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A passagem de Martin Wagner pelo Kaiserslautern

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Martin Wagner brilhou com a camisa do Kaiserslautern nos anos 90

Nascido em Offenburg, o ex-jogador alemão Martin Wagner está completando 55 anos de idade nesta sexta-feira, dia 24 de fevereiro de 2023. Além de ter defendido Seleção Alemã na Copa do Mundo de 94, o jogador atuou por apenas três equipes. Uma delas foi o Kaiserslautern, clube no qual ele dedicou oito anos de sua boa trajetória no futebol.

Revelado nas categorias de base do FV Kehl e FV Offenburg, Martin passou a atuar profissionalmente em 1988, mas vestindo a camisa do Nürnberg, equipe na qual ficou até 1992. Chegou ao Kaiserslautern após 100 partidas disputadas e 14 gols marcados pelo clube da Bavária.

Defendendo as cores dos Diabos Vermelhos, o lateral esquerdo que passou a atuar como meio campista participou de 200 jogos do time da Renânia-Palatinado e balançou as redes adversárias em 30 oportunidades. Além disso, ajudou os seus companheiros de equipe a conquistarem o título da Bundesliga da temporada 1997/98.


Ainda antes de encerrar a sua carreira como jogador de futebol profissional, Martin Wagner teve uma passagem apagada pelo Wolfsburg. Chegou a se aventurar como treinador, mas pouco tempo depois, resolveu investir na carreira como agente de jogadores. Inclusive, fundou a "MaWa Consult", uma empresa justamente para isso.

A histórica e vitoriosa passagem de Juninho Pernambucano pelo Lyon

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Juninho teve uma excelente passagem pelo Lyon

Nascido em Recife, Antônio Augusto Ribeiro Reis Júnior, popularmente conhecido como Juninho Pernambucano, está completando 48 anos de idade nesta segunda-feira, dia 30 de janeiro de 2023. Em sua carreira como atleta profissional, ele teve uma passagem de grande destaque pelo Lyon, já que ajudou o clube a mudar de patamar e conquistar vários títulos na primeira década dos anos 2000.

Revelado nas categorias de base do Sport Recife, Juninho foi promovido ao time profissional do Leão da Ilha , onde atuou entre 1993 e 1995. Em seguida, o meio campista se transferiu para o Vasco, clube no qual atuou até 2001, e também foi muito bem. Seus bons números com a camisa Cruzmaltina chamou a atenção do Lyon, que o contratou para reforçar a sua equipe.

Apesar de ter saído do Gigante da Colina pela "porta dos fundos" e ter ficado fora dos gramados por um tempo, Juninho foi convocado para defender Seleção Brasileira na Copa América de 2001 e chegou com confiança no clube francês, que mesmo sendo o atual vice-campeão nacional da época, não era um time muito conhecido do Brasil e nem na Europa. 

Seu principal objetivo era somente se estabelecer no no velho continente, algo que realmente aconteceu na sua primeira temporada: no meio de uma equipe bem limitada, o Reizinho da Colina vestiu a camisa 12 e foi muito importante na conquista do primeiro título da Ligue 1 da história do Lyon, em 2001-02. Logo depois, ajudou a agremiação da Auvérnia-Ródano-Alpes a vencer a Supercopa da França de 2002, com uma goleada para cima Lorient pelo placar de 5 a 1.

Seu ano seguinte foi ainda melhor: usando agora a camisa 8 que tanto gostava, foi bicampeão da Ligue 1, além de ter sido o artilheiro e líder de assistências da equipe, tanto no campeonato, quanto na temporada. Na Supercopa da França de 2003, deu dois passes para gol na vitória por 2 a 1 sobre o Auxerre, garantindo o mais um título ao Lyon.

Na temporada 2003-04, o OL venceu o terceiro troféu da Ligue 1. Dessa vez, Juninho não foi o artilheiro do time, mas se sagrou como o principal jogador daquela conquista e também foi o segundo goleador do time dos Gones no campeonato nacional. 

Depois deste ano, Juninho foi eleito o melhor estrangeiro de 2004 do futebol francês, registrado na seleção do torneio pela revista France Football, além de também ter sido considerado a personalidade do ano na cidade de Lyon. Na Supercopa da França, o troféu veio no jogo diante do Paris Saint-Germain, após disputa de pênaltis. Nesse mesmo ano, começou a campanha do quarto consecutivo da Ligue 1, chegando no mesmo recorde  do Saint-Étienne e do Marseille, sendo que no final da campanha, Juninho foi o artilheiro do time na liga e acabou sendo colocado na seleção do torneio novamente.

