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São Paulo 0 x 3 Grêmio - Há 52 anos, a primeira partida de Campeonato Brasileiro

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

São Paulo e Grêmio duelando pelo Brasileirão

A história do Brasileirão é bastante longa, confusa e causa muita discussão sobre seu início. A Confederação Brasileira de Futebol mesmo não ajuda muito na confusão, já que reconhece a Taça Brasil e o Robertão como Brasileirão, mas colocou o campeonato de 2021 como o de 50 anos. Para todos os efeitos, em 7 de agosto de 1971, diante de apenas seis mil pessoas, num Morumbi que ainda não estava 100 por cento completo, São Paulo e Grêmio jogaram a estreia do que na época foi o primeiro "Campeonato Nacional de Clubes", com vitória dos gaúchos, mesmo no Morumbi, por 3 a 0. 

Aquele torneio a bem da verdade tinha absolutamente zero diferenças quanto ao Roberto Gomes Pedrosa, que era disputado desde 1967 e havia se originado da semente do Rio-São Paulo, que inclusive chegou a ter esse nome durante algum tempo. A CBF, que recém havia sido "criada" como uma nova instituição vinda da antiga Confederação Brasileira de Desportos, a CBD.

Histórico, aquele jogo no Morumbi foi de certa forma um "pesadelo" para o São Paulo e para sua torcida presente no estádio. Melhor no jogo desde o início, o Grêmio precisou de 10 minutos para abrir o placar, num lindo chute de Scotta, que encobriu o goleiro Sérgio, numa bola que estourou na trave e entrou. O Imortal usava de uma formação onde lançamentos vindo do meio rumo a dupla de Scotta e Flexa deixavam a defesa são-paulina atordoada.


Curiosamente, o time gaúcho foi melhor durante todos os 90 minutos. Foi só aos 36 minutos do segundo tempo que o time visitante chegou ao segundo, com uma linda jogada de Flexa, que saiu driblando o time do São Paulo e rolou para Scotta marcar mais um. Quatro minutos depois, foi a vez do argentino fazer a jogada em outra falha bizonha da defesa do São Paulo, chutar para Sérgio defender e Flexa fechar o placar no rebote.

Ao fim do jogo, a vitória ficou com o Grêmio, por 3 a 0, que registrou um belo resultado no primeiro duelo entre os tricolores paulista e gaúcho pelo que se chama hoje de Brasileirão. Aquele campeonato terminaria com o título do Atlético Mineiro. Derrotado naquele dia, o São Paulo ainda seria vice-campeão, enquanto o Grêmio terminaria em sexto. 

Cirúrgico, Flamengo vence o São Paulo no Morumbi pela semifinal da Copa do Brasil

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Flamengo

O Flamengo venceu no Morumbi

O Flamengo está com um pé e meio na final da Copa do Brasil de 2022. O rubro-negro foi ao Morumbi lotado, aguentou a pressão absurda do São Paulo e foi cirúrgico quando teve chances, vencendo o Tricolor por 3 a 1, em jogo disputado na noite desta quarta, dia 24, pelas semifinais da competição. Agora, no Maracanã, o rubro-negro poderá até perder por um gol de diferença  que sairá do Maraca classificado para a decisão, contra Fluminense ou Corinthians. 

As duas equipes jogaram recentemente pelo Brasileirão, com o São Paulo enfrentando e sendo derrotado pelo Santos na Vila Belmiro, em grande atuação de Soteldo e o Flamengo empatando o confronto direto com o Palmeiras no Allianz Parque. Na Copa do Brasil, o Mengão eliminou o Athletico Paranaense na fase anterior, enquanto o São Paulo tirou o América Mineiro.

O São Paulo tentou partir para cima, usando do Morumbi lotado para pressionar o Flamengo, mas o primeiro ataque perigoso foi do Flamengo, aos seis, com Arrascaeta driblando Jandrei e cruzamento para Pedro jogar para fora. Aos 9', o São Paulo chegou pela primeira vez e Santos fez uma defesa extraordinária numa cabeçada de Patrick. No segundo ataque que acertou, o Flamengo pulou na frente, numa cabeçada certeira de João Gomes, aos 11 minutos. Aos 20', Rodrigo Nestor perdeu ótima chance após boa jogada de Patrick. O São Paulo controlava mais a posse, mas pouco conseguia oferecer de perigo ao Flamengo. 

Aos 32', o Soberano criou a chance mais perigosa dele no primeiro tempo, quando Patrick recebeu de Calleri e acertou um torpedo no travessão. Aos poucos, os rubro-negros tentaram equilibrar as ações e chegar com perigo no ataque novamente. O primeiro tempo terminou mesmo em 1 a 0 para os flamenguistas.

