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Diego López e sua passagem de mais de dez anos pelo Cagliari

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Foram 12 anos de Cagliari

Luis Diego López Breijo, mais conhecido como Diego López, nasceu em Montevidéu, no Uruguai, no dia 22 de agosto de 1974, e foi um bom zagueiro. O jogador atuou em apenas três clubes em sua carreira, sendo dois no futebol europeu, onde permaneceu por muitos anos de sua vida, principalmente na passagem pelo Cagliari.

A sua carreira começou em 1994 pelo River Plate, do Uruguai, mas antes disso já atuava pela equipe Sub-17 do seu país. López tinha um bom potencial, e era visto com bons olhos em seu país, tanto que não demorou muito para se firmar em seu clube.

Em sua primeira temporada pelo clube não atuou muito, mas ganhou bastante experiência convivendo com o profissional. Mas, em 1995, começou a ganhar minutos na equipe, e conseguiu ao pouco conquistar seu espaço, se tornando um jogador importante.

O jogador conseguiu se destacar na equipe, sendo muito regular na defesa do River, e começou a ser chamado para a equipe principal do Uruguai. A sua ida para a seleção fez alguns clubes da Europa começarem a procurá-lo, principalmente após a conquista da Copa América de 1995.

Em 1996, o jogador foi transferido para o Racing Santander, um clube mediano do futebol espanhol. A oportunidade era uma ótima porta de entrada para López na Europa, que conseguiria ter mais chances de chamar a atenção de outros clubes no continente.

López ficou duas temporadas no clube, onde conseguiu ser o titular absoluto da posição, sendo muito regular durante a sua passagem. O zagueiro tinha um grande senso de posicionamento, e era muito difícil de enfrentá-lo no mano a mano, pois dava botes precisos.

Depois das duas boas temporadas, o jogador acabou recebendo algumas propostas, e decidiu ir para o Cagliari, uma equipe mediana do futebol italiano. O clube tinha como objetivo ficar na elite nacional e quando estava na segunda divisão lutar para voltar à elite.


O zagueiro foi uma contratação importante, pois daria uma segurança maior ao sistema defensivo da equipe. Assim que chegou, em 1998, tornou-se titular do time, mostrando toda sua força e seu potencial.

Com o passar do tempo, o jogador foi se tornando um líder da equipe, pois tinha uma personalidade muito forte. López foi fundamental em seu período pelo clube, ajudando dentro e fora do gramado. A equipe passou por bons e maus momentos, vivendo entre a elite e a série B do futebol italiano.

López se tornou capitão da equipe com o passar do tempo, sendo oficializado a sua liderança. Em sua passagem de mais de 10 anos pelo clube, o zagueiro conquistou um título, que foi o Campeonato Italiano da Série B. Em 2010, o jogador se aposentou dos gramados, e tornou-se treinador na sequência.

A passagem de Darío Silva pelo Cagliari

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Dario Silva jogou no Cagliari por três temporadas

Nascido em Treinta y Tres, cidade localizada no Uruguai, ex-jogador Darío Silva, está completando 50 anos de idade nesta quarta-feira, dia 2. O atleta sul-americano fez sucesso no futebol italiano durante os anos 90, quando defendeu as cores do Cagliari, entre 1995 e 1998.

Tudo começou aos 20 anos de idade, quando já atuava profissionalmente pelo Defensor, e se transferiu para o Peñarol depois de alguns meses. Antes mesmo de chegar ao velho continente, ajudou o clube auri-negro de Montevidéu dar fim a uma seca de seis anos sem conquistar nenhum título e posteriormente foi o grande protagonista dos Carboneros quando venceram tricampeonato uruguaio. Rumou para o Cagliari em 1995, depois de estrear pela sua Seleção.

Logo que chegou, Silva vestiu a camisa 9 de um Cagliari vinha de uma semifinal de Copa Uefa na temporada 1993-94, treinado por ninguém mais ninguém menos do que Giovanni Trapattoni. O principal propósito para a contratação de Darío foi para tomar o lugar deixado por Julio César Dely Valdés, que foi vendido para o Paris Saint-Germain. Com o tempo, foi ganhando a simpatia da torcida rossoblú por conta de sua ousadia, brigava por bolas dadas como perdidas e também ia para cima dos defensores adversários. Com o tempo, o atleta ganhou a alcunha de “Sa Pibinca”, que no idioma da Sarda, significa "o chato”.

