Mostrando postagens com marcador Árbitros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Árbitros. Mostrar todas as postagens

Copa América contará com mulheres no apito pela 1ª vez na história

Com informações da Agência Estado
Foto: divulgação

Edna Alves estará na Copa América

Nesta sexta-feira, a Conmebol divulgou a equipe de arbitragem que irá apitar a Copa América nos Estados Unidos. A lista contém 101 nomes, incluindo três brasileiros como árbitros principais: Edna Alves, Wilton Pereira Sampaio e Raphael Claus. Esta será a primeira vez na história da competição que mulheres atuarão na arbitragem.

Além dos três brasileiros, outros representantes do País estarão presentes no torneio. A equipe de árbitro de vídeo será composta por Rodolfo Toski, Daniel Nobre e Pablo Gonçalves. Já os árbitros assistentes serão Danilo Manis, Bruno Boschilia, Bruno Pires, Rodrigo Correa e Neuza Back.

Ao todo, oito mulheres serão enviadas para trabalhar na competição, sendo quatro escolhidas pela Conmebol e quatro pela Concacaf. Segundo a nota emitida no site oficial da Copa América, a entidade sul-americana de futebol trabalha para o desenvolvimento de mulheres dentro da arbitragem.

“É um compromisso assumido pela Conmebol desde 2016, que está comprometida com o desenvolvimento e a profissionalização de mais mulheres dentro e fora do campo de jogo, promovendo o futebol com igualdade nos diferentes torneios”, diz a nota oficial.


Os árbitros selecionados deverão se apresentar no dia 12 de junho, na cidade de Dallas, no Texas, para começar a preparação para o torneio. Eles passarão por avaliações técnicas e físicas, tanto em campo quanto nas cabines do VAR. Também receberão tratamentos fisioterapêuticos para que possam estar em boas condições físicas durante a competição.

A Copa América será realizada nos Estados Unidos e começará no dia 20 de junho, terminando em 14 de julho. Ao todo, serão 16 participantes. O Brasil estreia no dia 24 de junho contra a Costa Rica.

CBF afasta árbitros de Fla x Santos após polêmica em pênalti que gerou gol

Com informações do UOL Esporte
Foto: Ivan Storti / Santos FC

Jogadores do Santos cercam o árbitro André Luiz Freitas Castro

A CBF anunciou, na madrugada de quarta-feira, dia 26, que suspendeu os árbitros envolvidos em Flamengo 3 a 2 Santos, jogo do Campeonato Brasileiro ocorrido ontem. Com a decisão, André Luiz Freitas Castro (árbitro de campo) e Adriano Milczvski (VAR) foram colocados no "Programa de Assistência ao Desempenho do Árbitro (PADA)" da entidade — uma espécie de "geladeira".

A medida acontece após a polêmica envolvendo um pênalti não marcado para o time paulista ainda no 1° tempo do duelo, que aconteceu no Maracanã. Na jogada em questão, Camacho acabou derrubado por Matheuzinho dentro da grande área. André Luiz Freitas Castro, árbitro de campo, mandou a partida seguir.

O lance seguiu em contra-ataque para o Flamengo, e o próprio Matheuzinho acabou dando a assistência para o gol de Pedro, que inaugurou o marcador. O gol irritou os jogadores do Santos, que cercaram o árbitro para pedir o pênalti no meio-campista. Apesar dos protestos, o VAR, comandado Adriano Milczvski, corroborou a decisão do juiz de campo.

"Óbvio que foi pênalti. O Matheuzinho me derrubou. Eu ao menos chutaria para o gol. Todo jogo contra o Santos é isso. É f...", se revoltou Camacho na saída para o intervalo.

Notas - A CBF publicou nota. "A Comissão de Arbitragem da CBF informa que o árbitro Andre Luiz de Freitas Castro e o VAR Adriano Milczvski foram incluídos no Programa de Assistência ao Desempenho do Árbitro (PADA). A decisão foi tomada após análise da atuação de ambos durante a partida entre Flamengo e Santos, pelo Brasileirão Assaí 2022".


