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Um prêmio de consolação para os belgas

Por Victor de Andrade
Fotos: Getty Images.com/Fifa.com

Os belgas comemorando a melhor colocação na história: mereceram pelo o que fizeram!

Merecidamente, a Bélgica termina a Copa do Mundo Rússia 2018 com uma vitória. Depois de seis jogos, cinco vitórias e apenas uma derrota, os "Red Devils" venceram novamente a Inglaterra, desta vez por 2 a 0, e conquistaram o terceiro lugar do torneio. É a melhor campanha da história dos belgas na competição.

Jogos que decidem terceiro lugar em Copas dependem muito de quem está no confronto. Se for seleções que já conquistaram algo maior ou que esperava ir melhor naquela edição, normalmente é um jogo chato, com os times pedindo "pelo amor de Deus" para que a partida acabe logo. Um exemplo claro foi o Holanda 3, Brasil 0, de 2014. Os holandeses jogaram com o freio de mão puxado, quase como em uma pelada e ganharam porque os brasileiros queriam mais se esconder da vergonha da semifinal.

Dier quase empatou para os ingleses

Em compensação, quando o jogo envolve times que são surpresas, acabam sendo interessante. Um claro exemplo foi em 2002, quando a Turquia venceu a Coreia do Sul, que jogava em casa, por 3 a 2. Tivemos o gol mais rápido das Copas, os coreanos sempre correndo atrás do resultado e, no final, os jogadores das duas equipes fazendo uma grande festa.

Mas vamos para o jogo de agora a pouco. Pela campanha, era mais do que óbvio que a Bélgica merecia o terceiro posto. Os belgas chegaram até a semifinal com 100% de aproveitamento, tendo inclusive vencido os ingleses no meio do caminho, por 1 a 0, com os times poupando jogadores na última rodada da primeira fase. Porém, a França acabou com o sonho dos "Red Devils" e o terceiro lugar só comprovaria que esta seria a maior campanha da seleção na história das Copas.

E parece que o fato histórico, mesmo não estando na final, fizeram com que os belgas jogassem melhor que os ingleses, que apesar de terem feito uma campanha surpreendente, na história já têm um título. Logo aos 4 minutos, Lukaku acionou Chadli pela esquerda. Ele avançou e cruzou rasteiro para Meunier, que de surpresa se antecipou à defesa inglesa, como um típico centroavante, e balançou as redes: 1 a 0 Bélgica.

Hazard "matou" o jogo fazendo o segundo belga

A "grande geração" continuou dominando o jogo, mas o primeiro tempo deu uma diminuída de ritmo. Já na segunda etapa, a Inglaterra resolveu complicar a vida dos belgas e quase empatou aos 24 minutos, com Dier, que depois de bela troca de passes com Rachford, entrou sozinho na área e deu uma cavadinha na saída de Courtois, mas Alderweireld, de carrinho, conseguiu tirar a bola antes de ultrapassar a linha.

Com o susto, a Bélgica resolveu impor o seu jogo novamente e chegou ao segundo gol aos 37'. Hazard, um dos melhores jogadores desta Copa do Mundo, recebeu passe de De Bruyne, nas costas de Jones, invadiu a área e bateu forte, rasteiro, no canto direito de Pickford: 2 a 0 para os belgas e terceiro lugar garantido. Se não foi o ideal, pelo menos deu um prêmio para uma equipe que fez um belíssimo papel neste Mundial. Parabéns, "Red Devils"!

Allez Les Bleus!

Por Victor de Andrade
Fotos: Getty Images.com/Fifa.com

Umtiti se antecipou à zaga belga e, depois de cobrança de escanteio, cabeceou a bola para as redes

Pela terceira vez na história, a França está em uma final de Copa do Mundo. Os franceses cravaram seu lugar na decisão do Mundial na Rússia 2018 ao vencer a Bélgica na semifinal, em jogo realizado nesta terça-feira, dia 10, no Saint Petersburg Stadium, em São Petersburgo. Umtiti, após cobrança de escanteio, foi o autor do único gol do jogo, aos 6 minutos da segunda etapa.

A grande curiosidade desta semifinal é que ela reunia dois "exterminadores" de sul-americanos na Copa do Mundo. A França, na primeira fase, pelo Grupo C, venceu o Peru por 1 a 0, atrapalhando os planos do time de Guerrero de chegar às oitavas. No início do mata-mata, uma atuação impecável de Mbappé ajudou os franceses a passar pela Argentina, por 4 a 3. Nas quartas, a vítima dos "Les Bleus" foi o Uruguai: 2 a 0. Também nas quartas, foi a vez da Bélgica eliminar outro da América do Sul, talvez o mais poderoso deles, o Brasil, fazendo 2 a 1.

