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Fast Clube tem "ausência de interesse" em disputar o Amazonense 2021

Foto: Antônio Assis / FAF

Vitória contra o São Raimundo deu ao Fast o terceiro lugar no Amazonense 2020

O tradicional Fast Clube protocolou na terça-feira, dia 2, documento na Federação Amazonense de Futebol comunicando a "ausência de interesse" (termo utilizado pelo próprio clube) em disputar o estadual de 2021. A agremiação alegou que o motivo são as consequências causadas pela pandemia de Covid-19.

Segundo comunicado divulgado pelo próprio clube em suas mídias sociais, a pandemia de Covid-19, que assola o mundo inteiro "prejudicou seriamente nossa agremiação nas partidas decisivas do acesso a Série C do Campeonato Brasileiro de 2020". Vale lembrar que o Fast, na Série D da temporada passada, ficou próximo do acesso.

Outro motivo da "ausência de interesse" é o fato dos jogos ainda não poderem ter a presença de público. "Os jogos do Estadual de 2021 serão disputados sem a comparência de público, afigurando-se, por conseguinte, deficitário do ponto de vista financeiro, recaindo sobre os clubes mandantes todas as despesas concernentes a arbitragem, quadro móvel etc., implicando em sérios prejuízos a já combalida situação dos clubes amazonenses", diz o comunicado.

O Fast Clube também alega que sempre honrou seus compromissos financeiros e não quer colocar em risco a credibilidade. "Durante seus 90 (noventa) anos de história, o Fast Clube se notabilizou por honrar com seus compromissos financeiros assumidos, não sendo razoável agora, diante de tais circunstâncias, o clube disputar uma competição que se afigura inquestionavelmente deficitária, colocando em risco a credibilidade e o bom nome de nossa instituição", argumenta o clube na carta divulgada.

Ainda, o clube diz que vai colocar seus esforços para a disputa do Amazonense em 2022 e ainda que deixa mais para frente a decisão de jogar ou não o Brasileirão Série D desta temporada. "No referente a nossa participação no Campeonato Brasileiro da Série D - Edição 2021, tal decisão será tomada oportunamente, eis que a competição se iniciará somente em meados do mês de maio do ano em curso".

Vale lembrar que o Fast Clube ficou em terceiro lugar no Campeonato Amazonense de 2020, que terminou na última segunda-feira, dia 1º de março de 2021, ao derrotar o São Raimundo por 1 a 0. A colocação deu vaga à equipe no Brasileirão Série D 2021.


Confira abaixo o comunicado completo:
O Fast Clube, protocolou nesta terça-feira expediente na Federação Amazonense de Futebol comunicando ausência de interesse em disputar o Campeonato Amazonense de Futebol - Edição 2021, considerando o complexo momento que vivemos hodiernamente, em razão da pandemia de covid-19 que assola o mundo inteiro e que prejudicou seriamente nossa agremiação nas partidas decisivas do acesso a Série C do Campeonato Brasileiro de 2020.

Por sua vez, é sabido que os jogos do Estadual de 2021 serão disputados sem a comparência de público, afigurando-se, por conseguinte, deficitário do ponto de vista financeiro, recaindo sobre os clubes mandantes todas as despesas concernentes a arbitragem, quadro móvel etc., implicando em sérios prejuízos a já combalida situação dos clubes amazonenses, ressalvado o fato de que o Fast disputou no ano de 2020 quatro competições (Estadual, Copa do Brasil, Série D e Copa Verde), demandando altos custos de janeiro de 2020 até março de 2021.

Outrossim, durante seus 90 (noventa) anos de história, o Fast Clube se notabilizou por honrar com seus compromissos financeiros assumidos, não sendo razoável agora, diante de tais circunstâncias, o clube disputar uma competição que se afigura inquestionavelmente deficitária, colocando em risco a credibilidade e o bom nome de nossa instituição (quase) secular.

De outra sorte, não parece condizente com a história e tradição do clube, disputar uma competição como mero coadjuvante quando, ao longo dos últimos 15 anos, o Fast sempre figurou entre os três melhores no ranking das competições estaduais, restando garantida, outrossim, nossa participação em todas as competições das categorias de base, buscando não só a formação de novos valores para a disputa de competições profissionais futuras, mas também e, principalmente, por compreendermos a relevante contribuição social do esporte para a formação dos jovens em nossa sociedade.

Não obstante, nossa ausência no Estadual de 2021 nos permitirá concentramos toda nossa atenção para a conclusão de alguns projetos administrativos em andamento, nos ensejando a certeza de voltar a Série A do campeonato amazonense em 2022 grandemente fortalecidos, como nos permite, aliás, o regulamento específico da competição vigente.

