Rio Grande do Sul, com a enchente que atingiu o estado todo, os fãs de futebol do estado, principalmente os do 'lado vermelho' tiveram uma alegria. O Sport Club Internacional se tornará o segundo clube do mundo a sediar (ou ter seu estádio utilizado) três Copas do Mundo na história, o único na América.

Com a escolha do Brasil como país-sede para a Copa do Mundo Feminina de 2027 e a definição do estádio Beira Rio como um dos locais de jogos, o Internacional iguala a marca do Eintratcht Frankfurt, o qual teve seu estádio utilizado em três edições de Copa do Mundo: em 1974, na Copa do Mundo Masculina, quando o estádio ainda se chamava Commersbank-Arena; em 2006, na Copa do Mundo Masculina, já conhecido por seu nome atual, qual seja, Deustche Banku Park, onde, aliás, a seleção Brasileira foi eliminada pela seleção Francesa nas quartas de final; e, em 2011, na Copa do Mundo Masculina.

O Internacional cedeu seu estádio para a realização de dois jogos da Copa do Mundo de 1950, no antigo Eucaliptos, o qual foi casa do clube até 1969, ano em que foi inaugurado o Gigante da Beira Rio. Os Eucaliptos sediaram dois jogos daquele torneio, tendo sido a casa da seleção do México, a qual só não jogou em Porto Alegre na primeira rodada do Grupo A, onde foi goleada pela seleção Brasileira no estádio Maracanã.

Confira os dois jogos no estádio Eucaliptos, antigo estádio do Internacional, na Copa do Mundo de 1950, ambos pela primeira fase da competição:

28 de junho de 1950: Iugoslávia 4x1 México.
02 de julho de 1950: Suíça 2x1 México.

O Internacional voltou a sediar jogos da Copa do Mundo Masculina em 2014. Obviamente, já no estádio Beira Rio, inaugurado 45 anos antes. O estádio recebeu cinco jogos, dos quais quatro pela fase de grupos e um jogo pelas oitavas de final, onde a Alemanha, que viria a ser campeã do torneio, venceria, com muitas dificuldades, a Argélia, na prorrogação, pelo placar de 2x1.


Confira os cinco jogos disputados no estádio Beira Rio na Copa do Mundo Masculina de 2014:

15 de junho de 2014: França 3x0 Honduras.
18 de junho de 2014: Austrália 2x3 Países Baixos.
22 de junho de 2014: Coreia do Sul2x4 Argélia.
25 de junho de 2014: Nigéria 2x3 Argentina.
30 de junho de 2014: Alemanha 2x1 Argélia.

Com o Beira Rio sendo uma das sedes da Copa do Mundo Feminina de 2027, o Internacional se tornará o segundo clube do mundo apenas, e o único da América, a receber três edições do maior torneio de seleções do planeta.

Pelo Paulistão, Santos marca no fim e bate o Água Santa em São Bernardo

Por Lucas Paes
Foto: Jhony Inácio/Ag. Paulistão

Água Santa mandou o jogo em São Bernardo do Campo

O Santos voltou a vencer no Paulistão. O Peixe foi até o Estádio Primeiro de Maio, em São Bernardo do Campo e bateu o Água Santa por 1 a 0, na noite desta quarta-feira, dia 31 de janeiro. Foi a terceira vitória alvinegra no campeonato, já igualando as péssima campanhas de anos anteriores. O alvinegro lidera o grupo A do torneio. 

As duas equipes foram a campo no último domingo. O Santos fez o clássico contra o Palmeiras, no Allianz Parque, e foi derrotado pelo placar de 2 a 1. Já o Água Santa teve o confronto do ABC, contra o Santo André, no Bruno José Daniel, e empatou em 0 a 0.

O jogo começou com as duas equipes tentando marcar em linha alta sem a bola. O Água Santa impunha mais dificuldades ao Santos. A primeira boa chance veio aos 15 minutos, quando Cazares cruzou e Guilherme chutou nas mãos de Igor Vinhas. Aos poucos o Peixe chegava mais. O jogo era bem ruim em São Bernardo do Campo. Aos 31', João Paulo evitou o gol de Mezenga, num chute de longe. O jogo seguiu travado e com pouca criatividade dos dois lados. O primeiro tempo terminou em zero. 

Na etapa final, o Alvinegro voltou em cima. Aos oito, Furch perdeu ótima chance na área. Aos 12', Furch chegou a marcar, mas o gol foi anulado por toque de mão de Cazares. Pouco depois, Rayner assustou num chute da lateral da área. Aos 18', o Netuno respondeu com Luan Dias, chutando para fora. O time santista melhorou no segundo tempo. 


Depois da metade da etapa complementar, o ritmo do jogo voltou a cair. Aos 35', o Santos abriu o placar: Joaquim subiu no escanteio e cabeceou com violência para as redes. Aos 41', o Netuno ficou com um a menos com o segundo amarelo de Igor. Já nos acréscimos, o Água assustou em uma falta na entrada da área e depois numa bola na trave. Assim, o Peixe venceu por 1 a 0.

No sábado, dia 3 de fevereiro, às 18 horas, no Estádio Distrital do Inamar, em Diadema, o Água Santa recebe o Mirassol. Já no domingo, dia 4, às 18 horas, na Vila Belmiro, na cidade de Santos, o Alvinegro Praiano recebe o Guarani.

As Copas do Mundo de Carlos Alberto Parreira

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Parreira quando dirigiu a África do Sul em 2010

Carioca de nascimento, o ex-treinador e auxiliar técnico Carlos Alberto Gomes Parreira, popularmente conhecido apenas como Carlos Alberto Parreira, está completando 80 anos de idade nesta segunda-feira, dia 27 de fevereiro de 2023. Em sua trajetória no futebol, ele participou de sete Copas do Mundo, sendo em uma delas como coordenador técnico de Felipão.

Vale lembrar que Parreira estava na Comissão Técnica da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1970, mas não como treinador, coordenador ou até mesmo auxiliar. Ele fazia parte da equipe de preparadores físicos, comandada por Admildo Chirol. Desta equipe também saiu outro treinador de Mundial: Cláudio Coutinho, que dirigiu o Brasil em 1978.

Parreira estreou como treinador de seleções em Copas do Mundo da FIFA em 1982, ano em que o principal evento futebolístico foi sediado na Espanha e conquistado pela Seleção Italiana. Naquela edição, o brasileiro comandava o Kuwait e não teve muita sorte, uma vez que acabou sendo sorteado em um Grupo que tinha Inglaterra, França e Tchecoslováquia. Ao longo da campanha, os kwaitianos tiveram um empate e duas derrotas. Com um ponto, os asiáticos acabaram sendo o lanterna da chave. Depois disso, Parreira permaneceu no comando do Kwait por mais um ano como treinador, já que em 1985, assumiu o cargo de treinador dos Emirados Árabes Unidos, mas não teve sucesso para ir ao Mundial de 1986.

