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Campeão da Libertadores pelo Palmeiras em 1999, massagista Miguel de Oliveira morre aos 79 anos

Com informações do ABCD Real
Foto: arquivo pessoal

Miguel de Oliveira estava com 79 anos

O futebol brasileiro se despediu neste domingo, dia 14, de Miguel de Oliveira, massagista histórico e personagem marcante do esporte nacional, que morreu aos 79 anos, em Santo André. O velório será realizado no Cemitério da Vila Pires, na segunda-feira, dia 15, a partir das 9 horas.

Natural de Santo André, Miguel iniciou sua trajetória no futebol ainda na década de 1960, no próprio Santo André, clube que marcou o começo de uma carreira longa e vitoriosa à beira dos gramados. Com o passar dos anos, construiu uma reputação respeitada e passou por equipes tradicionais como Goiás, Santos e Ponte Preta, até chegar ao Palmeiras, onde viveu o período mais duradouro e emblemático de sua trajetória profissional.

No clube alviverde, Miguel permaneceu por cerca de duas décadas e integrou a comissão técnica campeã da Copa Libertadores de 1999, sob o comando de Luiz Felipe Scolari. Figura próxima do elenco, ele trabalhava diretamente com os goleiros Marcos e Sérgio e tinha papel ativo no dia a dia do grupo. Felipão, inclusive, fazia questão de sua presença nas preleções, antes de Miguel ir a campo para orientar e atender os atletas durante as partidas.

Além do sucesso nos clubes, Miguel de Oliveira também fez parte da comissão técnica da Seleção Brasileira Olímpica que conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984, comandada pelo técnico Jair Picerni.


Antes de se consolidar como massagista no futebol, Miguel teve uma trajetória curiosa no esporte: praticou luta-livre e participou do telecatch, modalidade que misturava combates e encenação, transmitida pela televisão para todo o país. Sempre bem-humorado, costumava lembrar da época com leveza. “Eu gostava. Batia, mas apanhava também”, brincava.

Mesmo após a aposentadoria do futebol profissional, Miguel continuou ligado ao esporte. Era frequentemente convidado para trabalhar em decisões do futebol de várzea, mantendo a relação próxima com os gramados até os últimos anos. Morador do centro de Santo André, deixa um legado de dedicação, carisma e serviços prestados ao futebol brasileiro.

Luto! Morre Denir, lendário massagista do Flamengo

Com informações da ESPN
Foto: arquivo

Denir estava com 75 anos

O ano de 2024 começou com luto para o Flamengo. O clube confirmou nesta segunda-feira (1°) a morte de Adenir Silva, massagista que trabalhou por 42 anos no Rubro-Negro. Denir, como era conhecido no clube, tinha 75 anos e em 2022 passou por uma cirurgia após a descoberta de um tumor no cérebro.

“Hoje, o Flamengo chora. Perdemos um dos nossos. Adenir Silva, o nosso Deni, nos deixou aos 75 anos”, escreveu o Flamengo no comunicado da morte.

“Um pilar de nossos valores, um símbolo máximo do rubro-negrismo, um griô em vermelho e preto. Poucas são as palavras capazes de definir um homem que se tornou ídolo da Maior Torcida do Mundo sem jamais ter entrado em campo como atleta do clube”.

“Desde 26 de outubro de 1981 - até a eternidade -, o Flamengo foi e é Deni. Por 42 anos, dois meses e cinco dias, o Manto Sagrado foi cuidado com o capricho, a altivez e a sabedoria de um guardião apaixonado por nossas cores e por quem somos. Que sempre nos lembremos de Deni quando nos lembrarmos do Flamengo - sempre foram e para sempre serão sinônimos”.

Denir descobriu o tumor no cérebro após passar mal em um dia de trabalho no CT do Ninho do Urubu. Após alguns exames, foi descoberto a necessidade de cirurgia, realizada no dia 7 de setembro. Querido por todos no clube, Deni foi homenageado em diversos momentos durante o período em que esteve fora do clube para tratamento.


Um deles foi na oração após a classificação para a final da CONMEBOL Libertadores de 2022, quando meia Diego ofereceu a conquista da vaga para o massagista. Denir foi contratado pelo Flamengo em 1981, pouco antes da conquista do primeiro título da Libertadores e do Mundial.

