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Ex-goleiro Flávio, campeão brasileiro com o Athletico Paranaense e ídolo do CSA, morre aos 54 anos

Foto: arquivo / Athletico Paranaense

Flávio quando levantou a taça de campeão brasileiro em 2001

Luto no futebol brasileiro. Morreu neste domingo, dia 13, aos 54 anos, o ex-goleiro Flávio, que foi revelado pelo CSA e campeão brasileiro pelo Athletico Paranaense em 2001. Ele, que trabalhava no futebol do clube alagoano, lutava contra um câncer de próstata.

Em fevereiro deste ano, depois de um longo tratamento, Flávio Emídio dos Santos Vieira chegou a voltar às atividades no CSA, sendo reintegrado a comissão técnica como preparador de goleiros da base. Ele seguiu com apoio do clube azulino durante o tratamento.

O ex-goleiro, chamado também de Pantera, lutou contra um câncer de próstata e, para conseguir recursos, recebeu apoio de ex-jogadores e amigos. No ano passado, ele foi submetido a uma cirurgia, teve complicações, mas se recuperou e voltou a ganhar peso.

Foi feita uma campanha na época, com ajuda também do Athletico Paranaense. Porém, o câncer voltou de forma fulminante e o ex-goleiro acabou falecendo.


Carreira - Flávio começou a carreira no CSA e foi para Athletico Paranaense em 1994. Jogando pelo Furacão, foi campeão brasileiro de 2001. Também atuou por Vasco da Gama, Paraná Clube e América Mineiro. Ele encerrou a carreira no clube onde foi revelado, em 2012, aos 41 anos

Há 54 anos, o Brasil conquistava o tri!

Com informações da CBF
Foto; arquivo

Esta cena está completando 54 anos

É campeão! É tricampeão! Há exatos 54 anos, foram esses os gritos que se libertavam da garganta de todo o país. A Seleção Brasileira derrotava a Itália por 4 a 1 e conquistava pela terceira vez a Copa do Mundo FIFA, em 1970. Os gols da partida foram marcados por Pelé, Gérson, Jairzinho e Carlos Alberto Torres. Boninsegna fez o gol de honra dos italianos no Estádio Azteca, na Cidade do México.

Com a conquista, o Brasil encerrou uma campanha de seis vitórias em seis jogos, tornando-se a primeira equipe a ter 100% de aproveitamento nas Eliminatórias e na Copa do Mundo. Além disso, também foi o primeiro time a chegar ao tricampeonato mundial, fato que lhe garantiu a posse definitiva da taça Jules Rimet. Além deste título, o Brasil foi campeão também em 1958 e 1962.

Com todos os jogadores disponíveis para a partida, Zagallo levou a campo o que tinha de melhor para a Seleção. A escalação foi a que mais se repetiu durante o Mundial, com o time-base formado por: Félix; Carlos Alberto Torres (c), Brito, Piazza e Everaldo; Clodoaldo e Gérson; Jairzinho, Pelé, Rivellino e Tostão.

Os italianos vinham de uma batalha histórica contra a Alemanha Ocidental na semifinal da Copa do Mundo. Altamente considerado um dos melhores jogos da história dos Mundiais, a partida terminou com triunfo da Azzurra por 4 a 3, após dois tempos extras. Os 90 minutos terminaram empatados em 2 a 2, a Itália chegou a sair na frente na prorrogação, sofreu novo empate e finalmente fez o gol da classificação, aos 114 minutos de partida.

Todo esse desgaste fez com que o Brasil chegasse à final com um pouco mais de disposição física. Além disso, a Itália é sempre um grande adversário, por sua escola tradicional de futebol, mas a Alemanha de Gerd Mûller e Franz Beckenbauer se apresentava como um dos melhores times do torneio.

A partida ainda marcou uma série de feitos individuais para a Seleção Brasileira. Jairzinho terminou o Mundial como vice-artilheiro, com sete gols, e se tornou o primeiro campeão a marcar em todos os seis jogos de sua seleção. Pelé voltou a marcar em uma final de Copa do Mundo e se tornou o único jogador três vezes campeão mundial da história. O Rei ainda terminou a competição com seis assistências, um recorde até hoje em passes para gol na mesma edição de um Mundial.
O jogo


Apesar do cansaço da semifinal, a Itália começou bem a partida no calor do Azteca. Em um início equilibrado, a Azzurra foi a primeira a finalizar na final da Copa do Mundo. A oportunidade surgiu logo aos dois minutos de jogo, em finalização de fora da área de Riva, que foi muito bem defendida por Félix.

Nos minutos seguintes, o Brasil ameaçou em duas cobranças de falta de Rivellino, mas a Patada Atômica não acertou em cheio nenhuma delas. Uma foi para fora e a outra para as mãos do goleiro Albertosi. Mas o arqueiro italiano não levaria tanta sorte na próxima chance.

O relógio marcava 17 minutos de jogo quando Tostão bateu lateral pela esquerda. Rivellino, de primeira, esperou a bola quicar para alçá-la na área. Era só o que ele precisava fazer. em meio aos gigantes italianos, Pelé, de 1,72 metro de altura, subiu muito e testou para o fundo da rede. Estava aberto o placar na Cidade do México.

Após o gol de Pelé, a Itália ficou um pouco atordoada em campo e deu espaço para o Brasil dominar mais a partida. Os italianos só voltariam à carga perto dos 30 minutos de primeiro tempo, em chutes de fora da área sem muito perigo. O jogo parecia controlado, mas nunca se pode subestimar a Itália em um jogo de Copa do Mundo.

Aos 37, em bola tocada por Brito, Clodoaldo tentou sair jogando com um toque de calcanhar para Everaldo, sem ver o companheiro. O meia também não enxergou a chegada de Roberto Boninsegna, que roubou a bola e, depois de dividida entre Félix e Brito, completou para o gol vazio: 1 a 1.

O Brasil quase desempatou a partida antes do intervalo. Na verdade, chegou a fazer o 2 a 1, quando Pelé dominou a bola dentro da área e chutou de bico para o fundo do gol italiano. Mas o juiz alemão Rudi Glockner anulou o tento, marcado aos 45:05 de jogo. O árbitro pegou a bola e saiu para o túnel, encerrando o primeiro tempo.

Disposta a decidir o jogo, a Seleção Brasileira voltou em outra velocidade para a segunda etapa. Logo aos dois minutos, Carlos Alberto fez ultrapassagem, recebeu de Jairzinho e cruzou seco. A bola passou pela pequena área, mas Pelé não conseguiu completar para o gol.

Mais solto no meio, Gérson subia ainda mais, pressionando o sistema defensivo da Itália, que apelava para as faltas. Foram várias oportunidades de bola parada na entrada da área italiana nos primeiros 15 minutos de segundo tempo. Em uma delas, Pelé rolou para Rivellino, que bateu de direita e a bola explodiu na trave. Na outra, a Patada Atômica veio direto e só não estufou a rede porque Albertosi fez uma defesa monumental.