Em 1990, exatamente quatro anos depois do insucesso nas Eliminatórias para a Copa de 86, Carlos Alberto Parreira voltou a ser técnico dos Emirados Árabes Unidos para a disputa da Copa do Mundo de 1990, na Itália. Porém, este torneio ficou marcado pelo fato de sua Seleção ter sido a pior equipe da competição, já que foi derrotada nos três jogos e sofrido 11 gols eliminação na primeira fase.

Com mais experiência em Copas do Mundo, Parreira comandou a equipe Canarinho que se classificou e conquistou o Mundial de 1994, exatamente vinte e quatro anos depois da última vez que a Amarelinha havia vencido uma edição do torneio. Romário, que foi convocado depois de enorme mobilização popular, ganhou a Bola de Ouro do torneio e pouco depois foi eleito pela FIFA como o melhor jogador do mundo. Mesmo com a presença de Parreira, até hoje muitos torcedores afirmam que se não fosse o Baixinho, a Seleção não se classificaria. Toda a convicção e demora para convocar o atleta fez com que sua aceitação perante a torcida, que chegou a fazer protestos e pedir o retorno de Telê Santana perto da Copa diminuísse bastante.

Campeão do Mundo na ediçâo anterior, Parreira foi contratado para treinar a Arábia Saudita na Copa do Mundo de 1998, sediada na França. Porém as duas derrotas nos dois primeiros jogos custaram o emprego de Parreira, que sequer esteve à beira do campo no empate em 2 a 2 com a África do Sul.

Depois que o Brasil foi eliminado nas quartas de final do Mundial de 2006, o comandante foi muito criticado pela apatia e por demorar muito para fazer as substituições necessárias durante os jogo e acabou sendo demitido. Alguns críticos afirmaram que ele tinha um dos maiores selecionados brasileiros de todos os tempos à sua disposição, mas não conseguiu mostrar um futebol convincente, mesmo tendo feito isso a quatro anos atrás, conquistando títulos e mantendo o Brasil na primeira colocação no Ranking da FIFA. Porém, com a perda, recebeu duras críticas por manter jogadores como Cafu, Roberto Carlos e Ronaldo, veteranos que já não estavam no auge, como titulares.

A última Copa do Mundo de Parreira como treinador foi em 2010, quando comandou a África do Sul, anfitriã do torneio. Indo na base da emplogação dos torcedores que incentivavam a Seleção com vuvuzelas, os sul-africanos por muito pouco venceram o México na estreia, mas levaram o gol de empate no apagar das luzes. No jogo seguinte, os comandados de Parreira perderam para o Uruguai por 3 a 0. Na terceira e decisiva rodada, a África do Sul venceu a França, que era a atual vice-campeã mundial, por 2 a 1, mas acabou não avançando para a fase eliminatória, já que perdeu no critério saldo de gols para o México.

Em 2014, com a demissão do treinador Mano Menezes do cargo de treinador da Seleção Brasileira depois do último jogo do ano de 2012 (a conquista do Superclássico das Américas contra a Argentina em Buenos Aires), a CBF recontratou o Luiz Felipe Scolari, que conquistou o pentacampeonato em 2002, para o seu lugar. Para aceitar a proposta, Felipão pediu que a Confederação Brasileira de Futebol trouxesse Carlos Alberto Parreira para ser o coordenador-técnico. Na primeira coletiva de ambos em suas novas funções, em 29 de novembro de 2012, Felipão disse  que queria falar com Parreira sobre sua ideias e também que ele cooperasse em todas as principais atribuições do treinador. Parreira confirmou sua função de colaborador, mas fez questão de destacar que a última palavra seria sempre de Luiz Felipe Scolari. 


Pouco antes da Copa de 2014, Parreira afirmou que a seleção estava "com a mão na taça". Porém, após a goleada sofrida por 7 a 1 para a Alemanha nas semifinais, Parreira admitiu que o resultado foi muito desastroso, mas não deixou de defender o trabalho feito pela comissão técnica. Além disso, ele negou que sua fala demonstrou soberba. Mas, ele leu a suposta carta da Dona Lúcia, que muitos diziam que foi forjada. Este foi o seu último capítulo em Copas.

Há 18 anos, Brasil conquistava a Copa América, no Peru, em jogo com gol histórico de Adriano

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Adriano no chute do gol que levou a decisão para as penalidades

Há 18 anos o Brasil se tornava tricampeão da Copa América, mas dessa vez com um gostinho mais especial. No dia 25 de julho de 2004, no Estádio Nacional, em Lima, houve a grande final entre Brasil e Argentina, as duas melhores equipes do continente e a equipe Argentina venceu até os acréscimos, até o gol salvador de Adriano.

A partida foi muito equilibrada, as duas equipes tinham grandes jogadores, estrelas mundiais e buscavam a vitória a todo momento. O Brasil com mais confiança, pois há dois anos atrás tinha ganho a Copa do Mundo, já a Argentina completava alguns anos sem títulos.

A equipe Argentina começou o jogo melhor, tendo as melhores oportunidades, e logo aos 20 minutos abriu o placar em um pênalti batido por Kily González. Depois do gol, o Brasil melhorou e tentou controlar o jogo em busca do seu gol, mas estava difícil para a equipe criar.

A partida teve uma tensão muito grande, por ser duas seleções rivais, que queriam muito aquele título. No final da primeira etapa, o Brasil conseguiu chegar ao empate aos 45 minutos, com um gol de Luisão, um zagueiro que teve que ajudar na parte ofensiva.

Com o empate, as equipes voltaram para a segunda etapa com mais tensão, pois nenhuma gostaria de tomar um gol, pois poderia ser falta. O jogo ficou mais controlado, com as duas equipes se prevenindo mas priorizando a organização defensiva para não sofrer.

O jogo foi se desenrolando para um empate, que levaria o jogo para os pênaltis, mas na parte final, a partida virou uma loucura. Aos 87 minutos, o time da Argentina fez o gol com César Delgado, que daria o título a sua equipe. Todos os torcedores já estavam comemorando, pois faltavam poucos minutos para terminar a grande final.

A Seleção Brasileira precisava urgente de um gol para levar a partida para os pênaltis e nos acréscimos conseguiu. No último minuto dos acréscimos, aos 93 minutos, a bola foi cruzada na área e sobrou nos pés do jovem Adriano, de 22 anos, que teve a tranquilidade de dominar e acertar um belo chute.


O gol foi muito milagroso, pois o título já estava praticamente nas mãos da equipe Argentina. Nos pênaltis as coisas mudaram, a confiança do Brasil foi superior, pois estava na empolgação, de quase um título perdido, para uma grande chance de se tornar campeão.

