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Tim, um grande ídolo do Fluminense

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Tim è um dos grandes ídolos da história do Flu

Elba de Pádua Lima, ex-atacante renomado do futebol brasileiro, popularmente conhecido apenas como Tim, completaria o 108 anos de vida nesta terça-feira, dia 20 de fevereiro de 2024, caso ainda fosse vivo. No decorrer de sua jornada como atleta, ficou marcado na história por ter feito parte do elenco do Fluminense que tomou conta do futebol carioca entre o fim da década de 30 e começo dos anos 40.

Revelado pelo Botafogo de Ribeirão Preto, o avançado começou a sua trajetória no Tricolor das Laranjeiras em 37, depois de passar pela Portuguesa Santista, onde fez sucesso e foi convocado para a Seleção Brasileira. Chegou ao clube carioca após receber uma oferta de cerca vinte contos de réis e mais um valor por mês.

Foi no Flu, que Tim viveu o seu auge. Jogou ao lado de Romeu Pellicciari, compondo "uma das duplas mais famosas do futebol brasileiro", de acordo com a Folha de S.Paulo. Entre 37 e 38, viveu momentos gloriosos com os títulos cariocas em 37 e 38.

Seu grande rendimento o rendeu a convocação para disputar a Copa do Mundo de 38, sediada na França. Posteriormente, retornou ao Rio de Janeiro e foi mais uma vez bicampeão Estadual em 40 e 41. Ao longo de seus anos defendendo o Fluminense, marcou 71 gols em 226 partidas.

Em 42, ainda participou da Copa América pela Amarelinha, e suas grandes apresentações o fizeram retornar com um prestígio ainda maior, mesmo com a terceira colocação no torneio. Após 16 partidas disputadas pela Seleção Brasileira, o atacante se aposentou da Seleção Brasileira, e deixou sua vaga para Jair Rosa Pinto dois anos depois.


Naquele mesmo ano, optou por trocar o Fluminense, onde marcou 71 gols em 226 partidas ao longo dos 11 anos de passagem, pelo São Paulo. Após pendurar as chuteiras, voltou ao Flu para ocupar o cargo de treinador em 64 e permaneceu até 67. No comando, conquistou o Campeonato Carioca em 64 e a Taça Guanabara em 67.

Tim veio a falecer em 84, em decorrência de uma insuficiência hepática seguida de hemorragia gástrica. A fatalidade veio a acontecer menos de três anos depois da histórica campanha feita com a Seleção Peruana nas Eliminatórias da Copa Mundo de 82.

A passagem de Feitiço pelo Peñarol

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Feitiço atuando no Peñarol 

O futebol é cheio de histórias de jogadores que tiveram um legado incrível ao longo de suas carreiras, ainda que algumas ficaram perdidas devido ao tempo que já passou desde que esse legado ocorreu. Um dos maiores nomes da era amadora do futebol brasileiro foi o atacante Feitiço, artilheiro que trouxe o termo ao país e corajoso, que peitou até o Presidente da República em um ido episódio de sua carreira. Já no final de sua carreira dentro das 4 linhas, passou pelo Peñarol, num futebol uruguaio que na época era profissional.

Chegou ao clube uruguaio após passagem breve pelo Corinthians, já como um nome consagrado no futebol brasileiro, cheio de fãs no futebol paulista. Na época, era o grande reforço de um aurinegro que já era brilhante no período. Chegou ao clube como uma grande estrela e acabaria honrando bastante a gloriosa camisa do Peñarol.

Ao longo dos três anos em que esteve no Uruguai, sofreu também com algumas lesões e outras situações que acabaram o tirando de alguns jogos, mas foi brilhante quando esteve em campo. Seu terceiro gol em amarelo e preto foi o de número 400 em sua carreira, diante do Wanderers, mas seria só em 1935 que faria um grande ano com a camisa aurinegra.