No referente a nossa participação no Campeonato Brasileiro da Série D - Edição 2021, tal decisão será tomada oportunamente, eis que a competição se iniciará somente em meados do mês de maio do ano em curso.

No ensejo, apresentamos nossas escusas ao nosso fiel e leal torcedor, assegurando que envidaremos todos nossos esforços no sentido de dotar nosso tricolor de aço de condições plenas, estruturais e financeiras para voltamos mais fortes, mais vivos e lutando por novas conquistas.

A DIRETORIA.

Com belo primeiro tempo, Novorizontino faz 3 a 0 no Fast e está na Série C 2021

Foto: Maria Paula Laguna / Novorizontino

Jogadores do Novorizontino comemoram um dos gols da partida deste domingo

O Novorizontino conquistou, neste domingo, dia 10, o acesso à Série C do Campeonato Brasileiro ao vencer o Fast Clube por 3 a 0, no Jorjão, em Novo Horizonte, com um primeiro tempo primoroso. Na ida pelas quartas de final da Série D, o clube paulista já havia vencido por 1 a 0, em Manaus.

O primeiro jogo entre as duas equipes foi realizado no último domingo, dia 3, na Arena da Amazônia, em Manaus, e mesmo atuando fora de casa, o Novorizontino levou a melhor e venceu por 1 a 0. Com isto, um empate em casa classificaria o Tigre. Para o Fast, uma vitória por um gol levaria a decisão para as penalidades e com dois ou mais tentos definiria a classificação direta.

E com 40 segundos de jogo, o Novorizontino ampliou sua vantagem no placar agregado. Cleo Silva tabelou com Guilherme Queiroz, saiu na cara do gol e tocou na saída de Alencar para abrir o placar: 1 a 0 para o Tigre, jogando em casa.

O Novorizontino continuou pressionando e marcou o segundo aos 13'. Em cobrança de falta ensaiada, Pereira levantou a bola na entrada da área para Guilherme Queiroz. O atacante bateu de primeira e marcou um belíssimo gol, ampliando o marcador para o Tigre.

E o Tigre fez o terceiro aos 32 minutos. Em rápido contra-ataque, Pereira fez o giro pela esquerda e cruzou para Danielzinho. Na entrada da área, o atacante bateu no ângulo de Alencar, fazendo 3 a 0 para o Novorizontino. E assim terminou o primeiro tempo.


Na segunda etapa, o Novorizontino só controlou as ações, para manter o resultado. O Fast Clube não mostrava forças para reagir, com o placar de 3 a 0 adverso, e isto facilitava a situação para o Tigre. Com isto, o marcador não foi alterado e o time paulista garantiu o seu lugar na Série C de 2021.

Com o acesso garantido, agora o Novorizontino enfrenta o Floresta, que eliminou o América de Natal, na semifinal do Campeonato Brasileiro da Série D de 2020. As datas, horários e locais das partidas ainda serão confirmadas pela CBF.

Maicon no Fast Clube? Há uma negociação 'indireta'

Foto: Lucas Colombo / TN Sul

Maicon esteve no Criciúma em 2019

O torcedor do Fast Clube, tradicional time de Manaus e que disputará o Campeonato Brasileiro da Série D de 2020, está na expectativa de ter mais um jogador com Copa do Mundo em seu currículo na história da equipe, como Clodoaldo, que passou por lá em 1980. Há uma negociação do Tricolor Manauara com o lateral-direito Maicon, de 38 anos. Mas, segundo o staff do atleta, esta conversa é indireta, mas a diretoria espera anunciá-lo na próxima semana.

No meio da semana, surgiu a notícia de que o jogador estaria negociando com o Fast Clube para jogar o Campeonato Brasileiro da Série D, já que o Campeonato Amazonense, a princípio não voltará em 2020. Porém, na sexta-feira, dia 3, a esposa do lateral, Erla Sisesando, negou veementemente que estaria conversando com o Fast Clube, como vinha afirmando o presidente do clube, Denis Alburque. Mas, no mesmo dia, ela voltou atrás e admitiu que interpretou equivocadamente o desenrolar das negociações.

A irmã do jogador cogitou a possibilidade de alguém ter usado o nome de Maicon de forma caluniosa. A teoria surgiu porque, segundo o diretor de comunicação do Fast, Marcelo Sodrex, Denis Albuquerque vinha conversando com um empresário, e não com Erla, que acabou voltando atrás e admitiu as conversas, mas que ela não estava na negociação.

Ele só negou o contato porque a procura não ocorreu pela parte do Fast, e sim indiretamente através do mesmo agente do atacante Luizão (artilheiro da equipe na temporada e que está tratando de sua renovação contratual), que é casado com a irmã de Maicon. As conversas, inclusive, estão em andamento.