Mas não era só a questão sul-americana que fazia o duelo entre França e Bélgica ter uma alta expectativa. De um lado, Griezmann e Mbappé, do outro, Hazard e De Bruyne. As duas seleções talvez carregavam a maior quantidade de talentos individuais de todo o Mundial 2018. Então, era esperado um grande jogo.

Hazard foi o grande nome do primeiro tempo: faltou o gol

Tudo bem, esteve longe de ser o melhor jogo da Copa. Tanto França, contra a Argentina, e Bélgica, nos 45 minutos iniciais contra o Brasil, fizeram melhores apresentações. Mas foi um bom jogo em São Petersburgo. Nos primeiros 30 minutos, os "Red Devils"  mandaram no jogo, principalmente porque Hazard, seu principal jogador, atuava sem uma marcação forte e, por isto, conseguia armar as jogadas que queria. Porém, o centroavante Lukaku parecia estar um pouco desligado e não pôde aproveitar as oportunidades.

Além de ter conseguido suportar os 30 minutos iniciais, quando foram piores, sem tomar gol, os franceses acertaram a marcação e equilibraram o jogo, passando a chegar com perigo próximo da trave defendida por Courtois. Com as forças divididas, a partida foi para o intervalo com o marcador apontando o 0 a 0.

A segunda etapa parecia seguir a forma de como o jogo foi para o intervalo: equilibrado. Porém, aos 6 minutos, aconteceu o que mudou todas a história da partida. Em escanteio cobrado da direita, Umtiti se antecipou à defesa belga e, de cabeça, desviou a bola, 'matando' o goleiro Courtois na jogada, marcando o primeiro gol da partida: 1 a 0 França.

O zagueiro francês marcou na segunda etapa

Com o gol, a partida ficou ainda mais aberta. A Bélgica foi para a pressão, principalmente com as ações de Hazard, que fez um grande jogo. Porém, era claro que alguns jogadores belgas, principalmente De Bruyne e Lukaku, sentiram o fato de estarem atrás do marcador e isto atrapalhou o desenvolvimento das jogadas dos "Red Devils".

Do outro lado, a França apostava nos contra-ataques e foi onde apareceu Griezmann e Mbappé, que fizeram lindas jogadas e se não fossem as más pontarias de Giroud e Tolisso, os franceses poderiam ter aumentado a diferença. Nos minutos finais, a França tentou fazer o tempo passar e a Bélgica foi para o desespero, mas o placar não foi alterado. "Les Bleus" na final.

Agora, a França espera o vencedor da partida entre Croácia e Inglaterra para saber o adversário na grande final, que será no domingo. Já a Bélgica encara o perdedor na decisão de terceiro lugar, no sábado. Uma curiosidade: capitão francês na conquista de 1998, o técnico Didier Deschamps pode se igualar a Zagallo e Franz Beckenbauer como os únicos a ganharem uma Copa como jogador e outra como treinador.

Suécia teve "menos sono" e está nas quartas

Por Victor de Andrade
Foto: Getty Images.com/Fifa.com

Forsberg marcou o gol da vitória dos suecos

Antes de mais nada, quero aqui pedir desculpas por usar este título. Sei que não é tão usual e nem sempre é correto usá-lo. Porém, oitavas de final de uma Copa do Mundo, jogo decisivo e ver duas equipes parecendo que não estava com vontade de entrar em campo é dose! Aliás, qualquer jogo do maior torneio de futebol do mundo já deveria ser automaticamente incentivador, imagine um de mata-mata.

Mas vamos lá! Apesar do jogo sonolento, houve um vencedor! A Suécia, talvez com um pouco mais de vontade, ou "menos sono", está nas quartas de final da Copa do Mundo Rússia 2018. O time escandinavo bateu a Suíça por 1 a 0, gol de Forsberg, aos 21' do segundo tempo, em partida realizada em São Petersburgo, nesta terça-feira, dia 3.

Quando todos os confrontos das oitavas foram definidos, era quase uma unanimidade que a disputa entre Suécia e Suíça era o mais equilibrado. Até que dentro de campo isto se confirmou, mas não da forma que se esperava. Foi mais parelho porque houve poucas ações no jogo do que por qualquer outra situação.

O primeiro tempo foi muito fraco. As duas equipes pouco fizeram. Teve um ou outro lance de ataque, mas nada que empolgasse o torcedor. Na verdade, quem estava com sono, dormiu de vez. Quem não estava, bocejou. Com isto, foi óbvio que a etapa inicial terminou com o placar de 0 a 0.

