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Luto! Meia do Mushuc Runa, Marcos Olmedo morre em acidente de carro

Com informações do ge.com
Foto: divulgação

Marcos Olmedo tinha 26 anos

O meio-campista Marcos Olmedo, do Mushuc Runa, do Equador, morreu neste domingo num acidente de carro perto da cidade de Quinindé, no noroeste do país. O clube, que disputou a Copa Sul-Americana deste ano, e foi líder no Grupo E, do Cruzeiro, lamentou o falecimento do jogador, aos 26 anos.

"O Mushuc Runa expressa seu sentimento de pesar diante do sensível falecimento de Marcos Olmedo. Estendemos nossas condolências à sua família e entes queridos, diante dessa perda irreparável. Descanse em paz", declarou o clube, em notal.

De acordo com informações iniciais da imprensa do Equador, o acidente teria acontecido porque o jogador dormiu ao volante. Porém, ainda não houve pronunciamento oficial das autoridades locais sobre a causa da tragédia.

Olmedo foi campeão da Sul-Americana de 2023 com a LDU. Ele disputou só quatro jogos pelo Mushuc Runa neste ano, todos pelo Campeonato Equatoriano. O meia veio do El Nacional, clube que também lamentou o seu falecimento nas redes sociais. O El Nacional prestou homenagem com uma faixa antes do jogo contra a LDU.


O meia se tornou jogador profissional pelo Aucas, em 2019, e também passou pelo América de Quito, Macará e LDU, todos times do Equador.

O Mushuc Runa ficou na liderança do Grupo E da Sul-Americana 2025, com 16 pontos (cinco vitórias e um empate). O Cruzeiro terminou em terceiro lugar, com cinco. O time do Equador foi eliminado da competição nas oitavas de final, ao perder para o Independiente del Valle, do mesmo país, na disputa por pênaltis no jogo de volta do confronto.

Em 1998, Brasil eliminava a Holanda da Copa do Mundo nos pênaltis e um Zagallo emocionado

Com informações da FIFA
Foto: arquivo

Jogadores brasileiros comemoram com Tafarell, o heroi da classificação

Você está a alguns minutos de uma disputa de pênaltis, valendo vaga na final de uma Copa do Mundo da FIFA. Você já passou por isso antes, mas a grandeza da situação é incontornável, e aí milhões de torcedores estão de olho em você, para ver como se comporta. E aí as emoções se encontram.

De um jeito, temos Zagallo, o Velho Lobo, extremamente agitado, com veias saltando no pescoço e no punho depois de 120 minutos de elevada tensão. "É como em 1994! Vamos confiar", exclamava, sem parar, em direção a qualquer jogador que surgisse à frente.

Do outro, temos Taffarel, um goleiro tentando se manter centrado, frio, para bloquear os talentosos atacantes holandeses mais uma vez, assim como havia feito quatro anos contra os italianos na decisão que valeu ao Brasil o tetra.

No final, deu na mesma: bastou que o arqueiro brasileiro saltasse de modo preciso para o canto direito, para interceptar o chute de Ronald de Boer, para que ele entrasse na mesma sintonia do experiente treinador, descarregando suas emoções nas belas imagens que mostramos no vídeo acima.

"Espero não ter de passar por isso de novo", afirmou Taffarel, então com 32 anos, na saída do gramado. E aí, com humildade extrema, o goleiro ainda disse: “Não sou especialista em pênaltis. Nos treinos, sou o que pega menos.”

Dias depois, já sabemos o que aconteceria: a Seleção sofreria um chocante revês, perdendo por 3 a 0 para a anfitriã França na grande decisão, num duro golpe.

Por isso, aquele Brasil x Holanda não deixa de despertar um gosto agridoce para a Seleção.Ainda assim, é um jogo que ganhou espaço relevante no imaginário do torcedor brasileiro, por toda a sua carga dramática.

E, afinal, se a Seleção teve de aceitar o título dos Bleus em questão de dias, quatro anos mais tarde a equipe canarinha celebraria um até hoje inigualável pentacampeonato. Foi um período praticamente hegemônico para o futebol brasileiro, com três finais de Copa consecutivas e dois títulos. Algo que dificilmente vai ser equipara do. Nesse contexto, a semi contra os holandeses é devidamente relativizada.


Foi um jogaço, com várias chances de gol de ambos os lados.