Mário Américo - O eterno massagista da Seleção Brasileira

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Américo foi um grande personagem da Seleção Brasileira fora de campo

Apesar da história das Copas do Mundo serem composta por grandes craques, goleiros intransponíveis e sábios treinadores, também existem alguns personagens que são pouco vistos, mas que acabam tendo uma importância enorme no torneio mais importante do futebol. Este é o caso de Mario Américo, ex-massagista do Brasil, que estaria completando mais um ano de vida nesta sexta-feira, dia 28 de julho, se estivesse vivo.

Sua trajetória na Seleção Brasileira teve início quando a Amarelinha estavam usando uniforme branco e perderam para o Uruguai, no Marcanazo, na Copa de 50. "Foi muito tempo de isolamento, quatro meses entre as cidades de Araxá e Rio de Janeiro. Tudo em vão, porque na concentração entravam jornalistas, políticos e sofríamos o assédio dos fãs", falou Américo. Além disso, antes das finais "muitos parentes se aproximaram e vários jogadores foram revendo a lista de empresas e indústrias que lhes pagariam uma recompensa pela vitória que nunca aconteceu".

Seu excelente trabalho na função de massagista, o fez ir para o Mundial de 1954 sediado na Suíça. Naquele ano, foi ver como jogava a Seleção da Hungria, favoritos nos jogos anteriores. Ali, ele pode ver como os húngaros realizavam os exercícios ainda dentro dos vestiários, antes mesmo de subir ao campo. Depois de ver e entender, Américo foi até o treinador Zezé Moreira, que logo colocou a Amarelinha para aquecer.

Em 1958, se tornou algo mais do que somente um fisioterapeuta da Seleção e passou a fazer parte da equipe. Vicente Feola, primeiro treinador a conquistar uma Copa do Mundo no comando do Brasil, lhe deu a alcunha de Pombo-Correio: usando uma pochete de couro ele entrava no gramado  para atender os jogadores que se machucavam, e também fazia outras coisas.

Do banco, Feola fazia um gesto direcionado a um jogador no campo, e o mesmo caia, como se estivesse machucado. Ligado nisso, Mário pegava em sua pochete e maletas e levava ordens táticas.

Missão especial - Um episódio marcante aconteceu na final de 58, quando Vicente Feola lhe pediu a mais difícil de todas as missões que teve de cumprir: capturar aquela bola que o Brasil ganhou o seu primeiro troféu mundial. Quando o jogo terminou e a Amarelinha já havia se sagrado campeã, Américo se apossou da bola que estava com o árbitro francês Maurice Guigué e correu rumo ao vestiário.

A segurança até tentou o perseguir, mas Mário correu ainda mais rápido do que estava acostumado. Foi assim, que ele chegou ao vestiário com tempo suficiente para conseguir levar a bola da até um lugar seguro, buscar uma reserva, retornar ao campo e ainda pedir desculpas por aquela brincadeira.


Nos títulos de 1962 e 1970, Américo também teve a sua importância. Fez parte daquelas seleções que se enquadram do grupo do "melhor Brasil de todos os tempos", como ele próprio falou algum tempo depois de se aposentar. 

Posteriormente, resolveu trabalhar no ramo da política: foi eleito vereador da cidade de São Paulo em 76. Lá, ele foi responsável por atender pessoas e atletas pelo Instituto de Fisioterapia, na Zona Norte de São Paulo.

Esta foi a grande trajetória de Mario Américo, que veio a falecer no dia 9 de abril de 90, quando tinha 77 anos de idade. Participou de sete Copas do Mundo, sendo visto correndo que nem um relâmpago não só para cumprir a sua função de massagista, mas para fazer seus serviços em prol do futebol apresentado dentro das quatro linhas.

A história de Pai Santana com o Vasco

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Pai Santana num ritual famoso pré jogo no Cruzmaltino

No futebol os olhares dos torcedores, da mídia e de grande parte do público estão sempre voltados as figuras centrais do jogo: jogadores, principalmente, mas também treinadores, dirigentes e empresários são figuras mais conhecidas quando se fala no esporte bretão, assim como alguns jornalistas (como por exemplo o repórter Fabrízio Romano). Outras figuras centrais ao jogo, tão importante para o clube quantos os atletas, por vezes ficam no anonimato, mas às vezes também consegue virar personagens do ludopédio, como é o caso de Eduardo "Pai" Santana, massagista com uma hstória enorme ligada ao Vasco.