Não era um artilheiro nato. Até porque, seu número de gols era bastante inferior em relação a jogadores como Oliveira, Sandro Tovalieri e Muzzi. Por conta de sua velocidade, Darío era responsável principalmente por armar os contra-ataques da equipe, mesmo atuando na função de centroavante. Uma vez, o avançado fez um belíssimo gol em cima da Roma, na temporada 1996-97. Naquela oportunidade, deu um chute giratório e acabou sendo o responsável pelo triunfo por 2 a 1. Além do tento, o atacante também deu uma assistência nessa partida.

Apesar de suas boas atuações, o Cagliari acabou sofrendo o rebaixamento para a Serie B naquela temporada, já que foi derrotado pelo Pacienza no jogo-desempate. Darío Silva permaneceu no clube e fez parte de um trio junto com Fabian O’Neill, seu compatriota, e Muzzi. Enquanto Fabian trabalhava no setor de meio de campo, os outros dois eram os encarregados por balançarem as redes adversárias.


Como forma de incentivar os atacante, Massimo Cellino, Presidente do time da Sardenha, ofereceu um Porsche para aquele que marcasse mais gols. Muzzi foi quem ganhou a 'saudável' competição, com 17 gols, mas os jogadores continuaram se dando muito bem. Isso porque, os dois avançados celebravam os triunfos da equipe tomando uma cerveja após os jogos. 

Afinal de contas, o uruguaio fez 13 gols e teve o seu melhor ano no futebol da Itália., e acabou sendo vendido ao Espanyol de Barcelona em 1998. Depois ainda jogou em clubes como o Málaga CF, o Sevilla e encerrou a sua carreira como jogador de futebol profissional no Portsmouth, em 2006.

A passagem de Fabián O'Neill pelo Cagliari

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

O'Neill jogou na Cagliari de 1996 até 2000

Nesta sexta-feira, 14, Fabián Alberto O'Neill Dominguezo, ex-meia atacante uruguaio popularmente conhecido apenas como Fabián O'Neill, está completando 49 anos de idade. Ele teve uma passagem de quatro temporadas pela equipe do Cagliari, da Itália.

De origem irlandesa mas nascido no Uruguai, El Mago começou a sua carreira jogando profissionalmente no Nacional do Uruguai em 1992. Após três temporadas atuando em sua terra natal, se transferiu para o velho continente.

No clube Rossoblú, passou por momentos de muita felicidade, mas também bastante tristeza ao longo da passagem. Após fazer campanhas razoáveis anteriormente, a equipe fez uma péssima campanha na Serie A e acabou sendo rebaixada. Na temporada seguinte, O'Neill conseguiu ajudar o time vermelho e azul a conquistar o acesso para a elite novamente.

Neste retorno a primeira divisão do futebol nacional, o time do meia uruguaio conseguiu permanecer na Serie A. No ano seguinte, Fabián continuou jogando bem, mas o Cagliari voltou a fazer uma péssima campanha e acabou sofrendo mais um descenso.

As boas atuações de O'Neill lhe renderam uma transferência para a Juventus, em 2000. Com isso, o Mago acabou deixando o clube da Sardenha após 95 partidas disputadas e 11 gols marcados, segundo dados do site ogol.com.


Depois da Vecchia Signora, o atleta sul-americano também defendeu o Perugia. Acabou tendo de encerrar a sua carreira como jogador de futebol profissional em 2003, jogando no Nacional do Uruguai, time que o revelou, por conta das graves lesões que teve.

A passagem do peruano Julio César Uribe no Cagliari

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Uribe jogando pelo Cagliari

O Campeonato Italiano anda há algum tempo despretigiado com relação a outras ligas como a Espanhola e a Inglesa, mas já foi um dia a elite máxima do futebol mundial. Nos anos 1980, a Série A e também as outras divisões da Bota permitiam apenas três estrangeiros em cada clube. Foi neste contexto que o ex-meia peruano Julio César Uribe, que completa 64 anos neste dia 9 de maio, acabou contratado pelo Cagliari no início daquela década.

Chegou a Sardenha após seu início de carreira incrível atuando pelo Sporting Cristal. Por lá, nos primeiros seis anos como profissional, seu futebol foi suficiente para fazer parte do bom time peruano que foi a Copa do Mundo de 1982 e foi lá que suas habilidades chamaram atenção da equipe italiana. Sem perder tempo, os Isolani o contrataram para a temporada 1982/1983.

