Mostrando postagens com marcador César Sampaio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador César Sampaio. Mostrar todas as postagens

A curta trajetória de César Sampaio pelo Corinthians

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

César Sampaio jogou no Timão no fim de 2001

O ex-volante Carlos César Sampaio Campos, popularmente conhecido apenas como César Sampaio, está completando o seu 56 anos de vida neste domingo, dia 31 de março de 2024. Ao longo de sua carreira, o meia, que ficou famoso pela sua brilhante passagem pelo Palmeiras, teve uma trajetória curta pelo Corinthians no começo dos Anos 2000.

A estreia do atleta pelo clube Alvinegro do Parque São Jorge aconteceu no dia 21 de outubro de 2001, quando o Timão perdeu de 2 a 1 para o Grêmio, no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro daquele ano. Naquela partida, o já veterano jogador iniciou entre os 11 iniciais.

Entretanto, menos de dois meses depois de sua chegada, César Sampaio se despediu do Coringão em 02 de dezembro daquele mesmo ano. No seu último duelo defendendo o Corinthians, o Time do Povo foi derrotado pelo Fluminense por 2 a 1, no Estádio Major Sobrinho, localizado em Limeira.


De acordo com o site Meu Timão, o volante disputou um total de nove partidas com o manto corintiano. No ano seguinte em que deixou o clube alvinegro, se transferiu para o futebol japonês, onde defendeu as cores do Kashiwa Reysol.

Pouco antes de voltar ao Brasil, ainda jogou pelo Sanfrecce Hiroshima. Se aposentou em 2004, atuando pelo São Paulo.

César Sampaio e sua passagem pelo Corinthians em 2001

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

César Sampaio em ação pelo Timão

Carlos César Sampaio Campos, nasceu em São Paulo, no dia 31 de março de 1968, e se tornou um grande jogador. O volante teve passagens por diversos times gigantes nacionais, inclusive atuou pelos quatros grandes clubes do estado de São Paulo. Em 2001, foi o Corinthians.

O jogador começou sua carreira no Santos, fazendo muito sucesso, depois foi para o Palmeiras, que montou um grande time para sair da fila de títulos. O volante era um líder por onde passasse, tinha uma força dentro do vestiário, como um verdadeiro capitão.

Após alguns anos no Verdão, o jogador foi atuar no futebol japonês, onde ficou por três temporadas, e também conquistou uma idolatria por lá. Depois retornou para o Palmeiras, onde fez parte e levantou o título da Copa Libertadores, um dos mais importantes da sua carreira.

Com grandes títulos e atuações, o jogador chamou a atenção de equipes europeias, e em 2000 foi atuar no Deportivo La Coruña, um time mediano do futebol espanhol. Por lá o jogador não conseguiu se destacar e atuou em poucas partidas, perdendo muito espaço.

O volante não se adaptou ao futebol europeu, e em 2001 retornou ao Brasil, dessa vez para atuar no Corinthians, o terceiro clube paulista de sua carreira. O Sampaio tinha uma identificação muito forte com o maior rival do clube, por isso a torcida acabou pegando um pouco no seu pé.


No clube, o jogador não conseguiu voltar a ter o mesmo desempenho e passou por algumas dificuldades, além de receber muitas críticas da torcida. Sampaio ficou no banco na maioria das vezes, entrando em pouquíssimas partidas, ficando insatisfeito no clube.

Sendo mal aproveitado, Sampaio resolveu deixar o clube no ano seguinte, tendo uma passagem péssima pelo Corinthians, com apenas 9 jogos. O volante voltou ao futebol japonês, e dois anos depois encerrou sua carreira no São Paulo, fechando a lista dos quatros grandes clubes do estado.

O início de carreira de César Sampaio no Santos

Por Fabio Rocha
Foto: Juha Tamminnen

César Sampaio no Santos

Hoje é o aniversário de Carlos César Sampaio Campos, mais conhecido como César Sampaio. O jogador nasceu na capital de São Paulo, no dia 31 de março de 1968 e completa hoje 54 anos. O volante fez história no Palmeiras, onde é considerado um dos grandes ídolos, mas começou sua carreira no rival, o Santos.