"Os holandeses movimentam bem a bola. Não podíamos deixar espaços como contra os dinamarqueses, caso contrário seríamos envolvidos facilmente. Apesar de ter sido melhor no primeiro tempo, a seleção holandesa não soube traduzir em gols a sua superioridade”, analisou Zagallo, já com a cabeça mais fria, em sua coletiva. "Na segunda etapa, depois que Denílson entrou, nós poderíamos ter decidido, mas o destino quis que não marcássemos."

“Então, nos pênaltis, fui aos jogadores e puxei pelo moral. 'Vamos recordar 94', eu falava. Os holandeses são naturalmente frios. Para nós, o calor humano é que é importante."

Goleiro Matija Sarkic, do Milwall e Montenegro, morre aos 26 anos

Com informações do ge.globo
Foto: divulgação

Matija Sarkic defendendo a Seleção Montenegrina

O goleiro Matija Sarkic, do Milwall e da Seleção Montenegrina, morreu aos 26 anos, informaram o clube inglês e a Associação de Futebol de Montenegro neste sábado. Segundo a imprensa europeia, o jogador estava dentro de um apartamento da cidade de Budva quando se sentiu mal nesta manhã.

"O Milwall está completamente arrasado por anunciar que Matija Sarkic faleceu aos 26 anos de idade. Todos no clube enviam seu amor e condolências aos familiares e amigos de Matija neste momento extremamente triste", declarou o clube inglês.

"Estamos profundamente tristes pela perda trágica do nosso querido Matija Sarkic. Matija não era apenas um atleta notável, mas também um querido companheiro e amigo. Ele foi o presente e o futuro da nossa seleção. Sua morte inesperada nos deixou todos em estado de choque e luto", lamentou a federação montenegrina.


Sarkic esteve em campo no último dia 5 de junho, titular na derrota por 2 a 0 para a Bélgica, em amistoso em Bruxelas. Sem condição de jogo, ele não participou da derrota para a Géorgia, em amistoso no domingo passado, em Podgorica.

Sarkic estava no Milwall desde agosto de 2023, quando foi comprado do Wolverhampton. Ele disputou 33 jogos na temporada 2023/24 pelo time inglês, que ficou em 13º lugar na segunda divisão inglesa. O goleiro somou nove partidas pela seleção de Montenegro.

Os 26 anos de fundação do Lance!

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

O Lance! completa 26 anos nesta quarta-feira

O Lance!, uma das maiores marcas do jornalismo esportivo no Brasil, completou 26 anos de fundação. O jornal circulou pela primeira vez no dia 26 de outubro de 1997, uma semana depois do site Lancenet entrar no ar. Viola e Romário estamparam as capas da primeira edição.

A história deste importante veículo começou com uma equipe que continha cerca de cem funcionários, mas atravessou um momento de muitas dificuldades no ano seguinte, chegando ao ponto de quase fechar. Posteriormente, aconteceu uma "consolidação empresarial", quando o jornal cresceu tanto, que chegou a se tornar o décimo jornal brasileiro em circulação. Em 2009, o veículo já contava com 450 funcionários.

No dia 7 de novembro de 2004, começou a circular no estado de Minas Gerais, e no ano seguinte, chegou em Manaus, através de uma parceria com o Diário do Amazonas. Em 2013, chegou em Porto Alegre, mas a edição local acabou não durando mais de uma temporada. Com o tempo, o jornal encerrou encerrou as atividades nas edições mineira e amazonense, e manteve apenas as redações do Rio de Janeiro e de São Paulo.

O instituto Marplan registrou cerca de dois milhões de leitores em julho de 2009, tendo também, 9,2 milhões de usuários únicos frequentando o site naquele mesmo mês. De acordo com o Instituto Verificador de Circulação, o Lance! tem a maior vendagem em bancas em todo o estado de São Paulo. Ainda em julho de 2009, o jornal chegou a aumentar o preço de capa de R$ 1,25 para 1,50, já que assumiu o compromisso de imprimir quatro páginas a mais do que publicava anteriormente.

No dia 30 de outubro de 2007, o Lance! fez uma edição especial trazendo depoimentos de renomados indivíduos da política dos esportes e tiragem de um milhão de exemplares, na comemoração de dez anos do jornal. Naquela época, o veículo esportivo alcançou a décima colocação no ranking de circulação entre jornais brasileiros.

Em 2010, foi premiado na categoria Jornalismo Impresso do 2.º Prêmio Brasil de Esporte e Lazer de Inclusão Social por conta da série de reportagens nomeada "Torcedor diferenciado". O conglomerado de matérias falava a respeito da experiência de quatro deficientes que foram à partidas de futebol no Rio de Janeiro veio a ser publicado em setembro de 2009, com autoria do repórter Erich Onida.

