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Emerson quebra jejum de gols e Jeh comemora fase artilheira na Ponte

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação / Ponte Press

Comemoração em um dos gols da Ponte Preta

A vitória sobre o Mirassol por 4 a 2 foi especial para alguns jogadores da Ponte Preta. O volante Emerson quebrou um jejum de três anos sem balançar as redes, enquanto que o atacante Jeh confirmou a sua fase artilheira na Série B do Campeonato Brasileiro, que vem junto com o bom momento da Macaca no torneio.

Jeh fez três gols nos últimos quatro jogos e vem sendo importantíssimo na reação da Ponte na Série B. A Macaca chegou aos 20 pontos e começou a sonhar com o G-4.

“Muito feliz pela vitória. Agradecer a Deus por mais um gol. Todos estão de parabéns pela garra, merecíamos. Trabalhar na semana para ir a Belém e buscar os três pontos. O trabalho supera tudo. Venho trabalhando forte para fazer gol e ajudar a minha equipe”, afirmou Jeh.


Já Emerson não marcava um gol desde 2020, quando atuava pelo Palmeiras. Ele balançou as redes no empate por 1 a 1 com o Botafogo, pelo Brasileirão.

Com a vitória, a Ponte Preta chegou aos 20 pontos, ficando apenas três atrás do Sport, o primeiro time dentro do G-4. No sábado, dia 20, às 18h, a Macaca visita o Paysandu, na Curuzu, em Belém (PA).

Emerson e sua trajetória pelo Bayer Leverkusen

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Emerson atuou no Bayer Leverkusen por três anos

Nesta quinta-feira, dia 4 de abril de 2024, o ex-volante Emerson Ferreira da Rosa, popularmente conhecido apenas como Emerson, completa 48 anos de idade. No decorrer de sua carreira, o meia chegou a defender as cores do Bayer Leverkusen entre o fim da década de 90 e o início dos Anos 2000.

Natural de Pelotas, o Puma desembarcou na Alemanha em 1997 vindo do Grêmio, onde jogou as categorias de base e se profissionalizou em 94. Suas boas atuações pelo Imortal Tricolor chamaram a atenção do time da Renânia do Norte, que investiram na sua contratação.

Como atleta do Bayer, foi convocado para disputar a Copa do Mundo de 98, para preencher a lacuna deixada por Romário, que foi dispensado da Seleção Brasileira. Mesmo não sendo atacante como o Baixinho, o meia defensivo ficou com a camisa 11 da Amarelinha, que acabaria sendo vice-campeã mundial para a anfitriã França.

De acordo com o site ogol.com, o volante gaúcho jogou 103 partidas pelos Leões e marcou 15 gols. Depois de deixar a equipe alemã, foi para a Itália, onde jogou na Roma e na Juventus entre 2000 e 2006.


Após passar pelo futebol italiano, Emerson ainda passaria por clubes tradicionalíssimos do futebol europeu e mundial como Real Madrid e Milan. Na reta final de sua carreira, decidiu retornar ao Brasil. O time de sua escolha, na ocasião, acabou sendo o Santos, onde teve de se aposentar precocemente após passar por uma cirurgia.

Meia da Briosa, Emerson acredita em confronto equilibrado com o Noroeste

Foto: Douglas Teixeira / Agência Briosa

Emerson valorizou a campanha da Portuguesa na primeira fase da competição

Portuguesa Santista e Noroeste iniciam a disputa de um dos duelos das quartas de final da Copa Paulista no próximo domingo. O jogo de ida será realizado às 5 horas da tarde no Estádio Alfredo de Castilho, em Bauru. A volta está marcada para o dia 17 de setembro em Ulrico Mursa.
 
Meia da Briosa, Emerson fala de sua expectativa para o primeiro jogo da equipe nas etapas de mata-mata da competição organizada pela Federação Paulista de Futebol. "Fizemos uma primeira fase muito boa, mas a partir de agora cada partida será decisiva, não permitindo muitos erros", disse.

E ele completa. "O Noroeste também realizou uma boa campanha, inclusive com a mesma pontuação que a nossa (21 pontos cada). Por isso, acredito que esse será o confronto mais equilibrado das quartas de final. Estamos trabalhando forte e estou confiante em um resultado positivo no domingo lá em Bauru", declarou o atleta de 24 anos de idade que possui contrato com a Portuguesa válido até dezembro de 2024.


