Mostrando postagens com marcador Mineirão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mineirão. Mostrar todas as postagens

Atlético perde para o América, mas volta a ser hexacampeão mineiro

Com informações do CNN Esportes
Foto: Pedro Souza / Atlético

Atlético conquistou o título

Pela segunda vez em sua história, o Atlético é hexacampeão mineiro em anos consecutivos. O Galo garantiu o título estadual, neste sábado (15), mesmo perdendo por 1 a 0 para o América, no Mineirão, em Belo Horizonte.

Como havia goleado o Coelho por 4 a 0 no jogo de ida, o Atlético já entrou em campo com grande vantagem, e podia perder por até três gols de diferença para ficar com a taça. Por isso, o gol isolado do centroavante Jonathas, aos 31 minutos do segundo tempo, foi insuficiente para o Coelho reverter a desvantagem.

Hegemonia estadual e mais um hexa - Campeão mineiro em 2020, 2021, 2022, 2023, 2024 e, agora, em 2025, o Atlético-MG repete um feito que havia conquistado entre 1978 e 1983.

O rival Cruzeiro só conseguir ser pentacampeão, em uma oportunidade, entre 1965 e 1969. O recorde de títulos consecutivos, no entanto, pertence ao América, que foi deca campeão entre 1916 e 1925, há 100 anos.

O Galo, por outro lado, tem ampla vantagem histórica no Campeonato Mineiro. O alvinegro venceu o título 50 vezes, 12 a mais que o Cruzeiro (38 títulos). O América tem 16 troféus estaduais.


Capitão Hulk volta de lesão para levantar a taça - Já nos minutos finais da partida, Hulk, capitão do Atlético-MG, substituiu Rony. O experiente atacante se recuperou da lesão muscular que o fez perder o jogo de ida, mas, com a boa vantagem do Galo, ficou quase toda a partida no banco.

Ele entrou no fim para levantar mais uma taça com a camisa do Atlético. Dos seis títulos do hexacampeonato consecutivo, Hulk não esteve presente apenas no primeiro deles, em 2020. Com isso, o ídolo da torcida atleticana chega a oito troféus conquistados pelo Galo.

Há 10 anos, Brasil dava seu maior vexame na história do futebol

Foto: arquivo

Comemoração do primeiro dos sete gols alemães naquele jogo

No sábado, dia 6, o Brasil foi eliminado da Copa América perdendo nos pênaltis para o Uruguai, nos Estados Unidos, mesmo tendo ficado alguns minutos com um jogador a mais em campo, já que a Celeste teve um atleta expulso. Esta só foi mais uma de uma série de derrotas que a Canarinho vem sofrendo em anos de queda. E a pior delas está completando exatamente 10 anos neste 8 de julho de 2024: a vexatória derrota por 7 a 1 para a Alemanha, em pleno Mineirão, na semifinal da Copa do Mundo de 2014.

Aquele jogo, mesmo antes de começar, tinha seus contornos dramáticos. Neymar havia saído machucado, e Thiago Silva tomou o terceiro amarelo nas quartas de final contra a Colômbia. A ausência do camisa 10 era uma enorme preocupação, já a do zagueiro era levada em tons mais suaves, visto que na reserva tínhamos Dante, que "conhecia os alemães", segundo os especialistas da bola na época.

O árbitro trilha o apito, a bola rola e o jogo começa. A euforia da multidão forma uma atmosfera única. Por alguns minutos, a Alemanha respeita o Brasil, que acredita que pode vencer. Aos 10 minutos de partida, esse cenário se inverte completamente. Escanteio para os alemães, Toni Kroos cobra no miolo da área, a bola passa pela linha formada na primeira trave e sobra limpa para Thomas Muller, que abre o placar.

Depois do gol, o Brasil ainda crê na qualidade dos seus jogadores e na vitória. Doce ilusão que, a partir dos 20 minutos, se transformou no maior dos pesadelos. Klose ampliou o placar aos 23, no rebote de Julio Cesar. Em dois erros de saída de bola, Kroos faz o terceiro e o quarto da Alemanha, no minuto 24 e 26. Três minutos depois, Khedira marca o quinto gol.

Faltando 60 minutos para o apito final, a Alemanha vencia o Brasil por 5 a 0. Torcedores choravam nas arquibancadas, outros xingavam. Os alemães davam risada, incrédulos. Nem mesmo eles acreditavam no que estavam vendo. Na volta do intervalo, a Alemanha jogando já em ritmo de treino ainda faz mais dois gols, com Schurrle. O gol de honra brasileiro veio pelos pés de Oscar, no finalzinho da partida.

A partida, além do duro golpe aplicado no "país do futebol", evidenciou recados que o campo já estava querendo nos dar a muito tempo. O Brasil estava ficando para trás. O futebol havia mudado, passou por transformações profundas nas formas de se jogar. O inepto Felipão, da família Scolari de 2002, já não existia mais, estava ultrapassado. O treinador paizão já não bastava mais.


Nestes 10 anos teve a volta de Dunga, que não deu certo, Tite, que teve alguns brilhos, como o título da Copa América de 2019 e não ter pedido jogo em Eliminatórias, mas a derrota na final para a Argentina no Maracanã vazio, por conta da pandemia de Covid-19, na final continental de 2021 e as eliminações nas Copas do Mundo de 2018, para a Bélgica, e 2022, para a Croácia, deixarem seu trabalho em cheque.

Depois da saída de Tite, foram três treinadores. Ramon Menezes era interino e sabia que não ficaria. A CBF dizia que tinha um acordo com Carlo Ancelotti e deixou Fernando Diniz até ele chegar. O ex-técnico do Fluminense não deu certo e o italiano resolveu ficar no Real Madrid (se é que tinha acerto). Agora, Dorival Júnior coleciona uma série de empates e não agrada. Então, fica a pergunta: quando será que a Seleção vai voltar a convencer?

É penta! Atlético bate o Cruzeiro de virada e conquista o Mineiro 2024

Foto: Pedro Souza / Atlético

Mineirão foi o palco da decisão

Pentacampeão! Na tarde deste domingo, dia 7, no Mineirão, em Belo Horizonte, o Atlético venceu o clássico contra o Cruzeiro, de virada, por 3 a 1, e conquistou o Campeonato Mineiro de 2024. É o quinto estadual seguido do Galo.

O jogo de ida, realizado no sábado do último final de semana, na Arena MRV, terminou empatado em 2 a 2. Com isto, o Cruzeiro, melhor campanha na competição, precisava de um novo empate para ficar com a taça. Já o Atlético precisava vencer por qualquer placar para ser campeão.

Aos sete minutos de jogo, Paulinho recebeu livre na frente, ficou cara a cara com Rafael Cabral, mas mandou para fora. Depois disso, Hulk cobrou falta de longe para a defesa do goleiro cruzeirense. Paulinho teve nova chance aos 21 e finalizou para fora.

O Cruzeiro respondeu aos 33, com Zé Ivaldo chutando de longe, com a bola saindo sem perigo. Pouco depois, Matheus Pereira cobrou falta e assustou o goleiro Everson. Aos 47, em disputa com o zagueiro Neris, Hulk caiu na entrada da área cruzeirense. O árbitro considerou a jogada como normal, e o VAR não chamou para a revisão do lance.

