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Briosa estreia 'com o pé direito' e vence Marília por 3 a 1

Por Victor de Andrade (texto e fotos)

Lance do gol de Washington, o segundo da Portuguesa Santista no jogo

A Portuguesa Santista começou bem a temporada de 2017. Em seu retorno ao Campeonato Paulista da Série A-3, a Briosa venceu o Marília, por 3 a 1, em jogo realizado na tarde deste sábado, dia 28, no Estádio Ulrico Mursa, que teve reinaugurada a arquibancada atrás do gol à esquerda das cabines de transmissão. Fernando, Washington e Ricardinho marcaram os gols da equipe Rubro Verde, enquanto Felipe André fez o único tento do time do interior.

A expectativa era grande pelos lados do Canal 1, em Santos. Campeã da Segunda Divisão estadual em 2016, com apenas uma derrota em 28 jogos, a Portuguesa Santista era um dos grandes destaques da competição que começou neste sábado, até pela tradição. Mas do outro lado também tinha uma 'camisa de peso': o Marília, que apesar disso está na A-3 após dois rebaixamentos seguidos.

O jogo começou equilibrado e quem teve a primeira chance foi o MAC. Aos 3 minutos, Borebi entrou sozinho na área, mas escorregou na hora de finalizar, facilitando a ação do goleiro Fernando Hilário. A resposta da Portuguesa não poderia ser melhor: aos 5', Ricardinho lançou Fernando pela direita, que tabelou com o centroavante Washington e fuzilou, sem chances para o goleiro Éder. Briosa na frente, 1 a 0.

Porém, a torcida rubro verde teve pouco para comemorar. Um minuto depois, o Marília chegou ao empate. Valmir foi até a linha de fundo e cruzou, a bola passou por toda a zaga, o goleiro Fernando Hilário saiu mal e Felipe André, de cabeça, balançou as redes: 1 a 1 no placar do Estádio Ulrico Mursa.

O volante Pedro cercado por dois jogadores do MAC

Após o gol sofrido, a Briosa foi, aos poucos, tomando as rédeas da partida, mas finalizando pouco, pelo menos até os 25 minutos de jogo. Além disso, o gramado foi ficando escorregadio, já que uma chuva fina começou a cair no local da partida. Mas aos 32', a Portuguesa voltou a liderar o marcador: Lucas Lino cobrou escanteio pela esquerda e Washington entrou no meio dos zagueiros para, de cabeça, balançar as redes: 2 a 1 para o time da casa.

O gol animou os ânimos dos jogadores da Portuguesa que foram para cima, buscando o terceiro gol, mas aos 36, levou um susto: depois de bate rebate na área, Gil Paraíba, de cabeça, encobriu Fernando Hilário, mas Tikinho afastou o perigo. Aos 41', veio a resposta da Briosa, com Ricardinho, que arriscou belo chute de fora da área, forçando Éder a fazer boa defesa.

Um minuto depois, a Portuguesa Santista ampliou o marcador: em contra-ataque pela direta, Washington cruzou para Lucas Lino, que dominou, ajeitou a bola e bateu, fazendo com que Éder espalmasse. Porém, no rebote, a 'pelota' sobrou para Ricardinho e o experiente meia não perdoou: Briosa 3 a 1. E foi com este placar que o primeiro tempo terminou.

Novidade foi a reinauguração da arquibancada atrás de um dos gols

Na segunda etapa, a Portuguesa Santista continuava mandando no jogo e chegou com perigo aos 6 minutos, em cabeçada de Sallinas para fora, após cobrança de escanteio. O jogo foi ficando morno até os 20 minutos, quando o Marília perdeu uma grande chance: Carlão escorregou e deu o contra-ataque ao time do interior, porém o zagueiro se recuperou e fez o corte já na pequena área, mandando a bola para a linha de fundo.

Aos 22', houve um lance inacreditável em favor da Briosa. Fernando cobrou falta na intermediária, Carlão subiu e cabeceou forte, mas a bola, caprichosamente, bateu no pé da trave direita do goleiro Éder, correu milimetricamente em cima da linha até que a zaga do Marília afastou o perigo, quando a 'redonda' já estava quase 'beijando' o outro poste. Se batesse um vento, a Portuguesa teria feito o quarto gol.

