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A passagem de Juan Antonio Pizzi no mexicano Toluca

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Pizzi no Toluca

A Argentina é, sempre foi e provavelmente sempre será uma colossal produtora de bons, ótimos e absudos atacantes. Desde centro-avantes matadores, como Baptistuta, Crespo, Higuaín e mais recentemente Julian Alvarez e Lautaro Martinez a homens que infernizam defesas nas pontas e jogam até no meio-campo devido a qualidade técnica apurada, como Di Maria, Lavezzi e, é claro, num nível mais colossal, Maradona e Messi. Um dos bons filhos produzidos pelo país, que depois prestou serviços a Espanha é o hoje treinadoe e ex-atacante Juan Antonio Pizzi, que teve um "trampolim" no Toluca. 

Nascido em 7 de junho de 1968, Pizzi era um atacante que podia tanto ser o camisa 9 de referência como o cara que faria uma dupla de ataque com algum outro atleta. Iniciou sua trajetória no Rosário Central, da Argentina, tendo ótimos momentos na Acade em seus primeiros naos como atleta azul y oro. Foi de lá que fez uma passagem trampolim no Toluca.

Chegou ao México trazido como o grande nome do Toluca para a temporada, após um desempenho espetacular no Campeonato Argentino anterior, onde ajudou o Rosário Central a ficar na quarta posição. Desde o começo, mostrou suas qualidades vestindo a camisa dos Diablos Rojos, marcando gols já no começo de sua passagem. Rapidamente caiu nas graças da torcida.


Apesar de não conseguir levar a equipe a grandes sucessos na tabela, Pizzi ficou marcado pelos gols que fez em seus jogos pelo Toluca, com grandes atuações que o fizeram ganhar enorme carinho da torcida local. Foram, no total, 12 gols na liga mexicana e outros dois na Copa do México, números que o fizeram terminar como artilheiro do time na temporada, com 14 gols. Seu bom futebol chamou a atenção do Tenerife, que o comprou ao final do biênio 1990/1991.

Pizzi se tornaria um dos grandes nomes da história do Tenerife, numa época onde o clube se acostumava a jogar a primeira divisão espanhola com alguma frequência. Seus bons anos na Espanha o fizeram inclusive se naturalizar espanhol, o que fez com que jogasse a Eurocopa de 1996 e a Copa do Mundo de 1998 na Fúria. Ele pendurou as chuteiras em 2002, no Villareal. Hoje é treinador, comandando a seleção do Bahrain, tendo passado por vários clubes, inclusive pelo Valencia, da Espanha.

A passagem de Irênio pelo Tigres

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Irênio atuando no Tigres

O Brasil já teve diversos jogadores ao longo dos anos que passaram por outros países da América Latina em ligas de futebol mais alternativas, sendo alguns nomes as vezes sequer conhecidos no futebol brasileiro antes de irem para fora do país. Nem todos os casos, porém, são assim, é importante ressaltar. O futebol mexicano tem, ao logo dos anos, vários casos de jogadores que passaram por lá e um deles foi o meia Irênio.

Nascido em 27 de maio de 1975, Irênio é um dos maiores jogadores da história do América Mineiro, onde foi revelado e se tornou ídolo histórico do clube. Depois de caminhar por alguns times brasileiros, incluindo o Atlético Mineiro, por onde passou em 2000, ele foi contratado pelo Tigres em 2001, depois de passar pela Lusa em 2001.

Desde o começo se tornou um dos maiores nomes do time rayado. Dono de grande categoria, Irênio caiu nas graças do torcedor, assim como vários outros brasileiros em outras equipes mexicanas, graças ao seu bom futebol e sua técnica apurada. Jogou numa época onde o Tigres tinha bons times, mas não conseguia competir em pé de igualdade com outros rivais locais. Seu primeiro ano coincidiu com o melhor desempenho do clube em anos, quando foi vice-campeão nacional.


Seguiu sendo um dos pilares duma equipe que fazia boas campanhas, mas acabava não avançando quando chegava aos mata-matas das competições. Chegou a semifinais e claro, na final em 2001, mas acabou não conquistando o campeonato local naquele período. A falta de títulos não diminuiu a importância de Irênio, que era considerado um dos principais jogadores do futebol mexicano nos primeiros anos do século XXI.

Permaneceu no Tigres até 2005, quando se despediu ao fechar com o América do México. No total, em cinco temporadas pelo time azul e amarelo, Irênio esteve em campo em 152 partidas, marcando 29 gols. É até hoje considerado um dos maiores ídolos do clube, que se tornou um dos principais do futebol mexicano em anos recentes. 

Zaguinho e suas passagens pelo Atlante do México

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Zaguinho teve duas passagens pelo Atlante nos Anos 90

O ex-atacante mexicano Luis Roberto Alves dos Santos Gavranić, conhecido pela alcunha de Zaguinho, celebra o seu 57º aniversário nesta quinta-feira, dia 23 de maio de 2024. No decorrer da sua trajetória como profissional, o avançado teve duas passagens pela equipe do Atlante durante a segunda metade da década de 90.