Como os outros times tradicionais estavam em baixa no cenário nacional, O Olympique Lyonnais não teve muitas dificuldades para bater o recorde de títulos consecutivos da Ligue 1. E isso aconteceu na temporada de 2005–06, uma das melhores do Pernambucano no clube, sendo eleito o melhor atleta da mesma e, pelo quinto ano seguido, integrou a seleção do torneio. Sua fase no Lyon lhe deu uma vaga na Seleção Brasileira que disputaria a Copa das Confederações em 2005 e a Copa do Mundo de 2006.

O domínio no futebol francês durou mais duas temporadas, com as conquistas da Ligue 1 de 2006–07 e 2007–08. Mesmo nessas últimas duas temporadas, o capitão e já considerado ídolo, Juninho tinha ultrapassado a marca dos 32 anos de idade, mas ainda assim, foi destaque com seus passes para gol e cobranças de falta. Foi indicado a lista de 30 jogadores para o prêmio de melhor jogador do mundo pela FIFA em 2007, mas ficou apenas na 20ª colocação. 

Também foi muito importante na campanha do título da Copa da França na temporada 2007–08. Marcou o gol que levou o time para a decisão na vitória sobre o Sedan, pelo placar magro de 1 a 0 na semifinal. Na final, o Lyon bateu o Paris Saint-Germain e, Juninho, com a faixa de capitão Juninho, ergueu a taça. O OL havia feito até ali, com o auxílio do ídolo, o que nunca havia sido visto na história do futebol francês: o clube do brasileiro acabou conquistando o título nacional pela sexta vez seguida e depois ganhou mais uma Supercopa da França.

Em termos individuais, era difícil Juninho não se destacar, já que articulava e construía as jogadas ofensivas da equipe. Além disso, fazia gols contra times poderosos do futebol europeu como Real Madrid, Barcelona, Bayern de Munique e outras. Mesmo assim, o time francês não conseguia repetir os feitos do futebol nacional no cenário internacional.


No seu último ano na equipe de Lyon, Juninho teve atuações destacas, porém, desta vez, o clube não terminou pela primeira vez desde sua chegada, na primeira colocação da liga nacional. Seu time terminou na terceira posição na classificação geral, perdendo o título para o Bordeaux. Sua última partida com a camisa do Lyon aconteceu no triunfo sobre o Caen, realizado no dia 23 de maio de 2009, quando ele anotou o seu último e centésimo gol com a camisa do Lyon. Até os dias de hoje, Juninho é considerado pela torcida como o maior ídolo e jogador da história do clube. 

Após 343 partidas, 100 gols marcados e 14 títulos conquistados pelo time francês, Juninho Pernambucano ainda jogou em clubes como Al-Gharafa, o Vasco da Gama e o New York Red Bulls. Encerrou a sua carreira como jogador de futebol profissional em 2012, após sua terceira passagem pelo Vascão, onde também foi ídolo.

A passagem de Michael Laudrup pelo Brøndby

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Michael Laudrup defendeu o Brondby por uma temporada

Michael Laudrup, maior craque da história do futebol dinamarquês, está completando 58 anos de idade desta quarta-feira, dia 15. Em seu tempo de jogador, atuava como meio campista e defendeu a equipe do Brøndby no começo da sua carreira.

Nascido em Frederiksberg, Laudrup chegou a ser sondado pelo Ajax, que era um time muito forte na década de 70, quando ainda era jovem. Porém, seu pai não permitiu que ele saísse do país tão cedo e por isso, ele jogou nas categorias de base do Brøndby e Kjøbenhavns.

Após se profissionalizar na equipe da capital, retornou para a equipe azul e amarelo do subúrbio de Copenhagen, onde jogou uma temporada. Segundo dados do site ogol.com, Laudrup defendeu as cores do Brondby em 38 oportunidades e balançou as redes 23 vezes.


Quando seu vínculo terminou com o Brøndby, Michael Laudrup ainda passou por clubes como Juventus, Lazio, Barcelona, Real Madrid, Vissel Kobe e encerrou a sua carreira no Ajax em 1998. Aposentado, ainda trabalhou pelo clube da capital dinamarquesa como treinador entre 2002 e 2006.

