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Corinthians vence o Deportivo Cali nas penalidades e mantém a hegemonia de títulos na Libertadores Feminina

Foto: Conmebol

No tempo normal, empate em 0 a 0

O Corinthians é o campeão da Libertadores Feminina 2025. Depois de um empate em 0 a 0 no tempo normal, no Estádio Florencio Sola, em Banfield, na Argentina, o Timão levou a melhor sobre o Deportivo Cali nas penalidades, por 5 a 4, e ficou com o título, repetindo o feito dos dois últimos anos, conquistando o terceiro seguido.

Para chegar na decisão, as duas equipes passaram pelas penalidades. O Deportivo Cali eliminou o Colo-Colo, vencendo por 5 a 4 nas cobranças, depois de empate em 0 a 0 no tempo normal. Já o Corinthians empatou com a Ferroviária em 1 a 1 e depois levou a melhor nos pênaltis: 6 a 5.

O primeiro tempo começou com um cenário equilibrado e de muita disputa no meio-campo. Aos 13 minutos, Érika teve a primeira grande chance da partida em uma cabeçada firme, exigindo defesa da goleira Agudelo, que voltaria a brilhar aos 21, em chute forte de Duda Sampaio de fora da área.

O time brasileiro manteve a posse de bola, mas sem assustar o Deportivo Cali no campo de defesa. No fim da etapa, o time chegou a marcar com Érika após rebote dentro da área, porém o gol foi anulado pelo VAR, que identificou participação irregular de Vic Albuquerque em posição de impedimento.

O Corinthians voltou com mais ímpeto no segundo tempo e foi criando chances seguidas, sendo que a melhor delas foi aos 10', com Tamires. Mas, depois dos 20 minutos, o jogo equilibrou novamente, com o Deportivo Cali tentando mais contra-ataques.


Aos 34', o time colombiano quase marca olímpico, Jaqueline salvou o Corinthians tirando a bola em cima da linha. Na reta final, as corintianas foram de vez ao ataque, mas como o gol não saiu, a definição do título foi para as penalidades.

Nas cobranças, pelo Corinthians, Gabi Zanotti, Vic Albuquerque, Taís Ferreira, Mariza e Johnson fizeram. Pelo Deportivo Cali, Garcia, Aponzá e Perlaza marcaram, mas Ibarguen mandou na trave e o Timão venceu por 5 a 3 e ficou com o seu terceiro título seguido.

Ferroviária vence o Colo-Colo e fica em terceiro na Libertadores Feminina 2025

Foto: Conmebol

Terceiro lugar para a Ferroviária

Com uma vitória por 1 a 0 sobre o Colo-Colo, a Ferroviária garantiu o terceiro lugar da Copa Libertadores Feminina de 2025. A partida foi na manhã deste sábado, dia 18, no Estádio Florencio Sola, em Banfield, na Argentina.

As duas equipes perderam a vaga na final nas penalidades. Depois de um empate em 0 a 0 no tempo normal, o Colo-Colo foi derrotado pelo Deportivo Cali por 5 a 4 nas cobranças. Já a Ferroviária ficou no 1 a 1 com o Corinthians no tempo normal, perdendo por 6 a 5 nos pênaltis.

E logo no primeiro minuto de jogo, a Ferroviária abriu o marcador. Em jogada pela esquerda, a defesa do Colo-Colo parou achando que a arbitragem ia marcar falta, mas deu vantagem e Kati, de primeira, mandou para o fundo das redes após cruzamento de Fátima Dutra.

A Ferroviária seguia melhor no jogo, criando oportunidades e não dando chances ao time chileno, que não conseguia fazer jogadas de ataque. As Guerreiras Grenás tentaram ampliar o marcador, mas a partida foi para o intervalo com o placar de 1 a 0.


Na segunda etapa, a Ferroviária seguia melhor, mas não conseguia ampliar o marcador, pois o Colo-Colo acertou a marcação. Ao passar dos minutos, o time chileno até tentou uma pressão para empatar, mas o 1 a 0 persistiu e as Guerreiras Grenás ficaram em terceiro na Libertadores Feminina.

Corinthians bate a Ferroviária nas penalidades e vai à final da Libertadores Feminina

Foto: divulgação / Conmebol

Empate em 1 a 1 no tempo normal

O Corinthians está na decisão da Libertadores Feminina de 2025. Na noite desta quarta-feira, no Estádio Nuevo Francisco Urbano, em Banfield, na Argentina, depois de um empate em 1 a 1 no tempo normal, as Brabas do Timão bateram a Ferroviária, nas penalidades, por 6 a 5, e vão encarar o Deportivo Cali na final.