No segundo tempo, a Raposa se lançou ao ataque e marcou aos 6 minutos. Battaglia errou na saída de bola, Matheus Pereira aproveitou, dominou a bola e cruzou para a área. Mateus Vital cabeceou cruzado e marcou: 1 a 0 para o Cruzeiro.

O Galo foi para cima depois de tomar o gol e conseguiu empatar a partida aos 19'. Otávio fez o cruzamento para a área, Saravia cabeceou, de costas para o gol, a bola encobriu Rafael Cabral e morreu dentro do gol: 1 a 1.

Aos 27', veio a virada do Atlético: Igor Gomes cruzou para a área e a bola desviou na mão de Lucas Silva. O VAR chamou o árbitro para analisar e o pênalti foi marcado. Hulk foi para a cobrança e conferiu: 2 a 1!


O Cruzeiro, atrás no marcador, foi para cima, buscando o empate. Mas isto deu espaços para os contra-ataques do Atlético, que marcou assim o terceiro gol, com Gustavo Scarpa, que recebeu passe de Paulinho e driblou Rafael antes de marcar, nos acréscimos: 3 a 1 Galo e pentacampeonato do Atlético.

O Cruzeiro volta a campo na quinta-feira, dia 11, às 21 horas, quando encara a Alianza Petrolera, da Colômbia, no Mineirão, em Belo Horizonte, pela Sul-Americana. Um dia antes, às 19 horas, na Arena MRV, na mesma cidade, o Atlético encara o Rosário Central pela Libertadores.

Há 46 anos, São Paulo conquistava seu primeiro título brasileiro

Por Fábio Rocha
Foto: Arquivo

O São Paulo foi campeão de 1977 já em 1978

Há 46 anos o São Paulo conquistava o seu primeiro título de Campeonato Brasileiro. Foi em 1977, mas a competição só terminou no dia 5 de março de 1978. O tricolor fez uma uma campanha regular e teve uma final dificílima contra o Atlético Mineiro, e nos pênaltis ficou com o título. 

A competição ocorreu com 62 times, na primeira fase. Eram quatro grupos com 10 e dois com 11. Os cinco melhores passavam para a próxima fase, e os outros iam para a repescagem.

Na repescagem, as equipes foram separadas em seis grupos e apenas o primeiro colocado voltava à competição para a terceira fase. Na segunda fase, as equipes foram dividas em seis grupos, os três primeiros classificavam. Os 24 clubes que passaram foram divididos em quatro e apenas os líderes passaram para a fase final. Lembrando que todas as fases foram de turno único. 

O São Paulo fez uma competição regular, não era a melhor equipe, mas estava entre uma das melhores. O time conseguiu manter um bom desempenho durante todas as fases, jogando um futebol rápido e vertical, além de ter uma defesa muito sólida. 

O tricolor foi passando fase a fase, mantendo sempre seu padrão de jogo. A equipe paulista chegou até a fase final, de mata mata, como um dos favoritos para a conquista do título. 

A equipe chegou para a semifinal junto com o Atlético Mineiro, que era o grande favorito, Londrina e Operário. O São Paulo enfrentou o Operário e não teve muitas dificuldades, logo no primeiro jogo venceu por 3 a 0, encaminhando sua vaga para a grande final. 

No jogo de volta, o time até perdeu por 1 a 0, mas conseguiu a vaga para a grande decisão. O Atlético Mineiro também garantiu a sua vaga depois de dois jogos muito movimentados, e venceu no agregado por 6 a 4. 

Chegaram as duas melhores equipes para a final, mas o Galo tinha feito uma competição melhor, e chegou a decisão invicto.

A final era em jogo único e a equipe de melhor campanha tinha o mando de campo, por isso a decisão foi no Mineirão, em Belo Horizonte, para mais de 100 mil pessoas. A partida gerou expectativa em todo público, e a maioria acreditava na vitória do Galo. 


Porém, o tricolor chegou com seu jogo sólido, tendo uma defesa muito bem postada e apostava no seu estilo mais defensivo para ganhar a competição. A equipe paulista conseguiu controlar o forte ataque do Galo, e o jogo foi muito truncado, terminando em 0 a 0. 

Na prorrogação a partida se manteve empatada; pois a defesa tricolor fez um jogo impecável. A decisão foi para as penalidades e brilhou a estrela do goleiro Waldir Peres, sendo o herói do tricolor, dando o primeiro titulo do Campeonato Brasileiro ao São Paulo.

O time tricolor era formado por: Waldir Peres, Getúlio, Tecão, Bezerra e Antenor; Chicão, Darío Pereyra e Teodoro;  Viana,  Mirandinha e Zé Sérgio. Técnico: Rubens Minelli.

Nos pênaltis, São Paulo bate o Palmeiras e conquista a Supercopa do Brasil

Por Fabio Rocha
Foto: Staff Images / CBF

E deu São Paulo no Mineirão

Nos pênaltis, o São Paulo foi campeão da Supercopa Rei! Após um empate sem gols no tempo normal, contra o Palmeiras, no Mineirão, em Belo Horizonte o Tricolor Paulista venceu por 4 a 2 nos tiros da 'marca da cal' para ficar com a taça. Os 90 minutos do jogo deste domingo, dia 4, tiveram muitas faltas e cartões, deixando o jogo truncado, mas ambos os times tiveram pelo menos uma oportunidade clara. 

Atual campeão da Supercopa, o Palmeiras está na edição deste ano da disputa por ter sido campeão brasileiro. Pelo Paulistão, o Verdão vinha de vitória sobre o Red Bull Bragantino por 1 a 0. Já o São Paulo, campeão da Copa do Brasil, vinha de vitória no clássico contra o Corinthians, também pelo estadual, por 2 a 1.

A partida começou muito truncada, com algumas faltas duras e o clima bem quente no Mineirão. As duas equipes se estudaram muito e fecharam muito bem os espaços, deixando o jogo mais lento e sem muitas chances de perigo. 

O São Paulo ficou mais com a posse da bola, mas foi o Palmeiras que começou a chegar com mais perigo. A primeira chance alviverde foi com Rony, depois de girar sobre o zagueiro e chutar forte, mas o goleiro Rafael foi muito bem. Já o Tricolor teve sua primeira e única oportunidade nos pés de Nikão, que chutou forte, a bola desviou e Weverton fez uma ótima defesa. 

Com muitas faltas, a etapa inicial teve mais cartões amarelos do que chances claras de gols, o que mostrou como o clima estava quente entre ambos os lados. O Verdão teve seus principais atletas amarelados, entre eles Zé Rafael e Raphael Veiga, e Luciano por parte do tricolor. 

O segundo voltou mais devagar ainda;m, muito por causa de problemas físicos, já que ainda é começo de temporada. O Palmeiras conseguiu controlar mais o meio-campo e chegou com perigo, principalmente com Flaco López, que desperdício uma boa oportunidade. 