Trajetória - Maranhense de São Luís, Emerson Freitas dos Anjos tem 1,77 de altura e pesa 76 quilos. O meia iniciou sua trajetória nas categorias de base do Andradina em 2016, transferindo-se em seguida para a Ponte Preta. Já como profissional, vestiu as camisas do Andradina, América de Rio Preto, Al-Okhdood (Arábia Saudita), Tuntum-MA e Chapadinha-MA.

Destaque contra o EC São Bernardo, Emerson revela foco nos treinos da Portuguesa Santista

Com informações da Agência Briosa
Foto: Douglas Teixeira / Agência Briosa

Emerson foi elogiado na vitória sobre o EC São Bernardo

O meio-campista Emerson foi um dos destaques da Portuguesa Santista contra o EC São Bernardo no último domingo. O jogador já havia realizado sua estreia contra a Portuguesa de Desportos, no Canindé, ao entrar no segundo tempo da partida.

Após a vitória contra o EC São Bernardo, o jogador, que chegou do Tuntum-MA, fez uma análise sobre sua estreia em Ulrico Mursa. "Sabíamos que seria um jogo difícil, porque o EC São Bernardo tem uma equipe qualificada, mas do começo ao fim nos mostramos no jogo. Tomamos um gol bobo, mas conseguimos a virada e conseguimos os três pontos", relata.

O atleta ainda falou um pouco sobre a sua chegada à Portuguesa Santista, elogiou a comissão técnica e destacou a importância de manter a intensidade nos treinamentos. "Fiz um jogo-treino contra a Briosa, fui convidado para treinar com a equipe e hoje estou aqui. Quero treinar e me aprimorar cada dia mais para fazer partidas ainda melhores do que a de hoje. A comissão técnica me ajuda demais nesse processo", afirma.

Natural de São Luís-MA, o atleta de 24 anos foi revelado pelo Andradina e possui passagens pelas categorias de base da Ponte Preta, além do América-SP e do Tuntum, clube pelo qual disputou o Campeonato Maranhense e a Copa do Brasil deste ano.

O próximo compromisso da Briosa e de Emerson é contra o São José, neste sábado (05), às 19h, no Estádio Martins Pereira, em partida válida pela 6ª rodada da Copa Paulista.


Retrospecto - Após cinco rodadas, a Portuguesa Santista é a segunda colocada do Grupo 3, com doze pontos e saldo positivo de cinco gols. A Portuguesa de Desportos é líder do grupo, com treze pontos e saldo positivo de oito gols, enquanto o 3º colocado é o São José com dez pontos e saldo positivo de três gols.

Na quarta colocação está o EC São Bernardo com seis pontos e saldo negativo de três gols. Por fim, São Caetano, 5º com saldo negativo de seis gols, e Santo André, 6º com saldo negativo de oito gols, possuem apenas um ponto.

Emerson e seu começo de carreira vitorioso no Grêmio

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Emerson e seu início no Grêmio

Um dos grandes volantes do futebol brasileiro no final do século passado e no começo deste, completa 47 anos hoje. Emerson Ferreira da Rosa, nasceu em Pelotas, no dia 4 de abril de 1976, e passou por grandes times nacionais e internacionais. E seu início vitorioso foi no Grêmio.

O jogador começou no futebol atuando pelo Progresso FC, uma equipe amadora de sua cidade. Porém, o meio-campista desde jovem sofreu com algumas lesões, mas isso não atrapalhou a sua carreira, pois em 1992 foi contratado para a categoria de base do Grêmio.

Em 1994 subiu para o profissional com Felipão, mas demorou para conquistar seu espaço. Ficou algum tempo criando uma bagagem no banco, e entrou em alguns jogos com o time reserva, mas fez parte do elenco vitorioso, que conquistou alguns títulos muito importantes.

O Grêmio viveu grandes momentos naquele período, conquistado a Copa do Brasil de 1994, o Gauchão em 1995 e a Copa Libertadores no mesmo ano. Em todos esses títulos, Emerson ainda era banco, não era uma peça muito utilizada no elenco, mas aos poucos conquistava mais.

