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O título do Uruguai na primeira Copa do Mundo

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

A Celeste venceu o seu primeiro Mundial em 1930

Neste domingo, dia 30 de julho de 2023, se completam 93 anos que o Uruguai conquistou o primeiro título da história das Copas do Mundo da FIFA. Este feito aconteceu contra a Argentina, com uma grande vitória por 4 a 2, no gramado do Estádio Centenário, em Montevideo.

Para chegar na finalíssima, a Celeste, que era a anfitriã do torneio naquela oportunidade, fechou a primeira fase com uma vitória e um empate em dois jogos. Na semifinal, despachou a Iugoslávia, com uma goleada de 6 a 1.

Por outro lado, a Albiceleste vinha de uma trajetória com 100% de aproveitamento para a final. Isso porque, os argentinos terminaram a sua participação no Grupo 1 com seis pontos em três partidas disputadas. Na semi, repetiu a goleada dos anfitriões: 6 a 1 para cima dos Estados Unidos.

Com bola rolando na decisão, Dorado abriu o placar para o selecionado uruguaio logo aos 12'. Na marca dos 20', Peucelle igualou o marcador e ainda antes do intervalo, Stábile teve tempo de virar o jogo nos 37'.


Na etapa complementar, o Uruguai voltou disposto a resolver a partida e reverteu a desvantagem em grande estilo. Cea empatou aos 57', Iriarte devolveu a equipe da casa na liderança do marcador, e já nos 89', Castro deu números finais ao confronto sul-americano.

Após esta histórica conquista, a Seleção Uruguaia voltaria a ganhar um título Mundial 20 anos depois. Nesta outra oportunidade, a Celeste bateu o Brasil pelo placar de 2 a 1, num episódio que ficou conhecido como o 'Maracanazo'.

O início de Diego Forlán na Seleção Uruguaia

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Forlán estreou na Seleção Uruguaia em 2002

Diego Forlán Corazo, ex-atacante renomado do futebol uruguaio, está comemorando o seu 44º aniversário nesta sexta-feira, dia 19 de maio de 2023. Em 2002, o jogador iniciou a sua trajetória com a camisa da Seleção Uruguaia.

O vínculo do filho de Pablo Forlán, um dos grandes jogadores da história do futebol uruguaio, com a Celeste começou em um amistoso preparativo para a Copa do Mundo de 2002, que viria a ser disputada no Japão e na Coreia, diante da Seleção da Arábia Saudita. A partida aconteceu no dia 18 de março do ano em que o Brasil conquistou o seu quinto título mundial.

Nesse jogo, Forlán começou entre os 11 iniciais, usando a camisa com o número 9 estampado no seu costado. Além de ter atuado durante os 90 minutos protocolares, La Bruja foi ator de um dos gols da vitória pelo placar de 3 a 2 sobre os sauditas.

Seu desempenho foi satisfatório e ele ficou entre os 23 convocados que defenderam a Celeste Olímpica na Copa do Mundo de 2002, realizada entre Japão e Coreia do Sul. O Uruguai não foi bem, acabou sendo eliminado na primeira fase, mas Forlán marcou um dos gols mais bonitos do certame.


Na sequência desta sua passagem pelo selecionado uruguaio perdurou até o 2014, ano no qual disputou a sua última Copa do Mundo, inclusive, sediada no Brasil. Vale lembra que na Copa de 2010, na África do Sul, quando o Uruguai foi semifinalista, Diego Forlán foi escolhido o melhor da competição.

Em todo este período pela Seleção Uruguaia, Diego Forlán disputou 112 jogos pela Celeste Olímpica, saindo vitorioso em 42 oportunidades e ainda anotou pouco 35 tentos, segundo o site oficial da Conmebol. La Bruja, assim como seu pai, deixou sua marca com a camisa azul clara.

A trajetória gloriosa de Ricardinho pelo Cruzeiro

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Ricardinho teve duas passagens pelo Cruzeiro

Nesta sexta-feira, dia 24, Ricardo Alexandre dos Santos, mais conhecido apenas como Ricardinho, está comemorando o seu 46º ano de vida. Enquanto atuou dentro das quatro linhas, o volante se tornou o maior vencedor de títulos vestindo a camisa do Cruzeiro, fardo que carrega até os dias de hoje. Somou um total de 15 troféus pelo clube, fez 441 jogos balançou as redes em um total de 46 gols.

Natural de Passos, cidade localizada no interior do estado de Minas Gerais, começou sua trajetória no mundo do futebol nas categorias de base cruzeirenses e ainda se profissionalizou no clube Celeste em 1994, com apenas 18 anos de idade. Apesar de ser considerado franzino para cumprir uma função no meio de campo, mostrou uma grande evolução e se tornou titular absoluto em 95. Suas principais características eram a consistência em marcação, bom passe, visão de jogo e os chutes de longe.

A coleção de taças de Ricardinho começou bem cedo. Em 94, se sagrou campeão mineiro; na temporada seguinte, conquistou a Copa Master da Supercopa, competição internacional. O outros títulos vieram em 96, quando a Raposa superou o poderosíssimo Palmeiras na Copa do Brasil, além do ano de 1997, ficou com a taça da Copa Libertadores. Estes dois últimos são os favoritos do ex-atleta.

Sua primeira passagem pelo Cabuloso durou até 2002, ano em que Ricardinho se transferiu para o Japão. Em todo este tempo em que esteve em Belo Horizonte, foram 15 troféus erguidos, sendo eles: dois títulos da Copa do Brasil, uma Libertadores, duas Copas Sul-Minas, três Campeonatos Mineiros, um Supercampeonato Mineiro, uma Copa Ouro, uma Copa Master, uma Recopa Sul-Americana, uma Copa Centro-Oeste e uma Copa dos Campeões.