As equipes ficaram cada vez mais cautelosas com o passar do tempo, tentando tirar o espaço a todo momento, porém, por causa do cansaço, os espaço surgiram naturalmente. Depois dos 30 minutos, ambos os times tiveram grandes oportunidades, mas não conseguiram ser eficazes na finalização.


A partida acabou empatando e a decisão foi direto para as penalidades. O São Paulo conquistou o título, com o Rafael defendendo o pênalti de Murilo e Piquerez dando a primeira conquista profissional do ano ao Tricolor Paulista. 

O São Paulo volta a campo na quarta-feira, dia 7, às 21h35, quando terá pela frente o Água Santa, no Morumbi, na capital paulista. Já o Palmeiras joga na quinta-feira, dia 8, às 21 horas, contra o Ituano, na Arena Barueri.

Supercopa do Brasil será no Mineirão

Com informações da CBF
Foto: divulgação

Mineirão será palco da Supercopa do Brasil de 2024

O Estádio Mineirão, em Belo Horizonte, foi escolhido para receber a Supercopa do Brasil. A decisão será no dia 4 de fevereiro, às 16h. O Palmeiras, campeão da Série A do Campeonato Brasileiro, e o São Paulo, vencedor da Copa do Brasil, vão disputar o troféu da competição que abre a temporada do futebol brasileiro.

Neste ano, o torneio será decidido no clássico Choque-Rei. O Palmeiras entrará em campo com o objetivo de defender o título de 2023, vencido diante do Flamengo por 4 a 3 em um jogo eletrizante, com direito a golaços e homenagens ao Pelé. Já o São Paulo almeja a primeira conquista do torneio, que voltou a ser uma tradição no calendário no Brasil.

Flamengo e Athletico Paranaense fizeram em 2020 a partida de reinauguração do torneio. No ano seguinte, Palmeiras e Flamengo lutaram pelo título e, em 2022, Atlético Mineiro e Flamengo.

Emoção e muitos gols têm marcado as Supercopas do Brasil realizadas até o momento. Nas quatro partidas, a média de gols marcados é de 4,5 por partida. Além disso, nas edições de Flamengo x Palmeiras e Atlético Mineiro x Flamengo, o vencedor levantou a taça após uma eletrizante disputa por pênaltis.


A competição é sucesso de público, com média de 49.153 torcedores. No duelo rubro-negro de 2020, 48.009 pessoas assistiram à vitória flamenguista por 3 a 0, no Mané Garrincha, em Brasília. Entre Flamengo e Atlético Mineiro, a Arena Pantanal, em Cuiabá, recebeu 32.028 torcedores que acompanharam o empate em 2 a 2 no tempo regulamentar e o título atleticano nos pênaltis por 8 a 7. Em 2023, 67.422 pessoas presenciaram a vitória do Palmeiras por 4 a 3 diante do Flamengo, no Mané Garrincha, em Brasília.

Bicampeão! Palmeiras empata com o Cruzeiro e ratifica título do Brasileirão 2023

Por Fabio Rocha
Foto: reprodução

Lance do gol de Endrick, que abriu o marcador na partida

O Palmeiras empatou com o Cruzeiro, em 1 a 1, no Mineirão, em Belo Horizonte, nesta quarta-feira, dia 6, e assegurou o bicampeonato brasileiro, sendo o 12º título do Verdão na competição. A partida foi muito equilibrada, mas com o Cruzeiro tendo as melhores chances, mas o Verdão conseguiu segurar o resultado.

Líder, com 69 pontos, e vindo de vitória sobre o Fluminense, em casa, por 1 a 0, o Palmeiras só não conquistaria o título se perdesse a partida desta quarta e Atlético Mineiro ou Flamengo descontassem a grande diferença do saldo de gols. Já o Cruzeiro, 14º com 46 pontos, e sem risco de cair, vinha de empate em 0 a 0 com o Botafogo, fora.

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

Cruzeiro bate o Grêmio e conquista a Copa do Brasil Sub-20

Foto: Staff Images / CBF

Fernando marcou duas vezes

O Cruzeiro é o campeão da Copa do Brasil Sub-20 de 2023. O título veio neste domingo, dia 15, com uma vitória por 2 a 0 sobre o Grêmio, no Mineirão, em Belo Horizonte. O destaque foi Fernando, que marcou os dois gols da Raposa no jogo.

Para chegar à decisão da Copa do Brasil Sub-20 de 2023, o Cruzeiro passou pelo Fluminense na semifinal, vencendo o jogo de ida, no Rio de Janeiro, por 3 a 2, e empatando em Sete Lagoas em 2 a 2. No meio de semana, a Raposa conquistou o Mineiro da categoria, batendo o Coimbra na decisão. Já o Grêmio despachou o Bahia e tanto no jogo em sua Arena, como em Pituaçu, o placar foi de 3 a 2 para o Imortal Tricolor.

O Cruzeiro ameaçou mais que o Grêmio no primeiro tempo. Com apoio da torcida celeste, o time criou as principais chances. Com uma bela bicicleta, Japa quase fez um golaço, aos cinco minutos, mas a bola foi para fora. Aos poucos, o Grêmio saía para o jogo e buscava nas bolas cruzadas na área uma maneira de ficar perto do primeiro gol.

Só que foi a Raposa que quase abriu o marcador. Robert fez uma bela jogada pela esquerda, fintou a marcação e bateu rasteiro e cruzado. Cássio tocou de ponta de dedo na bola e ela bateu na trave, com o zero mantido no placar.

Na segunda etapa, o Cruzeiro dominou, insistiu e abriu o marcador aos 24 minutos. Fernando invadiu a área e chutou prensado para a defesa de Cássio, que fez grande defesa. No rebote, a bola voltou para o atacante, que de perna canhota emendou belo chute para marcar um golaço: 1 a 0 para a Raposa.


O gol deu ainda mais ânimo ao Cruzeiro, que foi para cima e ampliou aos 30'. João Pedro roubou a bola da defesa gremista, conduziu pela direita e rolou para Fernando na meia-lua. O atacante domina e bateu colocado para fazer o segundo dele e da Raposa no jogo.

O Grêmio foi para cima, acordou e aos 36' até chegou a balançar as redes, com José Guilherme, mas o lance foi anulado por impedimento após consulta ao VAR. Depois desse lance, o Cruzeiro conseguiu controlar as ações e comemorar o título após o apito final.

Athletic perde para o Bahia de Feira, mas conquista o acesso para o Brasileirão Série C

Por Emerson Gomes
Foto: reprodução / Athletic Club / Instagram

Jogo foi no Mineirão

Neste sábado, dia 2, no Mineirão, em Belo Horizonte, o Athletic recebeu o Bahia de Feira, pelo jogo de volta das quartas do Brasileirão Série D 2023. Apesar da derrota por 1 a 0, a equipe mineira conquistou o acesso para a Série C de 2024 e vaga na semifinal do certame atual porque tinha vencido a primeira partida por 2 a 0, em Feira de Santana.

No jogo de ida, realizado no último sábado, em Feira de Santana, o Athletic, mesmo jogando fora de casa, venceu por 2 a 0 abrindo grande vantagem e podendo perder por até um gol no Mineirão que conquistaria o acesso e a vaga na semifinal. Já o Bahia de Feira precisava ganhar por três gols, para classificar direto, ou por dois e levar a definição para as penalidades.