Santos divulgou uma carta. Confira abaixo:
Para que a CBF tem o VAR?

Essa arbitragem é vergonhosa e cada vez mais prejudica o futebol brasileiro. O senhor deve excluir esse juiz de VAR e o árbitro de campo. Exigimos que os senhores nunca mais atuem em nossos jogos.

Nem mesmo uma consulta ao VAR foi feita. Entendemos que isso já passou de erro comum para uma ação desastrosa.

O que fizeram hoje foi criminoso.

Nos dois últimos jogos enviamos ofício de erros e nem uma resposta recebemos. Pelo contrário, novamente fomos prejudicados. Em várias partidas, arbitragens tendenciosas. Devemos pensar que é algo direcionado?

Para que o senhor Seneme mente que investe em treinamentos, se esses árbitros não têm o mínimo preparo?

O que mais precisa acontecer?

O Santos não vai mais tolerar essa falta de profissionalismo recorrente de uma entidade que têm os clubes como prioridade.

Queremos que tornem pública, imediatamente, a conversa do árbitro com o VAR. Chega de "erros" e, de tão grosseiros, nos levam a pensar que não serem simplesmente erros.

Brasil no apito - O histórico de árbitros brasileiros na Copa do Mundo

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Mário Vianna foi um dos juízes do Brasil na Copa do Mundo de 1950

Depois de 72 anos, o Brasil voltará a ter dois representantes como árbitros principais na Copa do Mundo. Desde 1950, o país vinha mandando apenas um representante de arbitragem principal por mundial, sem incluir nesta conta, é claro, os bandeirinhas brasileiros que iam as Copas. Em 2022, Wilton Pereira Sampaio e Raphael Claus serão ambos representantes do Brasil na arbitragem do maior evento de futebol da terra. No total, teremos sete brasileiros do apito e das bandeiras no Catar.

A primeira Copa do Mundo onde tivemos representação de arbitragem do Brasil foi exatamente a primeira edição da competição. No Uruguai, em 1930, o paraibano Gilberto Almeida Rego foi o primeiro representante do país a apitar uma Copa do Mundo. Ele comandou três jogos no Uruguai, incluindo o jogo do time da casa nas semifinais, diante da Iugoslávia. Depois disso, seriam duas edições sem árbitros brasileiros. 

Em 1950, o Brasil contou com o que foi até hoje o maior número de árbitros numa edição de Copa do Mundo, quando três representantes do país estiveram no mundial que foi justamente em terras brasileiras. Alberto da Gama, Mário Gardelli e Mário Vianna apitaram um jogo cada. Quatro anos depois, Mário Vianna foi novamente o representante brasileiro no apito, comandando apenas um jogo na Suíça. Em 1958 não houve arbitragem brasileira.

Em 1962, no Chile, o representante brasileiro era na verdade um árbitro nascido na Hungria chamado João Etzel Filho, que ficou responsável por apenas uma partida, assim como o histórico Armando Marques em 1966. Aírton Vieira de Moraes, em 1970 e Armando Marques e Arnaldo César Coelho, em 1974 e 1978, respectivamente, também fizeram apenas uma partida. Arnaldo, porém, entraria para a história na Espanha, na Copa do Mundo de 1982, quando foi o primeiro brasileiro a apitar uma final de Copa do Mundo, sendo este seu segundo jogo naquele mundial. Quatro anos depois, Romualdo Arppi Filho repetiu o feito de Armando, sendo também o brasileiro que até então mais havia apitado jogos em uma única Copa, com três partidas no México, em 1986.


Na Itália, em 1990, José Roberto Wright acabou por registrar o maior número de jogos apitados por um juiz brasileiro em uma Copa do Mundo. Atualmente comentarista, o na época conceituado homem do apito comandou quatro partidas naquele mundial. Em 1994, Renato Marsiglia acabou apitando apenas duas partidas, mesmo número de Márcio Rezende de Freitas em 1998. 