A única boa chance da Itália nesse início de segundo tempo veio quando Domenghini tentou cruzar, a bola bateu em Everaldo e parou na rede pelo lado de fora. Mas o domínio era brasileiro e não demorou para a Seleção transformar a pressão no desempate.

Aos 20 minutos do segundo tempo, Gérson pegou sobra após jogada de Jairzinho. Na intermediária, cortou para a perna esquerda e soltou uma bomba. A Canhotinha de Ouro só parou no fundo da rede, um golaço de tirar o fôlego no Azteca, o primeiro de Gérson na Copa do Mundo.

O golpe, que já seria duro para a Itália, ficou ainda pior apenas cinco minutos depois. Gérson lançou para a área e encontrou Pelé. De cabeça, o Rei escorou para Jairzinho, que, meio aos trancos e barrancos, completou para o gol, o sétimo dele no torneio.

Com o 3 a 1 no placar, o Brasil se encontrava praticamente com as mãos na taça. Já cansada em campo, a Itália não mostrava muita força para reagir. E o Brasil seguia em busca do quarto gol, que veio aos 41 minutos, da melhor maneira possível.

A jogada começou lá atrás, quando Tostão voltou para ajudar Everaldo na marcação, roubando a bola de Domenghini. A pelota caiu nos pés de Brito, que a empurrou para Clodoaldo. O Corró aproveitou a descida de Pelé e Gérson para acioná-los e recebeu a bola em seguida. A Itália tentou subir a marcação, mas Clodô tirou de letra. Foram quatro adversários batidos em uma sequência de dribles curtos. Depois de limpar o lance, ele abriu para Rivellino, que se aproximou perto da linha central.

O movimento de Rivellino abriu espaço na ponta esquerda e foi para lá que Jairzinho se direcionou. O lançamento do Riva veio na meia altura, em velocidade, para o Furacão dominar e partir para cima da marcação. Após passar pelo primeiro adversário, Jair encontrou Pelé na meia lua da área.

Nesse momento, o Rei já sabia o que fazer. Mas caso não soubesse, havia Tostão, logo a frente dele, apontando para o lado direito da área. Era ali que apareceria Carlos Alberto Torres, em uma corrida fulminante, para receber o passe no espaço vazio e encher o pé, de primeira, para fazer o gol. Estava desenhado ali o maior símbolo daquela geração. O jogo bonito resumido em um lance, uma jogada, que teve de tudo. Drible, passe, improviso, dedicação, defesa, movimentos táticos, velocidade, enfim. Um gol brasileiro.


O gol foi a pá de cal em qualquer pretensão de virada dos italianos. Depois do tento do Capita, as duas equipes praticamente só esperaram o jogo acabar para a definição do título. Após o apito final, os jogadores brasileiros comemoraram em Êxtase. Torcedores, jornalistas e seguranças mexicanos invadiram o gramado, desesperados por qualquer peça de roupa de qualquer um dos jogadores. O Rei Pelé ficou apenas de cueca e 'sombrero', o tradicional chapéu do país, enquanto comemorava o título nos ombros do povo.

Estava escrita ali a mais bonita página da história do futebol. Uma trajetória tão bonita que não parecia de verdade. Que faz crer que este texto não é uma crônica, mas uma fábula. era como se o futebol fosse esse poder extraordinário do povo brasileiro, que o permitia ser amado pelo resto do mundo. Talvez seja por isso que o brasileiro ame tanto o futebol. Mas podemos ter certeza, principalmente depois da Copa de 1970: o futebol também nos ama de volta.

A passagem apagada de Cobi Jones pelo Vasco da Gama

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

O meia estadunidense pouco jogou pelo Vasco

Cobi N'Gai Jones, conhecido simplesmente como Cobi Jones, foi um jogador que construiu praticamente toda a sua carreira nos Estados Unidos, ficando onze temporadas. Antes de atuar no EUA, ele teve uma passagem apagada pelo Brasil, jogando pelo Vasco da Gama, mas foram apenas 4 partidas. 

O jogador nasceu em Detroit, nos Estados Unidos, no dia 16 de junho de 1970, e começou a sua carreira na Inglaterra, atuando pelo Coventry City. Em 1994 foi convocado para a Copa do Mundo, o que deu muito destaque para ele, começando a chamar a atenção de alguns clubes no futebol sul-americano. 

Depois da Copa do Mundo alguns clubes procuraram o jogador e em 1995 foi contratado para atuar no Brasil, no Vasco da Gama. Ele chegou com muita expectativa, mas desde o começo não conseguiu atuar, foi jogando em amistosos, mas não teve nenhum destaque e acabou ficando de lado no clube: 

O seu futebol acabou não agradando a comissão técnica, e ele foi ficando afastado e atuando só em amistosos. Ainda em 1995 ele jogou na Copa Rio, onde as equipes grandes disputavam a competição na época com o time B, por isso ele atuou, mas foram pouquíssimos jogos. Ele não conseguiu agradar ninguém e ficou de fora dos planos da equipe.. 


Sem atuar, ele procurou outro clube e acabou deixando o Vasco em 1996, indo atuar no Los Angeles Galaxy, na então recém-criada Major League Soccer, onde construiu uma grande carreira e foi um dos ídolos da equipe. Pelo Vasco foram quatro jogos e nenhum gol.

Ex-Arsenal, Everton e Nottingham Forest, Kevin Campbell morre aos 54 anos

Com informações do ge.globo
Foto: arquivo

Kevin Campbell durante a passafem pelo Arsenal

O ex-atacante inglês Kevin Campbell morreu aos 54 anos de idade. O anúncio foi feito neste sábado, cerca de duas semanas depois de o ex-jogador ser internado no hospital devido a "uma grave doença", segundo a imprensa britânica. Ele roi revelado no Arsenal e passou por times como Everton e Nottingham Forest.

"Ficamos arrasados ao saber que nosso ex-atacante Kevin Campbell morreu após uma curta doença. Kevin era adorado por todos no clube. Todos nós pensamos em seus amigos e familiares neste momento difícil. Descanse em paz, Kevin", declarou o Arsenal em comunicado.

Ex-companheiro de Campbell no Everton, Rooney fez um post emocionado para se despedir. "Absolutamente arrasado por saber as notícias sobre o Kev. Pensando em toda a sua família e amigos. Kev era um grande companheiro de equipe, mas, mais importante, uma pessoa brilhante que me ajudou muito nos meus primeiros anos", escreveu o ídolo do Manchester United.


Campbell teve 18 anos de carreira como profissional e conquistou quatro títulos, todos pelo Arsenal: uma Copa dos Clubes Vencedores de Copa da Uefa (1993/94), uma Copa da Inglaterra (1992/93), uma Copa da Liga Inglesa (1992/93) e uma Supercopa da Inglaterra (1991/92). Marcou 148 gols em 542 jogos. Além dos Gunners, também defendeu Leyton Orient, Leicester, Nottingham Forest, Trabzonspor, Everton, West Bromwich e Cardiff, quando se aposentou do futebol, em 2007.