Após este lance, o jogo ficou mais pegado e algumas faltas mais duras foram acontecendo, obrigando ao árbitro Alysson Fernando Mathias a trabalhar bastante. Em uma dessas infrações, aos 32 minutos, o volante Pedro fez falta dura e levou o segundo cartão amarelo, sendo expulso da partida e deixando a Portuguesa com um atleta a menos.

Comissão técnica e jogadores comemoram um dos gols da partida

Com vantagem no número de jogadores, mas atrás no placar, o Marília foi para o abafa, tentando diminuir a contagem. Aos 34', Marlon foi até a linha de fundo e cruzou na cabeça de Borebi, que obrigou o goleiro Fernando espalmar a bola para escanteio. Aos 39', a Briosa respondeu: Tikinho armou contra-ataque e encontrou Éric Mamer livre na área, mas o atacante que havia acabado de entrar no jogo finalizou para fora.

O último lance de perigo foi aos 47', com o Marília, em uma cobrança de falta venenosa de Diego Sales, que forçou Fernando Hilário a se esticar todo para a fazer a defesa. Na queda, o goleiro Rubro Verde bateu a cabeça e teve que receber atendimento médico, forçando o jogo a ir até os 57 minutos, mas o placar não foi alterado: Portuguesa Santista 3, Marília 1.

Depois da boa estreia, a Briosa encara agora o Rio Branco de Americana, que venceu o Nacional, fora de casa, por 4 a 1. O jogo está marcado para o dia 5 de fevereiro, domingo, às 10 horas, no Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista (o Décio Vitta está interditado). Já o Marília fará o seu primeiro jogo em casa um dia antes, sábado, às 19 horas, contra o Taboão da Serra.

Gols e entrevistas após o jogo

Ficha Técnica

PORTUGUESA SANTISTA 3 X 1 MARÍLIA

Data: 28 de janeiro de 2017
Local: Estádio Ulrico Mursa - Santos-SP
Público: 1.145 pagantes
Renda: R$ 14.155,00
Árbitro: Alysson Fernando Mathias
Assistentes: Orlando Coelho Junior e Leandro Alves de Souza

Cartões Amarelos
Portuguesa Santista: Fernando, Pedro e Tikinho;
Marília: Valmir, Agenor, Giba e Fabio Leite.

Cartão Vermelho
Portuguesa Santista: Pedro

Gols
Portuguesa Santista: Fernando, aos 5', Washington, aos 32', e Ricardinho, aos 42' do primeiro tempo;
Marília: Filipe André, aos 6' do primeiro tempo.

Portuguesa Santista: Fernando Hilário; Irã, Carlão, Sallinas e Tikinho; Pedro, Pedrão e Ricardinho (Adiel); Lucas Lino (Éric Mamer), Washington (Moisés) e Fernando - Técnico: Ricardo Costa.

Marília: Eder; Marlon, Giba, Romário e Valmir; Agenor, Leo Franco (Leo Barbosa), Fabio Leite (Dugaia) e Gil Paraíba (Diego Sales); Borebi e Filipe André - Técnico: Luciano Quadros.

Fast campeão! Uma espera de 45 anos

Jogadores do Fast levantam a taça de campeão amazonense de 2016
(foto: divulgação/Facebook oficial do Fast Clube)

Neste sábado, dia 22 de outubro, uma das maiores filas do futebol brasileiro caiu por terra. O Nacional Fast Clube conquistou o Campeonato Amazonense de 2016, ao bater o Princesa dos Solimões, de Manacapuru, por 3 a 1, na Arena da Amazônia, em Manaus. O Rolo Compressor não conquistava o título estadual desde 1971.

A vida do Fast Clube nestes 45 anos não foi fácil. Como todo time brasileiro, a agremiação passou por diversas dificuldades, tendo problemas, inclusive, para se manter no já deficitário futebol amazonense. A torcida fastiana vivia anos de sofrimento, pois eles viam os rivais Nacional, Rio Negro, São Raimundo e América a conquistarem a competição. Até clubes diferentes, como Sul América, Penarol, Holanda, Grêmio Coariense e até o próprio Princesa, rival de hoje, levantaram a taça, menos o tradicional Fast.