"Eu interpretei errado. Eles (Fast) estão conversando com representante do meu marido, o Luizinho, inclusive estão em conversa ainda. Eu perguntei para o meu irmão (Maicon) se alguém do Fast havia falado com ele, que negou. Só que hoje, no fim do dia, ele me falou assim: "O Fast não falou comigo, mas sim o Luizinho". Eu entendi que não houve contato, mas houve sim", disse Erla, que é empresária do marido, em entrevista ao Globo Esporte.com.


O mandatário do Rolo Compressor, Denis Alburqueque, comentou sobre a declaração de Erla. Ele ressaltou que, sim, as conversas vêm acontecendo de forma exclusiva com Luizinho. "Quero deixar bem claro uma seguinte situação: todas as negociações que o Fast vem fazendo com o Maicon, assim como com o Luizão, é com o representante e empresário do Luizão (Luisinho). Quero deixar isso bem claro para desfazer qualquer mal entendido. Essa notícia já pegou mal dentro do grupo que vinha conversando para viabilizar a parte financeira", concluiu.

Carreira - Maicon está com 38 anos e não atua desde 2019, quando defendeu o Criciúma. O lateral , na base, passou por Grêmio, o próprio Tigre Carvoeiro e Cruzeiro, onde se profissionalizou em 2001. Em 2004 foi para a Europa, onde defendeu Monaco, Internazionale, Manchester City e Roma. Em 2017, voltou ao Brasil, defendendo o Avaí e, em seguida, retornou ao Criciúma. Pela Seleção Brasileira, o jogador fez 77 jogos e marcou sete gols, atuando nas Copas do Mundo de 2010 e 2014.

Fast campeão! Uma espera de 45 anos

Jogadores do Fast levantam a taça de campeão amazonense de 2016
(foto: divulgação/Facebook oficial do Fast Clube)

Neste sábado, dia 22 de outubro, uma das maiores filas do futebol brasileiro caiu por terra. O Nacional Fast Clube conquistou o Campeonato Amazonense de 2016, ao bater o Princesa dos Solimões, de Manacapuru, por 3 a 1, na Arena da Amazônia, em Manaus. O Rolo Compressor não conquistava o título estadual desde 1971.

A vida do Fast Clube nestes 45 anos não foi fácil. Como todo time brasileiro, a agremiação passou por diversas dificuldades, tendo problemas, inclusive, para se manter no já deficitário futebol amazonense. A torcida fastiana vivia anos de sofrimento, pois eles viam os rivais Nacional, Rio Negro, São Raimundo e América a conquistarem a competição. Até clubes diferentes, como Sul América, Penarol, Holanda, Grêmio Coariense e até o próprio Princesa, rival de hoje, levantaram a taça, menos o tradicional Fast.

Peninha fez o primeiro gol do jogo
(foto: Winnetou Almeida/A Crítica)

Para piorar a situação, nos últimos 10 anos, o Fast Clube bateu na trave diversas vezes. Primeiro, foi um tri-vice (2006-2007-2008), além de ficar em segundo nos anos de 2010 e 2012. Em 2009, 2011, 2014 e 2015, o Fast terminou a competição em terceiro. Já em 2013, a equipe foi quarta colocada. Em resumo, desde 2006, o Rolo Compressor chegava, ao menos, nas semifinais. Ou seja, estava faltando o título que fugia dos fastianos desde 1972, quando também foi vice.

Neste ano, o Fast Clube dominou a competição, que começou em 20 de agosto. O time terminou a primeira fase em primeiro lugar, com 26 pontos, dois a mais que o rival Nacional, o segundo. Em 12 jogos, o Rolo Compressor teve oito vitórias, com destaque para o 10 a 0 para cima do Nacional Borbense, dois empates e apenas duas derrotas. Na semifinal, a vítima foi o Rio Negro: 2 a 1 para o Fast e vaga na final contra o Princesa, que eliminou o Nacional.

A festa dos fastianos foi grande
(foto: Marcos Dantas/G1 Amazonas)

Na decisão deste sábado, na Arena da Amazônia, o jogo começou com o Fast tomando as iniciativas no ataque, principalmente em lances com bola parada. Prova disso, foram os sete escanteios a favor do Rolo Compressor só no primeiro tempo. Porém, o primeiro gol saiu apenas aos 41 minutos quando Peninha, em cobrança de pênalti, chutou alto sem chances para Raisci. Fast 1 a 0.

A segunda etapa foi mais movimentada, já que o Princesa dos Solimões foi em busca do empate. Mas foi necessário apenas oito minutos para o Rolo Compressor ampliar o marcador. Cassiano saiu jogando pelo lado esquerdo, ele avançou até entrar na área, limpou o zagueiro e chutou no meio da área. Fast 2 a 0. Na comemoração, ele correu para os braços da torcida que via o título ficar mais próximo após anos de espera.