No final de 1995, o Grêmio vendeu o Arilson e, com isso, abriu espaço para Emerson ter mais oportunidade. O jovem abraçou as chances e conseguiu se tornar titular da equipe, sendo o camisa 10, contendo grandes atuações durante a temporada.

Em 1996 foi uma peça fundamental para a equipe, com muitas participações e continuou com a fase vitoriosa do Grêmio. Na temporada foi campeão Gaúcho, da Recopa Sul-Americana e do Campeonato Brasileiro. O meia teve grandes atuações, principalmente durante o Brasileirão.

As suas grandes atuações chamaram a atenção de times internacionais, recebendo algumas propostas. Mas ele permaneceu no clube em 1997, ajudando novamente a equipe a conquistar mais um título. O meia manteve as ótimas atuações e ajudou a equipe gaúcha a conquistar mais uma vez a Copa do Brasil.


No final de 1997, o jogador recebeu algumas propostas e já não tinha como segurar mais ele no clube Gaúcho. Depois de grandes temporadas e muitos títulos, ele deixou a equipe para atuar no Bayern Leverkusen e depois foi atuar em diversos times gigantescos da Europa.

Com seu grande momento, o jogador também começou a ser convocado para a Seleção Brasileira e fez parte do elenco que foi para a Copa do Mundo de 1998. Ele se manteve na seleção, e era capitão do time do Felipão, mas acabou se lesionando antes da Copa de 2002 e o Cafu se tornou o capitão da equipe vencedora da competição. Ainda jogaria em grandes da Europa, no Mundial de 2006 e encerraria a carreira em 2009, no Santos.

Emerson destaca começo do Hamrun Spartans na BOV Premier League, em Malta

Foto: Hamrun Spartans

Emerson em ação pelo Hamrun Spartans

Uma das surpresas da Conference League, o Hamrun Spartans chegou perto de conseguir uma vaga na fase de grupos. A equipe de Malta avançou para a quarta fase, mas foi eliminada pelo Partizan. Capitão do time, o brasileiro Emerson acredita que essas partidas foram essenciais para o clube ter um início praticamente perfeito na BOV Premier League.

Com dez rodadas disputadas, a equipe venceu nove e empatou apenas uma, liderando a competição com seis pontos de vantagem e um jogo a menos. Para Emerson, o elenco ganhou confiança com a campanha que fez no campeonato continental.

"É praticamente um começo perfeito, pois jogamos dez jogos, com nove vitórias e um empate. Acredito que esse início tem a influência do que fizemos na Conference League, porque essas partidas de alto nível eleva muito a confiança do time. Depois, logo na estreia do campeonato, enfrentamos o atual campeão e conseguimos um vitória muito significativa de 4 a 1, que nos deu ainda mais moral", avaliou.

Agora, a liga para por 15 dias neste começo de Copa do Mundo e volta a acontecer normalmente no início de dezembro. O brasileiro afirma que o Hamrun precisa somar o máximo de pontos possíveis até o final do ano e projeta os adversários com novos reforços na janela de transferências de janeiro.


"Nosso foco agora é tentar continuar no mesmo ritmo até o final de dezembro e tentar aumentar a vantagem na tabela. Acredito que em janeiro o campeonato vai mudar muito, porque abre a janela de transferências e os times vão buscar se reforçar, então será um nível mais alto e mais complicado, por isso é importante abrirmos uma boa vantagem antes da janela abrir", concluiu.

Emerson Sheik e seu início de carreira no São Paulo

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Emerson em um jogo contra a Portuguesa

Um dos grandes jogadores da história do Corinthians completa 44 anos hoje. Marcio Passos de Albuquerque, mais conhecido como Emerson Sheik, nasceu no dia 6 de setembro de 1978, em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. O seu início de carreira foi muito conturbado e com grandes acontecimentos para poder se tornar jogador de futebol.

O atacante é reconhecido até hoje pela sua passagem no Corinthians e os grandes títulos conquistados pelo Timão, porém, para chegar nessa fase de carreira, Sheik passou por muitas coisas, principalmente no começo, quando pensava que não ia conseguir mais se tornar profissional.

Em 1996, o atacante já tinha 18 anos e sabia que o tempo era curto para poder estourar e se tornar profissional. Sua mãe percebeu que seria difícil as coisas acontecerem e resolveu fazer um "grande ato". A sua mãe, Carmem Lúcia, resolveu alterar a certidão de nascimento do seu filho, para que ele conseguisse se adequar melhor. O atleta passou de Marcio Passos de Albuquerque, nascido em 6 de setembro de 1978, virou Marcio Emerson Passos, nascido em 6 de dezembro de 1981.

