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Náutico vence o Brusque e conquista o acesso para a Série B

Foto: Gabriel França

Comemoração do primeiro gol do Náutico no jogo

Foi complicado, mas o Náutico estará na Série B do Brasileiro em 2026. Neste sábado, nos Aflitos, em Recife, em um jogo difícil, pela última rodada da segunda fase da Série C, o Timbu venceu o Brusque, por 2 a 1, e conquistou o acesso.

As duas equipes precisavam vencer e torcer para um tropeço do Guarani contra a Ponte Preta, no outro jogo do Grupo C. O Brusque até conseguiria o acesso com um empate, mas para isto o Bugre teria que perder da Macaca por três gols de diferença ou por dois, caso a igualdade do Brusque fosse com gols.

Jogando em casa, o Náutico tinha mais iniciativa, mas esbarrava nos erros de passes. Mas, aos 32 minutos, abriu o marcador: a bola foi lançada na área, a zaga do Brusque não tirou e Hélio Borges, livre, arrematou. Matheus Nogueira fez milagre na primeira, mas no rebote não conseguiu evitar o gol do Timbu, do próprio Hélio Borges. E o primeiro tempo terminou com a vantagem do time da casa.

No segundo tempo, aos 29 minutos, o Brusque empatou. João Maistro tentou tirar a bola que ia em direção à area e atirou contra o próprio gol, marcando contra. Muriel saiu da área e ficou sem saber o que fazer: 1 a 1.


Mas, aos 39', Samuel foi derrubado dentro da área e o árbitro marcou pênalti para o Náutico. Paulo Sérgio foi para a bola e bateu seco no canto direito, deslocando Matheus Nogueira: 2 a 1 para o Timbu, que conquistou o acesso para a Série B antes de não passa o susto de um pênalti marcado para o Brusque, mas o lance foi anulando por impedimento..

Além do Timbu, segundo do Grupo 3, subiram Ponte Preta, Londrina, estes dois finalistas do Brasileirão Série C, e São Bernardo FC. Já o Brusque agora começa o planejamento para 2026.

Na Ilha do Retiro, Santos chega a levar 2 a 0, mas busca empate contra o Sport pelo Brasileirão

Foto: Paulo Paiva /Sport Recife

Empate na Ilha do Retiro

Na noite deste sábado, dia 26, na Ilha do Retiro, em Recife, o Santos chegou a estar perdendo por 2 a 0 para o Sport, mas buscou o empate e ficou no 2 a 2 pelo Brasileirão. Derik e Lucas Lima marcaram para o Leão e Gabriel Bontempo e João Basso fizeram para o Peixe.

Logo aos 3 minutos de partida, o Sport abriu o marcador. Brazão falhou na saída de jogo, a bola explodiu em Derik e ficou com Barletta. O camisa 30 do Leão chutou cruzado e a bola voltou para Derik enfiar para  o fundo das redes da Ilha do Retiro.

O Santos sentiu o gol e demorou para tentar alguma reação. Aos 15', Barreal, após pela jogada de Igor Vinícius, desperdiçou chance. No minuto seguinte, o Sport quase fez o segundo com Chrystian Barletta, mas Brazão fez boa defesa. 

O Sport seguia melhor e chegava nas boas jogadas de Chrystian Barletta. Aos 47', Rincón levou cartão amarelo, mas o VAR foi acionado e, depois da revisão, o volante venezuelano do Santos acabou sendo expulso. Assim, o time da casa foi para o intervalo vencendo por 1 a 0.

Aos 3 minutos da segunda etapa, Ramírez chegou a balançar as redes, mas o que seria o segundo gol do Sport foi anulado por posição de impedimento de Chrystian Barletta, que participou da jogada. Aos 11', Ramírez bateu cruzado, mas Brazão fez a defesa. O Santos respondeu aos 15', com Rollheiser, que chutou, a bola desviou e quase enganou o goleiro Gabriel.

Aos 24 minutos, o Sport ampliou. E foi lei do ex! Jogada de pé em pé do time da casa, trabalhada com calma, até Matheusinho servir Lucas Lima, que finalizou. A bola desviou na defesa santista e morreu no fundo das redes: 2 a 0.


Aos 28', quase o Santos diminuiu. Caballero bateu cruzado, Gabriel espalmou e Neymar foi travado na hora do rebote. Já aos 33', saiu o gol do Peixe: Neymar passou por dois na intermediária e jogou em Tiquinho Soares, que fez o pivô e serviu Gabriel Bontempo, que invadiu a área e finalizou cavando na saída do goleiro.

O jogo ficou 'lá e cá' no fim. Aos 40', Ramón teve a chance de fazer o terceiro para o Sport, mas finalizou mal. Aos 42', o Peixe empatou: a bola foi lançada na área, a defesa do Sport afastou mal e João Basso fuzilou para as redes: 2 a 2 e assim terminou o jogo.

O Sport volta a campo no próximo sábado, dia 2 de agosto, às 16 horas, quando recebe o Bahia, na Ilha do Retiro, em Recife. Já no dia 4 de agosto, segunda-feira, às 20 horas, no Morumbi, em São Paulo, o Santos mede forças contra o Juventude.

Sport perde para o Retrô no tempo normal, mas vence nos pênaltis e conquista o Pernambucano 2025

Foto: Luan Tavares / Retrô FC

Sport perdeu por 2 a 1 no tempo normal

O Campeonato Pernambucano de 2025 é do Sport! Nesta quarta-feira, dia 3, na Ilha do Retiro, em Recife, o Leão até perdeu para o Retrô no tempo normal, por 2 a 1, mas venceu nas penalidades por 4 a 2 para ficar com a taça. A cobrança que definiu o título foi perdida por Diego Guerra, filho do presidente da Fênix, Laércio Guerra.

Mesmo com a vantagem do empate, foi o Sport que tomou a iniciativa da partida. Tanto que poderia abrir o placar longo no primeiro minuto com Sérgio Oliveira, em chute de fora da área, com o goleiro do Retrô fora da meta. A pressão do Leão, enfim, deu resultado aos 23 minutos. O zagueiro Chico, jogando improvisado na lateral-esquerda, aproveitou bola mal cortada pela defesa do Retrô em cobrança do escanteio e encheu o pé para abrir o placar.

Em desvantagem, a Fênix, que até então tinha dificuldade para encaixar um bom ataque, passou a explorar a experiência do atacante Fernandinho. E foi após boa jogada individual do seu principal jogador que o Retrô conseguiu o empate, aos 37', com Mascote completando cruzamento, de cabeça.

Precisando vencer, o Retrô foi para cima no segundo tempo. O Sport teve um gol anulado aos 4', após consulta ao VAR, e aos 22 minutos ficou com um jogador a menos após a expulsão de Sérgio Oliveira, por falta dura em Júnior Fialho, em lance que também precisou do árbitro de vídeo.

A Fênix, com vantagem numérica de atletas, se lançou de vez ao ataque e conseguiu a virada aos 26 minutos, com o experiente Fernandinho, em cobrança de falta. O Retrô ficou na frente no marcador e os 2 a 1 levaram a disputa do título para as penalidades.