Em sua primeira temporada com o clube, apesar de mostrar bom futebol pouco conseguiu fazer para evitar o descenso do time para a Série B do Campeonato Italiano. Era destaque de um time que pouco conseguia mostrar dentro de campo para evitar a tragédia. Marcou dois gols ao longo daquela edição, sendo pouco para evitar a queda do time Sardenho.

Na Série B, na primeira temporada, conseguiu ajudar a equipe Sardenha a ficar no meio da tabela, sem conseguir almejar lá grandes sucessos como uma volta a Série A, mas também sem temer o descenso. Sua terceira temporada, já com menos espaço, foi mais crítica, num momento onde os Rossoblu ficaram a beira de um descenso para a terceira divisão. Deixou o Cagliari no ano de 1985, depois de três temporadas no clube.


No total, Uribe marcou 11 gols em 69 jogos vestindo a camisa dos Sardi. Depois do Cagliari, rodou por diversos clubes até encerrar a carreira no Mannucci, do Peru, já nos anos 1990. Atualmente, segue carreira como treinador, estando agora sem clube, após passar um curto período comandando o Alianza Universidad. 

A história do atacante brasileiro Jeda no futebol italiano

Por Lucas Paes
Foto: Reprodução

Jeda no Cagliari

Neste dia 15 de abril completa 43 anos o atacante paraense Jeda. Jedaias Capucho Neves ganhou esse apelido ainda no início de carreira e com ele ficou até o fim. Dono de bons números, ele é mais um dos casos de jogadores brasileiros que acabam fazendo muito mais sucesso fora do país. Jeda chegou ainda jovem na Itália e de lá não saiu mais, se consagrando em diversos times menores da Bota ao longo de vários anos.

Nascido no Pará, Jeda começou sua trajetória no futebol longe de sua terra natal, jogando pelo União São João. Com uma boa passagem numa época onde o time de Araras vivia seus melhores anos, ele acabou observado e contratado pelo Vincenza, da Itália. Depois disso, não sairia mais do país pelo resto de sua carreira.

Depois de rodar por Vincenza e Siena, sua primeira passagem de mais destaque veio atuando pelo Vincenza na temporada 2002/2003, marcando 10 gols em 46 jogos. A partir daí, rodou vários clubes do país, passando por Palermo, onde foi campeão da Série B na temporada 2003/2004, Piacenza, Catania, Crotone e Rimini antes de desembarcar no Cagliari, na temporada 2007/2008. 

No Cagliari viveu os melhores momentos da carreira profissional. Em três temporadas no clube do sul, marcou 22 gols em 89 jogos. Seus gols ajudaram o Cagliari a permanecer na Série A durante o período em que esteve no clube e permaneceu por lá até o ano de 2010, quando acabou se transferindo para o Lecce. Por lá, atuou em duas temporadas e marcou 11 gols em 56 jogos. Intercalado com essas duas temporadas esteve em 2011/2012 no Novara.


Na parte final da carreira como jogador, atuou por Aqui, Potenza e Seregno, onde pendurou as chuteiras na temporada 2016/2017. Fez 119 gols em 478 jogos na Itália. Ainda tenta emplacar uma carreira como treinador no país, porém ainda não teve grandes sucessos na casamata. 

A ótima passagem de Francescoli pelo Cagliari

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Francescoli atuando pelo Cagliari

O uruguaio Enzo Francescoli, que chega as seis décadas nesse dia 12 de novembro, é um dos maiores jogadores que o Uruguai já produziu. Dono de uma categoria ímpar, o ídolo do River Plate viveu grandes dias nos mais diversos clubes que passou ao longo de sua carreira, sendo ídolo absoluto da torcida do River Plate. Em 1990, ele acabou contratado pelo Cagliari, para jogar na então badalada Liga Italiana.

O uruguaio veio aos Rossoblú trazido diretamente de ótimos anos vividos na França, pelo RC Paris e pelo Olympique de Marseille, onde durou uma temporada, que com ótimos números fez com que o time italiano fosse atrás dele. Na época, o time da Sardenha havia recém retornado a primeira divisão italiana e pensava em se manter na Série A italiana naquela temporada.