Além do Arsenal, a Premier League, a seleção inglesa e os outros clubes onde Kevin atuou também lamentaram a perda.

A ótima passagem de Cafu pela Roma

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Cafu quando defendeu a Roma

Um dos maiores laterais do futebol mundial e brasileiro, Marcos Evangelista de Morais, conhecido como Cafu, conquistou seu sucesso na Europa atuando pela Roma, ganhando muito destaque e reconhecimento na Itália, e depois acabou sendo negociado com o Milan. 

O lateral-direito nasceu em Itaquaquecetuba, em São Paulo, no dia 7 de junho de 1970, e começou a sua carreira atuando na base do Nacional, depois foi para a Portuguesa, até chegar no São Paulo, clube pelo qual foi revelado em 1989.

Foram alguns anos atuando com a camisa tricolor, fazendo grandes jogos e conquistando muitos títulos pelo clube. Depois de cinco anos jogando pelo São Paulo e já tendo convocações para a Seleção Brasileira, foi vendido para o Zaragoza, da Espanha, após o título da Copa do Mundo em 1994, no qual ainda era reserva.

Porém, acabou não conseguindo ter muito sucesso na equipe, ficando apenas uma temporada e atuando apenas em 17 partidas. No meio do semestre de 1995, o jogador retornou ao Brasil, para atuar no Juventude, que era patrocinado pela Parmalat, a mesma patrocinadora do Palmeiras.

Por causa de uma cláusula com o São Paulo, o jogador não poderia voltar para o Brasil e atuar diretamente em um rival, por causa disso acabou tendo que passar pelo Juventude. A sua passagem pelo Palmeiras foi muito boa, fez parte da equipe campeã paulista conhecida pelo ataque de mais de 100 gols na competição. 

Foram um ano e meio atuando pelo clube em alto nível, por causa disso começou a receber novas propostas da Europa. No início da temporada europeia, a Roma ofereceu uma boa proposta e Cafu se transferiu para o futebol italiano. 

O seu estilo se casou muito bem com o da equipe, pois Cafu tinha muita força física e sempre foi muito importante taticamente. Além isso, o lateral era muito diferente tecnicamente, ajudando o time na parte ofensiva, por isso o lado direito ficou muito forte. 


O jogador foi ganhando muito destaque atuando pela Roma, fazendo jogos excelentes, ajudando muito a equipe. Cafu ganhou o apelido Il Pendolino ('o trem expresso') dos torcedores, sendo muito ovacionado no estádio a cada jogo. 

A sua melhor temporada pelo clube foi em 2000-01, quando a equipe conseguindo conquistar o Scudetto, que é o título nacional do futebol italiano, e na época a liga mais forte do mundo. Cafu foi um dos grandes destaques do time durante a campanha. 

O jogador permaneceu no clube até o final da temporada de 2002-03, foram quase 8 anos atuando pela Roma, fazendo 219 jogos e marcando 8 gols, além de um título conquistado. Em 2003, Cafu foi contratado pelo Milan.

Carlos Secretário e sua apagada trajetória no Real Madrid

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Carlos Secretário jogou no Real Madrid por uma temporada

O ex-lateral direito português Carlos Alberto de Oliveira Secretário, popularmente conhecido apenas como Carlos Secretário, celebra o seu 54º aniversário neste domingo, dia 12 de maio de 2024. No decorrer de sua carreira, o defensor, que jogou por vários clubes do seu país de origem, teve uma passagem discreta pelo Real Madrid na segunda metade da década de 90.

Revelado pelo Gil Vicente em 88, o lateral chegou ao time Merengue vindo tradicionalíssimo Futebol Clube do Porto, onde atuou por três anos. Suas apresentações com a camisa dos Dragões chamaram a atenção da equipe espanhola, que veio a contratá-lo em 96.


Todavia, Carlos não conseguiu repetir as suas boas partidas no futebol luso e acabou deixando os Blancos após uma temporada. Ao todo, Secretário disputou 17 gols pelo time madridista em 96/97.

Após não conseguir vingar na Espanha, o lateral direito ainda retornou ao Porto, onde permaneceria até 2004. Encerrou a sua carreira em 2005, jogando pelo Maia.

A obscura passagem de Robgol no Botafogo

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Robgol no Botafogo

Conhecido principalmente pela enorme história que construiu jogando por equipes paraenses, o atacante Robgol, um dos maiores ídolos da história do Paysandu, onde o 12º maior artilheiro da história do clube, tem uma longa trajetória jogando por clubes brasileiros e estrangeiros. De desenvolvimento tardio no futebol, o atacante paraibano teve uma passagem obscura pelo Botafogo no início dos anos 2000.

Na época, Robol havia acabado de estourar no futebol. Nascido em 10 de maio de 1970, o jogador teve uma primeira parte de carreira de pouco destaque no futebol até seus 30 anos, quando de certa maneira inexplicavelmente chegou ao Botafogo e foi instantaneamente emprestado ao Santa Cruz sem sequer entrar em campo direito pelo Fogão, jogando um jogo apenas. Com sucesso no empréstimo, sendo artilheiro do Santinha no Brasileirão, voltou a General Severiano.

Entrou aos treinos em meio as preparações de pré-temporada da equipe botafoguense. Curiosamente, havia feito, durante seu tempo no Santa Cruz, o gol que havia eliminado o Botafogo daquela edição do nacional, o antigo torneio João Havelange. Na época chegou a um elenco que tinha Donizete Pantera como principal atacante do time. 

Na segunda passagem, também pouco conseguiu jogar. Após entrar em campo em apenas dois jogos durante o Rio-São Paulo e sem ser bem avaliado pelo time botafoguense acabou negociado com o Bahia, por onde por sinal faria um grande ano em 2001. Encerrou então assim sua passagem pelo Fogão, com 3 jogos e nenhum gol.


Robgol esteve em atividade no futebol até 2007, quando acabou sua carreira atuando pelo Paysandu, clube pelo qual fez história, aos 37 anos. Havia marcado 14 gols em 14 jogos naquele seu último ano como atleta de futebol.  

A passagem vitoriosa do goleiro Angelo Peruzzi pela Juventus de Turim

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Peruzzi foi vitorioso pela Juventus

Angelo Peruzzi foi um dos grandes goleiros do futebol italiano, fazendo parte do time campeão do mundo em 2006. O jogador fez uma carreira vencedora e virou ídolo da Juventus e da Lazio, tendo grandes atuações e levantando títulos importantes. 

O goleiro nasceu em Viterbo, na Itália, no dia 16 de fevereiro de 1970, e começou a sua carreira profissional na Roma, em 1986. Aos 16 anos já fazia parte do time principal, mas pouco atuou pelo clube, ficou três anos na equipe e fez apenas 21 jogos. 

