Pablo Marí, ex-jogador do Flamengo, foi uma das cinco pessoas esfaqueadas em um centro comercial na manhã desta quinta-feira, dia 27, em Milão, na Itália. O zagueiro, hoje no Monza, fez parte da equipe rubro-negra que foi campeã da Copa Libertadores e do Campeonato Brasileiro em 2019.
Ele foi atacado após um homem de 46 anos, portando uma faca, esfaquear cinco clientes em meio a um surto dentro do estabelecimento. Ele foi transferido para o hospital Niguarda, em Milão.
De acordo com a imprensa italiana, uma das vítimas morreu e outras duas ficaram feridas com gravidade. Os policiais que estiveram presentes no local confirmaram que, apesar de o zagueiro espanhol estar entre as pessoas que foram atacadas, ele não sofreu danos graves.
O agressor foi capturado e entregue à polícia, que revelou que o homem tem distúrbios mentais. Agora, ele será examinado pelas autoridades judiciais.
Em comunicado, o dono do Monza, Adriano Galliani, desejou melhoras ao zagueiro e mostrou confiança na recuperação. "Querido Pablo, estamos todos aqui perto de você e sua família e te amamos. Continue lutando como sabe fazer, você é um guerreiro e logo vai se recuperar".
O perfil oficial do Campeonato Italiano também se manifestou. No Twitter, o presidente da liga, Lorenzo Casini, enviou "sinceras condolências à família da vítima e toda a simpatia do mundo do futebol aos outros feridos, incluindo o jogador de futebol do Monza".
O Estádio Giuseppe Meazza, muito mais conhecido como San Siro pela maioria das pessoas, já foi testemunha de diversos gols históricos do futebol. Começando por praticamente todas as histórias envolvendo os rivais Inter e Milan, passando por contos da Seleção Italiana de futebol e também diversas lendas da Copa do Mundo de 1990. Num 8 de junho como hoje, naquela copa, os Leões Indomáveis rugiam alto contra a atual campeã Argentina com uma vitória histórica.
Os albicelestes estreavam naquele mundial com o imenso favoritismo de serem os atuais campeões do torneio e terem o melhor jogador da época dentro de seus quadros. Maradona vivia estado de graça e tinha bons nomes ao seu lado, como Batista, Burruchaga e o matador Cannigia. Com isso esperava-se que os camaroneses, que jogavam o mundial apenas pela primeira vez se provassem uma presa fácil para o ótimo time argentino.
Mas o futebol, como lindo esporte que é, como reflexo de um mundo bonito que sonhamos, dificilmente aceita a lógica. Implacáveis as entidades sagradas deste esporte costumam ser quando avizinham-se favoritismos para um dos conjuntos. Naquele dia, o tapete verde de San Siro viu desfilar muita raça e dedicação dos Leões Indomáveis, que domaram os argentinos com maestria e seguraram o placar igual na primeira etapa.
Na segunda etapa, um dos nobres guerreiros vindos da mãe-África acabou mostrando vontade em excesso. Andre Kana-Biyik fez uma falta feia e acabou expulso, deixando os camaroneses com um a menos. Porém, ariscos, os leões apenas se fingiam de mortos para dar seu golpe final em sua presa. O relógio marcava 22 minutos da segunda etapa quando Lorenzo fez falta em Makanaky pela faixa esquerda do campo. Ndip jogou para a confusão sem muita força, mas Makanaky, no caminho da história, jogou a redonda para os céus. Sabe-se lá qual entidade colocou a gorduchinha na trajetória de um dos camaroneses, Omam-Biyik voou, pareceu parar no ar como um imponente e belo beija-flor e fez com que sua cabeça desviasse a bola para as redes, diante de um atônito Sensini, que viu Pumpido se atrapalhar e a galera explodir com o gol camaronês.
Os argentinos tentaram reagir, mas pareciam predestinados a serem apenas o antagonista da história. Massing ainda foi expulso no finalzinho, deixando seu time com apenas nove em campo, mas de nada adiantou para mudar os rumos de um duelo que entraria para a história. Camarões dava um passo enorme para se classificar para o mata-mata. A Argentina saia do San Siro derrotada e preocupada em meio a festa do sofrido, porém guerreiro povo africano.