Pai Santana foi na sua juventude um promissor pugilista que prometia conseguir lutar nos mais conhecidos circuitos do seu esporte, mas acabou não conseguindo, numa era muito mais complicada, transformar seu talento em ganha pão. Acabou estudando e virando massagista e, apesar de passagens por clubes como Fluminense e até pela Seleção Brasileira, se tornou figura conhecida e até ídolo da torcida vascaína. 

Todo o carinho da nação cruzmaltina veio ao longo das várias décadas em que Santana esteve servindo o clube. Fortemente ligado a Umbanda, matriz religiosa de cunho africano, Santana dirigia ritos dentro dos cultos e por isso era chamado de Pai. O apelido, porém, fez até certo jus com alguns jogadores, já que ele também chegou a ser figura paterna para sujeitos como Edmundo e até para Dinamite. O massagista fazia de tudo para recuperar os jogadores o mais rápido possível.

As funções, porém, que o levaram a ter o carinho da torcida cruzmaltina, tinham a ver com o folclore e com o sentimento que possuía pelo clube. Antes dos jogos, Santana era anunciado após os jogadores na escalação e entrava em campo com um fraque e uma bandeira vascaína, a colocando no gramado e beijando, num ritual que fez com que os torcedores ao longo dos anos cantassem seu nome e que virasse até bandeira da Força Jovem, maior organizada do Cruzmaltino. 


Santana inclusive criou uma mística ligada a sua religiosidade, já que fazia trabalhos para que jogadores adversários não fossem bem diante do Vasco, com o objetivo de que o Cruzmaltino vencesse, inclusive tendo feito alguns contra Pelé e Zico. Sua figura foi tão mística com o Vasco que virou inclusive parte do enredo da Imperatriz Leopoldinense que homenageou o clube no Carnaval de 2000. 

Santana trabalhou no Vasco até meados de 2006 e pouco depois de deixar o clube teve um AVC que o deixou muito mal. Faleceu em 2011, deixando órfã uma enorme torcida e virando uma figura mística do Vasco, com direito a seção na parte de ídolos do site e lembranças até os dias atuais. Seu filho, por exemplo, chegou a repetir o gesto de beijar a bandeira no gramado que o pai fazia em 2021.   

Massagista do MAC morre com suspeita de meningite bacteriana

Com informações do Jornal da Manhã Marília
Foto: Lucas Daquino / Arquivo / MAC

José Carlos da Silva tinha 57 anos

Morreu na manhã desta quinta-feira, dia 26, o massagista do Marília Atlético Clube, José Carlos da Silva, de 57 anos, no Hospital das Clínicas de Marília. A suspeita é que a causa do óbito tenha sido uma meningite bacteriana. O profissional estava internado desde a última sexta-feira (20).

Zé Carlos passou mal em sua casa e foi levado ao hospital já em coma. A suspeita inicial era de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). O massagista já tinha trabalhando por várias vezes no Marília, mas essa última passagem acontecia desde 2020. Ele também trabalhou por muitos anos no Clube Atlético Linense.

Nos últimos dias, alguns amigos próximos chegaram a publicar o falecimento de Zé Carlos nas redes sociais, mas depois corrigiram a informação. Em todos esses dias no hospital, o estado de saúde sempre foi grave.


O horário do velório e o sepultamento de José Carlos da Silva ainda não foi divulgado. Em suas redes sociais, o MAC divulgou nota sobre o falecimento:
É com profunda tristeza que o Marília Atlético Clube comunica o falecimento do ex-colaborador José Carlos da Silva, mais conhecido por todos como Zé.

Zé foi massagista da equipe profissional MAC até a temporada de 2022, sempre muito querido por todos e brincalhão, tinha como lema, " a vida é bela".

O Marília se solidariza a família, amigos e aos seus companheiros de trabalho nesse momento de dor. Desejamos força e conforto a todos que fizeram parte da sua vida.