Aos 19 anos, em 1989, foi contratado pelo Verona, onde teria uma minutagem maior e mais oportunidade. O jogador ficou uma temporada no clube, atuando 30 vezes, e depois retornou para a Roma. Em 1990, após o seu retorno, continuou sem espaço e fez apenas 5 jogos na temporada. 

Mesmo com poucas atuações, Peruzzi era uma grande promessa, e por isso foi contratado pela Juventus, em 1991. O goleiro demorou um pouco para ganhar a posição, mas ia conseguindo se desenvolver cada vez mais nos treinamentos, passando mais confiança à comissão técnica. 

Após duas temporadas sendo reserva no clube, o goleiro começou a ganhar mais oportunidades e ganhou a vaga de titular à partir da temporada 1993-94. Com as boas atuações, deu muita confiança aos torcedores e a sua equipe, ganhando a posição. 

Desde que assumiu a vaga de titular, fez parte de um elenco muito vitorioso, que conquistou títulos importantíssimos nacionais e internacionais. Pelo clube, o goleiro ganhou três títulos da Série A, uma Coppa Itália, duas Supercoppa Italiana, uma Champions League, uma UEFA Cup, uma UEFA Super Cup e uma Intercontinental Cup. 


Foi um goleiro muito vitorioso pelo clube, entrando para a história e transformando-se em ídolo da Juventus. Além disso, ficou 11 anos sendo convocado para a sua seleção, e fez parte do elenco Campeão da Copa do Mundo de 2006. 

Peruzzi encerrou a sua passagem pela Juventus em 1999, após 296 jogos, sendo contratado pela Internazionale de Milão.

A passagem de Patrice Loko pelo Paris Saint-Germain

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Patrice Loko no PSG

Patrice Loko foi um bom centroavante Francês, tendo passagens por grandes times nacionais e também atuou pelo seu país. O jogador rodou nas principais equipes, iniciando no Nantes e depois sendo contratado pelo Paris Saint-Germain, onde ganhou mais destaque.

O jogador nasceu em Sully-sur-Loire, na França, no dia 6 de fevereiro de 1970, e começou a sua carreira profissional aos 18 anos, quando estreou pelo time principal do Nantes.

A sua passagem pelo Nantes foi muito boa, construindo uma linda história no clube, atuando durante sete temporadas. Foi pelo clube que começou a ganhar destaque, principalmente depois de 1990, quando já estava mais maduro e experiente no profissional.

A partir de 1993 começou a ser convocado para a sua seleção, ganhando uma ótima oportunidade para se destacar cada vez mais. Na temporada de 1994-95 foi o artilheiro do Division 1, que é o campeonato nacional da França, fechando a sua passagem pelo Nantes com chave de ouro.

Com as grandes temporadas feitas e números muito bom, principalmente nos anos anteriores, Patrice foi contratado pelo Paris Saint-Germain. A equipe não tinha a grandeza que tem hoje, mas estava em um ótimo momento, num processo de desenvolvimento.

Patrice chegou para complementar o ataque da equipe, ser o dono da posição e dar vitórias para o clube com seus gols. Além de ser muito bom na finalização, o jogador conseguiu ser um atleta versátil, não ficava apenas parada esperando a bola, ele buscava o jogo e abria espaços, sendo importante ofensivamente.

Em sua primeira temporada no clube conquistou o título da Taça Europa, mas na temporada seguinte ficou sem títulos. Com as boas atuações, o jogador continuou sendo chamado para a sua seleção, fazendo parte do ciclo para a Copa do Mundo de 1998, sendo convocado para a Eurocopa de 1996 e o Torneio da França em 1997.


Depois de uma temporada sem título, em 1997-98 a equipe conquistou a Taça da França e a Taça da Liga da França, dois títulos importantes para o clube. Mesmo com as conquistas e boa atuação, Patrice  Loko acabou ficando de fora da convocação da Copa do Mundo de 1998, o que o deixou bastante decepcionado, já que fazia parte de todo o ciclo para a competição.

Ainda em 1998, após ver os companheiros de Seleção Francesa serem campeões do mundo, o jogador ganhou a final da Supertaça da França, mas após a final acabou sendo negociado com o Lorient. Pelo Paris Saint-Germain, Patrice atuou 84 vezes e marcou 23 gols.

A passagem do atacante Macedo pelo Santos

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Macedo durante sua passagem pelo Santos

Natanael dos Santos Macedo, conhecido simplesmente como Macedo, foi um bom atacante, passando por diversos clubes grandes brasileiros, conquistando alguns títulos importantes, principalmente pelo São Paulo. No futebol paulista, o jogador também atuou no Santos, onde foi vice-campeão do Brasileirão.

O jogador nasceu em Americana, em São Paulo, no dia 16 de dezembro de 1969, e começou no futebol aos 12 anos de idade, quando foi para a base do Rio Branco. Subiu para o profissional aos 18 anos, quando estreou pelo Rio Branco, conseguindo ter destaque na segunda divisão do Campeonato Estadual.

Depois de 2 temporadas no clube, o jogador foi contratado pelo São Paulo, e na época foi a maior venda da história do clube do Rio Branco. Pelo tricolor era um grande reserva, entrando em jogos importantes e sendo decisivo para o time em grandes conquistas.

No tricolor foi campeão da Copa Libertadores e do Mundial Interclubes. Na decisão da Libertadores de 1992 foi muito importante, sofrendo o pênalti que Raí converteu e levando a decisão para as penalidades, onde o tricolor se sagrou campeão.

Em 1993 foi emprestado para o Cadiz, da Espanha, mas ficou pouco tempo. Em setembro do mesmo ano voltou ao Brasil, onde foi novamente emprestado, mas dessa vez para o Cruzeiro. No final da temporada, acabou sendo vendido para o Santos, em uma negociação em que o São Paulo mandou o atacante, o goleiro Gilbeto e o volante Dinho pelo também volante Axel.

A sua ida para o Santos envolveu alguns jogadores, e o atacante chegou no clube com boas expectativas. Macedo foi muito importante na campanha do do Vice-Campeão Brasileiro de 1995, que até hoje é motivo de discussão por causa dos erros de arbitragem.


Em 1996, ficou o primeiro semestre no Santos, onde teve um bom desempenho, mas no segundo semestre acabou sendo emprestado para o Vasco para a disputa do Campeonato Brasileiro, e no final do ano retornou ao Peixe.

Na temporada seguinte, em 1997, Macedo foi muito importante na campanha do Torneio Rio-São Paulo, atuando em todos os jogos da campanha do título. Mas em 1998 foi emprestado novamente, desta vez para o Coritiba, e ficou uma temporada completa por lá.

Retornou para o Santos no final do ano, e a sua última partida pelo clube foi em 1999, no dia 30 de dezembro contra o Vasco. Depois disso, Macedo aceitou a proposta do Grêmio e se transferiu para o clube, deixando o Peixe com 228 jogos e marcando 61 gols.

