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Goleiro Matija Sarkic, do Milwall e Montenegro, morre aos 26 anos

Com informações do ge.globo
Foto: divulgação

Matija Sarkic defendendo a Seleção Montenegrina

O goleiro Matija Sarkic, do Milwall e da Seleção Montenegrina, morreu aos 26 anos, informaram o clube inglês e a Associação de Futebol de Montenegro neste sábado. Segundo a imprensa europeia, o jogador estava dentro de um apartamento da cidade de Budva quando se sentiu mal nesta manhã.

"O Milwall está completamente arrasado por anunciar que Matija Sarkic faleceu aos 26 anos de idade. Todos no clube enviam seu amor e condolências aos familiares e amigos de Matija neste momento extremamente triste", declarou o clube inglês.

"Estamos profundamente tristes pela perda trágica do nosso querido Matija Sarkic. Matija não era apenas um atleta notável, mas também um querido companheiro e amigo. Ele foi o presente e o futuro da nossa seleção. Sua morte inesperada nos deixou todos em estado de choque e luto", lamentou a federação montenegrina.


Sarkic esteve em campo no último dia 5 de junho, titular na derrota por 2 a 0 para a Bélgica, em amistoso em Bruxelas. Sem condição de jogo, ele não participou da derrota para a Géorgia, em amistoso no domingo passado, em Podgorica.

Sarkic estava no Milwall desde agosto de 2023, quando foi comprado do Wolverhampton. Ele disputou 33 jogos na temporada 2023/24 pelo time inglês, que ficou em 13º lugar na segunda divisão inglesa. O goleiro somou nove partidas pela seleção de Montenegro.

Meia Caique Augusto valoriza o seu segundo título nacional em Montenegro

Foto: Divulgação/FK Decic

Caique Augusto defende o FK Decic

Natural de Barueri, o meia Caique Augusto iniciou a sua trajetória no futebol justamente no seu estado tendo experiências nas categorias de base do São Paulo e Santos. Depois passou por outras equipes, já como profissional, entre elas: Avaí, Nacional-PR e Taubaté. Até que, em 2017, ele teve a oportunidade de transferir-se para o exterior e desde então não retornou mais ao futebol brasileiro.

A primeira experiência de Caique Augusto fora do Brasil foi na França quando defendeu as cores do Stade Bordelais. Na temporada 2019/2020, ele teve uma passagem pelo Zvijezda 09, da Bósnia-Herzgovina. Mas, foi em Montenegro que o meia viveu os seus grandes momentos no futebol europeu. No total, já defendeu quatro clubes no país: FK Arsenal Tivat, FK Sutjeska, OFK Petrovac e atualmente atua pelo FK Decic.

O primeiro título nacional de Caique Augusto em Montenegro foi na temporada 2021/2022 pelo FK Sutjeska. Já no último sábado, o meia pôde comemorar o seu segundo título da Liga Montenegrina, porém, desta vez pelo FK Decic após vitória, fora de casa, por 1×0 justamente diante do FK Sutjeska, o seu ex-time. Vale destacar que é o primeiro título na elite nacional do FK Decic “Estou muito feliz e realizado com esse título inédito na história do clube. Consegui ser uma peça importante e, junto com todos os outros meus companheiros, fizemos história. Chegamos a essa conquista fruto de muito sacrifício, renúncias e dedicação de todos os envolvidos”, explicou o meia de 30 anos.

Das 35 partidas até então do FK Decic na temporada, Caique Augusto esteve presente em 30 jogos. Ele é, por exemplo, o segundo jogador do time que mais deu assistências, com quatro passes decisivos para gols. “A sequência de partidas me deu confiança para sempre entrar e dar o meu melhor. O treinador depositou muita confiança em mim e consegui retribuir, principalmente servindo os meus companheiros. Acredito que um meia deve estar sempre ali no topo do ranking quando se trata de assistências”, opinou o jogador brasileiro.


