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Givanildo - Um ídolo do Santa Cruz

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Givanildo em sua fase de Santa Cruz

Givanildo José de Oliveira é um dos maiores, se não o maior, jogador da história do Santa Cruz. Além de suas passagens como atleta, que foi muito vitoriosa, Givanildo foi treinador da equipe, tendo passagens marcantes, e atualmente é o diretor técnico do clube.

O profissional completou 75 anos ontem. Giva nasceu em Olinda, Pernambuco, no dia 8 de agosto de 1948, e virou um dos maiores personagens do futebol nordestino. Com passagens por diversos clubes nacionais, a sua carreira foi marcante dentro e fora do campo.

Tudo começou no Santa Cruz, quando ele chegou aos 16 anos para pode se desenvolver. Dois anos depois, em 1969, ele estreou no profissional, e não saiu mais, pois demonstrou todo seu talento no meio-campo da equipe, sendo dominante.

O jogador era um grande volante, conseguia dominar o meio-campo, sendo muito inteligente. Ele conseguia estar presente em todas as jogadas, tinha um senso de posicionamento muito bom, dificultando muito a criação adversária, sendo um grande marcador.

Giva era um pitbull dentro de campo, caçava os atacantes adversários, não deixando dominar a bola com tranquilidade. Pelo Santa Cruz foi muito vencedor, já chegou na equipe profissional conquistando muitos títulos, mostrando uma dominação da equipe em Pernambuco.

A equipe conquistou o pentacampeonato pernambucano (1969-1973), tendo uma hegemonia no seu estado. As atuações de Giva chamavam a atenção, pois mostrava toda sua qualidade, sendo muito importante em todas as conquistas do clube. Porém, não foram apenas fases boas, pois depois da sequência de títulos, a equipe acabou passando por um momento complicado, ficando alguns anos sem conquistas.

Mesmo a equipe não mantendo a fase vencedora, o jogador continuou se destacando, sendo dominante no meio-campo. Giva chamou a atenção de alguns clubes, e em 1976 foi negociado com o Corinthians, deixando a equipe com um grande ídolo.

Mas a sua história no clube não acabou nesse momento, pois dois anos depois, ele retornou ao Santa Cruz. Com o seu retorno, o clube também voltou a conquistar títulos. A equipe foi bicampeã do campeonato pernambucano (1978-79), voltando a mostrar o domínio no seu estado.

Ao final da temporada de 1979, Giva deixou o clube e foi contratado pelo Fluminense. Depois de três anos, o jogador se aposentou no Sport. Mas a sua carreira no futebol não acabou, muito menos a sua história pelo Santa Cruz.

Giva se tornou treinador logo após pendurar as chuteiras. Ele começou pelo CSA, depois rodou por alguns clubes do futebol nordestino. Em 1989 ele voltou para o Santa Cruz, mas acabou tendo uma passagem apagada como treinador, sendo demitido no ano seguinte.

Mas não acabou por aí, pois após rodar por alguns clubes, ele retornou em 1998 para o Santa Cruz. Ele tinha uma missão muito complicada, que era salvar a equipe da queda para a Terceira Divisão. A equipe ficou o campeonato inteiro brigando para não cair, e na última rodada precisava vencer para não cair.

A equipe foi para o intervalo perdendo por 1 a 0 para o Volta Redonda, mas no retorno ao gramado, Giva fez duas alterações, e foi fundamental para a virada da equipe. O Santa conseguiu vencer por 2 a 1 e permaneceu na segunda divisão.


Em 1999, após um momento ruim, o técnico acabou sendo demitido mais uma vez, mas conseguiu ter uma boa passagem. Novamente, rodou por alguns clubes, mas em 2004 voltou para o clube, e dessa vez conseguiu conquistar seu título como treinador da equipe.

Giva teve uma grande passagem, conquistando o título do campeonato pernambucano. Além disso, o técnico conseguiu levar a equipe ao acesso à elite do futebol nacional em 2005. Em 2004 acabou sendo demitido, depois de um período ruim. Em 2010 e 2017 também teve passagem pelo clube, mas acabou ficando pouco tempo, não fazendo um bom trabalho. Em 2021 foi chamado para ser diretor técnico da equipe, e exerce essa função até o momento.

