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Os 20 anos do biquinho salvador de Ronaldo para vencer a Turquia colocar o Brasil na Final da Copa de 2002

Por: Emerson Gomes
Foto: arquivo

Só o improviso de Ronaldo conseguiu furar o bloqueio Turco

Neste 26 de junho completamos 20 anos de uma partida histórica, a vitória do Brasil sobre a Turquia por 1 a 0 válida pela semifinal do Mundial de 2002 no Saitama Stadium, no Japão. Para nós brasileiros foi uma partida com vários lances para a memória, para os turcos também foi um dia memorável vendo sua seleção entre os quatro melhores do planeta.

Seria o segundo confronto entre as equipes na Copa, o primeiro foi logo na estreia, com vitória apertada dos Brasileiros por 2 a 1 em uma partida com muita reclamação dos Turcos quanto a arbitragem. Após o confronto a seleção de Felipão manteve campanha perfeita, passando por China, Costa Rica, Bélgica e Inglaterra. A equipe turca empatou com a Costa Rica e venceu a China na fase inicial, e vencendo Japão e Senegal nos mata-matas, já era de longe a melhor campanha do país em competições internacionais, mas eles queriam mais.

E jogando sem responsabilidade já que o feito maior já tinha sido atingido, os Turcos começaram melhor, com Yıldıray Baştürk organizando bem o meio campo da seleção européia. Mas a melhor chance veio aos 19' com Alpay Özalan que cabeceou bem obrigando Marcos a se esticar todo para evitar o gol.

O lance acordou o Brasil que chegou no minuto seguinte com Cafu, obrigando agora o goleiro turco, Rüştü Reçber a fazer grande defesa. O goleiro pararia ainda Roberto Carlos, Rivaldo e Ronaldo nos minutos seguintes. A partida foi ao intervalo bem equilibrada e sem gols.

E no início da segunda etapa, o primeiro lance para a história, aos 4' Ronaldo recebeu, e mesmo cercado por quatro defensores improvisou com um bico sutil na bola que surpreendeu o goleiro Rüştü, 1 a 0 Brasil.

O gol mudou o jogo, os turcos passaram a se arriscar mais, mas ficaram mais nervosos em campo. O time comandado por Felipão empilhou chances de matar o jogo desperdiçadas, e viu ainda  Hakan Şükür aos 37' girar e quase marcar.

E ainda restava espaço para mais um lance para a história, aos 44' Denilson dominou a bola na diteita do ataque, correu e foi perseguido e cercado por quatro turcos, gerando uma imagem que não sai da mente de quem assistiu aquela partida. E aí foi aguardar o fim do jogo para começar a festa, 1 a 0 para o Brasil e vaga na terceira final de mundial consecutiva.


Após a partida os turcos mesmo chateados com a eliminação reuniriam suas forças para vencer a Coréia do Sul e obter seu melhor resultado na história dos mundiais, terminando na terceira posição. Desde então o país não conseguiu voltar a disputar a Copa do Mundo. Para os Brasileiros a missão agora era vencer a pragmática Alemanha para conquistar o Penta.

México vence o Japão e fica com o bronze no Futebol Masculino Olímpico

Foto: divulgação

Jogadores mexicanos comemoram

A medalha de bronze do Torneio Olímpico de Futebol Masculino dos Jogos de Tóquio é do México. Nesta sexta-feira, dia 6, no Estádio Saitama 2002, no Japão, a La Tri enfrentou a seleção da casa e venceu pelo placar de 3 a 1, ficando com o terceiro posto na competição.

O México acabou tendo que disputar o bronze por ter perdido nos pênaltis para o Brasil, depois de um 0 a 0 no tempo normal e prorrogação na semifinal. Já o Japão perdeu para a Espanha, tomando um gol no tempo extra, depois do placar em branco nos 90 minutos. Na primeira fase, as duas equipes se enfrentaram e os nipônicos levaram a melhor, vencendo por 2 a 1.

Primeiro tempo onde o México teve menos posse de bola, mas foi eficaz nas chances que construiu. Logo aos 12 minutos, Córdova converteu pênalti polêmico, cometido por Endo em cima de Vega, e abriu o placar em Saitama.