A partir da Copa do Mundo de 2002, começaria praticamente o império de um dos maiores árbitros da história do futebol brasileiro. O Gaúcho Carlos Eugênio Simon foi o representante do Brasil em três edições seguidas, incluindo 2006 e 2010, além de 2002. No total, ele dirigiu sete jogos. Sua marca foi quase batida por Sandro Meira Ricci, atualmente comentarista de arbitragem, que apitou seis jogos somando as copas de 2014 e 2018. Agora, caberá a Wilton e Raphael continuarem o histórico brasileiro no apito. 

As polêmicas envolvendo Márcio Rezende de Freitas em 1995 e 2005

Por Lucas Paes
Foto: Reprodução/Globo

O árbitro Márcio Rezende de Freitas

Completando 61 anos neste dia 22 de dezembro, o árbitro Márcio Rezende de Freitas, hoje comentarista de arbitragem na Globo, foi um dos nomes mais famosos da função de árbitro no Brasil entre os anos 1990 e 2000. Ele foi o árbitro brasileiro escolhido para a Copa do Mundo de 1998, mas ficou marcado em sua carreira por duas polêmicas que decidiram dois Campeonatos Brasileiros sob sua arbitragem, em 1995 e em 2005.

A primeira se deu na decisão do campeonato nacional de 1995. Na época, Santos e Botafogo disputavam a taça. Na primeira partida o Fogão vencera por 2 a 1, fato que dava a vantagem do empate ao time da Estrela Solitária, porém o que acabou decidindo o campeonato foi um dos maiores erros de arbitragem de toda a história do Campeonato Brasileiro de Futebol, numa partida que ficou marcada por problemas com o trio.

Primeiro, o gol de Túlio, do Botafogo, que abriu o placar no Pacaembu, foi impedido. Segundo, o gol santista de empate teve condução de um dos jogadores praianos com a mão. O terceiro erro crucial se deu no gol que daria o título brasileiro ao Peixe, de Camanducaia, legal e anulado por Márcio Rezende de Freitas, que segundo declarou em entrevista, havia perdido a confiança em seu auxiliar após a pressão de um dos jogadores do Santos.

Passaram 10 anos e em 2005, o jogo entre Corinthians e Internacional no Pacaembu marcaria a aposentadoria de Márcio Rezende de Freitas do futebol. Mais uma vez, porém, o Mineiro se envolveu em uma enorme polêmica naquela ensolarada tarde paulistana, num campeonato que sementou uma rivalidade imensa entre Corinthians e Internacional que perdura até hoje e segue tendo capítulos históricos. 

Eram jogados 28 minutos do segundo tempo quando Tinga foi lançado frente a frente com Fábio Costa e o goleiro baiano saiu ao seu jeito, aparentemente acertando o atacante colorado. Porém, Márcio não só não marcou a penalidade como expulsou Tinga por simulação, num lance que poderia mudar a história daquele campeonato. O empate acabou deixando o Timão em situação mais confortável. A polêmica, apesar de envolver o pênalti, está mais relacionada a expulsão de Tinga, já que mesmo que se não houvesse pênalti, não parecia haver intenção de simulação do jogador do Inter, que aliás, se ficasse parado poderia ter uma lesão muito séria.


É preciso, porém, fazer uma observação essencial sobre o Brasileirão de 2005 que ficou esquecida. O Inter poderia ter saído campeão mesmo com o empate no Pacaembu. Na última rodada, o Corinthians foi a Goiás e não foi páreo para o ótimo time esmeraldino, que venceu o Timão. O Inter, porém, perdeu para o Coritiba no Couto Pereira. Se vencesse, sairia campeão, já que teria uma vitória a mais que os corintianos.