O jogador diminuiu 3 anos e ao invés de estar com 18, acabou ficando com apenas 15 anos. Com isto, passou a chamar a atenção em seu bairro e foi levado ao São Paulo pelo ex-lateral-direito Claudio Guadagno. Por conta dessa diferença, o atacante conseguiu se destacar na base do tricolor, por conta do seu porte físico ser superior aos atletas que enfrentava, então conseguia levar uma grande vantagem.

Em 1998, o atleta, conhecido só como Emerson, pois o "Sheik" só viria com seu retorno ao Brasil, após passagem pelo Mundo Árabe, com 20 anos conseguiu estrear no profissional, mas pra todos ele ainda tinha 17 anos. A partida foi contra o Flamengo pelo Campeonato Brasileiro, no Morumbi, quando ele entrou no lugar de Dodô e a partida terminou em 0 a 0.

Em 1999, com Paulo Carpegiani no comando do tricolor, o atleta foi integrado ao time principal em definitivo e foi ganhando mais oportunidades, mas para atuar como lateral direito, uma função em que nunca conseguiu se adaptar, pois era um jogador muito ofensivo.

Como atacante, Emerson marcou dois gols apenas no tricolor, um contra o Atlético Mineiro e o outro em um clássico contra o Santos. Porém, a sua adulteração já estava ficando mais evidente, mas ainda sem provas, porém aconteceu um caso que acabou atrapalhando a vida do atacante.


Com o caso de Sandro Hiroshi, no qual clube perdeu pontos de jogos contra o Botafogo e o Internacional depois que ficou comprovada a falsificação nos documentos do atacante Sandro Hiroshi, e por conta disso o Tricolor ficou com medo de receber outra punição mais grave.

Já suspeitando do seu caso, a equipe preferiu negociar o atacante para fora do país, para que não ocorresse outra punição, que seria pior do que a primeira. Por conta disso, Sheik foi negociado com o Consadole Sapporo, do Japão, em 2000, mesmo sem ter a comprovação do fato. O atacante deixou o clube com 19 jogos e apenas dois gols.

Na briga pela vaga no mata-mata Emerson promete entrega máxima na reta final do Mineiro

Foto: divulgação América Teófilo Otoni

O atacante em ação pelo América de Teófilo Otoni

Destaque da equipe sub-20 do América Teófilo Otoni no Campeonato Mineiro, o atacante Emerson é um dos principais nomes do time, com um gol e três assistências no torneio, e segue na busca por uma vaga na próxima fase do estadual.

Décimo terceiro colocado, o América de Teófilo Otoni está focado em um objetivo em comum entre seus atletas: garantir uma vaga na próxima fase do estadual. Com seis vitórias, três empates e seis derrotas em 15 rodadas, o clube soma 21 pontos, e está a apenas três do g8 do estadual.

O regulamento do campeonato mineiro classifica para o mata-mata os oito primeiro colocados da fase de grupos, e nesta edição a briga está acirrada. Atualmente, do sexto colocado até o décimo terceiro, os oito clubes estão separados por apenas quatro pontos. Com cinco rodadas pela frente, tudo pode acontecer na reta final do mineiro.

“Sabemos que com quinze pontos em aberto, tem muita coisa em jogo, dessa forma, precisamos nos manter focados e dar o máximo em cada partida. Algumas equipes têm mais jogos a disputar, por isso, é importante conquistarmos a maior pontuação possível daqui até o fim da fase de grupos”, afirmou Emerson.

Com cinco rodadas para o fim do campeonato, a equipe tem pela frente dois adversários diretos na tabela nas duas próximas semanas. Após as decisões, o time recebe o vice lanterna do estadual, e então se prepara para às duas últimas rodadas, onde enfrenta Atlético-MG e Cruzeiro.

O próximo confronto da equipe, é um daqueles jogos de seis pontos, confronto direto na briga pelo g8. Partida é em casa e a equipe recebe justamente o oitavo colocado na tabela, o Uberlândia. O clube alviverde inclusive chega mais desgastado para partida, pois entra em campo neste meio de semana pelo estadual, enquanto o América teve a semana livre para treinar.