Vídeo sobre a conquista do Fast

A torcida fastiana, vendo o título se aproximar, começou com os gritos de "é campeão!". Mas o juiz Edmar Campos da Encarnação marcou pênalti para o Princesa. Jefferson, artilheiro do campeonato cobrou no meio sem chances para o goleiro Sucuri. Quatro minutos depois, Charles Chenko tratou de matar qualquer esperança do Princesa empatar o jogo. Ele recebeu a bola de Emerson, entrou na área e, com frieza, chutou no canto direito de Raisci. Fast 3 a 1.

O título, merecidamente, foi muito comemorado por toda a torcida. O Rolo Compressor voltava a ser campeão depois de 45 anos, encerrando uma das mais longos jejuns de títulos do futebol brasileiro. Parabéns Fast Clube, campeão amazonense de 2016.

O Cosmos enfrentando o Fast em Manaus

Oscar, do Cosmos, e Clodoaldo, que reforçou o Fast

O New York Cosmos, sem dúvida, foi uma sensação do futebol mundial entre a segunda metade da década de 70 e o início dos anos 80. Foi uma equipe que contou com diversas estrelas do esporte bretão, inclusive a maior delas: Pelé. Alguns, como o zagueiro Oscar e o meia Romerito, foram jogar no time da camisa verde no auge da carreira

Apesar de jogar em uma liga não tão forte quanto os campeonatos sul-americanos e europeus, o Cosmos chamava a atenção por onde jogava por causa da constelação de atletas que tinha em seu elenco. E isso não foi diferente em 1980, quando a equipe norte-americana veio para o Brasil.

Manaus foi uma das escalas do Cosmos no Brasil. Já sem Pelé, a equipe contava na época com Beckenbauer, Neeskens, Carlos Alberto Torres, Oscar, Romerito e Chinaglia enfrentaria o Fast Clube, uma das melhores do futebol amazônico e que teria o reforço do craque Clodoaldo.

Chinaglia sendo entrevistado

O responsável pelo amistoso foi o empresário e torcedor do Fast Joaquim Alencar. Amigo do treinador Júlio Mazzei e de Pelé, ele virou representante do Cosmos no Brasil quando a dupla deixou o Santos. Alencar convenceu os promotores a prestigiarem o Fast em detrimento das potências Flamengo e Corinthians. O governo amazonense patrocinou o evento e atrelou a imagem dos craques a ícones como o Teatro Amazonas.

Desde às primeiras horas da tarde de 9 de março de 1980 o movimento era grande nas imediações do Vivado Lima. Uma enorme fila de ônibus despejando torcedores que na correria procuravam as melhores acomodações. Tarde de muito calor e praticamente ninguém conseguiu ver o espetáculo sentado. Cada espaço era disputado com certo sacrifício. As notícias é que o Cosmos jogaria desfalcado do holandês Neeskens.

Carlos Alberto no aquecimento

Então, Fast e Cosmos entravam no gramado do Vivaldão para fazer o jogo com maior público do Amazonas, até então: 56.890 pagantes. Há até uma lenda que o estádio teria recebido mais de 80 mil pessoas naquele dia, e isto tem uma explicação: A marquise do estádio foi invadida por torcedores e, após corre-corre iniciado com boato de que a estrutura estava desabando, algumas pessoas tiveram escoriações e até fraturas.

A selva impressionou os visitantes, mas o calor ajudou os brasileiros, melhores em campo sobretudo após a expulsão de Carlos Alberto por agressão ao bandeirinha, na etapa inicial. Mesmo assim o placar permaneceu inalterado.

O Cosmos ainda faria mais duas partidas em território brasileiro: uma vitória por 2 a 1 sobre o Santos, na Vila Belmiro, e empate em 1 a 1 com o Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Mas foi a partida em Manaus que ficou para sempre na história.

Estádio estava lotado

Ficha Técnica

Fast Clube 0 x 0 NY Cosmos

Data: 9 de março de 1980
Local: Estádio Vivaldo Lima, o Vivaldão - Manaus-AM
Público: 56.890 pagantes
Árbitro: Odílio Mendonça da Silva (AM)
Cartão Vermelho: Carlos Alberto Silva

Fast Clube: Miguel Banana; Carlos Alberto, Joãozinho, Marcão e Judelci; Clodoaldo, Zé Luis e Tauirís (Fabinho); Rogério, Bené (Iranduba) e Orange (Pesado) - Técnico: Juarez Bandeira.

NY Cosmos: Birkenmayer; Eskandarian, Oscar, Carlos Alberto Torres e Wilson; Beckenbauer, Romerito e Rick Davis; Seninho, Chinaglia e Marck Liveric (Nelsi Moraes) - Técnico: Julio Mazzei.

O Curioso do Futebol

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