A passagem de Bixente Lizarazu pelo Bordeaux

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Lizarazu teve boa passagem pelo Bordeax

Bixente Jean-Michel Lizarazu, ex-lateral esquerdo campeão europeu e mundial pela Seleção Francesa, celebra o seu 54º aniversário neste sábado, dia 9 de dezembro de 2023. No começo de sua carreira como profissional, o defensor se destacou vestindo a camisa do Girondins de Bordeaux entre os fins das décadas de 80 e 90.

Esta sua passagem pelo clube azul marinho e branco aconteceu entre 1986 e 1996, depois de jogar nas categorias de base dos Les Églantins de Hendaya e também pelo time B do Girondins. Passou a integrar o elenco principal a partir de 88, e ajudou o Bordeaux a conquistar a Ligue 2 em 1991/92 e a Taça Intertoto em 95.

Nos Girondinos, ainda esteve no plantel que ficou com o vice-campeonato da Copa da UEFA de 1995/96. Pouco após essa perda, o defensor francês optou por respirar novos ares e rumou para a Espanha, onde atuou no Athletic Bilbao.

Ao todo, Liza disputou 289 jogos com a camisa do time azul e branco, sendo que 43 jogos foram pelo time B e os outros 246 aconteceram no profissional. Apesar não ter a característica de marcar gols por conta de sua função, anotou 32 tentos. Entre eles, 10 aconteceram quando estava no Bordeaux B e os 22 restantes defendendo o time principal.


Na sequência de sua jornada como jogador, Bixente teve duas passagens pelo Bayern de Munique, sendo a primeira de 1997 a 2004, e a outra entre 2005 e 2006, quando se aposentou. No curto período em que não fez parte do elenco bávaro em 2004, jogou no Olympique de Marseille.

Tomas Brolin e sua passagem pelo Leeds United

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Tomas teve uma trajetória discreta no Leeds

O ex-meia atacante sueco Per Tomas Brolin, popularmente conhecido apenas como Tomas Brolin, celebra o seu 56 aniversário nesta quarta-feira, dia 29 de novembro de 2023. Ao longo de sua carreira profissional, o atleta nórdico teve uma passagem não muito memorável pelo futebol inglês, vestindo a camisa do Leeds United na segunda metade da década de 90.

Sua chegada a Inglaterra aconteceu em 1995, depois que o jogador já colecionava passagens por três clubes suecos, sendo eles o Näsvikens IK, o Sundsvall e o IFK Norrköping, além de um time italiano: o Parma. Inclusive, nos Ducali sofreu uma grave lesão que acabou o impedindo de voltar a jogar em alto nível como antes.

Apesar de apresentar um pouco mais de condições de jogar, não conseguiu ter uma boa trajetória em solo britânico. Isso porque, além de diversos problemas físicos, também se desentendeu com o técnico Howard Wilkinson, e com isso, não teve espaço no time. 

Esta série de fatores fizeram com que a diretoria do Leeds o colocasse a lista de transferências e ele acabou indo para o FC Zürich já que ninguém se habilitou para contratá-lo. Mesmo com seu insucesso na Suíça, George Graham, que assumiu o cargo técnico do Leeds United, solicitou o retorno de Brolin, porém o sueco recusou.


De acordo com o site ogol.com, Tomas disputou 22 partidas e marcou quatro gols pelos Whites. Após encerrar seu vínculos com a equipe inglesa anda tornou a defender o Parma e também jogou no Crystal Palace, antes de se aposentar em 1998, no Hudiksvalls ABK, da Suécia.

Oleg Salenko e sua passagem pelo Dínamo de Kiev

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Salenko em deus tempos de Dínamo de Kiev

Oleg Anatolyevich Salenko foi um bom jogador russo, com um começo de carreira impressionante, mas que não conseguiu firmar-se e acabou sofrendo com algumas lesões graves, mas ainda assim foi artilheiro da Copa do Mundo de 1994. O atacante ficou envolvido em uma polêmica logo no início da carreira, quando foi contratado pelo Dínamo de Kiev.

O jogador nasceu em Leningrado, na União Soviética, que atualmente é São Petersburgo, a segunda maior cidade da Rússia, no dia 25 de outubro de 1969. Oleg começou na categoria de base do Smena Leningrado, em 1979, e mesmo muito jovem impressionava com seu faro de gol.

Depois de sete anos se desenvolvendo na categoria de base, o jogador foi para o profissional do então Zenit Leningrado, ainda aos 16 anos. O atacante estreou no dia 1 de março, e entrou durante a partida marcando o gol da vitória da sua equipe.

Em pouco tempo tornou-se uma das figuras mais importantes do time, começando a repercutir em todo o mundo, como uma das maiores promessas do futebol mundial. Porém, Oleg tinha alguns problemas de comportamento, mas acabou sendo encoberto internamente.

Em 1988 foi convocado para fazer a sua estreia pela União Soviética, e no ano seguinte foi para o Mundial Sub-20, e conseguiu mais destaque, quando terminou a competição como o artilheiro. Em 1989, depois de todo o destaque, o jogador foi contratado pelo Dínamo de Kiev, e isso representou a primeira contratação envolvendo dinheiro entre dois clubes soviéticos, por causa da abertura econômica em meio à crise de comunismo no país.

A equipe teria pago 36 mil rublos ao Zenit, segundo o que foi informado na época. O atacante estreou pelo Dínamo, e logo na sequência começou uma grande polêmica, que foi iniciada com a revolta da torcida do Zenit com a sua venda, e o clube tentou a anulação da transferência, mas Oleg já tinha feito uma partida pelo seu atual time.

Com toda a polêmica, o Jornal do Brasil chegou a registrar que o Zenit havia recebido o equivalente a 60 mil dólares, passara a pleitear 800 mil. A confusão acabou não gerando em nada, apenas questões judiciais entres ambos os clubes.

A equipe tentou blindar o jovem atacante, mas Oleg acabou não conseguindo se firmar pelo time, tendo muitos problemas no começo. O atacante sofreu para se adaptar ao clube, e para tentar deixar de lado o que estava acontecendo extra campo.

Kiev era a principal equipe do país, e o jogador tinha a pretensão de ir à Copa do Mundo de 1990, mas sem a sua adaptação, Oleg acabou não sendo convocado e ficou de fora da competição. Depois da competição mundial, o jogador começou a ter mais destaque pelo Dínamo, quando foi campeão soviético e da Copa da URSS, onde foi o craque da decisão, marcando os três gols da vitória.

Já mais ambientado a sua nova equipe, o jogador fez parte da grande campanha na da Liga dos Campeões, quando ajudou o time a chegar na semifinal da competição. Além disso, a equipe fez a melhor pontuação da primeira fase do Campeonato Ucraniano, mas acabou sendo derrotada na final.