O atleta chegou novo na baixada santista e por lá continuou. Em 1986, César teve sua primeira oportunidade com apenas 18 anos, logo quando chegou no profissional já chamou a atenção. Era um grande volante, que jogava com classe e conseguia ajudar de forma impecável a marcação, segurando o piano para os mais habilidosos jogar.

Com o tempo ele foi se tornando titular da equipe, mas o Peixe não passava por um momento vitorioso, apenas ficava no meio da tabela e não conseguia brigar com os outros times na época. Mesmo assim, César foi se destacando cada vez mais e evoluindo.

Já como titular do time, o atleta foi pegando experiência a cada temporada, conseguindo melhorar cada vez mais seu bom futebol. Com as ótimas partidas que vinha fazendo, César começava a chamar a atenção dos outros clubes e o Santos sabia que seria difícil segurar ele por muito tempo.

A temporada de 1990 foi especial na vida do jogador. César fez seu melhor ano, chamando a atenção de todos e começou a ser convocado para a Seleção Brasileira, depois da Copa do Mundo, com a "Amarelinha" já sendo comandada por Paulo Roberto Falcão. O seu alto nível foi algo espetacular, ele mandava no meio campo com tranquilidade, chamando a atenção de todos.

As ótimas atuações não fizeram com que o Santos fosse campeão, mas o jogador levou a Bola de Prata e a Bola de Ouro da revista Placar de 1990. O Peixe sabia que não dava mais para segurar o jogador no clube e tentou fazer o melhor negócio possível.


O Palmeiras foi a equipe que conseguiu contratar César Sampaio, a negociação envolveu uma parte em dinheiro e o Verdão ainda mandou dois atletas, o meia Ranielli e o atacante Sérgio Fraldinha. No alviverde do volante fez história, ganhando muitos títulos e se tornando um dos maiores jogadores do clube. Depois, ainda jogaria no Japão, teria uma volta ao Verdão, Espanha e chegou a defender Corinthians e São Paulo, completando os quatro grandes paulistas.

A passagem de Cesar Sampaio pelo Deportivo La Coruña

Por Ricardo Pilotto
Foto: divulgação Deportivo La Coruña

César Sampaio não ficou muito tempo no Deportivo La Coruña

Neste dia 31 de março de 2021, Carlos Cesar Sampaio Campos está completando 53 anos de idade. Além de jogar nos quatro grandes clubes do estado de São Paulo, o atleta também teve passagem pelo futebol espanhol, defendendo as cores do Deportivo La Coruña.

Após ser revelado no Santos, passar por Palmeiras - fazendo parte do elenco campeão da Libertadores de 1999 - e também jogar no futebol japonês, Cesar Sampaio chegava a Espanha para vestir a camisa do La Coruña na temporada 2000-2001. O clube o contratou com o objetivo de reforçar o seu elenco, já que na temporada anterior, os Herculinos haviam se classificado pela primeira vez para uma edição Liga dos Campeões da Europa.

Junto com Cesar Sampaio, o clube também adquiriu outras aquisições de Capdevila, Emerson, Molina, Duscher, Pandiani, Valerón e Tristán. Mas mesmo com a chegada de tantos reforços, o jogador brasileiro preencheu o espaço ocupado por Flávio Conceição, que acabou sendo vendido para o Real Madrid.

O volante foi entrando aos poucos dentro do time. Estreou com a camisa do La Coruña em uma partida contra o Panathinaikos pela UEFA Champions League. Nesta oportunidade, Cesar começou no banco de reservas e entrou durante a partida. Em uma vitória por 3 a 0 diante do Racing de Santander pelo campeonato espanhol, o cabeça de área entrou no lugar de Emerson. Nas 7 partidas seguintes, o atleta atuaria em jogos contra Real Madrid e Barcelona. A primeira vez que Cesar Sampaio jogaria uma partida inteira, foi em um empate em 0 a 0 com a Juventus.