Boneco de Givanildo Oliveira faz sucesso em jogo do América Mineiro na Libertadores

Com informações do Esportes DP
Foto: reprodução

O boneco em homenagem ao treinador Givanildo Oliveira

Único treinador a conquistar títulos nacionais com o América Mineiro, o pernambucano Givanildo Oliveira é uma das grandes figuras da história do clube mineiro. Nomeado carinhosamente como 'Mestre Giva' pelo torcedor americano, a gratidão pelo treinador se materializou: Givanildo virou boneco. Na estreia histórica do Coelho na Libertadores, na noite desta quarta-feira, a torcida organizada Barra Una fez o ex-treinador estar presente em um importante momento para o clube, de uma forma um tanto 'inusitada'.

Torcedores confeccionaram uma mini-estátua do treinador, reproduzindo a foto icônica que virou um dos maiores 'memes' do futebol nacional. No registro de Ricardo Fernandes para o Diario de Pernambuco à época, Giva foi flagrado levando a mão aos órgãos genitais enquanto comandava seu trabalho à beira do gramado.

A relação entre América e Givanildo é antiga. Foi em 1997 o primeiro encontro entre o pernambucano e o clube mineiro. De lá para cá, Giva esteve em outras quatro oportunidades na área técnica do Coelho. O mais recente reencontro aconteceu no final de 2018, sendo demitido em 2019 após não conseguir evitar o rebaixamento à Série B.

Nos mais de 22 anos de história, o 'Mestre Giva' acumula glórias como a conquista da Série B de 97, primeiro título nacional do clube, da Série C de 2009 e a ida à final do Mineiro de 2012, decisão que não contava com a presença do América há 11 anos. Ainda, à frente do Coelho, o vitorioso treinador soma três acessos.


Porém, dentro de campo, a situação não foi das melhores possíveis para o América. Jogando pela primeira vez na história pela Libertadores, o Coelho perdeu para o Guaraní do Paraguai, no Independência, em Belo Horizonte, por 1 a 0. O jogo de volta será na próxima quarta-feira, 2 de março, em Assunção.

O tricampeonato pernambucano de Givanildo pelo Sport

Foto: arquivo

Givanildo com a camisa do Sport

Um dos maiores nordestinos do futebol, seja como jogador ou como treinador, Givanildo Oliveira está completando 73 anos em 9 de agosto. Com uma história ligada ao Santa Cruz, seu final de carreira como jogador foi no rival Sport, onde foi tricampeão pernambucano.

Nascido em Olinda, em 8 de agosto de 1948, Givanildo começou a carreira no Santa Cruz, participando de grandes campanhas da equipe no futebol pernambucano e nacional, estreando no profissional em 1969 e logo emendando um pentacampeão estadual. Em 1976, chegou à Seleção Brasileira e, em seguida, foi para o Corinthians.

Após ser campeão paulista pelo Timão, tirando o time da fila de 23 anos sem títulos, Givanildo volta para o Santa Cruz e conquista o bicampeonato pernambucano. Em 1980, tem uma passagem rápida pelo Fluminense até voltar para Pernambuco, mas para defender o Sport.

Apesar da polêmica envolvendo sua transferência justamente para o “Rival da Ilha”, Givanildo logo de cara levou o Campeonato Pernambucano de 1980, com o Sport batendo o Santa cruz na decisão. Isto mostraria que a passagem de Givanildo pelo Leão da Ilha seria positiva.


Em 1981, o sucesso continuou. O Sport bateu o Náutico na decisão e ficou com o título. Em 1983, o adversário também foi o Timbu e o Leão levou a melhor novamente a taça. Neste ano, Givanildo, depois do título, resolveu deixar os gramados.