A passagem de Juninho Pernambucano pelo Sport

Por Ricardo Pilotto
Foto: Revista Placar

Juninho Pernambucano passou iniciou sua carreira de jogador no Sport

Nascido em Recife, capital de Pernambuco, Antônio Augusto Ribeiro Reis Júnior, popularmente conhecido apenas como Juninho Pernambucano, está completando 48 anos de idade neste domingo, dia 30 de janeiro de 2022. Por isso, hoje, vamos relembrar a passagem do meio campista como profissional pelo Sport, que aconteceu entre 1993 e 1995.

Juninho foi revelado nas categorias de base do Sport Recife com apenas 16 anos de idade. Mesmo tendo sido aprovado no vestibular para cursar administração de empresas, o jovem jogador optou por seguir no futebol, onde ficou por quase três anos nas divisões de base do Leão da Ilha. Sua estreia no time principal aconteceu no dia 11 de novembro de 1993, quando o time de Pernambucano empatou em 0 a 0 com o Fluminense. 

No time rubro-negro, fez parte da "Geração de Ouro" do clube, que conseguiu conquistar o título estadual, a Copa do Nordeste, ambos vencidos em 1994, e consequentemente se tornou um ídolo para a torcida. Foi defendendo as cores do Sport, que Juninho se tornou um especialista em cobranças de falta, algo que mais tarde, seria sua marca registrada.

Por conta de sua grandes atuações com a camisa do Leão, Juninho Pernambuco foi chamando a atenção de times gigantes do futebol Brasileiro. Mais tarde, recebeu uma boa proposta do Vasco da Gama, que foi prontamente aceita pelo atleta. Apesar do começo difícil, o meio campista se tornou uma peça fundamental para o Gigante da Colina em 1995, mesmo ano em que foi convocado para defender a Seleção Brasileira pela primeira vez na sua carreira.

Enquanto esteve no Sport Recife, fez 28 jogos e marcou vinte gols com a camisa vermelha e preta de Recife. Encerrou sua passagem pelo clube com dois títulos conquistados.

Na sequência da sua carreira, defendeu Lyon, onde foi ídolo, Al-Gharafa, voltou ao Vasco em 2011 e rumou para os Estados Unidos para jogar no New York Red Bulls. No ano de 2013, Juninho retornou para o Cruzmaltino e encerrou a sua carreira como jogador de futebol profissional.

O ex-meia Vágner na Roma

Por Kauan Sousa
Foto: arquivo

Vágner teve poucas chances na Roma

Neste dia 19 de março, o ex-meio-campista, que também chegou a atuar como lateral-direito, Vágner completa 48 anos de idade. O ex-jogador, conhecido por ter defendido Santos, Vasco da Gama e São Paulo, teve uma passagem pelo futebol italiano, mais precisamente pela Roma, entre 1997 e 1998.

Vágner iniciou sua carreira em 1989, no Arapongas, clube do interior do Paraná e passou pelo Paulista e o União São João antes de chegar no Santos, em 1995. No time da Vila Belmiro, o ex-jogador se destacou jogando ao lado de Giovanni, Jamelli e Robert, sendo vice-campeão brasileiro em 1995. Dois anos depois, ainda defendendo o Peixe, acabou chamando a atenção do Roma.

Naquela época, o Campeonato Italiano ainda era considerado o mais forte do mundo, seja no jogo, como economicamente, mas não com tanta força como nos anos 80 e primeira metade da década 90, já que naquela época começava a sofrer a concorrência do futebol espanhol.

Na equipe italiana, chegou em um time com estrelas como Totti, Aldair, Cafu e companhia. Apesar de muito técnico e habilidoso, acabou não sendo muito aproveitado. No clube, atuou apenas 16 jogos e não marcou nenhum gol.

Com um contrato de três anos no Roma, após uma temporada na Itália, Vágner foi emprestado ao Vasco da Gama em 1998. No clube carioca, participou da maior conquista da história do clube, o da Copa Libertadores daquele ano.


Após a passagem pelo Vasco da Gama, o ex-jogador de personalidade forte foi para o São Paulo, também emprestado pela Roma. Em seguida, o time italiano o negociou com o Celta de Vigo, da Espanha, e em 2005, com 31 anos de idade se aposentou do futebol, por conta de uma lesão. Em 2010 virou diretor do Londrina, sendo essa sua última experiência com o futebol.

O Curioso do Futebol

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