Aos 21', o meia mexicano cobrou falta da meia esquerda, encontrou Vásquez na pequena área e o zagueiro se abaixou para ampliar de cabeça. O Japão, por sua vez, pecou no último passe, na tomada de decisão e na finalização, e não ofereceu muito perigo a Ochoa. Assim, a La Tri foi para o intervalo vencendo por 2 a 0.

Na segunda etapa, o México continuou em cima e ampliou. Aos 12', Vega aproveitou cruzamento para fazer o terceiro, em cabeçada forte. Depois, o Japão reagiu. Mitoma saiu do banco aos 17' e mudou completamente o setor ofensivo do Japão, conseguindo diminuir aos 32'. O jogador criou outras chances, mas não conseguiu fazer o segundo gol japonês. Final de jogo, 3 a 1 para o México, que ficou com a medalha de bronze.


A decisão da medalha de ouro do Torneio Olímpico de Futebol Masculino dos Jogos de Tóquio será no sábado, dia 7, às 8h30 do horário de Brasília, no Estádio Internacional de Yokohama. No embate, o Brasil, atual campeão, enfrenta a Espanha, que venceu em 1992.

Espanha vence Japão na prorrogação e decide ouro do Futebol Masculino Olímpico contra o Brasil

Por Victor de Andrade
Foto: RFEF

Espanha definiu o jogo na prorrogação

A Espanha vai enfrentar o Brasil na final do Torneio de Futebol Masculino dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Nesta terça-feira, dia 3, no Estádio de Saitama 2002, a Fúria enfrentou o Japão, time da casa, empatou em 0 a 0 no tempo normal, mas o gol Asensio, no segundo tempo da prorrogação, garantiu a Seleção Espanhola na decisão da medalha de ouro.

Na primeira fase, o Japão foi o primeiro do Grupo A, sendo a única equipe a terminar a fase com 100% de aproveitamento. Os nipônicos venceram a África do Sul (1 a 0), México (2 a 1) e França (4 a 0). Nas quartas-de-final, o time da casa passou pela Nova Zelândia, nas penalidades, depois de um empate em 0 a 0 no tempo normal.

Já a Espanha, na primeira fase, ficou com a liderança do Grupo C, somando cinco pontos em empates com Egito (0 a 0) e Argentina (1 a 1), além de uma vitória sobre a Austrália pelo placar de 1 a 0. Nas quartas, a Fúria eliminou a Costa do Marfim, empatando em 2 a 2 no tempo normal, mas fazendo três gols na prorrogação, fechando o confronto em 5 a 2.

Em primeiro tempo de estratégias diferentes, a Espanha impôs o seu estilo de jogo e valorizou a posse de bola, mas pecou no último passe e acertou apenas um chute no gol, em finalização de bico de Rafa Mir, que parou em Tani.

O Japão, por sua vez, variou entre a marcação alta e a pressão na saída de bola espanhola e apostou nos contra-ataques em velocidade, mas terminou a etapa inicial sem criar uma grande oportunidade. Assim, o primeiro tempo terminou com o placar em branco.

No segundo tempo, a Espanha foi de vez para cima. Aos 9', Cucurella cruzou da ponta esquerda, Itakura não conseguiu cortar de cabeça, Merino dominou e Yoshida deu o carrinho na bola. O árbitro marcou pênalti no lance. Porém, após consulta ao VAR, voltou atrás.

O jogo foi caminhando para o fim do tempo normal e as equipes melhoraram. aos 33', Kubo quase marcou para o Japão, mas o goleiro Simón fez grande defesa. A resposta da Espanha veio aos 41', com Asensio, de canhota, mas Tani evitou o gol defendendo com o pé. Porém, o 0 a 0 persistiu e a partida foi para a prorrogação.


No tempo extra, as duas equipes até tentavam, mas o cansaço físico estava forte. Porém, aos 8 minutos da segunda etapa, a Espanha fez o gol da vaga na final. Asensio recebeu de Oyarzabal pelo lado direito da área, chutou colocado de canhota e mandou na bochecha direita da rede para marcar um belo gol. A Fúria se garantiu na decisão olímpica.