Assim, começou no próprio Sport sua destacada carreira ocupando o cargo de treinador. Sério e competente, ficou conhecido como o “Rei dos Acessos”. São quase trinta anos de bons serviços como técnico atuando em várias equipes pelo Brasil. Um dos maiores vencedores do futebol nordestino.

Dono de inúmeros acessos e títulos, Givanildo Oliveira é vacinado contra Covid-19

Com informações do Futebol Interior
Foto: divulgação

Givanildo foi vacinado neste sábado

No grupo de risco aos 72 anos, o técnico Givanildo Oliveira foi imunizado contra a Covid-19, tomando vacina neste sábado, dia 20, em Recife, capital de Pernambuco. Ainda em atividade, um dos técnicos mais longevos do país tomou vacina contra a Covid-19. De dentro do carro e de máscara, o experiente comandante levantou a manga da camisa e tomou a picada.

Givanildo Oliveira é um ícone do futebol brasileiro. Natural de Olinda, em Pernambuco, ele é conhecido como Rei do Acesso. Também pudera! São seis acessos em divisões nacionais. Ele subiu América-MG (1997 e 2015), Paysandu (2001), Santa Cruz (2005) e Sport (2006) para a Série A, além do América-MG (2009) para a Série B.

Títulos - Sem falar que o ex-volante de Santa Cruz, Corinthians, Fluminense, Sport e até Seleção Brasileira empilhou taças como treinador. São mais de 20. Givanildo Oliveira foi campeão pelos rivais paraense - Paysandu (Copa dos Campeões 2002, Série B 2001 e Paraense 1987, 1992, 2000, 2001 e 2002) e Remo (Paraense 1993 e 2018).

Ele também conquistou títulos pelos rivais alagoanos CSA (Alagoano 1990) e CRB (Alagoano 1986), além dos rivais cearenses Ceará (Cearense 2017) e Fortaleza (Cearense 2004).


Sem falar nos títulos estaduais por Vitória (2007), Santa Cruz (2005) e Sport (1991, 1992, 1994 e 2010). No Leão da Ilha ainda teve a Copa do Nordeste (1994). No momento, porém, o treinador está sem clube. Ele está no mercado desde maio de 2019, quando saiu do América-MG. Pela primeira vez na carreira, Givanildo não defendeu nenhum clube em todo ano, foi em 2020.

Mortes - Embora os idosos estejam sendo, parcialmente, vacinados, o Brasil é um dos países mais atrasados na vacinação de sua população. Isso faz o Brasil ter um pouco menos de 300 mil mortos pelo novo coronavírus.

Por conta de Covid-19 na família, Givanildo desiste de dirigir America, que anuncia Josué Teixeira

Com informações do America FC
Foto: Gazeta do Povo

Givanildo desistiu de dirigir o America por conta de um caso de Covid-19 na família

No último domingo, o America anunciou que Givanildo Oliveira seria o treinador da equipe na sequência da Fase Preliminar do Cariocão. Porém, nesta terça-feira ele desistiu de assumir o Mecão, alegando caso de Covid-19 na família. O clube agiu rápido e horas depois contratou Josué Teixeira.

O America soltou nota em sua página oficial. "Na manhã desta terça-feira fomos surpreendidos pelo telefonema do Treinador Givanildo Oliveira, informando que não poderia embarcar para o Rio de Janeiro por causa de caso de Covid em sua família, que teria sido confirmado de madrugada", diz a carta.


O técnico Givanildo Oliveira deixou uma palavra para os torcedores e associados do clube. "Na minha carreira toda, é a primeira vez que acontece isso comigo. Tivemos esse problema com uma pessoa muito próxima a mim e eu não tinha como viajar. Estava muito animado em dirigir este grande clube, seria a primeira vez no Rio de Janeiro. Peço desculpas ao torcedor por não conseguir estar nessa caminhada junto ao time, mas infelizmente foi algo que não tive como controlar", falou.

Josué Teixeira - Após o impedimento da chegada de Givanildo Oliveira, atendendo a um convite do Presidente Sidney Santana, o America anuncia a contratação de Josué Teixeira. O técnico chega com seu auxiliar, Márcio Roberto.


