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Sócios do Santos aprovam parceria com WTorre para arena na Vila Belmiro

Com informações do GE.com
Foto: divulgação

Maquete do projeto

Neste sábado, os sócios do Santos bateram o martelo e aprovaram a parceria com a WTorre pela nova Vila Belmiro. Por 4.672 votos a 117, os associados disseram sim à proposta de derrubar o atual estádio e construir uma arena. As obras ainda não têm data para serem iniciadas.

Ao longo deste sábado, os sócios adimplentes do Peixe foram convocados a dar parecer sobre o projeto. As votações aconteceram de forma presencial no ginásio da Vila Belmiro e também pela internet, onde os associados se cadastraram previamente para assinalarem o voto.

Para que a parceria fosse aprovada era necessária a maioria simples dos votantes (50% mais um voto). No entanto, o projeto agradou à maior parte da comunidade santista e teve uma aceitação de 97,5% dos associados.

Entenda os próximos passos - A assembleia geral dos sócios era o último passo para que o Santos estivesse legalmente apto a assinar o contrato com a WTorre. Ao longo das próximas semanas, os membros do Comitê de Gestão e os executivos da construtora alinham detalhes sobre a constituição da parceria antes de firmarem o vínculo.

O projeto da nova Vila Belmiro prevê uma arena no mesmo terreno do atual com capacidade para 30.108 torcedores, todos eles cobertos. Por fora, o estádio será revestido em fibra de carbono, simulando as escamas de um peixe - a forma como o clube é carinhosamente apelidado.

A previsão é que, depois de iniciada, a obra leve até dois anos para ser concluída. A WTorre estima o custo em aproximadamente R$ 300 milhões, porém há uma margem de erro de até 30% nos valores, o que considera variações do mercado, taxas de juros e a instabilidade do cenário econômico no Brasil.

Quanto custaria ao Santos? - No acordo firmado com a WTorre, o Santos não pagaria nem um centavo sequer pela construção do novo estádio. O Peixe cederia o terreno da Vila Belmiro e, terminada a obra, a gestão da arena ficaria nas mãos da construtora por 30 anos. Ao fim deste período, o clube assumiria a administração de sua casa.

O custeio da obra seria feito, em parte, pelos próprios torcedores do Peixe. No próximo dia 14 de abril, aniversário do Santos, a WTorre pretende realizar um grande evento para iniciar a venda de produtos vinculados à nova Vila Belmiro.


A ideia é vender as cadeiras, camarotes e demais espaços comerciais da arena ao longo de 2023 para arrecadar R$ 200 milhões. Produtos do atual estádio, como pedaços do gramado, assentos das numeradas e itens com valor histórico e afetivo também serão colocados à venda.

Os outros R$ 100 milhões necessários para a construção da Vila Belmiro seriam custeados pela própria WTorre. Em reunião com o Conselho Deliberativo do Santos, no dia 1º de dezembro, o CEO da construtora, Felipe Macedo, deixou claro que a empresa tem acordos com pelo menos dois bancos para custear a quantia milionária.

Assembleia de Sócios para a escolha do novo presidente da Portuguesa Santista é suspensa

Com a colaboração de Walter Dias
Foto: Walter Dias

Sócios estiveram presentes no clube, mas a Assembleia foi suspensa

Nesta quinta-feira, dia 28 de outubro, seria realizada a Assembleia de Sócios da Associação Atlética Portuguesa para a escolha do novo presidente do clube para o próximo biênio. Porém, devido ao pedido de impugnação de uma das chapas inscritas, a eleição foi suspensa antes mesmo de começar e uma nova data será marcada.

Até esta quarta-feira, dia 27, nenhuma chapa havia sido inscrita. Porém, como permite o estatuto, horas antes de abrir a Assembleia, duas chapas foram inscritas, sendo uma da situação, com os atuais presidente, Antônio Carlos Ribeiro, e vice, Vinicius Bamondes, e outra de oposição, tendo Sérgio Ornelas sendo o cabeça de chapa e o ex-mandatário do clube, Emerson Coelho, como vice.


O problema começou quando a chapa opositora apresentou o pedido de impugnação de Antônio Carlos Ribeiro, alegando que o mesmo não teria o tempo mínimo necessário de sócio para ser presidente do clube, cinco anos, e que na eleição passada ninguém teria levantado esta questão.

O atual presidente do clube apresentou documentos que comprovaria a sua regularidade. Alguns sócios se manifestaram e houve certo tumulto. Porém, conseguiram acalmar os ânimos e seguiram com os trâmites de verificação da documentação.