Naquele ano, depois de atuações boas esporádicas, Feitiço foi um dos grandes destaques do time que foi campeão do Campeonato Uruguaio em 1935, marcando vários gols e trazendo para o Brasil a alcunha de artilheiro dada a um jogador que atuava justamente no Manya. Algumas fontes dizem inclusive que chegou a jogar pela Seleção Uruguaia neste período, mas não há confirmações oficiais. O que é certo é que jogou por um combinado local.


Deixou o Peñarol já em 1936, rumando ao Vasco da Gama, onde inclusive seria campeão do Campeonato Carioca. Segundo consta, marcou 35 gols com a camisa do Peñarol. Feitiço ainda atuaria no futebol até 1940, quando pendurou as chuteiras atuando pelo São Cristóvão. Feitiço nos deixou em 1985, aos 83 anos. 

Alfred Bickel e sua relação com a Seleção da Suíça

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Alfred Bickel na Copa do Mundo de 1950

Alfred Bickel nasceu em Eppstein, no Império Alemão, no dia 12 de maio de 1918, e acabou falecendo em 18 de agosto de 1999, aos 81 anos. O jogador foi extremamente importante para a história da Suíça, principalmente porque foi um dos dois atletas que participaram da Copa do Mundo antes e depois da Segunda Guerra Mundial.

Sua carreira no futebol começou em 1935, quando estreou pelo Grasshopper Club, de Zurique, e foi o único clube que atuou em toda a sua trajetória como atleta. Mesmo jovem, ele já mostrava ter muita qualidade e principalmente uma grande força física, o que sempre foi primordial para se dar bem no futebol suiço.

Aos 18 anos foi convocado para a sua seleção, sendo um dos atletas mais jovens da equipe. Ele ficou no processo para a Copa do Mundo de 1938, quando a Suíça acabou caindo para a Hungria nas quartas de final, perdendo por 2 a 0. Tudo após essa Copa mudou, pois houve a Segunda Guerra Mundial, que novamente assombrou o continente Europeu. Tudo isso mexeu com o mundo, e no futebol não foi diferente.

Mesmo com todas as mudanças, o jogador permaneceu atuando pelo seu clube e também pela sua seleção, tanto que com o tempo ganhou a faixa da capitão, mostrando toda sua liderança técnica e fora de campo. Mas praticamente não tinha mais os seus mesmo companheiros, pois a maioria dos que atuaram pela seleção não estavam mais sendo convocados.

A Segunda Guerra Mundial começou em 1939 e encerrou em 1945, um grande período. Mas após tudo isso, as coisas estavam voltando ao normal, e o futebol também, porém com algumas mudanças em algumas seleções, principalmente na Suíça.

Na equipe suíça viveu uma grande e difícil preparação para a Copa do Mundo de 1950, que ocorreu no Brasil. Apenas Alfred e o sueco Erik Nilsson continuaram a atuar pela sua seleção após a Guerra, pois todo o time de 1938 acabou não permanecendo.


A seleção era completamente diferente, com diversas mudanças, apenas os dois permaneceram e foram o pilar do time, com o Alfred sendo o capitão. Porém, a equipe não conseguiu passar da primeira fase, pois caíram em um grupo muito difícil, que tinha o dono da casa, o Brasil. Mas até que o time Suiço jogou muito bem e conseguiu um empate em 2 a 2.

Alfred entrou para a história da seleção por estar nos dois períodos, pré e pós guerra, e foi um dos jogadores mais importantes da época no país. Pela Suíça, o atacante fez 71 jogos e marcou 15 gols.

Leônidas da Silva, o brasileiro mais famoso dos anos 1930 e 1940

Com informações da CBF
Foto: arquivo

Leônidas da Silva em ação pela Seleção Brasileira

O carioca Leônidas da Silva, nascido no dia 6 de setembro de 1913, foi o brasileiro mais popular nos anos 30/40, o Rei do Futebol antes de Pelé. O craque, que foi artilheiro do Mundial de 1938, movimentava multidões de torcedores para vê-lo jogar.