A primeira chance da etapa final foi do Flamengo, com Pedro fazendo linda jogada e tocando para Gabriel bater por cima. Depois, o Tricolor passou de novo a pressionar. O fato é que o retrato do segundo tempo até sua metade foi do São Paulo tendo a bola, mas pouco conseguindo fazer diante da defesa flamenguista. Na primeira vez em que atacou com eficácia no segundo tempo, o Mengão puxou um contra-ataque rápido, onde Vidal acionou Rodinei, que jogou para Arrascaeta cruzar, Everton Ribeiro até parou em Jandrei, mas Gabigol mandou para as redes. 


Sem se abalar, o Tricolor seguiu tentando e aos 33', numa jogada trabalhada, Nestor recebeu e bateu como uma tacada de sinuca para as redes. A partir daí, o time da casa passou a pressionar de todas as formas, mas esbarrava no próprio nervosismo para tentar o empate. Nos acréscimos, Everton Cebolinha marcou o seu primeiro no Flamengo e o terceiro do time no jogo, ao acertar um chutaço no canto, fechando o placar e, praticamente, a eliminatória.

Agora, as duas equipes voltam a campo no final de semana, pelo Brasileirão. O São Paulo recebe o Fortaleza no Morumbi, enquanto o Flamengo faz clássico contra o Botafogo no Engenhão. Ambos os jogos serão no próximo domingo, às 16 horas. O jogo de volta da Copa do Brasil ocorre só no dia 14 de setembro, quarta-feira, também às 21h45, agora no Maracanã, casa do Flamengo. 

Há 77 anos, São Paulo aplicava a maior goleada da história do Pacaembu sobre o Jabuca

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

O Jabuca foi a vítima do Tricolor

O dia 8 de julho do ano de 1945 ficou marcado para sempre na história do São Paulo Futebol Clube e do Estádio Paulo Machado de Carvalho, o meu, o seu, o nosso Pacaembu (pelo menos até pouco tempo atrás). Naquele ano, o Tricolor Paulista, que seria campeão do Paulistão daquele ano, aplicou uma sonora goleada por 12 a 1 sobre o Jabaquara, que está na história como a maior da história do Pacaembu e da história são-paulina.

O São Paulo chegava naquela altura já como líder do campeonato, que, como já destacamos, teria o título do tricolor. Curiosamente, o Jabaquara, que seria vítima da goleada, não fazia uma campanha muito ruim, estando no meio de tabela, onde ficaria inclusive até o final da competição, apesar da goleada sofrida. 

A verdade é que o Jabaquara sequer conseguiu segurar a pressão do Tricolor do Morumbi no início da partida. Já aos 17 minutos, Remo marcou um belo gol de sem pulo para abrir o placar após reposição ruim de Joãozinho. Na sequência, Leônidas ampliou o marcador logo na saída de bola. Sem diminuir a pressão, aos 31', Leônidas aproveitou sobra de cruzamento para fazer o terceiro. Sete minutos depois, Teixeirinha fez o quarto e já na sequência Remo marcou mais um e colocou a vantagem em 5 a 0. Ainda antes do fim do primeiro tempo, aos 42', Leônidas marcou mais um e botou o marcador em 6 a 0.

Na etapa final, novamente os são-paulinos pouco deixaram o Jabuca respirar e marcaram o sétimo, num balaço de Barrios. Três minutos depois, o Diamante Negro Leônidas fez o gol mais bonito do jogo, recebendo na frente do goleiro e tocando de calcanhar para as redes. Aos 15', Teixeirinha marcou o nono gol são-paulino. O décimo veio apenas dois minutos depois, num belíssimo chute de Remo após cruzamento de Teixeirinha. 


O Leão da Caneleira conseguiu seu gol de honra logo depois disso, quando na saída de bola teve pênalti a seu favor e Gradim marcou o gol rubro-amarelo no jogo. A partir daí e com certa razão os tricolores diminuíram o ritmo e ficaram mais com a bola, porém, aos 42 minutos, Teixeirinha aproveitou passe de Leônidas e marcou mais um. Ainda deu tempo de Remo fechar o marcador no apagar das luzes: 12 a 1 para o São Paulo.

Aquela não foi a única vez que o Soberano fez 12 a 1 em algum adversário, já que havia feito algo semelhante em 1933 diante do Sírio, quando na época o clube ainda se chamava São Paulo da Floresta. O Pacaembu jamais viu um placar tão elástico, chegando próximo algumas vezes. Como já dito, o São Paulo sairia do Paulistão de 1945 como campeão, enquanto o Jabuca ficou na quinta colocação entre 11 equipes. 