Morre ex-árbitro Sándor Puhl, que apitou a final do tetra do Brasil em 1994

Foto: Arquivo

Sándor apitou a final da Copa do Mundo de 1994

O ex-árbitro húngaro Sándor Puhl, de 65 anos faleceu. A informação foi confirmada pela Federação Húngara de Futebol, a MSLZ, na última quinta-feira, dia 20 de maio. A causa da morte do húngaro não foi confirmada. Desde 2010, ele era vice-presidente da comissão de arbitragem da federação, depois de terminar sua carreira no apito em novembro de 2000.

Puhl começou sua trajetória como árbitro em 1984. Viveu o grande momento da carreira em 1994, quando apitou a final da Copa do Mundo, entre Brasil e Itália, que terminou com os Canarinhos campeões nos pênaltis. Na mesma competição, foi envolvido em uma polêmica quando não viu a cotovelada de Tassotti em Luis Enrique, nas quartas de final.

Em 1997, viveu outro grande momento da carreira, quando apitou a final da Liga dos Campeões da UEFA, entre Borussia Dortmund e Juventus, no Estádio Olímpico de Munique. Naquele ano, porém, também passou por um de seus piores momentos, quando foi suspenso pela UEFA após não tomar nenhuma atitude diante de uma entrada violenta de Bosvelt, do Feyenoord, em Irwin, do United. 


Curiosamente, foi neste mesmo ano em que novamente se viu envolvido com o futebol brasileiro. Em um período onde a Federação Paulista de Futebol buscou alguns intercâmbios com juízes estrangeiros, Sandor foi convidado e apitou um duelo decisivo entre Corinthians e São Paulo, pelo Paulistão de 1997, que terminou empatado e decidiu o título em favor do Alvinegro do Parque São Jorge.

Sándor Puhl conseguiu a licença de árbitro em 1970, quando tinha apenas 15 anos. Ele foi eleito quatro vezes o melhor árbitro do mundo, entre 1994 e 1997, pela Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS).

Comissão de Arbitragem Paulista realiza videoconferência com árbitros e assistentes

Foto: Rodrigo Corsi / FPF

Membros do quadro de árbitros de São Paulo participaram da arbitragem

A Comissão de Arbitragem da Federação Paulista de Futebol promoveu uma videoconferência com os árbitros e assistentes da Série A1 no último domingo (19), com o objetivo de acompanhar os pilares físico e mental dos profissionais.

O evento, que teve duração de aproximadamente 50 minutos, contou com a participação de árbitros e assistentes das principal divisão do futebol paulista, além de toda a equipe de estrutura da FPF, presidida por Ana Paula Oliveira.

Imagem

Os principais assuntos abordados foram a preocupação com o bem estar do árbitro, apresentação oficial da Doutora Tânia Bandeira -Pilar Mental; esclarecimentos referentes à condição física já pensando em possível retorno, além de esclarecimentos de dúvidas relacionadas à categoria, como importância de atuar no futebol amador, questão de idade, ranking e conduta dos árbitros.

Nesta sexta-feira, dia 24, às 19 horas, uma nova videoconferência será realizada com mais 160 profissionais de arbitragem. A ideia da Comissão de Arbitragem é dialogar com os 560 profissionais pertencentes ao quadro paulista.

"Papéis invertidos" no curso de VAR da CBF

Com informações da CBF
Fotos: Bruno Pacheco/CBF

Rondinelly, Ricardinho e Diego Cardoso comandaram o jogo entre árbitros e assistentes

Os jogadores da equipe profissional do Guarani Futebol Clube Diego Cardoso, Ricardinho e Rondinelly acordaram bem cedo nesta segunda-feira (15). Mas eles não tinham nenhum treinamento do Bugre como compromisso. O trio aceitou a missão dada pela Comissão de Arbitragem da CBF para ser árbitros de futebol por um dia. Partiram para Águas de Lindoia.