Conhecido como Homem Borracha no exterior, depois de encantar o mundo nas Copas de 1934 e 1938, foi um artilheiro e jogador extraordinários. Consagrado como Diamante Negro no Brasil, o que deu nome a uma marca de chocolate até hoje existente, Leônidas da Silva honrou a camisa da Seleção Brasileira - disputou 37 jogos e marcou 37 gols. É o artilheiro com a melhor média de gols da história da Seleção: um gol por partida.

Atacante que popularizou a bicicleta, marcando muitos gols, Leônidas da Silva brilhou em todos os clubes por onde passou. Campeão carioca pelo Vasco em 1934 e pelo Botafogo, em 1935, foi ídolo maior no Flamengo, clube que ajudou a popularizar, e no São Paulo,  transferido do Flamengo, em 1942, foi recebido em triunfo por uma multidão, que o conduziu da Praça da Sé até a sede do clube paulista. O recorde de público do Pacaembu é de sua estreia.

Leônidas da Silva, que morreu em 24 de janeiro de 2004, aos 90 anos, foi campeão carioca pelo Flamengo em 1939 e cinco vezes pelo São Paulo (43/45/46/48/49). Um dado comum aos dois clubes: marcou 142 gols com a camisa rubro-negra e 142 gols com a camisa tricolor.


LEÔNIDAS DA SILVA

Nascimento: 6 de setembro de 1913, no Rio de Janeiro (RJ).
Morte: 24 de janeiro de 2004, em São Paulo (SP).
Posição: Atacante.
Pela Seleção Brasileira: 37 jogos, 20 vitórias, 8 empates, 9 derrotas, 37 gols.
Contra Seleções Nacionais: 18 jogos, 7 vitórias, 4 empates, 7 derrotas, 20 gols.
Contra Seleções Estaduais, Clubes e Combinados: 19 jogos, 13 vitórias, 4 empates, 2 derrotas, 17 gols
Jogos Oficiais da FIFA: 6 jogos, 3 vitórias, 2 empates, 1 derrota, 6 gols.
Títulos: Copa Rio Branco (1932); Copa Roca (1945).
Outros clubes: São Cristóvão F. R. (RJ) (1929); Sírio e Libanês F. C. (RJ) (1929 a 1930); Bonsucesso F. C. (RJ) (1931 a 1932); C. A. Peñarol (URU) (1933); C. R. Vasco da Gama (RJ) (1934); S. C. Brasil (RJ) (1935); Botafogo F. R. (RJ) (1935 a 1936); C. R. Flamengo (RJ) (1936 a 1941); São Paulo F. C. (SP) (1942 a 1951).
Outros Títulos: Campeonato Brasileiro de Seleções (1938, 1940-RJ, 1942-SP); Campeonato Carioca (1934, 1935, 1939); Campeonato Paulista (1943, 1945, 1946, 1948, 1949).
Artilheiro da Copa do Mundo de 1938 - 7 gols

Carvalho Leite – O segundo maior artilheiro da história do Botafogo

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Carvalho Leite tem 273 gols pelo Botafogo

Um dos maiores jogadores da história gloriosa do Botafogo tem seu nascimento completando 110 anos hoje. Carlos Antônio Dobbert de Carvalho Leite, mais conhecido como Carvalho Leite, nasceu em Niterói, no dia 26 de maio de 1912 e acabou falecendo 19 de junho de 2004.

O Botafogo que tem uma belíssima história e com passagens de grandes jogadores, que fizeram história no futebol brasileiro, e Carvalho Leite é um deles. O atacante chegou no clube no início da década de 30, com apenas 17 anos, mas já chegou mostrando seu ótimo futebol.

O atacante desde que chegou mostrou que era diferente e jogava com uma leveza surreal, mesmo jovem tinha uma tranquilidade e uma inteligência muito diferente dos outros. Carvalho ia se destacando a cada jogo e fazendo gols, era muito artilheiro, tinha uma frieza na hora de finalizar.

