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A trajetória de Nacho González pelo Racing Club

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Nacho iniciou a carreira no Racing

O ex-goleiro argentino Ignacio Carlos González Cavallo, popularmente conhecido como Nacho González, está comemorando o seu 52º anos de vida neste domingo, dia 17 de dezembro de 2023. No começo de sua carreira, o arqueiro defendeu as cores do Racing Club no decorrer da década de 90.

Nascido em Sarandí, o guarda-redes chegou ao time azul e branco em 1991, mesmo ano em que fez sua estreia pelo clube de Avellaneda. Permaneceu na equipe da La Academia até 1997, quando se transferiu para o Newell's Old Boys.

Além de fazer sucesso debaixo das três traves ao longo de seis temporadas, Nacho também ficou famoso por cobrar pênaltis com muita precisão. Deixou o Racing após pouco mais de 100 partidas disputadas e oito gols marcados. Alguns destes tentos, foram anotados em jogos diante de gigantes do futebol argentino, como o Boca, na Bombonera, e o River Plate, no Monumental de Nuñez.


Depois de atuar nos Leprosos, rodou em clubes como Las Palmas, Pachuca, Estudiantes de La Plata, Nueva Chicago, Unión Española e Arsenal de Sarandí. Para pendurar as luvas em 2008, voltou aos Amarillos no ano de 2006.

Jorge Borelli e suas passagens pelo Racing

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Borelli colecionou duas passagens pelo Racing como jogador

Jorge Horacio Borelli, ex-zagueiro argentino popularmente conhecido somente como Jorge Borelli, está celebrando o seu 59º aniversário nesta quinta-feira, dia 2 de novembro de 2023. Ao longo de sua jornada como atleta profissional, ele teve duas passagens pelo Racing Club.

A primeira, aconteceu entre 1987 e 1990, após o jogador ter sido revelado pelo Platense e passado pelo River Plate de maneira brilhante, onde conquistou Campeonato Argentino, Libertadores e Copa Intercontinental. Depois de terminar esta sua trajetória rumou para o UANL Tigres, do México, clube no qual permaneceu por um ano.

Retornou ao seu país natal em 91 e ficou em Avellaneda por mais três anos. Nesta sua segunda passagem, Borelli teve excelentes atuações e acabou sendo convocado para defender a Seleção Argentina na Copa do Mundo de 94.


Após estar na Copa do Mundo daquele ano, realizada nos Estados Unidos, onde os argentinos caíram nas oitavas, Jorge deixou o Racing e em 95, assinou contrato com o San Lorenzo. Jogou pelo time Azulgrano por duas temporadas e encerrou a sua carreira em 97.

O início de Carlos Galván no Racing

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Carlos Galván começou a carreira profissional no Racing

O ex-zagueiro argentino Carlos Alberto Galván Méndez, popularmente conhecido apenas como Carlos Galván, está comemorando o seu 50º ano de vida neste sábado, dia 28 de outubro de 2023. Antes de passar pelo futebol brasileiro, o defensor começou a carreira defendendo as cores do Racing Club, da Argentina.

Antes de se profissionalizar, o atleta albiceleste fez parte das categorias de base da La Academia no começo dos Anos 90. Foi promovido ao time principal no decorrer de 1992. Ficou no clube até o ano de 1998, em uma época ruim para o time de Avellaneda

Segundo o site ogol.com, o zagueiro disputou 17 partidas pelo time de Avellaneda. Deixou o clube argentino para se transferir para o Atlético Mineiro, onde permaneceu por um ano e foi vice-campeão brasileiro em 1999.


Na sequência de sua carreira, Carlos Galván ainda veio a defender times como Santos, Lanús, Ciudad de Murcia, Paysandu, Argentinos Juniors, Olimpia, Banfield e o Universitário de Deportes. Encerrou a sua jornada futebolística em 2013, quando estava no César Vallejo.

Racing vence o Boca Juniors, em jogo de 11 expulsos, e conquista Troféu dos Campeões da Argentina

Com informações do GE.com
Foto: divulgação Racing

Racing conquistou o Troféu dos Campeões

Dono dos títulos do Campeonato Argentino e da Copa da Liga, o Boca Juniors acabou derrotado neste domingo pelo Racing na disputa pelo Troféu dos Campeões, uma espécie de Supercopa local. O time de Avellaneda venceu em Villa Mercedes, no interior do país, por 2 a 1, com direito a prorrogação e 11 expulsões na partida, sendo oito dos Xeneizes, entre titulares, reservas e comissão técnica.