Nos pênaltis, a Seleção Brasileira conseguiu converter todas suas penalidades, inclusive o Adriano. Já a equipe Argentina não teve a mesma alegria e acabou perdendo dois pênaltis, que deram o grande título ao Brasil, depois de uma excelente final.

As piores transferências da "Inter": Nemanja Vidic

Vidic defendeu a Inetr entre 2014 e 2016

Nemanja Vidic é um dos melhores defensores do século XXI. Primeiro de tudo, ele é conhecido por suas atuações pelo "Manchester United", onde foi um verdadeiro líder da defesa. A propósito, 1xBet é um dos melhores casas de apostas online cobre todos os confrontos que envolvem os "demônios vermelhos". Graças a isso, você pode ganhar regularmente com eles.

Em 2014, Vidic mudou para "Inter", à direita de um agente livre. Sim, o jogador tinha quase 33 anos, mas parecia que ele poderia passar outras 1-2 temporadas em um nível alto. No entanto, ele falhou completamente na Itália. Na verdade, esta transferência foi o fim de sua carreira. A propósito, em é um dos melhores e comprovada online casas de apostas 1xBet você também pode ganhar com os jogos "Inter".

Assim, inicialmente, Vidic jogou regularmente no plantel "nerra-dzurri". Entretanto, quando Roberto Mancini assumiu o cargo de treinador, o sérvio começou a aparecer cada vez mais nas reservas.

Isso minou a confiança de Vidic em si mesmo. Ele começou a cometer muitos erros. Além disso, o sérvio sofreu um ferimento grave. Ele não jogou um único jogo na campanha de 2015/2016 por causa disso e à medida que a temporada avançava, ele anunciou o fim de sua carreira profissional.

A propósito, na seção http://www.br.1xBet.com/pt/mobile você pode baixar o programa, através do qual mesmo agora não é difícil apostar em jogos envolvendo o "nerra-dzurri". Infelizmente, Vidic não pôde ajudar a equipe. Por sua conta, 1 gol na campanha 2014/2015. A defesa do "Inter" também não se tornou definitivamente mais forte. Nessa campanha, o clube terminou apenas na 8ª posição na Serie A e não pôde entrar nas competições européias.

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Por que Vidic não pôde se provar na "Inter"?

Vidic, após 30 anos, começou a desistir rapidamente. Ele se tornou muito lento, cometendo erros ao escolher uma posição. Além disso, o defensor era regularmente atormentado por lesões. Por causa disso, ele não conseguia mostrar todas as suas fortes qualidades em campo. A propósito, agora apostar online ao vivo no br.1xBet.com/pt/live você pode assistir a todas as partidas envolvendo "Inter". Isto permitirá que você acompanhe as rivalidades atuais da equipe.

Portanto, se destacarmos as principais razões do insucesso do Vidic, não podemos passar:
  • falta de confiança por parte do treinador principal;

  • lesões persistentes;

  • insegurança psicológica.
Além disso, ele não pôde se adaptar ao novo campeonato. A única coisa que pode justificar esta transferência é o fato de Vidic ter ido para "Inter" de graça.

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Jornalista da ESPN lança livro sobre o Santo André na Copa do Brasil de 2014: “Eles Calaram o Maracanã”


Uma das maiores façanhas da história da Copa do Brasil, que completará 17 anos no próximo dia 30 de junho, ganhou um livro. “Eles Calaram o Maracanã” conta como o Santo André surpreendeu o país ao vencer o Flamengo no Rio de Janeiro e ser campeão.

A história começa com o título da Copa São Paulo de futebol júnior de 2003, conquistada sobre o Palmeiras, quando o time do ABC despontou para o cenário nacional, e termina na icônica vitória por 2 a 0 sobre o Flamengo – gols de Sandro Gaúcho e Elvis - no ano seguinte.

O livro conta as trajetórias dos heróis do título e revela os bastidores surpreendentes do clube durante toda a competição.


Com 224 páginas, o livro conta com encarte com fotos coloridas e fichas técnicas dos 11 jogos do time naquela competição. O prefácio é de Alex Sabino, repórter da Folha de São Paulo.

O autor do livro é Vladimir Bianchini, jornalista da ESPN e torcedor andreense. Para fazer entrevistas sobre o livro entre em contato: (11) 963658242 (via WhatsApp).

A espetacular trajetória de Harlei no Goiás

Por Lucas Paes
Foto: divulgação Goiás EC

Harlei estreou no Goiás em 1999 e só deixou o clube quando encerrou a carreira, em 2014

O Goiás foi, durante boa parte da primeira metade dos anos 2000, um dos times mais complicados de se enfrentar no Brasil, principalmente atuando no Serra Dourada. No auge de suas atuações, o Esmeraldino foi terceiro colocado no Brasileirão de 2005, conseguindo vaga para a Libertadores de 2006. Entre 1999 e 2014, as metas goianas eram ocupadas pelo mesmo homem, que se tornaria quase uma entidade alviverde: o goleiro Harlei. 

Harlei, que nasceu em 30 de março de 1972, começou a carreira no Cruzeiro, passando depois por Comercial e Vila Nova. Em 1999, timidamente chega ao Goiás, para ser reserva do goleiro Márcio. Porém, ainda naquele ano, precisamente em 17 de Outubro, estreou na meta alviverde numa vitória por 3 a 0 diante do Santa Cruz, conquistando em pouco tempo a titularidade e iniciando uma carreira longa e gloriosa no esmeraldino. 

Aos poucos conquistou a confiança e o respeito do torcedor do Goiás, com boas atuações e grandes defesas. Depois do retorno a Série A, com o título da Série B de 2002, Harlei atuou diretamente no período mais longo do clube na Série A do Brasileirão. Em 2005, principalmente, fez parte da equipe que fez campanha espetacular naquele Brasileirão e que acabou por “revelar” Rodrigo Tabata para o Brasil todo. Acabou também fazendo parte do time que foi rebaixado, cinco anos depois, porém chegou a final da Sul-Americana, quase ganhando o maior título da história do clube. 

Em 2014, que seria seu último ano de carreira, o paredão esmeraldino ficou também como treinador interino durante algum período. Na última partida do Brasileirão daquele ano, em 5 de dezembro, contra a Chapecoense, fez seu último jogo pelo Goiás. Harlei totalizou 831 jogos com a camisa alviverde, um recorde absoluto de atuações. Em 15 anos pelo clube, foram dois títulos da Série B do Brasileirão, três Copas Centro-Oeste e sete títulos goianos. Ele já fez parte da diretoria Alviverde.