Com o triunfo, a Espanha vai encarar o Brasil, que venceu o México nas penalidades, na decisão da medalha de ouro, que será no sábado, dia 7, às 8h30 do horário de Brasília, no Estádio Internacional de Yokohama. Já o Japão lutará pelo bronze contra os mexicanos na sexta-feira, dia 6, às 8 horas,  também do horário de Brasília, no Estádio Saitama 2002.

Brasil faz 1 a 0 no Egito e está na semi do Futebol Masculino Olímpico

Foto: Lucas Figueiredo / CBF

Richarlison cercado por jogadores egípcios

O Brasil está na semifinal do Torneio Olímpico de Futebol Masculino dos Jogos de Tóquio. Neste sábado, dia 31, no Estádio de Saitama, no Japão, a Seleção Brasileira dominou o Egito por praticamente a partida inteira e venceu por 1 a 0, gol de Matheus Cunha, e avançou na competição.

Primeiro colocado do Grupo D, o Brasil fez sete pontos na primeira fase, onde venceu a Alemanha, por 4 a 2, empatou com a Costa do Marfim, em 1 a 1, e bateu a Arábia Saudita, por 3 a 1. Já o Egito foi o segundo do Grupo C, com quatro pontos, empatando com a Espanha, em 0 a 0, perdendo para a Argentina, por 1 a 0, e vencendo a Austrália, por 2 a 0.

O Brasil começou melhor, pressionando, mas a primeira chance foi do Egito, aos 13', com Tawfik finalizando de cabeça para fora depois de bate-rebate na área. O Brasil respondeu dois minutos depois, em chute da entrada da área de Anthony, com a bola passando por cima do travessão. Aos 28', foi a vez de Richarlison bater na área e a "redonda" foi no peito do goleiro El Shenawy.

O domínio brasileiro foi transformado em gol aos 36 minutos. Em contra-ataque, Claudinho recebeu a bola na intermediária e serviu Richarlison pela esquerda. O camisa 10 levou a bola até perto da área e rolou para Matheus Cunha dominar e bater tirando do goleiro: 1 a 0 para o time canarinho. O Brasil ainda levou perigo em cobrança de falta de Douglas Luiz, aos 45', antes do fim do primeiro tempo.

Mesmo vencendo, o Brasil voltou para o segundo tempo tentando 'matar' a partida. Com menos de dois minutos, o time canarinho teve chances com Claudinho, após belo elástico de Antony, e Matheus Cunha, em lance em que o goleiro El Shenawy defendeu com o nariz.

A Seleção Brasileira perdia uma sequência de chances, errando no último passe ou na finalização. Aos 21', Paulinho teve oportunidade para ampliar, mas bateu em cima do goleiro egípcio. O Egito respondeu aos 24', em uma de suas raras chegadas, com Mohsen, em chute cruzado, mas o goleiro Santos fez a defesa. Já aos 28', Paulinho finalizou novamente, mas El Shenawy defendeu firme.


No final, o Egito foi para o "tudo ou nada", tentando pressionar o Brasil em busca do empate. Aos 41', Mohsen fez Santos trabalhar. A Seleção Brasileira errava passes, mas como os egípcios não conseguiram marcar, a vaga na semifinal ficou com o time canarinho.

Com a vitória, o Brasil encara o México, que venceu a Coreia do Sul em um jogo de muitos gols, terminando em 6 a 3. A partida está marcada para terça-feira, dia 3 de agosto, às 5 horas do horário de Brasília, em Kashima. Já o Egito volta para casa.

Brasil vence a Arábia Saudita e está nas quartas do Futebol Masculino Olímpico

Por Victor de Andrade
Foto: Saudi National Team

Brasil enfrentou a Arábia Saudita em Saitama

O Brasil está nas quartas de final do Torneio Olímpico de Futebol Masculino dos Jogos de Tóquio. Nesta quarta-feira, dia 28, a Seleção Canarinho enfrentou a Arábia Saudita, no Estádio de Saitama, no Japão, e venceu pelo placar de 3 a 1, garantindo o primeiro lugar do Grupo D da competição, com sete pontos.

