A Federação Paulista de Futebol (FPF) apresentou nesta quinta-feira, dia 16 a nova marca do Paulistão Sicredi. A nova identidade visual marca o momento do maior Estadual do país, que será transmitido em multiplataformas a partir de 2022: Record TV, YouTube, HBO Max, TNT Sports e Paulistão Play.
Criada pela agência Tuut, a nova cara do Paulistão traz um arranjo tipográfico que reproduz o deslocamento da bola em direção ao gol. Nas últimas edições, o logo era padrão para todas as competições. Porém, para 2022, a Copinha terá uma marca diferente da do Paulistão.
Assim como acontece com as principais competições do mundo, o Paulistão Sicredi terá sua produção centralizada, incluindo a geração de imagens dos jogos e identidade visual única, proporcionando uma experiência única aos telespectadores.
O Campeonato Paulista da Série A1 de 2022 está previsto para começar em 26 de janeiro. A FPF já divulgou a tabela básica, mas a detalhada, que tem os horários e dias exatos dos jogos, deve ser anunciada nos próximos dias.
Na noite desta sexta-feira, dia 28, véspera do início do Campeonato Brasileiro Série A de 2021, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) lançou uma nova logomarca para a competição, mas acabou causando polêmica. Ao fazer alusão aos 50 anos do torneio, a entidade ignora a unificação dos títulos, feita por ela mesma em 2010, das fases Taça Brasil e Robertão.
Até 2010, a CBF considerava título de Campeonato Brasileiro apenas a partir de 1971, quando criou-se o na época chamado Campeonato Nacional de Clubes. Naquela ocasião, o Atlético Mineiro foi o campeão, sendo o melhor no triangular final, contra São Paulo e Botafogo. Se for considerar esta data, a logo está correta e o Brasileirão estaria completando 50 anos neste 2021.
Porém, antes do Campeonato Brasileiro de 1971 foram realizadas outros torneios nacionais que indicavam os representantes brasileiros para a Libertadores: a Taça Brasil, que teve edições entre 1959 e 1968, e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, entre 1967 e 1970, este último que era uma "evolução" do Torneio Rio-São Paulo e que serviu de base para a criação do Brasileirão de 1971.
A CBF, até 2010, nunca considerou os campeões destas competições como detentores dos títulos do Brasileirão. Reconhecia a importância, mas os "encaravam" como um outro torneio. Porém, no ano citado, Ricardo Teixeira tentava angariar apoio para mais uma reeleição para presidente da entidade e usou a unificação dos títulos, aproveitando um dossiê feito pelo jornalista santista Odir Cunha, para atrair o apoio de Palmeiras, Santos, Bahia, Cruzeiro, Botafogo e Fluminense (que ganhariam os torneios desta época).
Assim, os campeões da Taça Brasil e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa ganharam, anos depois, os títulos do Brasileirão. O Santos, por exemplo, pulou de dois para oito taças em uma canetada (cinco Taças Brasil e mais um Robertão). O Palmeiras, na época, tinha quatro brasileiros e subiu também para oito, ganhando mais dois depois da unificação e ficando atualmente com 10.
Aqui não estou nem levando em conta a nossa opinião sobre a unificação, mas sim o fato de se ignorar uma própria decisão da CBF, de 11 anos atrás, para comemorar os 50 anos do Campeonato Brasileiro. Tudo bem que não houve tempo para fazer algo nos 50 anos do primeiro torneio com a unificação, já que a Taça Brasil começou em 1959 e em 2009 a unificação não havia sido oficializada. Porém, a CBF, mais uma vez, veio para confundir ao invés de vir para explicar, usando a célebre frase do finado apresentador Abelardo Barbosa.
Novo escudo da Inter lançado oficialmente pelo clube
A Internazionale, atual líder do Campeonato Italiano, lançou oficialmente seu novo escudo e identidade visual. O anúncio ocorreu na madrugada desta terça, dia 30, manhã na Itália. A mudança havia sido anunciada ainda em fevereiro, mas até o momento haviam apenas especulações sobre como seria o novo desenho do escudo. A nova identidade passará a ser usada a partir da temporada 2021/2022
A nova logo da Inter segue a tendência "minimalista" usada no futebol nos últimos tempos, mas não altera tanto o padrão, já que o escudo antigo nerazzurri já tinha poucos elementos. Ao invés da abreviatura FCIM usada no escudo desde 2008, retornando um desenho semelhante à uma versão antiga, agora teremos apenas as letras IM, de Inter Milano com um circulo branco em volta.
A ideia do novo conceito é explicada em um curto vídeo na página oficial do clube no Facebook. Pelo que é possível entender, usando o inglês como linguagem universal, o IM é ao mesmo tempo a abreviatura de Internazionale de Milano e uma junção ao termo I'm (Eu sou) Inter. A nova identidade é mais um passo na universalização da marca da Internazionale, usando muito mais o nome com a qual é conhecida no mundo (Inter Milano, Inter de Milão, o irônico Inter Milan, entre outros.)
O novo logo causou certa polêmica com torcedores, sendo elogiado por alguns e criticados por outros por parecer uma marca de carro ou mesmo pois havia preferência pelo escudo antigo. Há também quem critique o fato das letras serem brancas ao invés de douradas, já que a Beneamata usava muito a cor dourada em seus logos já há algumas décadas.