A passagem de Ricardinho pelo São Paulo

Por Lucas Paes
Foto: Eduardo Knapp/Folha Imagem

Ricardinho atuando no Tricolor

Atualmente comentarista e na época de profissional um bom meia, Ricardo Luiz Pozzi Rodrigues, mais conhecido como Ricardinho, foi dentro de campo um dos grandes meio-campistas formado no Brasil entre os anos 1990 e 2000. Dono de imensa qualidade e categoria, o ex-jogador, que está completando 46 anos neste dia 23 passou pelo São Paulo durante os anos 2000.

Ricardinho chegou ao Tricolor Paulista depois da disputa da Copa do Mundo de 2002, onde esteve e inclusive chegou a atuar durante o título da Seleção Brasileira naquela competição. Uma das referências do Corinthians, na época, acabou deixando o Timão devido a divergências com jogadores e dirigentes e acertando com o São Paulo. 

Sua saída do Timão foi complicada. O clube precisava fazer dinheiro e a proposta era boa para Ricardinho, que foi forçado a dizer publicamente que queria deixar o Timão por diretores da época. Chegou a um São Paulo desesperado para voltar a ser campeão e veio para um clube com problemas de salário atrasado e desde o início se envolveu num clima complicado, já que jamais conseguiu ter um bom entrosamento com o elenco e viveu um ambiente hostil no Morumbi.

Dentro de campo, teve até bons momentos, principalmente no Brasileirão de 2002. Foi um dos bons destaques do time que chegou até as quartas de final, mas a eliminação para o Santos tornou a situação dele e, a bem da verdade, do elenco inteiro insustentável. Cobrado pela torcida, sem clima no clube e com pouco respaldo dos dirigentes acabou rescindindo com o Tricolor e indo para o Middlesbrough na metade de 2003. 


No total, segundo números da Wikipédia, foram 74 jogos e quatro gols enquanto esteve no Morumbi. Não deixou saudades no São Paulo, onde viveu um ambiente bem hostil. Voltou a viver um período bom na carreira apenas em 2004, quando chegou ao Santos e por lá ficou até 2006 sendo um dos destaques do time campeão brasileiro em 2004. 

Os primeiros jogos de Kaká como profissional pelo São Paulo

Por Lucas Paes
Foto: Reginaldo Castro/Agência Lancepress

Kaká atuando pelo São Paulo

Ricardo Izecson dos Santos Leite, mais conhecido pelo apelido de Kaká, foi dentro de campo um dos grandes jogadores produzidos no Brasil nos anos 2000. Último brasuca à ser melhor do mundo, o ex-meia, que completa 40 anos neste dia 22, começou sua trajetória no futebol no São Paulo, por onde deu seus primeiros chutes no esporte bretão profissionalmente no ano de 2001, numa época conturbada para o Tricolor do Morumbi.

Kaká começou a atuar na base do Tricolor com apenas 12 anos, passando pelo problema de coluna que teve ainda no time juvenil e finalmente sendo ascendido aos profissionais no ano de 2001. Seria a partie dali que começaria a história espetacular do ex-jogador no futebol, no segundo tempo de um jogo do Rio São Paulo entre o Tricolor do Morumbi e o Botafogo, na capital paulista, mais precisamente no Estádio do Morumbi. 

O na época jovem meia que era uma grande promessa rapidamente conquistou seu espaço mostrando qualidade. Seu primeiro gol veio em um jogo pelo Paulistão, diante do Santos, quando o São Paulo venceu o Alvinegro Praiano por 4 a 2 no Morumbi. O seu gol foi o da virada do Tricolor, que jogava com um a menos. Era apenas seu segundo jogo pelo time. 

Sua grande ação, que praticamente o selou como titular da equipe, porém, veio na decisão do Rio-São Paulo diante do Botafogo, em março. Naquele dia, entrou em campo no segundo tempo e com gols aos 35 e aos 37 minutos, foi responsável pela virada que deu o título do torneio ao São Paulo. A partir dali, passou a figurar cada vez mais na equipe, mesmo com a campanha terminada antes das semifinais no Campeonato Paulista.


Continuaria o ano como um dos pilares técnicos do São Paulo. O time acabou caindo nas quartas de final do Brasileirão, mas no finalzinho dele Kaká já receberia sua primeira convocação para a Seleção Brasileira, em novembro, estreando num amistoso contra a Bolívia, encerrou o ano como queridinho da torcida tricolor e de muitos torcedores, que inclusive o queriam de titular no time de Scolari.

Em 2002, fez parte do time campeão da Copa do Mundo com a camisa Canarinho, jogando por 20 minutos na competição e ainda foi o grande destaque do São Paulo no Brasileirão, na realidade o grande destaque da competição. O resto, a partir daí, é história, já que em 2003, apontado como parte do time amarelão pela torcida são-paulina, se transferiu para o Milan e partir daí, ganhou o mundo. 