O Corinthians controlou as ações no primeiro tempo. Logo no início, Duda Sampaio levou perigo, tirando tinta da trave. A Ferroviária, por sua vez, adotou uma postura mais fechada. Ainda assim, assustou com Raquel, que ficou cara a cara com Nicole.

Já na reta final, o Corinthians voltou a apertar: primeiro, quase marcou com Duda Sampaio, em chute da entrada da área. Depois, quando Andressa Alves cobrou falta fechada, Mariza desviou de cabeça na primeira trave e abriu o placar, aos 40 minutos.

No segundo tempo, a Ferroviária se lançou de vez ao ataque, em busca do gol de empate, que saiu aos 35 minutos. Duda Santos cobrou falta cruzada na área. Fátima Dutra desviou na primeira trave e a bola sobrou para Andressa, que completou para as redes: 1 a 1 e a definição da vaga foi para as penalidades.

Pelo Corinthians, Gabi Zanotti, Vic Albuquerque, Marisa, Johnson, Taís Ferreira e Duda Sampaio fizeram. Jaqueline bateu para fora. Já pela Ferroviária, Duda, Kati, Rafa Soares, Micaelly e Andressa marcaram. Mas, Mylena Carioca mandou por cima e Nicole defendeu a batida de Fátima Dutra. Brabas na final por 6 a 5.


Com os resultados, Ferroviária e Colo-Colo decidem o terceiro lugar da competição às 16 horas do sábado, dia 18. Já às 20 horas, Corinthians e Deportivo Cali fazem a grande final da Libertadores Feminina. Os jogos serão no Estádio Nuevo Francisco Urbano, em Banfield.

Deportivo Cali vence o Colo-Colo nas penalidades e está na decisão da Libertadores Feminina

Foto: divulgação / Conmebol

Empate em 0 a 0 no tempo normal

O Deportivo Cali está na final da Conmebol Libertadores Feminina 2025! A equipe colombiana superou o Colo-Colo, do Chile, nas cobranças de pênaltis por 5 a 4, após empate sem gols no tempo normal, em partida disputada na tarde desta quarta-feira, dia 15, no Estádio Nuevo Francisco Urbano, em Banfield, na Argentina. A atacante Mary Valencia desperdiçou a cobrança decisiva para o time chileno.

O primeiro tempo foi equilibrado, com o Colo-Colo tendo um leve domínio da posse de bola nos minutos iniciais, mas sem transformar essa superioridade em chances claras de gol. Aos poucos, o Deportivo Cali cresceu na partida e passou a levar mais perigo ao gol adversário.

Na etapa final, as colombianas voltaram ainda mais intensas, pressionando o time de Macul e criando duas boas oportunidades para abrir o placar, aos 8 e 11 minutos. Apesar da pressão, o marcador permaneceu zerado, levando a decisão para as penalidades.


Nas cobranças, o Deportivo Cali foi mais eficiente e garantiu a vaga na grande final ao vencer por 5 a 4. Já o Colo-Colo, comandado pela brasileira Tatiele Silveira, parou na trave e se despediu do sonho do título continental.

Agora, o time colombiano aguarda o vencedor do confronto brasileiro entre Corinthians e Ferroviária, que definem o outro finalista. A decisão está marcada para o sábado, dia 18, às 20h, no Estádio Francisco Urbano. Mais cedo, às 16h, Colo-Colo disputa o terceiro lugar da competição.

São Paulo perde para o Deportivo Cali e é eliminado da Libertadores Feminina

Foto: divulgação / Conmebol

Derrota do Tricolor em Banfield

Na noite deste domingo, dia 12, no Estádio Florencio Sola, em Banfield, na Argentina, o São Paulo perdeu para o Deportivo Cali, por 2 a 0, pelas quartas de final da Libertadores Feminina 2025 e foi eliminado da competição. O time colombiano vai para a semifinal, onde vai encarar o Colo-Colo.

O São Paulo começou com mais posse e volume no ataque, rondando a área colombiana com cruzamentos que as defensoras do Deportivo Cali levaram a melhor. A primeira grande chance do jogo foi do time colombiano. Kaká errou na marcação, Marquinez avançou sozinha e finalizou para grande defesa de Carlinha.