Peninha fez o primeiro gol do jogo
(foto: Winnetou Almeida/A Crítica)

Para piorar a situação, nos últimos 10 anos, o Fast Clube bateu na trave diversas vezes. Primeiro, foi um tri-vice (2006-2007-2008), além de ficar em segundo nos anos de 2010 e 2012. Em 2009, 2011, 2014 e 2015, o Fast terminou a competição em terceiro. Já em 2013, a equipe foi quarta colocada. Em resumo, desde 2006, o Rolo Compressor chegava, ao menos, nas semifinais. Ou seja, estava faltando o título que fugia dos fastianos desde 1972, quando também foi vice.

Neste ano, o Fast Clube dominou a competição, que começou em 20 de agosto. O time terminou a primeira fase em primeiro lugar, com 26 pontos, dois a mais que o rival Nacional, o segundo. Em 12 jogos, o Rolo Compressor teve oito vitórias, com destaque para o 10 a 0 para cima do Nacional Borbense, dois empates e apenas duas derrotas. Na semifinal, a vítima foi o Rio Negro: 2 a 1 para o Fast e vaga na final contra o Princesa, que eliminou o Nacional.

A festa dos fastianos foi grande
(foto: Marcos Dantas/G1 Amazonas)

Na decisão deste sábado, na Arena da Amazônia, o jogo começou com o Fast tomando as iniciativas no ataque, principalmente em lances com bola parada. Prova disso, foram os sete escanteios a favor do Rolo Compressor só no primeiro tempo. Porém, o primeiro gol saiu apenas aos 41 minutos quando Peninha, em cobrança de pênalti, chutou alto sem chances para Raisci. Fast 1 a 0.

A segunda etapa foi mais movimentada, já que o Princesa dos Solimões foi em busca do empate. Mas foi necessário apenas oito minutos para o Rolo Compressor ampliar o marcador. Cassiano saiu jogando pelo lado esquerdo, ele avançou até entrar na área, limpou o zagueiro e chutou no meio da área. Fast 2 a 0. Na comemoração, ele correu para os braços da torcida que via o título ficar mais próximo após anos de espera.

Vídeo sobre a conquista do Fast

A torcida fastiana, vendo o título se aproximar, começou com os gritos de "é campeão!". Mas o juiz Edmar Campos da Encarnação marcou pênalti para o Princesa. Jefferson, artilheiro do campeonato cobrou no meio sem chances para o goleiro Sucuri. Quatro minutos depois, Charles Chenko tratou de matar qualquer esperança do Princesa empatar o jogo. Ele recebeu a bola de Emerson, entrou na área e, com frieza, chutou no canto direito de Raisci. Fast 3 a 1.

O título, merecidamente, foi muito comemorado por toda a torcida. O Rolo Compressor voltava a ser campeão depois de 45 anos, encerrando uma das mais longos jejuns de títulos do futebol brasileiro. Parabéns Fast Clube, campeão amazonense de 2016.

Na Briga! Jabuca vence em Guarulhos e se aproxima do G4 da Bezinha

Com informações e fotos de Fabrício Lopes

Jabaquara dominou o segundo tempo e conseguiu uma grande vitória

O sonho está cada vez mais próximo! Quem diria que ao final do primeiro turno, com apenas quatro pontos em sete jogos, o Jabaquara entraria na briga pela classificação para a fase seguinte do Campeonato Paulista da Segunda Divisão, a popular Bezinha. Pois é isso que está acontecendo! Na tarde deste sábado, dia 25, o Leão da Caneleira venceu a AD Guarulhos, por 3 a 1 fora de casa, e agora está a dois pontos da zona de classificação do Grupo 4 da competição.

A AD Guarulhos, terceira colocada da chave com 21 pontos, entrou hoje no gramado do Ninho do Corvo, em Guarulhos, em busca de ao menos um empate para garantir a sua classificação para a próxima fase. Já o Jabuca, quinto, com 11 pontos, precisava da vitória para continuar com chances de passar de etapa na competição.

Alef comemorando o primeiro gol da partida

Mas quem achava que a partida já iria começar quente, se enganou. O jogo começou frio dentro de campo, com as duas equipes sem muito ímpeto. E olha que a temperatura não estava tão baixa quanto se esperava. Porém, aos poucos, os jogadores começaram a procurar mais o gol. Mas, mesmo com mais movimentação na parte final, o primeiro tempo terminou com o placar de 0 a 0.