Os jogos entre Brasil e México em Copas do Mundo

Por Victor de Andrade

Ademir, em 1950, no Maracanã, marcou o primeiro gol do confronto entre Brasil e México em Copas

Nesta segunda-feira, dia 2, Brasil e México se enfrentam pelas oitavas de final da Copa do Mundo Rússia 2018. Esta é a quinta vez em que as duas seleções se encaram em Mundiais, sendo a primeira em fase de mata-mata. As outras quatro foram na fase de grupos, sendo que duas vezes o embate aconteceu na casa do time canarinho (1950 e 2014), uma na Suíça, em 1954, e a outra no Chile, em 1962.

Curiosidades interessantes: os três confrontos entre as duas equipes em Copas do Mundo aconteceram na estreia de ambas, nos Mundiais de 1950, 1954 e 1962. Além disto, nos quatro jogos, a vantagem é brasileira, com três vitórias e um empate, com o Brasil marcando 11 vezes e o México não balançando as redes. Confira todos os jogos entre as duas seleções:

1950 - Brasil - Brasil 4 x 0 México

Ainda em obras, o Maracanã recebeu a abertura da Copa de 1950

A primeira vez em que brasileiros e mexicanos se enfrentaram em uma Copa do Mundo foi na abertura do Mundial de 1950, no Brasil, mais precisamente em 24 de junho, no Estádio do Maracanã, ainda em obras. Favorito e sediando o evento, os brasileiros não tomaram conhecimento da "La Tri" e fizeram fáceis 5 a 0. Ademir, aos 30' do primeiro tempo, abriu o marcador. Na segunda etapa, Jair, aos 20', Baltazar, aos 26', e novamente Ademir, aos 34', definiram o marcador. No torneio, o México foi eliminado na primeira fase, enquanto o Brasil perdeu o título para o Uruguai.

1954 - Suíça - Brasil 5 x 0 México

Com facilidade, o Brasil goleou no México em 1954

Em 16 de junho de 1954, no Charmilles Stadium, em Genebra, Brasil e México estreavam na Copa do Mundo da Suíça. Os brasileiros estreavam o seu uniforme amarelo em Mundiais e fez um primeiro tempo primoroso, principalmente a partir do 20º minuto. Baltazar, que havia marcado quatro anos antes, abriu o marcador aos 23', Didi aumentou aos 30' e Pinga marcou duas vezes, aos 34' e 43'. Na segunda etapa, Julinho Botelho fecharia o marcador aos 24': 5 a 0 para o Brasil. Na competição, os mexicanos caíram na primeira fase, enquanto os brasileiros perderam para a Hungria, nas quartas.

1962 - Chile - Brasil 2 x 0 México

Garrincha, com Pelé olhando, em jogo contra o México em 1962

Se o Brasil, antes de ser campeão do mundo, goleava o México em Copas, imagine estreando em um Mundial onde defendia o título? Porém, os mexicanos deram trabalho ao escrete canarinho no dia 30 de maio, no Estádio Sausalito, em Viña del Mar, no Chile. Os gols da vitória brasileira só saíram no segundo tempo: Zagallo abriu o marcador aos 14', enquanto Pelé marcou o segundo aos 28', o único dele naquele Mundial, já que machucaria na partida seguinte, contra a Tchecoslováquia. No torneio, o México, mais uma vez, ficaria na primeira fase, enquanto o Brasil seria o campeão, o segundo título da história, batendo a Tchecoslováquia na decisão.

2014 - Brasil - Brasil 0 x 0 México

Ochôa foi o grande nome no jogo em 2014

Demorou bastante para ter outro Brasil e México em Copas e ele só foi acontecer em 2014, novamente no Brasil, e não foi na estreia de ambas as equipes. Pela segunda rodada, brasileiros e mexicanos fizeram um duelo no dia 17 de junho, no Castelão, em Fortaleza, onde o nome da partida foi o do goleiro Ochoa. Ele fechou o gol e evitou a vitória brasileira. Vale destacar a defesa que ele fez em uma cabeçada de Neymar, no canto, uma das mais belas da história das Copas. O México, na competição, caiu nas oitavas, quando foi derrotado pela Holanda. Já o Brasil ficou em quarto, sendo 'trucidado' na semifinal, contra a Alemanha, por 7 a 1, e perdendo a decisão de terceiro lugar para a Holanda.

Na trave! - Os títulos perdidos pelo Liverpool a partir da década de 90

Por Lucas Paes 

Gerrard lamenta escorregão e gol sofrido diante do Chelsea que custou o título de 2014 
(Foto: Getty Images)

O Liverpool é um dos maiores clubes de futebol da Europa e dominou até a o fim da década de 80 o futebol inglês com certa folga. A realidade, porém mudou nos últimos 30 anos e hoje os Reds vivem o maior jejum de conquistas do Campeonato Inglês em toda a sua história. Mas os gigantes de Merseyside já passaram perto algumas vezes de voltar a levantar a taça nesses quase 30 anos de espera. 

Pra começo de conversa, as "escorregadas" não demoraram um ano depois da última conquista. Após o título na temporada 1989/1990, o Liverpool foi defender sua conquista e buscar o bi, numa época em que o time com mais conquistas depois dos Reds eram Arsenal e Everton com nove conquistas cada um. O hoje gigante Manchester United tinha seis títulos e não vencia um campeonato inglês havia 24 anos. A equipe de Anfield Road acabou perdendo o título para o Arsenal. 

Até dezembro de 1990, o Liverpool era líder do Campeonato Inglês, mas em Janeiro de 1991 a liderança foi perdida para o Arsenal. No mês seguinte, a notícia de que Kenny Dalglish, antigo ídolo do clube e treinador muito bem sucedido naqueles anos, deixaria o clube chocaram a Inglaterra. Aos poucos, os Gunners ampliaram a vantagem na liderança. No finalzinho do campeonato, duas derrotas seguidas do Liverpool, para Chelsea e Nottigham Forest garantiram a décima conquista do Arsenal. 

Derrota pra o Chelsea, uma das que custou o título de 1991

Poucos anos depois, na temporada 1995/1996, já na era Premier League, o Liverpool de Rush, Redknapp, Fowler e cia. Entrou na temporada como um dos maiores favoritos ao título. Apesar de um começo na parte de cima da tabela, um desastroso novembro complicou a situação dos Reds. Aos poucos, o time foi se recuperando e na parte final do campeonato esteve numa disputa forte com Newcastle e Manchester United pelo título, incluindo nesta disputa uma espetacular vitória de 4 a 3 para cima dos Magpies. Mas uma derrota para o Coventry City matou as esperanças do título.

Na temporada 2001/2002, o time da cidade dos Beatles até foi vice-campeão, mas o fato é que naquele ano não houve efetivamente uma disputa por título. Um espetacular Arsenal de Henry, Bergkamp, Pirés e outros craques disparou desde o começo e conquistou um histórico título invicto. O fato é que os gigantes de Merseyside na verdade só conquistaram a segunda posição já no fim do campeonato.