Por lá, no Eco Resort Oscar Inn, também já estavam os ex-jogadores da Seleção Brasileira Oscar (Copas do Mundo de 78, 82 e 86) e Careca (Copas de 86 e 90), e o técnico de futebol Milton Cruz. Os três também toparam participar do desafio. E com a experiência de quem já viveu tudo nos gramados, os craques ficaram na sala de operações do VAR, como árbitros de vídeo assistentes. Mas quem entrou em campo se os bons de bola estavam no comando do apito?

Em campo, um time formado por árbitros de futebol (Roxo) contra uma equipe só de assistentes (Verde). Todos participantes do 4º Curso de Capacitação para Árbitro de Vídeo da CBF. O evento inusitado marcou o encerramento das atividades do programa intensivo que prepara os árbitros para a estreia do Árbitro de Vídeo no Brasileirão 2019.

Time dos árbitros jogou de roxo

O objetivo da Comissão de Arbitragem com a inversão de papéis no jogo foi aproximar o público da nova realidade do futebol brasileiro: o uso da tecnologia do VAR. Mostrar de uma forma lúdica as dificuldades e desafios que o recurso implica aos homens do apito. 

"Essa troca de funções permite aos agentes responsáveis pelo espetáculo - atletas, árbitros, técnicos, torcedores - conscientizarem-se sobre importância do respeito no futebol. No caso do VAR, é um recurso que chega para melhorar o futebol. Mas é preciso paciência nesse momento inicial. É uma novidade para todos", explica Ana Paula de Oliveira, instrutora de árbitros da CBF.

A partida terminou em 3 a 1 para o time roxo, formado pelos árbitros. O jogo não teve a mesma velocidade e determinação tática do futebol profissional. Se faltou qualidade técnica aos boleiros da arbitragem, não faltaram lances para os “árbitros peladeiros” revisarem com o apoio da sala do VAR. Diego, Ricardinho e Rondinelly, que se revezaram nas funções do apito e da bandeira, sentiram na pele o peso da tomada de decisão correta em lances com níveis de dificuldade elevados. 

Equipe dos assistentes de verde

"A partir do que eu vivi hoje, posso falar aos companheiros para ter paciência, porque o VAR vai ajudar muito o futebol. Vamos continuar buscando fazer um futebol bonito porque o VAR só vai agregar ainda mais", disse Diego Cardoso.

Na sala do VAR, Oscar tentou manter a calma e seguir o protocolo em suas ações. Dono do Resort onde o curso acontece, o ex-zagueiro da Seleção acompanhou de perto as atividades da Comissão de Arbitragem e mostra conhecimento até da comunicação adequada na hora dos contatos com o árbitro de campo.

"É tudo muito rápido. Não é fácil. E a gente não pode demorar muito para olhar as imagens em todas as câmeras possíveis, porque tem um monte de gente esperando. Não pode parar muito o jogo", constatou Oscar.

Milton Cruz, Careca e Oscar comandaram o VAR

A partida teve todo o protocolo de um jogo de futebol profissional: entrada perfilada em campo, execução do hino nacional, cumprimentos entre atletas e arbitragem, presença da imprensa e troféus e medalhas para os campeões. Em campo, quem se destacou foi o árbitro Adriano Barros, do Ceará. Eleito melhor jogador e artilheiro do jogo.

"Muito interessante essa inversão. Eles perceberam dentro de campo o quanto é difícil apitar. Foi bacana. Fiz um golzinho estilo Careca (risos). O árbitro tem uma paixão muito grande pelo futebol. O VAR chegou para ficar. Temos que ter consciência que ele não vai deixar o jogo com 100% de acerto, mas vai diminuir em muito as injustiças no futebol", concluiu Adriano, que recebeu elogios do craque Careca pelo golaço marcado na partida.

O Curioso do Futebol

O Curioso do Futebol
Site do jornalista Victor de Andrade e colaboradores com curiosidades, histórias e outras informações do mundo do futebol. Entre em contato conosco: victorcuriosofutebol@gmail.com

Aceisp