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A curta passagem de Patrick Vieira no Milan

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Patrick Vieira no Milan

Poucos jogadores tem o privilégio de jogar em um dos três maiores times da Itália, menos ainda em dois e a lista é quase restrita nos jogadores que atuaram pelos três gigantes da Bota. A lista possuí um total de apenas onze nomes, com pouquíssimos conseguindo jogar um grande futebol nas três equipes, como foi o caso de Baggio. Um dos que fazem parte dessa listagem é o ex-volante e hoje treinador Patrick Vieira, que completa 47 anos neste dia 23 de junho e teve uma curta passagem pelo Milan como a sua primeira em terras italianas.

Vieira chegou ao Milan ainda longe de ser o volante histórico que seria vestindo principalmente as camisas de Arsenal, Juventus e Internazionale. Na época, o francês era apenas uma jovem promessa surgida há pouco tempo no Cannes, tendo inclusive capitaneado o time já aos 19 anos de idade. Foi contratado pelo Milan na temporada 1995/1996

Chegou ao Rossonero já no final do ano de 1995, voltando de um empréstimo que havia o mantido ainda no Cannes naqueles primeiros momentos do ano, estreando em partida diante do Bologna na Copa Itália, onde acabou sendo titular da equipe. Depois, apenas retornou a equipe num jogo da Copa da UEFA, hoje Liga Europa, em Março, diante do Bordeaux, onde esteve presente nos dois jogos da eliminatória que terminou com o time francês revertendo o 2 a 0 milanista em San Siro no jogo em casa para um 3 a 0. 

Sua estreia pela Série A se deu em um jogo fora de casa contra o Piacenza, válido pela 27ª rodada da competição, que terminou com vitória milanista por 2 a 0 e ainda atuou oito minutos na rodada seguinte, em San Siro, diante da Lazio, antes de perder espaço de vez no elenco rossonero e acabar não atuando mais no resto da temporada. 


Sem conseguir espaço no Milan, Vieira acabou analisando diversas propostas e por muito pouco não foi negociado com o Ajax, porém acabou fechando com o Arsenal e a partir daí começando a caminhada para virar um dos maiores nomes da história dos Gunners. Em Milanello, entrou em campo em apenas cinco oportunidades, não marcando nenhum gol.  

Patrick Vieira e seu início de carreira no Cannes

Por Fabio Rocha
Foto: Arquivo

Patrick Vieira chegou a ser capitão do Cannes

Um dos grandes meios campistas do futebol mundial completa hoje 46 anos. Patrick Donalé Vieira, nasceu em Dakar, em Senegal, no dia 23 de junho de 1976, mas se naturalizou francês. O volante teve uma carreira ótima, com passagens por gigantes times e conquistando títulos importantes. E tudo isso começou no Cannes.

Mas antes de se tornar um jogador histórico mundialmente, principalmente pelo Arsenal, onde conquistou uma sequência de títulos importantíssimos e se destacando individualmente, ele começou a jogar no sul da França, pelo Cannes. Foi pela pequena equipe que ele começou a se destacar e chamar a atenção de grandes clubes na Europa.

Em 1993 ele começou a jogar profissionalmente, ainda muito jovem, com 17 anos, já conseguia um espaço na equipe. Se tornou titular com o tempo, mesmo ainda sem tanta experiência conseguia comandar o meio de campo da equipe, ele tinha muita qualidade na marcação, mas tinha uma ótima saída de bola e conseguia dar uma dinâmica no jogo.

Sem conseguir o destaque coletivo com o Cannes, pois a equipe não tinha um bom elenco e não brigava por grandes conquistas. Mas sua habilidade chamava a atenção mesmo sem um elenco bom ao seu lado, mas conseguiu mostrar seu grande potencial na equipe.


Patrick ficou apenas duas temporadas no clube francês e já conseguiu receber boas propostas por grandes times da Europa. A cada jogo ele se destacava mais e mostrava que tinha qualidades para se destacar em uma equipe grande, por isso começou a ser procurado por outros times.

Recebeu boas propostas, mas acabou decidindo aceitar a oferta do Milan e em 1995 acabou se transferindo para a grande equipe Italiana. Por lá ele não conseguiu se firmar e ficou pouco tempo, acabou sendo negociado com o Arsenal e na Inglaterra seu futebol deslanchou.