Quando já se completavam 20 anos de espera, na temporada 2008/2009, o Liverpool vinha com um time bom, possuindo como destaques o espanhol Fernando Torres e o capitão Gerrard. Com um ótimo começo de competição e um Torres endiabrado, o Lvpool terminou o ano na liderança, tendo inclusive batido o Manchester United em Anfield. No mês de janeiro, porém, um momento ruim da equipe rendeu a perda da liderança e a queda para a terceira colocação. Depois, em março, uma sequência de resultados bons que incluiu uma goleada por 4 a 1 para cima dos Red Devils dentro de Old Trafford deixou a liderança próxima outra vez, mas a conquista acabou sendo mesmo do time de Manchester.

Beijo de Gerrard na câmera marcou a temporada 2008/2009
(Foto: Reprodução Telegraph)

Na temporada 2013/2014 foi escrita uma das páginas mais tristes e doloridas da história dos Reds, ao mesmo tempo em que aquela equipe foi um dos times mais marcantes da história do clube. Com Suárez e Sturridge em estado de graça, Coutinho em ótima fase e um ainda eficiente Gerrard, o futebol daquela equipe encantou a Inglaterra, a Europa e o Mundo. Com um ataque feroz, os comandados de Brendan Rodgers se mantiveram o campeonato inteiro na disputa pelo título.

Já no final da competição, numa sanguinária batalha ponto a ponto contra o Manchester City, o jogo em Anfield Road tinha cara e jeito de final. Numa partida espetacular, o gol de Coutinho no finalzinho deixou o Liverpool com a mão na taça. Mas duas rodadas depois, na partida contra o Chelsea, um escorregão de Gerrard gerou um gol de Demba-ba que iniciou uma derrota pra o Chelsea que custou o título, num dos episódios mais dolorosos da história para os torcedores do clube. Num dos casos que só o futebol proporciona, Suárez e seus companheiros são mais lembrados que o campeão Manchester City.

A derrota para o Chelsea que custou o título da temporada 2013/2014

Em Merseyside, os Kopites ainda esperam com o grito de campeão entalado na garganta. Este ano, distante de um Manchester City quase sobre-humano, o Liverpool luta para conquistar um vice-campeonato quase parecido com o de 2002, com a diferença de que, graças ao próprio clube de Anfield, os citizens não vencerão o título invicto, já que, até aqui, a única derrota dos comandados de Guardiola no campeonato é justamente um 4 a 3 na terra dos Beatles. 

Shakira - A grande cantora das últimas Copas do Mundo

Por Lucas Paes

Shakira durante a apresentação no encerramento da Copa de 2014

A cantora colombiana Shakira, que completa 41 anos neste 2 de fevereiro, é uma das mais famosas vozes femininas do mundo. Reconhecida tanto pela voz marcante, quanto pelo talento co dançarina e a inegável beleza. Além de ser casada com o zagueiro Piqué, com quem tem dois filhos, a cantora tem outra ligação forte com o futebol, pois via de regra sempre é parte dos artistas que cantam musicas tema da Copa do Mundo. 

A história da colombiana com os mundiais começa em 2006. Um de seus maiores sucessos, a música Hips don't lie entrou extra-oficialmente nas músicas da Copa de 2006, na Alemanha. Ela também cantou na cerimônia de encerramento, antes da final entre Itália e França, no Estádio Olímpico de Berlim. Era apenas o inicio.

Waka Waka foi o grande hit da Copa de 2010

Foi em 2010, no Mundial da África do Sul, que a colombiana entrou de vez nas músicas oficiais da Copa. A dançante Waka Waka, feita em parceria com o grupo Fleshyground, foi um sucesso em todo o planeta. A frase "This time for Africa" virou quase um slogan da competição. Para a vida pessoal dela, a música também teve importância, já que foi através dela que Shakira acabou conhecendo Piqué. 

Quatro anos depois, não foi surpresa quando a "Rainha Latina" foi outra vez escolhida para cantar uma das músicas tema da Copa do Mundo do Brasil. Com a disputa voltando as terras sul-americanas, foi natural que ela fosse uma das escolhidas.

Shakira e o "La la la", sucesso em 2014

O Mundial de 2014 teve quatro músicas tema oficiais. Sem surpresas, a de maior sucesso acabou envolvendo Shakira. A canção La La La, feita em parceria com o músico Carlinhos Brown, rodou o mundo e acabou virando uma das maiores marcas daquela competição, junto a inesquecível abertura televisiva (Ô e á). Apenas mais um hit na galeria enorme da moça. Ela também se apresentou na festa de encerramento da competição, no Maracanã, antes de Alemanha e Argentina, junto com o próprio Carlinhos Brown e Ivete Sangalo.

Ainda estamos aguardando a canção temática da Copa de 2018. É difícil imaginar que Shakira não esteja envolvida. Por enquanto apenas especulações surgem, e até a brasileira Anitta foi mencionada nelas. Já com relação a Rainha, oficialmente ou não, qual será o hit da musa das Copas para esquentar a Rússia em 2018?

Os títulos paranaenses do Londrina

Por Lucas Paes

O título de 2014 foi o quarto estadual da elite conquistado pelo Londrina

O Londrina é o clube de maior expressão do interior do Paraná e não é preciso de eufemismos para fazer tal afirmação. Campeão da Série B em 1980 e da Primeira Liga deste ano, o Tubarão esteve próximo do acesso à Série A neste texto. Além disso, o Tubarão tem conquistas estaduais e neste texto relembraremos os títulos paranaenses dos londrinenses.

1962


Fundado em 1956, o clube precisou de apenas seis anos para conquistar o primeiro estadual. Após ser campeão do grupo da região do Norte Novo, o Tubarão pegou o Coritiba e o Cambará no triangular final. O título veio em vitoria por 4 a 2 diante do Coxa, no Couto Pereira , que se chamava Belfort Duarte, com uma rodada de antecedência.

1981


O segundo título veio em 1981. Em um campeonato que o campeão de cada turno decidia o título. A final colocou frente à frente os grandes rivais do interior paranaense, o Grêmio Maringá, campeão do primeiro turno e o Londrina, campeão do segundo. O Tubarão levou a taça com duas vitórias, 3 a 2 em Maringá e 2 a 1 em Londrina.

1992


A terceira taça veio em 1992. Depois de duas fases de grupos, com dez e quatro times em cada um deles, o Tubarão eliminou o Atlético Paranaense nas semifinais e pegou o União Bandeirante na decisão. Com dois empates nos dois primeiros jogos, a definição veio no terceiro jogo, com vitória londrinense por 1 a 0 em casa. 

2014


A última conquista veio em 2014. Depois de passar pela maior crise de sua história, a recuperação começou naquele título. Depois de um quarto lugar na primeira fase, o Tubarão eliminou o J Malucelli nas quartas e o Atlético nas semis. A final foi diante do Maringá FC. Depois de empates por 2 a 2 em Londrina e 1 a 1 em Maringá, a conquista veio com vitória de 4 a 3 nos pênaltis, selando o quarto estadual do clube.