Com o passar do tempo, o volante brasileiro conquistou a posição dentro do time e começou a jogar ao lado de Emerson ou de Mauro Silva, que revezavam bastante na titularidade. Até o final do ano de 2000, Cesar Sampaio jogaria metade do jogo diante do Hamburgo pela Liga dos Campeões, duas partidas do campeonato espanhol e uma pela Copa do Rey. O motivo da redução de partidas jogadas, foi por conta de uma lesão que o brasileiro teve no Tendão de Aquiles.


Já no início de 2001, a lesão se agravou ainda mais e Cesar teve que passar por uma cirurgia no mês de abril. Apesar do bom início em sua caminhada no futebol internacional, o final de sua passagem pelo Deportivo La Coruña foi melancólico. Depois do procedimento cirúrgico, o volante não voltaria a jogar pelo clube espanhol. Por não ter as mesmas condições de atuar da mesma maneira que conseguia antes da grave contusão, no mês de outubro, Cesar Sampaio e o clube chegaram a um acordo, e o atleta brasileiro rescindiu o seu contrato de forma amigável.

Antes de sua aposentadoria, além de jogar no Japão e na Indonésia, Cesar Sampaio ainda jogaria por outros dois grandes clube do estado de São Paulo. Assim que saiu da Espanha, o atleta foi para o Corinthians, e o São Paulo foi o último clube brasileiro defendido pelo volante.

Johnny Monteiro completa 34 anos de capelania esportiva

Foto: divulgação

Johnny Monteiro com César Sampaio

Há 34 anos, o missionário evangélico Johnny Monteiro tem levado a Palavra de Deus pelo mundo esportivo, não só em nível nacional, mas internacionalmente também, independente da modalidade, já que esteve presente no futebol, basquete, surf e vôlei, entre outras, comparecendo e fazendo o seu trabalho em grandes eventos mundiais, como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, Mundiais de diversas modalidades, além de várias competições nacionais.

“Nesse mundo individualizado do esporte, é comum o atleta sentir-se sozinho, vivendo momentos de muita pressão. Ele se vê pressionado pela mídia, pela torcida e até mesmo pelos próprios companheiros de equipe, na busca de bons resultados”, comentou Monteiro, que um dos percursores do Ministério Atletas de Cristo no Brasil, Argentina e Paraguai.

“O atleta se vê pressionado pela própria ansiedade de progressos rápidos, diante de uma carreira curta. Toda essa situação propicia questionamentos e conflitos emocionais. As portas para o mundo das drogas também estão sempre abertas e muito próximas e se não chegam a alcançar o atleta, são fortes candidatas a preencher o vazio e a insegurança em seu coração”, explicou o missionário, que que trabalhou no São Paulo FC, Santos FC, Avaí FC, San Lorenzo, Velez Sarsfield e Boca Juniors (basquete), entre outras agremiações brasileiras, argentinas e paraguaias. 

Realizando com maestria o trabalho de Capelania Esportiva desde 1985, o começo de vida para Johnny, que é graduado em Teologia, não foi fácil. Criado em um orfanato desde os quatro anos de idade, sem qualquer apoio familiar, teve que se destacar entre os colegas para poder alcançar alguns privilégios e obter qualificações que lhe permitissem sair do orfanato, mas dedicou-se e destacou-se no esporte, que passou a ser então seu referencial no mundo.

“O trabalho que realizei com o técnico Renê Simões, em Teresópolis (RJ), como capelão de um selecionado nacional sub-20 foi marcante, pois fiquei cerca de 20 dias com o grupo. Na Argentina vivi outros momentos especiais, um com o Velez Sarsfield e outro com o San Lorenzo; sendo campeão argentino ao lado do Silas, que venho acompanhando desde os tempos do São Paulo FC, quando iniciei meu trabalho”, relembrou Monteiro.