Pelo Sport, Rivera, Chico, João Silva (este teve que bater duas vezes, já que Fabian Volpi defendeu a primeira, mas o VAR viu que o goleiro se adiantou) e Carlos Alberto marcaram. Já pelo Retrô, Júnior Fialho, Radsley. Grafite mandou no travessão e Caíque França defende a penalidade de Diego Guerra (filho do presidente do clube, Laércio Guerra). Assim, o Leão venceu por 4 a 2 e conquistou o título.

E o Sport nem conseguiu comemorar muito o título, já que jogadores de ambos os times entraram em conflito, o que já havia acontecido no meio das cobranças de penalidades. Gledson, do Retrô acertou um chute em um membro da comissão técnica adversária, que foi flagrado pelas câmeras de transmissão.

O Sport volta as suas atenções para o Brasileirão, onde joga no domingo, dia 6, às 18h30, contra o Palmeiras, na Ilha do Retiro, em Recife. Já o Retrô estreia na Serie C nacional no dia 12 de abril, sábado, em casa, contra o Tombense.

Sport bate o Athletico Paranaense no tempo normal e penalidades e estará na A1 Feminina em 2025

Foto: Tiago Pavao / @otiagopavao / Sport Recife

Sport mandou a partida no Mundão do Arruda

O Sport conquistou o acesso para a elite do futebol feminino brasileiro! Neste sábado, dia 6, no Mundão do Arruda, em Recife as Leoas venceram o Athletico Paranaense, de virada, no tempo normal, por 2 a 1, e nas penalidades, por 4 a 1, no jogo de volta das quartas do Brasileirão Feminino A2 para conquistar o acesso.

No jogo de ida, realizado no último final de semana, em Curitiba, o Athletico Paranaense fez valer o fator casa e venceu por 1 a 0, precisando de um empate para conquistar o acesso e a vaga na semifinal. Já o Sport tinha que ganhar por dois gols de diferença, para passar direto, ou por um e levar a definição para as penalidades.

Precisando vencer, o Sport começou o jogo pressionando, tentando abrir o marcador. Porém, as Leoas encontraram um Athletico Paranaense bem postado em campo, querendo segurar o empate para garantir o acesso. E o Furacão, aos 31 minutos, abriu o marcador com Duda, ficando mais perto do acesso.

O Sport voltou de olho na virada, para pelo menos levar a definição para as penalidades, e empatou aos 8 minutos do segundo tempo, com Kaline. O gol deu ânimo às Leoas, que pressionaram e viraram o marcador aos 44', com Jana.


E, com isso, a definição do acesso foi para as penalidades, onde o time mandante levou a melhor, venceu por 4 a 1 e conqusitou a classificação.

Com o resultado, o Sport conquistou o acesso para a elite do futebol feminino brasileiro em 2025 e ainda vaga na semifinal, onde vai encarar o vencedor de Bahia e JC, que jogam na segunda-feira, dia 8. Já o Athletico Paranaense planeja os próximos compromissos.

São Bernardo FC estreia no Brasileirão Série C empatando com o Náutico nos Aflitos

Foto: Júlio Gomes/LeiaJá

Empate nos Aflitos

O São Bernardo FC estreou no Brasileirão Série C neste domingo, dia 21, no Estádio dos Aflitos, em Recife, encarando o Náutico. O Tigre até saiu na frente, mas acabou cedendo o empate antes do fim da partida: 1 a 1. Os gols foram no segundo tempo.

Fazia mais de um mês que o São Bernardo FC não jogava uma partida oficial. Em 14 de março, o Tigre perdeu para o Corinthians, por 2 a 0, e foi eliminado da Copa do Brasil. Já o Náutico vinha de uma derrota por 3 a 0 para o Bahia, que eliminou a equipe da Copa do Nordeste, em 10 de abril.

Em um estádio dos Aflitos sem público, Náutico e São Bernardo FC fizeram um primeiro tempo pobre em chances de gol. Com um time mais entrosado, a equipe paulista até teve mais posse de bola e qualidade na troca de passes. Mas só assustou de fato aos oito minutos, em um bom chute de fora da área David Gabriel.

Já o Timbu do técnico Mazola Júnior ainda lembrou o time do antecessor, Allan Aal. Lento na saída de bola e sem criatividade ofensiva. Assim, também só levou perigo uma vez, após corte errado da defesa e chute de Patrick Allan de dentro da área para defesa de Alex Alves. Jogo ruim e com um 0 a 0 justo no primeiro tempo.

No segundo tempo, o Tigre voltou melhor, pressionou e abriu o marcador aos 21 minutos. João Carlos fou derrubado na área por Guilherme Matos e o pênalti foi marcado. Silvinho cobrou, Vagner chegou a tocar na bola, mas ela entrou: 1 a 0 para o São Bernardo FC.


Mas, o Náutico foi para cima e na pressão conseguiu o gol de empate. Aos 39 minutos, Wendel Lessa cobrou escanteio e Paulo Sérgio, de primeira, mandou para as redes. E mesmo com as duas equipes indo para o tudo ou nada no fim, com o Tigre quase marcando com João Carlos, o placar no apito derradeiro foi de 1 a 1.

O São Bernardo FC volta a campo no próximo sábado, dia 27, às 19 horas, quando recebe o Tombense no Estádio Primeiro de Maio. Já o Náutico joga no mesmo dia, só que mais cedo, às 17 horas, contra o ABC, no Frasqueirão, em Natal.

Sport vence o Náutico nos Aflitos e põe uma mão na taça do Pernambucano 2024

Com informações do ge.globo
Foto: Rafael Vieira/DP Foto

Comemoração em um dos gols do Sport

Em mais um jogo marcado por cenas de violência entre parte da torcida do Náutico e a PMPE, o Sport foi melhor, se impôs no segundo tempo e venceu o Náutico, neste sábado, dia 30 nos Aflitos, em Recife, por 2 a 0. Após uma etapa inicial com poucas oportunidades de gols, o Leão foi avassalador na volta do intervalo. Dominou a partida, acertou a trave duas vezes, encurralou o Timbu e balançou as redes com Rafael Thyere e Gustavo Coutinho - inclusive, deixando a sensação que o placar ficou barato para o Náutico. Em situação complicada para o jogo de volta, o Náutico demitiu o técnico Allan Aal assim que acabou o jogo.

Foi uma etapa inicial com leve superioridade do Sport. Apesar de jogar em casa e com o apoio da torcida única (por determinação da FPF), o Náutico não fez valer o mando de campo. Desfalcado do artilheiro Paulo Sérgio, faltou o que é o principal calo da equipe do técnico Allan Aal: força ofensiva. Porém, bem postado defensivamente, o Timbu conseguiu conter o ímpeto do rival, favorito na decisão. Embora com maior posse de bola (64%) e de jogar a maior parte da etapa no campo alvirrubro, o Leão não chegou a conseguir imprimir uma pressão no adversário.

As melhores oportunidades vieram na sequência, aos 40 e 41 minutos. Na primeira, Patrick Allan falhou na saída de jogo e Fabricio Domínguez soltou uma bomba, que passou com perigo. Na jogada seguinte, cabeçada de Luciano Castán após escanteio e grande defesa de Vagner. Ao final, parte da torcida do Náutico vaiou o time na saída para o intervalo.

A etapa final foi do Sport. A equipe rubro-negra fez o que esperava dela desde o princípio, dominando o Náutico. Numa sequência impressionante, Gustavo Coutinho e Fabricio Domínguez acertaram a trave. O gol do Leão parecia questão de tempo. E ele veio com Rafael Thyere, de cabeça. Nessa altura, boa parte da torcida alvirrubra já fazia coro de "burro" para o técnico Allan Aal.