Salenko declarou aos dirigentes que não se interessava mais pelo campeonato local, por causa do clima extremamente frio. Além disso, o atacante acabou indo para a imprensa local reclamar. Com a sua insatisfação no país, o jogador começou a receber algumas propostas, quase foi para o Tottenham, mas não tinha cumprido os requisitos exigente para jogar no país.

O jogador recebeu algumas propostas do futebol espanhol, mas sofreu com o entraves da falta do visto espanhol. Mas, na sequência acabou sendo contratado pelo Logroñes, clube da última posição da Espanha. Salenko deixou o Dínamo após 91 jogos e 28 gols.

Márcio Santos e sua passagem pela Fiorentina

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Márcio Santos jogou na Fiorentina por uma temporada

Márcio Roberto dos Santos, ex-zagueiro popularmente conhecido apenas como Márcio Santos, está completando 54 anos de vida nesta sexta-feira, dia 15 de setembro de 2023. No decorrer de sua jornada como atleta, o brasileiro teve chegou a defender as cores da Fiorentina por uma temporada  na década de 90.

Quando desembarcou em solo italiano, o defensor central havia acabado de ser campeão mundial com o Brasil e ainda fez eleito da seleção da Copa. Estava na prateleira dos melhores zagueiros do mundo e despertou interesse de vários clubes do velho continente. Foi contratado pela Viola, que vinha de um ano na Serie B italiana, cerca de 10 dias depois que a Amarelinha conquistou o tetra. Recebeu então a oportunidade de disputar a liga mais badalada do futebol mundial.

Com a inviável chegada de Lilian Thuram, que teve sua transferência vetada pelo renomado treinador Arsène Wenger no Mônaco, o clube de Florença acertou com o atleta brazuca, que tinha recursos suficientes para se firmar na Itália.

Ao longo da campanha da Fiora, comandada por Claudio Ranieri na época, o destaque acabou sendo o renomado atacante argentino Gabriel Batistuta, que marcou 26 gols nos 61 do time e se sagrou o maior artilheiro do campeonato nacional de 1994/95. Por outro lado, o setor defensivo do clube violeta, acabou sendo o destaque negativo: levou 57 tentos e teve a terceira meta mais vazada da Serie A. Márcio Santos acabou sucumbindo juntamente com seu companheiros de zaga, sendo titular em 32 das 34 rodadas do certame. Além disso, esteve em campo nas seis partidas que os gigliati jogaram na Coppa Italia. Em um dos poucos jogos que não esteve em campo, a Fiorentina sofreu uma vexatória e histórica derrota de 8 a 2 para a Lazio, liderada por ninguém menos do que Zdeněk Zeman.

O elenco da Viola não era tão brilhante, mas fez o suficiente para ficar no meio da tabela. Entretanto, tendo peças como Márcio, além de jogadores como Rui Costa, Francesco Toldo e Batistuta, o clube não poderia ser colocado num status de "ruim", até porque, na temporada seguinte, grande parte dos jogadores permaneceram e ficaram em terceiro do Campeonato Italiano.


Após a irregular campanha, o defensor brasileiro deixou o clube de Florença. Chegou a ter seu nome especulado para substituir Ronald Koeman no Barcelona e até mostrou entusiasmo em ir para a Catalunha, mas acabou inda à Holanda, para defender o Ajax.

Depois de jogar na equipe holandesa, Márcio Santos ainda rodou por clubes como Atlético Mineiro, São Paulo, Santos, Gama, Shandong Luneng, Paulista, Bolívar, Joinville e encerrou a sua carreira como jogador de futebol profissional em 2004, atuando pela Portuguesa Santista.

Bismarck e seu começo de carreira no Vasco da Gama

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Bismarck atuando pelo Vasco

Bismarck Barreto Faria, mais conhecido como Bismarck, teve um começo de carreira brilhante, chamando a atenção de todos, sendo convocado para a Copa do Mundo de 1990, ainda com 19 anos. O meio-campista foi revelado pelo Vasco da Gama, onde teve um grande ínicio. 

Bismarck nasceu em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, no dia 11 de setembro de 1969, e chegou ao Vasco com apenas 8 anos, para atuar na equipe de futsal. Com o passar do tempo foi para os gramados, com 13 anos, começando a se desenvolver.

A cada ano que passava o jovem mostrava mais talento e potencial no meio-campo, sendo o principal destaque da categoria de base do clube. Bismarck era muito bem visto dentro do clube, e só estavam esperando o garoto atingir certa idade para subir para o profissional. 

Em 1988 estreou pela profissional do Vasco, com 18 anos, e foi um grande destaque, não sentindo o peso da camisa e entrando muito bem. O meio-campo mostrava todo seu potencial e talento, deixando todos impressionados com seu grande começo no futebol.

No começo não ganhou a titularidade, mas com o decorrer do tempo conquistou sua vaga, se tornando uma estrela dentro da equipe. Em seu primeiro ano no profissional, ajudou o clube a conquistar o Campeonato Carioca, um título muito importante. 

Mas em 1989, foi um dos principais anos da sua carreira, sendo chamado para o Mundial Sub-20, onde acabou ficando com o terceiro lugar pelo Brasil, mas foi eleito o Bola de Ouro, melhor jogador da competição. Além disso, teve um grande ano pelo Vasco, fazendo uma temporada espetacular e levando o time a conquista do Campeonato Brasileiro.

Com a conquista do Campeonato Brasileiro, o jogador foi o ganhador do prêmio Bola de Prata, da Revista Placar. Todo seu talento tava sendo visto e chamava a atenção de todos, tanto que em 1990, foi convocado para a Copa do Mundo, e recebeu diversas propostas do futebol europeu. 

O jogador ficou perto de sair do Vasco, pois recebeu diversas propostas, mas o Bayer Leverkusen foi quem ficou mais perto de ter o atleta, mas mesmo com ofertas milionárias, o clube não liberou o jogador.


Mas depois disso, teve uma queda no rendimento, não conseguiu manter a mesma regularidade nas atuações, mas ainda brilhava em alguns jogos. Bismarck foi muito importante durante o período que esteve no Vasco, ajudando a equipe a conquistar títulos importantes. 

Mas em 1993 o jogador acabou deixando o clube, indo atuar no futebol japonês, sendo contratado pelo Verdy Kawasaki. Bismarck deixou o clube com 301 jogos e 109 gols. Além de três títulos do Campeonato Carioca (1988, 92 e 93), três Taça Rio (88, 92 e 93), duas Taça Guanabara (90 e 92), dois Troféu Ramón de Carranza (88 e 89), um Campeonato Brasileiro (99), um Torneio de Metz (89), uma Taça Adolpho Bloch (90), um Torneio da Amizade (91) e uma Copa Rio (92).

Gralak e sua passagem pelo futebol francês no Bordeaux

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Gralak em ação pelo Bordeaux

Paulo Sérgio Gralak, conhecido apenas como Gralak, nasceu em Rebouças, Paraná, no dia 18 de agosto de 1969, e se tornou um bom zagueiro. Como jogador teve passagens por alguns grandes clubes nacionais, e também atuou no futebol europeu, como no francês Bordeaux, entre 1996 e 1998.