Líder do Grupo D até então, com quatro pontos e dois gols de saldo, o Brasil estreou no torneio vencendo a Alemanha, por 4 a 2, e empatado com a Costa do Marfim em 0 a 0. Um novo empate classificava o time canarinho sem depender do outro resultado da chave. Já a Arábia Saudita foi derrotada nas duas partidas, 2 a 1 para a Costa do Marfim e 3 a 2 para a Alemanha, e já não tem mais chance de chegar às quartas.

Não querendo dar "sopa para o azar", a Seleção Brasileira começou a partida pressionando a Arábia Saudita e abriu o marcador aos 13 minutos. Claudinho cobrou escanteio de 'pé trocado' do lado esquerdo, Matheus Cunha se antecipou à zaga da Arábia Saudita e de cabeça mandou a bola para o fundo das redes: 1 a 0 para o time canarinho.

A postura dos brasileiros continuou mesmo com o gol marcado e Richarlison acertou o travessão em finalização aos 19 minutos. Porém, aos 26', a Arábia Saudita empatou. Em cobrança de falta pela direita, a defesa canarinho marcou bobeira e Al Amri, de cabeça, marcou, sem chances para Santos: 1 a 1 em Saitama.

Mesmo após sofrer o gol, o Brasil continuou melhor no jogo, mas diminuiu o ímpeto nas finalizações. Aos 40', Matheus Cunha foi até a linha de fundo e cruzou rasteiro para Antony, mas o goleiro Al Bukhari fez grande defesa. Com isto, o primeiro tempo terminou com o placar em 1 a 1.

A Seleção Brasileira voltou para o segundo tempo com um volume de jogo ainda maior, mas não transformava em finalizações. Aos 20', quase os canarinhos marcam: Bruno Guimarães invade a área cercado por sauditas e finaliza para a defesa parcial de Al Bukhari. No rebote, Matheus Cunha, com o gol livre, bateu de chapa e a bola, caprichosamente, foi no pé da trave.

E aos 30 minutos finalmente saiu o segundo gol do Brasil. Daniel Alves cobrou falta pela esquerda, a defesa da Arábia Saudita afastou parcialmente e Bruno Guimarães rebateu de cabeça para Richarlison, que estava mal na partida, também de cabeça, mandar a bola para o fundo das redes: 2 a 1 para a Seleção Canarinho em Saitama.


E ainda teve tempo para o terceiro. Aos 47 minutos, Reinier fez boa jogada, tabelou com Malcom e deu um belo passe para Richarlison, que sozinho, na pequena área, só teve o trabalho de mandar a bola para o fundo das redes: 3 a 1 para o Brasil e fim de jogo em Saitama.

Com vitória, o Brasil terminou a primeira fase como líder do grupo D, com sete pontos, e espera agora a definição de quem será o segundo colocado no Grupo C, para jogar no sábado, dia 31, às 7 horas do horário de Brasília, no Estádio de Saitama, pelas quartas de final do Torneio Olímpico de Futebol Masculino. Já a Arábia Saudita se despediu do torneio.

Brasil vence a Zâmbia e vai encarar o Canadá nas quartas do Futebol Feminino Olímpico

Foto: Sam Robles / CBF

Comemoração no único gol do jogo

O Brasil está nas quartas de final do Torneio Olímpico de Futebol Feminino dos Jogos de Tóquio. A confirmação da classificação veio com a vitória sobre a Zâmbia, por 1 a 0, em partida de poucas emoções realizada nesta terça-feira, dia 27, no Estádio de Saitama, no Japão. Com o resultado, a Seleção Brasileira passou em segundo no Grupo F, atrás da Holanda no saldo de gols, e vai encarar o Canadá na próxima fase.

Podendo perder por até 1 a 0 que estará nas quartas-de-final, o Brasil venceu a China na estreia, por 5 a 0, e vem de um empate em 3 a 3 com a Holanda. Já a Zâmbia até tem chances de avançar, mas teria que ganhar e aumentar o saldo de gols, que atualmente está em -7. A seleção da África levou uma goleada de 10 a 3 da Holanda e depois empatou com a China em 4 a 4.