Os quatro Campeonatos Uruguaios conquistados pelo Danubio

Por Mateus Dannibale

O Danubio conquistou o Campeonato Uruguaio em quatro oportunidades

Apesar dos maiores times uruguaios serem Peñarol e Nacional, sempre há aqueles clubes que às vezes surgem para atrapalhar de certa forma os times de maior expressão. É o caso do Danubio, agremiação da cidade de Montevidéu fundado em primeiro de março de 1932, e que briga com o Defensor para ser o terceiro maior do país. A equipe do Jardines del Hipodromo possuí quatro títulos da primeira divisão do Campeonato Uruguaio, sendo eles nos anos de 1988, 2004 e nas temporadas 2006/2007 e 2013/2014.

1988

A equipe campeã em 1988, o primeiro título do Danubio

Em 1988, a primeira vez que o Danubio foi campeão da primeira divisão, o campeonato era dividido em dois turnos. A equipe terminou o campeonato com 40 pontos em 24 jogos, sendo 18 vitórias, quatro empates e duas derrotas, com o melhor ataque da competição, marcando 52 gols ao final do torneio. Aliás, vale ressaltar que entre 1987 e 1991, nem Peñarol e nem Nacional foram campeões uruguaios

Em 12 de junho, o Danubio começou a escrever, o que acabaria por ser a página mais gloriosa de sua história inigualável. Ganhar o Campeonato Uruguaio de ponta a ponta, algo que não fez desde sua estréia em 1948, o maior número de pontos, a maioria de vitórias, o caçula de derrotas, os meninos daquele ano fizeram excelente campanha. No dia 27 de novembro foi quando soltaram o grito de campeão um dia que todos aguardavam ansiosamente.

O elenco daquele ano histórico foi: Eber Moas, Daniel Sánches, Fernando Kanapkis, Ruben Da Silva, Nelson Cabrera , Gustavo Dalto , Ruben Pereira, Javier Zeoli, Edison Suárez , Juan Goñez , Edgar Borges, Luis Da Luz, Adrián Viera (16), Richard Rodríguez Fernando Baleato , Hugo Baldenegro , Carlos Rodríguez, Alberto Bombacci , Daniel Pérez , Leonel Bozzano, Sergio Cabral Oscar Corrales e Angel Vidal.

2004

Em 2004, o Danubio bateu o Nacional na decisão

O Danubio voltou a ser campeão no ano de 2004, conquistando o seu segundo título uruguaio da história neste ano após vencer o Nacional. O torneio era composto por dezoito equipes, que após o primeiro turno apenas as 10 primeiras colocadas seguiam na competição. No campeonato, o time jogou 27 partidas, ganhou 18, empatou sete e perdeu dois, marcando 40 gols. Ignacio Risso foi o goleador com 10 gols. Já Jadson Viera foi o único que jogou absolutamente todos os jogos.

O elenco campeão daquele ano foi composto por: Luis Barbat, Luciano Cafu "Barbosa, Jadson Viera, Guillermo Rodríguez, Ribair Rodríguez, Omar Pouso (Capitão), Walter Gargano, Pablo Lima, Ignacio González, Juan M. Oliveira e Walter Guglielmone. Alternaram: Jorge Curbelo, Jorge Anchén, Damián Álvarez, Diego Rariz, Carlos Grosnile, Gonzalo Gutiérrez e Juan M. Salgueiro. Substitutos: Michel Etulain, Walt Báez, Damián Malrrechauffe e Ruben Da Silva.

2006/2007

Na temporada 2006/2007, o Danubio venceu os dois turnos

Dois anos depois veio o terceiro campeonato na temporada 2006/2007. O Campeonato começou em agosto de 2006, terminando em maio de 2007 e o Danubio, dirigido por Gustavo Matosas foi bem. Venceu o Apertura de 2006 com 34 pontos em 15 jogos, vencendo 11, empatando uma e perdendo três.

No Clausura, a vitória foi mais complicada. O time do Jardines Del Hipodromo empatou em 32 pontos com o Peñarol e a decisão foi para um jogo extra, realizado no dia 17 de maio. Depois de 1 a 1 no tempo normal, o Danubio venceu o Carbonero por 3 a 2 nas penalidades, vencendo o Clausura e, consequentemente, o Campeonato Uruguaio da temporada.

O elenco era composto por: Nestor Esteban Conde Quintana, Jadson Vieira Castro, Sérgio Gonzales, Sérgio Damían, Leonardo Abelenda, Marcel Róman, Enzo Scorza, Iganacio María Gonzáles, Jorge Adrían Garcia, Willians Peralta, Himilton Ricard Cuesta, Jeffrey Díaz e Daley Yesid Mena.

2013/2014

Em 2014, o Danubio reverteu a vantagem do Wanderers

Após sete anos, o Danubio voltou a conquistar o título nacional na temporada 2013/2014, o quarto de sua história. A equipe venceu o Apertura 2013, chegando na última rodada com 29 pontos, um atrás de River Plate e Nacional. Os rivais não venceram e o Danubio, que bateu Sud America, conquistou o primeiro turno.

Porém, na decisão, a equipe encarou o Wanderers, campeão do Clausura e melhor campanha na soma dos dois torneios. Se os Boêmios vencessem o primeiro jogo, já conquistariam o título, mas o Danubio fez 3 a 0 e provocou mais duas partidas. Na primeira, 0 a 0. Na segunda, um 2 a 2 e o Campeonato Uruguaio foi decidido nos pênaltis, onde a equipe do Jardines del Hipodromo venceu por 3 a 2 e conquistou a taça.

O elenco era formado por. Salvador Ichazo; Matías De los Santos, Emiliano Velázquez e Federico Ricca; Camilo Mayada, Fabricio Formiliano, Gonzalo Porras, Leandro Sosa e Juan Ignacio González, Diego Martiñones e Bruno Fornaroli. O técnico era Leonardo Ramos.

Um tiro de Recoba e vitória do Nacional no Superclássico de 2014

Recoba comemora o gol que deu a vitória ao Nacional há dois anos (foto: Facebook Recoba)

Em 9 de novembro de 2014, Nacional e Peñarol entravam no gramado do mítico Estádio Centenário, em Montevidéu, para mais uma disputa do Superclássico Uruguaio. O que ninguém esperava é que a partida, que completa dois anos hoje, fosse decidida nos acréscimos e com um gol de falta de um ídolo do Bolso, o veterano Álvaro 'El Chino' Recoba.