“O César Sampaio também é fruto desse trabalho, que teve uma conversão bonita, quando estava iniciando carreira no Santos FC. É um jogador de grande carreira, que o mundo todo reverencia, de repercussão nacional e internacional, que fez o primeiro gol da Copa do Mundo da França; realmente, é um ícone do futebol brasileiro e internacional”, acrescentou.

“No Surf, dentro do trabalho realizado no Guarujá (SP), atuamos com o Amaro Mattos, hoje aposentado, e alguns outros bons surfistas da época”, complementou Johnny.

Sem afeto e sem apoio familiar é muito fácil o coração encher-se de questionamentos. Isso o levou a um vazio existencial à procura de respostas, chegando à boemia e às drogas. Felizmente, João Monteiro da Silva, hoje com 69 anos, encontrou nessa época, um líder cristão que o levou a um acampamento chamado ‘Palavra da Vida’. Lá teve chance de conhecer outra verdade, a única que poderia responder às suas questões e mudar a sua história.

“Minha conversão se deu no dia 03 de julho de 1970, no Palavra da Vida, quando fui convidado para participar de uma equipe neste Acampamento de Jovens. Através do Pastor Valdemar Fomin, que me tirou literalmente da rua, em frente a Associação Cristã de Moços (ACM da Nestor Pestana, na região central de São Paulo) e me levou para esse acampamento. Na época eu era drogado e percebi neste encontro que existiam por lá jovens com atitudes diferentes, pois eu vivia na noite pelas boates, com um vazio existencial profundo, tédio e solidão, além do constante questionamento de vida”, relembrou.

No centro, com Silas e Jorginho

“Busquei na psicanalise e na psicologia e não encontrava respostas, mas nesse acampamento, vendo a vida de atletas, sentindo aquele ambiente cristão, com jovens alegres, falando com Deus, cantando e orando; era tudo o que queria e necessitava. Eu os achava muito caretas e bitolados, mas resolvi encará-los, provocando no esporte e eles respondiam com amor e sorriso, por isso, achava que eram loucos, até que pedi para um dos líderes deste acampamento, o Volnei Faustini, mostrar o que estava acontecendo, porque aquele pessoal era daquela forma; ele, então, conversou comigo e explicou o plano da salvação”, acrescentou.

“Naquela tarde surgiu um novo Johnny, que perdura até os dias de hoje. Eu tenho um passaporte para a eternidade, através de Jesus Cristo, que comprou o meu passe e tenho a felicidade de ter uma cidadania celestial e vou estar com Ele por todo o sempre; sou feliz por pode transmitir nestes 34 anos, essa mensagem para milhões de pessoas pelo Brasil e fora também, que tem sido uma grande benção na minha vida”, complementou Monteiro.

Neste longo período na estrada, Johnny é reconhecido nacional e internacionalmente, inclusive por autoridades do esporte e imprensa esportiva, pelo pioneirismo e por seu desprendimento. A sua atuação como Capelão rendeu frutos importantes, auxiliando na carreira e na vida de grandes nomes do esporte, como: César Sampaio, Silas, Taffarel, Baltazar, Fernando Doze e Amaro Matos, entre outros.

Com esse panorama altamente positivo, Johnny Monteiro, que reside em Goiânia (GO) e lidera o ministério de Atletas de Cristo local, já realizou vários encontros e tem ‘trânsito livre’ entre atletas de clubes e das seleções nacionais de diversas modalidades para desenvolver seu sério e comprometido projeto de salvação de vidas.

César Sampaio nos quatro grandes de São Paulo


Trocar um rival pelo outro é sempre complicado. Há vários casos na história de um jogador que fez fama em um time e depois foi para o outro e a torcida se revoltou. Por isto, em São Paulo são raros os casos de jogadores que atuaram pelos quatro grandes do estado, apenas seis para ser mais preciso, e um deles está completando 52 anos neste 31 de março de 2020: César Sampaio.