Com o caldeirão fervendo contra, o Sport aproveitou para ampliar com Gustavo Coutinho, novamente de cabeça. O Leão chegou a marcar mais um, com Zé Roberto, mas num lance invalidado por impedimento milimétrico. Perdido, o Náutico escapou em vários momentos de sofrer o terceiro gol.

Por volta dos 29 minutos do segundo tempo, o jogo chegou a ser paralisado devido a cenas de violência nas arquibancadas. Um confronto entre parte dos torcedores alvirrubro e da PMPE deixou vários feridos. Spray de pimenta foi utilizado para dispersar os mais exaltados. Os feridos foram atendidos à beira do gramado. Por volta dos 38 minutos, uma nova paralisação, desta vez por invasão de gramado. Um homem foi detido. O inacreditável foi que o mesmo homem voltou a invadir o gramado aos 44 minutos e retirado mais uma vez.


O Sport poderá perder por até um gol no jogo da volta, o decisivo para o título do Campeonato Pernambucano, que ficará com o título Estadual. A partida acontecerá no próximo sábado, dia 6. Desta vez, o clássico vai acontecer na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, com torcida única do Sport. Até este sábado, mais de 33 mil ingressos já estavam vendidos.

São Bernardo FC empata com o Náutico e avança no Brasileirão Série C

Por Felipe Roque
Foto: Tiago Caldas / CNC

Tigre se classificou com o empate

Em um confronto direto emocionante, o São Bernardo FC empatou com o Náutico, no Estádio dos Aflitos, em Recife, neste sábado, dia 26, e garantiu a vaga na segunda fase do Brasileirão Série C, eliminando o Timbú na fase de grupos do torneio, em pleno estádio lotado. O empate em 2 a 2 fez a festa da torcida do Tigre, que comemorou uma classificação histórica. Os gols da partida foram marcados por João Carlos e Hugo Sanchez para os visitantes, enquanto Maxwell e Matheus Carvalho marcaram para os donos da casa.

O jogo era confronto direto por uma das duas últimas vagas para a segunda fase do Brasileirão Série C. Em oitavo, com 28 pontos, o São Bernardo vinha de vitória sobre o Ypiranga, em casa, por 1 a 0. Em nono, com 26 pontos, o Náutico vinha de empate em 2 a 2 com o Brusque, fora de casa.

O jogo começou pegado, como manda uma decisão. Logo com 1 minuto, Luiz Filipe aproveitou bobeada da zaga do Náutico, se jogou em cabeceio no lançamento e levou perigo à meta de Vagner. O Náutico respondia, mas não conseguia levar perigo ao gol defendido por Alex Alves. 

A partida ficou disputada e, aos 35’, após bobeada de Victor Ferraz, João Carlos recebeu sozinho na pequena área e tocou para o gol, abrindo o placar para os visitantes e fazendo com que as equipes fossem ao vestiário com o placar de 1 a 0, favorável aos visitantes. 

Pra quem achou que o Náutico voltaria ao segundo tempo atacando, se enganou. Quem chegou com perigo foi a equipe visitante, errando pouco e levando perigo ao gol dos mandantes. O Tigre fazia uma partida quase que perfeita nos Aflitos. 

A partida, que beirava a perfeição, deu resultado e o Tigre ampliou o resultado. Aos 21’, Vagner recebeu passe de Diego Matos, errou no domínio e deu de bandeja para Hugo Sanches só ter o traballho, com o gol sozinho, de fazer o 2 a 0 para o São Bernardo. 

O Náutico, que jogava em casa, se sentiu obrigado a ir mais pra frente ainda e conseguiu diminuir o placar aos 24’, Richardson tocou na área e Maxwell ficou sozinho, cara a cara com Alex Alves, para tocar e diminuir a desvantagem. 

A partir do gol, a partida foi um ataque contra defesa, com o Timbú tentando, a todo custo, o gol de empate para tentar a virada e se classificar. Toda a pressão deu resultado para o gol de empate. Aos 45’, Ribamar fez a parede e tocou para Matheus Carvalho estufar o pé e mandar uma bomba, sem chances para Alex Alves defender. 


A torcida alvirrubra, que lotou o Estádio dos Aflitos, empurrava o time cantando para incentivar a virada e ela veio, mas de forma irregular e foi anulada. Aos 48’, Ribamar recebeu na pequena área e tocou para o gol, mas o bandeira marcou impedimento. 

Apesar do esforço da equipe e torcida, o Náutico acabou eliminado da competição com o empate. Já o Tigre, com a igualdade, avançou ao quadrangular da Série C com a oitava vaga. Com o resultado, o São Bernardofica agora no Grupo B da segunda fase, com Operário Ferroviário, Brusque, São José e o próprio São Bernardo FC. Já o C terá Volta Redonda, Amazonas, Botafogo da Paraíba e Paysandu.

Ceará perde no tempo normal, mas vence o Sport nos pênaltis e leva o título da Copa do Nordeste

Por Emerson Gomes
Foto: Rafael Ribeiro / CBF

A partida foi bem disputada e tensa

O Ceará é o grande campeão da Copa do Nordeste 2023. A equipe treinada por Eduardo Barroca venceu o Sport, nos pênaltis, por 4 a 2, na noite desta quarta-feira (3) na Ilha do Retiro, em Recife. A partida no teve vitoria do Leão por 1 a 0 nos noventa minutos. O gol no tempo normal foi marcado por Luciano Juba.

No primeiro jogo da decisão, o Ceará venceu, no Castelão, em Fortaleza, por 2 a 1, podendo empatar que seria campeão. Já o Sport precisava vencer por dois gols, para ficar com o título, ou por um e levar a definição para a penalidade. Porém, as duas equipes vêm, de jogos pelo Brasileirão Série B, com o Leão tendo empatado em 0 a 0 com o Novorizontino, no interior de São Paulo, e o Ceará vencendo o ABC, por 2 a 1, em Natal.

As horas que antecederam o jogo foram de polêmica. Vazou um áudio do presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), Evandro Carvalho, sinalizavam sobrecarga de ingressos para a partida na Ilha do Retiro. O Ceará enviou um ofício em caráter de urgência à Confederação Brasileira de Futebol (CBF), solicitando o adiamento da partida e mudança de local, mas a entidade deu seguimento para a realização do embate decisivo.

Precisando do resultado o Sport começou a partida pressionando fortemente, subindo as linhas de marcação. Nos dez primeiros minutos o Leão empilhou boas chances de gol. A pressão aumentou, e aos 26' Luciano Juba abriu o placar, 1 a 0 Sport.

Após o gol a torcida se animou e o Leão seguiu pressionando, enquanto o Ceará seguia procurando os contragolpes. Aos 36' por pouco Jorginho não aumentou o placar. O Vozão só deu seu primeiro chute com Janderson já nos acréscimos. E ao intervalo, vantagem mínima para os donos da casa e tudo igual no confronto.

O jogo, no segundo tempo, voltou eletrizante, com as duas equipes se revezando no ataque. Aos 24', por muito muito o Sport não fez o segundo. Após cruzamento, Felipinho chutou de primeira e, após desvio no defensor do Ceará, a bola foi no travessão. No rebote,  Wanderson finalizou e novamente a 'pelota' foi no poste.