Briasco abriu o placar para os donos da casa aos 19 minutos do primeiro tempo, e Rojas deixou tudo igual pouco depois. O empate permaneceu até o fim do tempo normal, quando um jogador de cada lado recebeu cartão vermelho após confusão: Villa, do Boca, e Carbonero, do Racing.

Na prorrogação, Varela foi expulso e deixou os visitantes com um homem a mais. Aos 14 minutos do segundo tempo, Alcaraz fez o gol da vitória. Ele recebeu cartão vermelho por confusão na comemoração, assim como Advíncula. Fabra, Zambramo e Gonzalez ainda foram expulsos, totalizando sete vermelhos só para o Boca, fora o treinador Hugo Ibarra. Cabellos recebeu o terceiro vermelho dos visitantes.

O jogo terminou 2 a 1 para o Racing, e foi encerrado antes mesmo da disputa dos 10 minutos de acréscimos que a arbitragem havia dado, pois o Boca ficou reduzido a seis atletas e assim não pode continuar uma partida, pelas regras do futebol. No total, o árbitro Facundo Tello mostrou 11 vezes o cartão vermelho no campo de jogo.


O Racing , comandado por Fernando Gago, disputou o Troféu dos Campeões após ter sido vice-campeão argentino. Na última rodada, a equipe perdeu em casa para o River Plate e não aproveitou o tropeço do Boca, que empatou com o Independiente.

A passagem de Carlos Roa pelo Racing

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Carlos Roa jogou pelo Racing no começo da carreira

Carlos Ángel Roa, popularmente conhecido apenas como Carlos Roa, esta comemorando o seu 54º aniversário nesta segunda-feira, dia 15 de agosto de 2022. Nos primeiros anos de sua carreira profissional, o atleta jogou pelo Racing Club, da Argentina.

Natural de Santa Fé, cidade localizada no Centro-Leste da Argentina, Carlos foi revelado pelo Gimnasia de Ciudadela, jogando como atacante. Se profissionalizou no Racing Club, onde venceu a Supercopa Libertadores de 1988, que foi o seu primeiro título na trajetória

Debutou com a camisa da La Academia no mês de novembro daquele mesmo ano, entrando no lugar de ninguém mais ninguém menos do que o veterano Ubaldo Fillol, em um jogo diante do River Plate. Em uma excursão que o clube de Avellaneda fez na África, o arqueiro que não estava vacinado como o restante do elenco, acabou contraindo malária e quase veio a falecer. Chegou ficar internado e desfalcou a equipe por um tempo. 

Permaneceu no time de Avellaneda até 1994, ano em que se rumou para o Lanús. Depois de defender a equipe Grená, chegou a jogar pelo futebol espanhol, onde jogou pelo Mallorca e também no Albacete. Porém, neste período em que esteve no time da segunda divisão descobriu um câncer testicular e acabou tendo de se afastar novamente dos gramados para tratar de uma doença.


Lechuga foi o goleiro da Seleção Argentina na Copa do Mundo de 1998, sediada na França. Nâo foi vazado durante toda a fase de grupos e conseguiu se sagrar um herói da Albiceleste ao defender duas cobranças na disputa de pênaltis contra a Inglaterra. Só não conseguiu evitar uma derrota para a Holanda pelo placar de 2 a 1, levando um golaço de Dennis Bergkamp. Um ano antes de tudo isso, havia disputado a Copa América.

Já no final da sua carreira, retornou ao seu país de origem e atuou no Olimpo. Pendurou as chuteiras no ano de 2006, depois de fazer 27 partidas pelo seu último clube como profissional.

A história de Cejas com o Racing

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Cejas defendeu o Racing em duas oportunidades

A Argentina hoje sofre para encontrar um goleiro à altura do bom time que possui na sua seleção nacional, apesar de ter bons nomes como Martinez e Armani. No auge, porém, os albicelestes tiveram alguns ótimos exemplos de bons goleiros a seu serviço e um deles, que faria muito sucesso também jogando no Brasil foi Cejas, que completaria neste dia 22 de março seus 76 anos. Ele tinha uma íntima ligação com o Racing de Avellaneda.