Josué Teixeira é conhecido no futebol carioca. Com passagens por Nova Iguaçu, Americano e Macaé, o técnico conquistou o Brasileirão Série C pela equipe do Norte Fluminense, em 2014. Pela equipe de Campos, conquistou a Copa Rio, em 2018. Fora do estado, foi campeão pelo ABC-RN, Sampaio Corrêa-MA, River-PI e futebol árabe.

America contrata treinador Givanildo Oliveira para a sequência da Seletiva do Cariocão

Com informações do GE.com
Foto: Peu Ricardo/DP Foto

Givanildo vai trabalhar no Rio de Janeiro pela primeira vez

Givanildo Oliveira é o novo técnico do America. O experiente treinador chega para comandar o clube na Fase Preliminar do Campeonato Carioca e, caso a equipe avance, também na principal. Ele vem para o lugar de Álvaro Gaia, que saiu após a derrota para o Americano no último sábado, dia 30.

Aos 72 anos, esta será a primeira vez que o técnico comandará um time do Rio de Janeiro. Conhecido como "Rei do Acesso", por ter ascendido muitos clubes à primeira divisão nacional, além dos seus 18 títulos estaduais, quatro nacionais e duas copas regionais, Givanildo chega com currículo e empolgação para liderar o clube no restante da competição.

"A expectativa é grande. Estou vindo para um grande clube, que é o America. O primeiro contato com o presidente foi muito bom. Eu sei que o tempo é curto, mas vamos trabalhar firme para conquistarmos o nosso objetivo. A gente trabalhará jogo a jogo. E esperamos já conseguir a vitória no jogo de quarta-feira", disse o treinador.

Com seis pontos em cinco jogos, o America é o quinto na seletiva do Carioca. O time está a quatro pontos da líder Cabofriense, que tem 10. O time volta a entrar em campo na próxima quarta-feira, às 15h30, no Lourivaldão, para enfrentar o Sampaio Corrêa, na abertura do returno da Fase Preliminar.


Álvaro Gaia - A saída de Álvaro Gaia do comando do America foi anunciada pelo clube na manhã deste domingo. "O America Football Club comunica que o técnico Álvaro Gaia e seu auxiliar técnico André Ricardo não seguirão no comando da equipe para a sequência do Campeonato Carioca. O Clube agradece por todo empenho e dedicação dos dois profissionais, e deseja boa sorte em seus próximos trabalhos", disse a nota.

Givanildo Oliveira atuando pelo Corinthians

Foto: arquivo

Givanildo em ação pelo Corinthians

Ídolo do Santa Cruz e treinador consagrado fora do "famoso eixo Rio-São Paulo", Givanildo Oliveira está completando 72 anos neste 9 de agosto. Em sua época de jogador, era um excelente volante, que fez parte do grande time da Cobra Coral no final da década de 1970, e esteve no elenco do Corinthians na época da invasão no Maracanã e que tirou o time da fila em 1977.

Givanildo nasceu em Olinda, cidade histórica vizinha de Recife e em 1967 chegou ao Santa Cruz, ainda nas categorias de base. Logo se destacou e subiu para o profissional, onde estreou em 1969 e já se sagrou campeão pernambucano, repetindo o feito em 1973. Em 1976 estava tão bem que foi convocado para a Seleção Brasileira e, em seguida, o Corinthians o contratou.

O Timão tinha investido alto em três grandes contratações que poderiam realmente dar certo. 2,5 milhões de cruzeiros em Givanildo, mais os 1,2 milhões de cruzeiros ao meia Neca, que vinha do Grêmio, e mais 500 mil cruzeiros ao atacante João Paulo do XV de Piracicaba.

Givanildo chegou ao Corinthians em setembro de 1976 para a disputa do Campeonato Brasileiro do mesmo ano, onde participou da épica campanha que levou o time ao vice campeonato. Em 1977, com a contratação do técnico Oswaldo Brandão, Givanildo não quis entrar em uma nova disputa pela posição. Era sacado constantemente da equipe, além dos boatos sobre o interesse do alvinegro por Caçapava e Falcão.