A pressão seguia, mas com o passar dos minutos o Ceará retardava a partida e esperava o tempo passar. Já o Leão começou a sentir o peso do cansaço com o passar dos minutos. Ambos tentaram marcar, mas não houveram mais gols. A decisão ficou para os pênaltis.

Nas penalidades, o VAR foi acionado logo na primeira cobrança, após defesa do goleiro Renan, do Sport, que foi anulada. Ao final das cobranças o Vozão foi mais feliz e venceu por 4 a 2. E o Ceará leva o título da Copa do Nordeste 2023.


Com o título, o Vozão está garantido na terceira fase da Copa do Brasil de 2024. Agora, ambas as equipes voltam as suas atenções para o Brasileirão Série B. Na próximo domingo, dia 7, às 11 horas, o Ceará encara a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli, em Campinas. Já às 19 horas, o Sport recebe o Guarani na Ilha do Retiro, na cidade de Recife.

Sport vence novamente o Retrô e levanta o título Pernambucano 2023

Por Emerson Gomes
Foto: divulgação Sport Recife

Vagner Love mais uma vez decidiu para o Leão

O Sport é o campeão do Pernambucano de 2023! O Leão venceu o Retrô por 2 a 0 na tarde deste sábado, dia 22, na Ilha do Retiro, em Recife, e ficou com a taça. Os gols foram marcados por Vagner Love e Gabriel Santos.

No jogo de ida, realizado no último sábado, na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata, o Sport venceu por 2 a 1 e precisava apenas de um empate para ser campeão. Já o Retrô tinha que vencer por dois gols, para ficar com a taça, ou por um e levar a definição do título para as penalidades. Porém, depois, o Leão da Ilha do Retiro iniciou a decisão da Copa do Nordeste, onde perdeu para o Ceará, por 2 a 1, na Arena Castelão, em Fortaleza.

Logo no início os visitantes não se intimidaram e aos 8' Alencar acertou uma bomba na trave, no rebote Fernandinho chutou também com muita força mas Ewerthon conseguiu desviar. A partida era nervosa e disputada, até que aos 20' após bate e rebate, o artilheiro Vagner Love mostrou sua estrela e abriu o placar, 1 a 0 Sport. 

Com o gol, a partida perdeu o ritmo forte dos primeiros minutos. E tudo seguia normalmente até que nos acréscimos Radsley agrediu Ronaldo e foi expulso após consulta ao VAR. E ao intervalo, seguiu a vantagem mínima do Leão.

A segunda etapa começou com o domínio da posse de bola para o Sport, enquanto o Retrô tentava reagir mesmo com um a menos. Até que aos 26' o lateral Ewerthon foi expulso. Com a igualdade numérica retomada, os visitantes tentaram sair mais ao ataque.


Aos 28' Matheus Serafim por pouco não empatou a partida, mas o goleiro Renan salvou. Mas a tentativa foi em vão, aos 38' Gabriel Santos ampliou e garantiu o título, 2 a 0 Sport. A partir daí a festa começou e não parou mais. Fim de jogo e 2 a 0 para o Sport.

O Sport volta a campo na quarta-feira, dia 26, às 19 horas, pelo jogo de volta da terceira fase da Copa do Brasil, contra o Cortiba, na Ilha do Retiro, em Recife. Já o Retrô estreia no Brasileirão Série D no dia 6 de maio, contra o Falcon, em horário a ser definido pela CBF.

No 'apagar da luzes', Sport bate o Retrô e sai na frente na decisão do Pernambucano

Por Lucas Paes
Foto: Reprodução

Vitória do Leão na ida

O Sport está em vantagem na final do Campeonato Pernambucano. Jogando na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata, região metropolitana de Recife, na tarde deste sábado, dia 15 de Abril, o Leão buscou no finalzinho o triunfo diante do Retrô por 2 a 1, numa partida onde o rubro-negro pressionou muito pela vitória durante o jogo inteiro. Com o resultado, o time da capital pernambucana está a um empate de conquistar mais um estadual. 

O Sport vinha do jogo pela Copa do Brasil no último meio de semana, quando empatou em 3 a 3 num jogaço com o Coritiba fora de casa. Na semifinal, havia eliminado o Petrolina, vencendo por 2 a 0 na Ilha do Retiro. Já o Retrô havia batido o Salgueiro nas semifinais do Pernambucano por 3 a 1, na Arena Pernambuco. 

Apesar de jogar fora de casa, o Sport começou com tudo. Já aos três minutos, Vagner Love passou perto de fazer de cabeça. Aos 7', foi a vez de Jorginho quase marcar, após driblar o goleiro do Sport e parar numa intervenção crucial de Guilherme Paraíba, cabeceando para longe do gol. Aos 8', Sabino aproveitou cruzamento de Juba e acertou um torpedo de cabeça no travessão. De tanto pressionar, o Sport chegou lá aos 16', num rebote de um toque de Jorginho que Vagner Love aproveitou, mas o gol foi anulado por impedimento. 

Foi só na metade do primeiro tempo, aos 22', que o Retrô assustou, numa linda cobrança de falta de Fernandinho para fora. Aos 30', o juiz foi a cabine analisar um possível pênalti em Sabino, numa bola onde Jean puxou o zagueiro Sabino, mas Diego Fernando optou por não dar a penalidade. Aos 40', de tanto insistir, o Leão pulou na frente: Jorginho lançou para a área, Vagner Love soltou outro torpedo de cabeça defendido por Jean, mas no rebote, Fabinho mandou a redonda para a rede. 

Curiosamente, depois do gol, o Retrô acordou, veio para cima e rapidamente deixou tudo igual. Jonas fez linda jogada individual, deixou Fabinho na saudade e chutou bem para marcar um lindo gol e empatar o jogo para o Azulão Pernambucano. Ainda deu tempo do VAR revisar um possível pênalti em Fernandinho, do Retrô, mas o primeiro tempo terminou mesmo em 1 a 1. 

Na etapa final, já aos dois minutos o Sport quase chegou com Jorginho chutando por cima. Aos seis, o time "da casa" respondeu quase virando o jogo num cruzamento de Radsley que Renan espalmou. Aos 11', Jorginho quase marcou para o Sport. Aos 16', Sabino teve duas chances em sequência, primeiro numa sobra da entrada da área que o zagueiro chutou mal e depois numa cabeçada sozinho na área. Aos 31', Yuri Bigode salvou de maneira crucial uma chance clara de Vagner Love. 


Aos 43', foi a vez de Sabino trabalhar na defesa e evitar um gol certo de Albano numa boa jogada do meia do Retrô. Na sequência, Vagner Love aproveitou bobeira da defesa do Azulão e ficou na cara de Jean, porém chutou em cima do goleiro, no rebote, Jorginho, com o gol aberto, perdeu. Quando o empate parecia certo, aos 49', Vagner Love fez o gol da vitória do Sport, aproveitando chute cruzado de Feilipinho, após linda jogada do meia, dando números finais ao jogo. 

Agora, o jogo da volta será na próxima semana, no dia 22 de abril, sábado, na Ilha do Retiro, também às 16h30. O Sport depende de um empate para sair campeão, e uma vitória do Retrô por um gol de diferença leva a decisão aos pênaltis. Antes disso, o Leão tem jogo pela Copa do Nordeste, começando a decisão contra o Ceará no Castelão, na quarta, às 21h30.

