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Zidane e sua passagem pela Juventus

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Zidane defendeu a Juventus nos anos 90

Um dos maiores meio-campista da história do futebol mundial faz aniversário hoje. Zinédine Yazid Zidane nasceu em Marselha, na França, no dia 23 de junho de 1972, e teve uma carreira brilhante, com passagens por clubes gigantes e com conquistas invejáveis. Ele defendeu a Juventus.

A sua carreira começou no Cannes, uma equipe mediana do futebol francês. No começo foi sendo colocado aos poucos, mas com o passar do tempo conseguiu mostrar todo seu potencial e garantiu a vaga de titular do time, começando a chamar a atenção de outros clubes.

Após quatro anos no Cannes, ele foi contratado pelo Bordeaux, outra equipe francesa, mas uma superior. Em 1992, começou a ser tratado como uma realidade, tanto que chegou sendo titular da equipe, mostrando todo seu talento e ajudando o time.

Mesmo sem conseguir brigar por grandes títulos, o jogador conseguiu ser muito importante, e, por isso, começou a ser convocado para a Seleção Francesa a partir de 1994.

Pelo Bordeaux fez grandes temporadas, se consolidando como um grande jogador, e depois de quatro temporadas deixou o clube. Em 1996 foi contratado pelo Juventus, uma equipe gigantesca no futebol europeu, e que brigava por todos os títulos, tanto que, na temporada anterior tinha ganho a Champions League.

Porém, o jogador chegou sendo comparado com o compatriota Michel Platini, que construiu uma linda história no clube na década passada. Mas isso não afetou o atleta, que chegou mostrando seu grande futebol, sendo titular e atuando muito bem.

Zidane já chegou conquistando títulos em sua primeira temporada, vencendo a Copa Intercontinental, além disso, ganhou a Supercopa da UEFA, contra o Paris Saint-Germain, e o Scudetto. Só faltou a Champions League, mas a equipe acabou sendo derrotada na final para o surpreendente Borussia Dortmund.

A sua grande primeira temporada rendeu a premiação de melhor jogador estrangeiro do ano. Na temporada seguinte, o jogador venceu mais uma vez o Scudetto, mas, infelizmente, perdeu novamente a final da Champions League, dessa vez para o Real Madrid.


Mesmo com a tristeza de mais uma derrota do campeonato internacional, o jogador terminou a temporada de 1997-98 com o título da Copa do Mundo, fazendo seu país muito feliz. Todas as grandes atuações lhe renderam o prêmio de Melhor Jogador do Mundo pela FIFA e da France Football.

Depois de duas grande temporadas pela Juventus, o jogador acabou vivendo um momento ruim junto com o clube, que ficou sem títulos nas próximas quatro temporadas. Após de tanto tempo sem conquista, o jogador começou a mostrar seu desejo de sair do clube, porém, ele dizia que só sairia para o Olympique de Marseille, que era o time do seu coração. Mas isso não ocorreu, e em 2001, ele foi contratado pelo Real Madrid. Pela Juventus foram 239 jogos, 47 gols e 6 títulos.

Júlio César e sua passagem pela Juventus, da Itália

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Júlio César passou quatro temporadas na Juventus

Júlio César da Silva nasceu em Bauru, São Paulo, no dia 8 de março de 1963, e se tornou um dos melhores zagueiros do futebol mundial por algum tempo. O jogador teve passagens por grandes clubes, principalmente na Europa, onde conquistou títulos importantíssimos e fez muito sucesso, como na italiana Juventus.

Sua carreira começou no Guarani, em 1980, com apenas 17 anos atuando no profissional. A sua regularidade e sua inteligência dentro de campo chamavam a atenção de todos, e o zagueiro conseguiu construir uma linda trajetória pelo clube de Campinas.

Júlio ficou 6 anos na equipe, saindo com uma idolatria do clube e foi titular da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1986. O zagueiro foi contratado pelo Stade Brestois, uma equipe do futebol francês, que seria uma ótima porta de entrada para outros clubes grandes. Na França, ele atuou por mais uma equipe, fazendo sucesso e conseguindo desempenhar um grande futebol.

Aos 27 anos, depois de conseguir se provar no futebol europeu, atuando por equipes menores, o jogador recebeu uma grande proposta. Em 1990, o zagueiro foi contratado pela Juventus, uma das grandes equipes do futebol italiano, que estava montando um bom elenco.

Lembrando que, naquele momento, o jogador já havia disputado uma Copa do Mundo, quando foi convocado por Telê Santana, em 1986. A grande competição pela Seleção, foi um dos motivos da ida dele à equipe Francesa na época.