Com a necessidade de correr atrás do prejuízo, o Bahia de Feira atacou mais desde o começo. A equipe baiana criou as melhores chances nas bolas paradas. Aos 19 minutos, Reinaldo bateu uma falta direta, Jemmes saltou, atrapalhou o goleiro Glauco, e o time visitante abriu o placar.

O Athletic não conseguia sair da marcação adversária e aos 26 minutos, o Bahia de Feira quase ampliou com Reinaldo, que cobrou uma falta no travessão. No minuto seguinte, após escanteio, Pedrão cabeceou para fora e teve outra grande chance para a equipe nordestina. Na reta final do primeiro tempo, o Athletic se organizou em campo e o jogo ficou equilibrado e foi para o intervalo com a vitória parcial dos baianos por 1 a 0.


No segundo tempo, o Athletic melhorou e passou a atacar mais, criando oportunidades e chegando perto do empate. O time mandantes perdeu chances, mas não sofria tanto quanto no primeiro tempo. Antes do fim da partida, Pedrão, do Bahia de Feira, e o treinador do time mineiro, Cícero Júnior, foram expulsos. E, apesar da vitória dos baianos, o acesso ficou com o Athletic.

Com o resultado, o Athletic conquistou o acesso para a Série C 2024 e está na semifinal da Série D 2023, onde vai encarar o vencedor de Sousa e Ferroviária, que jogam neste domingo. Já o Bahia de Feira começa a planejar a próxima temporada.

Atlético vence novamente o América e é tetracampeão do Mineiro

Por Emerson Gomes
Foto: divulgação / Atlético Mineiro 

Hulk marcou dois e foi artilheiro da competição 

O Atlético Mineiro conquistou mais um título do Campeonato Mineiro na tarde deste domingo (9), após vencer o América por 2 a 0, no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte. Os gols foram marcados por Hulk. Com o título, o Galo agora é tetracampeão estadual.

No primeiro jogo, deu Atlético: 3 a 2. Assim, o Galo poderia perder por um gol que seria campeão. Já o América precisava de uma vitória por dois tentos. Porém, as duas equipes jogaram no meio de semana. O Atlético estreou na fase de grupos da Libertadores perdendo para o Libertad, em casa, por 1 a 0. Já o América começou a Sul-Americana goleando o Peñarol por 4 a 1.

A partida começou disputada, mas quem precisava do resultado era o América, e logo aos 4' Mastriani acertou o travessão do goleiro Everson. O América seguiu melhor até os 25', quando Arthur derrubou Igor Gomes na área e a arbitragem maecou pênalti após consulta ao VAR. Na batida, Julk marcou, 1 a 0 Galo.

Após o gol, a partida teve seu ritmo diminuído. O Coelho agora precisava de 3 gols para ao menos igualar o confronto. E apesar de inciar bem, não conseguiu superar a defesa do Galo. Intervalo de partida e 1 a 0 Atlético no placar.

A segunda etapa começou com um fio de esperança ao América, quando Otávio foi expulso aos 2' após tomar o segundo amarelo. Mas o travessão parecia esfriar as pretensões do Coelho, aos 13' Mastriani novamente parou no poste superior, perdendo a chance do empate. Aos 25' após contragolpe, Zaracho serviu Hulk para marcar o segundo, 2 a 0 Galo. A festa estava armada na chuva que caiu em Belo Horizonte durante a partida. 


Aos 42' a arbitragem marcou pênalti de Mariano em Henrique Almeida após consultar o VAR. Na cobrança, Everson pegou a cobrança de Wellington Paulista. E não houve tempo para mais nada, fim de jogo, 2 a 0 Galo, mais uma vez campeão mineiro.

Na quarta-feira, às 21h30, no Independência, o Atlético faz o jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil 2023 contra o Brasil de Pelotas. Já o América joga o mesmo dia, só que às 16h30, pela mesma competição, no Laranjão, contra a equipe da casa, o Nova Iguaçu.

Atlético vence o Cruzeiro nos pênaltis e é tricampeão do Mineiro Feminino

Com informações do Superesportes
Foto: divulgação

Jogadoras do Atlético comemoraram o tútulo

As Vingadoras são tricampeãs mineiras! O Atlético empatou com o Cruzeiro no tempo normal por 1 a 1, pela final do Campeonato Mineiro Feminino neste sábado, dia 19, no Mineirão. O título foi decidido nos pênaltis e as Vingadoras bateram as Cabulosas por 4 a 1 nas cobranças.

A partida já começou quente. No apito inicial, o Cruzeiro tomou vantagem e arriscou de fora da área. A bola foi para fora, mas já animou a torcida celeste. As Cabulosas continuaram pressionando. Vanessinha, atacante e vice-artilheira do campeonato, chegou bem pela esquerda e finalizou duas vezes ao gol.

A equipe cruzeirense apostava mais nos chutes de fora da área. O Atlético criou menos chances nos primeiros 15 minutos. No entanto, se defendia bem. Karol Arcanjo, zagueira das Vingadoras, interceptou as tentativas de cruzamentos das atacantes cruzeirenses pela direita.

Aos 29 minutos, o Cruzeiro teve a sua melhor chance do jogo. Mari Pires, a camisa 10, chutou rasteiro dentro da área e exigiu que Nicole, goleira do Atlético fizesse uma defesa rápida. A arqueira do Galo deixou a bola escapar e em confusão na pequena área, a zaga atleticana conseguiu evitar o gol.
Aos 38, mais uma vez as Cabulosas quase abriram o placar. Korina cabeceou para o gol e Karol Arcanjo tirou em cima da linha, também de cabeça.

De fora da área, Marília arriscou rasteiro e viu a bola sair pela linha de fundo. O Cruzeiro tinha o predomínio da bola e também das chances. O Galo não conseguiu criar boas jogadas perto da área de ataque e apostou em poucas finalizações de fora da área. Nenhuma levou perigo para Taty Amaro, goleira cruzeirense.

A segunda etapa começou mais equilibrada. As equipes brigavam pela posse de bola e tentavam iniciar as jogadas pelos corredores laterais. O Atlético teve uma boa chance aos 12 minutos, em cabeceio dentro da área que foi defendido pela goleira Taty Amaro.
Pelas Cabulosas, Mariana Santos fez boa jogada pela direita e avançou em profundidade. No entanto, não havia ninguém do Cruzeiro para finalizar dentro da área.

Logo após, Marília ficou cara a cara com a goleira Nicole, que saiu bem do gol e travou o chute da atacante celeste. Aos 23 minutos, Katielle, do Galo, acertou bom cruzamento para pequena área. A bola passou de raspão pelo ataque atleticano, que não conseguiu encaixar finalização.

Aos 35 minutos, Vanessinha finalizou bem, sem chances para a goleira do Galo. No entanto, a atacante estava impedida. Ainda 0 a 0. Minutos depois, Jayanne, pela direita, cruzou para dentro da área. Nath Fabem, bem posicionada, chutou para o gol e abriu o placar. 1 a 0 para as Vingadoras. As Cabulosas não desistiram. Aos 45 minutos, em cruzamento dentro da área, a bola rebateu entre as jogadoras cruzeirenses e sobrou para Mari Pires, que finalizou para estufar as redes. 1 a 1 no placar.