Sport faz 2 a 0 no Petrolina está na final do Campeonato Pernambucano

Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press

Lance onde Mailson foi expulso

O Sport está na decisão do Campeonato Pernambucano de 2023. A vaga na final veio na tarde desta sexta-feira, dia 7, com uma vitória por 2 a 0 sobre o Petrolina, pela semifinal do certame. O jogo foi realizado na Ilha do Retiro, em Recife, e agora o Leão espera a definição do outro cofronto, entre Retrô e Salgueiro, para saber quem será o adversário na definição do título.

O Sport, na primeira fase, terminou como líder, com 30 pontos, e por isto avançou direto para a semifinal da competição. Já o Petrolina foi o quarto, com 19 pontos, e teve que fazer uma quartas de final contra o Santa Cruz, se classificando ao vencer nas penalidades por 5 a 4, após empate em 1 a 1 no tempo normal.

O Sport dominou o jogo. Aos 29 minutos do primeiro tempo, saiu o primeiro gol. Jorginho recebeu bola em profundidade de Edinho e tocou para Luciano Juba, dentro da área, só ter o trabalho para mandar para o fundo das redes. A situação piorou para o Petrolina aos 42 minutos, quando Mailson foi expulso após carrinho perigoso em Vágner Love.

Na segunda etapa, o Leão ampliou aos 11 minutos. Juba desarmou contra-ataque do Petrolina e acionou Vagner Love com uma linda bola. O experiente centroavante mostrou que ainda tem um faro de gol apurado ao soltar a bomba e ampliar a vantagem do Sport: 2 a 0 e assim terminou a partida na Ilha do Retiro.


Com o resultado, o Sport agora espera o vencedor da outra semifinal, entre Retrô e Salgueiro, que jogam neste sábado, para saber o adversário da grande decisão. As datas, horários e locais dos dois jogos da final ainda serão definidos pela Federação Pernambucana de Futebol.

Depois de quatro jogos sem vencer, Íbis bate o Santa Cruz no Arruda pelo Pernambucano

Foto: Rafael Vieira/FPF

Vitória do Íbis no Arruda

O Íbis fez história nesta noite contra o Santa Cruz. Em duelo adiado pela 9ª rodada do Campeonato Pernambucano, no Arruda, em Recife, o Pássaro Preto venceu o Tricolor por 3 a 1 e impôs ao rival um vexame histórico: correr o risco de ficar sem calendário nacional em 2024, caso não consiga o acesso à Série C do Brasileiro neste ano.

Esta partida é atrasada da nona rodada. Em quinto, com 15 pontos, o Santa Cruz queria buscar subir da classificação, e vinha de vitória sobre o Central por 3 a 1. Já o Íbis estava em 11º, com nove pontos, vinha de derrota para o Afogados, por 1 a 0, e queria vencer para fugir da zona de rebaixamento e 'respirar'.

Primeiro tempo equilibrado e o Íbis abriu o marcador aos 26 minutos. A defesa do Santa Cruz marcou bobeira e Celestino sobiu sozinho no primeiro pau, cabeceou e mandou para o fundo das redes do time adversário: 1 a 0 para o Pássaro Preto e assim terminou o primeir tempo.

Na segunda etapa, aos 7 minutos, o Santa Cruz empatou. Felipe Gedoz deu toque para Chiquinho, que só teve o trabalho de finalizar no canto de Lucas Peixe e deixar tudo igual no marcador. Porém, aos 9', o Íbis fez o segundom: Wanderson fez o que quis no meio de campo e tocou em profundidade para Thoni Brandão, rasteiro, tirar Michael Fracaro de tempo e recolocar o Íbis de novo em vantagem.

E o Pássaro Preto ainda fez o terceiro aos 15'. Thoni Brandão só teve o trabalho de mandar de dar um toquezinho para fazer o 3 a 1, após Michael Fracaro tentar tirar o cruzamento e não conseguir. Final de jogo no Arruda e vitória do Íbis.


O Íbis vencia o Santa Cruz por 1 a 0, em casa, no dia 18 de julho de 1965. Até então, a última vez que o time tricolor havia perdido para o Pássaro Preto. Até esta noite de terça-feira, quando um tabu de 58 anos caiu por terra.

A última rodada da primeira fase do Campeonato Pernambucano no próximo sábado, dia 1º de abril, com todos os jogos começando às 16h30. No Estádio Arthur Tavares de Melo, em Bonito, o Íbis recebe o Retrô. Já na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata, o Santa Cruz encara o Belo Jardim.

Como Galatto se tornou o heroi da "Batalha dos Aflitos" em 2005

Com informações da Gaúcha Zero Hora
Foto: arquivo

Galatto defendendo um dos pênaltis na partida

Dentre todas as vitórias conquistadas pelo Grêmio fora de casa, uma das mais expressivas ocorreu em 26 de novembro de 2005, com o episódio que ficou conhecido por "Batalha dos Aflitos". Além de garantir a volta do Tricolor Imortal para a elite do futebol brasileiro, ela foi construída de maneira inacreditável.

Em um jogo polêmico, com muitas expulsões, tendo apenas sete jogadores em campo, dois pênaltis contra si, a equipe comandada por Mano Menezes superou o Náutico e voltou à elite do futebol nacional. Além disso, colocou o goleiro Galatto no rol de ídolos da história tricolor.

Endividado, com um time montado às pressas e com técnico novo estreando com uma derrota na primeira rodada, o Grêmio foi tomando forma no decorrer da competição. Assim, encerrou a primeira fase em quarto lugar entre os 22 participantes.

Na segunda etapa, quando os oito melhores foram divididos em duas chaves, o Tricolor encerrou em segundo lugar, atrás do Santa Cruz. Mas ainda faltava o quadrangular final. A equipe gremista chegou à última rodada como líder, com nove pontos. Porém, não poderia perder para o Náutico, no Estádio dos Aflitos.

Envolto em um caráter decisivo, o jogo foi ficando nervoso. Ainda no primeiro tempo, os donos da casa tiveram um pênalti a seu favor. Entretanto, a cobrança do lateral-direito Bruno Carvalho parou na trave. Após o intervalo, a tensão só aumentou. Quando o árbitro Djalma Beltrami marcou a segunda penalidade em favor dos anfitriões, a confusão tomou forma.

Nunes, Patrício e Domingos acabaram expulsos e, somados a Escalona que já havia recebido cartão vermelho antes, deixaram o Tricolor com quatro atletas a menos. Caso o time pernambucano marcasse um gol, o Grêmio permaneceria na Série B. Foi quando brilhou a estrela de Galatto, evitando que a cobrança de Ademar balançasse as redes.

"Saí no momento certo e tirei com o joelho. Ele deve ter tentado bater no meio, mas a bola foi mais para o lado, eu pulei para a esquerda e, com a perna direita, joguei para escanteio. Não tem como esquecer", recordou o goleiro gremista em entrevista ao Gaúcha Zero Hora. "Fiz outras defesas bonitas, até mais plásticas, mas a que marcou a minha carreira foi aquela, porque foi onde apareci para o mundo como goleiro e, sem dúvida, porque o Grêmio conseguiu entrar nos trilhos novamente nos anos seguintes", completou.