Após cinco temporadas jogando por equipes como Kashiwa Reysol e Kashima Antlers, retornou ao Cruzeiro em 2007, mas não teve o mesmo sucesso, apesar de estar usando a faixa de capitão. Em sua última partida pelo time azul e branco, saiu de campo sendo vaiado pela torcida cruzeirense. Depois deste episódio, o meio campista entrou em comum acordo com a diretoria e acabou rescindindo o seu contrato com o clube Celeste.

Posteriormente, Ricardinho ainda jogou pelo Corinthians em 2007, mas optou por encerrar a sua carreira como jogador de futebol profissional aos 31 anos de idade devido as crônicas lesões no tornozelo. Atualmente, o ex-jogador ocupa a 12ª posição no ranking dos atletas com mais jogos disputados pelo Cruzeiro.

A passagem de Sérgio João pelo Bolívar com direito a artilharia na Libertadores 1998

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Sérgio João passou pelo Bolívar entre 1997 e 1998

Nascido neste mesmo dia no estado do Rio de Janeiro em 1968, Sérgio Ricardo João, popularmente conhecido apenas como Sérgio João, está celebrando o 53º aniversário nesse domingo. Por isso, vamos recordar como foi a passagem do brasileiro pelo Bolívar.

O atacante carioca foi revelado pelo Madureira e depois passou por clubes como América-RJ, Americana, Atlético de Alagoinhas, Friburguense e Tupi. Antes de se juntar aos Celestes, ainda passou rapidamente pela equipe do Stormer's da Bolívia.

Chegou ao Bolívar no ano de 1997, clube onde fez muito sucesso. Em sua primeira temporada vestindo a camisa do time da capital boliviana, foi uma peça muito importante para a conquista do campeonato nacional da temporada. Na Libertadores, Sérgio João não conseguiu fazer o suficiente para ajudar a sua equipe, que acabou sendo eliminado pelo Sporting Cristal, vice-campeão continental.

Em 1998, foi o grande artilheiro da Copa Libertadores da América ao marcar 14 gols em toda a competição. Além disso, foi o primeiro jogador de um clube da Bolívia a conseguir atingir esta marca e o 12º atleta do Brasil à conseguir este feito.

Por conta de sua grande coleção de boas atuações com a camisa do time Celeste de La Paz, chegou a ser alvo de especulação para uma possível convocação para a seleção boliviana, mas acabou não tendo essa oportunidade.


Depois de passar pelo Bolívar, ainda defendeu equipes como América de Cali, Jorge Wilstermann, Vitória de Setúbal, Blooming, Independiente Petrolero, Aurora e CENE. Encerrou a sua carreira como jogador de futebol profissional no União Rondonópolis no ano de 2005.

O primeiro gol de Zico pela Seleção Brasileira

Foto: arquivo pessoal

Zico no meio dos jogadores da Seleção Brasileira: primeiro jogo e gol com a "amarelinha"

Em um 25 de fevereiro, só que do ano de 1976, a Seleção Brasileira enfrentava o Uruguai, no Estádio Centenário, em Montevidéu, em partida que valia por dois torneios: a Taça do Atlântico e a Copa Rio Branco. O time canarinho levou a melhor e venceu por 2 a 1. Mas aquele embate marcaria o primeiro jogo e gol de um grande craque a história do futebol do Brasil com a 'amarelinha': Zico.

O Galinho de Quintino já era um pedido de muitos, pois tinha tornado o destaque do Flamengo na época. E a grande torcida Rubro Negra pregava que ele deveria ser convocado. Com isto, Osvaldo Brandão atendeu aos pedidos e levou o craque para a Seleção.

Zico, que ficou famoso por usar a camisa 10, naquele dia foi o 8, pois o número mítico, na época, tinha dono: Rivellino. E havia um dado interessante naquele jogo no Estádio Centenário: era a primeira vez que Brasil e Uruguai se enfrentavam desde a semifinal da Copa do Mundo de 1970, no México, onde o Time Canarinho levou a melhor e venceu por 3 a 1.

O Centenário sempre foi um local onde a Seleção Uruguai se sobrepunha. Porém, quem saiu na frente naquele 25 de fevereiro foi o Brasil, com gol de Nelinho, em cobrança de falta, com oito minutos de partida. Mas, a Celeste sempre foi "osso duro de roer" e Ocampo empatou a 'peleja', aos 24'.

No segundo tempo, a partida continuou equilibrada, com as duas equipes se alternando no controle da bola. Mas, no final da partida, mais precisamente aos 38 minutos, a Seleção Brasileira teve uma falta próxima da área. O então camisa 8 do time canarinho foi para cobrança e balançou as redes: era a vitória do Brasil em pleno Centenário e primeiro gol de Zico em seu jogo inaugural com a "amarelinha".


Quando a partida completou 40 anos, Zico recordou o fato em suas mídias sociais, postando a imagem que abre este artigo. "Recebi essa foto de minha estreia na Selecão Brasileira em 1976 contra o Uruguai em Montevidéu. Ganhamos de 2 a 1. Na foto: Valdir Peres, Rivellino (capitão), Chicão, Amaral, Miguel, Palhinha e Nelinho. Faltaram Marinho, Flecha e Lula".

Esse seria o primeiro dos 48 gols marcados por Zico pela Seleção em jogos da equipe principal, contra outros selecionados. Contando os não-oficiais, ele marcou 66 tentos com as camisas 8 e 10 do Brasil. Zico jogou com a amarelinha por um pouco mais de 10 anos, sendo a última partida a desclassificação para a França nas quartas-de-final da Copa do Mundo de 1986.

O Curioso do Futebol

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