O Tricolor seguia com mais posse de bola, pressionando a saída de bola do Deportivo Cali, mas foi o time colombiano que abriu o placar. Depois de chutão para frente, Kaká recuou para para Carlinha e Marquinez, desta vez, não desperdiçou e fez 1 a 0 para o Deportivo Cali, aos 33', que levou a vantagem para o intervalo.

No segundo tempo, o São Paulo entrou nervoso e ficou com a situação pior aos 16 minutos. Cruzamento na entrada da área do Tricolor, Carol Gil fez o corte e arbitragem dá mão da zagueira: pênalti! Paola Garcia foi para a cobrança e fez 2 a 0 para o Deportivo Cali.


Depois de levar o segundo gol, o São Paulo acordou e foi para cima. Aos 32', Any finalizou e a bola foi na trave após desvio da goleira Agudelo. O Tricolor tentou de todas as formas marcar, mas a classificação ficou com o Deportivo Cali.

Com o resultado, o Deportivo Cali vai encarar o Colo-Colo, que eliminou o Libertad, na semifinal da Libertadores Feminina. O jogo será quinta-feira, dia 15, às 16 horas, no Estádio Florencio Sola, em Banfield, na Argentina. O São Paulo está eliminado do certame.

Colo-Colo vence o Libertad e está na semifinal da Libertadores Feminina

Foto: divulgação / Conmebol

Comemoração do time chileno

O Colo-Colo, comandado pela técnica brasileira Tatiele Silveira, garantiu vaga na semifinal da Libertadores Feminina ao vencer o Libertad por 1 a 0, na tarde deste domingo, dia 12, no Estádio Francisco Sola, em Banfield, na Argentina.

O Colo-Colo comandou o primeiro tempo, mas desperdiçava chances de abrir o marcador. O Libertad, por outro lado, não conseguia armar jogadas de ataque e mostrava falhas defensivas. Mas, o jogo foi para o intervalo com o placar em 0 a 0.

Após um primeiro tempo de muitas finalizações desperdiçadas, o gol da classificação saiu na segunda etapa. Aos 14 minutos, Valencia subiu com estilo e, de cabeça, marcou o único gol da partida. A atacante se tornou o destaque do jogo, criando outras boas chances — em uma delas, parou na defesa, e em outra, foi travada pela zaga. O Libertad ainda tentou reagir com Liz Peña, mas sem sucesso. Fim de jogo em Banfield e vitória merecida do Colo-Colo, que segue firme na busca pelo título continental.


O Colo-Colo vai enfrentar, na semifinal, o vencedor de São Paulo e Deportivo Cali, que se enfrentam ainda neste domingo. O jogo será na quarta-feira, dia 15, às 17 horas, no Estádio Florencio Sola, em Banfield, na Argentina. Já o Libertad foi eliminado do certame.


São Paulo vence o Olimpia e avança para as quartas da Libertadores Feminina

Foto: divulgação / Conmebol

São Paulo garantiu a classificação

Na noite desta quinta-feira, dia 9, no Estádio Florencio Sola, em Banfield, na Argentina, o São Paulo venceu o Olimpia, pelo placar de 1 a 0, e cravou seu lugar nas quartas de final da Libertadores Feminina, ficando em segundo do Grupo C da primeira fase do certame.

O São Paulo levou um susto com menos de dois minutos de jogo. Tania Riso completou cobrança de escanteio e cabeceou a bola no travessão. Após a tensão inicial, as Soberanas ficaram mais com a bola, mas esbarraram na defesa bem postada do Olimpia. O jogo ficou truncado, com poucas chances dos dois lados.

O Tricolor ameaçou em chute de Aline Milene da entrada da área defendido por Ortiz aos 27 minutos. O lance embalou o time, que chegou de novo em finalização de Isa Guimarães defendida pela goleira aos 33'. O São Paulo manteve o controle do jogo até o intervalo, mas não conseguiu balançar as redes.

Logo no primeiro minuto da segunda etapa, Aline Milene recebeu lançamento e deu toquinho por cima de Ortiz. A bola foi entrando devagar, a zagueira do Olimpia tirou em cima da linha e a arbitragem confirmou o gol. O VAR revisou o lance e apontou que a bola não entrou.

Aos 3', Isa Guimarães foi atropelada dentro da área por Vizcuña e o pênalti foi marcado. Ela mesma foi para a cobrança, Ortiz defendeu e a bola ainda bateu na trave. Na sequência, Isa Guimarães finalizou no rebote, Ortiz defendeu de novo, mas a bola bateu em uma jogadora do Olimpia e entrou: 1 a 0.