Um dos melhores volantes brasileiros da década de 90, Carlos César Sampaio Campos, nascido na capital paulista, foi lançado profissionalmente pelo Santos, ainda em meados dos 80. Em seguida, foi negociado com o Palmeiras, onde teve duas passagens vitoriosas. Já nos anos 2000, ele defendeu o Corinthians e depois, no final da carreira, o São Paulo. Confira como foram estas passagens:

SANTOS


Ainda na base, César Sampaio jogava Futsal no São Paulo, mas queria uma chance no campo, algo que nunca aconteceu. Então, desceu a serra, fez um teste no Santos e passou, mas como meia. Com o tempo, foi recuado para volante e em 1986, com apenas 18 anos, foi alçado ao time principal e logo virou dono da camisa 5 do Peixe. O Alvinegro Praiano não vivia bons momentos, mas o jogador tornou-se a "grande pérola" do Santos. O seu auge no Santos foi em 1990, quando ajudou a equipe a chegar no mata-mata do Brasileirão, ganhou a Bola de Ouro da Placar, sendo considerado o melhor jogador da competição, e passou a ser constantemente convocado por Falcão para a Seleção Brasileira. No ano seguinte, sem dinheiro, a diretoria do Santos o vendeu para o Palmeiras, em negociação que envolveu dinheiro e os jogadores Ranielli e Serginho Fraldinha.

PALMEIRAS


César Sampaio saiu de um time que estava em crise e chegou em outro que estava na fila por títulos. O Palmeiras fazia de tudo para conquistar uma taça, contratava aos montes e não conseguia. Foi assim que o volante chegou ao clube, em 1991. Porém, no ano seguinte, o Verdão fechou uma parceria com a Parmalat e, a partir de 1993, César Sampaio teve a sua fase da carreira mais vitoriosa. Conquistou o bi paulista e brasileiro (1993 e 1994), ao lado de grandes craques. Em 1995, foi para o Yokohama Flügels, do Japão, e voltou ao Verdão em 1999, para ser um dos líderes no título da Libertadores. Em 2000, ao perder a chance de ser bi da competição continental e com o fim da parceria do Palmeiras com a Parmalat, foi negociado com o Deportivo La Coruña.

CORINTHIANS


César Sampaio ficou uma temporada na Espanha e, no meio de 2001, resolveu voltar ao futebol brasileiro. O Palmeiras, sem a Parmalat, não quis trazer o volante para a sua terceira passagem pelo clube e, a convite de Vanderlei Luxemburgo, ele acabou indo parar no Corinthians para a disputa do Brasileirão. Ao contrário de Paulo Nunes, rejeitado pela torcida no primeiro semestre, César Sampaio até foi respeitado pela Fiel, por nunca ter "faltado com respeito" com o Timão, segundo os próprios torcedores. Porém, seguidas contusões o fizeram atuar em apenas nove jogos pelo Corinthians e ao fim do ano, com a troca de treinador (Parreira chegou), ele acabou voltando para o Japão.

SÃO PAULO


César Sampaio ficou do início de 2002 até o meio de 2004 no Japão, defendendo Kashiwa Reysol e Sanfrecce Hiroshima. Porém, contundiu-se e resolveu voltar ao Brasil, tratando-se no CT do São Paulo. Quando se recuperou, até como forma de agradecimento e fazer algo que poderia ter acontecido no início da carreira, acertou com o Tricolor. No São Paulo, César Sampaio fez 27 jogos durante o Campeonato Brasileiro e a Copa Sul-Americana daquela temporada e ajudou o time a conquistar a vaga na Libertadores, onde viria a ser campeão no ano seguinte. Porém, ao final de 2004, César Sampaio resolveu encerrar a carreira. Tudo bem que em 2006 ele atuou em uma partida pelo Persma Manado, da Indonésia, onde até fez um gol, mas não seguiu no clube.

O Curioso do Futebol

O Curioso do Futebol
Site do jornalista Victor de Andrade e colaboradores com curiosidades, histórias e outras informações do mundo do futebol. Entre em contato conosco: victorcuriosofutebol@gmail.com

Aceisp