A primeira delas ocorreu na temporada 96/97, quando os Potros de Ferro contrataram o jogador do América do México, clube onde havia atuado por 11 anos consecutivos. Retornou para a sua segunda trajetória pelo clube em 97/98, após nova passagem pelo time Americanista.


Somando os dois períodos, o atacante teve bons números nos Azulgranas. De acordo com o site ogol.com, Zaguinho disputou partidas pela equipe e contribuiu com 21 gols.

Antes de anunciar a aposentadoria, artilheiro mexicano ainda foi convencido por Raúl Arias a jogar o Torneio de Inverno de 2000 pelo Necaxa, mas acabou permanecendo por mais algum tempo no clube. Afinal, o atleta só veio a pendurar depois de jogar o Clausura em 2003.

A passagem de Omam-Biyik no Puebla

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Biyik jogando no Puebla

O futebol camaronês é um dos maiores celeiros africanos de talentos para o esporte. Tradicionalíssimo, o país segue sendo até hoje uma das grandes referências para surgimento de talentos no continente africano. Local de onde saíram nomes como Samuel Eto'o e Roger Milla, os africanos tem hoje sujeitos como Joel Matip, que serviu anos ao Liverpool de Klopp ou mesmo o atacante Choupo Moting (que escolheu jogar pelos Leões Indomáveis). Um dos grandes nomes do país foi Omam-Biyik, que passou no fim da carreira pelo Puebla. 

Nascido em 21 de maio de 1966, Omam-Biyik surgiu para o futebol no Canon Yaoundé, um dos mais tradicionais times camaroneses, em 1986, antes de desembarcar em terras francesas no ano seguinte. A partir daí, andou por vários clubes ao longo de sua carreira e já na parte final dela passou pelo futebol mexicano, jogando pelo Puebla em 1999, depois de passar pelo Atlante.

Na época, Biyk já tinha experiência, com seus 33 anos e estava no final de sua trajetória no futebol. Havia feito um enorme sucesso pelo América, onde é considerado um dos maiores jogadores estrangeiros que já passou pelo clube em todos os tempos. No Puebla, já sentindo as dores da idade, não conseguiu render no mesmo nível. 


Ficou nos Camoteros durante o primeiro semestre, onde acabou atuando em poucos jogos. O começo de sua passagem foi empolgante, já que marcou gols em três jogos seguidos, mas depois disso, seu rendimento caiu. O rendimento do time também era péssimo e no fim das contas a equipe acabou inclusive rebaixada. No total, Biyik marcou cinco gols em 17 jogos em sua passagem.

Encerraria a carreira no ano seguinte, atuando pelo modesto Cháteauroux da França, voltando para jogar no futebol amador mexicano em 2003. Hoje, Biyik segue sendo um dos auxiliares da comissão técnica da Seleção Camaronesa de futebol. 

A passagem de Nunes no Monterrey do México

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Nunes atuou no Monterrey por um ano

Nesta segunda-feira, dia 20 de maio de 2024, o ex-atacante João Batista Nunes de Oliveira, conhecido apenas como Nunes, celebra 70 anos de vida. No decorrer de sua carreira o avançado sergipano teve uma rápida passagem pelo futebol mexicano, onde atuou pelo Monterrey entre o fim da década de 70 e início dos Anos 80.

Revelado pelo Confiança, o artilheiro atuou pelo time dos Rayados na temporada 1979/80. Ele foi contratado pela equipe Albiazul quando defendia as cores do Fluminense.

No clube de Nuevo León teve dificuldades para conquistar o seu espaço no time titular. De acordo com o site ogol.com, o brasileiro disputou apenas seis partidas pela equipe, mas pôde retribuir marcando seis gols.


Deixou o Monterrey em 80 para conseguir finalmente realizar o sonho de vestir a camisa do Flamengo como jogador profissional. Inclusive, foi no Mengão que Nunes conquistou os títulos mais importantes da sua carreira, e com isso, é considerado como um dos grande ídolos da torcida rubro-negra até os dias de hoje.

O atacante anunciou a sua aposentadoria em 91, quando jogava no Flamengo-MG. Após pendurar as chuteiras, se tornou treinador.

A passagem de José Cardozo no Toluca do México

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Cardozo teve uma vitoriosa passagem pelo Toluca como jogador

O ex-atacante paraguaio José Saturnino Cardozo Otazú, conhecido popularmente apenas como José Cardozo, completa 53 anos de idade nesta terça-feira, dia 19 de março de 2024. No decorrer de sua carreira como profissional, o avançado teve uma longeva e memorável passagem pelo Toluca do México entre a metade das décadas de 90 e 2000.

Sua chegada ao clube mexicano foi concretizada em 95, quando já era um jogador experiente. Afinal, antes de ir aos Diablos Rojos, Cardozo já havia atuado em clubes times como River Plate de Assunção, onde foi revelado, St. Gallen, Universidad Católica e Olimpia.