O São Paulo ainda criou diversas chances para ampliar o marcador, mas não conseguia transformar este domínio em bola na rede. E, apesar de uma ou outra chegada no ataque das paraguaias, o Tricolor ficou com a vitória e a classificação.

Com o resultado, o São Paulo se classificou em segundo do Grupo C e nas quartas vai encarar o Deportivo Cali, o primeiro do Grupo D. O jogo será domingo, dia 12, às 20 horas, no Estádio Florencio Sola, em Banfield, na Argentina.

A passagem de Camoranesi pelo Banfield

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Camoranesi atuando no Banfield

Mauro Camoranesi foi um dos nomes mais celebrados do time italiano campeão da Copa do Mundo de 2006. O polivalente ex-volante, que jogava por vezes de ala e até ponta na verdade nasceu na Argentina e acabou se naturalizando italiano. Ele, que completa 46 anos neste dia 4 foi uma figura carimbada do futebol italiano nos anos 2000, mas começou sua carreira na sua terra natal. Entre os primeiros clubes que jogou, atuou pelo Banfield.

Ele chegou ao Taladro em 1997, depois de um início de carreira muito conturbado e marcado por alguns problemas disciplinares tanto dentro quanto fora de campo, já que tinha fama de ser um jogador violento e que costumava levar cartões. Chegou ao clube de Lomas de Zamora para tentar colocar a carreira nos trilhos durante aquele ano de 1998. 

Desde o início mostrou características diferentes atuando pela equipe alviverde. Por lá, ao invés de atuar como o primeiro volante que era passou a jogar mais a frente e ter mais ações ofensivas no campo. Logo, seus gols e assistências começaram a aparecer mais, apesar de na época atuar com o Banfield na segunda divisão argentina. Ainda assim, seu jogo evoluiu muito neste período, independente da qualidade da competição.


Viveu sua fase mais artilheira naquele período, se tornando o grande jogador do Banfield durante aquele ano. Apesar de não conseguir ajudar sua equipe a conquistar acesso, seu bom futebol acabou chamando a atenção de times mais atrativos no futebol, tanto da Argentina quanto estrangeiros, principalmente de outros países da América Latina. Foi assim que, ao final daquele ano, acabou negociado com o Cruz Azul, do México e deixando o Banfield.

No total, segundo números que aparecem tanto no portal Ogol como na Wikipedia, Camoranesi marcou 16 gols pelo Banfield, em 31 jogos que atuou com a camisa taladra. Seus bons jogos fizeram com que o torcedor nunca esquecesse do "Mago de Tandill". 

Santos joga mal na Argentina e estreia perdendo para o Banfield na Sul-Americana

Por Lucas Paes
Foto: Ivan Storti/Santos FC

O Santos jogou mal em Buenos Aires

O Santos começou mal a Copa Sul-Americana de 2022. O Alvinegro Praiano jogou muito mal, pouco ofereceu de perigo e acabou perdendo para o Banfield por 1 a 0, na noite desta terça, dia 5, no Estádio Florencio Sola, que fica na região metropolitana de Buenos Aires. O resultado deixa o time de Vila Belmiro em situação não tão legal, precisando vencer a Universidad Católica do Equador na Vila Belmiro. 

O Santos vinha de duas semanas sem jogar, tendo sua última partida na vitória diante do Água Santa pelo Paulistão que salvou a equipe alvinegra de uma vexatória queda no Campeonato Paulista de 2022 e não servindo para classificação. Já o Banfield vem de derrota em casa para o Argentinos Júniors por 2 a 0, em jogo válido pelo campeonato argentino.

O Santos começou o jogo deixando a bola com o Banfield e tentando se defender. Os ataques eram poucos de um lado e de outro e os 20 minutos iniciais tiveram poucas emoções, ainda que o time alviverde tivesse mais a bola. Aos 25', Maicon falhou feio, Cruz saiu na cara do gol e João Paulo evitou o gol.

Fora isso, o jogo dali pra frente seguiu no mesmo tom, sem muitas emoções de um lado ou de outro. Já no finalzinho do primeiro tempo, o Banfield abriu o placar com Ursi, numa falha grotesca de Maicon, que foi tirar uma bola que ia as mãos de João Paulo e acabou soltando nos pés de Ursi, que fez um golaço, encerrando o primeiro tempo em 1 a 0. 