Nacional e Peñarol têm, disparadamente, a maior rivalidade do futebol uruguaio. Os dois clubes são os maiores vencedores do país, tanto internamente como internacionalmente. Os jogos entre as duas equipes param Montevidéu, a capital do país, e, normalmente, são emocionantes.

É verdade que o primeiro tempo da partida do dia 9 de novembro de 2014 foi um jogo disputado, mas longe de ter um belo futebol. Muita raça, chutão, encaradas, mas poucos lances com a bola rolando. Até por isso, os 45 minutos iniciais terminaram com o placar de 0 a 0, apesar de o Nacional ter tido as poucas chances até então. Mas a segunda etapa reservava momentos de grandes emoções.

Pois o Peñarol veio para cima, buscando o gol que o colocaria na disputa do 'Torneo Apertura', que era liderado pelo rival. A pressão deu certo e aos 12 minutos, Pacheco, de pênalti, abriu o marcador para os Carboneros, fazendo a festa da Barra Amsterdã, a torcida do Peñarol. Porém, muito ainda ia acontecer naquele dia.

O goleiro do Peñarol não alcançou a bola
(foto: Ovación)

Aos 13 minutos, o técnico do Nacional, Gutiérrez, fez as três substituições, colocando em campo Fernández, Taborda e o ídolo da torcida, Álvaro Recoba. Aos 32, uma ajuda para o Bolso, pois o zagueiro do Peñarol, Macaluso, foi expulso. Mas a vantagem de um homem a mais não durou muito, pois o lateral do Bolso, Romero, recebeu o cartão vermelho aos 38.

Enquanto o técnico do Carbonero, Jorge Fossatti, fechava o time, colocando defensores em campo, o Nacional ia para a pressão, pois sabia que, no mínimo, um empate naquele momento deixava a equipe em boas condições na competição. De tanto insistir, o gol da igualdade saiu aos 45 minutos: Recoba cobrou escanteio pela esquerda e depois de um bate rebate na área do Peñarol, Fernández, que veio do banco de reservas, balançou as redes: 1 a 1 no placar do Centenário.

E se o resultado já estava razoável para o Nacional, ainda tinha mais por vir. Aos 49, uma falta quase na intermediária e o experiente ídolo Álvaro Recoba foi para a cobrança. Com a técnica peculiar, 'El Chino' bateu perfeitamente na bola com o pé esquerdo, e a 'pelota' passou entre o goleiro Migliore e a trave: gol do Nacional, que virou incrivelmente a partida.

Foi uma grande festa da La Banda Del Parque e de todos os torcedores do Nacional. Todos lembram do lance e o próprio Álvaro Recoba, em seu Facebook oficial, agradeceu hoje as mensagens de lembrança do gol no clássico, mesmo dois anos depois do acontecido.

Melhores momentos da partida

Ficha Técnica

NACIONAL 2 X 1 PEÑAROL

Data: 9 de novembro de 2014
Local: Estádio Centenário - Montevidéu - Uruguai
Árbitro: Christian Ferreyra
Assistentes: Miguel Nievas e Richard Trinidad

Cartões Amarelos
Nacional: R. García
Peñarol: Píriz, Migliore e Giiménez

Cartões Vermelhos
Nacional: Romero
Peñarol: Macaluso

Gols
Nacional: Fernández, aos 45', e Recoba, aos 49' do segundo tempo
Peñarol: Pacheco (pênalti), aos 12' do segundo tempo

Nacional: G. Munúa; S. Romero, R. García, D. Polenta e A. Espino (S. Fernández); D. Arismendi, G. Porras, H. Giménez (A. Recoba) e G. Pereiro (Taborda); C. De Pena e I. Alonso - Técnico: Á. Gutiérrez.

Peñarol: P. Migliore; G. Viera, C. Valdez, D. Macaluso e A. Rodales; S. Píriz, Jor. Rodríguez, Diogo (D. Rodríguez) e A. Pacheco (M. Novick); Jon. Rodríguez (Núñez) e M. Zalayeta - Técnico: J. Fossati.

Alemanha 1 x 0 Argentina - E a Copa das Copas chega ao seu fim, Parabéns Alemanha!

Alemanha, a grande campeã!

* por Jarlam Oliveira

A grande final da copa 2014, poderia com certeza escrever um pouco da final durante todos os dias desse especial de um ano da Copa do Brasil 2014, pois além de ser o jogo mais esperado, mais disputado, ele foi o único que iníciou antes mesmo da copa começar, como por exemplo qual seria a sensação do então capitão da seleção Brasileira Thiago Silva em levantar a taça no Maracanã lotado.

Eu particularmente, consegui o ingresso da final, sozinho, direto no site da FIFA, nas vendas efetuadas por ordem de chegada no portal, e acabei conseguindo para os dois jogos mais disputados, o primeiro e último jogo, para alguns (eu inclusive) os jogos mais importantes da Copa; após confirmada a compra, a sensação de Copa, mesmo antes do primeiro jogo, era incrível, pois existiam 32 seleções dispostas a dar a vida para ser protagonista naquela partida, e eu seria uns dos privilegiados a assistir no Maracanã, após estar presente em jogos dos meus clubes de coração, amistoso da seleção Brasileira em Londres antes da Copa de 2010, Copa América na Argentina em 2011, finalmente chegara minha vez de estar ao vivo no jogo mais importante.

Coincidentemente, um grande amigo também conseguiu comprar o ingresso para a final, portanto entramos em contato com uma amiga em comum no Rio de Janeiro, moradora do bairro (acreditem!) Maracanã, apartamento localizado a menos de 15 minutos do estádio, e essa não cobrou nada de nós para nos hospedarmos em sua casa, ou seja, o custo de transporte e hospedagem ficaria muito abaixo do que havia programado (Graças a Deus).

Alemães estavam confiantes

Esse meu amigo, acabou indo no trágico jogo do Mineirão, entre Brasil e Alemanha e acabou por desistir de ir a final comigo, porém já com passagem comprada foi ao Rio de Janeiro e acabei intermediando a venda do ingresso dele a um outro colega pela bagatela de R$ 5 mil (exato, cinco mil Reais), já pra mim, via rede social, me foi oferecido de dois mil até R$ 10 mil, mas não existia valor que me tirasse daquele momento, mesmo já sabendo que nosso país não participaria da final, o sentimento duante todos os jogos anteriores até aquele dia 13 de julho foi de expectativa, pois sabia que, independente do que acontecesse antes, naquele jogo, naquela final todos os momentos entrariam pra história do futebol e minha.

Mesmo com muitos (muitos mesmo) argentinos em volta do estádio, planejando comprar, ou roubar um ingresso para entrar no Maracanã, consegui entrar tranquilamente pelo Portão B do Maracanã, clima maravilhoso, pessoas de diversos países, cantando e pulando , a maioria claro que de Argentinos e Brasileiros no estádio, porém a maioria dos torcedores, queria que a Alemanha se sagrasse campeã naquele Domingo.