Francescoli foi essencial nessas ambições. Foram quatro gols em 33 jogos na sua primeira temporada, ajudando a equipe a evitar um descenso ficando uma posição acima do Lecce. Enzo era o cérebro de um time que sofreu mas conseguiu evitar a tragédia do retorno a Série B muito graças as jogadas, assistências e aos raros e importantes gols marcados pelo charrua. 

Na temporada seguinte, já mais adaptado, esteve ainda melhor. Marcou dois gols logo na abertura da Série A, em jogo diante do fortíssimo time da Sampdoria, que era o atual campeão nacional. Foram seis gols em 34 jogos, que ajudaram os Sardi a escaparem com mais tranquilidade do descenso, ficando duas posições acima da zona do inferno com uma ótima vantagem de sete pontos, numa época que a vitória valia dois pontos. Foram seis gols em 33 jogos.


Viveu junto ao Cagliari um dos melhores momentos da história do clube na temporada 1992/1993. Com um bom desempenho, o time fez 37 pontos ao longo da Série A, vencendo 14 jogos e sofrendo apenas 33 gols, números que colocaram a equipe como a segunda melhor defesa da competição. O uruguaio cresceu principalmente nos momentos mais decisivos da temporada, marcando cinco dos seus sete gols nas últimas partidas, garantindo a vaga da equipe na Liga Europa. 

Ao fim da temporada 1992/1993, acabou negociado com o Torino, Com 17 gols em 100 jogos pelos Rossoblú, ficou marcado e respeitado na história da instituição. Jogaria ao longo do final de sua carreira profissional por Torino e novamente pelo River Plate, onde seria protagonista já experiente na campanha do título da Libertadores de 1986, antes de pendurar as chuteiras, em 1998.

Roberto Bonisegna - Um goleador desconhecido

Por Lucas Paes

Bonisegna é o terceiro maior artilheiro da história da Internazionale

Quando se fala em futebol italiano, em seleção italiana, lembra-se quase sempre dos grandes defensores, de grandes goleiros, de nomes como Zenga, Buffon, Zoff, Nesta, Maldini, Bergomi... Os grandes nomes da Azzurra estão na defesa. É claro que há também craques da "Bota" que jogavam nas posições mais agudas do Ludopédio, como os recentes Totti e Del Piero, o eterno Meazza, o carrasco Paolo Rossi e até o grande Baggio. Em 1970, poucos lembram que a Azzurra, num jogo onde o Brasil fez alguns dos gols mais bonitos da história, marcou uma vez na partida. O dono desse gol é pouco conhecido, porém um gigante na arte de balançar as redes: Roberto Bonisegna.

O atacante italiano era da base da Inter no momento em que os nerazzurri viviam seu grande momento na história. Não a toa chamada de Grande Inter, a equipe dos anos 1960 alcançou os maiores vôos da história da Internazionale e conquistou todos os títulos possíveis. Porém, Bonisegna acabou preterido por Helenio Herrera, tendo que buscar a sorte em outros clubes. Passaria por Prato, Potenza e Varese, antes de desembarcar no Cagliari.


Na Sardenha, formou com Riva uma dupla infernal e acabou finalmente chamando atenção de novo de seu clube "mãe.". Foi lá que acabou testado e se consagrou como centro-avante. Voltou "à contragosto" para a Internazionale, pois queria ficar no Cagliari. Curiosamente, sua primeira temporada fora da Sardenha foi quando o ex-time ganhou o Scudetto. Mas, seria jogando pela Inter que Bonisegna faria seus números mais absurdos. Na Beneamata, "deitou e rolou", sendo artilheiro da Série A por duas vezes. Foi através da Inter, ainda em sua primeira temporada, que chegou a Copa do Mundo de 1970.

No mundial, marcou dois gols, um na semifinal contra a Alemanha e outro o único gol italiano na final contra o Brasil. Na temporada 1970/1971, foi artilheiro e campeão italiano, marcando 24 gols na campanha da conquista da Inter. Seria, porém, seu único título pela Beneamata. Bonisegna ficou até 1976 no clube. Seria artilheiro tanto da Série A quanto da Copa Itália na temporada 1971/1972, mas não conquistou nenhuma das duas taças. No total, fez 287 jogos e 173 gols pela Inter, números que o tornam o terceiro maior artilheiro da história do clube.