A boa passagem de Zé Carlos Serrão pelo São Paulo

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Zé Carlos jogou durante oito anos no SPFC

Prestes a completar 70 anos, José Carlos Serrão, mais conhecido como Zé Carlos Serrão, é conhecido por vários trabalhos como treinador em times do interior de São Paulo. Antes, porém de assumir postos de comando na "casamata", o paulistano teve uma carreira interessante como jogador de futebol, passando os melhores anos dentro das quatro linhas a serviço do São Paulo.

Meia de qualidade, José Carlos foi revelado no próprio Tricolor Paulista e demorou algum tempo para conseguir se firmar no Tricolor Paulista, sendo emprestado para o XV de Piracicaba, mas retornando e rapidamente passando a titularidade, mostrando muita qualidade. Tamanho era seu talento, que esteve na lista de pré-convocados para a Copa do Mundo de 1974, mas acabou cortado devido a uma lesão no joelho, sempre o seu grande inimigo durante a carreira.

Foi no ano de 1974, por sinal, que Serrão viveu um dos momentos mais tristes de sua carreira vestindo a camisa tricolor. Naquele ano, o São Paulo chegou pela primeira vez a final da Libertadores, e havia vencido um dos jogos e perdido a outra partida para o Independiente, forçando o terceiro jogo em campo neutro. Nessa partida, quando o jogo estava 1 a 0 para o Rojo, Serrão perdeu um pênalti que acabou por custar o título aos são-paulinos.

Campeão do Paulistão de 1975, acabou aos poucos perdendo espaço não devido a queda de qualidade, mas sim a seu constante sofrimento com as lesões que o perseguiam. Em 1977, acabou sendo preterido por Minelli e então passou a não jogar mais pelo time. Acabou negociado com o Botafogo da Paraíba, não chegando a ser campeão do Brasileirão em 1977. Encerrou sua passagem pelo Morumbi com 261 jogos e 28 gols.


Depois de passagens não tão brilhantes no resto da carreira como jogador, que terminou em 1980, ele retornou ao Morumbi como auxiliar técnico, cargo que ocupou durante 7 anos, sendo inclusive o auxiliar de Pepe na conquista do Brasileirão de 1986. Zé Carlos Serrão é treinador até hoje, conhecido no interior de São Paulo por ter conquistado acessos com o Sertãozinho.

O início de Fábio Aurélio no São Paulo

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação

Fábio Aurélio começou sua trajetória no São Paulo

Completando 41 anos neste dia 24 de setembro, o lateral Fábio Aurélio foi, quando jogador profissional, um dos laterais esquerdos de maior regularidade que o Brasil exportou para o futebol europeu. Dono de boas qualidades defensivas e ofensivas, o atleta, que nasceu em São Carlos, passou pelo Valência no período áureo do clube no início dos anos 2000 e jogou também pelo Liverpool. Toda essa trajetória de sucesso começou no Morumbi, jogando pelo São Paulo.

Começando bem em torneios regionais na cidade de São Carlos, Fábio foi levado ao Morumbi por um tio, pouco depois de ser chamado para jogar pelo Rio Branco de Americana. Fazendo um teste no Tricolor, passou e acabou entrando para as categorias de base do clube, vivendo a difícil trajetória de jogadores que tem de sair do interior para a cidade grande. Porém, a qualidade de seu futebol fez com que chamasse atenção na base tricolor.

Torcedor do clube, o lateral declarou em entrevista ao SPFC.net que "viveu um dos momentos mais tristes da vida como gandula na derrota na final da Libertadores de 1994". Em 1997 estreou pelos profissionais do time do Morumbi e rapidamente ganhou espaço no clube. No primeiro ano como profissional, ainda com 17 anos, marca um gol na final do Paulistão diante do Corinthians, mas o empate dá o título ao Timão. No ano seguinte, teve participação importante na conquista do título do Campeonato Paulista.


A partir de 1998, entra mais constantemente como titular do Tricolor e em 1999 e 2000 é dono da posição. Era o titular na conquista do título do Campeonato Paulista, em 2000 e também jogou a derrota na final da Copa do Brasil. Foi convocado para a Seleção Brasileira que jogaria os Jogos Olímpicos de Sidney e mesmo com a derrota chamou atenção do Valência, que acabou levando o jogador na metade do ano de 2000.

Fábio Aurélio encerrou sua trajetória pelo Tricolor com, segundo números do portal Ogol, 135 jogos e seis gols. Após as passagens por Valência e Liverpool, jogaria ainda pelo Grêmio antes de encerrar sua trajetória no futebol. Apesar do bom nível apresentado dentro de campo, acabou não conseguindo jogar muito pela Seleção Brasileira, já que concorreu durante muito tempo com Roberto Carlos e depois com Marcelo.

O Curioso do Futebol

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