Rock e Futebol - Iron Maiden e o Virtual XI

Em pé: Pearce, Asprilla, Harris, Gascoigne, Bayley e Wright.
Sentados: McBrain, Murray, Vieira, Gers e Overmars. 
Este era o time do Iron Maiden no Virtual XI 

O rock e o futebol muitas vezes se cruzaram. Muitos músicos do estilo são fãs do esporte bretão e, por isso, deixam transparecer essa paixão em seus discos. Um dos casos mais claros está no Virtual XI, o 11º disco de estúdio do Iron Maiden.

Steve Harris, baixista, principal compositor e líder da banda de heavy metal britânica, uma das maiores no estilo, é torcedor do West Ham United e até chegou a jogar nas categorias de base do clube londrino. O músico sempre deixou transparecer seu fanatismo pela sua equipe do coração. Um exemplo disso é que o baixo que ele toca nos shows tem o escudo do West Ham.

Capa do disco

A banda já havia utilizado o futebol no clip de Holy Smoke, música do álbum No Prayer For The Dying (1990), além de alguns jogos de futebol em algumas visitas. Porém, não passou disso. Então, no disco de estúdio 11 (número da camisa que ele gosta de usar), o Virtual XI, lançado em 1998, o baixista resolveu colocar temáticas sobre futebol na arte do álbum. Logo na capa, no canto esquerdo baixo, é possível ver uma ilustração de uma partida entre Brasil e Inglaterra.

Mas é no encarte onde há claras citações de futebol. As fotos dos membros da banda na época, Blaze Bayley (vocalista), Dave Murray, Janick Gers  (guitarristas) e Nicko McBrain (baterista), além do próprio Steve Harris, são com uma camisa de futebol do próprio Iron Maiden. A camisa fez tanto sucesso, que a cada turnê, é lançado um novo modelo.

Detalhe do jogo de futebol na capa

Mas além dos cinco músicos, o time do Iron Maiden ganhou alguns reforços para completar o onze inicial da equipe. Nas fotos do encarte, aparecem Marc Overmars, Ian Wright, Faustino Asprilla, Patrick Vieira, Stuart Pearce e Paul Gascoigne, formando o timaço da 'Donzela de Ferro'.

Apesar de toda essa temática legal sobre futebol, o Virtual XI é um dos discos com menor aceitação pelos fãs da banda. A culpa não foi da modalidade esportiva. Longe disso! Também não foi o caso de o Iron Maiden ter feito um som mais comercial. O problema estava na voz. Isso mesmo!

Os cinco membros da banda com a camisa do time Iron Maiden

Na primeira metade da década de 90, Bruce Dickinson deixou o Iron Maiden para seguir carreira solo. A banda acabou recrutando Blaze Bayley, ex-Wolfsbane. O primeiro disco dele pela 'Donzela', The X-Factor, com uma temática sombria, deixou os fãs em dúvida, dando voto de confiança, perdido após o início da turnê. No segundo disco gravado por Blaze, o Virtual XI, a paciência dos seguidores e críticos da imprensa especializada acabou e o disco recebeu inúmeras avaliações baixas.

A turnê promocional do disco também teve o futebol envolvido. Os músicos se espalharam pelo mundo, falando sobre o novo álbum e, quase sempre, visitavam os times de futebol da cidade. Aqui no Brasil, Dave Murray e Nico McBrain foram ao CT Rei Pelé, do Santos Futebol Clube. Quem gostou disso foi o goleiro Zetti, que aproveitou a deixa para que a dupla de guitarristas autografassem seus discos da banda.

Harris e seu baixo com o escudo do West Ham

Já na turnê de shows, Steve Harris fez questão que em cada país que a banda visitasse, um jogo de futebol fosse organizado. Como citado anteriormente, o Iron Maiden até já promovia estas partidas, mas na Virtual XI tour ela foi intensificada. Os shows passaram pelo Brasil, tendo São Paulo (com este que vos escreve presente) e Curitiba com os concertos principais. O ponto negativo foi o cancelamento do show em Campinas, que seria no Brinco de Ouro da Princesa, devido às fortes chuvas que caíram na cidade no dia.

Gers e Murray visitando o CT do Santos

Com todas as críticas negativas para o disco e a fraca performance de Blaze Bayley nos shows, o futebol não conseguiu segurar o vocalista na banda. Ao final da Virtual XI Tour, o Iron Maiden anunciava a volta de Bruce Dickison ao comando do microfone, além do retorno de Adrian Smith, fazendo com que a banda ficasse com três guitarristas.

O Curioso do Futebol

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