Permaneceu na equipe Choriceros até 2005, sendo que chegou a ficar um curto período emprestado ao Cruz Azul do México, em 2001. Ao longo desta sua trajetória pelo Toluca, José fez parte dos títulos do Torneio Clausura do Campeonato Mexicano em 98, 99, 2000, e um Apertura em 2002
Em 2003, ajudou a equipe na conquista da Liga dos Campeões da Concacaf de 2003.


De acordo com o site ogol.com, o paraguaio disputou 331 partidas e fez 249 gols pelo Toluca. Depois de ter seu vínculo encerrado com o time mexicano, se transferiu para o San Lorenzo, onde encerrou a sua carreira em 2006.

Mesmo aposentado, seguiu trabalhando no futebol, como treinador. Inclusive, entre 2013 e 2016, voltou ao Toluca para comandar o clube à beira do campo.

Alex Mineiro e sua trajetória no Tigres do México

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Alex Mineiro jogou no Tigres entre 2003 e 2004

Alexander Pereira Cardoso, ex-atacante conhecido popularmente como Alex Mineiro, comemora o seu 49º aniversário nesta sexta-feira, dia 15 de março de 2024. No começo dos Anos 2000, o artilheiro teve uma passagem de um ano pelo Tigres, logo depois de ter feito sucesso vestindo a camisa do Atlético Paranaense entre 2001 e 2003.

Sua chegada ao time mexicano foi concretizada em 2003, quando já tinha uma certa bagagem no futebol brasileiro. Todavia, o jogador encarou algumas dificuldades e não teve uma vida muito longa no clube.

De acordo com o site ogol.com, o atleta mineiro disputou 18 partidas pelo Tigres no decorrer de toda a temporada. Porém, não conseguiu render como no rubro-negro paranaense e acabou marcando apenas quatro gols com a camisa do clube Mexicano.


Após ter seu vínculo encerrado com os Auriazules, Alex Mineiro ainda defendeu times como Atlético Mineiro, Kashima Antlers, Atlético Paranaense, Palmeiras e Grêmio. Antes de encerrar a carreira, o atacante retornou pela terceira vez ao Furacão, onde atuou entre 2009 e 2010.

Mauro Camoranesi e sua curta passagem pelo Santos Laguna, do México

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Mauro Camoranesi em sua fase de Santos Laguna

Mauro Germán Camoranesi Serra foi um bom meio-campista, com passagens por diversos clubes, e teve muito sucesso na Juventus. O jogador rodou por alguns clubes da américa e da europeu, e no começo de sua carreira teve uma curta passagem pelo futebol mexicano. 

Camoranesi nasceu em Tandil, na Argentina, no dia 4 de outubro de 1976, mas acabou se nacionalizando italiano, chegando atuar pela seleção europeu, e fazendo parte do grupo campeão da Copa do Mundo de 2006. 

A sua carreira no profissional começou em 1994, com 18 anos, quando subiu para o profissional do Aldosivi, uma equipe pequena do futebol argentino. O jogador tornou-se titular rapidamente, conseguindo mostrar seu talento, mas acabou ficando pouco tempo no clube. 

E o jogador acabou ficando marcado após um episódio negativo, quando deu uma forte entrada em Javier Pizzo, em uma partida pelo Campeonato Argentino, e isso culminou em uma grave lesão que afastou o jogador do futebol. 


Em 1996, o meio-campista foi contratado pelo Santos Laguna, uma equipe do futebol mexicano. O jogador chegou no segundo semestre a equipe, e conseguiu ganhar sua vaga no time titular rapidamente, pois tinha muito talento e comandava o meio de campo. 

Camoranesi foi muito importante nas partidas que jogou, pois tinha muita técnica, conseguindo passes impressionantes, mas além disso tinha uma grande raça, sempre estava presente nas jogadas. 

Porém, depois de um semestre no clube, o jogador acabou deixando o futebol mexicano no começo de 1997, quando foi contratado pelo Wanderers, do Uruguai. O jogador fez 13 jogos e marcou um gol pelo Santos Laguna.

O ponta Abel no Atlas do México

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Abel com a camisa do Atlas

Abel Verônico da Silva Filho foi um ponta-esquerda muito bom, atuando por grandes times, principalmente pelo Santos na época do Rei Pelé. O jogador teve passagens por alguns clubes no Brasil, mas na parte final da sua carreira foi jogar em clubes do exterior, entre eles o mexicano Atlas, entre 1972 e 1976.

O jogador nasceu no Rio de Janeiro, no dia 2 de outubro de 1941, e começou sua carreira alguns anos depois, aos 20 anos de idade. Abel deu início na sua carreira em 1961, quando estreou pelo profissional do America-RJ, ficando na equipe algumas temporadas.

Pelo clube carioca conseguiu desenvolver-se profissionalmente e ganhou mais experiência, até ser contratado pelo Santos, em 1965. O jogador iria disputar posição com outros grandes jogadores, em um dos melhores e maiores times do futebol mundial.

Na época, a equipe santista era reverenciada por todo o mundo, fazendo amistosos em todos os continentes por causa do Rei do futebol. Abel foi contratado pelo clube, e disputava posição com Pepe e Edu, e os três dividiram a posição por algumas temporadas.