Ao ver este primeiro tempo tão sonolento, uma pergunta fica no ar: talvez se Ibrahimovic estivesse em campo, a Suécia faria mais? É uma resposta difícil, já que o sueco é, realmente um craque, e mesmo já não estando no auge, pode fazer lances de feito. Porém, por outro lado, a Suécia ficou de fora das duas últimas Copas do Mundo com ele jogando as Eliminatórias. Coletivamente, Ibrah não serve para a Seleção Sueca. Com isto, fica difícil ter uma resposta concreta.

Foram poucos os lances de ataque na partida

No segundo tempo, o panorama do jogo mudou um pouco. A Suécia resolveu jogar, não que foi algo como uma pressão, mas pelo menos passou a ter iniciativa. Com isto, o time escandinavo acabou premiado aos 21 minutos, quando em uma bela jogada, Forsberg arriscou o chute, a bola desviou em Akanji e enganou o goleiro Sommer: 1 a 0 para os suecos.

Após tomar o gol, os suíços resolveram atacar e foram ao ataque, de forma bem afobada. Na verdade, não conseguiram muita coisa, a não ser dar o contra-ataque para os suecos, que no último lance da partida, quase fez o segundo. Olsson ia ficar sozinho na cara do goleiro, quando Lang o derrubou, dentro da meia-lua. O árbitro esloveno Damir Skomina chegou a marcar pênalti, mas com a ajuda do VAR, voltou atrás e marcou a falta. Porém, Lang foi expulso.

A vitória colocou os suecos de volta às quartas de final de uma Copa do Mundo, o que não acontecia desde 1994, quando a equipe ficou na terceira colocação. O próximo adversário da Suécia será definido na partida entre Colômbia e Inglaterra, que acontece ainda nesta terça-feira.

Um legítimo tango argentino!

Por Victor de Andrade
Fotos: Getty Images.com/Fifa.com

O gol de Marcos Rojo colocou a Argentina nas oitavas, depois de um grande sufoco

Se o tango é um dos estilos musicais argentinos e, normalmente, ele tem um tom de drama, o que aconteceu esta noite em São Petersburgo, final da tarde no Brasil e na Argentina, pode caber muito bem em um belo show de tango. Com muito drama, sufoco e sofrimento, a Albiceleste conseguiu sua vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo Rússia 2018 ao vencer a Nigéria pelo placar de 2 a 1.

A tarefa da Argentina não era das mais fáceis. Tirando a Croácia, que com seis pontos já estava garantida na próxima fase do Mundial, Nigéria, três pontos, Islândia, um ponto e -2 de saldo de gols, e a própria Albiceleste, também com um ponto, mas -3 de saldo, tinham chances de classificação. Mas, até pelos números, dá para perceber que a tarefa mais inglória era a dos argentinos.

Além disso, o que pipocavam de notícias fora de campo que o clima da delegação argentina na Rússia não era dos melhores, aliás, longe disso, "não estava escrito no gibi". Os comentários iam de brigas entre os próprios jogadores a até o rompimento dos atletas e o técnico Jorge Sampaoli. Chegaram a dizer que alguns líderes da equipe pediram a demissão do treinador no ato, buscando outra pessoa para ficar no banco de reservas no último jogo. Em resumo, a situação era complicada.

O que deixava os torcedores argentinos um pouco esperançosos era o retrospecto contra a Nigéria em Copas. As duas equipes se enfrentaram em 1994, 2002, 2010 e 2014 e os argentinos venceram todas! Porém, se a Islândia vencesse a já classificada Croácia, talvez nem a vitória adiantasse. Mesmo, como diz o ditado, "a esperança é a última que morre", e os argentinos, inclusive Maradona, na arquibancada empurraram sua equipe.

E os cânticos, no primeiro tempo, deram resultado, além do astro aparecer! Aos 14 minutos de jogo, Messi recebeu lançamento, matou a bola como poucos e com o pé direito colocou a Argentina em vantagem em São Petersburgo. O resultado colocava a Albiceleste nas oitavas de final do Mundial, diminuindo o desespero.

Moses chegou a complicar a situação da Albiceleste

Mas no segundo tempo a emoção aumentou. Aos 6 minutos, Mascherano puxou Balogun dentro da área, após cobrança de escanteio. Após consultar o VAR, o árbitro turco Cuneyt Cakir apontou a marca da cal: pênalti! Moses foi para a cobrança e igualou o marcador. O resultado colocava a Nigéria nas oitavas, ainda mais com Badelj abrindo o marcador para os croatas, na partida contra a Islândia.

O jogo ficou nervoso. A Argentina tentava furar o bloqueio nigeriano e não conseguia. Os africanos tinham o contra-ataque, mas nervosos, não aproveitavam. A Nigéria passou a ficar preocupada quando Sigurdsson, de pênalti, empatou a outra partida. Mais um gol e a Islândia é quem estaria classificada.