O Botafogo com a ajuda do atacante conquistou o Campeonato Carioca de 1930, logo em sua primeira temporada pelo clube e foi o artilheiro da equipe na competição. Em 1931, o Fogão conquistou o Rio São Paulo, novamente com a ótima fase do atacante, que sempre deixava seus gols.

A partir de 1931, o Botafogo viveu uma dinastia no futebol carioca e conquistando títulos atrás de títulos. O atacante foi entrando para a história do clube e se tornando cada vez mais artilheiro, com seus gols ajudava o clube a ir conquistando as competições estaduais.

Mesmo jovem, o atacante já fazia parte do elenco da Seleção Brasileira, participou da Copa do Mundo de 1930, com apenas 18 anos. Não foi apenas essa, em 34, Carvalho voltou a ser convocado para a sua segunda competição mundial.

Pelo Botafogo a boa fase continuou e o jogador entrou para a história do clube e da competição com o Tetracampeonato Carioca, o primeiro e único até o momento. O Fogão levantou o título em 1932, 33, 34 e 35. A equipe era temida no estado e tinha uma equipe fantástica, por isso ocorreu essa dinastia no Rio de Janeiro.

Mesmo sem ganhar mais títulos, o jogador continuou fazendo gols e foi artilheiro do campeonato Carioca de 1936, 38 e 39, mas infelizmente o Botafogo não se consagrou campeão.


O jogador continuava voando com a camisa do Botafogo, mas acabou tendo uma lesão contra o Bonsucesso e em 1942 fez sua despedida com a camisa do Fogão. O atacante deixou o clube com 273 gols em 326 jogos, uma média altíssima e se tornou o maior artilheiro da história do clube, mas depois foi ultrapassado pelo Quarentinha, que fez 313 gols.

Após encerrar a carreira, assumiu a equipe do Botafogo como treinador, mas ficou por pouco tempo. Carvalho ainda voltou em 1950 permanecendo até 52 e depois deixou a carreira de treinador. Além de técnico, o ex-atacante se tornou médico do clube por muito tempo.

Filó e sua vitoriosa passagem pelo Corinthians

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Filó em ação pelo Timão

Hoje completa 116 anos do nascimento de um dos grandes jogadores da década de 20 e 30, jogando nacionalmente e internacionalmente. Anfilogino Guarisi Marques, mais conhecido como Filó, foi um excelente ponta atacante, com passagens por times gigantes. O jogador foi o primeiro brasileiro Campeão do Mundo jogando pela Itália, mas Filó só chegou na Europa após ótimas temporadas no Corinthians.

O atacante, que nasceu em 26 de janeiro de 1905 chegou para o Timão em 1929, e se transferiu do Paulistano, clube por onde Filó recebeu grandes recordações e títulos. O ponta chegou para o Corinthians, com a intenção de melhorar o sistema ofensivo do time, e conseguiu logo na primeira temporada.

No primeiro ano ele novamente foi Campeão Paulista, só que agora pelo Corinthians, ajudou o clube com grandes atuações e gols. Filó, tinha uma habilidade fantástica, e uma velocidade excelente, tudo que um ponta precisava para se destacar no futebol, e ele conseguiu.

Filó caiu nas graças da Fiel torcida, e cada vez mais cravou seu espaço no ataque do Timão. Na sua segunda temporada, o atacante ajudou mais ainda o clube a levantar os títulos, conseguindo trazer dois canecos para São Jorge. O Corinthians conquistou o Bi Campeonato Paulista e também levou a Copa do Campeões, um ano muito vitorioso para o atleta.

1930 seria praticamente o último ano da primeira passagem do jogador, que com as grandes atuações chamou a atenção de clubes no exterior. Filó saiu do Timão e se transferiu para a Lazio, por onde fez muito sucesso, tanto que foi convocado para a Seleção Italiana, e a Itália que foi anfitriã da Copa do Mundo de 1934, acabou se consagrando Campeão, e Filó foi o primeiro jogador brasileiro a ganhar o Mundo.