Abel conseguiu conquistar vários títulos pelo clube, entrando para a história do Santos. Depois de algumas temporadas no Peixe, o jogador acabou sendo emprestado para o Coritiba em 1971, mas acabou tendo uma passagem muito curta pelo Coxa.

No mesmo ano, foi para o Londrina, e também teve uma passagem curta, ficando na equipe até o final de 1971. No ano seguinte, o jogador acabou sendo negociado com o Atlas, do México, onde teria sua primeira experiência atuando fora do futebol brasileiro.


Abel ficou alguns anos na equipe, acabou não conquistando nenhum título relevante, mas teve uma boa passagem, conseguindo ser titular e se destacar pelo clube. O ponta ganhou o carinho e admiração dos torcedores, mesmo sem ter conquistas.

Pelo clube, Abel ficou quatro temporadas, e já se encaminhava para a reta final de sua carreira. O jogador decidiu deixar o clube no final de 1976, após conquistar o coração dos torcedores do Atlas, e foi contratado pelo Las Vegas Quicksilver, onde encerrou a sua carreira no ano seguinte.

Como curiosidade, Abel Verônico é pai do jornalista Abel Neto, que passou por Globo, Fox Sports e atualmente está na ESPN.

Careca Bianchesi e suas passagens pelo Monterrey

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Careca teve duas passagens pelo Monterrey nos Anos 90

Carlos Alberto Bianchesi, ex-atacante conhecido também como Careca Bianchesi, está comemorando o seu 59º aniversário nesta sexta-feira, dia 25 de agosto de 2023. No decorrer de sua carreira, o jogador teve três passagens pelo Monterrey do México no fim dos Anos 90.

Nascido em São Joaquim da Barra, em 25 de agosto de 1964, Carlos Alberto Bianchesi, o Careca, havia sido revelado pelo Marília, passou por equipes como Novorizontino, retornou ao Marília e ainda defendeu Guarani, Palmeiras, quando chegou à Seleção Braisleira, e a Atalanta.

O primeiro vínculo do jogador com a Pandilla aconteceu de 1992 a 1995, após a passagem pelo futebol italiano, e foi neste período onde teve o melhor desempenho no tima azul e branco, conquistando a Copa do México em 92 e a Recopa Concacaf de 93.


No segundo semestre de 1995, ele saiu do Monterey e foi para o Veracuz. Em 1996, teve uma segunda passagen, rápida, pelo Azul e Branco. No início de 1997, voltou ao Brasil, para defender o São José no Paulistão e no segundo semestre retornou novamente ao Monterey.

Apesar de ter ido bem enquanto esteve em ação com a camisa azul e branca, teve de encerrar o seu estrelato de maneiro precoce aos 33 anos de idade, em 1998, por conta de uma grave contusão no ligamento cruzado do joelho esquerdo.

A história de Alberto García Aspe no Pumas

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Aspe atuando no Pumas

Apesar da sua seleção não possuir nenhum título de primeira grandeza no esporte bretão, o México é um dos países onde mais se ama e pratica o esporte mais popular do planeta. Sede de duas Copas do Mundo, o país norte-americano já teve ao longo de sua história diversos jogadores dos mais diversos calibres representando suas cores. Neste dia 11 de maio, completa 56 anos um dos grandes nomes locais nos anos 1990, parte crucial na conquista mexicana da Copa das Confederações em 1999: o meia Alberto García Aspe, que tem uma bonita história no Pumas.

Nascido na cidade do México, a história de García Aspe no futebol começa desde muito novo nas categorias de base do Pumas UNAM, subindo ao time profissional ainda muito jovem, quando tinha apenas 17 anos, no ano de 1984. Se estabeleceu fato no clube a partir do ano de 1987, quando com já mais cancha conseguiu jogar mais e demonstrar uma melhora em seu futebol que o tornou um dos grandes jogadores da equipe.

Em 1989 seu bom futebol o premia com a primeira convocação para a Seleção Mexicana, pela qual estreia numa vitória diante da Alemanha em amistoso. Em âmbito nacional, conquista naquele ano seu primeiro título pelo Pumas, sendo campeão da ConcaChampions em 1989. Em 1990, atuou na Copa do Mundo com a Seleção Mexicana e no ano seguinte conquistou pelo Pumas o título mexicano, sua primeira e única conquista nacional pelo clube.

No final da temporada 1990/1991, após conquistar seu primeiro e único título nacional nos Azules, acabou negociado com o Necaxa, outro tradicionalíssimo time do futebol mexicano, por onde obteria grande sucesso nos anos seguintes. No total, segundo números do portal Ogol, atuou em 188 jogos pela equipe do Pumas, marcando 38 gols neste período.


García Aspe ainda atuaria por Necaxa, América e Puebla, no seu país natal, além de um curto período por empréstimo no River Plate em 1995, antes de encerrar a carreira no já citado Puebla, imediatamente após a Copa do Mundo de 2002, que foi seu último torneio como jogador profissional. Além dos clubes, ainda atuou em 109 jogos pela Seleção Mexicana, marcando 21 gols.