Magoado, Givanildo pedia para ir embora! Mesmo com uma permanência relativamente curta no Parque São Jorge, o volante é lembrado até hoje pelo ótimo futebol que apresentou, sempre dedicado e incansável dentro de campo. Na bagagem que levou de volta para Recife, estava o importante título paulista de 1977, que tirou o Timão da fila.

Mesmo que boa parte da torcida alvinegra não se lembre, ele também participou naquela campanha histórica, atuando em algumas partidas. Pelo Corinthians disputou 52 jogos. Venceu 28, empatou 9 e perdeu 15. Marcou 2 gols.

Givanildo voltou ao Santa Cruz onde foi bicampeão pernambucano entre 1978 e 79. Jogou também no Fluminense (campeão carioca em 1980) e nesse mesmo ano foi transferido para o Sport, onde foi tricampeão pernambucano (1980, 1981 e 1982), pendurando as chuteiras e iniciando a carreira de treinador no CSA, ainda em 1982.

Givanildo Oliveira - este merece o título!

Givanildo tem bons trabalhos no futebol brasileiro

Este fim de semana foi marcado pelas decisões estaduais. Entre os técnicos campeões, tem um que me chamou mais a atenção: Givanildo Oliveira. Ele conquistou o Campeonato Mineiro pelo América, quebrando um jejum de 15 anos sem título estadual pelo clube. Mas, além disso, a conquista tem um fato interessante: é raro um técnico nordestino conquistar algum campeonato estadual do Sul e Sudeste do Brasil.

Givanildo nasceu em Olinda, no Estado do Pernambuco, em 8 de agosto de 1948. Começou no futebol no Santa Cruz, onde profissionalizou em 1968. Volante rápido, com grande movimentação e passes precisos, Givanildo chamou a atenção do Corinthians, onde jogou em 1976 e 1977, chegando a defender a Seleção Brasileira por seis jogos nesta época. Depois da passagem pelo Timão, Givanildo voltou ao Santa Cruz e ainda chegou a defender Fluminense e Sport, onde encerrou a carreira em 1984 e iniciou os trabalhos como treinador.

Como técnico, Givanildo passou por quase todos os grande clubes do Norte e Nordeste do Brasil, sempre fazendo bons trabalhos. Só para se ter uma ideia, o treinador conquistou seis campeonatos paraenses, um alagoano, quatro pernambucanos e um baiano. Os números não enganam: é um profissional de sucesso!

O América conquistou o Mineiro neste ano

Porém, não podemos negar que há uma resistência a técnicos nordestinos nos clubes do Sul e Sudeste do País. Eu diria que existe até um preconceito velado. Givanildo é um dos poucos a derrubar este 'muro'. Nos anos 90, ele dirigiu Bragantino, Ponte Preta e Guarani. Em 2006, esteve no Atlético Paranaense. É uma marca interessante, mas muito pouco para a competência e os anos de carreira do profissional.

Mas, Givanildo Oliveira tem uma história linda com um simpático clube da região Sudeste: o América Mineiro. Pelo Coelho, ele já conquistou as Séries B (em 1997) e C (em 2009) do Campeonato Brasileiro, além de outras belas campanhas com a equipe de Belo Horizonte.

No ano passado, o América conseguiu voltar à Série A do Campeonato Brasileiro com Givanildo Oliveira no comando. Para o currículo do treinador faltava um título estadual na região. E ele conseguiu! O empate de ontem em 1 a 1 com o Atlético garantiu a taça de campeão mineiro para o Coelho. O primeiro do treinador no Sul e Sudeste.

Givanildo é um treinador competente e trabalhador. Mostra que consegue tirar o máximo de suas equipes, que sempre praticam um bom futebol. Mais do que isso, Givanildo Oliveira prova que um técnico nordestino pode ter espaço e sucesso no futebol do Sul e Sudeste do Brasil.

O Curioso do Futebol

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