Os Leões Indomáveis ainda venceriam a Romênia naquela primeira fase da Copa, encerrando o estágio dos grupos com uma goleada sofrida para os Soviéticos que de nada serviu para mudar os rumos da competição. Nas oitavas de final, a Seleção Camaronesa ainda venceria a Colômbia antes de sucumbir para os ingleses nas quartas, vendendo a derrota de forma muito cara. Um dos destaques daquela Copa do Mundo foi o já experiente Roger Milla, que aos 38 anos assombrou o mundo com seus gols. A "Excelência", apelido que ganhou após 1990, ainda faria história em 1994, sendo até hoje o jogador mais velho a marcar um gol num mundial.
Já os Argentinos, que avançariam aos trancos e barrancos para o mata-mata, ganharam força após eliminar os históricos rivais brasileiros nas oitavas. Nas quartas e nas semis, passariam por duas decisões por pênaltis, protagonizadas por Goycochea antes de perderem a final para a Alemanha, ironicamente com um gol de Brehme.
Os camaroneses são até hoje uma das maiores referências de futebol no continente africano. Desde 1990, eles não participaram apenas das copas de 2006 e 2018, jogando todas as outras edições. Apesar de ser presença constante, nunca mais conseguiram repetir o desempenho de 1990. Apesar disso, conseguiram uma histórica medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Sidney, em 2000, até hoje a maior conquista do país no esporte bretão.
Os capitães Nils Rosen, da Suécia, e Fritz Szepan, da Alemanha
Neste sábado, dia 23 de junho, Alemanha e Suécia se enfrentam pela quinta vez na história das Copas do Mundo, às 15 horas (horário de Brasília), no Fisht Stadium, em Sochi. Com grande vantagem, três vitórias contra apenas uma dos suecos, a vantagem alemã em confrontos pelos Mundiais começou em 1934, na Itália.
Eram outros tempos. Um futebol ainda em desenvolvimento, em fase pré-guerra. A Alemanha estava passando pelo início do governo nazista e ainda não era considerada uma grande potência no futebol, alcunha carregada por Inglaterra, que se recusava a jogar a Copa, por se achar muito superior, Uruguai, que rejeitou ir à Itália, pois achava que deveria ser sempre sede (escondendo que a renovação feita depois de 1930 não foi adequada) e a própria dona da casa. A Suécia também estava longe de seu melhor momento no futebol mundial.
Porém, as duas equipes estrearam bem na Itália. Na primeira fase, os alemães passaram com facilidade pela Bélgica, pelo placar de 5 a 2. Já a Suécia encarou o vice-campeão do primeiro Mundial, a Argentina, e, apesar das dificuldades pelo difícil adversário, venceu de virada pelo placar de 3 a 2.
Portanto, no dia 31 de maio, o Estádio San Siro, em Milão, foi palco da partida entre Alemanha e Suécia, pelas quartas de final do Mundial. Como nenhuma das duas equipes estiveram quatro anos antes no Uruguai, aquele era o segundo embate de ambos na história das Copas. Com tudo isto, a expectativa era grande.
Era uma época onde o futebol tinha muitos gols. Placares de 5 a 2 ou 3 a 2, feitos pelas duas equipes na primeira fase, eram mais comuns do que nos dias de hoje. Porém, o primeiro tempo foi um jogo truncado, onde tanto a Alemanha como a Suécia pouco criaram. Com tudo isto, os 45 minutos iniciais terminaram com o marcador sem ser mexido.
O time sueco naquela partida
No segundo tempo, a situação mudou. A Alemanha passou a comandar as ações e com 15 minutos iria aparecer a estrela de Karl Hohmann. Na estreia germânica, ele não foi tão bem, mas naquele 31 de maio Hohmann abriu o marcador para a sua equipe. O mais interessante é que o próprio jogador, três minutos depois, marcou novamente, deixando os alemães em vantagem por 2 a 0.