O time argentino voltou em cima na etapa final. Aos três minutos, Ursi chutou para boa defesa de João Paulo. O domínio seguiu maior do time argentino, porém novamente a equipe, que genuinamente tem muitos defeitos, tinha enorme dificuldade criativa. Aos 28', João Paulo fez outra boa defesa em chute de Cruz.


Na sequência, um chute de Usi passou ao lado do gol. O Peixe chegou a ter um a mais no finalzinho, numa besta expulsão de Dominguez. Nos acréscimos, Lucas Barbosa chutou de longe e Moya pegou. No finalzinho, o time de Bustos até chegou, mas não conseguiu marcar o gol. 

Agora, o Alvinegro Praiano volta a campo no sábado, dia 9, às 16h30, quando enfrenta o Fluminense no Maracanã pela estreia do Brasileirão. O Banfield por sua vez visita o Patronato no domingo, dia 10, às 14 horas, pelo Campeonato Argentino. 

Infarto causa morte de Vagner Lopes, ex-lateral de Guarani, Juventus, Real Madrid, XV e Banfield, entre outros

Com informações do UOL
Foto: arquivo pessoal

Vagner Lopes quando defendeu o XV de Piracicaba em 1995

Faleceu no final da noite desta quinta-feira, dia 15, o ex-lateral-direito Vagner Lopes, aos 48 anos, que teve passagens por diversos times do futebol brasileiro e mundial, após um infarto fulminante. A informação foi confirmada através de suas mídias sociais, já que ele estava pregando como pastor evangélico.

Nascido em 22 de maio de 1973, Vagner Lopes saiu de casa com 12 anos para atuar na base do Guarani e tentar a vida nos gramados. Chegou a se profissionalizar no time de Campinas e a partir de então passou a ser andarilho da bola, atuando em equipes como o Juventus e o Ituano.

Enfrentou obstáculos comuns a outros atletas. Veio de família humilde de um bairro carente e teve contato desde cedo com os caminhos tortuosos que muitos jovens escolhem. Começou a usar drogas ainda na adolescência e se tornou um viciado por dez anos. Vagner Lopes se afundou e usou todo tipo de droga, principalmente cocaína.


Ele chegou a jogar no quinto escalão do futebol paulista, defendendo o Primavera de Indaiatuba, quando conseguiu se livrar dos problemas com as drogas e melhorar na carreira. Foi agenciado pelo poderoso Juan Figger, chegou a passar pelo Real Madrid por um período curto em 1994. Atuou no time B do grande clube espanhol e chamou a atenção do treinador Rafa Benítez. Mas uma lesão grave o fez voltar ao Brasil.

Vagner ainda jogou no XV de Piracicaba, em 1995, no argentino Banfield e passou pelo futebol dos Estados Unidos. Ele foi chamado para atuar pela URT, de Minas Gerais, mas resolveu encerrar a carreira. Foi então que virou pastor. Amigo do atacante corintiano Jô, pregava para os jogadores do Timão. Também fundou a Comunidade Aprisco da Família.

Vagner, ao lado de Recio (olhando para trás) na curta passagem pelo Real Madrid

A passagem de Zanetti pelo Banfield

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Zanetti em ação pelo Banfield diante do Boca

Poucos jogadores argentinos tem uma ligação tão forte com um clube como o "Capitano" Javier Zanetti. Completando 47 anos neste dia 10 de agosto, o ex-lateral argentino está até hoje ligado a funções na Internazionale, clube o qual defendeu durante quase 20 anos e foi capitão durante boa parte desse período. Antes, porém, de marcar seu nome na história interista, o Pupi teve uma boa passagem pelo Banfield.

A história de Zanetti com os Taladros começa em 1993. Na época apenas um garoto de 19 anos, o jovem lateral chamou a atenção dos alviverdes com boas atuações pelo Talleres de Remédios de Escalada e o clube de Buenos Aires trouxe ele na metade de 1993. Estreou na nova equipe no dia 12 de setembro de 1993, diante do River Plate. Apenas 17 dias depois, marcou seu primeiro gol pelo clube, em um jogo contra o Newell's Old Boys.

A suas ótimas atuações na primeira temporada de Banfield renderam propostas de River Plate e Boca Juniors, desesperados para contar com o jovem lateral que já figurava inclusive na Seleção Argentina. Zanetti, porém, decide permanecer por mais uma temporada jogando em Florencio Sola, para a decepção dos dois gigantes do futebol argentino.