Mesmo já tendo conquistado o título, o FK Decic ainda tem a última partida do Campeonato de Montenegro no próximo sábado, em casa, contra o FK Arsenal Tivat. A expectativa é de uma grande festa para comemorar o título inédito. Sobre o futuro, Caique Augusto garante que o foco é descansar antes de definir qual equipe defenderá na sequência de sua carreira. “O meu contrato acaba agora e o meu pensamento está em descansar um pouco. Antes temos essa última partida, diante do nosso torcedor e que queremos celebrar. Sou grato ao FK Decic pela confiança e oportunidade. Foi uma boa temporada, mas buscarei melhorar ainda mais o meu desempenho no próximo desafio”, finalizou.

Técnicos gringos no Brasil - Dušan Drašković no Bragantino

Dušan Drašković em sua passagem pelo Bragantino (foto: Arquivo Placar)

O Curioso do Futebol começa hoje uma série falando dos treinadores estrangeiros que passaram pelo futebol brasileiro. A intenção é lembrar como foram estas passagens, lembrando de curiosidades. Começamos esta série com o montenegrino Dušan Drašković, que fez fama na América do Sul dirigindo a Seleção Equatoriana e teve uma passagem não muito proveitosa pelo Bragantino, no primeiro semestre de 1994.

Dušan Drašković foi jogador da antiga Iugoslávia, defendendo as equipes do Spartak Subotica, OFK Belgrado, Vojvodina e Radnički Niš e jogado pela seleção de seu país em três oportunidades, todas em 1971. Ao encerrar a carreira de atleta, Drašković iniciou o trabalho como treinador no Vojvodina e, depois de uma boa passagem no Borac Banja Luka, ele foi convidado, no ano de 1988, a assumir a Seleção do Equador.

Ele topou o desafio e veio para a América do Sul, por onde seguiu praticamente em toda a sua carreira. Drašković fez um bom trabalho no Equador, fazendo com que a seleção deixasse o status de saco de pancada para passar a fazer jogos duros com os grandes times do continente. Seu melhor resultado foi na Copa América de 1993, quando o Equador ficou em quarto jogando em casa. Porém, a desclassificação nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1994 fez com que o então iugoslavo mudasse de ares.

Com a camisa da época em que dirigiu o Equador

E aí pintou o Bragantino na história de Drašković. O Braga foi a grande sensação do futebol brasileiro na primeira metade da década de 90, conquistando o Paulistão de 1990, chegando nas fases decisivas do Brasileirão em 1990, 1991 (quando foi vice) e 1992 e passando a até ter jogadores indo para a Seleção Brasileira, como Mauro Silva, Silvio e Gil Baiano.

Além disso, os treinadores do Braga nesta época sempre se destacaram por inovarem, como a então revelação Vanderlei Luxemburgo, Carlos Alberto Parreira, que voltou a figurar entre os grandes técnicos, inclusive indo para a Seleção Brasileira após o vice-campeonato brasileiro de 1991, e Candinho. Após uma temporada mediana em 1993, o mandatário do clube, Nabi Abi Chedid, foi atrás de Drašković, que aceitou a proposta (diziam na época que o salário era de US$ 40 mil por mês) e desembarcou em Bragança Paulista.

Porém, o Massa Bruta já não tinha a mesma força dos anos anteriores, mesmo contando com jogadores como o goleiro Marcelo, o meia Donizete e o atacante Silvio, e isto ficou latente nos primeiros jogos do Campeonato Paulista. Drašković não conseguia impor seus pensamentos de jogo e o Bragantino era uma verdadeira gangorra na competição, conseguindo resultados interessantes, como a vitória contra o São Paulo, por 1 a 0, em pleno Morumbi, e derrotas para os pequenos dentro de casa.

Dušan Drašković fazendo peneira no Equador
(foto: La Hora - Equador)

Ao final do Paulistão, o Bragantino foi apenas o 11º de 16 equipes, longe do que se esperava da equipe antes do início da temporada. Dušan Drašković deixou a equipe e foi substituído pelo experiente Cilinho.

Após a passagem pelo Massa Bruta, Dušan Drašković  voltou ao Equador, para dirigir o Barcelona de Guaiaquil. Depois, ele teve passagens pelas seleções da Bolívia e Serra Leoa, Comunicaciones da Guatemala, Emelec do Equador e Deportivo Quito do Peru. Drašković voltou ao equatoriano Barcelona, onde até hoje trabalha com as categorias de base.

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