Preparador de goleiros do CSE invade o campo e impede contra-ataque do Murici no Alagoano

Com informações do GE.com
Foto: reprodução Eleven Sports

O treinador de goleiros Jorjão invadindo o campo e evitando o ataque do Murici

Um lance inusitado chamou atenção na vitória do Murici sobre o CSE, pela quarta rodada do Campeonato Alagoano, neste sábado, dia 12, no Estádio José Gomes da Costa, casa do Verdão. Nos acréscimos da etapa final, o preparador de goleiros da equipe tricolor, Jorjão, invadiu o campo e impediu uma jogada de contra-ataque dos donos da casa.

O jogo já estava 1 a 0 para o Murici. Na jogada, Tadeu recebeu o lançamento e avançou em velocidade, mas o preparador de goleiros apareceu dentro do campo e deu um chutão na bola, evitando o que poderia ser o segundo gol do time da casa.


Jorjão foi expulso pelo árbitro Ricardo Laranjeira. Mesmo com a intervenção do treinador de goleiros, o CSE perdeu o jogo por 1 a 0 e agora ocupa o quarto lugar da tabela do Alagoano., com quatro pontos. O Murici é o terceiro, com sete.

Vale lembrar - Pelo estadual de 1976, o massagista do CSA, Castanha, invadiu o campo no clássico contra o CRB e entrou para a história do futebol alagoano. Ele impediu um gol regatiano ao chutar a bola que estava prestes a atravessar a linha do gol azulino na reta final do jogo.

Imagens da semana

Por Kauan Sousa

Mais uma semana com movimentação no futebol brasileiro. O Gabigol passou em números de gols Bebeto com a camisa do Flamengo, golaço com direito a acesso de divisão no futebol feminino, contratação de astro do Funk para defender o São Caetano, susto com massagista do São Paulo e cena forte com pisão no rosto de Apodi. Confira!

Gabigol passa Bebeto na lista de artilheiros do Flamengo no Brasileirão


Com hat trick na noite de hoje jogando contra o Bahia, em Pituaçu, pelo Brasileirão, o Gabigol se tornou o segundo maior artilheiro do Flamengo na história do Brasileirão, ficando atrás apenas de Zico. Com os três gols, o atacante chegou aos 42 gols pelo rubro-negro na competição nacional, enquanto o líder do ranking, Zico, tem 135. Além dos três gols feito por Gabigol, o Flamengo fez mais dois e venceu o Bahia por 5 a 0.

Cresspom conquista acesso no Brasileirão Feminino com gol do meio de campo


Neste domingo, em Itaitinga, o Cresspom surpreendeu o Ceará, venceu por 2 a 0 e conquistou o acesso no Brasileirão Feminino A2. O primeiro gol do jogo, marcado por Isabela, foi um chutaço feito da grande lua do meio-de-campo. Além da equipe candanga, subiram Atlético Mineiro, Esmac e Red Bull Bragantino.

São Caetano contrata MC Livinho


O azulão acertou a contratação do funkeiro MC Livinho para ser jogador do time. O cantor tem 26 anos e assinará o contrato com o clube até o fim do ano para disputar a Copa Paulista. Essa é a terceira vez que Livinho tenta realizar o sonho de ser jogador profissional de futebol.

Massagista do São Paulo deixa estádio em ambulância


Na noite do último sábado, São Paulo e Fortaleza se enfrentaram no Morumbi, pelo campeonato Brasileiro. No segundo tempo o jogo teve que ser paralisado, por conta de um mal-estar súbito do massagista do tricolor paulista que ficou desacordado e teve que sair de ambulância do estádio. O jogo terminou 1 a 0 para o Fortaleza. Depois do jogo o São Paulo comunicou que o massagista, Marcelinho, estava bem.


Apodi fratura o rosto após pisão


No jogo entre Goiás e Londrina, o lateral direito do Goiás, Apodi sofreu um pisão no rosto que ocasionou em uma fratura no rosto do jogador. O lance aconteceu nos 15 minutos do segundo tempo, após uma disputa de bola dentro da área. Após exames, Apodi não tem previsão de volta para os gramados.

O Curioso do Futebol

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