A defesa já havia dado ares de heroísmo àquela jornada gremista, mas o mais improvável aconteceu. Com mais 15 minutos pela frente, poderia ser o Náutico, empurrado por sua torcida, quem aproveitaria os instantes finais para desempatar o confronto. Mas foi o jovem Anderson, então com 17 anos, quem enfileirou adversários e marcou o único gol da partida. Na tarde de 26 de novembro de 2005, o Grêmio deu sua mais fiel prova de imortalidade.

Grêmio faz 3 a 0 no Náutico e retorna à Série A do Brasileirão

Com informações do Grêmio
Foto: divulgação Grêmio

Grêmio fez 3 a 0 no Náutico e cravou o seu acesso

Após um ano de muita luta e tensão, o Tricolor garantiu o tão aguardado acesso à elite do futebol nacional ao vencer o Náutico por 3 a 0, no estádio dos Aflitos, em Recife. Quis o destino que o Grêmio definisse sua ida para a Série A no mesmo local que confirmou o acesso em 2005. Na tarde quente da capital pernambucana, o Grêmio venceu por três a zero, com gols marcados por Bitello (2x) e Lucas Leiva! Com os resultados da rodada, o Tricolor garantiu matematicamente seu acesso.

A primeira chance da partida foi dos donos da casa, que entraram em campo com o rebaixamento para a Serie C já confirmado. Em chegada pelo lado esquerdo, o meia Ralph tentou um passe rasteiro em meio à zaga gremista. A bola foi rechaçada pelo lateral Leonardo Gomes, mas voltou para o jogador do Timbu, que arriscou em diagonal ao gol de Brenno. O goleiro gremista chegou a tocar na bola antes de sair pela linha de fundo.

Aos 13 minutos, o Náutico chegou novamente. Dessa vez, em cabeceio do zagueiro Arthur Henrique após cobrança de escanteio. A bola passou à esquerda do goleiro Brenno. Logo após, aos 16’, os gremistas reclamaram de uma falta dura sobre o meia Bitello, mas o atleta do Náutico não levou nenhum cartão.

Os donos da casa seguiram rondando o gol gremista. Aos 18’, após troca envolvente de passes no ataque, o meia Geovânio recebeu dentro da grande área e finalizou na rede pelo lado de fora. Após a conclusão da jogada, o bandeira assinalou a posição irregular do atleta pernambucano.

Aos 23 minutos, o Grêmio chegou pela primeira vez com maior perigo. Após cruzamento do lateral Leonardo Gomes no segundo pau, o centroavante Diego Souza conseguiu acertar um cabeceio que surpreendeu o goleiro Bruno Lopes, que salvou para escanteio. Contudo, o árbitro auxiliar marcou uma irregularidade no lance.

Na sequência, aos 26 minutos, o Grêmio abriu o placar nos Aflitos. Em lançamento para o interior da grande área do Timbu, o centroavante Diego Souza fez o pivô e escorou de cabeça para Leonardo Gomes chegar finalizando de primeira. O goleiro Bruno Lopes salvou, mas a bola se ofereceu para Bitello, que chegou chutando para marcar o gol gremista nos Aflitos! Um a zero para o Grêmio e um passo para a Série A de 2023!

Aos 34 minutos, o meia Thaciano sentiu a parte posterior da coxa direita em disputa de bola com o jogador do Náutico e não conseguiu continuar em campo. Em seu lugar, o técnico Renato Portaluppi optou pelo colombiano Campaz, que retorna de lesão. Em sua primeira participação, o meia foi derrubado pelo zagueiro João Paulo dentro da área, mas o juiz não assinalou o pênalti para o Tricolor.

Após lançamento para o interior da área do Timbu, o meia Lucas Leiva escorou para Diego Souza, que devolveu por elevação para Leiva, que finalizou de perna esquerda por sobre a meta do goleiro do Náutico. Mais uma boa chance do Grêmio!

Aos 45 minutos, o Grêmio teve a chance de ampliar o placar. Em cruzamento do FULANO, o meia Bitello escorou para dentro da pequena área, mas ninguém chegou para finalizar o passe. O árbitro Jefferson de Moraes encerrou o primeiro tempo aos 48 minutos de jogo.


Com a vitória parcial, o Grêmio iniciou o segundo tempo estudando o time pernambucano e não pressionou muito a saída de bola do adversário. Por outro lado, o Náutico também não conseguiu oferecer muitos problemas à zaga gremista.

Logo no início da etapa final, apareceu o primeiro cartão amarelo da partida. O atacante Geuvânio acertou o tornozelo do zagueiro Kannemann rente à linha lateral. A entrada ríspida do atleta do Náutico fez com que o árbitro da partida fosse ao VAR para analisar a possibilidade de alteração do cartão, o que acabou acontecendo após a consulta. Cartão vermelho para Geuvânio, do Náutico.

Aos 11 minutos, o Grêmio chegou com perigo com o atacante Guilherme, mas o árbitro assistente Cristhian Sorence acabou marcando impedimento do atacante gremista. Na sequência, quase que o mesmo Guilherme surpreende o goleiro Bruno Lopes em cruzamento para a área, mas a bola acabou saindo. O atacante ainda teve mais uma chance aos 13’ em finalização rasteira de perna esquerda, que foi interceptada pelo goleiro do Timbu.

A tranquilidade azul, preta e branca veio com uma figurinha carimbada na Batalha dos Aflitos, há 17 anos. Depois de belo passe de Bitello por entre os zagueiros pernambucanos, o volante Lucas Leiva finalizou forte, na saída do goleiro Bruno Lopes, para anotar o segundo gol do Tricolor. Dentro de campo, o árbitro auxiliar marcou impedimento do camisa 15 gremista, mas o árbitro confirmou o gol após consulta no VAR. Dois a zero Grêmio!

Na sequência, foi a vez de Bitello marcar mais um gol na partida. E foi muito parecido com aquele que movimentou o marcador pela primeira vez nos Aflitos. Sozinho pela esquerda, o atacante Guilherme driblou seu marcador e finalizou cruzado de perna direita. O goleiro pernambucano espalmou pra frente, onde estava chegando o meia Bitello, que só teve o trabalho de aparar a bola para o fundo das redes. Grêmio 3 a 0 e o técnico Renato Portaluppi ainda promoveu as entradas de Elkeson, Thiago Santos e Lucas Silva nos lugares de Lucas Leiva, Kannemann e Bitello, respectivamente.


Aos 32, o Náutico tentou diminuir a diferença no placar após cabeceio do zagueiro João Paulo. A bola quicou no gramado e o goleiro Brenno teve que tocar com a ponta dos dedos para evitar o gol do Timbu. Dez minutos depois, o Grêmio chegou com perigo com finalização de longa distância do volante Lucas Silva, que obrigou o goleiro Bruno Lopes a fazer uma grande defesa. Aos 45 minutos, o árbitro da partida encerrou o papo e, dessa forma, consolidando o retorno do Grêmio à Série A de 2023!

O Grêmio volta a campo na próxima sexta-feira, dia 28, quando encara o Tombense, às 21h30, no Estádio Soares de Azevedo, em Muriaé. Já o Náutico joga no sábado, dia 29, às 19 horas, contra a Chapecoense, na Arena Condá, em Chapecó.