“O jogo do próximo sábado é em casa, partida decisiva, um confronto que pode nos colocar a um ponto da zona de classificação. Sabemos que o importante é pensar na próxima partida, não adianta olhar lá para frente, temos que focar no desafio que se aproxima”, destacou o meia.

O volante Emerson e a carreira na Europa

Por Kauan Sousa
Foto: Arquivo

Emerson em sua passagem pelo Porto. Sucesso no futebol europeu e pouco conhecido no Brasil

Neste dia 12 de abril, o ex-jogador Emerson Moisés Costa completa 49 anos de idade. O então volante que começou no Flamengo, fez praticamente toda a sua carreira na Europa, com destaques nas passagens por Porto, Middlesbrough, Deportivo La Coruña e Atlético de Madrid.

Revelado no Flamengo em 1990, Emerson passou pelo Coritiba antes de se transferir para a Europa. Em 1992 foi jogar no Belenenses de Portugal. Em seu primeiro clube na Europa participou de três temporadas com 90 jogos e dois gols. Em 1994 se transferiu para o Porto.

No Porto, Emerson Moisés teve uma passagem de sucesso, ganhando o apelido de “O Furacão de Portugal”. No time conquistou o campeonato português da temporada de 1994/95 e 1995/96, além da Supertaça Cândido de Oliveira de 1994/95. Defendendo os dragões azuis, o ex-jogador fez 89 jogos e 11 gols.

Depois de jogar no Porto, Emerson foi para a Inglaterra para defender o Middlesbrough FC. No clube Inglês foram 65 partidas e 11 gols, entre essas partidas uma memorável foi pela semifinal da FA Cup, onde ele marcou um golaço de fora da área contra o Chesterfield.

Em 1998 foi para a Espanha, passou por Tenerife, Deportivo La Coruña e Atlético de Madrid. No Deportivo La Coruña conquistou a Supercopa da Espanha em 2000 e a Copa do Rei em 2002. No clube foram 62 jogos. No Atlético de Madrid ficou uma temporada, fez 29 jogos e dois gols.


Emerson foi o primeiro brasileiro a defender o Rangers da Escócia em 2003. Após a passagem pelo time escocês voltou ao Brasil, defendeu o Vasco. Após a defender o clube brasileiro, voltou para Europa, jogou na Grécia, onde passou pelo Skoda Xanthi e AEK, Chipre, defendendo o Apoel, e em 2008 encerrou sua carreira no Madureira.

A ótima passagem de Emerson pelo Bayer Leverkusen

Por Lucas Paes
Foto: Getty Images

Emerson passou três anos no Leverkusen

Um dos mais brilhantes jogadores brasileiros da década de 1990 e 2000, o volante Emerson, que completa 45 anos neste dia 4 de abril, teve diversas passagens de destaque ao longo de sua carreira, que se encerrou há 12 anos, no Santos. Entre 1997 e 2000, ele passou ótimos anos representando as cores do Bayer Leverkusen, no auge da história dos "Farmacêuticos".

Emerson chegou ao Bayer na metade de 1997, contratado diretamente do Grêmio, onde havia sido um destaque positivo num dos melhores times da história do Imortal. Estreou na equipe de Leverkusen num duelo contra o Schalke 04 e foi um destaque positivo da boa campanha dos Lowen, que terminaram na terceira posição naquela edição da Bundesliga. Rapidamente adaptado, atuou em 35 partidas e marcou cinco gols. Ajudou a equipe à chegar também as quartas de final da Liga dos Campeões.

Seguiu como titular no biênio seguinte, onde o Bayer finalizou o Campeonato Alemão com o vice-campeonato. Naquela temporada, atuou em 33 jogos e marcou outra vez cinco gols. Seguia como titular do time e seu desempenho positivo já começava a chamar atenção de times maiores e também de ligas maiores, mas seguiu no Leverkusen para a temporada 1999/2000.

O biênio 1999/2000 foi um dos mais positivos da história do time de Leverkusen. Com grande desempenho, os Farmacêuticos disputaram o campeonato ponto à ponto com o Bayern, mas perderam o título no saldo de gols, depois de fazer a mesma pontuação dos bávaros. Emerson, naquele ano, atuou em 37 partidas, marcando outra vez cinco gols ao longo das competições, números insuficientes para garantir um título.


