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O início de Carlos Galván no Racing

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Carlos Galván começou a carreira profissional no Racing

O ex-zagueiro argentino Carlos Alberto Galván Méndez, popularmente conhecido apenas como Carlos Galván, está comemorando o seu 50º ano de vida neste sábado, dia 28 de outubro de 2023. Antes de passar pelo futebol brasileiro, o defensor começou a carreira defendendo as cores do Racing Club, da Argentina.

Antes de se profissionalizar, o atleta albiceleste fez parte das categorias de base da La Academia no começo dos Anos 90. Foi promovido ao time principal no decorrer de 1992. Ficou no clube até o ano de 1998, em uma época ruim para o time de Avellaneda

Segundo o site ogol.com, o zagueiro disputou 17 partidas pelo time de Avellaneda. Deixou o clube argentino para se transferir para o Atlético Mineiro, onde permaneceu por um ano e foi vice-campeão brasileiro em 1999.


Na sequência de sua carreira, Carlos Galván ainda veio a defender times como Santos, Lanús, Ciudad de Murcia, Paysandu, Argentinos Juniors, Olimpia, Banfield e o Universitário de Deportes. Encerrou a sua jornada futebolística em 2013, quando estava no César Vallejo.

A passagem de Carlos Galván pelo Atlético Mineiro

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Galván atuando pelo Atlético

Apesar de muito mais comum hoje em dia do que há alguns anos, a presença de jogadores de países sul-americanos em clubes brasileiros sempre existiu ao longo da maior parte da história do futebol nacional. Nos mais variados níveis, desde figuras que viraram absolutos ídolos como Figueroa, Forlán, Lugano, Sorín até atletas que vieram com pouco destaque. Completando 49 anos neste dia 28, o zagueiro argentino Carlos Galván foi um que passou pelo futebol brasileiro nos anos 1990 e 2000. Um dos clubes em que ele defendeu por estas terras foi o Atlético Mineiro.

Galván começou sua carreira jogando pelo Racing de Avellaneda e por lá virou ídolo da torcida da Academia, atuando em vários jogos pela equipe argentina. Depois de seis anos atuando com a camisa de seu clube de juventude, seu bom futebol chamou atenção do Galo, que o trouxe para Belo Horizonte no meio do ano de 1998.

Destacado por ser raçudo e também pela boa parte técnica, o zagueiro rapidamente caiu nas graças da torcida e se tornou titular da equipe já nos primeiros jogos de sua passagem, caindo nas graças do torcedor atleticano, que se encantou pelo futebol do defensor. Foi titular do Atlético durante a maior parte daquele Brasileirão, perdendo alguns jogos por lesão ou por suspensão.


Em 1999, seguiu como titular absoluto da equipe, marcando seu gol mais importante em um clássico diante do Cruzeiro pelo estadual. Foi peça chave da equipe na conquista do título mineiro daquele ano, seu único pelo Atlético. Durante o Brasileirão, também foi um dos pilares da equipe que chegaria a decisão, mas acabaria derrotada pelo Corinthians, na época um timaço armado por Luxemburgo e quase imbatível em solo nacional.

Encerrou sua passagem pelo Galo no final daquele ano, sendo negociado com o Santos no início do ano de 2000. No total, atuou em 58 jogos com a camisa atleticana, marcando três gols. Posteriormente, tatuou um galo em seu braço em homenagem ao Atlético em homenagem a ligação com o clube, já que inclusive uma de suas filhas nasceu em Belo Horizonte. No Brasil, ainda atuaria pelo Paysandu. Hoje, Galván atua como treinador, mas está sem clube.

A passagem de Galván pelo Santos

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Galván atuando pelo Santos

Completando 48 anos neste dia 28, o zagueiro argentino Carlos Galván foi um bom defensor dentro de campo, que ficou conhecido aqui no Brasil pelas boas atuações a serviço do Racing no início do anos 1990. Seu futebol na Academia foi suficiente para chamar atenção de clubes brasileiros e depois de passar pelo Galo, ele acabou contratado pelo Santos em 1999.

Galván chegou ao Peixe trazido do Galo, onde foi vice-campeão Brasileiro, ainda no finalzinho do ano de 1999, sendo a primeira contratação da diretoria de Marcelo Teixeira, que assumiria só em 2000. O na época novo mandatário santista apostou primeiro em contratações de medalhões para tentar ganhar algum título e diminuir a pressão da torcida santista que na época era imensa. Ainda chegariam o goleiro Carlos Germano e o atacante Viola.


Na temporada 2000, Galván teve um ótimo começo, fazendo um bom Paulistão e bons jogos também na Copa do Brasil. Sempre perigoso na jogada aérea, já tinha dois gols em 25 jogos pelo Santos, porém, devido a uma lesão ocorrida ainda no primeiro semestre ficou fora de toda a sequência do Campeonato Brasileiro.

O Peixe surpreendeu negativamente naquela Copa João Havelange, já que com um vice-campeonato paulista e uma eliminação na Copa do Brasil vendida de maneira caríssima ao Cruzeiro nas semis, o torcedor esperava boa campanha do Alvinegro Praiano.


Em 2001, vivendo melhor fase e melhor forma, Galván conseguiu atuar mais e com melhor regularidade pelo time de Vila Belmiro. Naquele ano, ele fez 44 jogos e dois gols pelo Peixe, um deles contra o Atlético Mineiro, em um jogo onde ele foi ovacionado no Mineirão, mas acabou fazendo o gol da derrota atleticana. No geral, naquele ano, os santistas tiveram a traumática eliminação no Paulistão para o Corinthians e acabaram não conseguindo fazer uma grande campanha no resto do ano.

Acabou deixando a Vila Belmiro no início de 2002. Em duas temporadas atuando pelo Alvinegro Praiano, totalizou 69 jogos e três gols. Se transferiu para o Lanús, da Argentina. Em 2004, voltou a atuar no futebol brasileiro, desta vez no Paysandu. Galván encerrou a carreira em 2014, atuando pelo César Vialejo, do Peru.
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