CBF se pronuncia sobre conflitos na Arena Castelão e Ilha do Retiro

Foto: reprodução

Gramado da Arena Castelão foi invadido

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF), divulgou no domingo, dia 17, uma nota oficial sobre os episódios de violência ocorridos nos jogos Ceará x Cuiabá, pelo Brasileirão Série A, na Arena Castelão, em Fortaleza, e Sport x Vasco, pela Série B, na Ilha do Retiro, em Recife.

"A CBF lamenta os episódios de violência ocorridos nos jogos Ceará x Cuiabá, pela Série A do Campeonato Brasileiro, e Sport x Vasco, pela Série B, assim como a necessária suspensão da partida Goiás X Corinthians, ontem, pela Série A, para evitar conflitos entre torcedores", diz a nota.

"A entidade acredita que atos como esses afastam dos estádios os verdadeiros torcedores e as famílias, os patrocinadores e a boa imagem do futebol num mundo que busca hoje novos horizontes. A CBF aguarda que o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) atue com o rigor necessário para banir os responsáveis pelas cenas chocantes ocorridas justamente no ano em que o futebol brasileiro tem muito a comemorar com os estádios lotados e os campeonatos sendo organizados com êxito nas quatro divisões. A entidade aguarda também sanções severas na esfera criminal", completa a nota.


"Estamos indignados com as imagens que vimos hoje nas duas partidas das Séries A e B do Campeonato Brasileiro, competições com números recordes de participação popular nos estádios e que está sendo marcado pelo retorno das famílias. Esperamos que o STJD tome posições duras. Nos colocamos no lugar dos pais daquela criança desmaiada em Fortaleza. Nós aguardamos que punições drásticas sejam tomadas pelo tribunal. O futebol brasileiro não tem mais espaço para a violência e o retrocesso", afirma o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues.

Jogadores de Náutico e Sampaio Corrêa destroem tela do VAR antes de jogo

Com informações do UOL Esporte
Foto: reprodução

Tela do VAR quebrada no Estádio dos Aflitos

Durante o aquecimento da partida entre Náutico e Sampaio Corrêa, pela 31ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, nesta sexta-feira, a cabine do VAR foi atingida em uma das atividades com bola feitas pelos atletas. O monitor que registra as imagens ficou completamente destruído momentos antes do apito inicial.

Realizado no Estádio dos Aflitos na sexta-feira (23), em Recife, o jogo ocorreu normalmente após a realização da troca da tela e contou com uma vitória por 3 a 1 dos maranhenses.

Ainda durante o confronto, o VAR deixou de funcionar - não pela bolada, mas por falha na conexão - no momento em que a comissão analisava um possível pênalti a favor dos mandantes, por volta dos 10 minutos do segundo tempo. O lance foi posteriormente revisado e não constou penal.

Devido ao resultado negativo, o Náutico seguiu na lanterna da competição, com os mesmos 27 pontos. A equipe do treinador Dado Cavalcanti luta para se manter na segunda divisão, mas terá uma missão difícil nas sete rodadas restantes. Neste momento, são necessárias ao menos três vitórias para alcançar o primeiro time fora da zona de rebaixamento, Guarani, atualmente com 35 pontos. As outras equipes do Z4, Operário (30), Brusque (31) e CSA (32), também lutam pela permanência.


O Sampaio Corrêa, por outro lado, avançou três casinhas e chegou à 9ª colocação, com 43 pontos, e sonha com o objetivo do acesso - são cinco de diferença ao Vasco, atual 4º colocado, que também quer subir para a elite do futebol brasileiro.

O início da Seleção Brasileira entrando de mãos dadas em 1993

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Jogadores da Amarelinha entrando de mãos dadas

Nesta segunda-feira, dia 29 de agosto de 2022, se completam 29 da goleada da Seleção Brasileira pelo placar de 6 a 0 sobre a Bolívia, no Estádio do Arruda, em Recife. Esta vitória foi válida pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 94 e acabou super importante, já que marcou a retomada da Amarelinha rumo ao tetracampenato. Uma das marcas daquele jogo foi a iniciativa de o time entrar com mãos dadas dentro de campo.

Na época, a equipe comandada pelo treinador Carlos Alberto Parreira vinha sendo bastante cobrada pelo fato dos péssimos resultados e das más atuações dentro de campo durante o primeiro turno. Jogando fora de casa, o Brasil empatou em 0 a 0 com o Equador e perdeu de 2 a 0 para a Bolívia, a primeira derrota brasileira na história das Eliminatórias. Goleou a Venezuela pelo placar de 5 a 1, mas não atuou de maneira convincente, assim como no empate em 1 a 1 com o Uruguai, em Montevidéu.

Mesmo com o triunfo diante do Equador por 2 a 0, no primeiro jogo do returno das Eliminatórias, o time Canarinho foi vaiado no Morumbi, já que o futebol praticado ainda não agradava. Havia um grande movimento para a chegada de Telê Santana, lendário treinador na história do São Paulo, no comando, já que a demissão de Parreira era algo cada vez mais pedido por parte da imprensa por causa. Seu esquema, que priorizava um jogo mais defensivo, e a não convocação de um Romário que vivia um excelente momento no Barcelona, eram os motivos de toda a pressão.

Foi enfim, que naquele dia 29 de agosto de 2022, a Seleção Brasileira iria se reencontrar os Bolivianos, que faziam excelente campanha e já haviam proporcionado a primeira derrota na história da Amarelinha em um qualificatório para um Mundial, no Estádio do Arruda, em Recife. Ao contrário do clima pesado na capital paulista, o povo pernambucano recebeu a equipe Canarinho de braços abertos, fazendo uma grande festa. O ato fez com que os jogadores se sentissem mais unidos com o tamanho prestígio e reuniram forças em busca da reação.

A recepção calorosa serviu para mostrar uma mudança de postura. Como prova de união entre os jogadores, os 11 iniciais subiram ao relvado do Mundão do Arruda em fila e de mãos dadas, atitude que não era comum. A ideia, segundo foi falado, veio de Ricardo Rocha.

Em campo, a resposta veio e a Amarelinha fez um excelente primeiro tempo. Com gols de Raí, aos 12', Müller aos 19',  Bebeto aos 23', Branco aos 37' e Ricardo Gomes aos 44', o Brasil foi para o intervalo vencendo por 5 a 0 do primeiro tempo. 

Na etapa complementar, os brasileiros aproveitaram que os adversários voltaram entregues e ainda voltaram a balançar as redes com Bebeto, que marcou o seu segundo tento no jogo, já na marca dos 14'. A atuação foi tão boa que nem mesmo a expulsão de Dunga por conta de um chute nas costas de Carlos Borja tirou o brilho da vitória.

Este jogo marcou a grande virada da Seleção Brasileira. A equipe passou a ser menos questionada e conquistou a sua vaga para a Copa depois de bater o Uruguai pelo placar de 2 a 0, com dois gols de Romário. Chegou como favorita e venceu o título. Em contrapartida, a Bolívia, não conseguiu ter o mesmo rendimento de outrora, mas pegou o lugar do Uruguai e conseguiu ir aos Estados Unidos. Porém, a La Verde não fez uma boa campanha e foi eliminada já na primeira fase daquele Mundial.