Para aumentar ainda mais a emoção, Ighalo perde grande chance, após a bola ter batido no braço do zagueiro argentino. O árbitro chegou a consultar o VAR, mas considerou o lance legal e não marcou pênalti, que daria a chance de um segundo gol nigeriano e a eliminação da Argentina na Copa do Mundo de 2018.

O drama aumentava! Mascherano sangrava, mas o árbitro, ao invés de tirá-lo de campo para fazer o curativo, o deixava, contra as regras. Porém, há muitos dramas em que os finais são felizes. E a história da Albiceleste nesta terça-feira foi de alegria. Aos 41', Gabriel Mercado cruzou e Marcos Rojo, de primeira, venceu o goleiro Uzoho. A Argentina vencia por 2 a 1 e estava cravando sua vaga nas oitavas da Copa do Mundo.

Os minutos finais foram nervosos. Uma notícia da outra partida acalmou um pouco os ânimos argentinos, já que Perisic fazia o segundo da Croácia, despachando de vez a Islândia e, com isto, a Albiceleste só dependia dela. E conseguiu! O 2 a 1 colocou a Argentina na segunda fase da Copa do Mundo, onde enfrentará a França! Duelo de campeões mundiais! Já a Croácia terá pela frente a Dinamarca. E o drama argentino teve um final feliz. Pelo menos por hoje!

Ufa!!!

Por Victor de Andrade
Fotos: Getty Images.com/Fifa.com

Coutinho, tocando de bico, para marcar o primeiro gol do Brasil, já nos acréscimos

A estreia não foi das melhores, é verdade! Mas nem o mais pessimista torcedor da Seleção Brasileira não esperava o sufoco que foi o jogo contra a Costa Rica, na manhã desta sexta-feira (tarde na Rússia), no Estádio de São Petersburgo. Parecia que ia acontecer outro empate, desta vez por 0 a 0, mas os gols nos acréscimos deram a vitória para o time canarinho, que agora vê a luz no fim do túnel e deixa a classificação para as oitavas encaminhada.

Nos primeiros minutos, o Brasil encontrou dificuldades para passar pela forte marcação costarricense. A primeira grande chance foi do time da América Central. Porém, com o passar do tempo, time que jogava hoje de azul passou a criar jogadas, apesar da timidez de alguns jogadores, principalmente Willian. Com isto, o primeiro tempo terminou com o placar de 0 a 0.

No intervalo, Tite sacou Willian e colocou Douglas Costa e, com a mudança, a Seleção ficou ainda mais aguda. É certo falar que virou um jogo do ataque brasileiro contra a defesa costarricense. Porém, não foi fácil. Pelo contrário! Tudo por causa de um jogador: o goleiro da Costa Rica e do Real Madrid Keylor Navas. Tá certo, faltava um pouco de capricho nas finalizações. Muitas bolas foram em cima do arqueiro costarricense. Porém, Navas fez defesas importantes, principalmente em uma finalização de Neymar.

Neymar fez o segundo aos 52' do segundo tempo

Outra situação foi a péssima atuação do árbitro holandês Bjorn Kuipers. Tá certo, para mim não foi pênalti em Neymar, que foi corrigido pelo VAR, mas o homem do apito deixou o pontapé da Costa Rica correr solto durante todo o jogo, principalmente em Neymar e Philippe Coutinho. É claro que uma hora os jogadores brasileiros iriam cobrar a situação. Além disto, o time da América Central usou e abusou da cera, principalmente nos minutos finais e o árbitro caiu que nem patinho na cera deles.

Mas voltamos ao olhar do torcedor brasileiro. Quando o cronômetro apontou 45 minutos do segundo tempo, com os gols perdidos, com o Navas pegando tudo, os jogadores  nervosos e o árbitro fazendo tudo aquilo que descrevi no parágrafo acima, qual foi o pensamento: "outro empate?". Pois é, mas já diz o ditado que o jogo só termina quando o juiz apita o final. E foi isto que aconteceu.

Neymar chorou ao fim da partida

Já nos acréscimos, em bola alçada na área, Roberto Firmino, que entrou bem no jogo novamente, ganhou no alto, Gabriel Jesus fez o pivô meio que sem querer e Philippe Coutinho, com o biquinho do pé direito, tocou a bola por baixo de Keylor Navas, fazendo a torcida brasileira explodir de alegria: 1 a 0 para o Brasil.

Mas ainda tinha jogo. Por causa da cera costarricense, a partida foi até os 53' e um minuto antes de o jogo acabar, Casemiro puxou o contra-ataque, serviu Douglas Costa pela direita, que invadiu a área e rolou para Neymar só tocar para as redes: 2 a 0 para o Brasil, que apesar do sufoco, mereceu a vitória pelo que fez durante a partida. Se fez justiça!

O Curioso do Futebol

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