Bonisegna conquistou várias taças com a camisa da Juve

Porém, provavelmente a saída para a Juventus acabou fazendo com que não entrasse no seleto hall de ídolos interistas. Foi pelos Bianconeri que Bonisegna viveu a fase mais vitoriosa da carreira, ainda que não entre entre os grandes artilheiros da história da Juve. Marcou 35 gols em 94 jogos pela Velha Senhora. Apesar dos números não tão altos, foi campeão italiano em duas temporadas, campeão da Copa da UEFA e campeão da Copa Itália com a camisa da Juve. 

Encerrou a carreira com uma breve passagem pelo Hellas Verona, onde marcou apenas 4 gols em 18 jogos. Pela Itália, foram 22 gols em 9 jogos. Apesar dos enormes números, não conseguiu ser exatamente um ídolo em nenhuma das equipes que são donas das duas maiores torcidas italianas. Talvez pela rivalidade entre os dois gigantes, mas por não criar uma grande identificação. Talvez por isso, não seja exatamente um nome muito conhecido do futebol. Mas, ser o terceiro maior goleador de um dos maiores clubes do mundo é pra poucos e Bonisegna fazia gols como poucos. 

A experiência de ver a Roma no Stadio Olimpico!

Por Marcos Coimbra (depoimento e fotos)

Cobrança de pênalti de Frederico Fazio: Roma venceu por 1 a 0 nos acréscimos

Olá pessoal, tudo bem? Assim como foi no início de 2016, aqui estou eu novamente na Europa para mais uma turnê de futebol. E começamos bem: neste sábado, dia 16, fui no histórico Stadio Olimpico de Roma, para ver o time da casa, a AS Roma, enfrentar o Cagliari, pela Série A Tim, o famoso Campeonato Italiano.

Você mais novo pode até não entender a minha alegria. Hoje, os campeonatos Espanhol e Inglês são mais badalados. Porém a primeira competição europeia famosa no Brasil foi o Italiano. Primeiro pela ida dos craques da Seleção de 1982 para lá. Depois, foi o primeiro torneio a ter transmissão ao vivo, pela TV Bandeirantes, e, na época, podemos ver o Napoli de Maradona, Alemão e Careca, o Milan de Gullit, Van Basten e Rijkaard, a Internazionale de Matthaus, Brehme e Klinsmann... em resumo, muita gente acompanhou o Italiano nas décadas de 80 e 90.

Torcida acompanhando o time da casa

Agora, vamos à estrutura. Acho que nunca foi tão fácil ir a um jogo de futebol na minha vida quanto à este Roma e Cagliari. Compra de ingressos fácil pela internet, transporte público de Roma eficiente para chegar ao estádio, mesmo com ele sendo longe do centro, e acesso às arquibancadas muito fácil. Em resumo, em poucos minutos eu e minha família estávamos acomodados para ver o espetáculo.

Continuando com o que se oferece para o torcedor, as lanchonetes ótimas, os banheiros limpos, com sabonetes e papéis toalha e higiênico até após a partida. Aliás, o estádio todo ficou limpo, os torcedores não jogam o lixo no chão, só faltaram fazer como os japoneses, que limpam o local onde estavam. Porém, nem era necessário.

Aí vem a decepção: dentro de campo, não foi um dos melhores jogos. Agora eu entendo o porque o Espanhol e o Inglês serem mais badalados. Apesar de ter sido uma partida bem disputada e até emocionante, tecnicamente ficou aquém do que eu esperava. Com a bola rolando, a Roma fez o fator casa prevalecer e venceu por 1 a 0, gol de Frederico Fazio, já nos acréscimos, mas sinceramente a partida não me agradou.

Placar final no Stadio Olimpico

O interessante foi ver, in loco, o uso do árbitro de vídeo. Aliás, duas vezes: na primeira, marcação de um pênalti, que Perotti desperdiçou. A segunda, no próprio gol de Frederico Fazio, em que o árbitro acabou confirmando o tento. O legal é que dá uma expectativa que empolga para ver o resultado. Uma experiência legal!

Em resumo, para se ir a um jogo de futebol no Stadio Olimpico de Roma é muito fácil e, realmente, acaba atraindo o torcedor, pois ele é bem tratado no local. Foi ótimo! E logo logo volto por aqui para mais um jogo no Velho Continente. Um abraço!

O Curioso do Futebol

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