Mas, além da força para conquistar o tetra, aquele jogo deixou uma marca. A partir daquele dia, a Seleção Brasileira passou a entrar de mãos dadas em campo em todas as partidas. O gesto acabou se tornou habitual, uma vez que se repetindo-se até a final da Copa do Mundo de 1998, disputada em solo francês, onde o Brasil perdeu para os donos da casa por 3 a 0. Vanderlei Luxemburgo, sucessor de Zagallo (coordenador técnico de Parreira em 1993 e treinador em 1998), para marcar uma nova era, fez com que a Seleção Brasileira voltasse a entrar em campo da forma habitual.

Maqueiro do Náutico discute com árbitro, derruba jogador e sai correndo

Com informações da Agência Futebol Interior
Fotos reprodução

Marqueiro derruba o jogador e larga a maca

Mais um fato ‘pitoresco’ aconteceu no Campeonato Brasileiro da Série B. Um dos maqueiros que trabalhava no jogo entre Náutico e Vila Nova, nesta sexta-feira à noite, no Estádio dos Aflitos, simplesmente, soltou a maca, derrubou um jogador adversário e saiu correndo para os vestiários.

O fato aconteceu nos acréscimos do jogo em que o Náutico perdeu, por 2 a 1, de virada. O maqueiro entrou em campo para ‘atender’ Wagner, do time goiano. Mas ele se dirigiu ao árbitro Jean Pierre Gonçalves gesticulando e discutindo. O juiz, em princípio, até riu disso, só não esperava o final da história.


Quando a maca estava perto da linha lateral do campo, o maqueiro, soltou suas mãos da frente da maca manual e Wagner quase que caiu. Em seguida, enquanto o jogador reclamava, o maqueiro saiu correndo em direção aos vestiários e desapareceu.

Depois disso, ninguém soube mais detalhes sobre o ‘intruso da noite’. Até se comentou que o maqueiro, na verdade, era um gandula e que de repente, trocou de função com o colega. O fato, com certeza, será descrito na súmula do árbitro.

Antes, bateu boca com o árbitro

Morre Roberto Queiroz, narrador da Rádio Jornal de Recife, conhecido como o Garganta de Aço

Com informações do NE10
Foto: reprodução

Roberto Queiroz estava com 71 anos

Morreu nesse domingo (24), em um hospital do Derby, Centro do Recife, o narrador Roberto Queiroz, da Rádio Jornal de Recife. Conhecido como Garganta de Aço devido a sua voz potente e inigualável, Roberto, que tinha 71 anos, levou emoção a vários torcedores de Pernambuco e do Brasil por anos. A causa da morte ainda não foi revelada pela família. O sepultamento será nesta segunda-feira (25), em local ainda a ser confirmado.

Roberto Queiroz era um dos nomes mais experientes do rádio pernambucano. Durante décadas, foi dele a voz que narrou diversas conquistas dos clubes do Estado. Um fiel companheiro ao torcedor que ia ao estádio com o seu radinho de pilha ou ficava em casa ouvindo as emoções do futebol.

Várias narrações eternizaram Roberto Queiroz ao longo das décadas. Contudo, duas em especial são marcantes, em especial para a torcida do Sport. A primeira foi do título brasileiro de 1987. Ao narrar o gol de Marco Antônio, que deu o título nacional, ele começou a gritar o nome do jogador com o som da torcida gritando ao fundo.

Já a segunda transformou Roberto Queiroz em um personagem icônico do título do Sport na Copa do Brasil. Em um mata-mata tenso, contra diversos gigantes do Brasil, o Leão viveu vários dramas na Ilha do Retiro. Mas conseguiu se superar. E para marcar toda essa emoção, Roberto Queiroz passou a gritar "É cacete!" para cada gol do Sport. A expressão ficou marcada para sempre entre os rubro-negros, ganhando grande repercussão nacional.


Outras narrações históricas de Roberto Queiroz podem ser lembradas nos links do Sistema Jornal do Commercio, como o gol de Grafite contra o Botafogo, em 2015, o gol de Bruno Mineiro no acesso do Sport, em 2011, e a goleada do Náutico sobre o São Paulo, no Brasileirão. Além disso, os gols do título do Náutico no ano passado também podem ser relembrados na voz de Roberto Queiroz.

Sport empata em casa com VF4 e consegue acesso no Brasileirão Feminino da A3

Foto: Sandy James/Sport

O Sport subiu no Brasileirão Feminino

Acesso para as Leoas da Ilha! Neste sábado, dia 23, o Sport empatou em 2 a 2 diante do VF4, na Ilha do Retiro, pelo jogo de volta das quartas de final do Campeonato Brasileiro Feminino A3. Como as rubro-negras haviam vencido a ida por 2 a 0, confirmaram a classificação à semifinal e a ascensão para a Série A2 da competição nacional.

Na partida de ida, realizada no dia 16, sábado, no Almeidão, em João Pessoa, o Sport, mesmo jogando fora de casa, venceu pelo placar de 2 a 0 e podia perder por até um gol, na Ilha do Retiro, que conquistaria o acesso e a vaga na semifinal. Atuando como visitante, o VF4 precisaria de uma vitória por três gols, para se classificar direto, ou por dois para levar a definição da vaga para as penalidades.

As Leoas iniciaram a partida com um bom comportamento. Apesar da vantagem, mantiveram a postura em toda a campanha até aqui, com o mesmo grau de competitividade e concentração. O começo, no entanto, foi tenso para ambos os times, digno de um duelo com muita coisa em disputa. Defensivamente, as rubro-negras comportaram-se bem a fim de neutralizar o ímpeto adversário, que precisava do resultado.

Em um raro descuido da marcação, no entanto, o VF4 abriu o placar, aos 30 minutos com Josi. O gol, no entanto, em nada abalou as Leoas. Que chegaram ao empate e à virada ainda no primeiro tempo, com dois belos gols. 

Primeiro, Pintinho achou bom passe para Layza, que da intermediária ajeitou e finalizou bem, no canto, sem chances de defesa – a bola ainda bateu na trave antes de entrar. A igual animou ainda mais o Sport, que ampliou. 

Em marcação pressão no lado direito do campo de ataque, Evinha conseguiu desarme, acionou Ísis, que da quina da grande área acertou bonito chute, no ângulo. Dois a um para as Leoas.

Para a etapa complementar, as Leoas voltaram com a mesma pegada para confirmar o acesso. Após cruzamento na área rubro-negra, porém, a bola ficou viva e o VF4 acabou deixando novamente tudo igual no placar, com Lu Meirelles.


O empate não abalou o Sport, que seguiu bem postado em campo. Na marcação, tirou os espaços da equipe adversária, enquanto no ataque conseguiu encontrar os espaços, mas viu o VF4 bloquear as investidas na hora do último toque. Iris, Vanessa e Pereirinha saíram bem do banco e mantiveram o bom volume das rubro-negras.

Na reta final do jogo, com poucos minutos em disputa, as Leoas valorizaram a vantagem do placar agregado, pela boa vitória na ida, e asseguraram o retorno à Série A2.

Com a conquista do acesso, agora o Sport tem a semifinal da competição, que será contra quem classificar do confronto entre 3B da Amazônia e Ypiranga, que jogam neste sábado, em Manaus. No primeiro jogo, as amazonenses, mesmo jogando em Macapá, venceram por 1 a 0.

O Curioso do Futebol

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