Ao fim da temporada 1999/2000, foi impossível para os alemães segurarem seu futebol. A Roma pagou 18 milhões de euros por seu futebol, levando o brasileiro para o Campeonato Italiano, onde faria história à serviço dos Giallorossi. Foram, pelo Leverkusen, excelentes 108 jogos e 15 gols, numa marcante passagem que acabou não resultando em títulos.

O volante Emerson e o destino com cortes em Copas do Mundo

Por Victor de Andrade

Luxação no ombro no dia anterior à estreia tirou a chance de Emerson levantar a taça em 2002

É incrível como o destino prega peças nas pessoas, seja positivas ou negativas. Podemos falar isso exatamente do volante Emerson. Completando 42 anos neste 4 de abril de 2018, o jogador sempre teve envolvimento com cortes de convocados às vésperas das Copas do Mundo de 1998, na França, e 2002, que foi realizada entre Japão e Coreia do Sul. Em uma ele entrou na vaga de um cortado e na segunda ele saiu da Seleção Brasileira um dia antes da estreia quando era o capitão.

Voltamos à 1998. Depois de ter se destacado no Grêmio (onde começou como meia e depois foi jogar de volante) e já ter sido convocado por Zagallo para a Seleção, Emerson, no meio de 1997, foi negociado com o Bayer Leverkusen, onde surpreendeu e mesmo novo, com apenas 21 anos, fez uma bela temporada. Porém, ele não foi lembrado na lista final para a Copa do Mundo de 1998 e como na época não tinha lista de espera, foi curtir suas férias.

Porém, já na preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo na França, Romário teve um problema na panturrilha. A Comissão Técnica ainda relutou em cortá-lo e o próprio jogador dizia que estaria em campo na estreia, contra a Escócia, no dia 10 de junho de 1998. Porém, faltando uma semana para o primeiro jogo, Romário foi cortado, causando uma grande crise, já que o Baixinho se sentiu injustiçado com sua saída.

Emerson atuando contra a Holanda na Copa de 1998

Para o lugar de Romário, Zagallo convocou Emerson. O atleta disse que foi pego de surpresa, que já estava até preparando as malas para passar alguns dias em Fortaleza. Porém, estas malas acabaram indo para a França. O volante achou que nem iria jogar, mas entrou na semifinal contra a Holanda e até bateu um dos pênaltis que colocaram o Brasil na final daquela edição de Mundial, onde a Seleção Brasileira ficou com o vice após perder a decisão por 3 a 0 para a equipe da casa.

Passaram-se quatro anos e a palavra corte entrou novamente no destino de Emerson, só que desta vez no sentido contrário. O volante 'sofreu' junto com a Seleção Brasileira, que teve dificuldades nas Eliminatórias para o Mundial, que foi organizado em parceria entre Japão e Coreia do Sul. Porém, Emerson mostrou liderança e ganhou a faixa de capitão do treinador Luiz Felipe Scolari.

Por tudo isso, Emerson era um dos jogadores de confiança do técnico, mas aí o destino pregou uma peça no volante. No treinamento da véspera da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, que seria contra a Turquia, Emerson foi jogar de goleiro no rachão (espécie de recreativo que os times fazem antes dos jogos) e acabou sofrendo uma luxação no ombro direito.

Emerson segurando o braço, segundos depois da contusão em 2002

A contusão de Emerson fez com que a Comissão Técnica fizesse uma enorme correria, pois estavam no dia limite para trocar atletas. O volante foi examinado e chegaram à conclusão de que ele demoraria para se recuperar e, faltando minutos para o fim do prazo, convocaram o meia Ricardinho para o seu lugar. A decepção foi grande, até porque o Brasil foi o campeão e ao invés de Emerson, Cafu levantou a taça do quinto título do time canarinho.

Emerson teve uma carreira brilhante, só jogando em times grandes. Além de Grêmio e Bayer Leverkusen, o volante atuou por Roma, Juventus, Real Madrid, Milan e Santos, onde encerrou a carreira em 2009, quando estava com um problema na tíbia. Ainda disputou o Mundial de 2006 pela Seleção Brasileira, sendo titular em quase todos os jogos. Porém, sua maior decepção, com certeza, foi não ter jogado a Copa do Mundo de 2002.
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