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Jogador do Bragantino que sofreu grave acidente é filho de ex-seleção e seguia passos do pai

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo

Lucas fez sucesso no Athletico Paranaense

Pedro Severino, atacante de 19 anos e recém-emprestado ao Red Bull Bragantino, sofreu um grave acidente de trânsito na madrugada desta terça-feira (27) na Rodovia Anhanguera, em São Paulo. O jogador chegou a ser internado em estado gravíssimo no Hospital Municipal de Americana. Segundo comunicado da assessoria de comunicação do hospital, foi aberto um procedimento para confirmar a morte encefálica do atleta.

Pedro é filho do ex-atacante Lucas Severino, que teve uma carreira de destaque no futebol brasileiro e internacional. Revelado pelo Botafogo-SP, Lucas passou por clubes como Athletico-PR e Corinthians, além de ter sido convocado para a seleção brasileira. No exterior, fez sucesso no Rennes, da França, e se tornou ídolo no futebol japonês.

Seguindo os passos do pai, Pedro Severino começou a carreira no Botafogo-SP e rapidamente ganhou projeção. Em 2024, disputou sua primeira competição oficial e foi o artilheiro da equipe na Copa Paulista, com quatro gols. Neste ano, chegou a atuar pelo profissional no empate por 1 a 1 com o Água Santa e também balançou as redes na Copinha.

O desempenho chamou a atenção do Red Bull Bragantino, que acertou seu empréstimo para a base do clube na semana passada. Com contrato com o Botafogo-SP até dezembro de 2027, Pedro era tratado como uma das promessas do time de Ribeirão Preto.


Lucas Severino, que também iniciou sua trajetória no Botafogo-SP, ganhou notoriedade ao ser artilheiro e peça fundamental no acesso do clube à Série B em 1996. O sucesso o levou ao Athletico-PR, onde se destacou nacionalmente e foi convocado para a seleção olímpica nos Jogos de Sydney, em 2000, ao lado de Alex e Ronaldinho Gaúcho.

Após passagens pelo Cruzeiro e Corinthians, Lucas construiu uma carreira consolidada no Japão, sendo ídolo do Gamba Osaka e do FC Tokyo, onde se tornou o maior artilheiro do clube na era profissional. Agora, o ex-jogador enfrenta um momento delicado com o estado de saúde do filho e aguarda novas atualizações sobre a recuperação de Pedro.

Filho de peixe, peixinho é: família Rangel unida no futebol e futsal

Foto: divulgação / Inter de Lages

Enrico Rangel, de apenas 7 anos, é filho do experiente Diogo Rangel e quer seguir os passos do pai

Tal pai, tal filho! O esporte tem dessas coisas e mais um exemplo de jogadores com vasto currículo no futebol em que seus filhos buscam seguir os passos dos pais é o da família Rangel. Diogo Rangel, experiente atleta de 32 anos, com passagens por Palmeiras, Vasco, São Caetano e outros clubes, vê no filho, Enrico Rangel, de apenas 7 anos, jogador do Ypiranga, time de futsal da capital paulista, o futuro esportivo da família.

“O esporte é fundamental em todas as áreas. É importante na inclusão, na educação, tanto no esporte quanto fora dele, porque ensina a cumprir e seguir regras. O esporte muda vidas, não é só pensar no futuro como atleta, mas também levar essas essências para o resto da vida”, diz Diogo Rangel sobre os conselhos ao filho.

Importância do futsal no início de carreira - A relação do futsal com o futebol é de longa data. Os atletas que desempenham melhores condições técnicas e de dribles no campo, muitas vezes, têm sua base com a bola pesada. Romário, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho e Neymar são alguns dos vários exemplos brasileiros que têm base no futsal e migraram para o espaço maior do campo. Diogo Rangel explica alguns detalhes que o futsal contribui para que um atleta consiga ser diferenciado no futebol.

“O futsal é a base do futebol. O atleta que inicia no futsal tem mais recursos. O futsal ajuda a pensar mais rápido, por ser um espaço menor, exige isso, a agilidade e o raciocínio rápido. O futsal ajuda no cognitivo, em buscar opções em curto tempo. Levando isso para o futebol, ajuda bastante, aumenta o leque de opções”, define Diogo Rangel.


Inspirações e futuro - Seguindo os passos do experiente pai dentro do esporte, o jovem Enrico Rangel busca inspirações dentro das quadras paulistas para se desenvolver, tendo como referência, claro, as histórias e os passos de Diogo Rangel para dar sequência ao legado da família Rangel com a bola.

“Minha maior inspiração é o meu pai. Ele me treina bem, faz as coisas muito bem, me treina certo. Eu pretendo jogar no Brasil para, depois, jogar na Europa. Quero ser jogador do Real Madrid e jogar junto com o Vini Júnior”, diz o jogador do Ypiranga, Enrico Rangel.