Geovani, ‘O Pequeno Príncipe’, e sua passagem curta pelo Tigres do México

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Geovani durante a passagem pelo Tigres

Geovani Silva, apelidado como ‘O Pequeno Príncipe’, nasceu em Vitória, no dia 6 de abril de 1964, e foi um dos grandes ídolos da história do Vasco. O meia foi até comparado com Maradona, foi um excelente jogador, com uma classe impressionante. Entre 1993 e 1994, ele atuou no México, defendendo o Tigres UANL.

Geovani começou sua carreira no Desportiva Ferroviária, uma equipe do Espírito Santo, e era o grande destaque da região. O Vasco, que não vivia um grande momento, principalmente porque seu rival Flamengo estava vivendo uma hegemonia, foi atrás do garoto.

O meia, com apenas 18 anos, fez jus a toda repercussão que estava fazendo na região. Ele foi contratado pelo Vasco e fez muito sucesso pela equipe, tanto que foi lá que ganhou o apelido de ‘O Pequeno Príncipe’.

A sua classe era de impressionar, ele não corria, mas sempre estava bem posicionado, parecia que se multiplicava dentro de campo. Não precisa se destacar tanto, porque era muito inteligente dentro, cortando os caminhos e sempre recebendo a bola em uma ótima posição.

Depois de muito anos atuando pelo Vasco, o jogador teve duas passagens pela Europa, quando foi para o Bologna, da Itália, e o Karlsruher SC, da Alemanha. Após três anos no outro continente, o atleta voltou para o Brasil, para novamente jogar pelo Vasco.

O atleta ficou mais duas temporadas no Vasco, onde se sentia bem e leve atuando, mas novamente decidiu sair. Dessa vez, o meia foi para o Tigres, do México, um país que não tinha como o forte o futebol, mas Geovani chegava com uma das principais contratações da história do país.

Em 1994 ele chegou no clube, é óbvio que ganhou sua vaga na equipe rapidamente, pois era o jogador com maior qualidade no país. Porém, seu time não tinha a mesma capacidade, e isso dificultava o seu desempenho, que ficou incomodado com o ‘amadorismo’.


O México ainda não tinha grandes nomes e ainda estava começando a crescer, tanto que hoje consegue bater de frente com grandes times brasileiros, inclusive tem alguns salários superiores do que no Brasil. Mas na época tudo estava começando e isso atrapalhou o seu rendimento.

Geovani não gostou muito de atuar no país e depois de uma temporada, decidiu deixar o clube para voltar ao Brasil. O meia voltou para o Vasco, o que seria sua última passagem pelo clube.

Paulinho Carioca e sua passagem pelo Puebla do México

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Paulinho Carioca cobrando escanteio durante sua passagem pelo Puebla

Paulo Roberto Ferreira Primo, mais conhecido como Paulinho Carioca, nasceu no Rio de Janeiro, no dia 24 de março de 1964. Marcado por ter sido campeão mundial Sub-20 em 1983 com a Canarino, o ponta-esquerda defendeu grandes equipes brasileiras e também atuou fora do país, como no Puebla, no México.

O jogador começou no futebol em 1970, quando chegou com seis anos na base do Fluminense. Por lá, Paulinho permaneceu muito tempo, até se tornar profissional, e fazer história com a camisa do clube. Foram 18 anos dentro das laranjeiras, fazendo muitas amizades e conquistando títulos, além de defender a Seleção Brasileira na base, sendo campeão mundial sub-20 em 1983.

Pelo Fluminense foram milhares de títulos, se tornando um dos jogadores mais vitoriosos do tricolor carioca. Após muitos anos no clube, o jogador foi contratado pelo Corinthians, uma nova experiência, com um desafio muito grande, manter seu alto nível em um lugar diferente.

Paulinho chegou no Corinthians em 1988, e ficou conhecido como pé-direito no timão, pois com ele em campo a equipe tinha “sorte” e conseguia vencer. Além disso, ajudou o time na conquista do Paulistão daquele ano, levantando mais um troféu em sua carreira.

O ponta-esquerda acabou ficando pouco tempo no Timão, pois logo em 1989, decidiu ir para o rival Palmeiras. Foi uma troca que as equipe fizeram, Mauro foi para o Corinthians. No alviverde não conseguiu ter o mesmo rendimento, e não teve garantida a titularidade absoluta.

No ano seguinte trocou novamente de clube, dessa vez foi atuar no Flamengo, porém ficou pouquíssimo tempo, pois não tinha identificação com o time e também já tinha uma linda história no rival. Depois de poucos meses no Rubro-Negro, Paulinho foi para fora do país.

O jogador foi atuar no Club Puebla, do México, mas já não estava mais no seu auge. O ponta-esquerda não foi para um grande clube, mas conseguiu fazer alguns bons jogos pelo time, que garantiram a vitória para o clube, mas ele não estava muito contente.