Nascido em Buenos Aires, chegou as categorias de base de La Academia ainda aos 13 anos de idade e muito jovem, com apenas 17 anos, foi alçado aos profissionais, onde começou sua trajetória. Aos poucos foi alcançando seu lugar no clube azul e branco de Avellaneda, até virar o goleiro titular do clube em meio ao começo de uma era de ouro para os racinguistas.

Seu grande momento pelo Racing viria com apenas 21 anos, em 1967, quando foi titular da equipe que conquistou a Copa Libertadores daquele ano, já tendo completado 22 anos quando ajudou a Acade à levar o Mundial Interclubes em cima do Celtic, jogando duas partidas de ida e volta, uma no Cilindro de Avellaneda e outra na Escócia.

Seu bom futebol chamou a atenção do Santos, que o contratou em 1970. No Alvinegro Praiano conquistou um título paulista onde foi um dos grandes destaques e ainda entrou no seletíssimo hall de ídolos do Alvinegro Praiano. Em 1977, viveria seu segundo retorno ao Racing de Avellaneda, depois de passar por Huracán e Grêmio, onde também viveu bons momentos.


Em sua segunda passagem, o Racing já não vivia mais grandes momentos, mas ainda assim, Cejas seguiu como titular e ídolo dos torcedores. Nesta última passagem chegou as 313 partidas defendendo a meta do campeão da Libertadores de 1967. Ainda passaria pelo River Plate antes de se aposentar, sendo campeão argentino pelos Millonarios. No dia 14 de agosto de 2015 acabou nos deixando para jogar pelo time dos eternos, por consequência de um mal de Alzheimer.

Juan Carlos Cárdenas - O mais jovem a marcar na história da Copa Libertadores

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Cárdenas é um dos maiores ídolos do Racing

Recentemente, na vitória apertada do Santos sobre o Deportivo Lara pela fase preliminar da Libertadores, o zagueiro Kaiky se tornou o segundo mais jovem atleta a marcar um gol em toda a história da maior competição de clubes da América do Sul. Se com apenas 17 anos, o santista não foi o primeiro é porque há muitos anos, em 1962, um argentino chamado Oscar Cárdenas conseguiu a marca que é até hoje imbatível como o mais jovem a fazer um gol na "Liberta".

A marca do argentino se deu no dia 27 de fevereiro de 1962, quando o seu clube, o Racing de Avellaneda, enfrentava o Nacional, tradicional clube uruguaio. Naquele dia, Cárdenas marcou um dos gols do Racing no empate de 2 a 2 entre as duas equipes. O futuro campeão de "La Copa" pela própria Acade alguns anos depois tinha apenas 16 anos, 7 meses e 2 dias quando deixou sua histórica marca.

O jogo, disputado na Argentina, valia ainda pela fase de grupos e decidia quem chegaria à fase final da competição, já que só um passava. Em casa, o time de Avellaneda pulou na frente com Marcheta, mas Bergara empatou ainda na primeira etapa. O gol histórico de "Chaco" Cárdenas veio aos 27 minutos da etapa final, mas pouco adiantou, pois os uruguaios voltaram a empatar com Alvarez e ficaram com a vaga.

Aquele garoto que mal saiba, mas deixaria uma marca que mais de 50 anos depois não foi superada se tornaria alguns anos depois um dos grandes ídolos do Racing, sendo crucial na conquista do título da Libertadores de 1967 e também do Mundial Interclubes daquele ano, que a Academia venceria. Em 1962, porém, os racinguistas ficaram na fase de grupos.


Kaiky, do Santos, se tornou agora o segundo mais jovem à marcar na Libertadores, ficando a frente de Rodrygo, também do Santos na época, que é o terceiro colocado. Abaixo deles, temos Caballero, do Libertad (2012), Lincoln, do Grêmio (2016), Ronaldo Fenômeno, pelo Cruzeiro (1994), Marcos Leonardo, mais um santista (2020), Gustavo Neffa, do Olímpia (1989), Paulinho, do Vasco (2018) e Adriano Duarte, do Sportivo Luqueño (2008). Todos eles tinham 17 anos e alguns meses na época de seus feitos, claro, variando de um para o outro.

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