Então, Júlio já tinha uma grande bagagem e experiência para atuar em uma grande potência do futebol mundial. O zagueiro chegou com muita moral e conseguiu ganhar seu espaço rapidamente, se tornando um pilar do sistema defensivo da equipe.

Júlio foi mostrando um grande desempenho e era colocado com um dos melhores zagueiros do mundo, tinha uma força física impressionante e não perdia no alto, com seu 1,85 m de altura. E o futebol italiano sempre foi considerado um dos mais físicos, então o jogador acabou se destacando, também, nesse quesito.

Na temporada 1992-93 ajudou a equipe a conquistar a Copa da UEFA, que hoje é a Europa League. O zagueiro foi importante na sustentação do time, pois era um pilar defensivamente. Júlio manteve um grande desempenho, e por isso era cotado para ser convocado na Copa do Mundo de 1994, mas acabou não sendo levado.


O zagueiro, em 1993, foi disputar a US Cup com a seleção, e na concentração foi furtado. Com o acontecimento, o jogador se irritou, pois a CBF não se responsabilizou, e isso gerou um desentendimento, o que causou a não convocação do atleta, já que ele era um dos principais defensores do mundo na época.

O zagueiro ficou quatro anos na Juve, conquistando apenas um título, mas sempre sendo regular e com um ótimo desempenho. Em 1994, acabou sendo negociado com o Borússia Dortmund, onde fez uma linda história. Ainda defenderia Botafogo, Panathinailos, Werder Bremen e Rio Branco de Americana, onde encerraria a carreira em 2001.

Com perda de pontos, Juventus segue afundando no calvário após crime fiscal na Itália

Por Lucas Paes
Foto: AFP

Andrea Agnelli é um dos envolvidos na acusação de fraude fiscal

Recentemente, uma verdadeira bomba atômica caiu sobre o ambiente da Juventus de Turim quando uma fraude fiscal de bilhões de Euros foi descoberta no clube e balançou as estruturas da Velha Senhora, causando a demissão de toda a diretoria do clube e o início de um processo de investigação que pode mudar os próximos anos bianconeros. Bom, uma das consequências já foi sentida, já que a Federação Italiana de Futebol, a FIGC, puniu a Juve com a perda de 15 pontos na Série A, afundando de vez o calvário juventino.

A temporada da Juve, apesar de não ser exatamente ruim no Campeonato Italiano, dista de ser uma briga por título, já que o time bianconero recentemente tomou uma senhora goleada do Napoli e basicamente saiu da briga por mais um título de Série A. Além disso, a equipe caiu na Liga dos Campeões e seguirá agora na Liga Europa, onde enfrenta o Nantes. Porém, o impacto da punição pode ser enorme no futuro a curto prazo da Juve.

O primeiro ponto em que a perda de 15 pontos deve atingir como um raio a equipe de Massimiliano Allegri é o fato de que o maior time da Itália provavelmente não jogará a próxima Liga dos Campeões. Isso já causará uma perda financeira muito grande, que se somará maior ainda em termos financeiros, já que o prejuízo de não jogar a maior competição de clubes do mundo é enorme para qualquer clube grande, que automaticamente perde atrativo e vira um lago mais fácil para que pescadores maiores fisguem seus jogadores. O irônico é que veio de Agnelli, um dos envolvidos neste "rolo", a frase menosprezando a Atalanta e dizendo que não deveria participar na Liga dos Campeões.


Quem quiser entender melhor a punição que a Juve sofreu terá diversos meios para fazê-lo, já que existem diversos veículos que explicaram bem as razões da perda de pontos. Os Bianconeri têm agora uma consequência imediata que será a necessidade de se recuperar na tabela para conseguir sonhar com uma vaga em alguma competição europeia, ou então virar o foco para a Liga Europa, o que é um movimento muito arriscado. 

Seja como for, a Juventus segue e seguirá sofrendo as consequências de um desastre que está anunciado desde o momento em que foi descoberta a fraude fiscal no clube. O calvário da Velha Senhora só ajuda e a curto prazo, o futuro juventino pode ser muito mais difícil do que era imaginado para o clube mais rico e mais tradicional do futebol italiano. 

Athirson e a passagem pela Juventus de Turim

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Athirson em ação pela Juventus

Athirson Mazzoli e Oliveira nasceu no Rio de Janeiro, no dia 16 de janeiro de 1977, e se tornou jogador profissional. O atleta atuou por grandes clubes nacionais e internacionais, mas acabou tendo bons e maus momentos, chegando até ser afastado jogando na Europa, na passagem pela Juventus.