Depois de anos na Itália, Filó voltou ao futebol brasileiro, novamente para atuar no Corinthians, clube pelo qual o jogador já tinha uma identificação. Em 1937 seria o ano de sua volta e também o último dele como jogador do Timão, e também deixou uma ótima impressão. Filó ganharia mais uma vez o Campeonato Paulista, se tornando tri campeão pelo Corinthians.


Após a boa temporada, o atleta se transferiu para o rival, Palmeiras, que na época se chamava Palestra Itália. Filó deixou uma carreira linda no Corinthians, com 73 jogos, 72 como titular, foram 45 vitórias, 14 empates e 14 derrotas, anotando 43 gols com a camisa do Timão, e levantando 5 títulos.

Tim na Portuguesa Santista

Foto: Acervo da Bola

Tim, no canto direito da foto, com a camisa da Briosa

Um dos grandes jogadores dos anos 30 e 40 do futebol brasileiro e que depois se tornaria um grande treinador, Elba de Pádua Lima, o Tim, nasceu em 20 de fevereiro de 1916. No complemento dos 104 anos do nascimento dele, recordamos a sua passagem pelo time que o colocou no grande cenário do esporte: a Portuguesa Santista, entre 1934 e 1937.

Tim despertou seus dons futebolísticos nas peladas em Ribeirão Preto, na cidade próxima do local onde nasceu, Rifaina. Logo despertou a atenção dos clubes da cidade e foi parar no Botafogo. Foi destaque dos infantis do clube e logo passou para a categoria principal. Apesar disso, a Pantera só disputava o Torneio do Interior, mas seu futebol estava no olhar de várias equipes que disputavam o Campeonato Paulista.


Em 1933, ele teve uma rápida passagem pelo Corinthians e voltou à Ribeirão Preto. Em 1934, a Portuguesa Santista, que só havia disputado o Paulistão em 1929, estava ensaiando uma volta ao estadual em 1935 e foi ao interior buscar o meia. A Briosa pagou 500 mil réis para ter o jogador. E foi no time Rubro Verde da cidade de Santos que a carreira de Tim, então com 18 anos, deslanchou.

Na volta aos gramados do Estadual, a Briosa fez uma campanha modesta, terminando na quinta colocação, com 11 pontos, vendo os rivais da cidade em posições melhores. O Hespanha foi o quarto e o Santos conquistou o seu primeiro Paulistão. Porém, aquele seria o ano de estrutura para as temporadas seguintes, onde a Portuguesa brigaria de igual para igual com os grandes do Estado.

Em 1936, Tim se tornou o grande destaque da equipe Rubro Verde. A Briosa disputava a ponta da tabela da competição cabeça a cabeça com Corinthians e Palestra Itália. Ao fim, a Portuguesa Santista ficou na terceira colocação, mas as grandes apresentações do médio o levaram à Seleção Paulista, que conquistou o Brasileiro de Seleções, vencendo o Rio Grande do Sul na final, por 2 a 0, em 2 de agosto, em São Januário.


As atuações de Tim pela Portuguesa Santista e selecionado paulista o fizeram se tornar um dos grandes jogadores do futebol brasileiro. Ainda como atleta da Briosa, ele foi convocado para defender a Seleção do País no Campeonato Sul-Americano, realizado no início de 1937, realizado na Argentina e onde o Brasil ficou com o vice. Suas atuações no torneio o fizeram ganhar o apelido de "El Peon", pela imprensa local, pela forma como comandava o meio da equipe.

Na volta do Sul-Americano, Tim resolveu deixar a Briosa e voltou ao Botafogo de Ribeirão Preto. Porém, ficou pouco tempo no time e acabou indo, ainda em 1937, para o Fluminense. Lá, virou ídolo tricolor e se firmou na Seleção Brasileira, fazendo grande carreira como jogador e depois como treinador.

O Curioso do Futebol

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