A sua carreira começou em 1987, quando atuava em um clube amador de Irati, se destacando e logo na sequência indo para o Pinheiros, um clube pequeno da região. Mas foi lá que conseguiu ter a oportunidade de subir para o profissional, e em pouco tempo chamou a atenção de alguns clubes do estado.

Em 1989 estreou no profissional do Pinheiros e, no ano seguinte, com a fusão com o Colorado, seguiu com o Paraná Clube, agremiação resultante da fusão. Na equipe conseguiu evoluir cada vez mais, mostrando todo seu potencial, com chutes potentes de longa distância e as cobranças de laterais, que chegavam até a área.

O jogador ficou três anos no Paraná, se consolidando no profissional, e começou a chamar atenção de grandes clubes nacionais. Em 1994, foi contratado pelo Corinthians com um grande potencial, mas ainda sem grande expectativa em sua volta.

Rapidamente conseguiu estrear em jogos amistosos, e com o tempo foi entrando cada vez mais nos jogos. Gralak não conseguiu se tornar um titular absoluto, mas estava presente em quase todos os jogos. O zagueiro fez parte do vice-campeonato Paulista, sendo muito utilizado durante a campanha. Além disso, o jogador também participou do vice-campeonato do Brasileirão, quando o Timão perdeu a final para o rival Palmeiras. Depois de uma temporada no clube, Gralak foi transferido para o Coritiba.

Pelo Coxa, o zagueiro ficou uma temporada e meia, conseguindo ser titular da equipe e se destacando. Após bons jogos, começou a receber algumas propostas, e no meio da temporada de 1996, foi vendido para o Bordeaux, da França, o que seria um grande momento para sua carreira e uma porra de entrada para o futebol europeu.


Gralak ficou duas temporadas no clube, e conseguiu atuar em diversos jogos, mas não foi titular absoluto da posição. O jogador foi importante em algumas partidas, conseguindo se destacar, mas não ganhou a posição absoluta, o que não o impediu de ter uma boa passagem pelo clube.

O jogador teve bons momentos na França, conseguiu se acostumar com o país e com a cultura, se adaptando muito bem ao estilo francês de jogar. Após as duas temporadas, o zagueiro perdeu espaço nos seus últimos momentos do clube, e por isso acabou sendo negociado para o Istanbulspor, da Turquia.

A vitoriosa passagem do zagueiro Cléber pelo Palmeiras

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Cléber foi muito vitorioso no Palmeiras nos Anos 90

Cléber Américo da Conceição, ex-zagueiro conhecido apenas como Cléber, está celebrando o seu 54º aniversário nesta terça-feira, dia 26 de julho de 2023. No decorrer de sua carreira, o defensor teve uma excelente trajetória pelo Palmeiras durante grande parte dos Anos 90, um dos períodos mais vitoriosos da história do clube.

Todo este vínculo do beque central com o Verdão foi construído entre 1993 e 1999. Antes de chegar ao Palestra, começou a atuar profissionalmente pelo Atlético Mineiro, onde foi muito bem, e passou rapidamente pela Europa, jogando pelo Logroñés da Espanha, equipe na qual não se adaptou.

No Porco, que tinha o fortíssimo patrocínio da Parmalat e também um belíssimo time, ficou marcado por demonstrar muita raça quando esteve em campo e muita aplicação nos treinamentos. Neste período, jogou junto com atletas renomados da história palestrina como Roque Júnior e Antônio Carlos. Suas belíssimas atuações pelo Alviverde lhe renderam convocações para Seleção Brasileira

Segundo o site oficial do Palmeiras, o Cléber disputou 375 partidas com a camisa palmeirense. Neste período como atleta alviverde, conseguiu anotara 21 tentos pelo clube da capital paulista, mesmo tendo uma baixa estatura para um zagueiro. 


Conquistou dois Campeonatos Paulistas (1994 e 1996), dois Campeonatos Brasileiros (1993 e 1994), uma Copa do Brasil (1998), uma Copa Mercosul (1998) e uma Copa Libertadores da América (1999). Na sequência de sua carreira, o Xerife ainda veio a defender clubes como Cruzeiro, Santos, Yverdon-Sport e Figueirense. Pendurou as chuteiras no ano de 2006, após jogar pelo São Caetano.

Paulo Sérgio e sua passagem vencedora pelo Bayern de Munique

Por Fabio Rocha
Foto: Arquivo

Paulo Sérgio durante sua passagem pelo Bayern de Munique

Paulo Sérgio Silvestre do Nascimento, mais conhecido como Paulo Sérgio, nasceu em São Paulo, no dia 2 de junho de 1969, e foi um grande jogador, com grandes conquistas. O atleta passou por times gigantes nacionais e internacionais, chegando até a Seleção Brasileira, onde foi campeão do mundo em 1994. Entre 1999 e 2002, ele jogou no Bayern de Munique.

A sua carreira como jogador começou ainda nas categorias de base, quando chegou no Corinthians. O atacante ficou alguns anos na categoria de base do clube até 1988, quando subiu para jogar no profissional.

Em seu começo não teve muito espaço e, por isso, acabou sendo emprestado, em 1990, para o Novorizontino. No Tigre o jogador conseguiu um grande desempenho, indo a final do Campeonato Paulista, mas acabou com o vice-campeonato. Mesmo sem o título, ele saiu como um dos protagonistas da competição e, rapidamente, voltou para o Corinthians, onde conseguiu ganhar seu espaço e teve bons momentos pelo clube.

Depois de grandes momentos e conquistas no Timão, o jogador começou a receber propostas do futebol europeu e, em 1993, foi contratado pelo Bayer Leverkusen. Na Alemanha teve grandes atuações, tanto que terminou sua primeira temporada como um dos artilheiros do país.

A sua ótima temporada o levou a ser convocado para a Copa do Mundo de 1994, se tornando Campeão Mundial. Depois da conquista, acabou vivendo um momento ruim, mas retornou ao bom futebol nos anos seguintes.

Depois de quatro anos no Bayern Leverkusen, o jogador foi contratado pela Roma, onde manteve um grande desempenho, conseguindo se destacar no futebol italiano, e ajudando a sua equipe a ficar em boas colocações na competição nacional.

O jogador teve suas temporadas muito boas na Roma, mas na terceira acabou perdendo um pouco de espaço com a troca de treinador, e isso acabou influenciando no seu mau desempenho.

Com o final da temporada de 1998-99, a diretoria do clube fez uma reformulação e, com isso, Paulo Sérgio acabou deixando o clube e retornando ao futebol alemão. Porém, dessa vez era para atuar no Bayern de Munique.

O seu bom momento voltou no clube, tendo mais oportunidade e sendo um dos principais jogadores do clube. Em sua primeira temporada, ele já ajudou a equipe a conquistar todos os títulos nacionais.