Nos acréscimos, os times tentaram chegar, mas sem sucesso. A partida terminou empatada e o título foi decidido nos pênaltis, onde o Atlético Mineiro levou a melhor e venceu por 4 a 1, ficando com a taça de campeão.


É o terceiro Estadual conquistado pelo Atlético-MG, todos em sequência e jogando no Mineirão. Em 2020 e 2021, as Vingadoras também venceram o Cruzeiro na grande decisão. No primeiro ano, venceu nos pênaltis, e ano passado bateu as rivais por 1 a 0. Em 2022, a finalíssima foi acompanhada por 7.829 pessoas no Gigante da Pampulha.

O Atlético-MG teve apenas duas derrotas em toda a competição. Uma na primeira fase, para o Cruzeiro, e outra para o América-MG, na ida da semifinal. Ainda acumulou cinco vitórias, além do empate da decisão.

No jogo da entrega da taça, Cruzeiro vira nos acréscimos e rebaixa o CSA à Série C

Com informações do GE.com
Foto: divulgação

Derrota rebaixou o CSA na festa do Cruzeiro

O CSA está rebaixado para a Série C do Brasileirão. A queda foi concretizada neste domingo, na derrota por 3 a 2 para o Cruzeiro, que recebeu a taça de campeão da Série B, no Mineirão, em Belo Horizonte. O Azulão alagoano ainda teve contra a vitória do Novorizontino contra o Operário.

Campeão de forma antecipada, desde a 32ª rodada da competição, o Cruzeiro encerra a Série B com 78 pontos, na primeira colocação da tabela. Já o CSA acaba rebaixado, com 42 pontos, ficando com o 17º lugar, caindo junto com Brusque, Operário Ferroviário e Náutico.

A etapa inicial foi bastante movimentada no Mineirão. O Cruzeiro, como mandante, tentou impor seu estilo de jogo. Pressionou no campo do adversário, teve volume jogo e criou chances que fizeram Marcelo Carné, goleiro do CSA, trabalhar. No entanto, foi o time alagoano que abriu o placar, aos 21 minutos, com um chute de Lourenço, em falha de Rafael Cabral.

O gol deixou o Cruzeiro um pouco nervoso em campo, mas a Raposa seguiu pressionando. Aos 39, Geovane, de cabeça, fez o gol do empate cruzeirense. Os donos da casa chegaram a marcar o segundo gol, que foi anulado. Bruno Rodrigues mandou para as redes, mas Edu, que participou do lance, estava impedido.

O CSA voltou do intervalo pressionando o Cruzeiro. Aos seis minutos, Rodrigo Rodrigues quase fez o segundo do time alagoano. Logo em seguida, Rafael Cabral fez grande defesa, salvando a Raposa. Jajá e Matheus Bidu responderam pelos donos da casa, assustando a defesa do CSA. Pouco depois, o atacante Osvaldo chutou de longe, e a bola passou perto do travessão cruzeirense.

Aos 35, Willian Oliveira perdeu a bola na intermediária, e Lucas Barcelos recebeu na área para fazer o segundo da equipe de Alagoas. Quando o resultado parecia encaminhado, Rômulo apareceu na área para empatar novamente a partida, aos 43 minutos. Nos acréscimos, Luvannor invadiu a área adversária e decretou a vitória cruzeirense, rebaixando o adversário.


Com o término da Série B, os jogadores do Cruzeiro entram de férias a partir desta segunda-feira. O elenco se reapresenta na Toca da Raposa no dia 7 de dezembro, quando inicia as atividades de pré-temporada. A direção do CSA ainda não divulgou a programação da equipe após o encerramento do campeonato.

De volta à elite! Cruzeiro vence o Vasco e conquista o acesso para a Série A do Brasileirão

Foto: Diego Ramalho / Vasco

Vitória confirmou o acesso do Cruzeiro

O calvário do Cruzeiro no Brasileirão Série B chegou ao fim. Depois de duas temporadas, o Raposa conquistou matematicamente o acesso para a elite do futebol nacional. E a conquista veio com sete rodadas de antecipação, com a vitória sobre o Vasco, por 3 a 0, nesta quarta-feira, dia 21, no Mineirão, em Belo Horizonte.

O Cruzeiro entrou em campo precisando vencer para conquistar o acesso. Líder da Série B, com 65 pontos, a Raposa vinha de uma vitória sobre o CRB, fora de casa, por 2 a 0. O Vasco, quarto, com 48 pontos, havia goleado o Náutico, em São Januário, por 4 a 1.

Apesar da pressão e do clima de festa, o Vasco foi quem tomou a iniciativa nos primeiros minutos e conseguiu assustar com três escanteios em sequência. Em um deles, Nenê tentou o gol olímpico, mas Rafael Cabral fez boa defesa. O Cruz-Maltino seguiu marcando forte e impedindo os avanços do Cruzeiro, que pouco chegava ao ataque. No entanto, a sorte acompanha o líder isolado da Série B, enquanto os erros acompanham o Vasco.

Eguinaldo escorregou na entrada da área, na frente de Filipe Machado. O volante arriscou de longe, a bola desviou levemente em Danilo Boza e Thiago Rodrigues não conseguiu se recuperar no lance, colocando o Vasco atrás no placar, aos 24 minutos. A partir de então o Cruz-Maltino não conseguiu jogar e ainda quase sofreu o segundo gol, aos 39 minutos. Bruno Rodrigues acertou o travessão após linda cobrança de falta.

O Vasco voltou para o segundo tempo com Figueiredo e Edimar, nos lugares de Paulo Victor e Raniel, mas o time não apresentou melhora. Além de não conseguir criar perigo, deu espaços para o Cruzeiro, que ampliou aos 14 minutos. Wesley Gasolina lançou para Bruno Rodrigues que arrancou livre e tocou para Edu apenas escorar para o gol vazio e ampliar para a Raposa.

Logo após o segundo gol, o técnico Jorginho buscou uma última cartada e colocou em campo Alex Teixeira e Gabriel Pec, mas o Vasco seguiu inoperante. Andrey Santos era o único que tentou as jogadas, mas foi presa fácil de um Cruzeiro muito seguro do que fazer em campo. Ao passar do tempo, o Cruz-Maltino foi se entregando e passou a pensar no próximo jogo, confronto direto diante do Londrina. Já o Cruzeiro, contando com a alegria do seu torcedor, ainda marcou mais um, com Luvannor. Festa do acesso para os vencedores e preocupação para os vascaínos.


Com a vitória, o Cruzeiro chegou aos 68 pontos e não pode ser mais alcançado pelo Londrina, quinto colocado, que tem 45. A Raposa volta a campo na próxima quarta-feira, dia 28, às 19 horas, contra a Ponte Preta, no Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. Já o Vasco, que segue na briga pelo acesso, recebe o Londrina, em São Januário, no Rio de Janeiro, no dia 29, quinta-feira, às 21h30.