Athirson começou sua carreira no Flamengo em 1996, e logo se tornou titular da equipe, deixando Gilberto no banco. O jogador tomou conta da lateral-esquerda e não saiu mais do time, deixando todos muito empolgados com as suas grandes atuações.

Em 1998 acabou sendo emprestado para o Santos, mas rapidamente voltou para o Flamengo e retomou a sua titularidade na equipe. O seu grande momento chamou a atenção de grandes times, recebendo ótimas propostas de times europeus, e chegou até a recusar algumas.

Em 2001, o lateral recusou uma boa proposta do Barcelona, mas logo na sequência aceitou a da Juventus e se transferiu para o time Italiano. A sua saída do Flamengo foi muito conturbada, aconteceu após uma batalha judicial, no seu final de contrato.

Todos achavam que o jogador ia se dar muito bem no futebol internacional, mas acabou decepcionando a todos. O lateral chegou para ser o titular da equipe e tinha futebol para isso, mas não conseguiu se adaptar ao futebol italiano, que na época era o mais forte do mundo.

O jogador não manteve seu rendimento dentro de campo e fora dele não estava conseguindo mostrar que merecia mais chances. Athirson jogou apenas cinco partidas, mas todas sem brilho, decepcionante os diretores e os torcedores da equipe italiana.

Após a contratação do treinador Marcello Lippi, Athirson foi afastado da equipe e ficou de fora do restante da temporada. A contratação acabou sendo um fracasso e ao final da temporada, recebeu uma proposta de empréstimo para retornar ao futebol brasileiro.


O jogador retornou ao futebol brasileiro para atuar no Flamengo por empréstimos e ao final do contratado, o rubro-negro ficou com o jogador em definitivo. Depois de alguns anos voltando a atuar muito bem, o jogador recebeu outra proposta do futebol europeu, mas teve outra oportunidade, dessa vez foi atuar pelo Bayern Leverkusen.

O auge de Tacconi na Juventus

Por Lucas Paes
Foto: Calciopédia

Tacconi ganhou vários títulos vestindo bianconero

A Juventus de Turim é casa de diversos ótimos goleiros ao longo da história. Os bianconeri são hoje o clube onde joga o interminável Buffon, além de já terem tido em suas linhas o excelente Dino Zoff. Depois dos anos com Dino Zoff defendendo a meta bianconera, a Juve trouxe para suas fileiras um goleiro que ainda não tinha estourado mas tinha potencial: Stefano Tacconi, que completa 63 anos neste dia 13 de maio.

Tacconi jogou nas categorias de base do Spoleto antes de ir parar na Internazionale, mas não conseguiu jogar pela Beneamata. Passou por diversos clubes italianos até chegar ao Avellino, onde finalmente conseguiu uma sequência de jogos como titular e começou a ter algum destaque. As três temporadas de permanência na Série A fizeram com que a Juve o trouxesse, já que foi em grande parte responsável por essas permanências.

Em Turim, Tacconi foi o sucessor de Dino Zoff. Rapidamente caiu nas graças do torcedor alvinegro, Jogando na principal equipe italiana, rapidamente conquistou diversos títulos, sendo decisivo inclusive na conquista da Liga dos Campeões de 1985, marcada pela Tragédia de Heysel. Permaneceu por 9 anos defendendo o gol bianconero, conquistando um total de oito títulos com a Velha Senhora. Com a Juve, chegou a Seleção Italiana, onde acabou sendo sempre o reserva de Zenga, inclusive na Copa do Mundo de 1990.


Em 1992, com o início da ascensão de Peruzzi, perde a vaga de titular e acaba deixando a Juventus. No total, fez 254 jogos defendendo a meta da maior campeã italiana. Conquistou dois títulos italianos, uma Copa Itália, todos os títulos continentais possíveis na época (uma Liga dos Campeões, uma Recopa Européia, uma Supercopa da UEFA e uma Copa da UEFA, atual Liga Europa). Além disso, ainda ganhou um Mundial Interclubes e uma Supercopa da Itália. Passaria ainda pelo Genoa antes de se aposentar.

Após a aposentadoria, Tacconi chegou a se aventurar na política, mas não conseguiu ser eleito para o parlamento italiano. Ainda foi pré candidato ao governo da província de Lombardia. Curiosamente, ainda voltaria a jogar em 2008, pelo semi-amador Aquarta, antes de pendurar novamente as luvas, dessa vez definitivamente, em 2010.

O Curioso do Futebol

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