Libertado de sequestro, pai de Luis Díaz se emociona com gols do filho pela Colômbia

Com informações do Lance! e O Globo
Foto: reprodução

A emoção foi forte para o pai de Luis Díaz

Uma imagem emocionante marcou a noite desta quinta-feira, 16, no jogo entre Colômbia e Brasil. Recém-libertado após sequestro de 12 dias, Luis Manuel Díaz, pai do atacante Luis Díaz, foi às lágrimas após os dois gols do filho em Barranquila. A cena viralizou nas redes sociais.

No primeiro, Luis Manuel comemorou bastante e chorou com o gol do filho. Já no segundo, em momento de êxtase, o pai do craque colombiano ficou nos braços dos torcedores, emocionado com a virada protagonizada pelo atacante. A Colômbia bateu o Brasil por 2 a 1.

Luis Manuel Díaz viu o filho brilhar com a camisa dos Cafeteros após passar 12 dias mantido em cárcere privado. Um drama que chegou ao fim há uma semana, quando Luis Manuel Díaz foi libertadores pela guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN) no sul do departamento de La Guajira. Conhecido como Mane, o treinador de futebol amador, de 56 anos, voltou para casa exausto e mancando, devido às longas caminhadas que foi obrigado a realizar por uma área montanhosa conhecida como Serranía del Perijá, na fronteira com a Venezuela.

Foram dias que mobilizaram a população colombiana e repercutiram na imprensa sul-americana e europeia. Luis Manuel Díaz e sua esposa, Cilenis Marulanda, foram sequestrados por motociclistas em 28 de outubro, enquanto se deslocavam em uma caminhonete por Barrancas, a pequena cidade no norte do país de onde vem a família. A mulher foi libertada no mesmo dia.


Ele foi solto na quinta-feira, dia 9. O resgate de Luis Manuel demorou um pouco mais do que o esperado, já que o ELN havia prometido liberá-lo, sob a condição de que o exército colombiano se retirasse de uma zona em que haviam feito uma varredura.

Ele foi solto na quinta-feira, dia 9. O resgate de Luis Manuel demorou um pouco mais do que o esperado, já que o ELN havia prometido liberá-lo, sob a condição de que o exército colombiano se retirasse de uma zona em que haviam feito uma varredura.

O dia em que Dondinho, pai de Pelé, fez 5 gols de cabeça

Foto: arquivo

Dondinho é o quinto em pé na foto do Yuracán de Itajubá

João Ramos do Nascimento nasceu dia 2 de outubro de 1917, na cidade de Campos Gerais – MG. Ao falarmos seu nome, certamente pouquíssimas pessoas saberão quem é, mas se falarmos que seu apelido era Dondinho, certamente muitos saberão que se trata do pai do maior jogador de futebol de todos os tempos, o Rei Pelé. Mas Dondinho também foi um jogador, inclusive fez algo que seu filho não fez em toda carreira, ou seja, marcou 5 gols de cabeça numa só partida, tanto é que era também chamado de “maleável”, tal era a facilidade que tinha para subir para o cabeceio.

Entregador de leite, alto e forte, ele era a estrela do time de Campos Gerais. Driblava todo time adversário e, depois, fazia gol de cabeça. Os torcedores da época garantem que Dondinho era melhor que Pelé. Até que um dia, em um jogo contra o time de Alfenas, Dondinho e a bola estavam incompatíveis. Dondinho deveria estar doente. O time local perdeu e a torcida ficou furiosa com o jogador. O presidente do clube, o padeiro Alcides, demitiu Dondinho e ele teve que deixar Campos Gerais, por causa da fúria da torcida. Foi para Três Corações, onde entrou no time do Exército e abriu seu coração. Casou e, em outubro de 1940, nasceu Edson, o Pelé. Este é o único caso em que a fúria da torcida gerou um rei.

Eram tempos de amadorismo. Raros eram os jogadores que recebiam alguns trocados para jogar. Os principais atletas do interior mineiro pipocavam de clube em clube. Defendiam uma camisa, mas eram chamados para vestir outras e iam sem problemas, por mais que houvesse rivalidade local, geralmente para disputar um ou outro jogo e depois voltar à equipe de sua cidade.

Dondinho era o maior astro. Recebia convites o tempo todo. E abria exceções em seu coração, cujo maior afeto era dividido entre o Atlético de Três Corações e o Vasco de São Lourenço. Um assédio comum era do Yuracan, de Itajubá. Na cidade, ainda hoje com menos de 100 mil habitantes, raros eram os eventos que interessavam mais do que o clássico contra o Smart. Pois em 1939 Dondinho foi chamado para disputar a grande partida local.

Na época, ele já se banhava na fama de goleador, especialmente de cabeça. Os adversários bem sabiam quão perigoso ele era. Mas não adiantou. Mal começou o jogo, ele já fez o primeiro com a testa. E depois mais um. E outro. E outro mais. E um último. Cinco gols, todos de cabeça. Dondinho assombrava. E o jogo terminou com a vitória do Yuracan por 6 a 2, com cinco gols de Dondinho e os cinco de cabeça. O próprio Dondinho gostava de se gabar do feito para Pelé. Dizia que o filho tinha feito de tudo, menos cinco gols de cabeça no mesmo jogo.