Santos busca empate com o Galo no Mineirão pelo Brasileirão

Foto: Ivan Storti/Santos FC

O Santos buscou a igualdade em Minas Gerais

Mesmo jogando com um a menos em boa parte do segundo tempo, o Santos buscou o empate por 1 a 1 contra o Atlético Mineiro no Mineirão, em jogo válido pelo Brasileirão e disputado na noite deste domingo, dia 11. O Alvinegro Praiano até saiu atrás, mas buscou o empate graças a um gol de pênalti de Rwan, em raro momento onde o Peixe foi beneficiado por uma marcação do VAR. 

O Alvinegro Praiano vinha de empate polêmico contra o Inter na Vila no meio de semana, em jogo marcado por mais uma intervenção desastrosa do VAR contra os santistas. O Galo vinha de derrota no jogão contra o Fluminense no Maracanã que terminou 5 a 3.

Pressionando desde o início, o Galo precisou de cinco minutos para pular na frente, com Savinho, logo aos cinco minutos, aproveitando jogadaça de Keno. O Peixe aos poucos tentou reagir e aos 14', Bauermann acertou uma bela cabeçada na trave. O Galo ainda era mais presente no ataque e quase chegou com Arana próximo a metade do primeiro tempo, chutando cruzado para fora. O jogo era mais parado e o Peixe até chegava as vezes, mas pouco era produtivo. Nos acréscimos, Ângulo teve ótima chance, mas parou em Everson, que fez uma defesaça para segurar a curta vantagem do Atlético Mineiro no primeiro tempo, num time que parecia ter preguiça de jogar. 

Na etapa final, o Santos voltou atacando e Rwan Secco obrigou Everson a trabalhar já aos três minutos. Aos 8, sequência de lances perigosos: primeiro, Hulk perde boa chance na frente de João Paulo. Na sequência, Zanocelo chega a empatar aproveitando rebote de Rwan Secco, mas o gol é bem anulado por impedimento. Aos 13', Lucas Pires foi expulso após intervenção do VAR por cometer falta em Savinho quando este faria o segundo gol. Na cobrança de falta, Hulk acertou um míssil na trave. A partir disso, o jogo mais uma vez esfriou. Aos 36', Jair segurou Bauermann na área e o VAR chamou o árbitro para marcar o pênalti, Rwan Secco bateu e empatou. 

Na sequência, Felipe Jonathan salvou um gol certo do Galo num lance de Hulk, mas as melhores chances da parte final do jogo foram santistas, com a principal sendo um chute de Bruno Oliveira muito bem defendido por Everson. No último lance, Bruno quase virou o jogo, mas Everson defendeu a bola rumo a trave, mantendo o Santos seis jogos sem vencer.


Agora, o Peixe volta a campo na terça, dia 14, quando enfrenta o Juventude, no Jaconi, em Caxias do Sul, às 21h30. O Atlético Mineiro joga no dia seguinte, às 19 horas, quando enfrenta o Ceará, no Castelão, em Fortaleza. Ambos os jogos são do Brasileirão.

Atlético faz 3 a 1 no Cruzeiro e conquista o tri do Mineiro

Com informações do UOL
Foto: divulgação

Hulk marcou duas vezes

O Atlético confirmou todo o seu favoritismo e conquistou o Campeonato Mineiro pelo terceiro ano consecutivo para mais de 52 mil presentes no Mineirão. O Galo bateu o Cruzeiro, na tarde de hoje (2), por 3 a 1, e chegou ao 47º título do Estadual em toda a sua história. Os gols da decisão foram marcados por Hulk, que marcou duas vezes e terminou a competição como o artilheiro com dez gols, e Nacho Fernandéz. Edu descontou para o Cruzeiro no fim do jogo.

O Galo, melhor campanha na primeira fase, bateu a Caldense na semifinal, vencendo os dois jogos, sendo o primeiro por 2 a 0 e o segundo por 3 a 0. Já o Cruzeiro bateu o Athletic de São João del Rei no outro confronto, também vencendo os dois embates: 2 a 0 e 2 a 1. Todos os jogos foram no Mineirão.

O primeiro tempo foi muito pegado e de movimentação no Mineirão. Foram quatro cartões amarelos - dois para cada lado - e oportunidades de gols para ambos. Logo aos quatro minutos, Rafael Cabral saiu errado e Hulk finalizou. O goleiro defendeu, deu rebote, Keno chutou, mas o arqueiro celeste ficou com ela.

As equipes seguiram criando chances, quando o Atlético abriu o placar aos 30, com chute rasteiro de fora da área de Hulk. O Cruzeiro não se intimidou e teve chances com Pedro Castro e Edu, aos 44 e 46, respectivamente, mas que não foram suficientes para a Raposa sair de campo com a igualdade.

Na volta do intervalo, os dois técnicos mantiveram os 11 iniciais. Mesmo à frente no placar, o Atlético foi quem começou dominando as ações. Aos 15, Waguininho saiu do banco e, na primeira participação dele no jogo, exigiu uma defesa de Everson.

No entanto, o ímpeto celste durou pouco. Aos 19, Nacho recebeu cruzamento de Hulk e mandou para o fundo das redes de Rafael Cabral. Aos 30, Rafael Santos tentou descontar em cobrança de falta, mas a bola passou por cima. Aos 34, Hulk aumentou de pênalti, que ele mesmo sofreu de Rafael Cabral. Aos 45, Edu ainda teve tempo de descontar, de cabeça, mas sem evitar a derrota.


Antes de estreiar pelo Brasileirão, no próximo final de semana, o Galo debuta na Libertadores, contra o Tolima, na quarta-feira, dia 6, às 21 horas, em Ibagué, na Colômbia. Já o Cruzeiro volta a campo em sua primeira partida pelo Brasileirão Série B, contra o Bahia, na sexta-feira, dia 8, às 21h30, na Arena Fonte Nova, em Salvador.

Brasil joga bem e goleia Paraguai no Mineirão pelas Eliminatórias

Por Lucas Paes
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Raphinha fez um dos gols brasucas

Há muito já classificada para a Copa do Mundo de 2022, a Seleção Brasileira goleou sem qualquer dificuldade o Paraguai no Mineirão por 4 a 0, na noite desta terça, primeiro dia de fevereiro, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022. O Brasil dominou completamente o jogo desde o seu início e não teve qualquer dificuldade para construir o placar, que ficou pequeno perto da ótima partida brasileira. 

O Brasil vinha de um empate com o Equador, no jogo maluco onde o VAR evitou duas vezes a expulsão de Alisson. O Paraguai, por sua vez, vinha de derrota em casa para o Uruguai. Ambos os jogos ocorreram na última quinta-feira. 

Melhor no jogo desde o seu início, o Brasil sequer demorou para pular na frente, com um gol de Raphinha, após ganhar dividida com a defesa no primeiro minuto de jogo, porém, o lance foi anulado após cinco minutos de consulta a arbitragem de vídeo devido a um toque de mão do atacante brasuca. Aos oito, Daniel Alves quase marcou num chute de longe, desviado para escanteio. Enquanto isso, uma confusão entre atleticanos e cruzeirenses rolava nas cadeiras do Mineirão. Aos 16', Raphinha perdeu chance incrível após linda jogada de Vinicius Júnior. Os Canarinhos seguiam dominando o jogo.