Vendo a eliminação de perto, a Suécia resolver partir para cima, para mudar o resultado. Naquela época, viradas eram muito comuns e era nisto que o time nórdico acreditava. Aos 37', Gösta Dunker diminuiu para os suecos, que se animaram e foram para cima, mas não conseguiram balançar as redes novamente. Assim, os alemães conquistaram a vitória e avançaram, enquanto a Suécia deu adeus em seu primeiro Mundial.
A Alemanha começava ali uma grande dinastia de quase sempre chegar, no mínimo, nas semifinais. Porém, no jogo em que definiria um dos finalistas, os germânicos foram derrotados pela Tchecoslováquia por 3 a 1, sobrando apenas o terceiro lugar, após vitória por 3 a 2 sobre a Áustria.
Rincón fez o gol que colocou a Colômbia nas oitavas da Copa do Mundo de 1990
Era 19 de junho de 1990, enquanto na Itália a seleção colombiana jogava pela segunda vez na história uma Copa do Mundo, a situação no país sul-americano não era das melhores. A Colômbia era assombrada por grupos de guerrilhas, como as FARC e o M-19, e loteado por cartéis de narcotráfico, sendo o maior centro de distribuição de drogas do mundo à época. Nesta disputa territorial entre narcotraficantes o futebol colombiano fez-se objeto de poder territorial, já que os clubes mais tradicionais do país eram comandados por esses criminosos, tal qual o Atlético Nacional de Medellín, admininstrado pelo famoso Pablo Escobar, e outras equipes como o América de Cali, Millonários da capital Bogotá etc.
Como David Luiz em 2014, os jogadores colombianos só queriam dar alegrias ao seu povo, mas tinham a difícil missão de se classificar para a fase de mata-mata da Copa pela primeira vez na história, num grupo com a Alemanha Ocidental (bicampeã mundial e europeia), Iugoslávia (duas vezes finalistas na Eurocopa e duas vezes semifinalista na Copa do Mundo) e os Emirados Árabes (treinado pelo brasileiro Carlos Alberto Parreira, que seria campeão mundial com o Brasil quatro anos mais tarde). Com seis grupos de quatro equipes cada, avançariam para as oitavas de final os dois primeiros colocados de cada grupo e os quatro melhores terceiros colocados. Na época, as vitórias valiam apenas dois pontos (diferentemente dos três que valem atualmente), já os empates valiam o mesmo ponto único de hoje em dia.
Após a vitória por 2 a 0 contra os Emirados Árabes na estreia, a missão colombiana parceira fácil, mas as coisas começaram a se complicar na segunda partida. A derrota por 1 a 0 contra a Iugoslávia fez com que a Colômbia obrigatoriamente não pudesse perder na última rodada, justamente contra a poderosa Alemanha, de Matthaus, Klinsmann e treinada por Beckenbauer.
A Alemanha Ocidental era a favorita na partida
No lendário estádio Giuzzepe Meaza, o San Siro, em Milão, Colômbia e Alemanha fizeram uma partida muito apertada, onde tanto Renê Higuita, goleiro colombiano, quanto Bodo Ilgner, arqueiro alemão, tiveram que trabalhar. De acordo com relatos de atletas colombianos após a partida, os jogadores alemães estavam tomados de prepotência, pouco olhavam e muito menos falavam com os jogadores da Colômbia em campo, num clima de que poderiam vencer à qualquer momento.
O empate era suficiente para a Colômbia, que se classificaria entre as melhores terceiras colocadas, diferentemente de uma eventual derrota, que deixaria os tricolores com apenas dois pontos e consequentemente eliminaria a seleção da Copa do Mundo.
O 0 a 0 apertado persistia no San Siro até os 43 minutos do segundo tempo, quando o meia Littbarski (que entrou no decorrer da partida no lugar de Bein) recebeu um bom passe pelo lado esquerdo, dominou, invadiu a área e encheu o pé com a perna canhota no alto do gol de Higuita, estufando as redes. Era o fim da Copa para a Colômbia.