Apesar da divulgação da nova logo, ainda não foi anunciado nenhum tipo de informação sobre a camisa da temporada 2021/2022 ou mesmo do patrocínio da marca de eletrònicos Samsung, como especulado em alguns portais pela internet. A única especulação mais confiável, vinda do portal FootyHeadlines, tem o logo anunciado nesta terça, porém com detalhes em dourado e nada sobre um patrocínio da Samsung.
Líder da Série A, a Inter volta a campo neste sábado, dia 3 de abril, em confronto contra o Bologna, no Renato dall'Lara, as 15h45. Até o momento, apenas o Estádio TNT Sports, antigo EI Plus, confirmou transmissão para o Brasil, mas é possível que o jogo seja veículado também na TNT Sports.
Atletas do Bangu e o escudo que era, na verdade, o logo da fábrica: ideia do Dr. Silveirinha
Nos dias de hoje, no início das temporadas de futebol pelo mundo afora, uma das grandes expectativas dos torcedores paira sobre os patrocínios que seus clubes do coração irão ostentar em suas camisas. Um bom patrocínio significa dinheiro, e quanto mais dinheiro, maiores as chances de montar um time competitivo. Este ciclo já faz parte da cultura do futebol, certo? Mas nem sempre foi assim.
Até a década de 80, a FIFA não permitia que os clubes exibissem nenhuma marca em suas camisas. Mas o que fazer então quando uma empresa propunha investir dinheiro em um clube, em troca de publicidade? Recusar não era uma opção. Assim, os clubes e diretorias passaram a pensar em alternativas para driblar a proibição e garantir a sua fatia de investimentos.
Quando pesquisamos sobre os primeiros clubes a exibirem patrocínios em suas camisas, a história comumente nos fala sobre o Eintracht Braunschweig, clube alemão que chegou a ser campeão da Bundesliga em 1967. Em 1973, numa partida contra o Schalke 04, o clube entrou com sua camisa normal de todas as partidas, mas com uma pequena diferença: não era exibido o escudo do time. Ao invés dele, podíamos ver a logo do licor Jagermaister. Como o clube não exibia a logo como um item extra na camisa, como patrocínios costumam ser, acabou conseguindo driblar a regra da FIFA.
Mas muito antes disso, o Bangu já dava uma aula de marketing, e de maneira genial, abriria as portas do futebol para os patrocínios como conhecemos hoje.
Para entender a história do Bangu como clube, precisamos entender o Bangu como bairro, e como ele está intrinsecamente ligado ao futebol. A Fábrica Bangu, uma das maiores potencias industriais do Rio de Janeiro, empregava muitos funcionários britânicos. Estes foram um dos principais responsáveis pela introdução do futebol no Brasil, pois traziam pra cá o hábito de praticar o esporte que cada vez mais se popularizava na Inglaterra. Assim, nos intervalos laborais, os operários comumente promoviam partidas amadoras.
Em 1904 o Bangu era oficialmente inaugurado como clube de futebol, e a maioria de seus jogadores eram operários da Fábrica Bangu.
Confira o vídeo do Brisa Esportiva explicando toda a história
Em 1937, o dono da Fábrica, Dr. Silveirinha, passou a ser também o presidente do Bangu Atlético Clube. Decidido a investir no futebol, Dr. Silveirinha construiu o estádio Guilherme da Silveira, o Moça Bonita, até hoje casa do Bangu. Investiu em jogadores, e contratou Zizinho, um dos maiores nomes do futebol na época. Com este time o Bangu excursionou pelo Brasil e pelo mundo, e viveu uma de suas eras de ouro. Mas tudo isso não poderia vir de graça, não é?
Dr. Silveirinha queria estampar a marca da Fábrica Bangu na camisa do clube, mas como driblar a FIFA e passar por cima da proibição? A resposta é simples.
A solução do Bangu foi estampar a logo da Fábrica, de mesmo nome do clube, e somente ela. Quem poderia dizer que era patrocínio e não o nome do próprio clube?
E assim, o Bangu lançou uma de suas camisas mais famosas e emblemáticas, vestida por uma equipe histórica e que fez do clube, ainda que pequeno, carregado de tradição e gigante em sua história.
A Copa América 2019, no Brasil, já tem a sua logo oficial. Nesta segunda-feira (16), a Conmebol divulgou um vídeo em suas redes sociais onde a imagem aparece pela primeira vez. A figura, que simbolizará a competição, é marcada pelas cores da bandeira brasileira - amarelo, azul e verde -, e traz o desenho da taça e de torcedores em momento de comemoração.
Na postagem, a Conmebol confirma a participação de doze seleções no torneio, que será realizado no mês de junho. Além das dez equipes sul-americanas, o Japão e o Catar, país sede da próxima Copa do Mundo, são os convidados.
A competição ainda não tem as suas sedes definidas. Porém, um dia antes da Copa, a própria CBF tinha divulgado que Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo seriam os locais dos jogos. A Copa América de 2019 será a última disputada em anos ímpares. A partir de 2020, o torneio será realizado sempre no mesmo ano em que acontece a Eurocopa. Confira o vídeo:
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