Aos 23', de tanto insistir, o Brasil finalmente pulou na frente, com Raphinha, após lindo lançamento de Marquinhos e ótima ação do ponta do Leeds. A partir do gol, o time de Tite diminuiu o ritmo de chances criadas e só foi chegar com perigo de novo aos 42', num chute de Matheus Cunha que assustou o goleiro Antony Silva. Já nos acréscimos, o arqueiro paraguaio evitou um gol certo de Vinicius Júnior de cabeça. O primeiro tempo terminou mesmo 1 a 0 para o Brasil. 

Na etapa final, o Brasil seguiu dominando completamente o jogo. Aos três minutos, Vinicius Júnior fez linda jogada e cruzou para Raphinha acertar um torpedo na trave. Pouco depois, Matheus Cunha desperdiçou de cabeça. Aos 10', Paquetá tentou uma cavadinha na saída de Antony Silva, mas mandou para fora. Aos 12', a bola sobrou para Coutinho, que chutou nas mãos de Antony Silva, da entrada da área. O Brasil finalmente ampliou aos 17', quando Marquinhos lançou e Coutinho dominou, olhou e acertou um torpedo na rede. Segundo gol que dava tranquilidade a Seleção.

O Paraguai seguia sequer conseguindo sair direito de trás da meia cancha. Aos 29', Bruno Guimarães tentou após boa jogada de Anthony e jogou por cima. Aos 35', o Paraguai finalmente chutou uma bola, para muito longe do gol. Aos 38', Daniel Alves tentou de fora da área e obrigou o goleiro paraguaio a defender.


Aos 40', Antony marcou o terceiro, após uma ótima jogada que terminou num lindíssimo chute colocado de Antony no ângulo. Pouco depois, os Canarinhos marcaram outro belíssimo gol, numa linda jogada coletiva finalizada por Rodrygo, sem goleiro, após bela ação de Bruno Guimarães. No fim, o 4 a 0 ficou até pequeno pela partida brasileira.

Agora, as duas seleções voltam a campo em Março. No dia 24, quinta-feira, o Brasil recebe o Chile em casa, em local e horários ainda à serem definidos pela Conmebol. Mesma situação do jogo na mesma data entre Paraguai e Equador. 

Atlético Mineiro goleia o Furacão no Mineirão e está muito próximo do título da Copa do Brasil

Foto: Divulgação/Copa do Brasil

Hulk marcou um dos gols do Galo

O Atlético Mineiro está com uma mão e meia na taça da Copa do Brasil de 2021. O Galo não tomou conhecimento do Athletico Paranaense, no final da tarde deste domingo, dia 12, no Mineirão e aplicou sonoros 4 a 0 em cima do time rubro-negro, para alegria de seu torcedor. Com o resultado, o time de Cuca está muito próximo de conquistar seu segundo título da Copa do Brasil. 

Na última rodada do Brasileirão, na última quinta, nenhum dos envolvidos na final teve um bom resultado. O campeão Galo perdeu para o Grêmio por 4 a 3 em Porto Alegre, resultado que nada adiantou para salvar o time gaúcho da queda. O Furacão pegou o rebaixado Sport e empatou em Recife por 1 a 1.

Jogando em casa, o Atlético partiu pra cima desde o começo. Ocupando o campo de ataque, o Galo chegava toda hora na defensiva rubro-negra e aos 20 minutos, um cruzamento desviou na mão de Léo Citadini. Pênalti que Hulk, que ainda levou amarelo numa confusão antes do penal, bateu e converteu. Não demorou muito para o time da casa ampliar, seguindo em cima, os atleticanos fizeram o segundo aos 35', numa linda jogada coletiva terminada num chutaço de Keno no cantinho. O Furacão foi conseguir assustar pela primeira vez aos 43', numa lindíssima cobrança de falta de Terans que Everson foi buscar quase no ângulo. Aos 49', Erick cabeceou sozinho após um escanteio, mas a bola foi em cima de Ederson que defendeu com tranquilidade.

Na etapa final, o Furacão voltou melhor e passou a pressionar no campo de ataque. Enquanto isso, o time da casa apostava nos contra-ataques, que quase renderam numa falta perigosa cobrada por Hulk na barreira. Aos 12', o rubro-negro falhou na saída de bola e Hulk roubou ela e chutou, Santos defendeu, mas no rebote Vargas marcou o terceiro gol. Aos 18', o Galo perdeu um ótimo contra-ataque que poderia ser o quarto gol. Engolindo o adversário, o Galo chegou ao quarto aos 23, com Vargas novamente, após passe de Zaracho e furada de Hulk. 

Curiosamente, a partir daí o time mineiro diminuiu o ritmo e só administrou a goleada. Foi só atacar mais no finalzinho. Aos 44', ainda deu tempo de Tchê Tchê quase marcar num chute parado por Santos. Pouco depois, Hulk perdeu um gol fácil na cara do goleiro ao tentar cavar por cima de Santos num contra-ataque puxado por ele mesmo. Pouco importava, a torcida do Galo já ousava até comemorar o título.  


Agora, o jogo de volta rola na quarta, dia 15 de dezembro, as 21h30, na Arena da Baixada, em Curitiba. O Furacão precisa de um milagre para ser campeão, vencendo o Galo por 4 a 0 para ir aos pênaltis. O título está muito próximo do time mineiro, disparadamente o melhor time do Brasil na atualidade. 

Há 25 anos, Lusa empatava com o Galo no Mineirão e cravava vaga na final do Brasileirão 1996

Foto: arquivo

Rodrigo Fabri passando pela marcação de Doriva

Um dos grandes jogos da história da Portuguesa está completando 25 anos. No dia 8 de dezembro de 1996, em um Mineirão com mais de 80 mil pessoas, a Lusa empatava com o Atlético, em 2 a 2, e cravava sua vaga na decisão do Brasileirão 1996.

Apesar de embalada, a torcida da Lusa tinha um pé atrás naquele domingo. No primeiro jogo das semifinais, quatro dias antes, no Morumbi, o time Rubro Verde venceu "apenas" por 1 a 0 e não garantiu uma vantagem tão grande. Nas quartas, foi diferente, já que no primeiro jogo, também no Morumbi, a Portuguesa goleou o Cruzeiro e mesmo a derrota por 1 a 0 no Mineirão não tirou a classificação Rubro Verde.

Para piorar este pensamento, aos 27 minutos de jogo, o Atlético Mineiro teve um pênalti a seu favor. Renaldo, artilheiro daquele Brasileirão, junto com Paulo Nunes, do Grêmio, foi para a cobrança e, com tranquilidade, deslocou Clemer para fazer 1 a 0. E este foi o placar do primeiro tempo e que dava a classificação ao Galo, que tinha vantagem por ter melhor campanha.

Porém, no intervalo, Candinho conseguiu acalmar o time e com o talento de jogadores como Zé Roberto e Rodrigo Fabri, a Lusa equilibrou as ações. Aos 12 minutos da segunda etapa, a Lusa teve um pênalti a seu favor. O experiente Caio foi para a cobrança e converteu: festa Rubro Verde no Mineirão, já que o empate dava a classificação à Portuguesa.