No dia 21 de março de 2020, o jornal fez o anúncio à respeito da interrupção de sua circulação impressa a partir do dia seguinte, por conta da pandemia de Covid-19. Esta foi a primeira vez que o jornal deixou ser publicado em papel, mas a decisão ainda considerada como algo temporário. Tal atitude acabou tendo de ser tomada por conta dos diagramadores seguirem precisando ir para redação, enquanto os repórteres e editores já estavam tendo de trabalhar em casa. Outro fator que influenciou na decisão foi o impacto que a pandemia causou nas bancas de jornal, que distribuíam as edições.


Entretanto, a decisão acabou sendo definitiva, e o jornal deixou deixou de publicar materiais impressos. Segundo Walter de Mattos Júnior, publisher, o veículo tornou a ser uma opção mais lucrativa com o fim da versão em papel. Contando com sessenta funcionários, em vez de setecentos que já teve algumas épocas atrás, foi previsto um faturamento na casa dos nove milhões de reais em 2021.

A versão digital do veículo foi a leilão no mês de abril de 21, colocando um ponto final na recuperação judicial iniciada quatro anos. No dia 2 de setembro, o portal da internet acabou sendo vendido a um grupo de investidores por cerca de 25 milhões de reais, colocando a marca e todas as plataformas digitais no mesmo pacote. No contrato de venda, a marca voltará ao vendedor cinco anos depois desde a assinatura. Porém, apenas para uso em um eventual retorno nas publicações em mídia física.

Há 26 anos o Grêmio conquistava o Campeonato Brasileiro

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

O Grêmio que coquistou o título em 1996

Há 26 anos o Grêmio, comandado por Felipão, conquistava o seu segundo título brasileiro. A taça veio em um 15 de dezembro, com uma vitória por 2 a 0 sobre a Portuguesa, com um Olímpico Monumental, em Porto Alegre, lotado.

O time do Grêmio tinha bons jogadores, alguns ainda jovens e outros mais experientes, era um elenco mesclado, mas que não contava com uma grande estrela. E isto vinha desde 1995. O time base da equipe gaúcha foi: Danrlei; Arce, Rivarola, Adílson e Roger; Dinho, Luís Carlos Goiano, Carlos Miguel e Emerson; Paulo Nunes e Zé Alcino.

Com o decorrer dos jogos, o time foi se acertando e Paulo Nunes foi virando o grande jogador do elenco, fazendo muitos gols na primeira fase. A equipe teve que suar para passar na primeira fase, não fez uma boa campanha, mas garantiu a sexta colocação.

Por conta da má classificação, o Grêmio enfrentaria algum time mais forte no mata-mata e logo de cara teve que enfrentar o Palmeiras. O tricolor gaúcha pegou o grande time da Parmalat, que havia feito um primeiro semestre fantástico, conhecido como a equipe a fazer mais de 100 gols no campeonato estadual.

Porém, o Grêmio tinha Felipão, um grande treinador em mata-mata, ele sabia montar muito seu time e conseguiu tirar o melhor de cada atleta. O tricolor conseguiu vencer o primeiro jogo em casa por 3 a 1, garantindo uma boa vantagem. No jogo de volta, acabou se defendendo muito e saiu derrotado por 1 a 0, mas garantiu a classificação.

Na semifinal enfrentou o Goiás, que havia eliminado o bom time do Guarani e tinha ficado em segundo na primeira fase. O confronto foi muito complicado para as duas equipes, mas no primeiro jogo o Grêmio conseguiu vencer fora de casa por 3 a 1 novamente e trouxe uma bela vantagem para jogar em seu domínio.

No jogo de volta, o Grêmio conseguiu aproveitar muito os contra-ataques, já que o time do Goiás teve que se lançar em busca do resultado e acabou deixando muitos espaços. A partida terminou em 2 a 2 e o tricolor gaúcho garantiu a vaga para a grande decisão.

Na decisão, o Grêmio enfrentou a Portuguesa, que havia terminado em oitavo na primeira fase, mas que eliminou o Cruzeiro e o Atlético Mineiro. Os dois finalistas surpreenderam a todos, pois não estavam mostrando um grande futebol, mas no mata-mata tudo mudou.

O primeiro jogo aconteceu no dia 11 de dezembro, no Morumbi, e todos estavam esperando por um grande jogo. O Grêmio foi montado para se defender e tentar sair na velocidade de Paulo Nunes e a Portuguesa tentou propor o jogo durante boa parte da partida.