Há controvérsias sobre o placar da partida. O site oficial do Yuracan diz que foi 6 a 2. No filme "Pelé Eterno", aparece uma manchete de jornal com 6 a 3. Registros da imprensa da época e a passagem da história por gerações mantiveram a lenda viva. O próprio Dondinho gostava de se gabar do feito para Pelé. Dizia que o filho tinha feito de tudo, menos cinco gols de cabeça no mesmo jogo. O camisa 10 adotou a história. Gostava de manusear uma revista com a descrição do feito.

As reportagens que Dondinho mostrava a Pelé, a foto resgatada na cidade, a história passada de boca a boca por sete décadas, tudo isso dá respaldo a um episódio que não tem registro oficial, mas que entrou no imaginário do futebol. E com concorrência. Em Três Corações, onde Pelé nasceu, também se fala que Dondinho marcou cinco gols de cabeça. Mas com outra camisa, em outro jogo, contra outro adversário. Mas isto fica para uma outra história

Pai e filho atuam juntos pelo Americano de Campos

Com informações da Agência FERJ

O goleiro e pai Luís Henrique e o meia e filho Matheus atuaram juntos pela primeira vez na carreira 
(Foto: Ascom Americano)

Um fato inusitado aconteceu na derrota do Americano para o Friburguense por 2 a 0. Apesar do revés em Nova Friburgo, o clube campista fez história na Série B1 ao escalar em campo o pai e o filho no mesmo time. O pai e goleiro Luís Henrique, de 38 anos, e o filhe e meia Mateus, de 18, puderam jogar pela mesma agremiação como profissionais pela primeira vez.

"Este foi um momento único na minha vida. Só tenho a agradecer. Ver um filho estreando no profissional já é bom, ainda mais tendo esse prazer que poucos tiverem de jogar com um filho. Não tenho palavras para descrever este momento", revelou Luís Henrique, ressaltando que o Americano ficará definitivamente guardado em sua memória. "O clube já faz parte da minha história e da minha família. Agora eu também quero fazer parte da história do clube e retribuir isso com o acesso", prometeu.

Matheus, que ainda integra a equipe Sub-20, mas foi convocado por Josué Teixeira neste último jogo, também se emocionou com a oportunidade e diz que levará este momento para toda sua carreira. "Para mim foi uma grande honra. Fico feliz de estrear no profissional, ainda mais do lado do meu pai. Ficará registrado pra sempre em minha vida", contou o jovem jogador.

Para coroar ainda mais este dia histórico na vida de pai e filho, um lance abrilhantou este momento. Em um ataque do Friburguense, Matheus cometeu pênalti e Luís Henrique salvou a pele do filho, defendendo a penalidade. "Eu como um pai não poderia deixar esse pênalti entrar. O pai sempre salva o filho", frisou o paredão alvinegro.

O Americano está nas semifinais da Taça Corcovado, o segundo turno do Campeonato Carioca da Série B1. O Cano terá pela frente o Audax Rio e a partida está marcada para o próximo sábado, dia 8, às 15 horas, no Estádio Moça Bonita, em Bangu, no Rio de Janeiro.

Em nome do pai, do filho...

Neymar pai, ao lado do filho, preferiu desrespeitar uma jornalista ao invés de responder a pergunta
(foto: Getty Images)

Vamos brincar de "Neymar Amarela"? Eu começo! Neymar amarela e a gente caga pra ele na panela, quem falar dele primeiro ele vai pra festa com a mãe dela. É um, é dois, é três e já... 

Então, Camila Mattoso, repórter do jornal "Folha de São Paulo", quebra o hiato e liga para Neymar. Porém, o pai. E muito embora a pauta dessa vez não fosse o futebol do "Juninho" e o seu mal crônico e excessivo de cair do pé mesmo longe de estar maduro, quem "foi para a festa" com "Seo Neymar" foi justamente a mãe da jornalista. 

O tratamento hostil de "Neymar Pai" ao se sentir encurralado a uma simples pergunta, demonstra que ele também amarela e a sua postura respinga na do seu filho, real centro das atenções. 

E mesmo nos embaraçando nesta linha tênue entre desempenho e caráter, se não duvidamos do futebol de Neymar Jr., por que, então, concordamos que ele amarela? Ou quem amarela é minha mãe, sua mãe, a mãe da Camila Mattoso? 

Realmente amarelamos, quando vestimos a camisa amarela e nos enchemos de expectativa frustrada. Quando vemos que o esporte que nos impulsiona se tornou uma "Revista Caras", nossa cara murcha por causa de quem não dá a sua cara a tapa. 

No caso de Neymar, pai, ele gerou quem é o Neymar, filho, que fundidos são uma espécie de Neymar, espírito santo, que não aceitam nada a não ser "amém". 

E como o nosso negócio é bola, por mais que a nossa cabeça redonda interfira, e muito, no esporte bretão, preferimos só falar daquela que rola nos gramados afora. 

Então, vamos brincar novamente de Neymar Amarela?

O Curioso do Futebol

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