A Seleção Brasileira foi a campo com uma equipe diferente dos dois primeiros jogos. Pia Sundhage fez seis alterações, já pensando nas quartas. E o jogo começou com ritmo forte, já que Rafaelle, aos 3', quase abriu o marcador para o Brasil, finalizando de letra. No minuto seguinte, Banda levou perigo à Bárbara, que fez grande defesa.

Mas a situação da Zâmbia começou a se complicar com a expulsão de Mweemba por falta em Ludmila, em situação clara de gol, após análise do VAR. No lance, a goleira da Zâmbia, Nali, se machucou e o tempo de atendimento foi longo. Na cobrança de falta, aos 17', o Brasil fez 1 a 0 com uma bela cobrança de falta de Andressa Alves.

Depois do gol, o jogo caiu de ritmo e poucas chances foram criadas. A melhor delas foi com Andressa Alves, aos 57 minutos, quando recebeu na área, girou, bateu e mandou a bola no travessão. Com isto, o primeiro tempo terminou com o placar de 1 a 0.


O segundo tempo começou como estava o primeiro tempo: em ritmo lento. Com poucos lances no ataque, a Seleção Brasileira foi controlando o jogo, segurando o resultado. Como a Zâmbia não conseguia pressionar, a partida terminou com o placar mínimo.

Com o segundo lugar do Grupo F, o Brasil vai encarar o Canadá nas quartas de final do Torneio Olímpico de Futebol Feminino dos Jogos de Tóquio. A partida será na sexta-feira, dia 30, às 5 horas, no horário de Brasília, no Miyagi Stadium, em Rifu. Já a Zâmbia se despediu da competição.

Denílson sendo perseguido pelos turcos em 2002

Denílson foge dos jogadores turcos. Cena emblemática (foto: arquivo CBF)

Copa do Mundo de 2002, realizada em conjunto entre Japão e Coreia do Sul. O Brasil enfrentava a Turquia em uma das semifinais da competição, no dia 26 de junho, no Estádio Saitama, na cidade de mesmo nome. O vencedor iria disputar a final da competição. Aliás, era o segundo jogo entre as duas equipes no torneio, já que na primeira fase a Seleção Canarinho venceu os turcos por 2 a 1, de virada.

O primeiro tempo terminou com o placar de 0 a 0. Logo aos 4 minutos da segunda etapa, Ronaldo recebe a bola na entrada da área e com o bico da chuteira manda a bola para o fundo das redes do gol defendido por Rustus: 1 a 0 para o Brasil.

Denílson cercado pelos turcos na Copa de 2002
(foto: arquivo CBF)

O time começa a cansar e o técnico Luiz Felipe Scolari realiza as substituições. Primeiro, tira Ronaldo, que sentia um desconforto muscular. Depois, saca Edilson e coloca Denílson, sangue novo para puxar os contra-ataques. Porém, este nome ficaria marcado na partida por um lance inusitado. Mas antes do lance citado, Belletti entrou no lugar de Kleberson.

Aos 44 da segunda etapa, aconteceu o lance que chamou a atenção de todo o mundo. Denílson, em um contra-ataque, partiu para a jogada individual e invadiu a área. Vendo que estava marcado, o atacante resolveu levar a bola para perto do escanteio, até para ganhar tempo, já que a partida estava no fim.

Vídeo do lance

O que Denílson não esperava era a perseguição. Nada menos que quatro adversários, furiosos por causa dos dribles do brasileiro, correram atrás dele ao mesmo tempo: os volantes Muzzy Izzet e Tugay Kerimoglu e os zagueiros Bülent Korkmaz e Alpay Özalan.

A cena foi emblemática. Denílson pedalava com os pés, enquanto os marcadores o caçavam. Imagens do lance circularam pelo mundo ao fim do jogo. O Brasil segurou o 1 a 0 e, na final, derrotou a Alemanha, conquistando o pentacampeonato mundial, mas a jogada de Denílson ficou como um dos lances mais marcantes de todas as Copas.

O Curioso do Futebol

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