Ao verificar a situação, a mesa que comandava a Assembleia, presidida por Arthur Lopo, entendeu que seria melhor acionar o presidente do Conselho Deliberativo do Clube, José Ciaglia, para que faça junto a Secretaria do clube um levantamento a respeito do fato e deu a Assembleia suspensa em caráter permanente.

Peres segue no Santos FC

Sócios do Santos FC deram um "voto de confiança" ao presidente José Carlos Peres

José Carlos Peres continua como presidente do Santos FC. A assembleia-geral de sócios, realizada neste sábado, dia 18, reprovou no voto os dois processos contendo o pedido de impeachment do presidente do Alvinegro Praiano, que tem mandato até o final de 2020. A assembleia contou com a participação de mais de 3.150 sócios.

Duas ações poderiam tirar Peres da presidência do clube, que foram aprovadas pelo Conselho Deliberativo do clube, em reunião realizada no dia 10 de setembro, e derrubadas pelos sócios neste sábado. A primeira era o processo 819, apontava como irregular uma portaria publicada pelo presidente, definindo que todas as contratações do Santos deveriam ser decididas por ele, ignorando o Comitê de Gestão, principal órgão administrativo do clube. O resultado foi o seguinte:

A favor: 1155 (36,49%)
Contra: 2001 (63,22%)
Nulos: 8
Brancos: 1
Total: 3165

No segundo processo, o 919, onde Peres foi acusado de ser sócio de uma empresa de agenciamento de jogadores, o que é proibido pelo estatuto do Santos, o resultado foi o seguinte:

A favor: 1088 (34,31%)
Contra: 2064 (65,08%)
Nulos: 11
Brancos: 8
Total: 3171

Votação - A assembleia aconteceu no Ginásio Athiê Jorge Cury, que é acoplado ao Estádio Urbano Caldeira, na Vila Belmiro, em Santos, das 10 às 18 horas. Os eleitores votaram divididos em 10 urnas. O esquema de segurança foi reforçado e, apesar do clima pesado, a eleição ocorreu sem problemas.

A decisão do impeachment de José Carlos Peres fica agora fica para os associados

Por Lula Terras

Conselho aprovou o impeachment de José Carlos Peres e o presidente depende agora dos sócios
(foto: Ivan Storti/Santos FC)

O Conselho Deliberativo do Santos FC aceitou os dois pedidos de impeachment contra o presidente José Carlos Peres e o destino do dirigente deverá ser decidido no próximo dia 29, quando salvo possíveis desdobramentos, acontecerá a Assembléia Geral, onde os associados vão aprovar ou não o impeachment. Esperada com grande expectativa por torcedores e associados, a reunião extraordinária do Conselho, realizada nesta segunda-feira, dia 10, seguiu as praxes previstas no Estatuto, garantiu o presidente do Conselho, Marcelo Teixeira. Por seu lado, mesmo se recusando a falar com a imprensa presente, Peres garante que vai recorrer.

De tudo o que temos acompanhado pela imprensa e redes sociais, existem acusações de ambas as partes, que são graves e merecem ser investigadas a fundo, de preferência por pessoas capacitadas e isentas no processo. Por um lado, os opositores pedem o afastamento, alegando o descumprimento do regulamento em duas situações: ser sócio numa empresa de agenciamento de jogadores; e outra, ter publicado uma portaria definindo que todas as contratações realizadas pelo clube deveriam ser, determinadas pelo presidente, ignorando o Comitê de Gestão, que é o principal órgão administrativo.

Já o presidente usa como principal argumento à ação de pessoas insatisfeitas com o processo eleitoral, que o elegeu. Peres acredita que eles não aceitam a derrota nas urnas e tentam de todas as formas inviabilizar sua administração, mesmo que isso venha a prejudicar o Santos. Aliado a isso, Peres acredita que o choque de gestão, por ele adotado desde o início de sua gestão, quando ocorreram demissões de funcionários, entre os quais, ex-jogadores, que recebiam grandes salários, mas que não exerciam funções dentro do clube.

Eu, particularmente, não me lembro de outra crise que tenha alcançado tamanha dimensão, cuja duração, ao que parece deve durar, ao menos até o final deste mês. Resta esperar que diante deste quadro, o fantasma do rebaixamento não volte a rondar a Vila Belmiro. Hoje, o elenco, sob o comando de Cuca, vem demonstrando uma gradual recuperação e que faz o torcedor, ter sonhos maiores. Vamos torcer para que as coisas se resolvam rapidamente e que o Santos não saia mais chamuscado do que já está, desta triste história.

O Curioso do Futebol

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