Era uma nova adaptação, em um futebol pouco visto, então o jogador acabou ficando pouco tempo e resolveu retornar ao futebol brasileiro. Até teve uma passagem boa, fazendo bons jogos, mas sua escolha própria decidiu voltar para seu país e sua cidade natal.

Paulinho foi atuar no America do Rio de Janeiro, e depois disso passou por alguns outros times, retornando até para o Fluminense. Ainda defendeu União da Ilha da Madeira, Volta Redonda e encerrou a carreira em 1995, no Rio Verde de Goiás.

A história de Edu Manga com o América do México

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Edu Manga atuando pelo América

Parte da Seleção Brasileira que disputou a Copa América de 1987, o ex-meia Edu Manga, que completa neste dia 2 de fevereiro 56 anos, foi em campo um bom meio-campista que atuou em alguns clubes durante as décadas de 1980 e 1990. Com passagem marcante pelo Palmeiras no começo de carreira e ainda uma breve estadia no Corinthians, o Brasileiro teve, além destes dois clubes uma excelente história no América, do México.

Edu chegou ao América em 1989, depois de um bom começo de carreira no Palmeiras, onde chegou inclusive a Seleção Brasileira. Foi negociado com o gigante mexicano devido a concorrência que a chegada de Neto ao Verdão criaria, porém o futuro ídolo corintiano também seria negociado naquela janela. Deixou o Palestra depois de alguns anos fazendo sucesso com a camisa alviverde.

Edu se converteria num dos maiores jogadores da história do principal clube mexicano. Chegou logo depois da conquista do último título nacional em muito tempo do clube. Mesmo assim, o meia se tornaria um dos principais nomes da conquista da Copa dos Campeões da CONCACAF de 1990 e ainda ajudaria a equipe a conquistar a Copa Interamericana daquele ano. Desde cedo, acabou então caindo nas graças da fanática torcida azulcrema.

Apesar do América não ter vivido um grande período nos anos 1990, Edu seguiu sendo um dos grandes nomes do clube naquela década. Permaneceria por mais dois anos na equipe, sendo destaque de um time que não conseguiu mais conquistar títulos. Ao final da temporada 1991/1992 acabou negociado com o Corinthians e voltou ao futebol brasileiro, deixando saudades na torcida do América. 


Identificadíssimo com o clube, retornou ao América novamente no ano de 1995, mas não conseguiu repetir o mesmo futebol que o consagrou pelo clube em outras eras. Fechou sua última passagem pelo clube encerrando sua trajetória com segundo o portal National Football Teams 95 jogos com a camisa das Águilas, marcando um total de 41 gols, excelente média para um meio-campista. O site Realidad Americanista o considera o 33º maior jogador da história do clube.

Edu Manda ainda atuaria profissionalmente até o ano de 1992, quando pendurou as chuteiras jogando pelo Figueirense. O América é provavelmente o clube onde teve maior sucesso dentro de sua carreira profissional, não a toa sendo um dos ídolos do clube. 

Pachuca faz série de homenagens a Pelé e inaugura trono em seu estádio no México

Com informações da Agência Estado
Foto: divulgação

Trono inaugurado no Estádio Hidalgo, a casa do Pachuca

Em mais uma série de homenagens a Pelé, o Pachuca, clube mexicano, inaugurou um trono em alusão ao Rei do Futebol em seu Estádio Hidalgo. Além disso, no confronto com o Puebla, os jogadores entraram em capo com a camisa amarela da seleção brasileira com o número 10, semelhante ao modelo utilizado na Copa do Mundo de 1970.

A homenagem póstuma ao Rei do Futebol, falecido no último dia 29 de dezembro, foi feita pelo presidente do clube, Jesús Martínez, e pelos jogadores. O trono está localizado logo abaixo do camarote, onde os membros da Fifa são recepcionados no Estádio.

Antes da estreia do Pachuca na temporada, o brasileiro recebeu uma série de homenagens. Cerca de uma hora antes do início da partida, momentos da carreira de Pelé foram projetados no céu do estádio por meio do uso de drones. Balões brancos também foram lançados pela torcida, além de um minuto de silêncio ter sido respeitado.

O trono permanente, localizado na tribuna de honra do estádio, se assemelha aos utilizados por membros da realeza e conta com a assinatura de Pelé em sua estrutura. A série de homenagens feitas pelo Pachuca se justifica pela importância que o jogador teve no clube mexicano. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o clube agradece a Pelé. “Em cada canto de nossa instituição, você deixou sua luz e sua magia para sempre.”


Durante o velório de Pelé, realizado na última semana em Santos, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, fez um pedido para que todos os países-membros da entidade batizassem ao menos um estádio em cada país em homenagem ao Rei do Futebol. Até o momento, Cabo Verde, Timor Leste e Colômbia aderiram ao movimento.

Necaxa homenageia Seu Madruga em terceira camisa para 2023

Com informações do Mantos do Futebol
Foto: divulgação

A camisa em homenagem ao Seu Madruga

A Pirma lançou oficialmente a nova terceira camisa do Necaxa para a temporada 2023, em que a equipe disputa novamente o Torneo Clausura da Liga MX, homenageando Seu Madruga, um dos principais personagens da série "Chaves".