Se a primeira etapa teve pouca movimentação, o segundo tempo foi digno de muitas emoções, mesmo com a temperatura ambiente caindo bastante. Os torcedores que foram ao bar ou banheiro no intervalo ainda se acomodavam quando, após jogada pela direita, Alef recebeu dentro da área e teve calma para balançar as redes: Jabaquara 1 a 0.

Disputa de bola pela lateral

Precisando do resultado, a AD Guarulhos partiu para cima, tentando fazer o gol de empate. Mas, o avanço da equipe da casa deixava espaços para o Leão da Caneleira, que sempre assustava nos contra-ataques. E foi assim que os visitantes ampliaram o placar aos 13 minutos. Em boa jogada pelo meio, Welder, sozinho, arriscou chute no canto esquerdo do goleiro adversário. A bola ainda bateu na trave antes de balançar as redes: 2 a 0 para o Jabuca.

Com a 'corda no pescoço', a AD Guarulhos foi de vez para o ataque, sem se preocupar com os espaços deixados para o ataque do Leão. Porém, desta vez, a pressão fez efeito. Em jogada de bola parada alçada na área, o zagueiro Rafael Mogi foi mais esperto e diminuiu a contagem para a equipe da casa: 2 a 1 no placar.

Jogada pela direita do Leão da Caneleira

O gol animou a equipe guarulhense, que foi para a pressão, tentando fazer o gol de empate, que daria, matematicamente, a classificação para a AD Guarulhos. O Jabaquara não se encolheu e sempre assustava nos contra-ataques. E foi assim que o gol que fechou o marcador saiu, com o atacante Luís Thiago, aos 47 do segundo tempo. Final de jogo no Ninho do Corvo: AD Guarulhos 1, Jabaquara 3 e festa Rubro Amarela na Grande São Paulo.

Infelizmente houve dois ocorridos negativos. O primeiro é que o goleiro do Leão da Caneleira, Thyago, levou uma pancada na cabeça e o árbitro Lucas Canetto Bellote não permitiu o atendimento médico imediato do atleta. Só fez isso depois de aplicar o cartão amarelo ao jogador. Além disso, não tinha água no vestiário visitando e, com isso, a delegação do Jabaquara teve que sair do estádio sem poder tomar banho.

Porém, para melhorar ainda mais a situação do Leão da Caneleira no Campeonato, o EC São Bernardo tropeçou em casa, ficando apenas no empate em 2 a 2 contra o Manthiqueira. Agora, o Jabaquara foi a 14 pontos, está só a dois da zona de classificação e na próxima rodada enfrenta o Mauaense no dia 3 de julho, domingo, às 10 horas, no Estádio Espanha, em Santos. Já a AD Guarulhos continua em terceiro, com 21 pontos, e encara o União, no mesmo dia e horário do jogo do Jabaquara, no Nogueirão, em Mogi das Cruzes.


Entrevista com o técnico Darlan Sant'anna

Ficha Técnica

AD GUARULHOS 1 X 3 JABAQUARA

Data: 25 de junho de 2016
Local: Ninho do Corvo - Guarulhos-SP
Árbitro: Lucas Canetto Bellote
Assistentes: Alex Ang Ribeiro e Fabricio Porfirio de Moura

Cartões Amarelos
AD Guarulhos: Macksuel e Rafael Mogi.
Jabaquara: Thyago, Gustavo e Alef.

Gols
AD Guarulhos: Rafael Mogi, aos 25' do segundo tempo.
Jabaquara: Alef, ao 1', Welder, aos 13', e Luís Thiago, aos 47' do segundo tempo.

AD Guarulhos: Lucas; Bartô, Rafhael, Rafael Mogi e Cadu; Macksuel (Rhuan), Douglas, Lucas Neves e Kaique; Felipe e Juninho (Brener) (Leiker) - Técnico: Ricardo Alexandre.

Jabaquara: Thyago; Jé, Patrick e Jefferson; Mancha, Gustavo, João Vitor, Welder (Pedro Felipe) e Caíque (Jean); Luís Thiago e Alef - Técnico: Darlan Sant'anna.

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