O gol deu ainda mais ânimo aos comandados de Candinho. A Portuguesa passou a dominar as ações da partida e sua postura dentro de campo foi premiada aos 20 minutos, quando Alex Alves virou o marcador. O tento marcado pelo atacante baiano deixava a Lusa ainda mais perto da decisão.

Atrás no marcador, o Atlético Mineiro foi de vez para cima, tentando reverter o placar agregado. Nesta, a sólida defesa da Lusa, com Clemer, Valmir, Emerson, César e Carlos Roberto, além de Capitão, Gallo e Zé Roberto ajudando na marcação, conseguia frustrar os ímpetos do Galo. Aos 36', Euller empatou o jogo, mas o 2 a 2 persistiu até o fim e a Portuguesa conseguia chegar, pela primeira vez, na final do Campeonato Brasileiro.


A torcida lusitana fez grande festa, comemorando a chegada à decisão e, embalada, já que havia classificado em oitavo, entrando na zona de classificação na última rodada e tendo crescido no mata-amata, a Portuguesa acreditava no título. O adversário da final foi o Grêmio, que eliminou o Goiás na outra semifinal, mas a decisão fica para uma outra história.

Estão definidos os mandos de campo das finais da Copa do Brasil

Foto: Divulgação/CBF

O Furacão define em casa

Em sorteio realizado na tarde desta quinta, dia 4, na sede da Confederação Brasileira de Futebol, a CBF, ficaram definidos os mandos das finais da Copa do Brasil de 2021, que envolve o Atlético Mineiro e o Athletico Paranaense. Os rubro-negros decidirão na Arena da Baixada, no dia 15 de dezembro, após a ida no Mineirão, que ocorre três dias antes.

Será a terceira vez na decisão dos dois times. O Galo tem uma vitória em cima do Cruzeiro em 2014 e uma derrota para o Grêmio em 2016. Já o rubro-negro perdeu a final de 2013 para o Flamengo e venceu a final de 2019 em cima do Internacional. Ambos possuem uma conquista da competição.

O Galo, um dos times mais fortes do país atualmente, começou a campanha eliminando o Remo com vitórias por 2 a 1 e 2 a 0, depois passou pelo Bahia, vencendo por 2 a 0 em casa e perdendo por 2 a 1 em Salvador, pelo Fluminense, vencendo por 2 a 1 no Rio e 1 a 0 em BH e por fim eliminando o Fortaleza com tranquilidade, goleando por 4 x 0 em Belo Horizonte e por 2 a 1 em Fortaleza.


Já o Furacão passou por Avaí, vencendo por 1 a 0 em Curitiba após empate por 1 a 1 em Florianópolis, Atlético Goianiense, vencendo por 2 a 1 em Curitiba e empatando por 2 a 2 em Goiânia, Santos, com duas vitórias por 1 a 0 em Curitiba e em Santos e por fim a histórica classificação sobre o Flamengo, com empate por 2 a 2 em Curitiba seguido por um sonoro 3 a 0 dentro do Maracanã que implodiu um princípio de crise no time carioca.

O Athletico Paranaense está na decisão da Copa Sul-Americana, onde enfrenta o Bragantino, além de obviamente estar na final da Copa do Brasil. O Atlético Mineiro caminha a passos largos para o título do Brasileirão, onde lidera com boa vantagem para seus adversários.  

No Mineirão, VAR é decisivo e Santos perde de virada para o Atlético

Com informações do GE
Foto: Ivan Storti / Santos FC

Confusão na área do Atlético Mineiro

Na noite desta quarta-feira, dia 13, no Mineirão, em Belo Horizonte, o Santos enfrentou o líder do Campeonato Brasileiro, o Atlético Mineiro, e até saiu na frente. Mas o VAR foi decisivo, ao confirmar dois pênaltis para o time da casa, e o Galo venceu, de virada, pelo placar de 3 a 1.

O Santos foi a campo sendo o primeiro time fora da zona de rebaixamento, 16º lugar, com 28 pontos, e vinha de uma vitória sobre o Grêmio, na Vila Belmiro, por 1 a 0. Já o Atlético Mineiro é o líder do certame, com 53 pontos, e na última partida bateu o Ceará por 3 a 1.

Em um primeiro tempo disputado, o Galo manteve mais o controle da bola, mas o Santos, que perdeu Léo Baptistão, no início, por lesão, não ficou tão recuado como o esperado, e também conseguia chegar com perigo algumas vezes.


A etapa também foi marcada por dois possíveis pênaltis para o Atlético, porém o árbitro mandou seguir o jogo e o VAR não interferiu. Assim, a primeira etapa terminou com o placar em branco. Mas o árbitro de vídeo seria fator decisivo nos 45 minutos finais.

O Santos voltou bem para o segundo tempo e abriu o marcador aos 3 minutos. Lucas Braga fez jogada para o meio e ajeitou para Raniel. O atacante penteou a bola e, da entrada da área, finalizou forte, no canto esquerdo de Everson, sem nenhuma chance para o goleiro: 1 a 0 para o Peixe.

Mas depois, o VAR entrou em ação e mudou a história do jogo. Aos 18', no cruzamento de Nacho, Sasha desviou no primeiro pau e Calebe deu peixinho para o gol. A bola tinha o destino certo, mas João Paulo fez grande defesa e espalmou para fora. Porém, o árbitro de vídeo analisou um empurrão de Lucas Braga em Calebe e o árbitro confirmou. Quatro minutos depois, Nacho Fernandéz cobrou e marcou: 1 a 1.

Aos 25', o Santos quase voltou à frente do placar. Marinho cobrou falta na área, Zanocelo ganhou pelo alto e cabeceou firme, no travessão. A resposta do Galo foi fatal: em falta duvidosa, aos 29', Nacho Fernández cobrou na área e o zagueiro do Galo levou a melhor na disputa pelo alto. Cabeçada firme, para baixo, sem chances para João Paulo: 2 a 1 para o Atlético.


Aos 32 minutos, saiu o terceiro do Galo. Calebe roubou a bola na tentativa de saída de Balieiro, invadiu a área e ficou no chão após disputa com Velázquez, pedindo mais um pênalti. O árbitro mandou o jogo seguir, mas o VAR analisou o lance e a penalidade foi marcada. Nacho Fernandéz cobrou cruzado, João Paulo até defendeu, mas no rebote o próprio argentino marcou: 3 a 1 para o Atlético e assim terminou o jogo no Mineirão.

As duas equipes voltam a campo no próximo domingo, dia 17. Às 18h15, no Estádio Antônio Accioly, em Goiânia, o Atlético Mineiro enfrenta o seu xará Goianiense. Já o Santos joga às 20h30, contra o Sport, na Ilha do Retiro, em Recife.
Proxima  → Inicio

O Curioso do Futebol

O Curioso do Futebol
Site do jornalista Victor de Andrade e colaboradores com curiosidades, histórias e outras informações do mundo do futebol. Entre em contato conosco: victorcuriosofutebol@gmail.com

Twitter

YouTube

Aceisp

Total de visualizações