Em 1999-00, foi campeão do Campeonato Alemão, Copa da Alemanha e da Copa da Liga Alemã. Foi uma belíssima temporada, com grandes atuações e belas conquistas, mas o clube ainda queria ganhar títulos internacionais, e estava dando um foco nessas competições.


Na temporada seguinte, o Bayern novamente dominou o futebol nacional, ganhando o Campeonato Alemão e a Copa da Liga Alemã, a equipe continuava muito bem, mas ainda queria títulos internacionais.

Em 2000, a equipe conseguiu o que queria, se dedicou ao máximo e se consagrou campeão da Liga dos Campeões da UEFA. Era praticamente seus últimos momentos no clube.

Com a conquista europeia em 2000-01, o time disputou o Mundial de Clubes e, também, saiu vencedor. Com o final da temporada, o jogador acabou deixando o clube após 77 jogos e 21 gols, indo atuar no Al-Wahda, dos Emirados Árabes.

Em 2003, por causa de algumas lesões, que já vinham atrapalhando o atleta em anos anteriores, o fizeram encerrar a sua carreira no Bahia.

Morre Gilmar Calonga, ícone do futebol sul-mato-grossense, aos 54 anos

Com informações do Campo Grande News e A Crítica
Foto: reprodução

Gilmar Calonga foi campeão estadual com o Comercial em 2015

Gilmar Calonga morreu aos 54 anos na quarta-feira, dia 7. Ele foi jogador e técnico de futebol do Comercial e Operário, e também dirigiu o Corumbaense e Costa Rica, todos clubes sul-mato-grossenses. Ele sofreu um infarto jogando Futevôlei.

Segundo o presidente da Federação de Futevôlei de Mato Grosso do Sul, José Carlos Pereira, Gilmar Calonga participou normalmente de uma partida de futevôlei e, ao terminar, sentou ao lado da quadra de areia para descansar e esperar a próxima disputa, quando começou a passar mal.

“Ele disse para as pessoas que estavam do lado dele que não estava bem e, ao se levantar, desmaiou. As pessoas que estavam no local tentaram reanimá-lo, mas, como não conseguiram, colocaram ele em um veículo e levaram para a UPA mais próxima, onde ainda tentaram alguns procedimentos médicos, mas já era tarde demais”, informou.

Nascido em Aquidauana, a 397 quilômetros da Capital, Gilmar Calonga foi revelado no Operário nos anos de 1980 e permaneceu no clube até 1995, com participação destacada nas conquistas dos títulos de 1986 e 1989. Ainda atuou no Comercial.

Como treinador, comandou o Costa Rica em 2014 e, no ano seguinte, o Comercial, onde foi campeão estadual, e o Operário. Em 2016, último ano de atividade no futebol profissional do Estado, dirigiu o Corumbaense e depois retornou ao Costa Rica.


Ele nunca se afastou totalmente dos gramados, já que participava de projeto de escolinha pública realizado pela prefeitura em bairros campo-grandenses. Atualmente, Gilmar era gerente do Parque Ayrton Senna. Como sinal de luto, nesta quinta-feira, dia 8, não haverá atividades no parque.

Denilson Costa e sua forte relação com o futebol hondurenho

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Denilson Costa durante a passagem pelo Olímpia de Honduras

Hoje é o aniversário de um dos grandes jogadores que passaram por Honduras e se tornaram importantes no país. Denilson Costa de Oliveira nasceu em São João de Meriti, no Rio de Janeiro, no dia 10 de junho de 1968. Atacante, Denilson Costa saiu do Brasil com 21 anos para se tornar jogador profissional na Costa Rica.

O atacante ficou dois anos na atuando pelo Limonense, na Costa Rica, e logo depois se transferiu para Honduras, onde foi jogar no Olimpia. A partir desse momento, a vida do jogador começaria a mudar no país, Denilson Costa começou a se destacar e se tornando uma peça fundamental na equipe.

Denilson Costa começou a ter grandes atuações e fazer muitos gols pela equipe, com isso começou a se tornar importante para a instituição. O jogador chegou em 1991 e ficou durante quatro temporadas no time, o seu começo foi espetacular e se mantinha a cada jogo.

Em 1992-93, o atacante após algumas temporadas conseguiu ganhar seu primeiro título no país, ajudou a equipe a ser Campeão da Liga Profissional de Honduras. Na campanha o jogador foi muito importante e fez gols decisivos para ajudar sua equipe a levantar o troféu.

No início de 1995, a sua passagem acabou sendo encerrada pela equipe e novamente o jogador voltou ao futebol da Costa Rica, mas dessa vez para atuar no Belén. Denilson não ficou muito por lá, ainda no mesmo ano voltou para Honduras para jogar no Motagua.

Pelo Motagua o jogador ficou duas temporadas e continuou fazendo grandes atuações na equipe. Em 1997, voltou para a equipe que ele já era ídolo e tinha uma grande conexão com a torcida e a diretoria. Na sua volta conseguiu conquistar mais títulos e ajudou mais ainda o time.

A sua segunda passagem foi muito vitoriosa e entrou mais ainda para a história da equipe. Em 1998-99, Denilson foi novamente Campeão da Liga Profissional de Honduras, em 2000-01 e 2002-03 foi Campeão do Apertura da Liga Profissional de Honduras.

Mas não parou só nisso, o jogador conquistou mais títulos e fazendo cada vez mais gols, ajudando seu time a ser cada vez mais vitorioso. Em 1999 e 2000, o atacante foi Campeão da Copa Interclubes da UNCAF.

Denilson já era um dos maiores ídolos do clube e com atuações fantásticas pela equipe, mas no final de 2002 decidiu deixar a equipe para atuar no Marathón, outro grande clube de Honduras. Em 2003 quando chegou no clube novo, sua vida acabou mudando um pouco, Denilson se naturalizou hondurenho e, ainda no mesmo ano, estreou por sua seleção contra Bolívia. Com essa participação, se tornou o primeiro jogador naturalizado a defender o país, justamente com o compatriota Marcelo Ferreira.


Denilson não conseguiu ter o mesmo desempenho na seleção e, por isso, atuou apenas em 5 jogos, sem marcar gols. Mas mesmo assim continuava a jogar muito em seu clube e logo quando chegou continuou conquistando títulos, sendo importante para a sua equipe.

Em 2002-03 foi Campeão da Clausura da Liga Profissional de Honduras e em 2004-05 foi Campeão do Apertura. Em 2005 deixou a equipe e começou a rodar por outros clubes menores do país, já em uma fase final de carreira. Denilson passou por Platense, Heredia, Atlético Olanchano e Necaxa. Em 2007, aos 38 anos se aposentou do futebol e deixou uma história enorme em Honduras, é o segundo maior artilheiro da competição nacional, com 155 gols, atrás apenas de Wilmer Velásquez, que tem 196.

O Curioso do Futebol

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