A primeira coisa que fiz após entrar no estádio, foi garantir os copos de refrigenrante e cervejas, patrocinadores da Copa, pois os copos em versão especial da final seriam muito cobiçados (como foram em todos os outros jogos), entrei faltando umas duas horas pro jogo iniciar e pude andar por todo Maracanã conversando com outros torcedores de diversos países e a sensação de todos era a mesma naquele momento, A REALIZAÇÃO DE UM SONHO.

A Cerimônia de encerramento da Copa do Mundo foi muito divertida, porém a ansiedade para o início da partida era muito grande, Carlinhos Brown, Shakira, Ivete Sangalo, Santana e os outros artistas que participaram da cerimônia, pouco agitaram o público ao meu ver, pois nesse momento, haviam mais pessoas  nas lojas oficiais da Fifa no interior do estádio do que assistindo ao show de encerramento.

Quando as equipes entraram em campo, o estádio parou, muitos argentinos chorando de emoção e eu me sentindo muito feliz, e claro triste pelo fato da nossa seleção não ter chegado àquela partida. o jogo em si foi muito emocionante, aos primeiros minutos Iguain teve duas chances, uma delas cara a cara falha do Kross, que não conseguiu converter em gol, na sequencia, Higuain ainda conseguiu marcar, o explodiu, porém Impedido o gol foi bem anulado, Messi driblou Neuer e Boateng salvou, Alemanha acertou a trave na sequencia, aos 46 do primeiro tempo JOGAÇO. No segundo tempo o jogo foi muito emocionante, porém os times se fecharam muito, acredito que os dois com medo de levar um gol e o jogo terminou em tempo normal 0 a 0.

Comemoração no gol de Götze

Na prorrogação,permaneceram os dois times se defendendo demais, e o estádio inteiro aguardando a estrela de algum daqueles grandes jogadores brilhar, quando aos 06 minutos do primeiro tempo da prorrogação, Palacio perdeu um gol que seria lindo, e finalmente aos 07 do segundo tempo daquela sofrida prorrogação, Schurlle recebe passe de Kross, avança e cruza para Mario Gotze, sozinho, dominar no peito e emendar um lindo chute,l no lado do campo que eu estava, não consigo descrever esse momento com muitos detalhes, nunca vi festa igual, e choro igual, não me aguentei e também vim às lágrimas, imaginando que a aquele momento seria único, e provavelmente o gol mais importante da carreira daquele jogador, a partir dali, foi só festa, uns choravam de emoção outros de tristeza, imagens que nunca sairão da minha mente, mágico.

A premiação não demorou a começar, alguns torcedores Argentinos já tinham deixado o Maracanã quando o capitão Lahm da Alemanha levantou a Copa, a Taça da Copa, naquele momento ngm tinha se dado conta que a Copa das Copas estava por acabar e eu certo de que aquele momento era sim o momento mais importante do esporte que mais gosto e que a história estava sendo escrita ali, bem na minha frente de maneira emocionante e inesquecível.

Após tudo isso ainda continuei mais duas horas dentro do estádio, não queria sair, não queria acreditar que a Copa havia terminado, queria que tivesse um novo início e que tudo ocorresse da mesma maneira, porém sai junto com alguns últimos alemães aos gritos de "Super Deustchland".
Necessário afirmar mais uma vez, que pude estar no melhor que alguem que goste de futebol possa estar, todos os momentos e acontecimentos foram sensacionais.

Agradeço a Deus, pela oportunidade, agradeço ao meu pai, senhor Josué, que desde pequeno, na primeira vez que levou ao Ulrico Mursa e me ensinou que aquele esporte era mais que um entretenimento, que a gente podia ter paixão, amor e se emocionar, muito mais que um filme ou uma peça de teatro. Agradeço ao amigo Victor pelo convite, aos meus amigos Rafael João, Gustavo Afonso, Lucas Barros e Thiago Morelli, que comigo curtiram a copa em todos os momentos da melhor maneira possível.

Muito obrigado por tudo O curioso do Futebol! Nos vemos na Rússia em 2018!


* Jarlam Oliveira, 31 anos, é analista de importação, mora atualmente em Curitiba e torce para o Corinthians.

Alemanha 1 x 0 Argentina - E chegou a grande final

Antes do início da partida, com a Taça no canto

* por Wladimir Mattos

Copa do Mundo é um momento único para quem gosta de futebol. Por isso, logo quando o site de ingressos da Copa do Mundo de 2014 abriu, me inscrevi para o sorteio para a compra das entradas. Eu e minha família fomos sorteados no primeiro lote para a partida final no Maracanã. Com isto, estava garantido que eu iria assistir a um jogo da Copa do Mundo no Brasil.

Chegamos ao Rio no dia anterior à partida, no dia 16 de julho. Ficamos hospedados em um flat na região da Lagoa Rodrigo de Freitas. No dia seguinte, nos preparamos para ir ao Maracanã. A ida para o estádio não foi complicada, mas demorada, pois havia um limite para aproximação de veículos ao estádio. Usamos a combinação metrô e táxi para chegar ao local da grande final. De forma geral, foi tranquilo, até porque o Brasil não estava na final.

Antes do jogo, o clima era de festa. Alemães e argentinos vibravam e cantavam. Os torcedores das duas seleções estavam confiantes na vitória. Porém, no final apenas só uma das duas torcidas sairia feliz do Maracanã.

Lance do gol de Götze

Obviamente, como todo brasileiro, gostaríamos que a nossa seleção estivesse na final, mas a partida foi interessante. As duas equipes tiveram chances de marcar ao longo da partida. Mesmo sem gol nos 90 minutos do tempo do normal, eu gostei do jogo.

Na prorrogação, os times começaram a demonstrar cansaço e o ritmo da partida diminuiu, mas ainda com um futebol interessante. Quando a partida parecia caminhar para a decisão por pênaltis, Götze aproveitou a chance que teve e garantiu o título da Alemanha.

Após o apito final do árbitro, o italiano Nicola Rizzoli, muita tristeza por parte dos argentinos. Já os alemães estavam muito alegres com a conquista do quarto título mundial de futebol conquistado pela seleção deles.

Vale ressaltar que, tanto antes como depois do jogo, houveram boas conversas com pessoas de diversas nacionalidades. O clima da Copa realmente é uma grande confraternização. Mesmo com o Brasil não estando na final, o que deu um pouco de tristeza, a sensação de estar em um jogo decisivo de taça do Mundial é indescritível.

Ao final do grande evento, uma constatação: realmente fica a imagem de que os brasileiros são, de fato, especiais. Não existe no mundo pessoa mais amigável do que o brasileiro. A Copa do Mundo de 2014 ratifica esta imagem.


* Wladimir Mattos, 50 anos, é empresário e mora em Santos.
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