Na temporada 1994/1995, faz atuações ainda melhores pelo Banfield. Marca três vezes em 29 jogos do Campeonato Argentino. Só que suas boas atuações dessa vez acabam fazendo com que seu nome escape das fronteiras latinas e chame a atenção de Massimo Moratti, dono da Internazionale, que tem no argentino a primeira compra de sua história a frente da Beneamata. 

Zanetti jogou no total 66 partidas com a camisa do Banfield, marcando um total de quatro gols. Não demoraria muito para se encaixar na Internazionale, de onde rapidamente virou titular e um dos principais jogadores. O resto, como sabemos, é história.

As camisas de Javier Zanetti

Por Lucas Paes


Neste 10 de agosto de 2017, Javier Zanetti completa 44 anos. Jogador de técnica refinada e de grande classe, o argentino é um dos maiores (se não o maior) ídolo da história da Internazionale de Milão. Mas se engana quem pensa que o Capitano só jogou na Inter, já que o atleta começou a carreira na sua terra natal.

TALLERES


Iniciou sua trajetória no Talleres, da cidade de Remedios de Escalada (e não no mais famoso, de Córdoba), equipe que na época frequentava a segunda divisão argentina, após ser rejeitado pelo Independiente de Avellaneda. Jogou apenas um ano nos Tallarines, sendo adquirido pelo Banfield em 1993. Fez 33 jogos e um gol pelos alvirrubros.


BANFIELD


Estreou pelo Banfield contra o River Plate e demorou apenas 17 dias para marcar seu primeiro gol pelo clube, em empate contra o Newells. Suas espetaculares atuações levaram River e Boca a fazerem de tudo para contarem com seu futebol, porém ele permaneceu outra temporada em El Taladro. Foram 66 jogos e 4 gols pelo Banfield. Saiu da equipe direto para a Inter, sendo a primeira aquisição de Massimo Moratti e o resto é história.


INTERNAZIONALE


E bota história nisso. Se em 1995 alguém falasse que aquele lateral vindo de terras portenhas se tornaria ídolo e capitão da Inter esta pessoa seria taxada de lunática. Pois Zanetti foi tudo isso. Em Milão, ganhou praticamente tudo que se pode imaginar. Se tornou capitão em 1999, sucedendo o lendário Giuseppe Bergomi. É também o jogador com mais partidas pela Inter, vestindo a camisa nerazzurra por 858 vezes e marcando 21 gols.

Em Appiano Gentile, além de tudo o que conquistou, mostrou uma polivalência tremenda, passando a atuar como meio campista após a chegada de Maicon. Com um preparo físico invejável, esteve bem até o dia de sua aposentadoria, tendo inclusive um marcante lance em um derby em 2012, onde correu o campo todo até ter seu cruzamento desviado por Yepes.


Aposentou-se ao fim da temporada 2013/2014. Conquistou cinco vezes a Serie A italiana, quatro vezes a Coppa Itália, quatro vezes a Supercopa italiana, uma vez a Liga dos Campeões e uma vez o Mundial de clubes da FIFA, além do título da Copa da UEFA de 1998, o único onde ele não era o capitão. O número 4 foi aposentado pela Internazionale em sua homenagem. Foi o capitão de um dos periodos mais gloriosos da história interista.


SELEÇÃO ARGENTINA


Convocado para a seleção principal desde 1994, Zanetti jogou 155 vezes pela Albiceleste, contando as atuações pelo profissional (143) e pelo sub-23 (12) e marcou 5 gols. É o jogador que mais vezes vestiu a camisa da seleção, recorde que pode ser ultrapassado tanto por Mascherano (possível) quanto por Messi (provável).

Entre os poucos gols que fez, esteve um de grande importância, quando empatou o jogo contra a Inglaterra pela Copa do Mundo de 1998, num duelo com uma rivalidade que vai muito além do futebol. Apesar da longevidade com a seleção, tem apenas uma medalha de ouro nos jogos Pan-Americanos de 1995, pois acabou participando de um período onde o time principal da Argentina vive uma enorme seca de conquistas.


Após encerrar a carreira, passou a trabalhar como dirigente na própria Internazionale, onde hoje ocupa o cargo de vice-presidente. Sua braçadeira foi herdada primeiro por Ranocchia e depois por Icardi, numa sucessão bastante questionada pelos torcedores devido ao caráter questionavel do centro-avante argentino.

O Curioso do Futebol

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