Aos 36 minutos, Marco Antônio acabou sendo expulso e prejudicou o tricolor gaúcho. Logo na sequência, aos 38 minutos, Gallo abriu o placar para a Portuguesa, o que deu uma tranquilidade para o time paulista durante o restante do jogo. No segundo tempo, a Lusa ainda conseguiu ampliar o placar com Rodrigo Fabri e ganhou por 2 a 2 a partida de ida.

No jogo de volta, os torcedores gremistas lotaram o Olímpico para apoiar sua equipe na última partida. O jogo seria muito complicado e o Grêmio teria que se expor em busca do resultado. Mas tudo começou dando certo para o time gaúcho, que logo aos 3 minutos abriu o placar com Paulo Nunes.


O gol deu ânimo para todos os tricolores dentro de campo, que foram sufocar a Portuguesa em busca do segundo gol. Lembrando que, o Grêmio garantiria o título caso vencesse por 2 a 0, pois tinha vantagem de ter melhor campanha.

A partida ficou enroscada durante bom tempo, pois os paulistas tentavam segurar e tirar o ímpeto gaúcho. O jogo caminhava para o final, quando aos 39 minutos, Aílton marcou o segundo e fez o gol do título para o Grêmio. Com a vitória por 2 a 0 e devolvendo o placar da ida, o time gaúcho garantiu o título do Campeonato Brasileiro de 1996.

Há 26 anos, Nigéria conquistava o Ouro no futebol masculino nas Olimpíadas de Atlanta

Por Felipe Roque
Foto: divulgação

Nigerianos com a medalha de ouro no peito

O torneio de futebol masculino das Olimpíadas de 1996, em Atlanta, nos Estados Undios, foram recheadas de estrelas no futebol que se tornariam grandes jogadores como Ronaldo, Raul e Crespo. Mas nem Brasil, nem Espanha e tampouco a Argentina foram capazes e superar a surpreendente Nigéria, que trilhou o seu caminho para ser o primeiro país africano a conquistar o ouro olímpico. Este feito está completando 26 anos neste 3 de agosto de 2022.

A preparação da Nigéria para aquele torneio não foi a ideal. O treinador holandês Jo Bonfrere se demitiu por cinco semanas por questões de pagamento e só voltou, segundo ele mesmo, porque acreditava nos jogadores daquela seleção.

O campeonato começou muito bom para os nigerianos; vitória por 1 a 0, contra Hungria. Na sequência, vitória por 2 a 0 contra o Japão e, por fim, fechou a fase de grupos perdendo para o Brasil por 1 a 0, gol de Ronaldo.

Nas quartas de final, a vitória por 2 a 0 contra o México continuou dando sequência a uma campanha surpreendente já naquele estágio da competição. A grande esperança de uma boa campanha do continente africano naquele torneio era Gana. Mas o país perdeu nas quartas de final para o Brasil por 4 a 2, com dois gols de Ronaldo. Então, um novo reencontro entre brasileiros e nigerianos foi confirmado na semifinal.

Diante de mais de 80 mil pessoas em Atlanta, o Brasil vencia por 3 a 1 faltando 20 minutos para o fim do jogo. A classificação brasileira rumo à final parecia certa. Porém, o gol de Victor Ikpeba aos 33 minutos do segundo tempo recolocou a Nigéria no jogo.

Já nos acréscimos, Kanu fez o gol que levou o jogo para a prorrogação. Naquela época, a regra do Gol de Ouro ainda valia e Kanu, com apenas quatro minutos do tempo extra, novamente marcou para a felicidade de todos os nigerianos.


Na final, mais um grande adversário sul-americano: a Argentina. O time de Hernan Crespo, Diego Simeone, Roberto Ayala e Ariel Ortega já havia eliminado Espanha e Portugal em rodadas anteriores e era o favorito para a medalha de ouro na decisão. Em duas oportunidades na partida, a seleção argentina ficou à frente do placar e obrigou os nigerianos a buscarem o empate. O jogo se encaminhava para a prorrogação até que Emmanuel Amunike conseguiu um gol improvável no último minuto do tempo regulamentar e deu a medalha à nação nigeriana.

Desde então, a seleção sub-23 da Nigéria é encarada como uma das mais fortes em torneios olímpicos. E embora não tenha vencido o campeonato olímpico de novo, conseguiu a medalha de prata em 2008, em Pequim, perdendo a revanche para a Argentina, e o bronze em 2016, no Rio de Janeiro.

O Curioso do Futebol

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