O novo manto faz homenagem a Don Ramón Valdés, o Seu Madruga da série “El Chavo del Ocho” (Chaves), falecido em 1988, e o lançamento traz até um vídeo, no qual ele aparece, bem animado, ouvindo as partidas do Necaxa em seu rádio e diz a frase: “Dizem que não se vai quem fica em seu coração e eu nunca sai”, além de mostrá-lo lavando a camisa do time.

O manto é predominantemente azul celeste, em referência à camiseta que a personagem utilizava na série, e traz diversas frases imortalizadas pelo pai da Chiquinha, em espanhol. A gola tem formato V e é preta, assim como os punhos.

O manto está sendo vendido em edição limitada de 1000 peças, sendo cada uma delas numerada de acordo com sua produção, aparente num detalhe na barra, junto de um desenho do Seu Madruga com a frase “Sí serás, sí serás”.


A Pirma estampa seu logo em preto nas mangas e no lado direito do peito, enquanto o escudo do Necaxa é colocado no lado esquerdo, em uma versão especial de Don Ramón, que traz as cores do uniforme. Completam o uniforme, calção preto e meiões azuis.

A passagem de Enílton no Tigres

Por Lucas Paes
Foto: Reprodução

Enílton atuando no Tigres

Conhecido por suas passagens no futebol do interior paulista principalmente, tendo também jogado em Vasco e Palmeiras, o ex-atacante Enílton, que está completando 44 anos neste dia 11 de outubro, ficou marcado principalmente pelas suas passagens por Juventude e Sport, no segundo tendo feito poucos gols, mas um essencial para o título da Copa do Brasil em 2008. Quando ainda era relativamente jovem, ele passou pelo Tigres, do México.

Chegou ao futebol da "Terra da Tequilla" após ter uma passagem relativamente interessante pelo Coritiba, entre os anos de 2000 e 2001. Foi contratado para ser parte do ataque do time que na época ainda não era o titã do investimento que é hoje, numa época onde a Liga MX era bem equilibrada e o Tigres não vencia campeonatos desde a temporada 1982.

Nunca conseguiu exatamente se firmar no Tigres e ainda ficou marcado por se meter em algumas confusões nos jogos do Campeonato Mexicano. Marcou seu primeiro e único gol pelo clube em uma vitória por 3 a 0 diante do Atlas. Entrou em 11 jogos ao longo daquele primeiro torneio pelo Tigres, sem conseguir ajudar a equipe azul e amarela a conseguir muita coisa na Liga MX daquela temporada, num período que não era muito positivo para o time.

No seu segundo ano, até conseguiu jogar um número razoável de jogos, entrando em campo por 13 vezes, mas sem marcar nenhum gol. Deixando a desejar, acabou negociado com o Vitória no meio do ano, após entrar em campo 23 vezes pelo time mexicano e marcar apenas um gol ao longo de sua trajetória no clube. 


Rodou por diversos clubes ao longo de sua carreira até se aposentar no ano de 2012, jogando pelo Comaercial de Ribeirão Preto. Curiosamente, viveu uma passagem interessante de sua carreira quando jogou pelo Palmeiras, apesar de estar num dos piores times da história do Verdão, que lutou até o fim contra o rebaixamento em 2006. 

A passagem de Marcelo Balboa pelo León do México

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Balboa jogou pelo León entre 1994 e 1995

Marcelo Balboa, ex-zagueiro norte americano, está comemorando o seu 55º aniversário nesta segunda-feira, dia 8 de agosto de 2022. Enquanto jogador, o defensor teve uma passagem pelo Club León, time do futebol mexicano, de 1994 a 1995.

Natural de Chicago, Balboa, que já havia disputado a Copa de 90 pela Seleção dos Estados Unidos e fez parte do ciclo da equipe que jogaria a edição de 94 por conta das frequentes convocações, iniciou a sua trajetória no futebol atuando por times universitários. Esse fato acabou acontecendo também com a grande maioria dos seus compatriotas que praticavam a modalidade.

Jogou no Cerritos Juniors, da Cerritos College entre 86 e 87, ano em que começou a mostrar serviço no futebol indoor, defendendo o San Diego Nomads de 87 a 89, o San Francisco Bay Blackhawks entre 90 e 91 e também pelo Colorado Foxes de 92 até 93. Na época, estes times jogavam em competições amadoras ou até semi-pro, já que ainda não existiam as ligas profissionais nos Estados Unidos.

Com isso, foi em 1994, que o zagueiro se transferiu para o Club León, do México, e finalmente assinou o seu primeiro contrato profissional já com 26 anos de idade, uma Copa do Mundo nas costas e sendo presença constatante nas convocações da seleção de seu país.

Foi durante sua passagem pelo clube mexicano que foi convocado para a sua segunda Copa do Mundo, em 1994, nos Estados Unidos, onde seu time chegou às oitavas, sendo eliminado pelo Brasil em um jogo duro, onde ele e seu companheiro de zaga, Alexis Lalas, foram bem diante de Bebeto e Romário.