Littbarski abriu o marcador
Mas o futebol nos pega peças que não imaginamos. Aos 47 minutos do segundo tempo era a Alemanha que estava com a posse de bola no comando de ataque com Rudi Voller pelo lado esquerdo, mas o jogador alemão é desarmado e dá à Colômbia a oportunidade de criar o último lance de ataque do jogo, que não só mudaria a história da partida, mas que também se transformaria num dos maiores momentos do futebol colombiano.
Em jogada ofensiva que começou e terminou com o conhecido do futebol brasileiro, em especial paulista, Freddy Rincón, o ex-Palmeiras, Corinthians e Santos recebeu passe do lendário Carlos Valderrama, devolveu para o camisa 10 e disparou pelo lado direito de campo. Valderrama, então, acertou um passe milimétrico entre quatro alemães que encontrou Rincón sozinho na cara de Ilgner. Na definição, diferentemente do homônimo brasileiro, teve calma e tranquilidade para dominar, avançar, esperar a definição do goleiro alemão e colocar no meio das pernas de Ilgner.
O gol de empate da Colômbia marcou a primeira classificação dos tricolores na história das Copas. E o feito poderia ter sido ainda maior se não fosse uma falha grotesca do insano goleiro Higuita em plena prorrogação contra Camarões nas oitavas de final. Após um empate sem gols no tempo regulamentar, a partida foi para a prorrogação. E em 10 minutos choveu gols no estádio San Paolo, em Napoli. Os camaroneses fizeram 1 a 0 com Milla no primeiro minuto do segundo tempo extra. Aos quatro minutos do segundo tempo da prorrogação, Higuita, que vinha sendo considerado o melhor goleiro da Copa até o então, foi sair jogando com os pés e perdeu a bola para Milla que marcou o segundo com gol vazio. A Colômbia ainda diminuiu faltando cinco minutos para o fim da prorrogação, mas não foi o suficiente para avançar às quartas de final, o que só veio acontecer 24 anos depois, no Brasil em 2014.
Confira os gols do jogo na transmissão colombiana
A Colômbia ainda disputou as duas Copas seguintes, nos Estados Unidos em 1994 e na França em 1998, mas em ambas os tricolores não passaram da primeira fase, perdendo duas partidas e ganhando apenas uma. Fora das Copas de 2002, 2006 e 2010, os colombianos retornaram à Copa do Mundo em 2014 e liderada por James Rodríguez, chegou a sua melhor campanha na história da competição, como já dissemos.
Em 2018, a seleção segue sendo comandada por James Rodríguez e ainda terá a presença do centroavante Radamel Falcão Garcia, maior artilheiro da história da Colômbia, que em 2014 foi cortado após se lesionar meses antes do Mundial. Enquanto isso, aquela Alemanha Ocidental terminou a Copa da Itália como campeã invicta, com cinco vitórias e dois empates, um deles justamente contra essa histórica Colômbia.
Neste domingo, 13 de setembro, acontece em Milão mais um derby entre Inter e Milan, o clássico entre times da mesma cidade que envolve mais títulos no mundo, hoje porém rossoneros e Nerazzurris vivem tempos de vacas magras, apesar disso o clássico é cheio de histórias, e o blog Curioso do Futebol visita uma das curiosidades, alguns dos mais famosos jogadores que passaram pelas duas equipes:
Andrea Pirlo
Pirlo talvez seja a maior burrice feita pela diretoria da Internazionale, Moratti deve se arrepender até hoje do que fez, o jogador passou discretamente pela Inter entre 1998 e 2001, sem marcar nenhum gol em 40 jogos, então Moratti decidiu trocar Pirlo por Andrés "Guly" Guglielminpietro que não fez nenhum sucesso com a camisa da Inter, já Pirlo fez história no Milan: 401 jogos, 41 gols, títulos nacionais, europeus e mundiais.
Pirlo ainda passaria com muito sucesso pela Juventus, onde chegou ano passado à mais uma final de Champions League, sendo derrotado pelo já histórico Barcelona do trio MSN. Pirlo hoje joga no New York City F.C. da Major League Soccer(MLS) dos Estados Unidos.
Christian Vieri
O polêmico atacante Vieri passou pela Internazionale entre 99 e 2005 marcando 123 gols em 190 jogos pela equipe nerazzurra, depois de muitos anos, passou apenas 6 meses no Milan em 2005, marcando apenas 2 gols em 14 jogos, o jogador passou também pela Juventus de Turim, onde marcou 14 gols em 37 partidas na temporada 1996-97.
Clarence Seedorf
Um dos mais notáveis jogadores holandeses, Seedorf teve passagens por diversos grandes clubes europeus e antes de ganhar diversos títulos pelo Milan, Clarence teve uma boa passagem pela Internazionale, entre 2000 e 2002 o Holandês que chegou a ser companheiro de Ronaldo Fenômeno marcou 13 gols em 94 partidas pela Inter.
Em 2002 Seedorf foi trocado por Francesco Coco e partiu para fazer história no Milan(revisitar as negociações bizarras de Moratti na Inter daria um novo texto.) foram 10 anos de clube, 456 jogos e 62 gols e a eterna idolatria do lado rubro negro da cidade. Depois de passagem pelo Milan Seedorf passaria pelo Botafogo antes de se aposentar em 2014.
Zlatan Ibrahimovic
O Mr. Scudetto teve passagem histórica pelos dois times de Milão. Ibra chegou a Inter em 2006, depois de deixar a Juventus, que havia sido rebaixada após toda a polêmica do Calciocaos(caso do qual recentemente o clube alvinegro foi absolvido) e fez história, Ibra passou pelo time tetra campeão seguido do Scudetto pela Internazionale entre 2006 e 2009, sendo o destaque e principal artilheiro do time nas temporadas, formando com Adriano um ataque mortal, foram 66 gols em 117 jogos pelos Nerazzurri.
E a passagem pelo Milan não seria menos brilhante, depois de péssima temporada no Barcelona, Ibra foi emprestado ao Milan onde na primeira temporada voltou a ganhar o campeonato Italiano, sendo decisivo no Derby que praticamente decidiu o campeonato, ao bater o pênalti que abriu a contagem, pelo Milan foram 56 gols em 85 jogos entre 2010 e 2012.
Giuseppe Meazza
Talvez o maior jogador da história da Internazionale, de fato o maior artilheiro da história do clube, Meazza despontou pelo imenso talento logo aos 17 anos, o baixinho de 1,69 marcaria época na Inter, marcando 239 gols em 348 jogos na primeira passagem entre 1927 e 1940.
Em 1940 se transferiu ao Milan, onde marcou 9 gols em 37 jogos, ficou nos rubro-negros até o ano de 1942 quando se transferiria a Juventus, marcando 10 gols em 27 jogos. Em 1947 voltaria a defender a Inter, marcando 2 gols em 17 jogos e encerrando enfim a carreira.
Ronaldo
O lendário atacante brasileiro que passou também por Barcelona, Real Madrid, PSV, Cruzeiro e Corinthians teve passagem que, apesar das diversas lesões, foi brilhante na Inter: Entre 1998 e 2002 o Fenômeno, apelido que inclusive ganhou na Inter, marcou 59 gols em 99 jogos, sendo decisivo ao extremo no titulo da Copa da Uefa em 1998 porém passando pela frustração da perda do Scudetto em 2001/02.
Entre 2007 e 2008 o Fenômeno teve curta passagem pelo Milan onde chegou a marcar em um Derby, foram 9 gols em apenas 20 jogos, depois o jogador foi para o Corinthians onde foi responsável direto pelo crescimento do clube de Parque São Jorge.
Se fosse me estender poderia mencionar diversos outros casos, como Balotelli, Serena, Crespo, Vieira e tantos outros, mas fica talvez para uma segunda edição. Inter e Milan possuem histórias interligadas que acabaram criando uma das maiores rivalidades do mundo, mais um capitulo será escrito neste domingo às 15h45 no horário de Brasília. * Lucas Paes é estudante de jornalismo, mora em Santos e sempre acompanha o futebol pelo mundo.
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