Por conta de seu bom rendimento, passou a jogar bastante pelo León, permanecendo no time dos Esmeraldas na temporada seguinte. Durante este período em que esteve no futebol mexicano, disputou um total de 45 partidas pelo León e balançou as redes adversárias em três oportunidades, segundo dados estatísticos do site ogol.com.


Depois de passar pelo León, retornou em 1995 para os Estados Unidos, que já tinha uma liga profissional chamada Major League Soccer, como é conhecida até os dias de hoje. Fez sucesso no Colorado Rapids, clube onde jogou por cinco anos, sendo o Xerife do sistema defensivo, tendo indo à terceira Copa do Mundo, em 1998, na França, e posteriormente atuou pelo MetroStars, atualmente conhecido como New York Red Bulls, no ano de 2002, quando optou por encerrar a sua trajetória.

A passagem de Aílton "Queixada" pelo Tigres

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Aílton Queixada no Tigres

Aílton Gonçalves da Silva, mais conhecido pelo apelido Aílton Queixada ou ainda pelo fato de ser um dos maiores estrangeiros da história da Bundesliga, que completa 49 anos neste dia 19, foi dentro de campo um atacante que ficou marcado na história do Werder Bremen como um dos maiores jogadores dos alviverdes em todos os tempos. Praticamente uma divindade brasileira em Bremen, ele teve uma interessante passagem pelo Tigres antes de atuar pelo Werder.

Aílton era jogador do Guarani quando foi procurado pelo time mexicano em 1997. Havia jogado grande passagem pelo Bugrão entre os anos de 1997 e 1998 quando acabou contratado pelo tradicional time de Nuelo León. Chegou ao clube mexicano no início do ano de 1998, que marcava o início da temporada de verão do campeonato mexicano.

Não demorou muito para mostrar suas caras no Méxicno. Marcou seu primeiro gol numa vitória em casa diante do León por 2 a 1. Seguiu como titular mostrando bom desempenho nos jogos seguintes e faria seu segundo gol pouco depois, diante do Puebla, em casa, na sexta rodada. Na oitava rodada, novamente marcou, fazendo diante do Toros Neza, numa vitória por 3 a 0, também em casa.

Apesar de ficar algumas rodadas sem marcar depois disso, seguiu mostrando bom desempenho e voltou a marcar diante do Morelia, em outra vitória em casa, desta vez por 2 a 0. Quatro rodadas depois marcou seu último gol pelo clube, diante do América, numa vitória por 3 a 1. Todos os gols que fez vieram em jogos em casa. 


Com a eliminação do Tigres ainda na fase classificatória do campeonato, acabou então despertando o interesse do futebol alemão e se transferiu ao Werder Bremen, onde faria história a partir do ano seguinte. Encerrou sua estadia no Tigres com 5 gols em 16 jogos, segundo números do portal Ogol. 

O início de Hugo Sánchez no Pumas UNAM

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Hugo Sánchez atuando pelo Pumas

O futebol mexicano, apesar de não ser tão gigante e tradicional quanto outros da América Latina, possuí lá sua história e relevância. O país já revelou diversos bons jogadores ao longo da história e hoje alguns deles jogam em grandes times, como por exemplo Lozano, no Napoli. Há muitos anos, porém, um mexicano causou imenso impacto no maior clube do mundo, quando foi artilheiraço no Real Madrid. Muito antes disso, Hugo Sánchez, que completa 64 anos neste dia 11, começou sua trajetória no Tigres.

Sánchez chegou a base do UNAM ainda aos 14 anos, no ano de 1972, sendo ainda um jovem promissor que apenas quatro anos depois estaria disputando os Jogos Olímpicos com a Seleção Mexicana. Pouco depois disso, assinou o primeiro contrato profissional com o Tigres, ainda aos 18 anos e já rapidamente foi alçado ao time principal e virou titular da equipe. 

Teve números bons, porém discretos em sua primeira temporada como profissional, atuando em 27 jogos e marcando apenas sete gols. Ainda assim era parte do time campeão mexicano pelo Pumas. Em sua segunda temporada foram 11 gols em 30 jogos. Na terceira, finalmente estourou e foi artilheiro do campeonato mexicano, marcando 28 gols em 45 jogos disputados. 


A partir de 1979 o Tigres entrou em acordo com o San Diego Sockers, da NASL e passou a atuar durante o verão pela equipe dos Estados Unidos. Por lá, em duas temporadas teve médias de praticamente um gol por jogo, mas seguiu sendo prolífico pelo seu time de origem, sendo campeão continental em 1980 e campeão mexicano na temporada 1980/1981. Marcou nestes anos respectivamente 32 e 26 gols.

Seu bom futebol já chamava há muito tempo atenção de times europeus e em 1981 ele acabou sendo finalmente negociado com um time do Velho Continente, passando a ser jogador do Atlético de Madrid, da Espanha. Encerrou sua passagem pelo Pumas com 104 gols em 200 jogos. É o segundo maior artilheiro da história do clube. 
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